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PEQUENAS CULTURAS NA COMISSÃO
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  1. 1. Jesus disse: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, bati- zando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos.” Amém! Tudo pronto para a Festa da Tilápia no Tacho que irá marcar as comemorações dos 25 anos da emancipação política de Rancho Alegre D’oeste Governador autoriza prefeituras a buscarem financiamento do Estado Palestra sobre políticas públicas atrai representantes de entidades em Campo Mourão Prefeitos de 24 municípios, de diferentes regiões do Paraná, reuniram com o governador Beto Richa para solicitar autorização a pedidos de financiamentos, junto ao Governo do Estado, para investimentos em suas cidades. Acompanhe o trabalho dos vereadores de Rancho Alegre D’oeste Seminário Discutiu sobre piscicultura e pecuária de leite EspecialRanchoAlegreD’oeste 25 anos Caminhada Noturna encerra a comemoração da Semana da Mulher Pág. 11 Pág. 15 Pág. 06 Pág. 12 Pág. 04 Pág. 13 Pág. 16
  2. 2. Ratinho na frente Levantamento do Ins- tituto Paraná Pesquisas di- vulgado semana passada apontou que Ratinho Junior tem 26% das intenções de voto, seguido pelo senador Roberto Requião (PMDB), com 24,2%; e pelo ex-sena- dor Osmar Dias (PDT), com 22,5%, a vice-governadora Cida Borghetti (PP), com 3,9%,, e o chefe da Casa Ci- vil, deputado Valdir Rossoni (PSDB), 3,2%. Batalhãodetrânsi- todaPMcomemo- ra 65 anos No ano passado, os policiaismilitaresatenderam 5.414 acidentes de trânsito em Curitiba, dos quais 3.828 com vítimas e 1.586 sem ví- timas. Em 2015, houve 5.973 acidentes,4.258comvítimas e 1.715 sem vítimas. Todos querem a Crefisa Todos os principais ti- mes do Brasil procuraram a Crefisa – patrocinadora ofi- cial do Palmeiras, para ten- tar um patrocínio. Os mi- lhões investidos pela a em- presa na Sociedade Esporti- va Palmeiras despertou o in- teresse de vários times. Lei- la Pereira, presidente da Cre- fisa, afirmou que a família dela é toda vascaína. “Meu marido é palmeirense e isso pesou para a escolha, no caso do Vasco, meu pai e meu irmão são vascaínos e eu cresci indo assistir jogos doVascocomeles”,disseela. Agora vem a realidade Viúvas entram com ação trabalhista contra Cha- pecoense. Os tribunais de Santa Catarina vão receber em breve os primeiros em- bates entre a Chapecoense e familiares de vítimas do acidente de 29 de novem- bro. Apesar da ação coletiva, o montante, por sua vez, va- riará de acordo com cada ví- tima, o que gera impacto di- reto nas ações que serão impostas pelas viúvas. Delação do fim do mundo A chamada “delação do fim do mundo” está para sair a qualquer momento do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo dizem, com potencial para sacudir a Pra- ça dos Três Poderes. Página 02 Campo Mourão, 18 de março de 2017 PARANÁ NOTÍCIAS Política - Esportes - Variedades FOTO DESTAQUE A poucos dias de completar três meses à frente da prefeitura, Pedro Coelho não tem tido trégua. Postagens e comentários se re- produzem na velocidade da luz em redes so- ciais, a maioria delas criticando o atual man- datário goioerense. Uma delas, mostra o Posto de Saúde da Vilas Candeias superlotado, ao mesmo ins- tante outra foto retirada do facebook do prefeito, mostra ele juntamente com o Secretá- rio de Saúde em um evento da Agricultura. A realidade hoje é que a administração pública se tornou um verdadeiro Big Brother, portanto, aqueles que pensam em desfrutar as benesses do poder público, que pensem bem, pois a população não tolerará nenhum tipo de descaso. (Fotos: Fala Goioerê / Goioerê é assim) Está tropeçando “Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã. Hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.” ( Dalai Lama) Para refletir...
  3. 3. NISHIMORI PROMOVE DEBATE SOBRE PEQUENAS CULTURAS NA COMISSÃO DE DEFENSIVOS FITOSANITÁRIOS AÇÕES PARLARMENTARES Nesta quarta-feira, 08,foirealizadamaisumaAu- diência Pública requerida pelo relator da Comissão Es- pecial para apreciar o Proje- to de Lei 6299/2002 que visa regulamentar o uso dos De- fensivos Fitossanitários, de- putado federal Luiz Nishimo- ri (PR-PR) e pela Presidente da Comissão Tereza Cristina (PSB-MS). A Audiência dis- cutiu a disponibilidade e uti- lização de produtos fitossani- tários no contexto das peque- nasculturas,comumentecha- madas “minor crops”. Luiz Nishimori enten- de que é hora de o Brasil aca- bar com o preconceito que foi criado sobre os defensivos fi- tossanitários. Segundo Nishi- mori, que também é coorde- nador de Relação Exterior da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos (PARA) da Agência Nacional de Vigilân- cia Sanitária (Anvisa), divul- gado no final de 2016, de- monstraque99%dosalimen- tos consumidos pelos brasi- leiros são seguros. E o 1% restante é constituído basica- mente de abacaxi e laranja. No entanto, a concen- tração dos defensivos ocorre na casca dessas frutas, que não costumam ser consumi- das pela população. “Os ali- mentos são seguros”, eviden- ciou Nishimori. O parlamentar ainda ressaltou que é preciso muito diálogo e cooperação, “a coo- peração e colaboração entre O deputado federal Luiz Nishimori é relator na Comissão Especial dos Defensivos Fitossanitários RUBENS BUENO EM RANCHO ALEGRE Na manhã dessa sex- ta-feira, 10, o Deputado Fe- deral Rubens Bueno (PPS), esteve visitando o município de Rancho Alegre D’oeste. O deputado falou sobre a atual situação do país que passa por um momento delicado. “Na os setores, isso é muito im- portante. A intenção é fazer uma legislação moderna há 40 anos o Brasil era importa- dordealimentosehojesomos exportadores”. Entreosconvidadoses- tavam, Daniel Kunkel, Ph.D, Diretor Associado do Projeto IR-4,focadoemsoluçõespara omanejodepragasempeque- nas culturas (‘minor crops’), vinculado à Universidade Es- tadual de New Jersey/EUA, Marcos Alvarez, Diretor do Departamento de Agricultu- ra e Agro Alimentos do Ca- nadá (AAFC), representando oSr.ManjeetSethi,AlanNor- den,DiretorExecutivodeRe- gistro e Avaliações da Autori- dade de Pesticidas e Medica- mentos