Buried alive

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Buried alive

  1. 1. Autora: Eduarda Naiany.
  2. 2. Sinopse.Já se imaginou ao lado da pessoa que mais amanessa vida? É isso que está mera historia irá lhescontar...Nia, Amy, Flavia, Vanessa e Ana Lucia. O que odestino reserva para essas jovens?Capitulo 1Apenas um sonho.Nia POV...Caramba! Que sonho foi aquele da noite passada?Parecia que de novo a menina de roxo, esperavaseu príncipe encantado outra vez, que burra! Falaserio essas coisas não existem.AM... Meu nome bem, meu nome é uma coisadoida... Prefiro que me chamem de Nia, tanto faz, euainda estudo é isso mesmo sou uma mera jovemnerd de 17 anos, que estuda numa porcaria de umaescola qualquer e ainda acha que pode ser alguémcara! Nunca chegarei aos pés de muitas garotas...Não tenho nada de atraente nada de especial, sousó eu uma garota comum antissocial que gostamuito de rock e tem duas melhores amigas Amy, eLucia.Alguma coisa a mais que devem saber sobre mim,tenho um dengo, tá mais pra um vicio... Amo
  3. 3. chocolate, quando estou muito triste é a única coisaque me acalma. Normalmente acordo com minhamãe gritando meu nome, antes de ir trabalhar elasempre me acorda pra ficar olhando para o nada nasala...Desci as escadas e fitei o relógio na parede...Somente cinco e meia da manha? Caramba o queaconteceu comigo? Acordando a essa hora, umamenina que se pudesse acordaria pra lá das 9 damanha! Acordada às cinco e meia... Realmente essemundo está perdido.Resolvi caminhar um pouco, não tinha ninguém nasruas fazia um friozinho de manha tão gostoso, tãoameno... A estrada estava molhada com a neblinada madrugada, bom tudo era diferente agora.Cabisbaixa eu andava pela rua distraída quandomeu celular tocou em meu bolso. Era umamensagem.“filha, já pra casa o café está na mesa”.Sorri e voltei... Abri a porta indo para a cozinhadeixando pelo caminho meu ALL STAR preto, e meucasaco.
  4. 4. - onde você foi? Assustei-me com a pergunta deminha mãe.- fui dar uma volta. Caminhei um pouco pela rua.Respondi olhando-a.- senta, toma seu leite com café sagrado seupacotinho de pitstop e depois uma fruta.- ei mãe; quando vai rolar aquele adiantamento demesada pro ALL STAR novo que eu quero comprar?Olhei com cara de, por favor, mãe.- vamos ver o que vai sair do meu salário esse mês;ela respondeu.- tudo bem então. Olhei-a.Minha mãe beijou minha testa e foi trabalhar “e oque vou fazer agora?” pensei*.Liguei meu rock sagrado, soltei o cabelo sentei nosofá, coloquei meu “40” na mesa para pintar minhasunhas, até que eu tentava cantar bonitinho estilo
  5. 5. AXL Rose (Guns N’ Roses). Junto com a musicamais minha voz era horrível. (riso).“que horas são” veio em minha cabeça, depois deolhar o relógio fui ao quarto peguei minhas roupas ede lá direto para o banho, fiz um rabo de cavalo emmeu cabelo, passei um lápis no olho e acompanheicom rímel.Dando a hora de ir para a escola, peguei minhamochila e desci a pé, com meu velho visual:uniforme bem folgado, calça jeans e um ALL STARdesta vez vermelho. Entrei na escola 12h45min, e fuidireto para a sala.- oi Amy! Olhei sorrindo fiquei no vácuo...- oi Amy! Falei outra vez vácuo total.Notei o fone em seu ouvido arrancando-o falei,- Oi Amy.- Ah! Oi.Amy diz.- menina você realmente some quando coloca essesfones, esquece o mundo.Naquele instante alguém esbarra em meu corpo.- sai da minha frente, sua nojenta. Alguém falou paramim.Encolhi-me e abri caminho.
  6. 6. Era Vanessa, a garota mais patricinha e suaseguidora Flavia, as garotas mais desejadas daescola.- por que deixa ela fazer isso com você? Amy meperguntou.Sentando em meu lugar respondi:- melhor ouvir calada, que ser perturbada o resto davida.Lucia entra na sala neste instante... Lucia era minhaamiga ruiva, branquinha e um pouco mais gordinhatambém, era uma das poucas meninas que euconhecia que não ligava muito para seu corpo, elavivia dizendo rindo pra caramba “sei que sou umadelicia 66’”. Era inevitável não rir dela.- por que as caras de limões azedos? Luciapergunta.- a Vanessa maltratou a Nia outra vez. Amy diz.- Nia! Por que não faz alguma coisa, vai deixar essamenina ficar te humilhando o ano todo? Luciapergunta.- Lu, você não intende se eu não falar, ela me deixaem paz. Justifiquei-me.Neste instante sou ofendida novamente.- belo penteado, serve para aumentar sua cabeçonaainda mais. Vanessa e Flavia riram.
  7. 7. Senti juntar lagrimas em meus olhos caramba! Quedesastre, levantei correndo direto para o banheiro...O banheiro, ah! É mesmo o banheiro desde que meconheço por gente e estudo naquela escola elenunca foi usado para a sua função, o povo costumausar o banheiro para beber, fumar, namorar ou atémesmo comer escondido das amigas patricinhasdizendo em seguida que está em uma dieta severatentando emagrecer, mais no meu caso eu ia láchorar quando algo desse tipo acontece.- NIA! ABRE! Amy gritou batendo na porta.- me deixa aqui Amy, pelo menos até meus olhosficarem normais de novo. Reclamei.- deve estar com os olhos inchados a deixa ai umpouco Amy. Lucia falou da porta principal.Nia POV... OFF.As duas jovens amigas de Nia, foram para o pátio, jáque não havia a primeira aula, sentaram-se em umbanco no pátio mesmo e fitavam cenas que aliocorriam...Amy muito distraída olhava os garotos sentados napraça de alimentação tomando Coca-Cola quando écutucada por Lucia.- o que foi Lu? Amy pergunta.Lucia apontou o portão, e ai meu Deus queperfeições acabavam de entrar por ali.
  8. 8. As duas olharam cinco, isso mesmo cinco belosgarotos vestidos estilo rock and roll. E claroapaixonaram-se.Amy ficou vermelha, quando eles passaram pelasduas e um deles a olhou.As duas se olharam depois acompanharam aondeos novos alunos “gatinhos” iriam entrar e clarorezando para que fosse à sala delas.- vai entra ai nessa mesma entra... Lucia torciaolhando tudo.- YES! Nóis é bão. Amy riu.As duas correram de volta ao banheiro para contar anovidade a terceira amiga, encontraram a mesma napia lavando o rosto.- NIA! Você não vai acreditar, tenho uma novidadesuper hiper mega bombástica. Amy saltitava comose usasse molas no ALL STAR.- diga meu dia pior que está não vai ficar. Nia asolhou.- vai melhorar e muito, tem cinco meninos a coisamais fofa do mundo estilo roqueirinhos a coisa maisdelicinha do mundo se num vai acreditar. Luciafalava tudo engatando terceira marcha.
  9. 9. - era pra eu ficar feliz? Se você não me reparou nãosou nem um pouco bonita, quando um cara dessesvai olhar pra mim? Me responde? Nia olhou irritada.- tá então vem ver depois você fala alguma coisaestressadinha. Amy puxou a amiga levando-a para asala.Nia POV...Amy me arrastou ligeiro para a sala, queria por quequeria me mostrar os tais garotos novos, e euparticularmente não estava nem ai, entrei na sala emum susto olhei de relance os garotos sentados lá nofundo e pude acabar de crer que minhas bochechasganharem um tom avermelhado.Sentamos e eu tentei ficar menos vermelha.- viu eu disse que era um bando de gatinhos. Amyriu.Não respondi nada ainda vermelha, mais realmenteeram muito lindos.Nia POV... OFF...enquanto isso lá no fundo...- Hey Synyster você ainda tá me devendo, umrefrigerante. Zacky fala.- por que vocês não fazem uma aposta? Se oSynyster perder ele paga o refrigerante e se eleganhar você esquece a divida? Jimmy sugeriu.
