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João Paulo SilvaAo tentar implementar o projecto: “Educação Ambiental: transformar umsonho numa realidade”, teve-se em con...
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Objectivos GeraisO desenvolvimento deste tipo de projecto deverá ir de encontro aoProjecto Educativo da Escola e, essencia...
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João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosO projecto em 2...
João Paulo SilvaAcção e Desenvolvimento: descrição das acções após definição do projectoO envolvimento dos professores no ...
João Paulo SilvaImagem do terreno onde se irá realizara intervençãoPretende-se também devolver a vida, contribuindo parao ...
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Educação ambiental e ecosistemas ribeirinhos

  1. 1. EducaçãoAmbiental eEcossistemasRibeirinhosOficina de Formação 2010Imagens da Ribeira do Espírito SantoMiramar(CEARG)Educação Ambiental: tentar transformarum sonho numa realidade
  2. 2. João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosÁguas do Douro e Paiva em parceria com oCentro de Formação Júlio ResendeProjecto realizado no âmbito da acção de formação:Educação Ambiental e os Ecossistemas RibeirinhosFormadora:Mariana Roldão CruzFormanda:Margarida Maria Vaz Monteiro Dias DuarteProfessora do grupo disciplinar 230, Coordenadora do Projecto“A Ribeira de Canide: Mais Conhecer Para Melhor Proteger”
  3. 3. João Paulo SilvaCaracterísticas do público alvoO projecto em torno da Ribeira de Canide começou por ser implementado em duas turmas do 5ºano, havendo uma envolvência muito positiva de todos os elementos do Conselho de Turma. Noseguimento do trabalho iniciado em 209/2010, a escola irá dar continuidade com o mesmo grupode alunos, onde se encontram integrados seis novos elementos.No 6º A – Matemática e Estudo AcompanhadoNO 6º D – Matemática e Estudo AcompanhadoTotal de alunos: 52 alunosProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas Ribeirinhos
  4. 4. João Paulo SilvaAo tentar implementar o projecto: “Educação Ambiental: transformar umsonho numa realidade”, teve-se em conta quer“ Valorização das aprendizagens experimentais nas diferentes áreas edisciplinas, em particular, e com carácter obrigatório, no ensino das ciências,promovendo a integração das dimensões teórica e prática;” (Decreto-Lei 6/2001 de18 de Janeiro, Capítulo I, artigo3, e).Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosINTRODUÇÃO
  5. 5. João Paulo SilvaQuer a agenda 21 LocalO que é a A21L?“A Agenda 21 Local (A21L) é um processo participativo, multi-sectorial,que visa atingir os objectivos da Agenda 21 ao nível local, através da preparação eimplementação de um Plano de Acção estratégico de longo prazo dirigido às prioridades locaispara o desenvolvimento sustentável.”“Cada poder local deverá entrar em diálogo com os seus cidadãos, organizações locais e empresas privadas e deveráadoptar uma “Agenda 21 Local”. Através de processos consultivos e de estabelecimento de consensos, os podereslocais deverão aprender com os cidadãos e com as organizações locais, cívicas, comunitárias, comerciais e industriaise adquirir a informação necessária para elaborar melhores estratégias. O processo de consulta deverá aumentar aconsciencialização familiar em questões de desenvolvimento sustentável.”Agenda 21, Capítulo 28Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas Ribeirinhos
  6. 6. Objectivos GeraisO desenvolvimento deste tipo de projecto deverá ir de encontro aoProjecto Educativo da Escola e, essencialmente procurar respeitarduas dimensões previstas na Lei: educação para a cidadania eintegração curricular ( e não curricular) dos conhecimentosacadémicos.O Decreto-Lei nº6/2001 de 18 de Janeiro, documento Orientador dasPolíticas para o Ensino Básico, sintetizou os aspectos a considerar nareorganização curricular do ensino básico, sublinhando que a escolaprecisa de se assumir como um espaço privilegiado de educaçãopara a cidadania e de integrar e articular, na sua oferta curricular,experiências de aprendizagem diversificadas, nomeadamente maisespaços de efectivo envolvimento dos alunos e actividades deapoio ao estudo.Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas Ribeirinhos
