Compostagem areia

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Compostagem areia

  1. 1. INSUMOS AGROECOLÓGICOS PROF. ANDERSON FONTES ENGº AGÔNOMO
  2. 2. PRÁTICAS E INSUMOS AGROECOLÓGICOS Agricultura Sustentável • Valoriza o conhecimento científico • Valoriza os conhecimentos empíricos dos agricultores; • Modelo de produção agrícola com padrões ecológicos, econômicos, sociais e com sustentabilidade a longo prazo; • Defende que os alimentos sejam produzidos de forma natural, sem a utilização de agrotóxicos e adubos químicos solúveis. • Prioriza a reciclagem
  3. 3. . EM PILHA
  4. 4. COMPOSTAGEM • É um processo microbiano aeróbico que transforma os resíduos orgânicos em materiais fertilizantes úteis as plantas. • Como se processa: - Na natureza é um processo lento ; - Com a presença de microorganismos que vivem na superfície do solo que decompõem a matéria orgânica. Neste século tem sido continuamente aperfeiçoado chegando a várias formas para acelerar o processo;
  5. 5. COMPOSTO • Chama-se composto porque é uma mistura de materiais – e quanto mais variados eles forem melhor. • Cientificamente podemos dizer que Composto é o resultado da degradação biológica da matéria orgânica, em presença de oxigênio do ar, sob condições controladas pelo homem. • O composto é a melhor forma de fertilizar a terra, porque nele a matéria orgânica já se encontra humificada, e passa imediatamente a agir como regeneradora do solo.
  6. 6. COMPOSTO MADURO
  7. 7. OBTENÇÃO DO COMPOSTO • O composto se obtém através da compostagem sob condições de temperatura, umidade, aeração e controle da relação C/N. • É um aperfeiçoamento do curtimento natural, podendo-se adicionar palhas e outros resíduos vegetais.
  8. 8. VANTAGENS DO COMPOSTO • - Funciona como uma espécie de cola que liga as partículas de solo, deixando bem estruturado e resistente a erosão; - Promove a porosidade; - A terra funciona como uma esponja retendo muito mais água e nutrientes; - O húmus presente na M.O. armazena até 1 litro de água; - Produz substâncias de crecimento (hormônios naturais) e até antibióticos que defendem as plantas contra as doenças;
  9. 9. VANTAGENS DO COMPOSTO - Possui propriedades que melhoram o rendimento das cultura pelo fornecimento de nutrientes; - Possibilita uma redução significativa dos custo devido a independência de fertilizantes químicos; - É uma prática simples que pode ser feita a campo;
  10. 10. PRÁTICA FEITA A CAMPO
  11. 11. Escolha do local • Fácil acesso - O local deve ser próximo de onde estar armazenado o material palhoso que será usado em quantidade no composto, e em local sombreado em regiões de clima quente. No período chuvoso deve ser coberto pois, o excesso de água atrasa a decomposição; - Com pontos de manobra e estradas para transporte dos matériais que farão parte do composto, e também para sua retirada depois de pronto;
  12. 12. Fácil acesso
  13. 13. Com ponto de manobra
  14. 14. ESCOLHA DO LOCAL • ÁGUA Próximo de uma fonte de água uma vez que: - O material é molhado a medida que as camadas são colocadas; - E será eventualmente molhado quando o material é revolvido, o que acontece várias vezes durante o processo de compostagem; - Pode-se utilizar mangueira ou regador tomando cuidado com o excesso de água; Cuidado! a escassez ou o excesso de água pode desacelerar a compostagem.
  15. 15. Rega com a utilização de baldes
  16. 16. ESCOLHA DO LOCAL • DECLIVIDADE E PISO - Baixa declividade, até 5%, para facilitar o preparo e manejo da pilha de composto; - Que permita uma boa drenagem - O composto pode ser feito em campo aberto e chão batido para facilitar a entrada de microorganismos benéficos do solo na pilha de compstagem.