  10. 10. - acontece que esse abestado está me devendo umrefrigerante de uma aposta... Zacky riu.- e outra, tá na cara que ele vai perder por que ele épéssimo em apostar. Johnny riu.- porra! Não perco nada, só por isso vou aceitar essecaralho de aposta. Synyster disse irritado.- e então Zacky, o que você quer que o Synysterfaça? Matt pergunta.Zacky sorriu com um cara do tipo filho da puta,agora você vai pagar todos os seus pecados.- o Syn, vai ter que ficar dentro da sala, trancadocom uma garota, se acontecer alguma coisa... Aaposta está paga. Zacky riu.- desgraça, tá bom então. Synyster aceitou.Após a chamada Syn esperou pacientemente saíremtodos juntamente com seus amigos, particularmenteele não tinha um alvo especifico...- vamos Nia! Amy reclama.- pode ir eu ainda estou copiando, a gente se falaamanha. Nia se despediu.Amy foi a ultima a sair e Syn, fingindo estar copiandoautomaticamente faz a cena como planejado... Aporta havia sido trancada pelo lado de fora pelosmeninos, sendo assim os dois estariam trancados ali
  11. 11. até às 7 da noite quando começariam as aulasnoturnas.Syn levantou-se como se fosse embora...- ah! Até amanha... Syn cumprimentou Nia e amesma ficou vermelha ainda copiando.- até... Nia respondeu.Syn puxou a porta... Irritando-se falsamente.- que putaria é essa aqui? Syn puxou a porta outravez e ela não abriu...- o que foi? Nia perguntou ainda meio rosa.-a porta a porra da porta tá trancada. Syn irritou-setudo fazia parte do plano.- ai caramba! Nia olhou a porta guardando oscadernos na mochila.De repente a luz acaba...Tudo fica escuro.- a Fudeu mesmo. Syn iluminou a sala com o celular.Nia se sentou calma e tranquila como se nãoestivesse trancada com um garoto em uma salaescura.- não está apavorada? Syn perguntou.Nia não olhava o rapaz iluminado a celular de formaalguma.
  12. 12. - não. Estou tranquila. Nia respondeu.- nem tem medo do escuro? Syn riu.- eu não por que você tem? Nia sorriu mais o sorrisonão foi visto por ele.- claro que não! Sou homem, tá tirando garota? Synperguntou histérico.- e você tá tirando guri? Sou mulher. Nia sorriu.Syn soltou uma gargalhada.- desculpa, então. Syn respondeu.A sala começou a ficar quente bem, quente.- caramba! Que calor. Syn reclamou.- se você falasse menos talvez sentisse menos calor.Nia tentava calar o garoto, ele estava se tornandoirritante.- se importa se eu tirar a camisa? Syn perguntou.- nem estou te vendo por mim... Nia diz;O mesmo arrancou a camisa, estava na hora decolocar seu plano em ação. Andou em direção agarota sentada em sua carteira e passou o seu rostono dela, a mesma irritou-se.- tá fazendo o que cara? Ela perguntou olhando-ocom o celular em sua fuça.
  13. 13. - achei que já que estamos trancados a gente podiase divertir. Syn sorriu malicioso.- achou errado! Bem errado agora fique a pelomenos um metro de distancia de mim. Nia reclamaolhando o garoto sem camisa em sua frente.- tá! Levantou as duas mãos. Distanciando.- tão bonitinha mais tão chata. Syn falava sentadoem uma carteira.- chata é você e bonitinha é o caralho. Nia falava.- a? Syn perguntou.- bonitinha? Cara você é cego por acaso? Eu soumais feia que a bruxa da branca de neve. Niareclamava de si mesma.- então tá. Syn falava.Alguns minutos de silencio depois.- bem que você não é tão bonitinha assim, e é bemchata também. Syn sorri no escuro.- e dai? sou eu que sou feia sou eu que sou chata,agora fique quieto. Nia começava a se estressar.Ela odiava o calor se estivesse em casa, teriaarrancado toda a roupa e ficado de lingerie, maiscomo ela odiava o próprio corpo, não estava emcasa então aquela hipótese estava descartada.
  14. 14. Finalmente o guarda veio abrir a porta, Nia saiucomo vento mais Syn a gritou:- ATÉ AMANHA. Syn gritou.Nia ignorou-o correndo para casa.- por que demorou? A mãe de Nia pergunta quandoa filha chega em casa procurando folego pararespirar.Nia pensou... Talvez não devesse contar oacontecido na escola a mãe então ficou quieta.- só me atrasei por que fiquei copiando umconteúdo. Respondeu.Subiu as escadas para o quarto e nem ao menossaiu para jantar.Capitulo 2Estou me apaixonado?Por que ela esta me chamandoatenção?Synyster Gates POV...- manhe cheguei. Entrei em casa com minha camisano meu ombro.- BRIAN! Estava fazendo moleque? Sabe que temhora pra chegar em casa. Minha mãe gritou.- caramba! Fiquei preso dentro da sala com umamenina mó chatona e irritante. Comecei a rir
  15. 15. lembrando-se das patadas que trocamos durantenossa estadia dentro da sala escura.- e Brian, presta mais atenção pra não acontecer denovo moleque.- tá! Fui para o meu quarto me joguei na cama e como controle liguei meu som.NovemberRain Guns N RosesWhen I look into your eyesI can see a love restrainedBut darlin when I hold youDont you know I feel the same?Because nothing last foreverAnd we both know hearts can changeAnd its hard to hold a candleIn the cold November rainWeve been through this such a long long timeJust tryin to kill the painBut lovers always come and lovers always goAnd no ones really sure whos lettin go todayWalking awayIf we could take the time to lay it on the lineI could rest my headJust knowin that you were mineAll mineSo if you want to love methen darlin dont refrainOr Ill just end up walkinIn the cold November rainDo you need some time...on your ownDo you need some time...all aloneEverybody needs some time...on their own
  16. 16. Dont you know you need some time...all aloneI know its hard to keep an open heartWhen even friends seem out to harm youBut if you could heal a broken heartWouldnt time be out to charm youSometimes I need some time...on my ownSometimes I need some time...all aloneEverybody needs some time...on their ownDont you know you need some time...all aloneAnd when your fears subsideAnd shadows still remainI know that you can love meWhen theres no one left to blameSo never mind the darknessWe still can find a wayNothing last foreverEven A cold November rainDont ya think that you need somebodyDont ya think that you need someoneEverybody needs somebodyYoure not the only oneYoure not the only oneDeitei na cama pensando na tal garota, nem aomenos lembrava o nome dela. Mais que porra!Aquela garota chata estava mexendo comigo.Ela não era feia como ela mesma se intitulava,talvez dentro daquela chatice toda existisse umagarota, que na verdade espera o cara certo pra ela,seu verdadeiro príncipe encantado e agora euSynyster Gates estava descido a ser seu príncipeencantado.
  17. 17. Synyster Gates POV OFF... Enquanto isso na casade Nia... Nia POV...Ai! Que caramba! Como aquele cara estava meirritando que ódio que raiva, caramba! Qualquerporcaria de ofensa que raiva, garoto irritante.Adormeci pensando nele. Na manha seguinteacordei assustada, havia sonhado com aquelapraga, que havia me deixado tão irritada na escolamais, além disso, estranhei não ter sido acordadapor minha mãe; olhei o relógio eram exatamente08h45min da manha! Caramba o que aconteceuhoje?Desci as escadas fui direto para a cozinha e lá nageladeira havia um bilhete, já que ontem vocêparecia muito cansada, deixei você dormir...Aproximei-me da mesa para sentar e tomar cafémeu casal de gatos vieram me azucrinar miando.- caramba! Minha mãe não deu comida pra vocês?Perguntei olhando os gatos.“ como você pode ser tão burra guria gatos nãofalam” pensei... Fui até a dispensa e vi que não tinhamais ração, teria de ir ao mercado. Fui ao quartorápido escovei os dentes sacolejei um pouco ocabelo sem penteá-lo e vesti um casaco em cima daroupa de dormir já que só ia até a esquina, comprarum novo pacote de ração...- malditos gatos que só sabem comer. Penseienquanto ia ao mercado.
  18. 18. Chegando lá fui muito bem atendida pelo ajudanteque por acaso gostava de mim, mais eu era ingênuade mais para saber disso...- o que é pra minha querida amiga? Perguntaram-me.- um pacote de ração de gato. Respondi.Enquanto esperava beirando o caixa senti umacafungada brutal em meu pescoço.- caramba que isso? Falei antes de olhar quem era.- oi menina chata. Synyster me disse.- a não até aqui você me persegue? Perguntei comuma das mãos na testa.- o que é? O mercado é seu por acaso? Ele seirritou.- aqui está sua ração de gato. Kelvin o garoto domercado apareceu.- a obrigado. Agradeci.- algum problema Nia? Kelvin perguntou.- não, eu estou bem. Olhei Synyster bem direto. E amoça do caixa enquanto eu sai riu da cena, ela meconhecia a vários anos então sabia que eu estavacaidinha pelo garoto de cabelo arrepiado.Nia POV... OFF.
  19. 19. -----------#####------------------------------#######------------------------------###############----------Synyster Gates POV...- sabe onde ela mora? Perguntei a moça do caixa.- numa casa verde logo no final da rua, atrás dacasa dela tem uma casa... interrompi a moça.- amarela? Perguntei.- sim amarela. Você deve saber onde fica ela sorriu.Voltei pra casa com o leite da minha mãe, que porra!A guria era minha vizinha de fundo e eu mal sabiadisso.Deixei o leite na pia e fui lá fora, peguei a escada dopapai e subi no muro para ter certeza que elarealmente morava ali, fiquei bem escondido entre asarvores das duas casas observando...- DUDU! VOLTA AQUI. Ouvi alguém gritar realmentea moça do mercado estava certa ela era minhavizinha de fundo.Ela corria atrás de um gato cinza com uma chave naboca...- porra! Gato me devolva a chave da casa... Elagritava e particularmente eu ri muito.- ahh! Ouvi um grito e um barulho ela acabava decair na piscina, não pude deixar de rir da cena.
