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Portugal InovadorDesporto, Saúde e VitalidadeSomando já 14 anos de experiência, a Escola Superior de Desporto de RioMaior ...
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Portugal InovadorUm longo passado,aberto ao futuroA Escola Superior de Enfermagem (ESE) é uma instituição de cariz politéc...
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Portugal Inovador50 anos ao serviço da educaçãoDesde 1962 que o Ex-ternato Delfim Ferrei-ra proporciona alma etradição ao ...
Portugal Inovadorvalorização pessoal com o desen-      insere fossem suprimidas. Neste     estabelecimentos de ensino e,vo...
Portugal InovadorArte de bem ensinarSituado no coração do Douro, o Agrupamento de Escolas do Alijó prima pelo rigorna educ...
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Portugal InovadorFormação para adultosA pensar na população adulta, o CNO da Escola Fontes Pereira de Melo ­ isponibiliza ...
Portugal Inovadorstarmos na formação ao longo davida. Sistemas de formação anuaisou bianuais que todos os trabalha-dores t...
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Esgts na edição nº20 da revista portugal inovador

  1. 1. Portugal InovadorPágina Exclusiva 2
  2. 2. Portugal InovadorÍndice6 - Editorial8 - Escola Superior de Gestão e Tecnologia - Instituto Politécnico de Santarém “Mais do que formar, construir um futuro”15 - Ensino40 - Empreendedorismo no distrito de Aveiro70 - PME ExcelênciaPágina Exclusiva 4
  3. 3. Portugal Inovador Página Exclusiva 5
  4. 4. Portugal Inovador Editorial Novas atitudes no trabalho e no emprego Vivemos um tempo de permanente mudança e o que define e caracteriza essa mudança é a economia. Globalizada e ferozmente competitiva, esta exige dos trabalhadores atitudes, competências e conhecimentos muito diferentes daqueles que se consideravam suficientes para o bom desem- penho do operariado do início do século XX. Hoje, o capital mais valioso de uma empresa é o seu capital humano. Por isso, uma empresa ambiciosa e que quer conquistar o seu lugar no mer- cado nacional ou internacional necessita de trabalhadores informados, mo- tivados e com espírito de pertença a uma ideia, a um projecto empresarial. Um trabalhador que acredite que o sucesso da sua empresa passa por si. A este propósito Nikolas Rose, professor de Sociologia no Goldsmiths College da Universidade de Londres, diz-nos que vivemos um novo con- ceito de sociedade que necessita de um novo conceito de cidadão: “O novo cidadão é obrigado a envolver-se num trabalho incessante de formação e reformação, de aquisição e reaquisição de competências, de aumento das certificações e de preparação para uma vida de procura permanente de um emprego: a vida está a tornar-se uma capitalização contínua do self ”. O seu êxito passa por encontrar novas soluções para organizar e operacio- nalizar o trabalho mas, sobretudo, por reinventar, formar, motivar e implicar os trabalhadores nas tarefas que a empresa espera de si. Hoje, mais do que produzir, impõe-se produzir mais e com mais qualidade. E isso faz-se com novas atitudes perante o trabalho e o emprego. Do empregador porque deve perceber que só com reconhecimento, autonomia e responsabiliza- ção do trabalhador este consegue transcender-se, constituindo-se assim, efectivamente, como uma mais-valia para a sua empresa. Do trabalhador porque deve, também, compreender que o trabalho que lhe garante em- prego pode ser muito mais do que isso. Pode ser realização profissional, pode ser o orgulho de realização que materializa a sua acção profissional em bem social. Só desenvolvendo proactivamente estas atitudes, a que se deve associar a certeza que o profissionalismo (de empresários e trabalhadores) neces- sita de actualização contínua e compromissos assertivos, podemos falar de empreendedorismo. Só depois se poderá cogitar uma solução para Portugal.Página Exclusiva 6
  5. 5. Portugal Inovador Página Exclusiva 7
  6. 6. Portugal InovadorMais do que formar,construir um futuroCom um forte domínio da Gestão, a Escola Superior de Gestão e Tecnologia doInstituto Politécnico de Santarém deve apostar agora no reforço da componente­Tecnológica. São já 1300 os alunos que recebem formação ­ ctualmente. a todas as Unidades Orgânicas do IPS perderam autonomia adminis- trativa e financeira, mas só recente- mente terminaram os processos eleitorais para consolidar todas as alterações nos órgãos de gestão da ESGT. Foi nesse ano de 2009 que a Escola mudou o seu nome para Escola Superior de Gestão e T ­ ecnologia. Explorar Tecnologia A mudança do nome da Instituição encontra-se alinhada na estratégia de uma aposta crescente na ver- tente da tecnologia. A aposta é re- cente, mas a ambição em reforçarInstituição dinâmica e proactiva, 1985, a sua designação inicial era a componente tecnológica, ao nívela Escola Superior de Gestão e apenas Escola Superior de Gestão. da oferta formativa, é já bastanteTecno­ogia (ESGT) abrange três l Integrada no Instituto Politécnico de vasta.vertentes ao nível da formação: o 1º Santarém (IPS), esta sofreu várias “Este ano vamos iniciar um pro-ciclo, com cinco licenciaturas neste transformações ao longo dos anos, cesso que visa repensar e reestru-momento, o 2º ciclo, com a oferta a última por imposição das próprias turar a oferta educativa do 1º ciclo.de seis mestrados e ainda dois cur- alterações ao regime jurídico das A minha expectativa é de que a ver-sos CET (Curso de Especialização Instituições do Ensino Superior. tente da tecnologia possa vir a serTecnológica), vocacionados essen- Numa fase inicial leccionava ape­ reforçada com essa reestruturação.cialmente para a Informática. nas os bacharelatos, complemen- No 2º ciclo, as mudanças não serãoGestão de Empresas e Contabili- tados posteriormente com os CESE significativamente profundas pois adade e Fiscalidade são as licencia- (Cursos de Ensino Superior Espe- nossa oferta educativa é relativa-turas cujos indicadores apontam cializado), mas o final da década de mente recente”, refere Ilídio Lopes,para as mais elevadas taxas de 90 foi conferida pela tutela a possi- director da Escola.empregabilidade, dentro da área de bilidade de os institutos politécnicos A ESGT, em colaboração com asestudo, com uma percentagem não virem a ministrar os cursos de licen- restantes unidades orgânicas einferior a 90%. ciatura. Criaram-se então, no ano com o próprio IPS, integra algunsAinda que 79% dos alunos fre­ uen­ q lectivo de 1998/1999, as licenciatu- projectos associados à tecnologia,tem­a Escola em regime diurno, ex- ras bietápicas. A oferta educativa foi entre os quais, merece destaque oistiu desde cedo a preocupação em neste ano reforçada com a criação envolvimento no desenvolvimentoleccionar o ensino em regime pós- das licenciaturas em “Contabilidade de soluções e-learning: “Esta é uma‑laboral, pensando nos 21% de alu- e Fiscalidade” e em “Marketing e das vertentes em que a tecnologianos que o frequentam actualmente. Consumo”. Todas elas foram, em é fundamental”, observa o direc- 2006/2007, adaptadas ao Processo tor. O e-learning é um modelo deNascimento da Escola de Bolonha. ensino/aprendizagem não presen-Quando a Escola foi criada, em A partir do dia 1 de Janeiro de 2009, cial, suportado por tecnologia, quePágina Exclusiva 8