Veterinários da Aus- trália. Câmara Federal procuramos agir com coerência e transpa- rência para defender a popu- lação”, disse o deputado. Rubens também anun- ciouqueembrevedeverãoser liberados R$ 220.000,00 oriundos de emenda parla- mentar que serão viabilizados a Saúde do município. Os re- cursos serão destinados a aquisição de micro-ônibus e também de equipamentos Bueno falou sobre o esforço feito para que os municípios tivessemacessoaodinheiroda repatriação, (dinheiro desvia- do do esquema de corrupção que foi recuperado pela ope- ração Lava Jato). Rancho Alegre D’oeste recebeumaisdeR$700.000,00 que foram divididas em duas parcelas. A visita do deputado foi articulada pelo vice-prefei- to, Adão Primo que também pertence ao PPS, a reunião contou com dezenas de pesso- as. Lideranças políticas e co- munitárias prestigiaram o evento que foi realizado na Câmara Municipal. Vice-prefeito Adão Primo agradeceu a presença do Deputado Federal, ambos são do PPS Página 03Campo Mourão, 18 de março de 2017PARANÁ NOTÍCIAS
  4. 4. Caminhada Noturna encerra a comemoração da Semana da Mulher Página 04 Campo Mourão, 18 de março de 2017 PARANÁ NOTÍCIAS Em Rancho Alegre D’oeste, uma caminhada noturna nessa sexta-feira, 10, encerrou uma semana coroada de eventos relaci- onados ao Dia Internacio- nal da Mulher. Durante toda a semana, a prefeita Suely visitou todos os De- partamentos da Prefeitura prestando homenagens. Centenas de mulheres também participaram de uma Palestra Motivacional, com José Rafael de Medei- ros Filho. Também Acon- teceu nas dependências do CRAS, o dia da beleza em comemoração ao dia da mu- lher em Rancho Alegre D’Oeste, os serviços foram ofertados pelos profissio- nais na área de manicure, cabeleireira, design de so- brancelha, limpeza de pele, mais de 80 atendimentos beneficiando as mulheres. No final da caminha- da a prefeita falou sobre o tema – O medo não vai nos calar, e lembrou todas as conquistas alcançadas pelas as mulheres, mesmo tendo muitas vezes, situações ad- versas.
  5. 5. PARABÉNS RANCHO ALEGRE D’OESTE ESPETO FRIGATO Em Rancho Alegre D’oeste o Espeto Frigato se tornou ponto de encontro de todos os amigos. Além o espeto, você também pode saborear uma deliciosa janta. Aos domingos, frango e costela assada podem ser adquiridos por encomenda. Cel: 99822 2514 Página 05Campo Mourão, 18 de março de 2017PARANÁ NOTÍCIAS
  6. 6. LEGISLATIVO EM DESTAQUE Página 06 Campo Mourão, 18 de março de 2017 PARANÁ NOTÍCIAS Reativar a linha telefônica O vereador Rei- naldo Dias (DEM) solicitou por meio de indicação ver- bal que seja enca- minhado oficio a prefeitura para que a mesma pro- videncie a reativa- ção da linha tele- fônica do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF). O vereador também pediu a realização de serviços de pinturas dos redutores de velocidades (quebra-molas). Reunião com o Fumprev O vereador To- ninho Amaro (PR) também por indi- cação verbal solici- tou um agenda- mento para reali- zar uma reunião com a diretoria e conselho adminis- trativo do Fum- prev, e com a che- fe do executivo municipal, asses- soria jurídica e re- cursos humanos, assessoria jurídica do Legisla- tivo juntamente com os vereadores, para tratar de assuntos de suma importância relacionados a interesses dos servidores públicos vinculados ao Fumprev e também do poder Executivo mu- nicipal. Toninho solicitou ainda que seja realiza- do estudo de concessão: tendo em vista a Lei Federal e dentro das normas conceda através de um reenquadramento na Lei municipal direito de insalubridade nos seus vencimentos para os motoristas de coletivo, ônibus que transportam alunos da rede pública municipal. Recapeamento asfáltico Manutenção em áreas de lazer A vereado- ra Késsia Chiliane- enviou (PMDB) uma indicação ao Executivo munici- pal, solicitando os serviços de reca- peamento asfálti- co na avenida a Paraná: trecho sa- ída para Arapuã. A vereadora solicitou ainda serviços de manuten- ção no parquinho infantil e no campo de futebol de areia da Vila Rural, e se possível, disponibili- zar um zelador. Mini-Parque Industrial Já o vereador Augusto Campos (PR) por meio de indicação solici- tou estudos obje- tivando a viabili- dade em prol de uma área para um Mini-Parque In- dustrial. O verea- dor argumentou que, se faz neces- sário dar oportu- nidade para pequenas empresas. Melhorias no Morada Melhor O vereador Valdir Policarpo de Araújo (PTB) por meio de indi- cação solicitou que seja enviado ao Executivo mu- nicipal para que o mesmo possa rea- lizar o calçamento do Conjunto Mo- rada Melhor. Assistência a famílias de baixa renda e reparos nos parquinhos A vereadora Valéria Minervino (PMDB) em indica- ção verbal solicitou ao Executivo muni- cipal, para que o de- partamento compe- tente providencie colchões para famí- lias de baixa renda. Valéria também pe- diu a remodelação dos parquinhos das Escolas Bom Jesus e Pequeno Príncipe.Contenção de terras ocasionado pelas chuvas O vereador José Antônio Zanu- to (PDT) também por indicação ver- bal solicitou que sejarealizadoservi- ços de contenção deterras,ocasiona- do pela agua da chuva na avenida Paraná , trecho próximo à residên- cia do senhor Vitalino. O vereador solicitou que as medidas sejam tomadas de forma urgente. Momento de união O presidente da Câmara Munici- pal Amarildo José daSilva(PSD),fina- lizou a sessão pe- dindo união a to- dos os seguimen- tos, seja no admi- nistrativo ou no le- gislativo, que to- dos caminhem juntos para supe- rar o atual mo- mento de crise que o país está passando. “O município assim como a maioria passa por di- ficuldades. Em Rancho Alegre precisamos ter muita cautela nesse inicio, com certeza, a administração munici- pal procura fazer tudo de maneira constituci- onal, respeitando sempre os servidores, buscando o diálogo, e com certeza, lá na frente, todos compre- enderão que as medi- das que estão sendo tomadas serão para o bem do município”, explicou o vereador. “Existem municípios que não estão conse- guindo dar nem au- mento da correção in- flacionária, por isso, pedimos compreen- são”, disse Amarildo.