  20. 20. Saiu da piscina toda molhada com o gato maismolhado ainda e eu não me aguentei tinha que rir.- esta vendo seu abestado agora a Wendy não vaiquerer você, tá mais feio que eu. Ela ria soltando ogato que se sacudia seu pelo resmungando.- nossa! Estou horrível. Ela se olhava rindo de simesma...De repente...- BRIAN? O que você está fazendo ai em cima...Minha mãe gritou me fazendo cair.- AI! Porra mãe estava ocupado. Respondilevantando do chão.- moleque não sabe que escada não é brinquedo.Desça já desse muro ou você vai ter uma conversacom seu pai.Minha mãe sabia mesmo como me irritar.Voltei para dentro e fui para o MSN... Passar otempo já que não podia espiar minha mais novaconhecida vizinha.Maldita hora que não passava.
  21. 21. - BRIAN VOCÊ NÃO VAI TOMAR BANHO PARA IRPRA ESCOLA MULEQUE? Minha mãe gritou dacozinha.Deu pra sacar que ela nem precisou falar duasvezes, eu corri pro banho pois a escola meaguardava e junto com ela um belo anjo sem asas.- BRIAN ALMOÇO NA MESA. Minha mãe gritou.- TO SEM FOME. Gritei do meu quarto colocando ouniforme.- MOLEQUE VEM COMER AGORA. Gritounovamente.- MAIS MÃE EU TO SEM FOME. Gritei de novo.- BRIAN EU NÃO VOU FALAR DUAS VEZES. Elarepetiu.Desci almocei ligeiro e parti pra escola, tinhaassuntos pendentes.Synyster Gates POV... OFF... Nia POV...
  22. 22. Comecei a caminhar direto a escolar tivea ligeiraimpressão que estava sendo seguida por alguémmais não dei muita importância. Cheguei na escola,e já jogando minha mochila na mesa Amy me gritou:- EI AONDE VOCÊ VAI? Amy perguntou.- biblioteca! você vem? Perguntei.- claro... Amy olhou-me torto.- o que foi? Perguntei enquanto caminhávamos.- você saindo da sala sem ser pra chorar, que diabosaconteceu com você menina? Amy me olhou rindo.- é uma longa historia mais a partir de hoje, não voumais entrar na sala antes da professora. Respondi.- está evitando a Vanessa? Amy pergunta.- não só ela. Respondi.- como assim? Amy olhou espantada.- tem um daqueles garotos, fiquei presa com eleontem na sala e ele me irritou bastante, não queroamizade com ele por isso vou evita-lo. Respondi.- ah! Que nossa! Você falou com um dos meninosmais fofinhos novos da sala? Amy se pôs a saltitar.- porra menina trate de agir feito gente. Comecei a rirda mesma.
  23. 23. - desculpa amiga, mais qual foi? Qual deles andafala. Amy sorria muito e estava histericamentemaluca.- não sei o nome dele, mais ele é o moreno de olhoscastanhos mel, um dos mais altos com um sorrisomuito bonito, e ele ri esquisito mais não tá nem ai.Respondi olhando a prateleira de livros.- ai MEU DEUS! Amy gritou.- o que foi? Olhei assustada.- você está apaixonada! Eu não acredito, vai chover.Amy sorria e agora sim ela pulava muitofreneticamente.- não to coisa nenhuma, larga de Nóia menina. Olheiseria.- tá sim, eu te conheço você só repara em meninosquando está gostando dele. Eu sei não adiantatentar mentir. Amy olhava feliz.- eu odeio aquele garoto, ele é arrogante chato e meirrita muito. Tentei reverter.- do que vocês duas estão falando? Lucia chegou seintrometendo.- a Nia, tá apaixonada. Amy saltitava.- to porra nenhuma. Essa menina que tá inventandohistoria. Nia reclama.
  24. 24. Lucia riu...- então Amy quem é o felizardo? Lucia perguntou.- o menino do cabelo espetado que começou aestudar com a gente ontem. Amy respondeu.- da pra vocês duas pararem com isso? Dá ou estadifícil? Resmunguei com raiva e voltei a sala... aprofessora já havia entrado e ele estava lá sorrindocom a maior cara de pau do mundo.- Niaraposso saber o que aconteceu onde vocêsestavam? A professora perguntou.- er... A gente estava na biblioteca professora. Olheicom cara de tranquilidade.- onde mais ela estaria professora? Namorando quenão ia ser. Vanessa falou.- não perguntei a você Vanessa, cale-se. Aprofessora disse.A sala entrou em zona... e eu claro não pude deixarde sorrir.- sentem-se Niara, Amy, e Ana Lucia. A professoradisse.A aula que decorreu foi tranquila, nem a Vanessanem a Flavia e muito menos o tal de Brian vieramme azucrinar, era um alivio mais eu sabia que logo orecreio viria e um dos dois iria piorar meu dia. Era
  25. 25. aula de português então a professora passou umaatividade avaliativa:- muito bem classe, o objetivo do trabalho éprodução, vale qualquer coisa, uma poesia umahistoria uma trova, o que vocês quiserem desde queenvolva língua portuguesa escrita corretamente,vamos lá galeria boa sorte. A professora sorri.- vai fazer o que Nia? Lucia perguntou.- ainda não sei. Respondi.Comecei a rabiscar alguns rascunhos enquanto aaula passava, estava tremendamente difícil criaralguma coisa que não fosse romântica. Caramba, eunão queria algo romântico eu não era romântica.Logo bateu o sino a professora saiu e eu nãoentreguei coisa alguma...Senti que Brian, estivesse vindo em minha direçãopara falar alguma coisa, tive medo de minha reaçãoentão sai da sala muito mais que depressa.Nia POV OFF... Synyster Gates POV...Tive a ligeira impressão de que ela estava meevitando, passei pela mesa dela e lá além de muitasfolhas amassadas havia uma única folha embaixo dolivro que me chamou atenção pelo que estavaescrito li inicialmente “ aproveite o dia” me interesseibastante pelo titulo e peguei o papel meio amassadopra ler.
  26. 26. Ao terminar de ler juro pra vocês que quase chorei,era muito profundo ela acertou em cheio.
  27. 27. Decidi então levar o papel à professora, sai pelopátio a sua procura sem dar satisfação alguma aosmeus amigos.- professora! Professora! Chamei.- o que foi Brian? Algum problema? A professoraperguntou.- na verdade, só vim entregar um de seus trabalhos,uma aluna terminou mais a senhora já tinha saído.Sorri sem graça.- que gentileza Brian, obrigado. A professoraagradeceu saindo.Com certeza ela iria me matar depois mais foda-se.- Hey Synyster ficou doido é? Jimmy chamou.- não amola The Rev. Respondi.- Syn? Ainda está me devendo um refrigerante?Zacky perguntou.Não respondi coisa alguma, fui a cantina comprei umrefrigerante entreguei a Zacky, saindo em seguida.Zacky olhou o refrigerante...- o que deu nele? Johnny perguntou.- sinceramente também gostaria de saber. Mattconcluiu.Caminhei bem calmo e devagar pela escola, quandovi Ela! Puxa, não sabem como fiquei feliz, ela estava
  28. 28. sentada em um banco próximo a biblioteca,cabisbaixa parecia ler alguma coisa me aproximeifalando...- oi não sabe como estou feliz em ver você. Faleimais ela me ignorou.Notei o fone em seu ouvido, ninguém merece. Leveia mão no celular ao lado dela e puxei o fio começoua tocar um rock muito doido do celular dela e amesma olhou assustada.- caramba! O que deu em ti? Por que fez um negociodesses? Me disse histérica.Desligou o celular rapidamente como se nãoquisesse que eu ouvisse.- não gosto de ser ignorado. Respondi olhando-a.- e dai? Perguntei? Com fone ou sem fone eu vouignorar você. Ela me respondeu.- vai nada, tá falando comigo neste momento.Respondi tendo a ligeira impressão de estarmossendo observados.- então finge que não disse nada e suma da minhafrente. Ela me olhou brava, como ela ficava lindadaquele jeito.Comecei a rir.- e se eu não quiser? Perguntei.