  7. 7. Portugal Inovador investigação aplicada, orientação intrínseca ao subsistema de ensino superior politécnico, constitui uma mais-valia no desenvolvimento re- gional e um meio por excelência de aproximar as instituições de ensino superior com o seu meio envol- vente. ESGT além-fronteiras A internacionalização constitui um indicador relevante na política de gestão da ESGT. Procura-se, neste eixo, promover o reconhecimento nacional da Escola, bem como pro- mover a mobilidade dos diversos agentes do sistema educativo, em particular estudantes, docentes epermite, além da possibilidade de Resposta às expectativas funcionários não docentes. Assim,tornar o conhecimento disponível a Ilídio Lopes considera que a Es- a Escola participa cada vez maisqualquer hora e em qualquer lugar, cola deve ser mais aberta à comu- em iniciativas de âmbito internacio-uma redução nos custos, quando nidade. Colabora, para isso, com nal.comparados à formação conven- ordens profissionais, de forma a fa­ “Ainda que a abertura à comuni-cional. O objectivo é também, conta zer face às exigências do mercado dade, a nível nacional, seja deter-Ilídio Lopes, “o Instituto Politécnico mais regional. “O nosso objectivo é minante, nós não podemos olharintegrar todas as Escolas numa corresponder às necessidades que exclusivamente para a ideia antigaplataforma e-learning”. as empresas nos vão fazendo sen- de que os politécnicos tinham uma tir”, adianta o director. Estabelece função e uma missão exclusiva-Excelência no Serviço assim inúmeros protocolos com mente regional. Essa ideia, que seSendo a maior Escola do Instituto instituições, no intuito de poder in- tem vindo gradualmente a desvan-Politécnico de Santarém, a ESGT tegrar os alunos no mercado de tra- ecer, está ultrapassada, daí que aconta actualmente com 1301 alu- balho. Por outro lado, procura junto nossa aposta vá também para alémnos e 72 docentes, a que corres­ das empresas soluções que pos- fronteiras”, justifica Ilídio Lopes.pondem 61,8 ETI (Equivalente sam melhorar quer a componente Para além da actual parceria coma Tempo Integral). De toda essa pedagógica quer científica. a Mykolas Romeris University (Li-e­ quipa, 11 docentes têm o grau de A investigação é umas das tuânia), com a Johannes Kepplerdoutor, 31 estão em processo de atribuições da ESGT, consagradas University Linz (Áustria) e comdoutoramento, 44 têm o grau de no artigo 2º dos seus Estatutos. A University of Zagreb (Croácia), nomestre e apenas 17 são licencia-dos.93% dos alunos inscritos na ESGTrecebe formação de 1º ciclo e 7%formação de 2º ciclo, uma vez quesó recentemente os institutos poli-técnicos puderam passar a atribuiro grau de mestre.“Pautar pela excelência” é um dosprincípios basilares que Ilídio Lopesprocura assegurar no normal fun-cionamento da Escola. “A excelên-cia para mim passa por dois pilaresfundamentais: por um lado é a ex-celência na prática pedagógica, poroutro, a permanente actualizaçãoda vertente científica”, explica. Página Exclusiva 9
  8. 8. Portugal Inovador sam partilhar informação, com um o ­ bjectivo bilateral. São parceiras neste projecto instituições italianas, romenas e espanholas. Missão cumprida No cargo de director há dois me- ses, Ilídio Lopes assenta as suas principais preocupações em três ideais basilares: por um lado, o reforço do pilar da educação e da aprendizagem ao longo da vida; por outro, a qualificação dos recur- sos humanos, em particular dos docentes, aliada à componente da investigação científica; o terceiro ideal prende-se com a internacio-âmbito da revista científica ‘Social Ilídio Lopes. “Estamos também a nalização.Technologies’, a Escola tem ainda recrutar cinco recém-licenciados “O meu objectivo é que os alunos44 protocolos, em 16 países dife­ para irem estudar durante três me- saiam daqui com uma formaçãorentes, para o programa Erasmus. ses para Inglaterra, no âmbito do sólida”, afirma.O Gabinete de relações com o ex- programa Leonardo da Vinci”, adi- Em jeito de conclusão, o directorterior encarrega-se de fazer a pon- anta ainda. argumenta: “O aluno não é ape-te entre os alunos da ESGT, e as Projectos inovadores não faltam na nas um repositório de um conjuntoempresas que solicitam estágios. A Escola que está já a preparar um de conhecimentos que lhe foramEscola oferece também um curso ‘Joint Degree’ – a atribuição de um transmitidos durante o ciclo. Peloleccionado em inglês para os alu- grau de mestre por três instituições contrário, o aluno deve adquirirnos que visitam a instituição no âm- diferentes. Refere Ilídio Lopes que um conjunto de competênciasbito do programa Erasmus. “Tenho se trata de um projecto complexo e ­ ptidões que lhe permitem ter asentido que é uma das formas de que está ainda numa fase embrio­ uma capacidade pro-activa paraatrair os alunos, daí que estejamos nária, mas que poderá ser uma se poder­ vir a integrar e para de-a reforçar esta oferta pela inclusão grande aposta futura no âmbito senvolver outro tipo de competên-de novos módulos curriculares”, da mobilidade de estudantes e do- cias e actividades, no âmbito deobserva Ilídio Lopes. centes. uma cidadania activa. Quero queO Centro Europe Direct, mais do A ESGT é ainda parceira num pro- um diplomado saia desta Escolaque um simples centro de informa- jecto europeu cujo objectivo é a e saiba aplicar de forma susten-ção da União Europeia, é onde a cria­ ão de uma plataforma elec- ç tada essas competências, deline-Escola desenvolve todo um conjun- trónica onde instituições de ensi- ando e construindo o seu próprioto de iniciativas relacionadas com a no superior e as empresas pos- futuro”.União Europeia.“Ainda recentemente, estivemosem Bruxelas, a convite da Comis-são Europeia. Escolhemos umconjunto de entidades, que inte-graram um grupo de multiplicado-res de opinião. Integraram essegrupo representantes de escolassecundárias, juntas de freguesias,câmaras municipais, órgãos decomunicação social bem como re­presentantes do tecido empresarialregional. Para nós é um orgulhomuito grande e uma mais-valia ter-mos essa representação da UniãoEuropeia na nossa Escola”, contaPágina Exclusiva 10
  9. 9. Portugal Inovador Página Exclusiva 11
  10. 10. Portugal Inovador “Respiramos esta fábrica”Quando se fala em louça metálica de cozinha, inovação não é a primeira palavraque nos surge em mente. No entanto, a Celar quebra o estereótipo com uma es-tratégia de investigação, desenvolvimento e serviço que, anualmente, surpreendeclientes e concorrência.É certo que poucos conhecem a reputação positiva que a mantém sector. Seja em frigideiras, panelasempresa Alumínios César S.A., na liderança nacional do mercado de pressão, grelhadores, linhas demas, para todos os portugueses, de louça de cozinha anti-aderente. aço-inox, formas, ou até mesmoque primam pela qualidade nos Especializada em louça com grés e vidro, a Celar é hoje umaseus utensílios de cozinha, a mar- revestimento interior anti-aderente, referência nacional que, susten-ca Celar é não é de todo um nome a empresa tem, ao longo do seu tadamente, começa a espalhar odesconhecido. Nos seus 33 anos percurso, desenvolvido soluções charme do seu produto além fron-de existência, a Celar criou uma internas de valor reconhecido pelo teiras. Desafiante desde o início Fundada por antigos sócios de uma das mais reputadas fabri- cantes nacionais de louça metáli- ca de cozinha, a União Industrial Cesar, a Celar nasce com todo o know-how acumulado, mas acima de tudo com vontade de trazer no- vos produtos e filosofias de gestão ao mercado: “Em 1978, quando arrancou a empresa, começámos por trabalhar só com louça de alumínio anti-aderente para a qual tínhamos que importar a matéria base: os discos de alumínio já com revestimento anti-aderente. Era difícil ser competitivo, dado nãoPágina Exclusiva 12
  11. 11. Portugal Inovadortermos a capacidade para fazeressa aplicação, mas a verdade éque a empresa foi conquis­ando a tsua quota de mercado, crescendopasso-a-passo. Hoje, a Celar di-versificou a sua gama de produ-tos, tem capacidade interna paraaplicar revestimento anti‑aderente,passou de 12 colaboradores para100, facturando cerca de 10 mi­lhões de euros por ano, mantendouma forte componente de inova-ção”, frisa Pedro Cordeiro e Cu­nha, que partilha a administraçãocom três sócios descendentes dosfundadores da empresa.Um passo de giganteEm 1985, sem querer dar umpasso maior que a perna, masmantendo o cariz visionário detodas as suas decisões, a Celar diatos na Celar. Nunca até hoje se radoura com benefícios de parte asoube perspectivar o sucesso das vendeu tanto em tão pouco tempo: parte: “Podemos não estar total-grandes superfícies: “Até então, “Foi um momento especial em que mente satisfeitos com as margens,o nosso negócio era o mercado parecia que era possível vender mas temos a vantagem do nossotradicional. Trabalhávamos com praticamente tudo. O consumi- cliente não se atrasar com os pra-os armazenistas que por sua vez dor final não estava familiarizado zos de pagamento. Por outro lado,vendiam aos retalhistas. No entan- com as promoções que se faziam, a Celar oferece uma qualidadeto, esse negócio sofreu uma que- pelo que acabavam por comprar de produto e assistência técnicabra com a abertura da CEE, que muito mais do que acontece ac- inigualável. Sabemos que o produ-levou os armazenistas a começa- tualmente. Numa só campanha to tem que vender por si, por issorem a comprar directamente aos de uma loja, chegámos a vender temos uma equipa de cinco pes-italianos. Nós vimo-nos obrigados 15 mil conjuntos de três frigidei- soas permanentemente nas lojasa procurar alternativas e a solução ras. Hoje, numa campanha a nível a verificar a embalagem, o rótuloforam as grandes superfícies”, ex- nacional, dificilmente se vendem e o produto. Tentamos tambémplica Nuno Azevedo, também ele cinco mil”, relembra o empresário. que qualquer reclamação nos sejana administração. Apesar de tudo, as grandes su- encaminhada para procedermosA aposta neste novo mundo para perfícies continuam a ser o grande pessoalmente ao esclarecimentoos portugueses teria efeitos ime- cliente da Celar, numa relação du- ao consumidor final”, garante Pe- dro Cordeiro e Cunha. Além da marca Celar, a empresa produz várias marcas próprias para vários clientes nacionais e internacionais, aplicando o mes- mo rigor em ambas as situações: “Temos de ter a qualidade muito bem controlada quando produzi- mos sob a marca do nosso cliente. Trata-se de uma responsabilidade acrescida porque queremos cor- responder às expectativas que o levaram a seleccionar-nos como fabricantes do seu produto”, afir- mam os sócios. Página Exclusiva 13