  17. 17. DECLIVIDADE E PISO
  18. 18. EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS
  19. 19. MATÉRIA PRIMA PARA COMPOSTAGEM • Materiais que podem ser usados - Todos os restos de lavouras e capineiras, estercos de animais, aparas de gramas, resíduos de agroindustrias, como: restos de abatedouros, restos de polpas de frutas, cascas de ovos, tortas e farinhas. • Materiais que não devem ser usados - Madeira tratada com pesticidas contra cupins, ou invernizadas, vidro, metal, tinta couro, plástico, papel e esteros animais alimentados com pastagem que recebeu herbicida. • Materiais que vem de fora da propriedade - Verificar se o material possui contaminantes e se eles são permitidos pela sertificadora de Prod. Org.
  20. 20. MATÉRIA PRIMA PARA COMPOSTAGEM • Todo material orgânico é fonte de energia e de nutrientes para os organismos decompositores, porém devem ser evitados dejetos de animais canívoros. • Todo material orgânico é fonte de energia e de nutrientes para os organismos decompositores, sendo necessário, portanto, sabermos avaliar cada qual nas suas características. • 1- materiais de rápida oxidação : rápido aumento da temperatura da pilha – Ex: amido. açúcar, vitaminas e aminoácidos (materiais mais úmidos, mais ricos em nitrogênio). • 2- materiais de lenta oxidação: hemicelulose, celulose, e principalmente lignina (materiais muito secos, ricos em carbono).
  21. 21. Fonte de Carbono: Restos culturais da Bananeira
  22. 22. Fonte de Carbono: Capins e restos de culturas
  23. 23. Fonte de Carbono: Bagaço de Cana
  24. 24. Fonte de Nitrogênio: Esterco de Galinha
  25. 25. Fonte de Nitrogênio: Esterco de bovinos
  26. 26. Fonte de Nitrogênio: Esterco de bovinos
  27. 27. Fonte de Nitrogênio: (Leguminosas) Ativadores de compostagem Opção para regiões onde há pouco esterco; - Com sementes e água se produz toneladas de biomassa - O uso contínuo dessa práticas irá melhorar as condições físicas, quimicas e biológicas do solo; - Aumenta a Matéria Orgânica do solo e disponibiliza nutrientes; - Deve-se trabalhar com vários tipos de plantas para contribuir com a biodiversidade do sistema de produção; Para compostaagem existe uma preocupação com a utilização de plantas fixadoras de nitrogênio; Plantas utilizadas: Feijão de pouco, mucunas, crotalária, aveia preta, guandu, etc;
  28. 28. Fonte de Nitrogênio: Leguminosas Crotalárea
  29. 29. Fonte de Nitrogênio: Leguminosas Feijão de Porco
  30. 30. Fonte de Nitrogênio: Leguminosas Feijão Guandú Sistema radicular profundo: subsolador biológico do solo Fixa até 280 kg de N ha
  31. 31. TIPOS DE MATERIAIS Fonte de Microrganismos (inoculante) Esterco – Bovino O Esterco poder ser usado: curtido, compostado ou cru. - O curtimento ocorre pelo envelhecimento sob condições não controladas; - O esterco cru usado como ativador e acelerador de compostagem e outros biofertilizantes na forma líquida; Os estercos de suinos e aves por serem ricos em nutrientes e pobres em matéria orgânica, é de rápida decomposição, são usados mais como alimento para a planta do que para o solo • Terriço • Composto (maturado)
  32. 32. AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES DOS MATRIAIS UTILIZADOS NA COMPOSTAGEM • a) Umidade – O material fresco deve ter preferência, pois a medida que o capim seca ou o esterco curte a uma perda de nutrientes; b) Tamanho do material – O material palhoso picado acelera e facilita o processo de compostaem; – Na falta de uma picadeira o material inteiro pode ser usado;
  33. 33. Umidade do material
  34. 34. Tamanho do Material
  35. 35. Material picotado
  36. 36. MATERIAIS DE ENRIQUECIMENTO DO COMPOSTO • O composto pode ser enriquecido com a adição de materiais que melhoram suas características químicas e sua qualidade, com as seguintes finalidades: - Corrigir uma deficiência do solo que necessita de um determinado nutriente; - Atender às necessidades da cultura; Como enriquecer: - Espalha-se o elemento necessário sobre as camadas da pilha. Podem ser utilizados: Cinza, pó de rocha (calcário, fosfato natural, etc) e resíduos agroindustriais (tortas , farinha de osso, casca de ovos) etc;
  37. 37. MATERIAIS DE ENRIQUECIMENTO DO COMPOSTO
  38. 38. MATERIAIS DE ENRIQUECIMENTO DO COMPOSTO
  39. 39. MONTAAGEM DA PILHA DE COMPOSTO • PROPORÇÃO DOS MATERIAIS ESCOLHIDOS • REGRA GERAL • A quantidade em volume de material fibroso (fonte de Carbono) deve ser três vezes a quantidade de esterco (fonte de Nitrogênio);
  40. 40. MONTAGEM DA PILHA É o arranjo do material palhoso, da fonte de nitrogênio e do inoculante. •Proporciona melhor condição para decomposição dos diferentes tipos de materiais, intercalando-se em camadas. •Controla a proporção preestabelecida em volume dos diferentes materiais.