  7. 7. Diretor do Campus Avançado do IPFR de Goioerê visita a Câmara de RanchoAlegre D’oeste Na última semana, o atual Diretor do Campus Avançado do IPFR em Goi- oerê, o professor Carlos Hen- rique Furtado, usou da tribu- na da Câmara Municipal de Rancho Alegre do Oeste du- rante a sessão dos vereadores. Carlos Furtado disse que a presença do IFPR é uma grande con- quista não só de Goioerê, mas também de toda a região A principal finalidade aofazerusodatribunanases- são legislativa, foi apresentar o IFPR - Campus Avançado de Goioerê a atual legislatu- ra e solicitar o apoio político dos vereadores. Carlos Fur- tado disse que a presença do IFPR é uma grande conquis- ta não só de Goioerê, mas também de toda a região. A atual direção do Campus Avançado, vê a ne- cessidade de solicitar o cons- tante apoio político dos vere- adores e demais lideranças políticas da região, para que se possa conseguir a emanci- pação administrava do Cam- pus Goioerê/IFPR e poder assim, ampliar consideravel- menteaestruturafísicadoCam- puscomaconstruçãodeblocos didáticos, blocos de laboratório e quadra coberta, além da ofer- ta de cursos superiores. Carlos disse que atual- mente o IFPR de Goioerê é uma unidade avançada do Campus Umuarama e nesta condição, pode-se ofertar a comunidade apenas cursos técnicos de nível médio e cur- sos de Formação Inicial e Continuada de curta duração. Segundo o diretor Car- los Furtado, “Se conseguir- mos a emancipação do Cam- pus Goioerê com relação ao Campus Umuarama, podere- moscontratargradativamen- te até 70 docentes e 45 técni- cos administrativos e ofertar cursos de nível superior, como licenciaturas nas áreas de ciências, como Química, Física, Matemática ou Biolo- gia,porexemplo,semprecon- forme decisão de audiências públicas que definem quais cursos superiores poderiam ser ofertados”. Ressaltando que os cursos poderão ser até mesmo bacharelados e enge- nharias, além de pós-gradua- ções,mestradosedoutorados, gradativamente. Carlos Furtado finaliza dizendo que o IFPR é uma instituição pública e gratuita especializada na oferta de educação superior, básica e profissional, pluricurricular e multicampi,especializadosna oferta de educação profissio- nal e tecnológica nas diferen- tes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentostécnicosetec- nológicos com as suas práti- cas pedagógicas e convida a todos os interessados em fa- zer uma visita ao instituto que está localizado na PR – 180, ao lado da Polícia Rodo- viária Estadual, para conhe- cer as instalações e o funcio- namento da instituição Dia das Mulheres: Farmácia Santa Rita oferece café da manhã Em comemoração à Semana da Mulher, a equipe da Farmácia Santa Rita de Rancho Alegre D’oeste, como tradição de vários anos, serviu um delicioso café da manhã. Parabéns a todas as mulheres e também para a empresa pela brilhante iniciativa. Página 07Campo Mourão, 18 de março de 2017PARANÁ NOTÍCIAS
  8. 8. ANTES DE TUDO, O VALE DO PIQUIRI Página 08 Campo Mourão, 18 de março de 2017 PARANÁ NOTÍCIAS No último dia 25 de fevereiro, um dos pioneiros mais antigos da região com- pletou 92 anos. Antônio Lan- dim da Cruz - Antônio Cea- rense - faz parte da história dos municípios de Goioerê, Quarto Centenário e Rancho Alegre D’oeste. Para entender um pou- co dessa história, vamos vol- tar ao ano de 1951 e então, compreender melhor como tudo começou. Uma história contada por alguém que viu serem derrubadas às matas virgens, abertas as primeiras estradas, construídas as pri- meiras casas. Uma historia contada por alguém que viveu inten- samente cada momento que marcaram a colonização da região. O Vale do Piquiri foi um lugar repleto de pessoas importantes que ajudaram a construir essa história, mas passados mais de 60 anos, tal- vez poucas pessoas possam contar isso desde o começo. Não se sabe informar ao certo se existem outras pessoas que chegaram aqui em 1951 e ainda estão vivas para contar essa história. Antônio Cearense, persona- gem principal dessa história, não soube informar sobre isso. O que ele disse, foi que, tem muitas histórias sobre colonização do Vale do Piqui- ri, como era conhecido à re- gião entre Campo Mourão e Cascavel, que hoje se encon- tra Goioerê, Rancho Alegre D’Oeste, Quarto Centenário e Jaracatiá, este último, mais antigo que o próprio Goioe- rê, segundo ele. Descendente do Capi- tão José Paes Landim e Ge- ralda Rabelo Duarte, desbra- vadores portugueses, que chegaram à região do Cariri, sul do Ceará em 1731, con- forme revela o livro de Vicen- te Macedo de Landim. Antô- nio Landim da Cruz faz par- te de uma família que está no Brasil há quase 300 anos. Muitas sãos as históri- as contadas por ele sobre o nordeste, desde o tempo em que Lampião e Maria Bonita faziam acampamento na fa- zenda de seu avô, e até mes- mo das disputas políticas pelo poder na cidade de Aurora, onde até hoje, desde 1883 quando emancipou, pratica- mente, as mesma famílias se alternam no poder, entre elas, os Macedos, Landim, Leite e os Cruz, nem sempre as dis- putas foram amigáveis, rela- ta ele, principalmente, no fi- nal do século 18, onde hou- ve confronto familiar – his- tória registrada no livro Marica Macedo ‘A brava ser- taneja do nordeste’, onde re- gistra o episódio ‘Fogo na Taverna’, datado de 1909 que fala sobre a tomada da cidade diante de praticamen- O município de Auro- ra,segundoalgunsrelatos,foi fundadoem1817tambémpe- losLeite,pertencenteaomes- mo