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Visão para os próximos 2 anos Ser reconhecida como uma empresa que oferecesoluções em produtos superabrasivos,principalme...
Modelo de negócio Por já sermos uma empresa que visa atender osclientes individualmente nas suas necessidades,estamos mai...
Cronograma de ProjetosProjeto 1 Tri/20132 Tri/20133 Tri/20134 Tri/20131 Tri/20142 Tri/20143 Tri/20144 Tri/20141. Montar eq...
Projeto 1: Montar equipe PDEI Objetivo principal: Garantir a existência de equipe cuja única responsabilidade seráprojeto...
Projeto 2: E-commerce Objetivo principal: Vendas de produtos por meios eletrônicos (e-commerce) Objetivo secundário: Div...
Projeto 3: Vans para vendas e entrega Objetivo principal: Aumento de vendas em pequenas ferramentarias com acirculação de...
Projeto 4: Express line Objetivo principal: Criação de linha de produtos semi-acabados para reduzir prazo deentrega de it...
Projeto 5: Troca da resina Objetivo principal: Uso de resinas polyamida para melhor performance. Objetivo secundário: Ma...
Projeto 6: Pagamento por performance Objetivo principal: Mudar conceito de fidelização de clientes realizando pagamento p...
Projeto 7: Assumir mão de obra nosclientes Objetivo principal: Disponibilizar nos clientes operadores de retíficas para q...
Projeto 8: Equipe comercial dedicada Objetivo principal: Montar uma equipe comercial exclusiva para vendade produtos supe...
Projeto 9: Queima em forno de plasma Objetivo principal: Mudar o processo de fusão dos rebolos vitrificados para fornos d...
Projeto 10: Pedido eletrônico via CNC Objetivo principal: Simplificar o sistema de pedidos dos clientes via solicitaçõesa...
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Exercicio 6.2

  1. 1. Eduardo Cavenaghi Mattei – 147Gerenciamento e Execução de Projetos deInovação Tecnológica (USP)ME 6.2 – Apresentação do Modelode Negócio Para a Sua Empresa
  2. 2. Visão para os próximos 2 anos Ser reconhecida como uma empresa que oferecesoluções em produtos superabrasivos,principalmente com tecnologias de ponta.
  3. 3. Modelo de negócio Por já sermos uma empresa que visa atender osclientes individualmente nas suas necessidades,estamos mais voltados ao modelo causação,mas pelo fato de buscarmos a tecnologia deponta, existem neste plano alguns projetos deefetivação a serem explorados.
  4. 4. Cronograma de ProjetosProjeto 1 Tri/20132 Tri/20133 Tri/20134 Tri/20131 Tri/20142 Tri/20143 Tri/20144 Tri/20141. Montar equipe PDEI X2. E-commerce X X3. Van para entrega X4. Express line X5. Troca da resina X6. Pagamento p/ performance X X7. Assumir MO nos clientes X X8. Equipe comercial dedicada X X9. Queima em forno plasma X X X10. Pedido eletrônico via CNC X X X
  5. 5. Projeto 1: Montar equipe PDEI Objetivo principal: Garantir a existência de equipe cuja única responsabilidade seráprojetos de inovação Objetivo secundário: Definir equipe full time dedicada à PDEI Realocar as responsabilidades atuais dos integrantes de PDEI Treinar a equipe PDEI Escopo e solução: Equipe de PDEI deves ser a parte da máquina de desempenho,portanto estão escalados o Fabio Freitas e Francisco Robério. Suas atividades passam aser exercidas pela Juliana Bento e Adilson Soares, respectivamente, estes terão 2estagiários para dar suporte na absorção destas novas demandas. Fábio e Francisco jácursam GEPIT e possuem experiência prévia em P&D, portanto farão apenas treinamentoextra com o jurídico da Saint-Gobain. Análise de riscos: Objetivo principal: Falta de metas claras e suporte para equipe de PDEI ter eficiência. Objetivo secundário: Equipe substituta não atender a demanda das atividades extras Como testar cada risco: Objetivo principal: Avaliar desenvolvimento dos novos projetos. Objetivo secundário: Avaliar a cada 2 meses os indicadores das áreas da Juliana e Adilson. Plano de contingência: Contratar consultoria especializada em inovação e reestruturarequipes técnicas que assumiram as responsabilidades dos integrantes que foram paraPDEI.
  6. 6. Projeto 2: E-commerce Objetivo principal: Vendas de produtos por meios eletrônicos (e-commerce) Objetivo secundário: Divulgação e marketing via rede eletrônica Escopo e solução: Hoje utilizamos pouco os meios eletrônicos para divulgação ecomercialização dos nossos produtos e serviços. Iremos buscar soluções narede eletrônica (Youtube, Twitter, LinkedIN, Orkut, Facebook e Flipboard) paramaior divulgação e disponibilizar nos sites, formas de compras e logística. Análise de riscos: Objetivo principal: Erros no geração dos pedidos (duplicados, perdidos, etc.) Objetivo secundário: Linguagem clara e objetiva dos produtos, cuidados naexposição das marcas. Como testar cada risco: Objetivo principal: Rodar piloto por 1 mês, antes de liberar no site. Objetivo secundário: Marketing irá analisar material divulgado por cada área deprodutos antes de postar nas redes durante os 2 primeiros meses. Em paralelo asequipes de produtos e marketing participarão de eventos de como divulgar emredes sociais. Plano de contingência: Eliminar materiais postados e canal de comercialização,até que os erros sejam corrigidos.