  7. 7. João Paulo SilvaO presente decreto-lei estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curriculardo ensino básico, bem como da avaliação das aprendizagens e do processo de desenvolvimento docurrículo nacional, entendido como o conjunto de aprendizagens e competências, integrando osconhecimentos, as capacidades, as atitudes e os valores, a desenvolver pelos alunos ao longo doensino básico, de acordo com os objectivos consagrados na Lei de Bases do Sistema Educativopara este nível de ensino.CAPÍTULO IArtigo 3ºPrincípios orientadoresd) Integração, com carácter transversal, da educação para a cidadania em todas as áreascurriculares;e) Valorização das aprendizagens experimentais nas diferentes áreas e disciplinas, em particular, ecom carácter obrigatório, no ensino das ciências, promovendo a integração das dimensões teórica eprática;Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas Ribeirinhos
  8. 8. João Paulo SilvaObjectivos EspecíficosA ONU - Organização das Nações Unidas - através da sua Comissão Mundial para o MeioAmbiente e Desenvolvimento, criou o conceito de Desenvolvimento Sustentável.Trata-se de um modelo que preconiza satisfazer as necessidades presentes semcomprometer os recursos necessários à satisfação das gerações futuras, buscandoatividades que funcionem em harmonia com a natureza e promovendo, acima de tudo, amelhoria da qualidade de vida de toda a sociedade.Um grande passo para nortear a prática de ações sob esse conceito foi a elaboração elançamento da Agenda 21 Global na Conferência das Nações Unidas sobre MeioAmbiente e Desenvolvimento Humano, conhecida como ECO-92, realizada em 1992, noRio de Janeiro.A Agenda 21 é um programa de ações para o qual contribuíram governos e instituiçõesda sociedade civil de 179 países, que constitui a mais ousada e abrangente tentativa járealizada de promover, em escala planetária, um novo padrão de desenvolvimento,conciliando métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.Na verdade, a Agenda 21 aprovada pelos países tem a função de servir como base paraque cada um desses países elabore e implemente sua própria Agenda 21 Nacional,compromisso, aliás, assumido por todos os signatários durante a ECO-92.Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosOs objectivos específicos do projecto cruzam-se com outras dimensões da Educação ambiental,nomeadamente na dimensão em que se aproxima da reflexão da Agenda 21:•Despertar nos alunos a necessidade de preservação do ambiente.•Adoptar um troço da Ribeira de Canide.•Divulgar junto da população a importância das zonas ribeirinhas.•Envolver a comunidade local no processo de melhoria da ribeira e no uso adequado da água.•Desenvolver o espírito científico.•Desenvolver o espírito de responsabilidade individual e colectiva.
  9. 9. João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosCRONOGRAMA• O que já se fez• O que se pretende fazer
  10. 10. João Paulo SilvaA 1ª actividade proposta foi trazer para o contexto da sala de aula, uma experiência efectuada na Oficinade Formação “Educação Ambiental e os Ecossistemas Ribeirinhos”, que se traduz na elaboração de umaestória sobre Educação Ambiental, baseada num conto de José Saramago. Foi realizada durante omês de Novembro.Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosA maior flor do Mundo
  11. 11. João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosPretendeu-se seguir uma abordagem em tudosemelhante à que se realizou na oficina: análise,reflexão e descrição sobre as imagens; partilha nogrande grupo; observação do filme.
  12. 12. João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosVerificou-se que a adesão dos alunos à actividadefoi altamente positiva, seguindo-se a realização deum questionário de opinião que possa avaliar amotivação inerente. Uma apresentação dostrabalhos realizados permitirá uma reflexão muitointeressante em torno das questões ambientais.Estamos a ponderar a hipótese de cada grupo daturma que iniciou esta actividade a venha adivulgar junto do maior número possível da Escola,em aulas de Estudo Acompanhado, eventualmentetambém na BECRE (Biblioteca/Centro deRecursos).
  13. 13. João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosO projecto em 2011Perspectivam-se duas “grandes” actividades – conhecer melhor a Ribeira de Canide – procurarconhecer melhor todo o seu percurso, propondo-se uma visita à Quinta do Fojo onde, para além damonitorização da Ribeira na sua primeira emergência, se pretende que os alunos sintam todo o seumeio envolvente.Serão plantadas árvores (choupos, salgueiros, ameeiros) nas margens da ribeira, junto a umaurbanização próxima da escola. Prevê-se a realização desta actividade por alunos e professores, coma colaboração do Parque Biológico de Gaia e de técnicos do Centro Ambiental das Ribeiras de Gaia.