clã familiar. O padre An- tônio Leite construiu um ora- tório, dando início assim, a um novo povoado. Em 1945, Antônio Landim da Cruz com 20 anos, saiu de Aurora, no sul do Ce- ará, para a capital paulista ondeserviuoexército,depois, rumou para Presidente Pru- dente onde tinha uma irmã, ficando naquela região até 1951. Quando estava dispos- to conhecer novas terras, re- giões que ainda estavam sen- do desbravadas, Antônio Ce- arense, como já era conheci- do, decidiu ir para o Paraná em busca de fazer a vida. A chegada e os pri- meiros habitantes –SeuAn- tônio veio então direto para Campo Mourão, hospedou-se no hotel Avenida e depois de umasemanaconhecendoare- gião, decidiu então, ir para o Vale do Piquiri. Contratado por fazen- deirosdacapitaldoestado,ele chegouondeéhojeGoioerê,e juntamentecomumagrimen- sor, tiveram a missão de fazer a divisão das glebas 14 e 15. Seu Antônio Cearense disse que não havia nada, ape- nas uma estrada dividindo duas fazendas, a fazenda Cru- zeiro e a Scarpari, essa estra- da seria hoje, onde se encon- tra a Avenida 19 de agosto. Seu Antônio fala sobre a derrubada da mata virgem, as primeiras plantações, o ci- clo da hortelã, do café e do al- godão. “Após a derrubada, co- meçamos as primeiras lavou- ras, plantávamos milho, feijão e arroz e também criávamos porcos, tudo isso, para nossa subsistência, mais tarde veio o ciclo da madeira, pois no co- meço a madeira ficava aban- donada, pois não havia cami- nhões suficientes para extra- ir toda a madeira. A primeira lavoura que cultivamos em grande escala foi a hortelã, mas durou apenas alguns anos, depois o preço despen- cou e tivemos que começar o ciclo da cultura do café, que quase foi abandonada devido a geada de 1955 que pratica- mente devastou tudo”, disse seu Antônio, Somente no começo ‘Antônio Cearense’ faz parte da história dos municípios de Goioerê, Quarto Centenário e Rancho Alegre D’oeste
  9. 9. dos anos 60, o algodão come- çou a ser cultivado, trazendo assim,milharesdepessoasem busca do “ouro branco” como era conhecida a nova cultura. “Aqui era novidade, mas no nordeste já plantáva- mos algodão, e isso que fez que vários imigrantes nor- destinos também procuras- sem esse lugar, por isso, a re- gião tem uma influencia nor- destina muito forte”, expli- cou. “Na década de 70, Goio- erê era igual a um formiguei- ro, chegava gente a toda hora, e a população passava tran- quilamente dos 100 mil habi- tantes”, pontuou. A perda do melhor amigo – Ainda na década de 50, Cearense sofreu uma grande perca, a morte de seu melhor amigo, que o ajudou quando chegou a Goioerê, segundo ele, ‘José Hominho Paraguai’ era um agrimensor natural do país vizinho, e em um desentendimento com outra pessoa foi morta a ti- ros em uma emboscada. “Ma- taram ele a troco de nada, ele foi resolver uma demanda en- tre duas pessoas, e como ele também tinha a fama de mui- to bravo, assustaram com a chegada dele na venda e uma pessoa que estava escondida entre o telhado e o madeira- mento, atirou covardemente duas vezes com uma carabi- na e o matou na hora”, falou o pioneiro. O primeiro enterro – A tristeza de seu Antônio prosseguiu ainda com o en- terro do amigo, na época, o cemitério de Goioerê ainda estava sendo preparado e ain- da não podia receber nin- guém. “Queriam enterrar meu amigo em qualquer lu- gar, eu disse que ele não era qualquer um, ele foi meu pri- meiro amigo, a pessoa que me ajudou quando cheguei aqui”, disse seu Antônio, referindo- se a “José Hominho Para- guai”, que tinha esse nome por ser paraguaio. “Ele fala- va meio enrolado, mas eu en- tendia tudo, junto com ele, abrimos as primeiras clarei- ras na mata virgem e fizemos as primeiras divisões de ter- ras, ele era um exímio agri- mensor e gente muito boa”, disse Landim. “Eu sei que foi contra a vontadedealguns,maseuoen- terrei lá, foi o primeiro ser en- terrado”, lembra emocionado. As viagens -Avidaera difícil, ir até Campo Mourão em um carroção de rodas de ferro não era uma missão tão fácil. “Um dia para ir, outro para fazer compras e outro para voltar, mas isso somen- te quando o rio estava baixo, porque ainda não haviam pontes”, relata ele. A colonização e os confrontos – Cearense tam- bém explica que, como toda colonização, foram inevitá- veis os confrontos contra aqueles que queriam a terra a qualquer custo. “Sofri algu- masemboscadas,tudoisso,na luta pela terra, mas eu preci- sava defender o direito de quem tinha a escritura”, refe- rindo-se aos seus patrões da capitaldoestadoetambémdo norte pioneiro. “Não foi fácil, mas eu nuncarecueieacolonizaçãose- guiu, porque era assim que ti- nha que ser”, diz emocionado, lembrando-se de um confron- to que aconteceu onde está lo- calizada hoje a Fazenda São Vicente e a fazenda Ararajuba na Placa Amaro Pedro, onde ele morou de 51 a 58. “Foram aproximada- mente 30 minutos de um ti- roteio intenso, onde nosso grupo com aproximadamen- te 10 homens encarou outro grupo, também com aproxi- madamente 10 a 15 homens, a luta foi difícil, mas eles re- cuaram”, diz ele. “Houve vá- rios feridos, tanto de um lado quanto de outro, eu mesmo levei um tiro que acertou a abadomeuchapéu”,lembrou. “Algumas pessoas que integravam o bando invasor fugiram, então, não sabemos afirmar se chegou alguém morrer”, explicou. A encomenda – A fama de bravo começou a se estender e ninguém queria mais vir participar de deman- das de terras com o seu An- tônio