  29. 29. - não seja por isso, eu saio. Ela levantou andando.Corri atrás dela, duas garotas nos observavam comsorrisos, vai entender.- ei? Ei? Ei? Chamei entrando na frente dela.- o que você quer? Os quatrocentos foras que eu tedei não foram o suficiente? Ela perguntou.- por que você é tão chata comigo? O que eu te fiz?Perguntei.- a não me amole tenho mais o que fazer. Ela tentousair.- ei! Não senhora, você não tem nada pra fazer largade frescura. Respondi.Ela bufou, como se finalmente me deixasse falar.- ok. Diga de uma vez o que você quer. Ela olhou ochão, e estava um pouco vermelha também.Caramba! Tinha insistido tanto pra ela ficar queesqueci que não tinha assunto nenhum.- er... Er... Bem... Eu. Tentei dizer alguma coisa.Vi alguém distribuir convite de festa.- fale de uma vez. Ela me olhou;- vou dar uma festa hoje a noite, gostaria que vocêfosse. Consegui um assunto.- não obrigado. Ela disse caminhando.
  30. 30. Acompanhei-a.- por que não? Perguntei.- por que eu não quero. Ela respondeu.Parei de novo em sua frente.- vamos fazer assim! Você vai à minha festa e euprometo que nunca mais falo com você, nem teincomodo nem nada. Pode ser? Perguntei.- promete? Se eu for você não vai mais meincomodar? Ela perguntou.- prometo. Respondi.- tudo bem, que horas? Ela perguntou.- a hora que você quiser, depois das sete. Respondi.- tudo bem. Ela respondeu. Olhou-me.- que foi? Perguntei.Ela tirou a franja dos olhos.- posso ir agora? Ela perguntou.- pode sim, desculpe. Abri passagem.A mesma saiu tranquilamente.Ótimo, estava lascado ao quadrado2. Haviainventado uma festa na qual nem eu sabia que ia,então sai convidando todos que já tinha feito algumaamizade...
  31. 31. Tudo era simples... meu pai não estava em casa egraças a Deus consegui convencer minha mãe depassar a noite com a vovó sendo assim desde queeu arrumasse a casa antes dela voltar estavatranquilo.Capitulo 3 a festa e as novasdescobertas...Synyster Gates POV...Bem, eu já tinha arrumado tudo, com a ajuda deMatt, Zacky, Johnny e até o pateta do Jimmy ajudou.Aos poucos convidados iam chegando e eu estavana grama próximo ao portão esperando-aimpaciente.- tá esperando alguém? Johnny chegou meperguntando.- estou por quê? Perguntei.- er... Quer cerveja? Ele apontou a garrafa deHeineken.- não obrigado. Respondi.Achei melhor não beber, talvez ela não gostassemuito daquilo...Synyster Gates POV... OFF...Enquanto isso na casa de Nia... Nia POV...- e aio que achou? Perguntei a minha mãe.
  32. 32. - não! Nem pensar que você vai a uma festa de ALLSTAR calça jeans e blusa. Minha mãe me olhou.No final das contas ela me fez vestir um vestido azul,calçar um salto agulha e me encher de porcarias quebalançam. Ninguém merece.- manhe eu não vou assim! Estou horrível. Reclamei.- vai sim, ou não vai. Minha mãe me olhou seria.Lembrei-me da proposta de Brian... Se eu fosse eleme deixaria em paz então tinha de ir não importavacomo eu estava vestida.Meu celular tocou:- alo? Perguntei.- dai? já tá na festa? Era Amy.- não minha mãe me fez trocar de roupa, estou indoagora. Respondi.- ai amiga da uma chance pra ele, tão lindo gostosopelo amor de Deus! Seja mulher guria. Amy falou dooutro lado da linha.- que se falou? A vai plantar batata guria. Desliguei.Desci na quadra abaixo da minha e cheguei a umacasa amarela... Presumi ter chutado certo oendereço;Nia POV... OFF. Synyster Gates POV...
  33. 33. Ok. Eu estava cansado de esperar… até ela entrarpelo portão maior, senti meu rosto sorrir sozinho,porra! Eu estava ficando sem graça.Olhei-a de cima embaixo. Ela estava linda...- nem me pergunte. Ela se olhou...Dei novamente uma olhada de perto agora elaestava na minha frente.- que bom que você veio. Falei sorrindo.- ata como se eu quisesse estar aqui Brian,esqueceu você me obrigou. Ela me olhou seria.- ao menos você veio, e a propósito me chame deSynyster ou Syn... Eu gosto mais. Sorri.
  34. 34. - BRIAN! Por que você não está curtindo sua festapor que está falando com essa anormal ai? EraVanessa ninguém merece.- er... Que? Perguntei.Quando me dei conta Nia havia sumido...- er... Vanessa aproveita a festa eu tenho que irprocurar um negocio... Falei.- tá bom, to te esperando. Vanessa sorriu.Sai pela festa procurando-a não a encontrei emlugar nenhum, mais depois de sair lá fora a visentada no meio fio...Ela fitava o nada, lagrimas corriam por seu rosto, euma bela maquiagem agora estava totalmenteborrada...- ei o que foi? Aproximei-me perguntado.- nada. Ela respondeu.- ninguém chora por nada! Falei olhando-a jásentado.- eu choro. Ela respondeu.- não você não chora por nada, você está chorandopor causa de alguma coisa que aconteceu e nãoquer me dizer. Olhei-a outra vez.- desculpa Brian... Acho que estou estragando suafesta. Ela disse.
  35. 35. - não está não! E já disse pra me chamar deSynyster. Falei.- eu sou uma idiota mesmo, fica alimentando coisasque nunca vão acontecer e já esta na cara que ocompromisso é serio. Ela falava e eu nadacompreendia.- do que você tá falando? Não entendi. Olhei-a;- então como vai seu namoro com a Vanessa? Elaperguntou.Aquilo me doeu até na alma.- não tenho nada com a Vanessa... Respondi serio...- sei... Ela olhou o asfalto.- que coisas você esta alimentando? Está gostandode mim? Mandei direto.- eu não. Ela continuou olhando o chão.- então diga isso olhando em meus olhos. Desafiei-a.A mesma virou o rosto me olhando serio... Derramoulagrimas mais não pronunciou nenhuma palavra sequer.Segurei o canto de seu rosto e a mesma olhouminha mão, aproximei meu rosto do dela e com certoesforço nossos lábios se encostaram a um beijoperfeito... Segurei seu pescoço a abracei junto amim enquanto o beijo precedia...
  36. 36. Finalmente tinha domado a fera, ela agora era só umgatinho assustado que eu cuidaria com muitocarinho.- vem vamos voltar pra festa. Chamei-a.Ela olhou-me após o beijo um tanto confusa...E eu me preocupei novamente.- eu não quero, vou pra casa... Ela se levantou.- mais por quê? Perguntei.- por quê? Parte das pessoas lá dentro me odeiamou zombam de mim eu já não gosto de conviver comisso na escola imagine fora dela. Ela disse saindo.- porra Synyster você não dá uma dentro... Falei pramim mesmo.Caramba, o que eu ia fazer pensa abestado pensa,ela tá indo embora...- EI! ESPERA AI ASSIM NÃO VALE. Gritei.Ela virou perguntando...- vale o que? Ela perguntou.- se você não ficar pelo menos até quase o final dafesta você não está cumprindo sua promessa. Olhei-a...- Hey Nia! Acabou de chegar foi? Era uma meninaruiva acompanhada de uma morena... seaproximaram dela e eu as fitei quieto.
  37. 37. - na verdade... Bem eu... Ela tentava falar.- na verdade você estava esperando a gente que eusei. A morena falou.- é... Nia coçou a cabeça.- vem vamos... Puxaram-na.- espera... Vão vocês eu vou depois. Ela puxou seubraço contra si em já do meu lado.- tudo bem... A gente já vai... Mandaram beijo a elaque ficou...- você não quer ficar na festa não é... Olhei sorrindo.- não. Posso ir e você desconta na minha divida? Elame olhou doce.- mesmo com essa cara de cachorrinha sem dono,não ou você fica na festa ou ainda está me devendo.Comecei a rir.- mais que droga... Ela reclamou.- sinto que estou ganhando essa guerra. Olheicontente...Entramos ela estava um tanto medrosa ao avistarVanessa tentou recuar mas a segurei pelo braço.- me solta Brian, por favor... Ela já queria chorar...- o que foi? Perguntei...- me solta, por favor... Ela pediu outra vez...
  38. 38. Vanessa se aproximava nos olhando como se aqualquer momento fosse voar no pescoço dela earrancar sua cabeça fora do corpo...- BRIAN! ME SOLTA. Ela gritou.Puxei-a pelo braço rápido e a levei em direção aoquarto...- ZACKY! NÃO DEIXA A GURIA DE ROSA MESEGUIR. Gritei.- pode deixar Syn. Zacky respondeu.Ele entrou na frente de Vanessa tempo suficientepra ela me perder de vista.- por que me trouxe aqui? Ela perguntou.- a gente pode ver um filme, eu pago sua dividaassim. O que acha? Perguntei...- por mim tudo bem. Ela olhou.Coloquei um filme de terror e sentei no tapete doquarto ela se sentou ao meu lado cerca de umespaço suficiente para eu não toca-la...No meio do filme...- Synyster, quero que fique longe de mim, é serio...O que a gente fez lá no meio fio da sua casa nãoteve nenhum significado. Ela disse olhando a TV.- bom tá ué vou fazer o que? Dei ombros...Mais do meio do filme...