  7. 7. Projeto 3: Vans para vendas e entrega Objetivo principal: Aumento de vendas em pequenas ferramentarias com acirculação de vans com rotas frequentes. Objetivo secundário: Redução de custos com fretes aos pequenos clientesexistentes Escopo e solução: Não temos hoje um atendimento direto às pequenasferramentarias, fazendo com que a pequena concorrência tenha vantagens aoatender diretamente. Com 3 vans realizando rotas pré-definidas diariamente naregião da Grande São Paulo, conseguiremos visitar cerca de 1.900ferramentarias localizadas nestas rotas, com chances de atender 87% destasque não são nossos clientes hoje. Análise de riscos: Objetivo principal: Caso as vendas não atinjam R$10.000,00/mês, os custosdeste serviço não se pagarão. Objetivo secundário: Logísitica atual pode querer revisão do contrato. Como testar cada risco: Objetivo principal: Verificar a evolução das vendas após 3 meses. Objetivo secundário: Análises mensais poderão identificar se os custos delogísticas atuais estão reduzindo. Plano de contingência: Revisar rotas para reduzir o número de vans, ou mesmocancelar o serviço.
  8. 8. Projeto 4: Express line Objetivo principal: Criação de linha de produtos semi-acabados para reduzir prazo deentrega de itens não padronizados (MTO). Objetivo secundário: Redução de custos desta linha de produtos com a fabricação emlotes dos semi-acabados. Escopo e solução: Como hoje nossos produtos são criados exclusivamente para atenderas necessidades de cada cliente, os produtos só iniciam o processo de produção apóstermos os pedidos, tendo que passar por todo processo produtivo. Ao definirmos formasbásicas com especificações mais usuais, podemos deixar produtos semi-acabados,aguardando as ordens para serem finalizados em prazos mais reduzidos. Análise de riscos: Objetivo principal: Geração de altos custos com inventário elevado dos semi-acabados. Objetivo secundário: Custos não reduzirem por gerarem lotes ainda pequenos. Como testar cada risco: Objetivo principal: Monitoramento mensal de vendas x inventário. Definir indicador. Objetivo secundário: Acompanhar indicador de custo por peça dos semi-acabados. Plano de contingência: Reduzir itens com semi-acabados e buscar soluções como maisturnos para manter prazo de entrega menores fazendo o processo todo.
  9. 9. Projeto 5: Troca da resina Objetivo principal: Uso de resinas polyamida para melhor performance. Objetivo secundário: Maior market share Escopo e solução: A substituição da liga resinóide fenólica por polyamida trazgrandes benefícios como maior performance e possibilidade de trabalhar emoperações de grande remoção sem gerar queimas Análise de riscos: Objetivo principal: Canibalizar a linha de resina fenolica atual reduzindo ovolume das vendas e com lucros que não compensam. Objetivo secundário: Falta de material necessário para expor as vantagens danova liga não atrairem novos clientes. Como testar cada risco: Objetivo principal: Análise mensal de volume de vendas e lucro das linhas deresina fenólica e polyamida Objetivo secundário: Acompanhar visitas dos vendedores e aceitação por partedos clientes (entrada de pedidos) Plano de contingência: Limitar as aplicações de resina polyamida em operaçõescríticas de grande remoção, onde não conseguimos usar a resina fenólica.
  10. 10. Projeto 6: Pagamento por performance Objetivo principal: Mudar conceito de fidelização de clientes realizando pagamento porperformance. Objetivo secundário: Aumento de market share Escopo e solução: Ao oferecer esta solução de pagamentos, os clientes passam a nãoprecisar mais gerenciar os estoques dos insumos de abrasivos e passam a desfrutar deequipes dedicadas a melhorar a performance dos nossos produtos para terem maioreficiência e obterem reduções de custos nas operações de retificação. Análise de riscos: Objetivo principal: Os rendimentos dos produtos não atingirem os determinados noscálculos iniciais e gerarem prejuízos. Objetivo secundário: Produtos que assumiremos e não pertencerem ao range de produtosfabricados pela Saint-Gobain terão que ser revendidos, deixando com prejuízo e semalternativas para substituição. Como testar cada risco: Objetivo principal: Monitorar via indicador os produtos utilizados versus faturamento, Objetivo secundário: Analisar se os produtos revendidos são muito expressivos na vendatotal dos pacotes Plano de contingência: Iniciar em poucos clientes chaves que possamos estudarminuciosamente as operações afim de termos certeza sobre as eficiências de nossosprodutos sobre o mix de itens de venda e revenda.