Cearense, que aquelas alturas, já era inspetor de quarteirão e respeitado por muitos. “Quando tinha um problema muito sério para resolver e não tinha como chamar o delegado quem re- solvia era eu”, afirmou. Mas seu Antônio com seu jeito explosivo de ser co- lecionou alguns “inimigos” e teve sua morte encomendada. Mas para sorte dele, o pisto- leiroencomendadoporfazen- deiros rivais, veio até Campo Mourão, mas depois de uma visita a uma casa de prosti- tuição, se envolveu em uma briga e acabou morrendo por lá mesmo. “Só depois de uma semana me falaram que ele veio para me matar, eu não sabia de nada, mas também não sei se seria tão fácil as- sim pra ele”, relembrou. Fatos importantes – Cearense participou pratica- mente de todos os fatos im- portantes que aconteceram na região no começo da his- tória, ele se lembra das pes- soas que foram mortas e en- terradas nas “Três cruzi- nhas”, próximo a Quarto Centenário, lembra também da perseguição a uma onça que rondava a região e foi mortapróximaaRanchoAle- gre D’Oeste, exatamente onde hoje é Rio Tigre, por isso o nome Água do Tigre. “Encurralaram a onça, mas que no caso, era um tigre, e mataram a tiros e foiçadas”, disse. A geada de 1975 que durou três dias e praticamen- te erradicou o cafezal que ha- via na região. “A geada foi tão forte que chegou a matar uma pessoa que frequentava mi- nha venda, ele morreu de frio, o nome de era Rubens e fazia serviço para um e para outro, eacaboumorrendoemumca- fezal na estrada Amaro Pe- dro”, disse. Antônio Landim da Cruz acaba de completar 92 anos, goza de plena consciên- cia e está muito bem de saú- de, ele só lamenta a morte da esposa que faleceu em 2011, (Rosa Machado da Cruz) de- pois de 48 anos juntos. Morando no mesmo lugar de 1958, ele lamenta também que, infelizmente, seus melhores e mais antigos amigos já se foram. Hoje, uma das coisas que ele mais gosta é receber visitas para que possa contar suas histórias. Pai de seis fi- lhos, agora aproveita para curtir netos e bisnetos. (Por Ed Claudio Machado Cruz - Claudinho) PARANÁ NOTÍCIAS Campo Mourão, 18 de março de 2016 Página 09
  10. 10. Página 10 Campo Mourão, 18 de março de 2017 PARANÁ NOTÍCIAS Sociedade NotíciasSociedade NotíciasSociedade NotíciasSociedade NotíciasSociedade Notícias Parabéns ao Pedro Eduardo que completou sete anos no último dia 26. Cercado de carinho pelos pais Elisandra e Josias, que são de Rancho Alegre D’oeste Na Expoumuarama, destaque para o casal ranchoalegrense, Adriana e Ivanildo que curtiram o show de Marília Mendonça, no último dia15 Coisas estranhas acontecem em Goioerê A foto dessa calçada é na Travessa Anastácio Borges, próximo a Trivial Salgados. VOCÊ É O REPÓRTER! Cortaram uma árvore de décadas. A pergunta é: para que mesmo? Envie também sua foto para publicarmos. jornalprn@gmail.com Nessa semana o salão de eventos no parque de exposição de Rancho Alegre recebeu climati- zadores. Pelo jeito a festa promete! No mesmo ritmo Diante das dificuldades financeiras que a maio- ria dos municípios vem enfrentando, não será novidade alguma se vermos a diminuição das festas municipais que geralmente eram quatro dias, ficando apenas em um ou dois. Outra realidade Umuarama parece não ter sentido tanta a crise, mas a realidade do município vizinho é bem diferente. Cidades me- nores vivem apenas do FPM que é repassado aos municípios. Umuara- ma tem vida própria, a industrialização e o agronegócio impulsiona o crescimento. Por isso, se dá ao luxo de fazer uma exposição daquela grandeza. Por dentro da notícia Ambiente climatizado
  11. 11. Governador autoriza prefeituras a buscarem financiamento do Estado Prefeitos de 24 muni- cípios, de diferentes regiões do Paraná, reuniram-se nes- ta segunda-feira, 13, com o governador Beto Richa para solicitar autorização a pedi- dos de financiamentos, junto ao Governo do Estado, para investimentos em suas cida- des. No encontro, realizado no Palácio Iguaçu, em Curi- tiba, o governador autorizou o início dos trâmites. As prefeituras vão usar o di- nheiro para obras de infraes- trutura e compra de equipa- mentos. Após a autorização dadapelogovernador,ospro- jetos apresentados pelos mu- nicípios passarão por avalia- ção técnica da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e do Paranacidade. Os recursos, que somados chegam a R$ 58,3 milhões, são do Sistema de Financia- mento dos Municípios (SFM), operacionalizado pela Fomento Paraná. “Todos sabem que o nosso governo sempre rece- beu os municípios de forma respeitosa, mas eu digo que fomos além disso. Acho que nós temos uma relação estrei- ta de amizade, respeito e par- ceria de trabalho em favor de cada um dos paranaenses que moram em suas regiões”, dis- se o governador aos prefeitos. Richatambémlembrou que o apoio financeiro só é possível por causa da gestão responsável do Estado. “Não fosse o ajuste fiscal, não esta- ríamos liberando recursos. Esse é o Paraná que está na contramão da crise, graças ao apoio da nossa equipe e con- fiança dos nossos deputados. Foram medidas duras e, en- tre minha popularidade e o futuro do Estado, escolho sempre pelo futuro dos para- naenses”, relatou. REVITALIZAÇÃO - O município de Francisco Beltrão, no Sudoeste do Pa- raná, pleiteia R$ 8 milhões. “Esse valor será utilizado para obras de infraestrutura, revitalização de avenidas, construção de trincheiras, re- capeamento asfáltico e outros projetos que farão a diferen- ça na