  39. 39. - que sono... Já posso ir pra casa? Ela perguntou.- a não sei que horas são? Perguntei.- meia noite e quarenta... Ela falou.- acho que já. Respondi.Ela se levantou e eu a acompanhei... A maioria dopovo já tinha ido embora, só estava mesmo as duasamigas dela... E os meus...- Amy! Lucia! Já pra casa meninas...As duas se foram e só ficaram meus amigos... Levei-a até o portão...- ao menos vai se despedir... Olhei-a.- não... Ela riu.- qual é pelo menos um tchau. Chorei largado...- tá acho que não tem problema... Tchau Synyster.Ela balançou a mão.Segurei-a pelo braço quase colando seu rosto nomeu, ela me olhou nos olhos e caramba! Tinha querolar outro beijo ali.- será que eu vou ter te bater? Ela perguntou...- por quê? Perguntei.- me solta Brian... Faz favor... Ela pediu irritada.- você disse, que... A esquece... Soltei-a...
  40. 40. - pode falar Brian... Ela me olhou.- er... Não te mostrei meu quarto... Sorri acanhado.- bom, já que eu não vou te ver espero que nuncamais... Então acho que da pra ir lá ver...A levei até meu quarto...- belo tom de azul... Ela sorriu...- gostou? Perguntei.- Guns N’ Roses Iron Maiden, Metallica… gosta deum rock bruto em. Ela sorriu olhando meus pôsteres.- é eu gosto muito... Olhei-a.- o que é isso? Ela apontou alguns desenhos sobrea mesa.-a não é nada. Tentei-a impedir de ver.Ela começou a rir...- você desenha? Ela perguntou.- um pouco tá mais pra um monte de rabiscos. Olhei-a coçando a cabeça;- rabiscos com algum sentido pra você? Elaperguntou.- na verdade nenhum ainda, eu normalmente esperoque alguém me diga o que é. Sorri.Ela deu mais uma olhada no meu quarto...
  41. 41. - bom acho que cumpri todos os meus objetivos aquihoje, melhor eu ir pra casa. Ela olhou tudo;Caminhando, ela pisa em um papel amassado...- que isso? Pergunta pegando o papel...-a, por favor, não lê tentei tomar o papel de sua mãoe acabamos caindo na cama.- me deixa ler... Caramba! Ela reclamou...estávamos na cama brigando por um pedaço depapel amassado.- Brian solta a porcaria do papel... Ela pediu.- NÃO SOLTO PORRA NENHUMA. Gritei dandopara ouvir do lado de fora...Provavelmente meus amigos pensariam besteira.- a caralho então engole essa porra! Cansei. Elaresmunga levantando.Puxei-a de volta a cama olhando-a nos olhos...Ela me olhou fixo como se fosse dizer algumacoisa...- pode dizer não tenha medo... Tentei convence-la.- Brian? Chamou-me.- o que foi? Perguntei.Mencionando nossa situação... Ela estava deitadasobre a cama reta e eu estava meio de lado,
  42. 42. olhando a perfeitamente fitando seu rosto tãopróximo que se ela permitisse rolaria um beijo, maisnão como aquele selinho do meio fio... Queria algomais intenso. Aproximei meu rosto do dela e nossoprimeiro toque de lábios foi novamente um selinho...“tem alguma coisa errada ai” pensei enquanto aolhava...Tentei dar um beijo mais intenso mais ela nãodeixava de forma alguma, ela fechava a boca ouvirava a cara... Decidi provoca-la já que ela nãoqueria beijo na boca desci meus lábios sobre seupescoço chegando em seu busto... Ela estavaficando arrepiada...- Synyster... Ela me empurrou.- o que foi? Perguntei já a olhando.- melhor eu ir... Ela disse.Levantamos e a levei até o portão...- então até um dia Brian. Ela me olhou.- até olhei-a. respondendo.- posso pedir uma coisa? Ela pergunta.- pode, eu acho sorri.- me da um abraço? Ela pergunta.A abracei com todo o carinho do mundo, algo doíaem meu peito e eu não sabia o que era.
  43. 43. - adeus Synyster. Ela me disse caminhando...Tudo que pude fazer foi acenar e vê-la sair.Arrumei toda a casa e por volta da uma da manha fuidormir...Capitulo 4 dores...Synyster Gates POV OFF... Nia POV...Cheguei a casa e minha mãe já estava no decimoquinto sono... Tirei o sapato e me sentei em uma dascadeiras na cozinha pensando...- ai caramba! Só me faltava essa... A gataborralheira se apaixonar pelo príncipe encantado.Falei pra mim mesma.Fui dormir pensativa naquela noite...No outro dia cheguei cedo à escola, quatro dosmeninos estavam lá mais não vi Brian... Fiqueipreocupada.Passou-se toda a aula chegando o recreio fuiperguntar a Zacky...- ei Zacky, onde tá o Syn? Perguntei...- ué você não queria que ele ficasse longe de você?Zacky perguntou...Esqueci-me de mencionar tenho pavio curto...- tá deixa quieto... Sai andando.
  44. 44. - ei espera! Jimmy chamou.- o que foi? Perguntei ao garoto correndo em minhadireção.- o Syn tá doente... desde sei lá ninguém sabe o queele tem, tá de cama, talvez seja dor de amor...Jimmy sorriu.Comecei a rir.- nunca é obrigado Jimmy. Sorri.- por nada... Como é seu nome mesmo? Jimmypergunta.- er... Nia. Respondi.- por nada Nia! Precisar to aqui. Jimmy sorri.Ai caramba, talvez o Jimmy tivesse toda a razão,talvez realmente o Brian estivesse doente por minhacausa, a mera gata borralheira deixou o príncipeencantado doente.- ei tá pensando em que? Lucia apareceu com afuça em minha frente.- a? Que? Voltei a terra.- onde você estava? Em mais um de seus contos defadas? Amy pergunta.- não estava pensando no Brian... Jimmy disse queele está doente. Respondi.
  45. 45. - own... Tá apaixonada é? Que fofo... Amy secolocou a saltitar...- porra menina para com isso... olhei com raiva.Não muito distante dali...- então ela está apaixonada... Vanessa sorriumaliciosamente...- o que acha que a gente pode fazer? Flavia riu.- eu vou me vingar dessa peste... ela verá que quemmexe comigo acaba queimado. Vanessa disse...Voltamos a sala e depois das duas aulas voltei pracasa rápido...- manhe já volto. Falei.- ei moça aonde a senhorita pensa que vai? Minhamãe pergunta.- vou à vizinha já volto. Respondi.- tá vai logo então e volte antes do jantar. Ela sorriu.Caramba! Estava indo a casa do Brian, sem saber oque ia dizer a mãe dele para poder vê-lo saber seele esta bem e por que não foi na escola... Toquei acampainha e ela veio me atender no portão.- er... Senhora Haner?- sim e você quem é?- eu sou a Nia... Respondi.
  46. 46. - NIA? VOCÊ QUE É A TAL NIA?- sim por? Perguntei.- meu filho não para de falar seu nome chega a serirritante... Ela sorriu.Acanhei-me.- é fazer o que sou eu mesma... Sorri.- vem vamos entrar ele vai adorar ver você. Puxou-me.Ela me deixou na porta do quarto dele e pediu queeu entrasse, fiquei com certo receio sei lá velho tomeio assim em relação a isso. Abri a porta devagar evi Brian deitado na cama dormindo... Que coisa lindagente você não imaginam... Entrei sem fazer barulhoe fiquei ao lado da cama olhando-o sentada nocarpete escorada na parede.-d u d a... Brian sussurrou longe...- que? Respondi.- você tá ai? Brian virou o rosto me olhando sentadaem seu chão.- não imagina... é um fantasma da sua imaginação.Falei rindo.Ele riu...- o que você tá fazendo aqui? Ele me perguntou.- quer que eu vá embora? Eu vou? Apontei a porta.
  47. 47. - não! Fica por favor... Ele pediu.- e então Synyster tá doente? Perguntei.- acho que to. Sorriu pra mim.- acha? Tá deitado ai por que quer? Perguntei rindo.- não é por que estou indisposto. Reclamou rindo.- então você tá indisposto... Que pena... Olhei torto.- pena por quê? Ele perguntou.- bem, tipo. Sorri malicioso.- vou te denunciar por abuso. Syn riu.- agora é tarde moreno... Tá indisposto perdeuquerido. Sorri.- assim não vale... Chantagem barata... Syn riu.- eu posso sou foda. Comecei a rir.- Nia, posso falar uma coisa? Syn pergunta.- pode claro... Respondi.- chega mais perto então...Aproximei-me e com os braços escorei na cama...- fala Brian... Coloquei as duas mãos no rosto deforma fofa...- Nia, eu não tenho mais forças para continuar longede você. Syn diz.
