Racionalisação e humiliação.Psicologia<br />
RACIONALIZAÇÃO<br /><ul><li>apoio na ciência  métodos de organização científica do trabalho
fim do século XIX ciência não mais na utilização das forças da natureza, mas no emprego da força humana de trabalho.</li>...
REIVINDICACÕES SALARIAIS<br />X<br />REIVINDICACÕES VITAIS<br />Lacuna no movimento operário<br />OPERARIADO<br /><ul><li>...
Reduzido a uma espécie de servidão </li></ul>BURGUESIA<br /><ul><li>Fora da fábrica: impõe seu padrão de existência
Dentro da fábrica: impõe condições de trabalho</li></li></ul><li>Direitos trabalhistas independem da propriedade ou do luc...
Resolução do conflito entre as exigências da fabricação e as aspirações humanas:<br /><ul><li>Capitalistas desconsiderar ...
Anarquistas desconsiderar a necessidade da fabricação.</li></ul>SITUACÃO IDEAL<br />Produtos bem feitos e trabalhadores f...
Buscar o meio termo</li></ul>Somente nas fábricas que se pode conseguir, pouco a pouco, imaginar um sistema deste gênero e...
Modern Times <br />
É preciso partir do talyorismo atual.<br />Frederick Winslow Taylor<br />Taylor era um jovem burguês e seus estudos inicia...
Gerente experiências sobre métodos de fabricação para evitar ociosidade no trabalho.
Estabelecimento do tempo necessário a cada operação.
Divisão do trabalho entre chefes técnicos.
Criação do sistema de trabalho por peças com prêmio.</li></li></ul><li>Primordial preocupação de Taylor forçar os operári...
Decomposição dos trabalhos
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Racionalisação

517 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia, Turismo
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
517
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Racionalisação