vida de nossa popula- ção”, disse o prefeito Cleber Fontana. O prefeito de Rolândia (Nor- te), Luiz Francisconi Neto, disse que o município vai in- vestir os recursos pleiteados, que somam R$ 4 milhões, em recapeamento asfáltico. “É o principal problema da cidade. Mas, além disso, vamos fazer também alterações em aveni- das que ligam importantes bairros, desafogando um pou- co o trânsito”, disse. Luiz Francisco Neto ressaltou, durante a solenida- de, a parceria entre o Paraná e o município. “O Governo do Estado tem sido muito par- ceiro, mesmo em um momen- to tão complicado para os municípios e estados brasilei- ros. O Paraná, no entanto, está em uma situação diferen- te. Não vejo outro estado com capacidade de liberar recur- sos como o nosso”, relatou. O prefeito de Ampére (Sudoeste), Zuca Luquini, também ressaltou a parceria com o Estado. “Graças ao governo estadual, tem sido um trabalho mais fácil pra nós, pois já no início do man- dato o governo liberou recur- sos da cota extra e agora está liberando esse financiamen- to”, disse. Além de Ampére, Francisco Beltrão e Rolândia buscam financiamentos os municípios de Arapoti, Assis Chateaubriand, Campina da Lagoa, Carambeí, Coronel Vivida, Enéas Marques, Im- bituva, Ipiranga, Mariópolis, Medianeira, Nova Cantu, Nova Esperança do Sudoes- te, Ortigueira, Palmeira, Pranchita, Rolândia, Ronca- dor, São Jorge D’Oeste, São MateusdoSul,SãoMigueldo Iguaçu, Tibagi e Ventania. Em seis anos, Paraná disponibiliza mais de 1 bilhão em financiamento Desde 2011, o Go- verno do Paraná disponibi- lizou mais de R$ 1 bilhão às prefeituras por meio do Sis- tema de Financiamento aos Municípios (SFM). Só em 2016, foram R$ 357 milhões para melhorias como pavi- mentação de vias, construção de barracões industriais, es- colas, creches, gestão de re- síduos sólidos. O último repasse foi feito em fevereiro deste ano. No total, foram R$ 12,3 mi- lhões para Almirante Ta- mandaré, Antônio Olinto, Engenheiro Beltrão, Farol, Ibaiti, Ivaí e Teixeira Soares. O SFM, gerenciado pela Fomento Paraná, em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano e o Paranacidade, tem o objetivo de dar aos municípios recursos finan- ceiros para investir em infra- estrutura e qualidade dos serviços públicos. O prefeito de São Ma- teus do Sul, Luiz Adyr Gon- çalves Pereira, afirma que é vantajoso para o município adquirir o financiamento junto ao Governo do Esta- do. “Além de juros baixos, o pagamento é feito em longo prazo. O município tem con- dições de pagar pelo montan- te, que será utilizado para atender a população”, disse. “Não fosse o ajuste fiscal, não estaríamos liberando recursos. Esse é o Paraná que está na contramão da crise, graças ao apoio da nossa equipe e confiança dos nossos deputados. Foram medidas duras e, entre minha popularidade e o futuro do Estado, escolho sempre pelo futuro dos paranaenses”, disse o governador Página 11Campo Mourão, 18 de março de 2017PARANÁ NOTÍCIAS
  12. 12. Página 12 Campo Mourão, 18 de março de 2017 PARANÁ NOTÍCIAS Fazendo parte da programação da Festa da Tilápia no Tacho que acon- tece nesse fim de semana, o seminário tem por obje- tivo fomentar e incentivar a piscicultura no município e também na região, prin- cipalmente para os peque- nos produtores. A bonivi- cultura de leite que tem se expandido nos últimos também foi tema de des- taque na palestra. O Seminário foi rea- lizado em parceria coma Emater local e aconteceu na Câmara Municipal com a participação de dezenas de agricultores. A prefei- ta Suely o vice-prefeito Adão Primo, vereadores e diversas lideranças do se- tor do agronegócio esta- vam presentes. A palestra foi profe- rida pelo engenheiro de pesca da Copacol, Nestor José Braun, e a palestra sobre pecuária de leite foi ministrada pelo engenhei- roagrônomodaEmaterde Goioerê, Salvador Sarto. RANCHO ALEGRE: SEMINÁRIO DISCUTIUSOBRE PISCICULTURA E PECUÁRIA DE LEITE O Seminário foi realizado em parceria coma Emater local e aconteceu na Câmara Muni- cipal com a participação de dezenas de agricultores
  13. 13. FestadoPratoTípico movimenta Rancho Alegre Tudo pronto para a Festa da Tilápia no Tacho que irá marcar as comemora- ções dos 25 anos da emanci- pação política do município. A comissão organizadora, juntamente com a prefeita Suely, o vice Adão Primo, Câmara Municipal. A comu- nidade ranchoalegrense tam- bém está envolvida nesse grande evento. Cerca de dois mil con- vites foram colocados a ven- da para o almoço que aconte- ce domingo, 19, no Centro de Eventos que passou por uma readequação e diversas ten- das serão montadas para re- ceber o público. Climatizado – O centro de eventos já recebeu os clima- tizadores,que,segundoapre- feita Suely, era um sonho an- tigo. “O prato típico já acontece há vários anos, mas essa é a primeira vez que iremos fazer em pro- porções maiores, por isso, precisamos estar preparados para a grandeza do evento”, ressaltou a prefeita. Programação – No sábado a Banda Garrafão a partir das 19 horas (entrada uma lata de óleo comestível). No domingo na parte da tar- de, às 14 horas acontece o Festival da música sertaneja, em seguida show com a Ban- daCowboysdoAsfaltoeàs17 horasshowcomoGrupoTra- dição. O convite custa R$ 35,00eestásendovendidoem diversos pontos da cidade. Campo Mourão, 18 de março de 2017 Página 13PARANÁ NOTÍCIAS