  48. 48. - então não fique. Olhei-o com cara tosca...- tá com vontade de rir? Syn perguntou.- sim... Mais to me segurando. Respondi.- tá falando sério? Syn perguntou.- é acho que não vai ter problema. Sorri.- então, que exatamente nós somos? Syn pergunta.- melhor deixar isso pra outro dia né... Disfarcei.- a não eu quero saber... Syn insistiu.- amigos... Melhor assim... Respondi.- tão tá bom. Syn sorriu torto.Amizade! sei bem o que vai acontecer destaamizade mais não custa tentar certo?- vai à escola amanha né? Perguntei.- sei não to com preguiça... Syn riu.- nada disso fresco insuportável. Você acha mesmoque vai ficarna caminha enquanto eu to dando durona escola? Reclamei...Syn começou a rir incontrolavelmente- se é loca é? Claro que vou a escola amanha só praver essa sua carinha. Syn sorri.E eu bem fico toda sem graça, aquele infelizrealmente mexia comigo.
  49. 49. - bom então já vou... Levantei da beira da cama delesaindo...- espera vai não fica aqui comigo... Syn pediu.- porra! Eu to com fome me deixa ir pra casa jantar...Comecei a rir.- você volta? Syn perguntou.- tem medo do escuro? Ou quer que eu volte paradar sopinha na sua boca? Perguntei.E ele claro riu muito.- melhor nem responder. Syn sorriu.- talvez eu volte, vai depender da minha mãe. Sorri.- vou esperar tudo bem pra você? Syn perguntou.- tudo... Eu acho... Respondi.Voltei pra casa... e logo ouvi um belo de um sermão.- aonde você foi falei pra você voltar antes da jantamoça... Minha mãe pôs-se a azucrinar meusouvidos...- é difícil pensar com você falando assim mãe... Fui acasa de um amigo... Respondi olhando o teto.- amigo? Homem? Ela perguntou.- sim... Respondi.- e você gosta dele? Ela perguntou.
  50. 50. - é... Um pouco! Fiquei meio vermelha.- aleluia gloria a Deus... Minha mãe falou.Olhei-a espantada.- que foi mãe? Perguntei.- achei que você era lésbica desde que você temidade pra namorar nunca vi você com nenhummenino. Ela diz.- a mãe qual é acontece que eu procuro o cara certopra mim e tal. Respondi.- e ele é o cara certo? Ela pergunta me olhando.- bom cara certo eu não sei... Mais ele mexeubastante comigo. Sorri.- fico feliz por você. Ela me olhou.- já que tá tão feliz posso voltar lá? Ele pediu... Olheio chão... Esperando um não maior que minhacabeça;- pode desde que volte antes das onze pode. Elarespondeu...Fui ao meu quarto tomei banho e coloquei umaroupa mais de casa, afinal quando tinha ido láestava com o uniforme do colégio... sai com umshort e uma camisa bem cumprida e como semprefolgada.- volto depois mãe. Despedi-me pegando a chave...
  51. 51. Novamente eu estava lá tocando a companhia deSyn...- oi senhora Haner... olhei-a.- voltou você não sabe como fico feliz... o Brianapresentou tantas melhoras... ela sorriu.Entramos e novamente ela me deixou na porta doquarto dele.- oi de novo moço. Sorri.- você veio...- claro por que não viria? Perguntei.Ele sorriu.- que bom que você veio. Syn diz.- e o que a gente vai fazer? Perguntei.- nem sei. Syn olhou o teto.Aproximei-me do som...- o que você estava ouvido? Perguntei.Começou a tocar sweet child o’ mine.- acho que isso ai. Syn olhou o som.- adoro algumas musicas do Guns. Olhei Synyster;Ouve-se certo silencio...- posso colocar os trabalhos que aprofessora passouno seu PC? Perguntei.
  52. 52. - pode sim. Ele sorriu.Aparentemente o PC estava somente com o monitordesligado então liguei-o.-caramba! Não tinha algo mais feio pra você colocarde papel de parede? Perguntei olhando a loira empose erótica.Synyster riu muito...- tinha... se quiser olhar. Ele riu.- ata! Falei copiando os arquivos do meu pen drivepara o computador dele.Depois abri a pagina do navegador e digitei Guns N’Roses eventos...
  53. 53. - está fazendo o que? Syn pergunta.- passando o tempo... respondi,- onde é o próximo show? Syn tentou puxarassunto...- comeu formiga? Perguntei...Syn gargalhou...- não por que? Ele perguntou.- tá enxergando bem. Sorri.- mais diz ai onde é o show? Syn perguntounovamente.- algum lugar ai. Olhei ele sorrindo.- serio! Ava! Nem sabia. Syn riu.- brincadeira, é aqui, semana que vem. Respondi.- bom... legal né? Syn olhou.- posso perguntar uma coisa? Olhei seria.- pode... Syn respondeu.- você já namorou. Olhei o chão senti meu rostoavermelhar.- já, você não? Ele perguntou direto!- er... perguntei primeiro. Tentei desfazer.- Nia! Responde menina. Ele me olhou bravo.
  54. 54. Aquilo era o cumulo.- tá não ri de mim... eu nunca namorei... Olhei ochão diretamente e senti minha pele avermelharoutra vez.Esperei dezenas e dezenas de risos de Synystermais ele só me olhava.- que foi? Perguntei.- me tira uma duvida, quer dizer que eu fui o primeiroa te beijar? Ele perguntou.De vermelha acho que fiquei azul.- er... foi. Caramba! Ai porra to ficando colorida,comecei a rir e ele também.- calma relaxe... Syn me olhou.Sentei na cama.- eu beijo mal né. Perguntei fazendo careta.- não sei. Syn olhava o nada.- como não sabe? Você me beijou umas duas vezes.Olhei-o encarando.- não beijei não... Selinho pra mim não é beijo. Synme olhou também.- ah..Então tá bom. Olhei o nada.- mas se quiser... a gente pode tentar outra vez, semcompromisso. Syn sugeriu.
  55. 55. Maldita sobrancelha dele ela me irritava toda vezque ele fazia uma sugestão...- ah! Acho que não... ai caramba o que estoudizendo... esquece... reclamei.- ei morena, sem compromisso só pra saber se vocêbeija bem... Syn sorriu.- Synyster nós somos amigos lembra? Perguntei.- é mais o que custa tentar? Ele revidou.- nem mais nem meio mais. Vou embora amanha agente tem aula. respondi saindo...O dia seguinte reservaria muitas descobertas.Capitulo 5 poupe-me de seu mal!Surpresas?Na manha seguinte...Nia POV...Acordei naquela manha sozinha sem minha mãegritar ao meu ouvido. Desci as escadas a pesdescalços o chão estava gelado, ouvi o radio minhamãe estava na cozinha fazendo o café...- bom dia mãe. Falei esfregando os olhos.- oi filha. Ela respondeu.- caramba! Que sono... bocejei.
  56. 56. - chamei um técnico para ver o problema da TV. Elame olhou- até que enfim. Tava passando da hora... er... olheiprocurando alguma coisa.- que se ta caçando? Minha mãe pergunta.- cadê minha bolacha? Perguntei.- você comeu o ultimo pacote ontem. Ela riu.- vou no mercado comprar mais já volto. Pegueiumas moedas na mesa e meu casaco saindo.O mercado era bem próximo quase alguns passosda minha casa caminhei cantarolando...- ei Jen, bom dia. Sorri.- e ai metaleira! Ela respondeu.Fui até a sessão de biscoitos abaixei o corpo paraalcançar o meu biscoito favorito e senti uma mão emminha cintura...- opa! Desculpa! Era Kelvin.-a... tudo bem. Levantei saindo.- ei Nia! Eu tava pensando se você não gostaria desair comigo hoje anoite? Kelvinolhou o chão umpouco envergonhado.Ouvi uma gargalhada familiar ridícula mais familiar.
  57. 57. - porra! Tem cara que não pode ver uma mina bonitaque tem de dar em cima. Syn pôs uma mão em meuombro esquerdo.Fingi me enfurecer paguei a bolacha e começando acaminhar Synyster logo me acompanhou.- te livrei de uma não é? Ele riu.Não me controlei e ri junto.- pode ter certeza que sim. Sorri.Chegamos a esquina...-a gente se vê na escola... Syn despediu-se.- até! Falei.Logo seria hora de ir pra a escola, quando chegueiem casa minha mãe não estava mais lá, tomei meucafé, escovei os dentes e depois fui para o sofáassistir TV, as onze fui para o chuveiro tomar banho,vesti minha roupa calcei meu ALLSTAR preto sacudimeu cabelo peguei meu material e fui para a escola.Nia POV... OFF.- oi Nia. Amy diz.- oi Amy. Nia respondeu.- conte-me as novidades. Amy falou.- não tenho nenhuma. Nia falou.- mas e então como foi lá com o Syn? Amy pergunta.