  12. 12. Portugal Inovador tam. “Sabemos que em Itália, caso isso aconteça os produtos são re- tirados de mercado no prazo de um mês. Aqui não. Até que isso aconteça já se venderam milhares de peças ilegalmente. Igualmente muito diferentes, são as obriga- ções sociais e ambientais que te- mos de cumprir, mas que os nos- sos concorrentes asiáticos estão dispensados. Por esta via entra-se em concorrência desleal”. O investimento avultado em ino­ vação, resultante da maquinaria adquirida e recursos de logísticaDegrau a degrau objectivos, ou com uma relação disponibilizados, pode ver o seuEm Portugal, a Celar detém cerca pessoal com todo e cada um dos impacto reduzido pela inércia judi-de 45% do mercado de louça me- funcionários: “Falamos descontrai- cial, mas mantém o prestígio destatálica anti-aderente para cozinha damente e de uma forma informal empresa inovadora: “Continuamosaos quais se somam as quotas com todos os funcionários. Não a investir em inovação e registo dedas marcas próprias produzidas há a figura distanciada e opres- patentes. Não porque somos ingé-por si. Uma liderança sólida que siva do ‘chefe’. Oferecemos tam- nuos ao ponto de pensar que esta-permite à empresa estar a avançar bém uma prenda a todos quando mos só a proteger o nosso inves-gradualmente sobre outros merca- fazem anos e fazemos questão de timento, mas sim porque sabemosdos. “Criámos uma empresa em os congratular pessoalmente. São ser uma mais-valia para o nossoEspanha em 2006, num mercado estes pequenos gestos que fazem cliente. Quando apresentamosque consideramos uma extensão com que a Celar seja uma grande produtos novos e a concorrêncianatural do mercado português. Foi família”. apresenta mais do mesmo, esta-um mercado de difícil penetração, mos a diferenciar-nos”, explicampor se tratar de uma rede complexa Primar pela diferença os sócios.e relativamente fechada, mas no Nuno Azevedo e Pedro Cordeiro E é nessa base que a empresaqual já estamos presentes através e Cunha vêem com bons olhos quer continuar no futuro. Manten-algumas grandes superfícies e o apoio estatal ao produto portu- do-se fiel a si mesma: “A Celar énão só. Depois, estamos também guês, mas estão reticentes quanto uma empresa que já vai na ter-em França, Suíça, Angola, Marro- à ­deia transmitida do que deveria i ceira geração, que investiu tudocos, Itália, Rússia”, informa Pedro ser o papel das empresas nacio- o que ganhou em si mesma, eCordeiro e Cunha, que completa: nais: “O Estado afirma que é pre- que conseguiu o que tem à custa“Não temos interesse, nem dimen- ciso exportar. E é verdade. Mas do seu próprio esforço. Era maissão, para estarmos presentes em também é verdade que não há pro- fácil seguir a tendência de mer-todo o mundo. A estratégia passa priamente compradores à espera cado, tornando-nos uma empresapor rentabilizar recursos e pensar do produto português. Nós vamos de compra e venda de produtos,bem os investimentos. Já tivemos fazendo a nossa parte, investindo com seis ou sete colaboradores,propostas que nos obrigariam a tempo e dinheiro na procura de no- mas não é essa a nossa vocação.esgotar a produção com um só vos parceiros, mas sem incentivos Queremos manter-nos industriais,c­ liente e não aceitámos. Tentamos ou protecção via regulação ou seja, porque foi assim que crescemos.gerir bem o risco. Até porque, com regras iguais para todos, torna-se Nós respiramos esta fábrica”.100 colaboradores, sabemos que complicado. Por exemplo, nós de-temos uma responsabilidade social senvolvemos e patenteamos umaelevada”. Mas mais do que reco­ solução inovadora, devidamentenhecer, a Celar assume uma parte reconhecida pelo INPI – Institutoactiva nessa responsabilidade, Nacional de Propriedade Indus-premiando os seus funcionários trial, mas que facilmente pode sercom incentivos ao trabalho. Seja copiada e depois é extremamentecom um ordenado extra, sempre morosa a intervenção da Justiçaque a empresa supera os seus na resolução do problema”, lamen-Página Exclusiva 14
  13. 13. Portugal Inovador Ensino Página Exclusiva 15
  14. 14. Portugal Inovador“Existimos para sermos úteis”Criada oficialmente há cerca de um ano e meio, a Unidade de Investigação doInstituto Politécnico de Santarém coordena a investigação que gira em torno dascinco escolas do Instituto, contando, para isso, com mais de 100 investigadores. ENTREVISTADO Licenciado em Educação Física e Desporto na FMH, onde fez também mestrado, tendo deito o seu doutoramento na UTAD, Pedro Sequeira teve desde cedo a noção de que “em Portugal a investigação só vai funcio- nar se tiver uma aplicação. Se o produto final não puder ser utilizado pela população, então a investigação não serve. Foi por a ­ creditar nisso que me envolvi na investi- gação”, refere. A abertura das comunidades empresarial e a autárquica à UIIPS tem sido uma maia- ‑valia na Unidade que tem capacidade de criar sinergias com várias entidades, dada a diversidade da sua longitude em termos de abrangência. Satisfeito com o percurso efectuado, Pe- dro Sequeira conclui: “Nós existimos paraA investigação é algo que sempre colas sobrevivem com os alunos, sermos úteis! No dia em que deixarmosexitiu no Intituto Politécnico de a UIIPS sobrevive com os profes- de ser úteis, o Instituto terá de tomar outroSantarém (IPS). Contudo, ela era sores, portanto, se não houver as caminho”.sectorial, sendo que cada escola escolas, não há UIIPS”, explicatinha o seu departamento de in- Pedro Sequeira, actual director davestigação. Unidade de Investigação do IPS. e especialidades.Há muito poucos anos, a criação As publicações relativas à inves- “Nós continuamos a apoiar e a pro-de um novo regime jurídico das tigação são também feitas em mover aquilo que de bom tem sidoinstituições de Ensino Superior conjunto com as escolas e outras feito pelas escolas do IPS de formaPolitécnico, passou a permitir que unidades, como a Unidade de Bi­ isolada e temos a preocupação deos Institutos Politécnicos tivessem blioteca, por exemplo. Tem como potenciar e de criar projectos, in-uma unidade orgânica ligada à parceiro editorial, para já, a Editora tervenções e organizações novas,investigação. É dessa forma que Cosmos. como por exemplo, congressos,nas­ em os novos estatutos do IPS c Pedro Sequeira deixa claro que a em que se permita agrupar todoe com eles nasce, a 8 de Fevereiro Unidade de Investigação é “algo de o Instituto”. O Instituto Politécnicode 2010, a Unidade de Investiga- útil para a sociedade ­ ortuguesa”. p passa ser visto, segundo Pedroção (UI) do IPS. Sequeira, “como um todo, e nãoO principal objectivo da Unidade Projectos em Destaque apenas como um somatório dasde Investigação prende-se hoje A Unidade de Investigação conta suas parcelas”.com a coordenação de toda a in- neste momento com dez linhas Dos seus diversos projectos, a Uni-vestigação que gira em torno das de investigação, criadas pelos di- dade de Investigação faz destacar,cinco escolas do Instituto. As pes- versos investigadores do Instituto. até à actualidade, dois mais rele­soas que estão ligadas à UIIPS, São essas linhas que, agregadas vantes em todo o seu percurso.são, aliás, os professores das à UIIPS, representam redes trans- Em ambos os casos, a iniciativacinco escolas. “Enquanto as es- versais às diversas escolas do IPS de estabelecer uma parceria par-Página Exclusiva 16