  14. 14. Variedades Página 14 Campo Mourão, 18 de março de 2017 PARANÁ NOTÍCIAS Esta mulher fez um anúncio procurando marido milionário, veja a resposta que recebeu! A história que vamos contar se passou num fórum de internet dedicado às fi- nanças. Uma jovem viu uma boa oportunidade no chat de encontrar um marido milio- nário, pelo que deixou uma mensagem que dizia o se- guinte: -Sou uma jovem bonita (eu diria que muito bonita!) de 25 anos, com formação e muita classe. Quero casar com alguém que ganhe no mínimo meio mi- lhão de dólares por ano. Há por acaso nesse fó- rum algum homem que ganhe 500 mil dólares ou mais. Quem sabe as esposas dos que recebem essa quantia possam me dar al- guns conselhos. Já namorei ho- mens que ganham de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil dólares por ano não vão me fazer viver em Cen- tral Park West. Conheço uma mulher na minha aula de ioga que se ca- sou comum ban- queiro e vive em Tribeca. Ela nem é tão bonita como eu. Afinal, o que ela tem que eu não tenho? Como pos- so chegar ao mes- mo nível dela? Rafaela S. Muita gente leu a mensagem dela, mas ninguém sabia o que dizer perante tão inusi- tado pedido de uma jovem aparentemente bela. Mas eis que um milionário de verdade respondeu à mensagem da jo- vemcomumarespostaquevai te fazer rir por muito tempo. -Li sua solicitação com grande interesse, pensei cuida- dosamente no seu caso e fiz uma análise da situação. Primeira- mente, eu ganho mais de 500 mil dólares, portanto, não es- tou fazendo você perder tempo. Posto isso, eu coloco os fatos da seguinte forma: Visto pela pers- pectiva de um homem como o que você procura, esse é simples- mente um péssimo negócio. Veja por quê: falando francamente, o que você propõe é um simples negócio. Você en- traria com a beleza e eu, com o dinheiro. Proposta clara, sem mais delongas. Mas há um pro- blema: com certeza, sua beleza irá decair e um dia ela irá ter- minar. O mais provável é que meu dinheiro continue crescen- do. Em termos econômicos, você é um ativo que sofre desvalori- zação e eu sou um ativo que ren- de dividendos. Você não apenas desva- loriza, como a sua desvaloriza- ção é progressiva. Aumenta sempre. Você é linda hoje, aos 25 anos, e vai continuar linda durante os próximos 5 ou dez anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. O que isto quer dizer: que você está na época ideal para ser vendida e não comprada. Usan- do a linguagem de Wall Street, você está numa posição de ‘tra- ding position’ (posição para co- mercializar) e não em ‘buy and hold’ (compre e retenha). Portanto, falando em ter- mosestritamentecomerciais,oca- samento(queéum‘buyandhold’) com você não é um bom negócio a médio ou longo prazo. Mas o aluguel pode ser pode ser um ne- gócio razoável que podemos dis- cutir. Eu penso que, com um cer- tificado desses de ‘bem formada, PIADAS com classe e maravilhosamente linda’,eu,umprovávelfuturolo- catário, quero o que é a prática habitual. Fazer uma prova, ou seja, um ‘test drive’ para concre- tizar a operação. Resumindo, como compra-laéummaunegócio,vis- to sua desvalorização decrescen- te, eu proponho um aluguel pelo tempo em que o material esteja em boas condições de utilização. Esperando sua resposta, me despeço cordialmente. Moral da história: um milionáriosóémilionário,por coisas como essas! (Fonte: Portal da Beleza) caminhonete zerinha, que tá aíforaedeixaguardadonaga- ragemdobanco,atéeupagar o empréstimo. - Tá bom assim? - Feito!!! Chegandoemcasa,opa- ranaensedizparaamulher: - Pronto, nós já pode- mos viajar para Paris sem se preocupar. Consegui deixar a ca- minhonete na garagem do Banco por 30 dias, e eu só vou pagar doze centavos de estacionamento! Moral da história: Pa- ranaense é outro nível. Oparanaensechegaao bancoefalaparaogerente: - Eu quero fazer um empréstimo. Surpreso, o gerente perguntaparaoparanaense: - Você, paranaense, querendoumempréstimo? De quanto? - Um real. - Um real? - Ah, isso eu mes- mo te dou. - Não, não! Eu quero emprestado do banco mes- mo! Um real! -Bem,são12%deju- ros, para 30 dias... - Sem problema! Vai darumrealedozecentavos. Onde eu assino? - Um momento, Sr. O bancoprecisadeumagarantia. Sabe como é né? Es- sas são as normas. - Pode pegar minha MEMORIA VIVA Obras do Ginásio JK em 1976. Ruas de terra e terrenos baldios tomavam conta da região. Hoje o local é rodeado de belos bairros. (Foto: Jair Elias dos Santos)
  15. 15. Qual é o significado do batismo? Jesus disse: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito San- to; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos te- nho mandado; e eis que eu es- touconvoscotodososdias,até à consumação dos séculos.” Amém! A palavra “baptismos” no grego significa: “imergir; mergulhar;colocarparadentro de”. No curso da história, por várias razões, apareceram ou- tras formas de batismo, como aspersãoeablução(banho);en- tretanto,comoobatismoéuma identificaçãocomCristoemsua morteeressurreição,eéexata- menteistoqueaimersãosigni- fica,nãopraticamosoutrasfor- mas de batismo. “Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no rei- no de Deus.” (João 3: 5) Agoravamosaalgumas questões que envolvem mui- tas dúvidas como, por exem- plo: Uma criança pode ser batizada? ApalavradeDeusdizquequem crer o for batizado será salvo. Como uma criança (re- cém nascido) pode crer em alguma coisa? “Quemcrere forbatizadoserásal- vo;quem,porém,não crer será condena- do.” (Marcos16:16) Pedrotam- bémdizqueépre- cisosearrepender (nestecasoaospe- cadores). Como umacriançavaise arrependersenão tem pecado? “Respondeu-lhes Pedro:Arrependei- vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remis- sãodosvossospeca- dos, e recebereis o dom do Espírito Santo”.