Amalia Rodrigues Cidadania

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Trabalhos realizados pela turma EFA - Ano Lectivo 2006/2008 -
Escola Básica 2, 3 de São Vicente - Vila do Bispo

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Amalia Rodrigues Cidadania

  1. 1. ESCOLA BÁSICA 2,3 DE SÃO VICENTE CURSO EFA B3 2007/08 CIDADANIA E EMPREGABILIDADE TÂNIA, TERESA E MARISA
  2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>Neste trabalho, vamos falar sobre a vida e obra de Amália Rodrigues. </li></ul><ul><li>Iremos falar desde o seu nascimento até à sua morte, passando pelas suas participações mundiais, suas estreias em cinema, teatro e televisão, até às suas homenagens feitas pelo primeiro ministro e pelo padre. </li></ul>
  3. 4. Biografia <ul><li>Em 1920 nasce Amália da Piedade Rodrigues na freguesia da Pena. </li></ul><ul><li>Em 1935 Amália canta pela primeira vez em público acompanhada à guitarra, pelo tio João Rebordão. </li></ul><ul><li>Em 1939 Estreia-se no Retiro da Severa, como fadista profissional. </li></ul><ul><li>EM 1996 faz pausa por doença grave. </li></ul><ul><li>Em 1999 Amália Rodrigues morre no dia 6 de Outubro, com 79 anos . </li></ul>
  4. 6. Discografia <ul><li>1945 – 1949: Ai Mouraria (…) </li></ul><ul><li>1950 – 1959: Que Deus me Perdoe, Uma Casa Portuguesa, Tudo Isto É Fado (…) </li></ul><ul><li>1960 – 1969: Estranha Forma de Vida, Povo que Lavas no Rio (…) </li></ul><ul><li>1970 – 1979 : Gaivota, Fado Português (…) </li></ul><ul><li>1980 – 1989: Há Festa na Mouraria, Fadinho da Ti Maria Benta (…) </li></ul><ul><li>1990 – 1998: Vou Dar de Beber à Dor, Barco Negro (…) </li></ul>
  5. 8. Cinema, teatro e televisão <ul><li>Fado Amália Realização de Augusto Fraga Curta-Metragem, 1947 </li></ul><ul><li>A Rosa Cantadeira Opereta Teatro Apolo, 1944 (Músicas: Fado do Ciúme ) </li></ul><ul><li>A Sapateira Prodigiosa De Federico Garcia Lorca Realização de Fernando Frazão, 1968 </li></ul>
  6. 10. Casa Museu <ul><li>A casa amarela que fica no nº 193 na Rua de São Bento, em Lisboa, é uma casa portuguesa com certeza. Foi lá que Amália Rodrigues viveu meio século. As memórias que guarda fazem agora parte do imaginário colectivo. Os grandes ramos de flores que ofereciam à fadista continuam a chegar. E, não obstante as remodelações efectuadas pela Fundação Amália, &quot;quase tudo está como a dona da casa deixou&quot;, diz Madalena Braz Teixeira, directora do Museu do Traje, a quem coube a tarefa de orientar a transformação da casa em museu. </li></ul>
  7. 12. Homenagem do Presidente da República <ul><li>(…) A voz de Amália, essa voz criadora, transformou-lhe a vida em destino. Amália fez da sua voz uma pátria, um bilhete de identidade, dela e nosso, um passaporte que a levou, que nos levou, a todo o lado. Extraordinária vida a dela, a primeira mulher a entrar no nosso Panteão, que alcançou ser ouvida em todo o Mundo. (…) </li></ul>
  8. 14. Homenagem do Bispo <ul><li>(…) Emudeceu a voz que levou o nome de Portugal aos quatro cantos do mundo. A Nação está de luto. Todos nos curvamos respeitosamente perante os restos mortais de Amália, a artista singular que cantou, como ninguém, a saudade da alma portuguesa e fez vibrar as cordas da tristeza em acordes de alegria. Artista verdadeira e construtora genial da beleza musical ficará para sempre associada ao mistério da criação. Nela brilhou com fulgor o poder criador de Deus. (…) </li></ul>
  9. 16. Poema de despedida <ul><li>Silêncio </li></ul><ul><li>Do silêncio faço um grito </li></ul><ul><li>E o corpo todo me dói </li></ul><ul><li>Deixai-me chorar um pouco </li></ul><ul><li>De sombra a sombra </li></ul><ul><li>Há um céu tão recolhido </li></ul><ul><li>De sombra a sombra </li></ul><ul><li>Já lhe perdi o sentido </li></ul><ul><li>Ao céu </li></ul><ul><li>Aqui me falta a luz </li></ul><ul><li>Aqui me falta uma estrela </li></ul><ul><li>Chora-se mais </li></ul><ul><li>Quando se vive atrás d'ela </li></ul><ul><li>E eu </li></ul><ul><li>A quem o céu esqueceu </li></ul><ul><li>Sou a que o mundo perdeu </li></ul><ul><li>Só choro agora </li></ul><ul><li>Que quem morre já não chora </li></ul><ul><li>Solidão </li></ul><ul><li>Que nem mesmo essa é inteira </li></ul><ul><li>Há sempre uma companheira </li></ul><ul><li>Uma profunda amargura </li></ul><ul><li>Ai solidão </li></ul><ul><li>Quem fora escorpião </li></ul><ul><li>Ai solidão </li></ul><ul><li>E se mordera a cabeça </li></ul><ul><li>Adeus </li></ul><ul><li>Já fui p'r'além da vida </li></ul><ul><li>Do que já fui tenho sede </li></ul><ul><li>Sou sombra triste </li></ul><ul><li>Encostada a uma parede </li></ul><ul><li>Adeus </li></ul><ul><li>Vida que tanto duras </li></ul><ul><li>Vem morte que tanto tardas </li></ul><ul><li>Ai como dói </li></ul><ul><li>A solidão quase loucura </li></ul>
  10. 18. Conclusão <ul><li>Com este trabalho concluímos, que Amália Rodrigues foi a primeira fadista portuguesa a ser conhecida mundialmente, deixando este mundo com imensas lágrimas e saudades na sua partida. Concluímos também que esta grande senhora foi e sempre será a nossa maior diva do fado a nível mundial. </li></ul>
  11. 19.                                                                                                                                                                           1920 / 1999

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