  15. 15. Portugal Inovador Página Exclusiva 17
  16. 16. Portugal Inovador que disponibilizam as ferramentas e os investigadores necessários para o processo. A UIIPS tem ainda estabelecidas outras parcerias ao nível das es- colas e outras instituições. “A Investigação tende a ser avali- ada pelos resultados imediatos, e isso de facto não existe. Assim, solicito que me dêem tempo para vermos os resultados. É preciso investimento e é preciso encon- trar os parceiros correctos, o que leva o seu tempo”, conta Pedro Sequeira. Estruturar a UIIPS A UIIPS tem laboratórios em cada uma das cinco escolas do IPS. A equipa de investigadores ultra-tiu dos clientes, que procuraram e sas empresas regionais. A UIIPS passa já os 100 membros, sendodemonstraram confiança na Uni- encarrega-se de estabelecer to- que 1/3 dos 336 docentes do IPSdade de Investigação, para con- das as parcerias e protocolos para fazem parte desses membros.cretizarem os seus projectos. cada especificidade dos projectos Para Pedro Sequeira, essa é umaO primeiro destaque insere-se que lhe são apresentados. vantagem, uma vez que os inves-no projecto de candidatura a O segundo projecto em destaque tigadores podem continuar a tra-património nacional e da UNESCO pertence ao Grupo Mosqueteiros, balhar no seu local de trabalho,da cultura Avieira. A actual propos- que, não tendo um centro de in- tendo sempre o apoio da UIIPS.ta prevê criar a primeira rota turís- vestigação, lançou a proposta à O trabalho em conjunto é outratica do Tejo, com base na cultura UIIPS. A investigação em causa das grandes preocupações dodos avieiros, recuperando todas as diz respeito à caracterização físi- director, que procura acima dealdeias avieiras do Tejo. O projec- co-química de óleos alimentares tudo a unificação, na tentativa deto tem uma área de investigação, novos e usados com fim à identifi- criar uma Unidade de Investiga-da qual a UIIPS do IPS faz parte cação de indicadores de degrada- ção cuja marca seja a mesma doe coordena, tendo estabelecido ção de qualidade, uma vez que a IPS, ao invés de uma escola par-protocolos com seis universidades lei obriga a uma investigação por ticular.públicas, quatro politécnicos, 60 parte das instituições a esse nível. “Tento ser o mais democráticoinvestigadores a nível individual, Neste caso, são os laboratórios possível, mas de uma forma di-onze câmaras municipais e diver- da Escola Superior Agrária do IPS rectiva”, sublinha.Página Exclusiva 18
  17. 17. Portugal Inovador Página Exclusiva 19
  18. 18. Portugal InovadorEducação, Ensino e ArtesA Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém representa,para todos os seus alunos e docentes, a referência nos sectores de Educação,Ensino e Artes Plásticas. ponderada e eficaz: “Tínhamos alunos, tínhamos toda a experiên- cia e vimos que isso funcionava bem”, explica Jean Campiche, di- rector. A Educação Social é hoje um dos cursos mais procurado por parte dos alunos. A exigência, os resul- tados e a empregabilidade que o curso confere têm levado alunos, tanto da região como das suas periferias, a deslocarem-se até à ESE, em busca de uma formação qualificada. Com a adesão ao Processo de Bo- lonha, também o sistema de ensi- no foi reformulado, passando-se a adoptar um sistema baseado (para os Institutos Politécnicos) em dois ciclos de estudos: 1º ciclo – corres­A Escola Superior de Educação Santarém iniciou o seu percurso pondente à licenciatura e 2º ciclo,(ESE) foi criada em 1979 como com apenas os cursos de forma- correspondente ao mestrado. OsUnidade orgânica do Instituto Poli- ção de professores, aos quais se cursos sofreram uma reestrutu-técnico de Santarém, tendo vindo juntaram os de Educação Social ração e a Escola tem hoje doisa abrir, oficialmente, em 1986, com e Animação Cultural , surgindo mestrados, dos quais dois leccio-696 alunos. posteriormente a Comunicação nados, no início, em colaboraçãoEsta é hoje um estabelecimento Educacional Multimédia e as Artes com a Universidade da Madeira.de formação de nível Superior, vo- Plásticas Multimédia. A aposta foi Variadas acções de formaçãocacionada para o ensino, a inves-tigação, a prestação de serviços àcomunidade e para a colaboraçãocom entidades nacionais e es-trangeiras em actividades de in-teresse comum, que conta já com1160 alunos.Actualmente abrange um total decinco licenciaturas e sete mestra-dos em funcionamento. A ESEaposta ainda em cursos de for-mação contínua, visando dar res-posta às exigências de formaçãoprofissional, cívica e cultural quese fazem sentir ao longo da vidana sociedade.Vasta oferta formativaA Escola Superior de Educação dePágina Exclusiva 20
  19. 19. Portugal Inovadorcontínua, úteis e generalistas emtermos de assunto abordado, sãopostas à disposição de todos, comtemáticas de interesse geral à so-ciedade. Para Jean Campiche,“esta é uma maneira diferente deabordar temas que podem interes-sar a toda a gente”.A pensar no público mais velho, aEscola criou o ESES +, uma for-mação livre onde são realizadosmódulos para pessoas com idadea partir dos 50 anos, que preten-dem aperfeiçoar ferramentas eaprofundar conhecimentos.Cultivar ExigênciaExigência é a base do trabalho na houvesse um antes e um depois. 6º ano, da República DemocráticaESE de Santarém. Para isso, a Temos de encontrar ainda as nos- de São Tomé e Príncipe.Escola conta com uma equipa de sas marcas em Bolonha, porque Hoje mantêm ainda ligações comprofessores, de elevada experiên- há muitas coisas a que as pessoas São Tomé e Príncipe, e a ambiçãocia e qualificação, empenhados não estavam habituadas”, acres- de prestar serviço à comunidade éem acompanhar a todos os níveis centa o director. cada vez maior.os seus alunos. O mais recente projecto da ESSE, oO processo de Bolonha trouxe Projectos e actividades ‘Fab Labs’, consiste em implemen-transformações, e com elas uma Porque aliar a investigação ao tra- tar laboratórios, onde o cidadão,entrega acrescida por parte dos balho sempre foi tarefa praticada através de potentes computadoresalunos, dentro e fora da Escola. na ESE, esta encontra-se inserida ligados a várias máquinas comoÉ no momento dos estágios que em vários projectos nacionais e impressoras 3D, consegue criaros professores desempenham um internacionais, onde colaboram objectos, cortar vinil e fazer im-papel que tem tanto de coopera- vários professores da Escola. pressões sob qualquer suporte.tivo como de preponderante. Durante cinco anos trabalharam Esta iniciativa pretende incentivar“Temos de tentar ser cada vez com a Fundação Calouste Gul- e empurrar o empreendedorismo,mais exigentes”, refere Jean Cam- benkian e com apoio do Banco qualidade fulcral nos estudantespiche. “Bolonha foi uma reviravolta Mundial, na produção de todos os e trabalhadores, no presente e nogrande e, para nós, é como se manuais escolares, desde o 1º ao futuro. Jean Campiche, da escultura ao ensino Jean Campiche nasceu em Genebra em 1947; Vive e trabalha em Portugal desde 1987; Licenciado pela Escola de Belas Artes de Genebra em “Recherches Plastiques et Histoire de l’Art”; Mestre em Comunicação Educacional Mul- timedia pela Universidade Aberta; Escultor profissional, ex-membro da ­ PSAS S (Société des Peintres, Sculpteurs et Archi- tectes Suisses); Professor Adjunto, com título de especia­ lista, do Instituto Politécnico de Santarém. Página Exclusiva 21