(Atos2:38) Sem mais delon- gas, creio que fi- coubemesclareci- da essa questão. Em que local deve ser feito o batismo? Não há lugar es- pecíficoparaoba- tismo. Em alguns templos existem batistério, mas tam- bém há batizados em rios, pis- cinas, e onde houver água su- ficiente para a imersão... Eis aqui água, que impe- de que eu seja batizado?” a res- posta de Felipe vem trazendo luz sobreorequisitobásicoparaoba- tismo: “É lícito, se crês de todo coração.” (Atos 8: 36-37) Quando Felipe batizou o etíope, eles pararam em um lugar onde havia água. A Bí- blia diz que ambos entraram na água Atos 8: 38-39. O batismo deve ser por imersão,nãofoiàtoaqueJoão Batista se utilizou do rio Jor- dão para batizar. Depois, mu- dou o local de batismo para Enom,pertodeSalim,erazão para isto é descrita pelo após- tolo João em seu evangelho: “porque havia ali muitas águas.” (João 3: 23) Quem pode ministrar o batismo? “Ide,portanto,fazeidiscípulosde todasasnações,batizando-asem nome do Pai, do Filho, e do Es- pírito Santo” (Mateus: 28-19). Jesus mandou fazer dis- cípulos e depois batizá-los. En- tão se entende que quem faz o discípulo tem autoridade para batizá-lo.Naigrejaexistempes- soas qualificadas para isso, ge- ralmentepastoresepresbíteros, mas é necessário que alguém ministreobatismoaonovo-con- vertido,umavezquenãoexiste auto-batismo na Bíblia. Uma pessoa pode ser salva sem o batismo? Se uma pessoa se arre- pende e crê que Jesus Cristo ressuscitou dos mortos e é o Filho de Deus. O que impede ela de ser batizada? Mas alguém pode falar sobre o ladrão que estava na cruz e morreu sem batizar e Jesus lhe prometeu a salvação. É bom entendermos que o ba- tismo que nos ficou ordenado eraobatismonaságuas.Àsve- zes, ouvimos a objeção de que oladrãodacruznãofoibatiza- do, mas foi salvo. O ladrão foi salvo an- tes de Jesus morrer. Nin- guém podia ser batizado na morte de Jesus antes que ele mesmo tivesse morrido. Por- tanto, nem Abraão, nem Moisés, nem Davi, nem nin- guém antes de Jesus foi bati- zado para ser salvo. Os requisitos bíblicos paraasalvaçãomudaramcom a morte de Cristo. Nem Abraão, nem Moisés, nem Davi, nem o ladrão acredita- ram que Jesus tinha ressusci- tado dentre os mortos. Mas ninguém pode ser salvo hoje semcrerqueJesusressuscitou dos mortos. Qual é o principal re- quisito para o batismo? “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.” (Atos 16: 31) As Escrituras ensinam que há vários requisitos para a salvação: a graça de Deus, o amor de Deus, o sangue de Cristo, o ouvir a palavra, o ar- rependimento,aconfissão,afé, aobediência,etc.Nenhumdos elementos acima salva sozi- nho;todossão,noentanto,im- prescindíveis. Em meio a tudo o que o homem tem que fazer para ser salvo está o batismo. Nin- guém pode ser salvo sem fé, sem a graça de Deus, sem o sangue de Cristo, sem o ar- rependimento, etc. Mas a questão de salvação não nos compete afirmar, quem será ou não salvo. (Ed Cláudio Machado Cruz – Claudinho Cruz) Página 15Campo Mourão, 18 de março de 2017PARANÁ NOTÍCIAS No último dia 12, a Igreja Só o Senhor é Deus de Campo Mourão realizou mais um batismo. O batismo aconteceu na usina Mourão e seis almas se renderam a Jesus. Motivo de muita alegria ao casal de pastores Joaquim e Lucenilda, que estão à frente desse ministério
  16. 16. Bom público, consti- tuído principalmente por re- presentantes da sociedade organizada de Campo Mou- rão, participou da palestra sobre políticas públicas pro- ferida no último sábado, 11, no plenário da Câmara Mu- nicipal. O tema foi abordado por Ricardo Azevedo Capillé, Câmara: Palestra sobre Políticas Públicas atrai representantes de entidades Ricardo Azevedo Capillé, que é assessor técnico de Orçamento da Câmara de Deputados desde 1991 Página 16 Campo Mourão, 18 de março de 2017 PARANÁ NOTÍCIAS que é assessor técnico de Or- çamentodaCâmaradeDepu- tados desde 1991. A ênfase da explanação foi sobre o papel e a impor- tância de três ferramentas or- çamentárias do poder públi- co municipal, estadual e fede- ral:oPlanoPlurianual(PPA), a Lei de Diretrizes Orçamen- tárias (LDO) e a Lei do Or- çamento Anual (LOA). Pro- piciar à comunidade uma vi- são da conjuntura econômica e do processo legislativo or- çamentário, em especial do processo orçamentário, foi o objetivo principal da promo- çãodaCâmaradeVereadores, que teve o apoio do Obser- Rua Santa Catarina, 2120 - Centro - Campo Mourão- PR Fone: (44) 3017-1141 O restaurante do Moacir, localizado na área central de Campo Mourão, vem se tornando ponto de encontro de pessoas de toda região. A passeio ou a trabalho, muitas pessoas tem preferido o restaurante para fazer uma saborosa refeição. Com preços acessíveis e uma ótima qualidade, o restaurante já virou referência na região da Comcam. vatório Social, do Instituto de Responsabilidade Social Cru- zeiro do Sul e da prefeitura. A palestra foi aberta à comunidade e o palestrante tratou ainda do ajuste do se- tor público, da Emenda Constitucional 95/2016 (Teto dos Gastos Públicos) e da Reforma da Previdência. O anexo de Metas e Priori- dades, as Normas e Execu- ção Orçamentária (Transfe- rências) e os créditos adicio- nais foram outras questões abordadas.

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