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Conclusão    O acirramento da concorrênciaA diminuição da circulação dos jornais coincidecom o surgimento de novas técnica...
Conclusão    A mudança dos hábitos de leituraO autor mostra, através de pesquisas quantitativae qualitativa, a mudança que...
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Conclusão         A inovação tecnológica→ Nos três grandes jornais brasileiros, os gastoscorrentes de impressão e distribu...
Bibliografia→ SANTANNA, Lourival. O destino do jornal. Riode Janeiro: Record, 2008.
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O destino do jornal

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Trabalho sobre o livro "O destino do Jornal" de Lourival Sant´anna.
5º período de jornalismo 2012/1 (PUC Goiás)

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O destino do jornal

  1. 1. Introdução eConclusão Grupo: Aline MoraesCinnara CardosoEdenilton Santos Fabrício Arruda Juliana JacomeKatiuska Barrera Rejane Alves
  2. 2. Introdução→ No inicio da década de 2000, os trêsprincipais jornais brasileiros – O Globo, O Estadode S. Paulo e a Folha de S. Paulo – sofreramexpressivas quedas na circulação. E em meadosda mesma década, ela voltou a crescer. Porémlonge de voltar a alcançar os recordesregistrados em meados dos anos 90.→ Os dados indicam que não só menos pessoasestão lendo jornais, como também o fazem pormenos tempo – tanto no Brasil quanto em muitospaíses desenvolvidos. Essa queda coincide como período de acirramento da concorrência deoutros meios de informação: internet, TV’s porassinatura, as emissoras de rádios noticiosas, e
  3. 3. Introdução→ O aumento da concorrência e a queda dacirculação e de receitas ocorreram em momentoem que as empresas que publicam os três maisimportantes jornais brasileiros atravessavamdificuldades financeiras, resultantes de dividasassumidas na década de 90.→ As dificuldades financeiras motivaram aprofissionalização da gestão do Grupo Estado, eos membros da família Mesquita recuaram doscargos de direção, o que já tinha ocorrido nasOrganizações Globo, onde a família Marinho jáhavia efetuado essa transição. A família Frias, daEmpresa Folha da Manhã, foi à única que semanteve na gestão da empresa.
  4. 4. Introdução→ Essa mudança nas modalidades de gestãotemimplicações importantes sobre a cultura daempresa. Executivos formados em outros setorestendem a demonstrar menos propensão a aceitarinvestimentos que não gerem rentabilidade.→ Newpaper Association of America: numero deusuários que acessam páginas de jornais nainternet aumentou 21% em 2005, na comparaçãocom o ano anterior. Quanto ao numero de páginasvisitas, o crescimento foi de 43%.
  5. 5. Introdução→ As tecnológicas digitais de difusão deinformação abrem novas possibilidades para osjornais, seja no sentido de sua convergência comoutros meios, seja na incorporação ecomercialização dos produtosjornal, isoladamente.→ A interatividade na internet possibilidade umatroca sem precedentes entre as redações e osleitores, que podem contribuir compautas, informações, e feedback sobre o produtodo trabalho jornalístico.
  6. 6. Introdução→ Hipertexto: vantagens no Jornalismo e naPublicidade.→ Informação em rede: banco de dados permiteo acesso a todos os conteúdos já veiculadosanteriormente.→ Questão como “Até que ponto o trabalhojornalístico pode estar integrado às estratégiascomerciais de um veículo de informação?”surgem nas empresas de jornais impressos quedisputam audiência e receita com os meios on-line.
  7. 7. Introdução→ Surge figura do gerente responsável pelarelação “pautas jornalísticas X estratégias devenda de espaço publicitário e de marketing”.→ Mudanças do ofício do jornalista alteram oproduto final jornalístico?→ Ferramentas de apuração→ Custos do jornal de papel e da internet
  8. 8. Introdução→ Citação de Arthur Sulzberger, do jornal TheNew York Times: Não importa quandorodaremos nossa última edição de notíciaimpressa. Continuaremos sendo a grande fontede notícias e de informação neste país e talvezno mundo. Vamos fazer na web. Vamos fazerna televisão. Vamos fazer no impresso.