  20. 20. Portugal InovadorDesporto, Saúde e VitalidadeSomando já 14 anos de experiência, a Escola Superior de Desporto de RioMaior foi criada com o objectivo de se diferenciar ao nível das profissões daárea das Ciências do Desporto. Olímpico de Portugal) garante a todos os alunos a oferta de um estágio integrado. “O estágio é uma transição entre aquilo que é o ensino centrado na escola e o mercado de trabalho”, afirma a di- rectora. “Temos a felicidade de ter sempre mais pedidos de estagiá­ rios, do que estagiários para ofere- cer”, acrescenta ainda. Também os mestrados em desporto, em psico- logia do desporto, e em atividade física em populações especiais, permitem optar entre a realização de estágio ou dissertação. Recursos HumanosCriada em dezembro de 1997 e creditados pela A3ES, envolvendo Os recursos humanos da ESDRMenquadrada no Instituto Politéc- cerca de 750 estudantes. Quer o dividem-se em pessoal docente enico de Santarém (IPS), a Escola nº de candidatos quer o nº de co- não docente. Em Junho de 2011,Superior de Desporto de Rio Maior locados corresponde a 15% dos a ESDRM dispunha um total de(ESDRM) encontra-se em fun- estudantes de desporto no ensino 96 trabalhadores, dos quais 79cionamento desde setembro de superior público. docentes (44 a tempo integral) e1998. Segundo os dados de 2009/2010, 17 não-docentes. DesempenhamA Escola teve como primeiro di- a empregabilidade dos alunos na funções de dirigente a directora,rector o professor doutor José área da licenciatura foi mais ele- o subdirector e a secretária. AtéRodrigues (1998-2007) e, como vada nos cursos de Condição Físi- 2013 a ESDRM contará com maissegundo, o professor Abel Santos ca e Saúde no Desporto - 100%, de 25 doutorados em Ciências do(2007-2011). Em Março de 2011 Treino Desportivo - 89,2%, Gestão Desporto.decorreram as eleições para o ter- das Organizações Desportivas - O compromisso com o serviço, oceiro director, a professora doutora 82,6% e Desporto de Natureza e desempenho na Escola, o respeitoRita Santos Rocha, que manterá o Turismo Activo - 77,6%. A forma- pelo aluno e a ambição de querercargo até 2015. Nos seus primór- ção em Psicologia do Desporto im- fazer sempre mais e melhor sãodios, o objectivo foi sempre o de plica cinco anos de investimento, valores primordiais, que Rita San-“formar instrutores e treinadores pelo que a empregabilidade só é tos Rocha procura manter nosespecializados nas diversas mo- avaliada após obtenção do grau de professores da Escola. Tambémdalidades desportivas”, refere a mestre. “Tentamos sempre ajustar a experiência desses professores,directora. os conteúdos dos cursos àquilo ligados desde cedo ao desporto, e que é o mercado de trabalho”, ex- a atenção à conjuntura nacional eFormação abrangente plica Rita Santos Rocha. europeia no mercado desportivo,Actuando na área das Ciências A abertura a protocolos com as facilitam o processo de transmis-do Desporto, a ESDRM ministra várias entidades profissionais e são de conhecimento e de acon-actualmente cinco cursos de licen- científicas que actuam no desporto selhamento dos alunos.ciatura (1.º ciclo), três cursos de (desde os clubes, ginásios, federa- “A disciplina a que as pessoas semestrado (2.º ciclo) e diversos cur- ções, associações, empresas, câ- habituaram durante a vida, no con-sos de formação contínua, todos maras e freguesias até ao Comité texto deportivo, pelo qual todosPágina Exclusiva 22
  21. 21. Portugal Inovador Página Exclusiva 23
  22. 22. Portugal Inovador doutoramento, desenvolvidos no âmbito do CIDESD e do CIPER e de universidades nacionais, e tam- bém em centros de investigação e universidades internacionais. Prestação de serviços e ligação à comunidade A ESDRM dedica-se também à prestação de serviços na área do desporto, nomeadamente naspassaram, permite aplicar nesta espaços naturais, entre outros. áreas da gestão do desporto, psi-fase mais madura os mesmos As futuras instalações da ESDRM, cologia do desporto e avaliação eprincípios no contexto profissio­ que ocuparão uma área de cerca controlo do treino, através do seunal”, salienta a directora. de 30.000m2 onde irão funcio- Laboratório de Investigação emRita Santos Rocha denota ainda a nar três edifícios (escolar, can- Desporto, coordenado pelo profes-importância do corpo não-docente, tina e residência), incluindo áreas sor doutor João Brito. Desenvolvecomposto por “pessoas extrema- desportivas, serão finalizadas em ainda programas de atividade físi-mente importantes, empenha- Setembro de 2011. ca e saúde na comunidade, nome-das e disponíveis para colaborar adamente na área do ‘envelheci-no serviço que for necessário”, Investigação mento activo’ e da ‘escola activa’.conta. Além destes funcionários, A ESDRM está integrada no con-vários docentes contribuem para sórcio que criou o Centro de Inves- Preparar o futuroo desenvolvimento de serviços de tigação em Desporto, Saúde e De- Estar no pódio nacional e inter-apoio aos estudantes, tais como senvolvimento Humano (CIDESD) nacional no ensino do desporto,o gabinete de mobilidade interna- reconhecido pela Fundação para contribuir para a investigação ecional ou o gabinete de empreen­ Ciência e Tecnologia (FCT), onde desenvolvimento em ciências dodedorismo. está integrada a maioria do corpo desporto e diversificar a oferta docente. Outros investigadores formativa são ambições de futuroInstalações de presente e futuro estão integrados no Centro Inter- previstas para a ESDRM.A ESDRM, sediada na cidade de disciplinar de Estudo da Perfor- Activa enquanto praticante de mar-Rio Maior, desde 1998, funciona mance Humana (CIPER) da Fa­ cha, natação, fitness e bicicleta,em ins­alações provisórias, incluin­ t culdade de Motricidade Humana, Rita Santos Rocha não deixa dúvi-do as desportivas, disponibiliza- igualmente reconhecido pela FCT. das da motivação e ambição dedas pela Autarquia. Tem ocupado Os docentes a tempo integral es- manter o projecto há 14 anos ini-diversos edíficos à medida que tão envolvidos em vários projectos ciado: “Estamos atentos para ser-foi crescendo em número de tra- de investigação e programas de mos os primeiros e os melhores!”.balhadores e estudantes. Actual-mente utiliza o pavilhão multiu-sos, ocupando uma área de cercade 3000m2 onde funcionam osserviços de apoio, gabinetes dedocentes, salas de aula e de re-união, um auditório, biblioteca,laboratório de investigação emdesporto, sala da associação deestudantes, reprografia, centrode recursos de equipamentosde desportos de natureza e duasportarias. Relativamente às ins­talações desportivas, a ESDRMutiliza um pavilhão (ginástica), umpavilhão desportivo, três piscinas,campo de futebol, ginásio privado,Página Exclusiva 24
  23. 23. Portugal Inovador Página Exclusiva 25
  24. 24. Portugal InovadorDinamismo e forte envolvência emprojectos nacionais e internacionaisA Escola Superior de Saúde de Santarém tem-se destacado pelo dinamismo epela forte envolvência em projectos nacionais e internacionais. A revista “PortugalInovador” foi conhecer esta instituição de ensino e conversar com a nova directoraIsabel Barroso.A Escola Superior de Saúde deSantarém (ESSS) comemora umpercurso de uma organizaçãoque tendo sido criada a 16 deMaio de 1973 como Escola deEnfermagem, tal como muitasoutras à altura, tinha por missãoformar pessoal de enfermagem,tendo no ano imediato evoluídopara a formação de enfermeiros.Foi reconvertida em Escola Su-perior de Enfermagem de San-tarém, na sequência da integra-ção do ensino de enfermagemno sistema educativo nacional,ao nível do ensino superiorpolitécnico. A passagem para adesignação de Escola Superiorde Saúde de Santarém (ESSS)decorreu, em 2008, na sequên- ciclo, a ESSS organizou, em Parcerias e Projectoscia da reorganização dos es- parceria com a Universidade do de Investigaçãotatutos do Instituto Politécnico Minho, com os Institutos Poli- A ESSS, enquanto instituiçãode Santarém e das Unidades técnicos de Viseu, Portalegre aberta à comunidade, privilegiaOrgânicas que o compõem. e Beja, mestrados na área da parcerias com instituições lo-Instituição de referência, a nível Enfermagem. Os mestrados cais e regionais. No âmbito donacional, na formação em en- disponibilizados pela escola programa “Escola Promotora defermagem ao nível do 1.º e 2.º são: Enfermagem de Reabilita- Saúde”, a ESSS tem protocolosciclo, propôs, recentemente, a ção; Enfermagem Comunitária; com várias escolas, desde o 1ºcriação de dois cursos na área Enfermagem de Saúde Fami­ ciclo até ao ensino secundário,das tecnologias da saúde: Tera- liar; Enfermagem à Pessoa em com o objectivo de fomentarpia Ocupacional (em processo Processo de Doença na Comu- uma vida saudável junto dede acreditação) e Podologia nidade; Saúde Materna e Obs­ crianças e jovens, sempre em(em processo de organização tetrícia. Este ano, a escola viu parceria com professores e en-final para submissão a acredi- aprovado o curso de mestrado carregados de educação. Áreastação). em Enfermagem de Saúde da como a alimentação, a saúde Criança e do Jovem e o curso mental e a sexualidade são asOferta formativa de mestrado em Supervisão em mais abordadas.Todos os cursos em funciona- Enfermagem, este, em parceria Destaca-se, também, o apro-mento na ESSS estão acredi- com a Escola Superior de En- fundamento do projecto de pro-tados pela A3ES. Actualmente, fermagem de Lisboa (ESEL). A moção de estilos de vida sau-ao nível do 1.º ciclo, a ESSS instituição aguarda a acredita- dável, nomeadamente no queoferece formação na área de ção do curso de mestrado em concerne à alimentação, noenfermagem. Ao nível do 2.º Enfermagem de Saúde Mental. quadro de colaboração com Es-Página Exclusiva 26