  41. 41. DIMENSÃO DA PILHA DE COMPOSTAGEM TAMANHO DA PILHA E SUA IMPORTÂNCIA - Criar as condições adequadas de temperatura; - Acelerar a compostagem e; - Facilitar o manejo E EvitarIdeal
  42. 42. FORMATO TRAPEZOIDAL DA PILHA - O comporto em forma da trapézio evita a penetração de água da chuva, possibilita seu escorrimento e, contribui para o aumento da temperatura.
  43. 43. LIMPEZA DA ÁREA E MARCAÇÃO DA PILHA • A limpeza da área consiste na capina do local, a fim de facilitar a montagem e conservação do material. A marcação é importante para garantir as dimensões da pilha, evitando que ela fique ou muito estreita ou muito larga;
  44. 44. LIMPEZA DA ÁREA
  45. 45. MARCAÇÃO DA PILHA
  46. 46. MARCAÇÃO DA PILHA
  47. 47. MARCAÇÃO DA PILHA
  48. 48. FORMAÇÃO DA PILHA A primeira camada é feita com material palhoso, para diminuir a perda de nitrogênio e outros nutrientes para o solo, deve ser de 20 a 40 cm de altura
  49. 49. FORMAÇÃO DA PILHA A segunda camada será de material rico em nitrogênio e sua altura está relacionada com o volume adotado na primeira camada.
  50. 50. FORMAÇÃO DA PILHA A terceira camada será de uma fonte de microorganismo caso a a segunda camada seja apenas fonte de nitrogênio.
  51. 51. FORMAÇÃO DA PILHA Material de enriquecimento - caso seja utilizado um material de enriquecimento, ele será utilizado após a terceira amada
  52. 52. FORMAÇÃO DA PILHA REGA – a irrigação deve ser feita de maneira uniforme, se possível com mangueira e chuveiro. A água é de extrema importância para o desenvolvimento dos microorganismos , mas não em excesso.
  53. 53. FORMAÇÃO DA PILHA REPETIÇÃO DA SEGUENCIA DE CAMADAS • Repete-se a seqüência desde a primeira camada: • - 30 cm de material palhoso; • - 10 cm de material rico em nitrogênio; • - Material inoculante; • - Material de enriquecimento • - Água • - Material palhoso → ... até atingir a altura desejada.
  54. 54. FORMAÇÃO DA PILHA Pode-se abrir um pouco as laterais quando a pilha for subindo para uma melhor acomodação das camadas posteriores e facilitar a rega.
  55. 55. FORMAÇÃO DA PILHA A última camada deverá ser de material palhoso, para permitir a proteção à perde de nitrogênio.
  56. 56. FORMAÇÃO DA PILHA O uso de uma rampa facilita a subida do carrinho de mão para colocação do material sobre a pilha.
  57. 57. FORMAÇÃO DA PILHA Em épocas muito chuvosas faça a cobertura com palhas ou lona plástica para proteção das chuvas, que podem interferir na decomposição dos materiais. Retire a lona após as chuvas.
  58. 58. ESTÁGIOS DA COMPOSTAGEM • Na compostagem ou processo de transformação dos resíduos orgânicos em adubo, dois estágios importantes podem ser identificados: • o primeiro é a digestão, que corresponde à fase inicial do processo de fermentação, na qual o material alcança o estado de bioestabilização; • o segundo é a maturação, no qual a matéria prima atinge a humificação (KHIEL, 1985). •
  59. 59. Observação do andamento da pilha Temperatua – nas primeiras 24 hs após a montagem da pilha: •A temperatura se eleva rapidamente por 60°C se mantendo nesta faixa por 60 dias. •Após esta fase ela cai gradualmente até atingir a temperatura ambiente .