  58. 58. - Amy, contei pra ele meu segredo. Nia olhou.Havia somente as duas naquela sala, mas Vanessase aproximava e parou na porta ao ouvir a palavrasegredo se colocou entre a porta e a parede paraouvir a conversa das duas amigas. Vanessa nãosabia quem era o tal ele da qual Nia falava mas oque ela queria saber mesmo era o tal segredo.- você contou pra ele que você é BV? Amyespantou-se.Vanessa finalmente tinha algo contra Nia...- chega Amy, esse assunto,morreu. Vai que alguémaparece. Nia olhou a amiga Seria.Vanessa demorou um tempo para entrar a sala foienchendo e aquela aula vaga tornava-se umaalgazarra, era o momento perfeito para Vanessabotar a boca no trombone.Nia POV...Senti um certo arrepio parecia que algo ruim iriaacontecer, comecei a suar de repente ouvi a voz deVanessa pronunciando meu nome de formamedonha...- ENTÃO, NIARA! Conta pra gente como é ser BV?Ela gritou.
  59. 59. Senti uma pontada! Caramba! Ela tinha descobertomeu segredo, apertei com força o papel em minhasmãos senti lagrimas chegando ouvi tudo a minhavolta e antes que pudesse falar alguma coisalevantei e corri para fora da sala, só tinha um lugar aqual eu pudesse ficar sozinha.Nia POV... OFF.---------------------------------------------------------####---########-----------------------------------------------Matt POV...Foi tudo rápido e estranho vi aquela garota correndoe Syn saindo logo em seguida, mais gostei daatitude de uma garota ruiva:- AI VANESSA! Cansei dessa sua atitude com a Nia,você não tem vergonha na cara tem inveja dela? Oque ela fez pra você? Eu to cansada de você ficarhumilhando ela assim! Caramba. Lucia diz, Vanessafica sem palavra alguma e prefere se calar e eu bemeu acabei-me interessando por ela.Matt POV... OFF.Enquanto isso em um lugar não tão longe dali...- Nia! Espera! Syn gritou.- me deixa em paz Synyster! Nia falou andando.Finalmente ela se sentou, ela chorava e estava bemnervosa...
  60. 60. - como sou idiota, por que não fiz nada. Syn sentou-se reclamando.- está tudo bem Syn; você não tem culpa. Nia dizenxugando suas lagrimas.- desculpa mesmo Nia. Syn olhou as pedras nochão.- não se desculpe, por favor. Nia pediu.- Nia... Syn tocou o rosto dela enxugando o restantede suas lagrimas.- que foi? Nia olhava fixamente Synyster, olho noolho era algo estranho até, ela não costumavaencarar as pessoas, Nia tinha medo mais algumacoisa, alguma palavra ela prendia em seus lábios.- Nia, esquece isso! Vanessa não pode mandar emvocê. Nia calou Syn com o dedo indicador.- quietinho! Synyster seu insuportável. Nia riu.Syn também riu.Nia se aproximou obviamente Syn fez o mesmo,aquele brilho nos olhos dele aquele sorriso... lábiosse tocavam mais uma vez, mais agora não era umsimples selinho, era um beijo ela deixou-setotalmente levar por ele.- você beija bem. Syn sorriu.- que mentira. Nia riu.
  61. 61. A sensação que Nia sentia naquele momento eraalgo inexplicável.Os dois voltaram para a classe Nia mantinha umsorriso sem dizer uma palavra qualquer, chegava atéirritar... os dois trocaram olhares enquanto aprofessora explicava, Ela sempre olhava para trás eele estava olhando pra ela.- bem classe! Eu li todos os trabalhos de vocêsparticularmente alguns me charamram bastanteatenção... li algumas coisas bem grotescas outrasbem engraçadas mais algumas mereçeram notamaxima... a professora foi falando... gostaria quecada um lesse o seu poema após receber elevistado e com nota...- professora já recebi o meu... Jimmy gritou.- então leia para nós Jimmy...- O amor sonha com a purezasexo precisa do pecadoo amor é sonho dos solteirossexo é sonho dos casadosMeu negócio agora é sexo e amizade.Acho esse negócio de amor uma coisa muito chata.Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.Sou contra a reserva de mercado.Tem mais é que abrir as portas para a Madonnaabrir as pernas.Eu sou um preguiçoso que trabalha muito.
  62. 62. A força da grana que ergue e destrói coisas belas.Desde pequeno eu achava que seria célebre. tempo não para e, no entanto, ele nunca envelhece.É impressionante a força que as coisas parecem terquando elas precisam acontecer. Jimmy riu juntocom a sala...Logo em seguida Flavia leu...- Rir é correr risco de parecer tolo.Chorar é correr o risco de parecer sentimental.Estender a mão é correr o risco de se envolver.Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrarseu verdadeiro eu.Defender seus sonhos e ideias diante da multidão écorrer o risco de perder as pessoas.Amar é correr o risco de não ser correspondido.Viver é correr o risco de morrer.Confiar é correr o risco de se decepcionar.Tentar é correr o risco de fracassar.Mas os riscos devem ser corridos, porque o maiorperigo é não arriscar nada.Há pessoas que não correm nenhum risco, nãofazem nada, não têm nada e não são nada.Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, maselas não conseguem nada, não sentem nada, nãomudam, não crescem, não amam, não vivem.Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas,privam-se de sua liberdade.Somente a pessoa que corre riscos é livre!
  63. 63. A seguinte foi Vanessa...- Perdidos e amantes numa praia - a mais deserta -Por testemunha o céu, gaivotas e a areia quente,Nada para lembrar, eu e tu vivendo este presente...Numa manhã quente, à luz do sol, a poesia certa.Entre olhares, desejos, nos amamos perdidamente.E a natureza vibrando nesse instante o momento.Em que dois corpos, eu e tu, rendem-se ao vento.,Dando-se por inteiro nas carícias, freneticamente.Passamos horas assim, alheios a tudo em volta,Pondo em prática devaneios que a imaginação solta,Espraiado o mar, vem lamber em ondas nossoscorpos nus,Sonho bom que desfrutamos, e a um Oásis nosconduz...Ao olimpo dos amantes, sem angústias, sem revolta,Celebração de um paraíso pleno de paz, amor eluz... Vanessa sorriu gloriosa...O seguinte foi Johnny.- Vai doer, mas vou arrancar o que me faz sofrer,Nem que tenha que cravar as unhas,Esfolar até sangrar, mas vai sair,Vai passar...Talvez um dia, com calma, esqueça.E entenda porque me fez sonhar tão alto com esseamor,E depois despencar nesse abismo de...nada.
  64. 64. Depois Zacky...-se você tem pai;se você tem mãe;se você tem uma casa;se você tem uma comida na mesa;se você tem uma cama limpinha, quentinha;se você tem saúde;se você enxerga;se você escuta;se você se supera;se você erra e aprende com seu erro... Aí você éfeliz! aí você tem tudo! Porquedinheiro e sucesso, não compra tudo não...O dinheiro compra muita gente, mas nãocompra tudo não, ta ligado... Então, queroque vocês entendam, que o melhor que agente pode ter na vida, são as coisasbásicas: é a nossa saúde, é a família, éum amigo, é um lugar pra viver, ta ligado...É ter no que acreditar, é viver em funçãode um sonho...Eu tenho uma alma, que éfeita de sonhos...”Em seguida Lucia leu...- Existe somente uma idade para a gente ser feliz,somente uma época na vida de cada pessoaem que é possível sonhar e fazer planose ter energia bastante para realizá-lasa despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
  65. 65. Uma só idade para a gente se encantar com a vida eviver apaixonadamentee desfrutar tudo com toda intensidadesem medo, nem culpa de sentir prazer.Fase dourada em que a gente pode criare recriar a vida,a nossa própria imagem e semelhançae vestir-se com todas as corese experimentar todos os saborese entregar-se a todos os amoressem preconceito nem pudor.Tempo de entusiasmo e coragemem que todo o desafio é mais um convite à lutaque a gente enfrenta com toda disposiçãode tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,e quantas vezes for preciso.Essa idade tão fugaz na vida da gentechama-se PRESENTEe tem a duração do instante que passa.Depois Matt...- Minha mente me diz que quer voltar a amar.Diz que está cansada de enfrentar sozinha a solidão.Fala-me que lá fora, há pessoas como eu quebuscam,alguém que compartilhe e aqueça lhe o coração.Mas o que meu coração não entende,é que ainda trago na alma marcas de um antigoamor.
  66. 66. E embora a minha razão me diga que tudo acaboufaz tempoé ele que ainda me rouba a alegria e me envolvecom a dor.Mas confesso que estou cansado de voar sem rumo,pois preciso de um ninho onde eu posso meaconchegar.Estou cansado de sobreviver sem ele ao meu lado,estou cansado de tanto sofrer, de tanto chorar.Acho que preciso realmente sair em busca dealegrias.Preciso encontrar quem me queira e me dê valor.Talvez assim eu possa voltar à vida e deixar de sertão triste,quem sabe assim eu volte a cantar e escrever sobreo amor.Pois minha poesia hoje só fala de tristeza eamargurapois elas retratam o vazio que alguém deixou emminha alma.Mostram os soluços que trago reprimido nagarganta,muito embora com os lábios eu demonstre falsacalma.Eu preciso aceitar que ela não me ama.Por um fim nessa dor que assola o meu coração.