  25. 25. Portugal Inovadortabelecimentos de Ensino Pré-‑Escolar, Básico e Secundárioe com a Autarquia, um projectoem parceria com a Câmara Mu-nicipal de Santarém e ACESRibatejo, com a denominação“Comer bem para viver melhorem Santarém”.Em continuidade da parce-ria com a Câmara Municipalde Santarém, ACES Ribatejo,Hospital de Santarém EPE eDirecção Geral de Saúde, a Es-cola com o estatuto de institui­ção coordenadora, tem em de-senvolvimento um projecto como objectivo de caracterizar osindicadores de saúde da popu-lação residente no concelho deSantarém.“Recentemente, foi submetidoa financiamento uma propostade estudo da Câmara Municipalde Santarém que pretende ana­lisar os indicadores de saúde do No próximo ano lectivo, a ESSS roso foi, recentemente, eleitaconcelho de Santarém”, informa vai passar a acolher um mestra- directora da ESSS. Uma novaIsabel Barroso. do designado “Master Mundus” direcção que pretende seguirA aposta em pós-graduações em Enfermagem de Emergên- o trabalho do seu antecessorno âmbito dos cuidados con- cia e Cuidados Críticos, que José Amendoeira. Continuar atinuados e cuidados paliativos, promove o intercâmbio entre investir na sustentabilidade daprivilegia a atenção às necessi- os estudantes europeus. Este instituição, apostar na criaçãodades das instituições parceiras. mestrado é o primeiro na área de uma oferta formativa maisA ESSS encontra aí os cenários de enfermagem a acontecer num abrangente na área da saúde,ideais para os seus estudantes instituto politécnico português e promover o sucesso escolar erealizarem os estágios, fazerem um dos dez que na Europa foram o melhoramento da monitoriza-diagnósticos das carências da aprovados em 2011. Este curso, ção da empregabilidade são al-população e, mais tarde, aju- financiado pelo programa Eras- gumas das prioridades da direc-darem a implementar projectos mus Mundus, da Comissão Eu- tora Isabel Barroso.de intervenção nas áreas mais ropeia, está a ser liderado pelaproblemáticas. Universidade de Oviedo e contaA nível nacional a ESSS tem com a participação do IPS-ES-parcerias com outras institui­ SS, da Universidade do Algarveções de ensino superior quer - Escola Superior de Saúde euniversitário, quer politécnico. da Universidade Metropolia, emA nível internacional salientam- Helsínquia. Este curso deveráse acordos no âmbito da mo- ser alargado a países terceiros,bilidade Erasmus (estudantes, isto é, países fora da União Eu-professores e colaboradores ropeia com quem as instituiçõesnão docentes) com as Univer- proponentes têm protocolos esidades de Oviedo, Salamanca, parcerias.Valladolid e Leon em Espanha;com a Universidade de West of Direcção nova,Scotland, com a Universidade o mesmo objectivodo Katho na Bélgica e a Univer- Há dois anos a assumir funçõessidade Metropolia na Finlândia. como subdirectora, Isabel Bar- Página Exclusiva 27
  26. 26. Portugal InovadorExplorar o Turismo MundialA Escola de Formação Profissional em Turismo de Aveiro tem feito jus ao sectordo turimo em Portugal, colocando, anualmente, estagiários em várias postos dereferência nacional e internacional.Foi no decorrer do ano de 2008,que surgiu no concelho de Aveiroa Escola de Formação Profissionalem Turismo de Aveiro (EFTA).A necessidade sentida em todaa região de Aveiro, nas áreas deturismo, hotelaria e restauraçãofoi um dos principais motivos que tarde o Técnico de Restauração também são procurados no fu-levaram Manuel Torrão, director na sua variante de Cozinha Paste- turo, como é o caso da Gestãoexecutivo, a edificar esta Escola, laria. “Os cursos técnico-profis- Hoteleira”, refere. “Temos de estarsolicitada hoje por parte dos agen- sionais são hoje o nosso objectivo. em constante atenção ao mercadotes económicos da região. Pretendemos qualificar os nossos para podermos oferecer os cur-“Eu acredito que o sucesso das jovens para que eles possam dar sos que têm saídas profissionais.nossas instituições e das nossas resposta às solicitações das nos- Dialogar com os operadores turís-escolas passa por uma especia­ sas empresas do sector”, explica ticos, com as PME’s do sector elização. Nós não podemos querer o director. Neste momento são com os grandes grupos hoteleirosfa­ er tudo, daí que a minha es- z cinco as turmas, distribuídas pelos é de facto importante”, acrescentatratégia tenha sido a fundação de cursos atrás referidos, mas as pre- ainda.uma escola direccionada exclusi- visões apontam para nove turmas Desde o dia em que nasceu que avamente para a área do turismo, no ano lectivo de 2011/2012. EFTA se preocupou em estabele­restauração e hotelaria”, conta A EFTA gera oportunidades aos cer parcerias com várias entidadesManuel Torrão. Militar pára-que- seus alunos; reflexo disso é a con- públicas e privadas, de forma a ti-dista durante 24 anos e licenciado quista do 2º lugar na competição rar o maior proveito dessas siner-em Gestão de Empresas, o próprio de ‘front-office’, o concurso inter- gias, colocando hoje dezenas deafirma ter caído na Escola “de nacional da Associação Europeia alunos em estágios.pára-quedas”. Dedicou-se ao pro- de Escolas de Hotelaria e Turismo A Escola tem sido cada vez maisjecto de corpo e alma, convidando (AEHT) pela aluna Sónia Amaral, solicitada pelos vários parceirosalguns amigos para dele fazerem do curso técnico de recepção. com quem trabalha, para a realiza-parte. ção de eventos, como a recepçãoA Escola iniciou o seu percurso com Análise de mercado de entidades, entre outras activi-as Formações Modulares Certifi- Alargar o número de cursos na dades que permitem aos alunoscadas, dois cursos EFA (Educação área de turismo é o próximo passo um contacto próximo com a reali-e Formação para Adultos) e dois de Manuel Torrão na Escola. dade.cursos técnico-profissionais: Téc- “Não vamos ficar por aqui, vamosnico de Turismo e Técnico de Re- pedir autorização ao Ministério Estagiários da EFTAcepção, aos quais se juntou mais para dinamizar outros cursos que A EFTA tem hoje 86 alunos a realizarPágina Exclusiva 28
  27. 27. Portugal Inovador Douro Valley, Hotel Régua Douro, Hotel Monte Prado (Melgaço), Vi­ dago Palace, As Américas (Aveiro), Vila Galé Coimbra e outros re- cebem estagiários anualmente. No curso Técnico de Turismo os alu- nos têm oportunidade de estagiar em agências de viagens, museus e postos de tu­ ismo. Já no curso r Técnico de Restauração, a Escola tem alunos a estagiar no Restau- rante D. Tonho, DOP, Pousada do Freixo, Hotel Infante Sagres, Porto Palácio Hotel, entre outros. O uso obrigatório do uniforme, dia­estágios em Portugal continental e Europeia de Escolas de Hotelaria riamente, produz efeitos positivos,ilhas (Madeira e Porto Santo) e na e Turismo (AEHT) e a Atlas (Orga- pois além de ser uma boa formaEuropa, nomeadamente em Ingla- nização Internacional de Turismo). de divulgação da escola, obriga osterra. As parcerias estabelecidas “Os nossos alunos têm de aprovei­ alunos a serem responsáveis e apara a realização dos mesmos tar as oportunidades a nível mun­ terem cuidado com a sua postura.estágios têm sido feitas tanto a dial e por isso estamos a criar A EFTA tem representado um fortenível nacional como internacional, meca­ ismos para os ajudar”, afir- n contributo no turismo em Portu-e vão desde Instituições de Ensino ma Manuel Torrão. Assim, unidades gal, sector que tanta importânciaSuperior, Câmaras Municipais e hoteleiras como o grupo Pestana, aporta para o país, e que deve serunidades hoteleiras, às parcerias Savoy e Fourviews (na Madeira), aproveitado com superior esmerointernacionais, como a Associação Pousadas de Portugal, Aquapura e dedicação. Página Exclusiva 29