  60. 60. Fatores que interferem na compostagem Relação C/N – na fase inicial a relação C/N é de 30/1 e com o andamento do processo esta relação cai gradualmente para 12-10/1. Caso o andamento do processo não ocorra desta forma o seu composto esta com problema.
  61. 61. Manejo da Pilha O manejo é feito para garantir as condições ideais de temperatura e umidade da pilha • 1. Revolvimento do pilha - é a transferência da pilha de um local para outro. • Quando a pilha é revirada ocorre: - Eliminação de gás carbônico liberando o acúmulo pelos microorganismos; - Incorporação do ar (oxigênio) dentro da pilha; - Dissipação de calor e do excesso de umidade; O revolvimento pode ser: - Manual, com o auxílio de pás, carinhos de mão e garfos; - Meanizado, com o uso de uma pá carregadeira acoplada ao trator;
  62. 62. Nova área capinada onde será feita o reviramento do composto
  63. 63. Marcação da área para reviramento
  64. 64. Primeiro reviramento Como fazer: • Desmanchar a estrutura de camadas e homogeneizar o material; • Recolher os materiais que ficam ressecados na parte externa da pilha e colocá-los na parte interna;
  65. 65. Repasse da superfície externa ressecada do composto
  66. 66. Formação da primeira camada com o material ressecado Início da nova pilha
  67. 67. Formação de novas camadas e rega do composto
  68. 68. Mudança de local retirando-se camadas verticais
  69. 69. Revolvimento subseqüentes • Ao se revolver o material, acelera-se o processo de compostagem, o ideal é revolver a pilha a cada 5 dias no primeiro mês, e a cada l5 dias no segundo mês. • Antes de se fazer o reviramento, principalmente na fase de maturação deve-se retirar as ervas que nascem na superfície do composto. • O processo de compostagem acontece mesmo sem revirar o material empilhado, porem demora muito mais tempo e com menor qualidade.
  70. 70. Limpeza do composto maduro
  71. 71. Limpeza do composto maduro
  72. 72. ALERTA ECOLÓGIA • Durante o reviramento aproveitar para retirar materiais indesejáveis que estejam entre os materiais utilizados no composto, como: plásticos, papéis, vidros, latas, etc.
  73. 73. VERIFICAÇÃO DA TEMPERATURA APÓS REVIRAMENTO • A faixa de temperatura na segunda fase do processo (decomposição e higienização) é de 50 a 70°C. • O aquecimento é desejável pois destrói as sementes de ervas e elimina os microorganismos patogênicos. • A temperatura poderá ser monitorada com o uso de um termômetro de haste longa, ou com o uso de uma barra de metal que é muito mais simples.
  74. 74. Introduza a barra de metal na pilha e deixe por uma hora pelos menos
  75. 75. Retire a barra de metal da pilha
  76. 76. Todos os dias deve-se retirar barra de metal e, com a mão sentir a temperatura. • Se não agüentar segurar por muito tempo, é porque a temperatura está acima de 45°C; • Se conseguir segurar a barra de metal com facilidade, é porque a temperatura é menor que 45°C. • Se a temperatura se mantiver no ponto em que estando quente é possível colocar a mão, isto que dizer que a composição ocorre normalmente. • Atenção: O composto irá aquecer rapidamente depois de um dia de empilhado, e esta temperatura tem que se manter por dois meses.
  77. 77. Vejamos como ocorrem as mudanças de temperatura e a relação C/N do composto
  78. 78. TESTE PARA VERIFICAÇÃO DA UMIDADE Pega com a mão um pouco de composto do centro da pilha
  79. 79. TESTE PARA VERIFICAÇÃO DA UMIDADE Aperte com a mão o punhado de composto
  80. 80. TESTE PARA VERIFICAÇÃO DA UMIDADE O nível de umidade está bom se não pingar água, e ao abrir a mão esta fica úmida sem que o material esfarele
  81. 81. TESTE PARA VERIFICAÇÃO DA UMIDADE O nível de umidade está baixo e necessita de água se o material esfarelar. Então é preciso revirar a pilha molhando a massa uniformemente.