  11. 11. Projeto 7: Assumir mão de obra nosclientes Objetivo principal: Disponibilizar nos clientes operadores de retíficas para queusem com experiência Objetivo secundário: Maior market share Escopo e solução: Por oferecermos produtos de alta tecnologia e performance,seu uso se torna fundamental, por isso a proposta de oferecer o serviço de mãode obra qualificada para operar as retíficas traria benefício aos clientes commaior produtividade, menos erros e gastos indevidos. Além de poder expandiras operações aumentando market-share. Análise de riscos: Objetivo principal: Contratos de serviço adequados para não haverem açõestrabalhistas que fossem contra o modelo. Objetivo secundário: A falta de operadores qualificados levará a uma negaçãoquanto a qualidade dos produtos e consequentemente de marca Como testar cada risco: Objetivo principal: Treinar internamente os operadores nos centro de excelênciadisponíveis afim de avalia-los antes de mandar a campo. Objetivo secundário: Monitorar eficiência dos operadores em campo viaindicadores de performance. Plano de contingência: Apenas manter os treinamentos direcionado aos clientese seus operadores buscando pequenas melhoras.
  12. 12. Projeto 8: Equipe comercial dedicada Objetivo principal: Montar uma equipe comercial exclusiva para vendade produtos superabrasivos Objetivo secundário: Maior foco e vendas de superabrasivos Escopo e solução: Como hoje a equipe comercial atende todos osnegócios, inclusive superabrasivos, este acaba tendo menor foco eresultados por demandar mais dedicação e conhecimento técnico. Análise de riscos: Objetivo principal: Menor abrangência de atendimento do mercado,por ficar mais reduzida. Objetivo secundário: Pouco foco em função de escolha de equipeinadequada Como testar cada risco: Objetivo principal: Estudo mercadológico antes da divisão Objetivo secundário: Acompanhamento das vendas e reclamações declientes. Plano de contingência: Manter nos mercados mais distantes, uma equipeque atende vários negócios.
  13. 13. Projeto 9: Queima em forno de plasma Objetivo principal: Mudar o processo de fusão dos rebolos vitrificados para fornos deplasma reduzindo o tempo de ciclo. Objetivo secundário: Maior estabilidade de ciclo e consequente constância na qualidade Escopo e solução: Atualmente o processo de fusão dos produtos vitrificados se dá emfornos elétricos que proporcionam através de rampas e patamares o aquecimentoadequado para a fusão da liga vítrea de forma lenta e controlada. O ciclo dura hoje cercade 38 a 48 horas. Com as novas tecnologias de metalurgia do pó, vemos que é possívelfusões de altas temperaturas em tempos reduzidos através de fornos a plasma.Controlando a proporção dos gases de N2 e H2 podemos traçar rampas e patamaresadequados em tempos totais de até 9 horas de ciclo, com maiores estabilidades. Análise de riscos: Objetivo principal: Os ciclos não poderem ser reduzidos no seu tempo total devido àdistorções de formato por rampas mais acentuadas. Objetivo secundário: Alteração do comportamento das pontes vítreas no camadasuperabrasiva. Como testar cada risco: Objetivo principal: Executar sequência de ciclos de queima com as especificações extremaspara comparar distorções, encolhimentos, porosidade e dureza dos produtos. Objetivo secundário: Idem Plano de contingência: Recorrer a universidades, ou empresas que tenham maiorexperiência em metalurgia do pó e conhecimento sobre as fases de formação do vidropara maior apoio tecnológico. Por fim, regressar aos ciclos de queima tradicionais.
  14. 14. Projeto 10: Pedido eletrônico via CNC Objetivo principal: Simplificar o sistema de pedidos dos clientes via solicitaçõesautomáticas emitidas pelas retificadoras CNCs. Objetivo secundário: Fidelização e redução de estoque nos clientes. Escopo e solução: Com tecnologias já disponíveis nas retificadoras CNCs atuais, épossível identificar a vida atual dos rebolos em uso. Com adaptações nos programas einterligações das máquinas às redes de internet, é possível habilitá-las para quegerenciem a vida dos rebolos em uso e emitam pedidos de reposição ao identificarem queos rebolos estão próximos ao fim de vida. Análise de riscos: Objetivo principal: Erros nas parametrizações podem levar a erros nos pedidos eeventuais paradas de produção. Objetivo secundário: Erros de falta de rebolos podem prejudicar a imagem da marca. Como testar cada risco: Objetivo principal: Exaustivos testes em fase beta podem identificar bugs nasparametrizações, ou emissões de pedidos. Objetivo secundário: Idem. Plano de contingência: Podemos inicialmente não permitir que as máquinas trabalhem comestoques zerados, assim teremos sempre backups nos estoques. O monitoramento dequanto estes backups estão sendo puxados servirá como base para aprovação do sistema.

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