Apresentação1

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Apresentação1

  1. 1. Enfermeira Jussara Coutinho EFS-Urbano /Corguinho-MS
  2. 2. POR QUE AMAMENTAR? • A primeira coisa que devemos ter em mente é que a amamentação é um processo fisiológico, natural, mas que precisa ser aprendido.
  3. 3. • O leite materno é completo! • Isso significa que até os 6 meses de vida, o bebê não precisa de nenhum outro alimento (água, chá, suco ou outro leite). • Após esse período, a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos que serão introduzidos lentamente na alimentação do bebê conforme a orientação do médico pediatra. Não há idade ideal para que o bebê deixe de ser amamentado, isso vai depender da vontade da mãe e do filho. Lembram do slogan? “Até os 2 anos ou mais…”.
  4. 4. Após esse período,a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos que serão introduzidos lentamente na alimentação do bebê conforme a orientação do médico pediatra. Não há idade ideal para que o bebê deixe de ser amamentado, isso vai depender da vontade da mãe e do filho. Lembram do slogan? “Até os 2 anos ou mais…”.
  5. 5. • O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de inúmeras doenças. Além disso, é limpo, está sempre pronto e na temperatura ideal. Isso sem falar que a amamentação favorece um vínculo mais íntimo entre a mãe e o bebê.
  6. 6. • Crianças que se alimentam de leite materno têm menos risco de sofrer de doenças respiratórias, infecções urinárias e/ou diarréias (problemas que podem levar a internações e até à morte)
  7. 7. MAMÃES Reduz o peso mais rapidamente após o parto; Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia após o parto; Reduz o risco de diabetes; Reduz o risco de câncer de mama; Se a amamentação for exclusiva, juntamente com outras condições, pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez.
  8. 8. Como tornar a amamentação mais tranquila e prazerosa • Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem um horário rígido para mamar. • Deve-se dar o peito ao bebê sempre que ele pedir. • Com o tempo, ele vai fazendo seu horário das mamadas. • É isso que chamamos de aleitamento materno sob livre demanda; * a melhor posição para amamentar é aquela em que a mãe e o seu bebê se sentirem mais confortáveis. • Não precisa de pressa, o bebê precisa sentir o prazer e o conforto do contato com o corpo da mãe; * cada bebê tem seu próprio ritmo de mamar, o que deve ser respeitado. • Ele deve mamar até que fique satisfeito. • O bebê deve esvaziar bem uma mama e então, só depois, a outra mama deve ser oferecida (somente se ele quiser); * o leite do fim da mamada tem mais gordura e por isso mata a fome do bebê e faz com que ele ganhe mais peso, por isso, a mãe deve esquecer aquela estória de que o bebê deve mamar durante 15 minutos em cada mama; * na mamada seguinte, a mãe deve oferecer a mama que não foi oferecida na mamada anterior. Se houve necessidade de oferecer as duas mamas na mamada anterior, a mama a ser oferecida deve ser a última que o bebê sugou; * não é necessário que seja usado nenhum tipo de pomada, creme ou outro produto nos seios. Antes e depois de oferecer o peito ao bebê, a mãe deve usar somente água corrente para lavá-lo e após a mamada recomenda-se (depois da água) passar o próprio leite no mamilo e nas aréolas e só; * a “pega” adequada se dá quando o bebê abocanha não só o bico, como também a maior parte possível da aréola. A maior causa de fissuras mamárias se dá por conta da “pega” errada. Se o beber sugar somente o bico, além de doer, o risco de machucar é muito grande; * Quando o bebê nasce através de parto cesáreo, é normal que o leite da mãe demore mais para “descer”. Se no parto natural isso acontece em torno de 2 ou 3 dias, na cesárea pode levar até 5 dias. Mas, mesmo assim, isso não é impedimento para que a mãe ofereça o “pouco” de leite que tem. Esse leite que a mulher produz logo após o parto (que por vezes já sai das mamas no último mês da gestação) é chamado de COLOSTRO e mesmo podendo ter uma aparência de “leite fraco” (o que não existe!!!), é considerado a primeira vacina que o bebê o recebe.

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