  82. 82. TESTE PARA VERIFICAÇÃO DA UMIDADE O nível de umidade está elevado se pingar água. Então deve-se revirar a pilha vagarosamente sem molhar.
  83. 83. Como solucionar possíveis problemas Durante o processo de compostagem, fatores como temperatura, umidade e aeração deverão se controlados no momento em que se faz o reviramento da pilha.
  84. 84. Como solucionar possíveis problemas Durante o processo de compostagem, fatores como temperatura, umidade e aeração deverão se controlados no momento em que se faz o reviramento da pilha.
  85. 85. CARACTERISTICAS DO COMPOSTO PRONTO Um composto pronto apresenta-se com as seguintes características: a) Redução do volume da massa para 1/3 do volume inicial; b) Degradação física dos componentes, não sendo possível identificar os constituintes iniciais; c) Cheiro de terra de mata, agradável; • Temperatura baixa;
  86. 86. CARACTERISTICAS DO COMPOSTO PRONTO d) Permite que seja moldado facilmente na mão
  87. 87. UTILIZAÇÃO DO COMPOSTO Normalmente utiliza-se doses entre 10 a 50 ton/há (20 a 100 m³/ha) dependendo do tempo de cultivo orgânico e das exigências das culturas
  88. 88. Distribuição do esterco por metro linear
  89. 89. COMERCIALIZAÇÃO O composto orgânico que não seja utilizado na propriedade pode ser comercializado. • Faça um estudo de mercado dos fatores - Faça um levantamento dos preços de estercos, materiais palhosos, aditivos, materiais inoculantes, etc, e determine o valor do produto; - Se a matéria prima estiver disponível na propriedade atribui-se um valor de cada produto, inclusive mão de obra, administração, etc. - Analise o material para comercialização
  90. 90. COMERCIALIZAÇÃO • Faça um estudo do mercado do produto - Levante o preço do produto que está sendo oferecido no mercado; - Veja quem são seus concorrentes, como eles trabalham,embalagem, sistema de entrega, e o que pode ser feito para seu produto ser diferente;
  91. 91. ANÁLISE DO MATERIAL PARA COMERCIALIZAÇÃO Para se comercializar o produto existe alguns padrões exigidos por lei para análise química. - O composto curado deve ter o pH no mínimo 6,0; - No mínimo 40 % de matéria orgânica; - Teor de nitrogênio acima de 1% no produto curado e seco; e - Relação C/N entre 10/1 e 12/1; sendo que a lei exige no máximo 18/1; A comercialização deve acontecer o mais breve possível, se isto não acontecer deve ser armazenado
  92. 92. COMERCIALIZAÇÃO ATENÇÃO! A comercialização deve acontecer o mais breve possível, se houver demora deve ser armazenado em local protegido contra a chuva e insolação direta.
  93. 93. Produtos – PMJP - Agroecologia • Agricultura orgânica • Compostagem • Criação de minhocas para produção de húmus • Adubação verde • Produção orgânica de hortaliças • Preparo e aplicação de biofertilizantes e extratos de plantas. • Preparo e aplicação de caldas, espalhantes adesivos e defensivos alternativos • Plantas medicinais
  94. 94. Outros insumos agroecológicos • Resíduos de Agroíndustria • Casca de arroz e serragem • Cinzas de madeira ou de resíduos agroindustriais; • Restos de industrias de conservas • Soro de leite • Manipueira • Resíduos de beneficiamento de soja; • Resíduos de polpa da frutas • Cascas de ovos das fabricas de bolo; • Restos de peixes;
  95. 95. Outros insumos agroecológicos - Farinha de peixes – Material oriundo da indústria pesqueira, rico em Nitrogênio, fósforo e Potássio, promove bom desenvolvimento vegetal, é um produto caro e restrito à algumas atividades agrícolas de alto valor econômico; - Farinha de osso – Insumo de baixa solubilidade, utilizado para correção de várias deficiencias minerais, como cálcio e fósforo; - EM4 – Produto da agricultura natural japonesa. É um fermentado com organismos vivos que acelera a decomposição da MO.