  14. 14. João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosO projecto em 2011A primeira actividade – conhecer melhor a Ribeira de Canide – procurar conhecer melhor todo o seupercurso, propondo-se uma visita à Quinta do Fojo onde, para além da monitorização da Ribeira nasua primeira emergência, se pretende que os alunos sintam todo o seu meio envolvente já foi adiada,no 6º A, por três vezes, devido às más condições climatéricas verificadas em quase todo o mês deNovembro. Será efectuada na 1ª oportunidade possível. O 6º D tem esta mesma actividade agendadapara Março.Na 2ª actividade serão plantadas árvores (choupos, salgueiros, ameeiros) nas margens da ribeira,junto a uma urbanização próxima da escola. Prevê-se a realização desta actividade por alunos eprofessores, com a colaboração do Parque Biológico de Gaia e de técnicos do Centro Ambiental dasRibeiras de Gaia.
  15. 15. João Paulo SilvaAcção e Desenvolvimento: descrição das acções após definição do projectoO envolvimento dos professores no Projecto, nomeadamente,na sua coordenação, vai muito para além do trabalho com osalunos e parte significativa do tempo é gasto no contacto comoutras entidades.Foi estabelecida uma Carta de Parceria com o Centro deEducação Ambiental das Ribeiras de Gaia, que permitiu aentrada em contacto com a GaiaSocial, EEM.Esta empresa é proprietária de um terreno existente numazona urbana próxima da escola. O terreno, situado entreblocos de prédios já construídos, mas abandonado éatravessado por um outro braço da Ribeira.Solicitou-se a autorização para nele intervir, propondo aplantação de árvores ripícolas nas suas margens.Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas Ribeirinhos
  16. 16. João Paulo SilvaImagem do terreno onde se irá realizara intervençãoPretende-se também devolver a vida, contribuindo parao desenvolvimento de um ambiente mais propício àvida nas margens da ribeira de Canide, junto a estazona, densamente urbanizada!A imagem ao lado sugere o desejo de todos!Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas Ribeirinhos
  17. 17. João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosCom as devidas autorizações, pretende-se levar a caboa acção de plantação das árvores no terrenoreferido.Pretendemos com esta acção contribuir para um dosobjectivos fundamentais do nosso projecto que passapor envolver a comunidade nas dinâmicas da escola, emparticular ao nível da educação ambiental.Além dos intervenientes já atrás referidos,conta-se com a colaboração da Associação dePais.
  18. 18. João Paulo SilvaProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas RibeirinhosComo avaliar todo este trabalho?Talvez a melhor maneira seja a aferição do grau desatisfação de todos os elementos envolvidos, muitoparticularmente dos alunos e seus encarregados deeducação e porventura, também aos residentes da zonaonde se pretende intervir, através de inquéritos deopinião.
  19. 19. João Paulo SilvaConclusãoPode a formanda concluir que, considerando-se uma pessoa já com algumasensibilidade/consciencialização relativamente aos problemas ambientais, a realização doProjecto representou uma preciosa mais-valia para a levar a um maior nível de exigência nassuas mudanças de atitudes e comportamentos, procurando também exercer uma maiorinfluência junto da comunidade escolar e de todos os que lhe são próximos.Deste modo, agradece às entidades responsáveis pela realização da Oficina de Formação,bem como todo o apoio, disponibilidade e alegria que a formadora sempre transmitiu, queproporcionaram a realização do Projecto apresentado.Projecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas Ribeirinhos
  20. 20. João Paulo SilvaBIBLIOGRAFIA:Decreto-Lei nº 6/2001 de 18 de Janeirohttp://www.agenda21local.info/ acedida a 22 de Novembro de 2010http://pt.wikipedia.org/wiki/Agenda_21 acedida a 22 de Novembro de 2010Sites consultadosProjecto "Mil Escolas":II Oficina de Formação-Educação Ambiental e Ecossistemas Ribeirinhos

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