  9. 9. Introdução→ As empresas devem se adequar a esse processovirtual, em que os conteúdos do jornalimpresso, agora são produzidos na internet. Agerente de Projetos Especiais da Associação Mundial(WAN), Martha Stone, diz que os consumidores dojornal impresso não são aqueles que compram nasbancas ou os que assinam. São também os queconsomem os conteúdos produzidos pela internet.Stone, afirma que todos dependemos de multimídia.→ A questão é: como os jornais devem reagir àsnovas oportunidades que esses recursos oferecem?→ O jornal dá sentido à informação de uma maneiraque a maioria dos outros meios, com exceção darevista semanal, não dá. O jornal é objetivo sem ser
  10. 10. Introdução→ Os grandes jornais têm usufruído um bomequilíbrio entre receitas e gastos correntes einvestimentos. Suas redações são grandes. Suaestrutura logística é adequada. De todos os meios, osgrandes jornais são, de longe, os que mais produzemconteúdo jornalístico, notícias e análises próprio.→ Os anunciantes também identificam no jornalqualidades que lhes são caras. Seu público tem altopoder aquisitivo; os anúncios publicados neleemprestam o seu prestígio para as marcas dosanunciantes. Até características que poderiam serconsideradas limitações têm o seu lado positivo, comoa circunscrição geográfica bem definida pela suadistribuição física, que permite ao anuncianteestabelecer clara estratégia espacial. E os jornais têm
  11. 11. Introdução→ O reconhecimento de todos esses atributos levaos diretores dos jornais a acreditar que a melhorresposta ao acirramento da concorrência é oinvestimento nas qualidades que os distinguem dosoutros meios.→ No conjunto dos meios de informação, os jornaisocupam papel de destaque, tanto dos pontos devista político, social e cultural, quanto como objetodas ciências da comunicação. Os grandes jornaissão os únicos meios, no Brasil, e geralmente emoutros países também, cujas redações sãoformadas por centenas de jornalistas e são osmeios mais estruturados para produzir apuraçãogenuína de informação. Tanto que devido aisso, costumam pautar os demais meios.
  12. 12. Introdução→ Neste trabalho, o autor enfoca três jornais: OEstado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e OGlobo. São os três maiores jornais do país enão somente no sentido quantitativo comotambém qualitativamente. São jornais quebuscam cobrir os temas de relevância nacionale influir nas tomadas de decisão de políticos eempresários no plano nacional. São tambémjornais que se propõem a preservar a suasaúde financeira e a diversidade de suascarteiras de anunciantes.
  13. 13. Introdução Um veiculo vulnerável do ponto de vistafinanceiro é mais suscetível de vergar sob opeso das pressões político-econômico quegovernos e grupos empresariais procuramexercer sobre os meios de informação. A principal dificuldade do jornal e natecnologia e na mudança do hábito de leitura eque é um grande desafio para lucratividade dosgrandes jornais. Neste trabalho foi utilizadovarias fontes coletas, as seguintes fora:→ Levantamento de dados quantitativos equalitativos;
  14. 14. Introdução→ Revisão da leitura;→ Entrevistas com os diretores de redação;Elas abordam o impacto das novastecnologias, do acirramento da concorrência edas mudanças dos hábitos de leitura sobre osrespectivos jornais. Além disso, dão sua visãosobre até que ponto seus jornais deverão trocar osuporte de papel pelo digital e como devem sequalificar para atrair os leitores.→ Entrevistas com especialistas e pesquisadoresinternacionais.
  15. 15. Conclusão→ Quando o projeto foi esboçado, no fim de 2003, osjornais estavam imersos em uma crise. Suacirculação caía desde o início da década.→ Dois anos depois, em 2005 quando os diretoresde redação do Estado, da folha e do Globoconcederam entrevistas para este livro, celebravam oaumento da circulação dos jornais e marcas inéditasde lucratividade.→ A crise dos jornais não é o tema deste livro. Atentativa, aqui, foi de identificar o que há deestrutural, para além do crítico.→ A tentação de extrapolar de um para o outro égrande.→ Há a decretação da morte do jornal. E há o seuoposto: a convicção de sua eternidade. A verdadeprovavelmente reside em algum ponto entre os dois
  16. 16. Conclusão→ Os três fatos identificados por este livro, em tornodos quais ele gravitou do início ao fim são: oacirramento da concorrência, a mudança nos hábitosde leitura e a inovação.→ Os picos de circulação observados nos anos 1990não servem de comparação para avaliar, no nívelestrutural, o comportamento do setor nesta década.→ Naquele período, os jornais não vendiam apenasnotícias, colunas, artigos, fotografias, infográficos, informações de serviços e classificados, mas tambémcoleções de livros, de filmes e de CDs.Portanto, aqueles padrões de circulação não eramestruturais, mas críticos.→ Na década de 2000, os dados quantitativosrevelam que o número de exemplares de jornal porhabitantes adultos está diminuindo aceleradamente. A
  17. 17. Conclusão→ Na pesquisa qualitativa, constatou-se como ojornal se vê obrigado a reacomodar-se no interior deuma c esta de meios de informação. O número demeios cresceu, e o tamanho da cesta oupermaneceu o mesmo ou diminuiu, devido aotrabalho, ao trânsito e aos afazeres cotidianos quecompetem pela atenção do público-alvo.→ A informação é reconhecida como produto vital, ado tipo utilitário, ganha importância. Nesse tipo deproduto, jornais locais, sites na internet, emissorasde rádio e até alguns canais de TV a cabo são, emgeral, mais eficazes do que jornais de circulaçãonacional.→ Por outro lado, a demanda por informação maiscompleta, pela contextualização das notícias pelaanálise e interpretação dos fatos, não se perdeu.