  1. 1. Racionalisação e humiliação.Psicologia<br />
  2. 2. RACIONALIZAÇÃO<br /><ul><li>apoio na ciência  métodos de organização científica do trabalho
  3. 3. fim do século XIX ciência não mais na utilização das forças da natureza, mas no emprego da força humana de trabalho.</li></li></ul><li>MOVIMENTO SINDICAL<br />interesse pelo produtor.<br />SOCIEDADE BURGUESA<br />interesse pela produção.<br />Na sociedade atual ocorre a monomania da contabilidade: o que não tem valor monetário não tem valor algum.<br />Os números são uma coisa clara, que se entende à primeira vista, ao passo que as coisas não traduzidas em números pedem esforço maior de atenção.<br />
  4. 4. REIVINDICACÕES SALARIAIS<br />X<br />REIVINDICACÕES VITAIS<br />Lacuna no movimento operário<br />OPERARIADO<br /><ul><li>Relegado a um nível inferior (baixos salários = consequência da inferioridade)
  5. 5. Reduzido a uma espécie de servidão </li></ul>BURGUESIA<br /><ul><li>Fora da fábrica: impõe seu padrão de existência
  6. 6. Dentro da fábrica: impõe condições de trabalho</li></li></ul><li>Direitos trabalhistas independem da propriedade ou do lucro.<br />“<br />Os operários podem obrigar a direção de uma fábrica a reconhecer-lhes direitos, sem privar os proprietários da fábrica nem de seu título de propriedade nem de seus lucros; e, reciprocamente, eles podem ser totalmente privados de seus direitos numa fábrica que seja uma propriedade coletiva.<br />Operário deve produzir o maior número possível de produtos, mas tem suas necessidades e aspirações também.<br />“<br />Não podemos admitir que a vida dos homens seja sacrificada em nome da fabricação de produtos.<br />Simone Weil.<br />
  7. 7. Resolução do conflito entre as exigências da fabricação e as aspirações humanas:<br /><ul><li>Capitalistas desconsiderar o homem.
  8. 8. Anarquistas desconsiderar a necessidade da fabricação.</li></ul>SITUACÃO IDEAL<br />Produtos bem feitos e trabalhadores felizes.<br /><ul><li>Conciliação inexistente
  9. 9. Buscar o meio termo</li></ul>Somente nas fábricas que se pode conseguir, pouco a pouco, imaginar um sistema deste gênero e pô-lo à prova. <br />
  10. 10. Modern Times <br />
  11. 11. É preciso partir do talyorismo atual.<br />Frederick Winslow Taylor<br />Taylor era um jovem burguês e seus estudos iniciam-se quando atinge o cargo de contramestre (responsável pela vigia do trabalho). Por fantasia, e não necessidade, ingressa no trabalho industrial:<br /><ul><li>Aprendiz de operário mecânico. Já era </li></ul>tratado diferentemente pelo patrão.<br /><ul><li>Torneiro. Na época, maior cadência/ritmo significava menor tarifa/remuneração conflito com outros operários (impunham baixa cadência)</li></li></ul><li><ul><li>Contramestreaumentou a cadência e despediu os indóceis.
  12. 12. Gerente experiências sobre métodos de fabricação para evitar ociosidade no trabalho.
  13. 13. Estabelecimento do tempo necessário a cada operação.
  14. 14. Divisão do trabalho entre chefes técnicos.
  15. 15. Criação do sistema de trabalho por peças com prêmio.</li></li></ul><li>Primordial preocupação de Taylor forçar os operários a dar o máximo de sua capacidade de trabalho à fábrica. <br />O laboratório era para ele um meio de pesquisa, mas, antes de tudo, um meio de pressão.<br /><ul><li>Estudo dos melhores procedimentos
  16. 16. Decomposição dos trabalhos
  17. 17. Estudo dos tempos</li></li></ul><li>Trabalho por peças com prêmio:<br /><ul><li>Parâmetro máximo de trabalho que o melhor operário podia produzir num determinado tempo
  18. 18. Elimina os operários que não são de primeira ordem
  19. 19. Porém, inaplicável a grande número de fabricas</li></ul>Sindicatos limitavam a produção impedia a redução das tarifas por peças<br />Resultados de Taylor diminuíram a influência dos sindicatos<br />
  20. 20. FREDERIK WINSLOW TAYLOR<br />HENRY FORD<br />Trabalho em cadeia.<br />Gestos mecânicos que se repetem constantemente. <br />
  21. 21. Taylor<br />Racionalização  termo inapropriado<br />Objetivo principal: controle dos operários!<br />Consequências: simplificação do trabalho.<br />Ford<br />Racionalização do trabalho consistia em trabalhar de forma a produzir mais.<br />Pois, há limite para a jornada de trabalho (operários não produzem mais em 17h do que 15h de trabalho e têm necessidades de comer e descansar)<br />
  22. 22. CONCLUSÕES<br /><ul><li>Ponto de vista moral: Taylorização provocou desqualificação dos operários
  23. 23. Estado de moléculas: isolamento dos trabalhadores</li></ul>(ele queria destruir a solidariedade operária por meio das gratificações e da concorrência)<br />Solidão moral!<br /><ul><li>Divisão da classe operária: salário é a única motivação
  24. 24. Monotonia do trabalho
  25. 25. Não procuravam um trabalho variado, porque, depois de um certo tempo de trabalho monótono, ficavam incapazes de fazer outra coisa.
  26. 26. Disciplina/sujeição =caráter essencial quebrar a resistência
  27. 27. Operário sempre está errado</li></li></ul><li>Caso real dos anos 90: <br />Trabalho intenso com poucas folgas<br />Massificação <br />Distância<br />Individualidade<br />Sem união na execução de tarefas  silêncio<br />
  28. 28. “<br />Você não é nada aqui. Você não conta. Você está aqui para curvar-se, suportar tudo e calar-se.<br />incorporação do sentimento de inferioridade.<br /><ul><li>Esgotamento do pensamento e do corpo
  29. 29. Humilhação
  30. 30. Sofrimento, dor, angústia
  31. 31. Sacrifício do orgulho e da dignidade
  32. 32. Medo de sofrer represálias ou perder o emprego
  33. 33. Transformar desprezo em autoconfiança
  34. 34. Embriaguez, compras, jogos, casas noturnas  Prejuízos para a sociedade
  35. 35. Humanização(corpo+alma)</li>

×