  28. 28. Portugal InovadorUm longo passado,aberto ao futuroA Escola Superior de Enfermagem (ESE) é uma instituição de cariz politécnicocom uma longa tradição no ensino e formação de profissionais de enferma-gem ao longo dos seus quase cem anos de existência.Integrada na Universidade do No contexto da pós-graduação, No domínio da internacionaliza-Minho desde 2005, a ESE apre- os diferentes cursos de formação ção, a ESE promove programassenta uma oferta formativa diver- especializada são reconhecidos de mobilidade para docentes esificada ao nível dos seus cursos pela Ordem dos Enfermeiros e alunos ao abrigo de protocolosde graduação e pós-graduação, estão orientados para o desen- de cooperação com outras insti-promovendo uma formação hu- volvimento de competências tuições de ensino Europeias.mana ao mais alto nível, nas suas profissionais mais específicas, Os seus licenciados ficam habili-dimensões ética, cultural, cientí- contribuindo para uma maior tados para exercer a profissão defica, estética e técnica. Devido à qualificação profissional que enfermagem nos diferentes con-elevada qualidade do seu ensino, responda com maior eficácia textos e valências de instituiçõesa ESE tem sido nos últimos anos, às necessidades de cuidados de saúde e solidariedade socialuma das instituições com maior de saúde mais diferenciados e públicas e privadas no nossoíndice procura a nível nacional. emergentes. país e no estrangeiro.Página Exclusiva 30
  29. 29. Portugal InovadorDesvendar Sá de MirandaFormar e qualificar jovens, nas modernas instalações onde passado e ­ resente pconvivem, é a missão que a Escola Secundária Sá de Miranda desempenhacom eficácia ao longo de décadas.Uma cidade é feita assim. Ruas,Praças, imóveis públicos e casasprivadas, história e presente, mar-cos da paisagem e pessoas. So-bretudo pessoas. As pessoas quelhe dão o carácter, que transpor-tam consigo as histórias de infân-cia, que aí vivem, trabalham, rieme choram e, um dia, morrerão.Braga também é assim. Há coisasque mudando, não mudam. Nes­tes dias de verão que se arrastam,quando as férias escolares al-teram os ritmos de vida, aquelesque, vindos do Norte chegam àcidade lá vêem, imponente, o Sáde Miranda. O Sá de Miranda quejá foi Liceu. A Sá de Miranda que,agora, é Escola. Chegam à cidade tem para oferecer? O 3º ciclo do mar homens e mulheres para opara trabalhar, enquanto os filhos ensino básico. Os Cursos Cientí- futuro, nós olhamos para esteficam a dormir até mais tarde, para fico-Humanísticos, do ensino se- património como um enriqueci-comprar qualquer coisa ou para cundário, virados para quem pre- mento que nos orgulha e quetratar de um qualquer assunto num tende prosseguir estudos ou os complementa um conhecimentoqualquer serviço público. Até pode Cursos Profissionais para quem ao qual acedemos por múltiplasser a matrícula escolar da filha ou pretenda mais rapidamente ir tra- plataformas e meios.do filho. Decisão nem sempre fácil, balhar. Mas tem muito mais para Uma Escola centenária, requalifi-sobretudo se obrigar a mudança oferecer. Tem um passado feito de cada, com modernas instalaçõesde escola, às vezes até de locali- 175 anos. Um passado que vemos e na qual convive passado e pre-dade. Como escolher? Seguir os na colecção de magníficos mapas sente. Uma Escola na qual a ci-amigos? Esse, ainda que difícil de didácticos, nas centenas de ani- dade de Braga se revê. É isto queaceitar pelos filhos, é um critério mais embalsamados, nos riquíssi- temos a oferecer. Uma formaçãoque não é válido. Trata-se de uma mos objectos e instrumentos das e qualificação competentes ca-decisão com impacto para a vida. disciplinas de Física ou Química pazes de dotar os nossos jovensPara toda a vida. Os amigos, se o ou, ainda, nos valiosos livros que com as ferramentas necessáriassão, continuarão a sê-lo. integram a Biblioteca da escola. para enfrentar os tempos difíceisO que é que a Sá de Miranda Mas se uma escola pretende for- de hoje. Página Exclusiva 31
  30. 30. Portugal Inovador50 anos ao serviço da educaçãoDesde 1962 que o Ex-ternato Delfim Ferrei-ra proporciona alma etradição ao serviço dofuturo. Não esquecendoque a experiência é a mãede todas as coisas, estaescola que faz agora 50anos de existência, trans-porta, um ideário educati-vo que vai sedimentandoano após ano.Foi à quase 50 anos que o Exter- comunidade de desenvolvimento cundário, a funcionar, o externatonato Delfim Ferreira nasceu de um pessoal e social. Há quem diga implantou recentemente os cur-sonho. O sonho de Aurélio Fer- mesmo que escolher uma escola sos de educação e formação e osnando, fundador desta instituição é como escolher uma segunda cursos profissionais. Os 48 anosde ensino: “Há 49 anos que fundei família. Torna-se por isso cada de existência que lhe conferemesta casa e parece que ainda foi vez mais necessário, que cada um estatuto pioneiro no concelhoontem. O tempo passa tão de- centro educativo tenha um ideário de Famalicão, com a verticalidadepressa que tudo aparece na vida e que envolva a comunidade esco- de ciclos que sempre transportou,tudo desaparece tão rapidamente lar: “O Externato Delfim Ferreira têm sido consubstanciados porque até dá a impressão que o apresenta um projecto educa- esse mesmo ideário educativotempo não existe”, diz. Mas na tivo consubstanciado no ex-líbris predominantemente, dirigido àverdade o tempo faz parte da vida, ‘Faz e Pensa, Pensa e Faz’, um educação por valores onde a flexi-como canta o Hino do Colégio “Ó projecto que parte da realidade bilidade pedagógica se harmonizajuventude, sois os primeiros/ No- em que se insere e da sua longa com uma pedagogia de Projecto.vos heróis de Portugal/ Colégio, prática pedagógica a que os seus Formando diariamente cidadãos,avante!” e o colégio cumpre a vo- quase 50 anos de existência con- são incumbidas à escola as tarefascação a que se devotou. fere uma grande legitimidade e de informar e alertar para a ne-Situado no coração do Vale do optimismo pedagógico”, diz em cessidade de adoptar hábitos deAve, o Externato Delfim Ferreira conversa com a revista Portugal vida saudáveis, procurar a ligaçãoé hoje um de referência na edu- Inovador Aurélio Fernando. do aluno ao meio envolvente e àcação em Portugal. Fundado em Com todos os ciclos de estudo comunidade escolar ou mesmo1962, o colégio celebra no próximo desde o pré-escolar até ao se- proporcionar a oportunidade deano lectivo o cinquentenário quelhe confere um estatuto pioneirono concelho de Famalicão: “é umavida! Sem dúvida. No entanto direique valeu a pena. De facto o Colé-gio de Riba de Ave que nasceu deum sonho torna-se realidade”, dizo fundador Aurélio Fernando.O projecto educativoEscolher uma Escola é escolherum modelo próprio de educaçãoe ensino, um sistema de valoresde referência, um projecto edu-cativo correcto, uma determinadaPágina Exclusiva 32
  31. 31. Portugal Inovadorvalorização pessoal com o desen- insere fossem suprimidas. Neste estabelecimentos de ensino e,volvimento de espírito de criativi- contexto, desde o 25 de Abril de segundo diversas personalidades,dade, expressão ou comunicação. 1974, o Externato Delfim Ferreira já provou ser uma instituição queTarefas estas que são vinculadas coloca à disposição do Estado promove o respeito dos valorescom os os núcleos e clubes do ex- as suas instalações para servir a humanos. «A sociedade precisaternato: “temos vários clubes e nú- população estudantil nesta área de seres humanos e as escolascleos, desde o núcleo de higiene e geográfica, constituindo-se parte com ideários, sejam eles quaispromoção de saúde, ao núcleo de integrante da Rede Escolar Na- forem, ajudam a responder a essaactividades culturais, ao clube de cional de Ensino. necessidade», revela o actual di-desporto escolar, à oficina de poe­ Estando entre os primeiros clas- rector pedagógico, Josias Bar-sia, ao clube de teatro e ao clube sificados do ranking nacional de roso.de imprensa, entre outros”, revelaAurélio Fernando.Uma escolade valores O Externato Delfim Ferreira temestabelecido com o Ministério daEducação um contrato de asso-ciação desde a entrada em vigordo Estatuto do Ensino Particular eCooperativo, na justa medida emque o Estado e o Colégio se as-sociaram para que as carênciaseducativas da região em que se Página Exclusiva 33