  18. 18. Conclusão→ Nesse quadro, é difícil prever se, a curto prazo, ademanda pelos grandes jornaisdiminuirá, continuará estável ou aumentará. Amédio e a longo prazos, a tendência parece ser ade queda dessa demanda.→ Mas é também razoável esperar que uma outraparcela, talvez majoritária, não o faça.→ Modificar o jornal em função das tendênciasobservadas não seria uma tarefa fácil.→ Dentre todos os meios, o jornal é descrito comoo mais completo e o de maior credibilidade, o quevai fundo. Ele dá sentido à informação. Não équente demais e nem frio demais.→ De todos os meios, os grandes jornais são osque mais produzem conteúdo jornalístico – notíciase análises – próprio.
  19. 19. Conclusão Jornal x Internet→ A internet está roubando o espaço dosjornais, então possivelmente eles apostarão emversões online, em PDF ou HTML que nãomodificam a estrutura da matéria e os custos deprodução e distribuição, geralmente muitoelevados nas publicações tradicionais, sãoreduzidos sensivelmente na Internet.
  20. 20. Conclusão O jornal em papel vai acabar?Para evitar a “morte” dos jornais, é precisoinvestir mais. Precisamos de jornalistas com:→ Experiência→ Formação→ Talento→ Responsabilidade→ Condições de trabalho→ Influência→ Credibilidade
  21. 21. Conclusão Mais da metade da população está conectada → O número de pessoas que lêem os jornais on-line aumenta dia após dia. → No Brasil 57,6% da população buscam notícias e informações na rede.
  22. 22. Conclusão Lourival Sant’Anna desenvolve seutrabalho com base em três fatos estruturais dastransformações no mercado jornalístico:→ O acirramento da concorrência→ A mudança dos hábitos de leitura→ A inovação tecnológica Usa como base da pesquisa os trêsjornais mais influentes do país (O Estado de S.Paulo, Folha de S. Paulo e O Globo) e buscaanalisar como estes estão se posicionandonesse novo cenário. Em outras palavras, o autordiscute o futuro do jornal impresso.
  23. 23. Conclusão O acirramento da concorrênciaA diminuição da circulação dos jornais coincidecom o surgimento de novas técnicas e meios detrabalho. Para Sant’Anna o que contribuiu paraessa mudança foi:→ O surgimento e a expansãoda internet→ O crescimento da TV porAssinatura→ O aumento do espaço dadoao jornalismo nas emissoras de rádio
  24. 24. Conclusão A mudança dos hábitos de leituraO autor mostra, através de pesquisas quantitativae qualitativa, a mudança que ocorreu com osjornais que perderam público para as novasmídias.→ Entre o início de2002 e final de 2005, aweb ganhou 5,1milhões de novosusuários, atingindo33,4 milhões. Dessesmais da metade(57,6%) busca notíciase informação na rede.
  25. 25. Conclusão A inovação tecnológicaPara o autor, a inovação da tecnologia, modificouas técnicas de apuração e a maneira de seproduzir notícia, e abre a possibilidade deconvergência com outros meios. E mesmo quenão ocorra muitas modificações das notícias doimpresso para a internet, Sant’Anna mostra que osveículos parecem caminhar para a integraçãoentre média de exemplares porseus portais.→ A as redações de diários e milhabitantes adultos no Brasil, entre2001 e 2005, foi de 64% para45%, segundo a AssociaçãoNacional de Jornais.→ O tempo em que os leitores dejornal se dedicam a ele mudou de64 minutos em 2001 para 46 em
  26. 26. Conclusão A inovação tecnológica→ Nos três grandes jornais brasileiros, os gastoscorrentes de impressão e distribuição representamentre 30% e 40%do total. Com a migração para oon-line isso representa economia.→ A utilização do hipertexto conduz mudanças nasestratégias de venda de espaço publicitário e nasrelações entre áreas editorial e comercial.→ A internet está “roubando” verbas publicitáriasdos jornais.→ A publicidade representa 75% das receitas dosgrandes jornais (50% em anúncios e 25% emclassificados).
  27. 27. Bibliografia→ SANTANNA, Lourival. O destino do jornal. Riode Janeiro: Record, 2008.

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