  96. 96. Praticas e Insumos Agroecológicos Defensivos alternativos • Compostos, geralmente preparados pelo agricultor, não tóxicos e de baixo custo; • Mesmo que natural utilizá-lo somente se necessário; • Práticas preventivas: - Diversificação de culturas - Adubação verde - Tratos culturais adequados • Como exemplos podemos citar: Caldas de biofertilizantes enriquecidos, água de vermicomposto, cinzas, soro de leite, enxofre, calda bordalesa, calda sulfocálcica, Extratos vegetais, etc.
  97. 97. • Torta de filtro • A torta de filtro é um resíduo composto da mistura de bagaço moído e lodo da decantação sendo proveniente do processo de clarificação do açúcar, para cada tonelada de cana moída são produzidos de 30 a 40 kg de torta. É um composto orgânico (85% da sua composição) rico em cálcio, nitrogênio e potássio com composições variáveis dependendo da variedade da cana e da sua maturação. O modo de aplicação do produto é testado de diferentes formas nas unidades de produção, desde a aplicação da área total até nas entrelinhas ou nos sulcos de plantio (CORTEZ et. al., 1992, Pág.18-19). • A crescente utilização da torta de filtro como substituto de insumos tradicionais a base de potássio dá-se principalmente na operação de plantiu, a torta de filtro é colocada no sulco juntamente com a muda de cana de açúcar. Essa prática propicia bons resultados para a agricultura e as vantagens nutricionais do produto já são conhecidas desde a década de 1970. Porém, a prática de aplicação da torta de filtro e a sua estocagem devem ser rigorosamente controladas uma vez que esse material, similar à vinhaça, possui elevado demanda bioquímica de oxigênio uma fonte potencialmente poluidora.
  98. 98. COMPOSTAGEM EM VIVEIRO – PRODUÇÃO DE MUDAS
  99. 99. PRINCÍPIO QUE ADOTAMOS O enfoque Agroecológico da nossa produção de mudas, não se limita apenas aos aspectos tecnológicos e agronômicos, busca também o conhecimento da interrelação e equilíbrio entre os integrantes do sistema: Componentes bióticos e e a abióticos. 99
  100. 100. 100 TECNOLOGIA UTILIZADA 01 - COMPOSTAGEM 02 - BIOFERTILIZANTE 03 - CONTROLE BIOLÓGICO • NATURAL • INDUZIDO
  101. 101. COMPOSTAGEM (TRITURAÇÃO DE MATERIAL)
  102. 102. COMPOSTAGEM (CALDA ) • ESTERCO FRESCO • LEITE • ÁGUA • CINZAS • SAIS MINERAIS
  103. 103. COMPOSTAGEM (ENRIQUECIMENTO DO COMPOSTO)
  104. 104. COMPOSTAGEM PRONTA (3,60m³)
  105. 105. COMPOSTAGEM (VIRAGEM DO MATERIAL)
  106. 106. COMPOSTAGEM (PRODUÇÃO EM 2010 = 160m³)
  107. 107. COMPOSTAGEM (PREPARAÇÃO DO SUBSTRATO) TERRA VEGETAL + BARRO + COMPOSTO ORGÂNICO
  108. 108. COMPOSTAGEM (SUBSTRATO) O SUBSTRATO SERÁ UTILIZADO NO ENCHIMENTO DOS SACOS ONDE SERÃO COLOCADAS AS MUDAS
  109. 109. BIOFERTILIZANTE
  110. 110. BIOFERTILIZANTE (PULVERIZAÇÃO NAS MUDAS)
  111. 111. CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS 111
  112. 112. CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS MOSQUINHA PREDADORA DE PULGÕES 112
  113. 113. Práticas e Insumos Agroecológicas Compostagem é mais uma alternativas para o planeta que pede socorro !!!!!!!!!!! MUITO OBRIGADO Prof. Anderson Fontes
  114. 114. ANDERSON FONTES ENGº AGRÔNOMO SECRETARIA MUNICIPAL MEIO AMBIENTE E-MAIL: anderfontes@hotmail.com FONE: 3218-9203/ 8650-1690

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