  32. 32. Portugal InovadorArte de bem ensinarSituado no coração do Douro, o Agrupamento de Escolas do Alijó prima pelo rigorna educação dos alunos. Contribuir para um percurso académico de sucesso éobjectivo primordial. Mensagem da directora “Não obstante de sermos uma comunidade educativa situada no interior do país, temos uma forte identidade e uma enorme vontade de vencer os desafios com que somos con- frontados. Acreditamos nas capacidades dos nossos alunos e no profissionalismo e empenho do corpo docente e não docente. Aos nossos alunos, deixo uma palavra de esperança e confiança na sua capacidade de lutar por um futuro melhor. No concelho de Alijó e na região de Trás-os-Montes e Alto Douro estamos habituados a lutar para vencer as adversidades. Com o apoio da família e da escola vamos conseguir. Na vida, só os que desistem são vencidos”.O Agrupamento de Escolas do 12º ano, em regime diurno e noc- da Humanidade, o que traduz umaAlijó, fundado no ano lectivo de turno. forte relação de envolvimento entre2004/2005, tem pautado a sua A região do Douro, onde se situa a escola e a comunidade, nomea-conduta pelo empenho e dedica- o Agrupamento, é conotada pela damente, em questões ligadas àção no ensino que ministra. Pro- produção de vinho o que se reper- educação ambiental. Este aspectomover a educação, o dinamismo cute, inevitavelmente, na cultura é aquele que mais nos diferencianas aulas e nos conteúdos leccio- da sociedade. “A região do Douro de outros agrupamentos e o quenados são aspectos imperativos é considerada Património Mundial faz parte da nossa identidade”,para a instituição.As obras de remodelação e am-pliação dos edifícios e dos espa-ços exteriores realizadas em 2003,com apoio de fundos comunitários,conferiram um nível de funcionali-dade indispensável à prática edu-cativa.Um ano marcante para a insti-tuição foi o de 2007, não só pelafusão com a Escola Secundária deAlijó, mas também devido ao factode incluir, na oferta formativa, oscursos das Novas Oportunidades.O Agrupamento passa então adisponibilizar todos os níveis deensino, desde o pré-escolar até aoPágina Exclusiva 34
  33. 33. Portugal Inovador do corpo docente”, sustenta Mar- garida Cascarejo. Na tentativa de combater o ab- sentismo e o insucesso escolar, a instituição planeia estratégias que fortaleçam o elo com os alu- nos e os incentive a continuar o percurso académico com bom aproveitamento. Para tal, foram criados clubes, um jornal escolar - “O Plátano”, entre outros projectos inovadores com recurso às novas tecnologias. O acompanhamento intensivo e interactivo dos pais é também um pressuposto incondicional para ga- rantir o sucesso dos alunos. Pro-regista Margarida Cascarejo, di- no estatuto do aluno. No entanto, movem assim, hábitos de estudo erectora do agrupamento. há um aspecto positivo a destacar incutem a valorização da compo- nos últimos anos: a estabilidade nente educativa nos dias de hoje.Oferta FormativaCom vista a satisfazer as carên-cias educativas dos cerca de 1400alunos que frequentam o Agrupa-mento, é disponibilizada não sóa componente de ensino regular,mas também cursos de Educaçãoe Formação para Jovens (CEF) –hotelaria e restauração; ciênciasinformáticas - Cursos Profissionaisno âmbito do turismo; audiovisuaise produção dos média; ciênciasinformáticas e ainda Educaçãoe Formação para Adultos (EFA) -nível secundário.A pensar na preparação dos estu-dantes para integrarem o mercadode trabalho, o Agrupamento esta-belece parcerias com entidadeslocais e regionais, garantindo as-sim uma componente prática paraos discentes que não pretendemingressar no ensino superior.Educar em Portugal“A principal marca que tem carac-terizado a educação no nosso paísnos últimos anos podetraduzir-se numa simples palavra:instabilidade. Tem-se manifes-tado de forma particular na reor-ganização da rede escolar e dosplanos e programas curriculares;na avaliação dos docentes e nãodocentes; na educação especial e Página Exclusiva 35
  34. 34. Portugal InovadorFormação para adultosA pensar na população adulta, o CNO da Escola Fontes Pereira de Melo ­ isponibiliza duma componente formativa diversificada. Apostar na formação e valorizar as com-petências adquiridas é a missão que caracteriza o trabalho de toda a equipa. um determinado nível de ensino, mas não tenham as competências necessárias para um processo de RVC. Desde a existência desta vertente de formação foram rea­ lizadas 23 turmas, das quais seis continuam em formação. Findo o processo formativo, há adultos que desejam dar con- tinuidade ao percurso académico e ingressar na universidade. De acordo com o coordenador, a per- centagem de adultos que concor- rem a cursos universitários está a aumentar. Vasconcelos Magalhães refere o relatório da Direcção-Geral de Educação e Cultura da ComissãoPrestes a comemorar dez anos alcançar. “Assim, os adultos po- Europeia que menciona que Por-de existência, o Centro de Novas dem seguir o seu percurso através tugal é um dos cinco países clas-Oportunidades (CNO) da Escola do processo de Reconhecimento, sificados na escala mais elevadaFontes Pereira de Melo foi criado Validação e Certificação de Com- no que respeita ao nível de desen-em oito de Agosto 2001. Sendo petências (RVCC) ou de Unidades volvimento em matéria de valida-dos primeiros centros a abrir as de Formação de Curta Duração ção de aprendizagens formais eportas, em Portugal, o CNO da (25 ou 50 horas) ou de Cursos de informais. A par de Portugal, ocu-Escola Fontes Pereira de Melo Educação e Formação de Adultos, pam esta posição a Finlândia, acertificou os primeiros adultos em escolares ou de dupla certificação França, a Holanda e a Noruega.Dezembro de 2002. Desde então, (escolar e profissional)”, explica o “É necessário que haja maior uni-a pluralidade de percursos quer coordenador do CNO, Vasconce- formização de actuação dos Cen-de certificação quer de formação los Magalhães. tros Novas Oportunidades, pois sófoi aumentando, de modo a satis- As Unidades de Formação de Cur- assim a imagem para o exteriorfazer as necessidades dos adultos ta Duração também designadas será mais credível. Deve haverque ambicionam adquirir habilita- por formações modulares certifi- rigor, exigência e transparênciações escolares e/ou competências cadas, são destinadas aos adultos em todo este processo de enormeprofissionais. que, ao longo da vida, pretendem validade para o país”, explica.Composta por 21 colaboradores, adquirir mais conhecimentos ea equipa técnico-pedagógica do competências. Desde a imple- “O futuro começa aqui”CNO trabalha as diferentes fases mentação desta oferta formativa, Nos dias de hoje, investir na forma-do processo RVC: acolhimento, já foram realizadas 30 formações, ção é uma necessidade premente,diagnóstico, encaminhamento, designadamente, 13 na área tec- uma vez que as exigências dovalidação e certificação de com- nológica, 17 na área de formação mercado de trabalho a isso obri-petências. Depois do diagnóstico, de base: Cultura Língua e Comuni- gam. Neste sentido, o coordena-onde se avaliam as expectativas cação, Inglês e Cidadania e Profis- dor do CNO incentiva os adultose o perfil dos adultos, estes são sionalidade. a apostar na sua formação: “Oencaminhados para a opção mais Os Cursos de Educação e For- mercado é competitivo, só con-viável tendo em conta as motiva- mação de Adultos são destina- seguiremos sucesso com rápidações e os objectivos que anseiam dos a quem pretende certificar adaptabilidade à inovação se apo-Página Exclusiva 36
  35. 35. Portugal Inovadorstarmos na formação ao longo davida. Sistemas de formação anuaisou bianuais que todos os trabalha-dores tivessem que frequentar se-ria uma mais-valia, mas para issoé necessário mudar mentalidades,quer de empresários quer de tra-balhadores. As empresas têm umpapel preponderante neste con-texto, incentivar e motivar os seuscolaboradores é um factor quecertamente lhes trará benefícios econtribuirá para o seu crescimento.Por outro lado, é necessário queos trabalhadores percebam que osacrifício que a frequência das for-mações lhes acarreta traduz-se,mais tarde, em vantagens.”Apesar da Escola já ter uma longa quais mantém parcerias e protoco- ficação, quer escolar quer profis-experiência de trabalho com adul- los, forma hoje um centro credível sional, é crucial para o aumentotos, ao longo do tempo de existên- e capaz de dar resposta eficaz às do nível de escolaridade e de com-cia do CNO foi-se aumentando a questões de certificação e forma- petências no país. De acordo comvitalidade e o saber da experiên- ção colocadas pelos adultos. a mensagem veiculada pela Es-cia. Feito que, em colaboração O CNO, nas suas vertentes de Re- cola Fontes Pereira de Melo, decom as trinta entidades, com as conhecimento, Validação e Certi- facto, “o futuro começa aqui”. Página Exclusiva 37

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