  67. 67. Preciso voltar à vida urgentemente.Preciso de alguém que me estenda à mão.Pois eu me sinto só e perdida neste meu céu,onde as estrelas parecem brilhar apenas lá noinfinito.Minhas lágrimas correm soltas pelo meu rostomas soluçando minhas mágoas ao vento, o nomedela eu grito.E enlouquecida de dor e de saudade,entorpeço a minha mente buscando tudo issoesquecer.Por isso eu necessito de alguém que me estenda àmão,que tire de mim essa amargura e devolva-me avontade de viver.Em seguida foi Amy...Nós gostamos de ROCK e somos loucosEles fazem besteiras e são normaisQ vivam os loucos d boa cabeçaE pela metamorfose da vida s tornemMALUCO BELEZA!!Um repórter de rock é um jornalista que não sabeescrever, entrevistando gente que não sabe falar,para pessoas que não sabem ler.É necessário sempre acreditar que o sonho épossívelQue o céu é o limite e você, truta, é imbatível
  68. 68. O tempo ruim vai passar, é só uma fasee o sofrimento só aumenta mais a sua coragem..Me Perguntam se sou Rockeira,Mas não sei responder,Por Que o RockNão tem ExplicaçãoNão concordo com a frase sexo, drogas e rock nroll...Basta o Rock para sentirmos os mesmos feitosdas outras duas coisas!!!Ela é meu estado de choqueEla é meu sábado de rockMeu descaramentoEla é minha final de copa do mundoEla é meu grito em cima do muroEla é meu tormentoEla é meu carro mais arrojadoEla é meu coração aceleradoMinhas investidasEla é meu sol reinandoNaqueles dias escaldantesMinha Nova ItaparicaEla é meu eclipse lunarDesses momentos pra se observarEla é meu delírioEla é minha música nunca escritaUm poema nobre cheio de rimaMinha contradiçãoEla é minha tempestade que arrasa tudoAquela que parou com meu mundo
  69. 69. Minha piraçãoEla é minha droga mais pesadaDaquelas que não deixam de ressacaMinha alucinação. Hoje acordei com um reggae a me balançar!De tarde sei que já estarei no ritmo de um rock a mealucinar..E a noite estou sempre no clima de uma docecanção de amor a me ninar...Mais é sempre assim, vivo em meio a vários ritmos esons que vão tocando de acordo com os passos quevou trocando pelos caminhos da vida...!!Cidades em chamas com rock in rollO som entra direto em minha soulQueimando cada milimetro dos meus tecidosPermanecem assim, meu corpo aquecido.O som me faz delirar.Solos de guitarra fazem o mundo parar.os bateristas sabem como ao povo alegrarCom suas baquetas arrebentar..Calças coloridas,cabelosemos,chega de conversa.Que porra é essa?E depois Synyster...Recomeça....Se puderesSem angústiaE sem pressa.E os passos que deres,
  70. 70. Nesse caminho duroDo futuroDá-os em liberdade.Enquanto não alcancesNão descanses.De nenhum fruto queiras só metade.E, nunca saciado,Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.Sempre a sonhar e vendoO logro da aventura.És homem, não te esqueças!Só é tua a loucuraOnde, com lucidez, te reconheças...-já tenho por mim que a maioria leu... a propósitoNiara seu poema ficou muito bonito...A professora leu o poema de Nia e logo em seguidaentregou a ela... -Aproveite o dia ou morra lamentando o tempoperdidoEstá vazio e frio sem você aqui, tantas pessoassofrendo.Eu vejo minha visão queimando, eu sinto minhasmemórias desaparecendo com o tempoMas sou tão jovem para me preocuparEssas ruas em que nós viajamos sofrerão do mesmopassado perdidoEu encontrei você aqui, então, por favor, fique pormais algum tempoEu posso continuar com você por perto
  71. 71. Eu te asseguro minha vida mortal, mas isto serápara sempre?Eu faria qualquer coisa por um sorriso, segurandosua mão até nosso tempo acabarNós dois sabemos que o dia irá chegar, mas eu nãoquero te deixarEu vejo minha visão queimando, eu sinto minhasmemórias desaparecendo no tempoMas estou tão jovem para me preocupar(Uma melodia, uma memória, ou só uma fotografia)Aproveite o dia ou morra lamentando o tempoperdidoEstá vazio e frio sem você aqui, tantas pessoassofrendo.Nova vida substituindo todos nós, mudando estafábula que vivemosNão precisamos ficar muito aqui, então para ondeiremos?Irá você seguir esta jornada esta noite, me seguiralém das paredes da morte?Mas garota, e se não houver vida eterna?Eu vejo minha visão queimando, eu sinto minhasmemórias desaparecendo no tempoMas estou tão jovem para me preocupar(Uma melodia, uma memória, ou só uma fotografia)Aproveite o dia ou morra lamentando o tempoperdidoEstá vazio e frio sem você aqui, tantas pessoassofrendo.Experimentando a vida, há perguntas de nossaexistência aqui, não quero morrer só sem você aqui,Por favor, diga-me que o que temos é realEntão, e se eu nunca te abraçar, ou beijar seus
  72. 72. lábios novamente?Então eu não quero te deixar e as memórias que nósdois temosEu imploro não me deixeAproveite o dia ou morra lamentando o tempoperdidoEstá vazio e frio sem você aqui, tantas pessoassofrendo.Experimentando a vida, há perguntas de nossaexistência aqui, não quero morrer só sem você aqui,Por favor, diga-me que o que temos é real(Silêncio você me perdeu, sem chance para umoutro dia.)Eu caminho aqui sozinhoCaindo sob você, sem chance de levar você de voltapara casa.- eu mato você seu infeliz. Nia olhou Synsussurrando aquelas palavras...- muito bem classe estão dispensadosForam todos para o recreio...- Nia menina aonde você vai. Amy gritou...- vou pegar meu lugar antes que me roubem! Niacorreu...Nia correu até o cantinho precioso atrás dabiblioteca mais foi em vão.- AH! SYNYTER SAI DAÍ NEM VEM QUE NÃO TEMFILHO DUMA MÃE; Gritou irritada.
  73. 73. - foi namorar perdeu o lugar minha filha. Syn riu.- pra começo de conversa namorar com quem sevocê tá aqui? Nia perguntou.Synyster ficou azul.- caramba! Syn virou filho de um Smurf. Zackyapontou o amigo...- até que enfim alcancei essa doida. Amy chegoucom Lucia.- acho que da pra dividir o espaço com todo mundo.Matt olhou...- eu fui voar com os passarinhos mais cai por que eunão tenho assas (8) Jimmy começou a cantar...- bebeu Jimmy? Nia perguntou sentando-se ao ladode Syn.- imagina passou a noite tocando umas pensando nalady gaga. Johnny riu.- FILHO DUMA PUTA LAZARENTO FICACONTANDO SEGREDO ALHEIO POR AI. Jimmyberrou rindo.- credo que horror vocês não prestam. Lucia riu.- e eu achava o Synyster impuro. Nia rachou narisada.- ao menos podia ter sido uma mulher mais bonita...Zacky retruca.
  74. 74. Neste momento Syn resolve fazer um convite a Niasussurrando em seu ouvido:- que tal a gente ver um filme hoje à noite? Synpergunta.- hum, não sei o que você quer ver? Nia pergunta.- a gente pode ver jogos mortais o que acha? Synpergunta.- por mim tudo bem... E Vocês? O que acham dagente ver jogos mortais? Nia perguntou...Syn bateu na própria testa lá se ia uma bela chancede ficar sozinho com Nia...Acabou que todo mundo inclusive Amy, e Luciaaceitaram o convite e estava marcado, uma noite decinema na casa de Synyster com direito a dormir lá...Tipo noite do pijama se é que vocês entendem...Logo mais a noite...- ainda falta a Nia eu não vou ligar a TV enquantoela não chegar. Syn olhou os amigos reclamando.- a qual é não vai fazer mal ela perder o começo dofilme. Jimmy diz...- nem vem a gente vai esperar ela e pronto larga deser xereta e ficar dando opinião em uma casa quenão é sua. Syn brigava com Jimmy...De repente.
  75. 75. - por que essa gritaria toda? Era Nia...- a Nia... o Synyster não me deixou colocar o filmeculpa sua. Jimmy fez careta...- ai gente, precisa tudo isso podia ter deixado elescolocarem o filme eu não me importo. Nia falou.- a caramba! Então coloca pra rodar esse trem ai.Syn havia ficado bravo...O filme foi passando... todo mundo assistia quasedormindo... realmente o filme estava bastantetedioso...- meninas por que vocês não vão para o quarto dehospedes? estão quase dormindo ai... Synperguntou a Amy e Lucia...As duas foram...- algum deles ronca? Nia perguntou.- não que eu saiba. Syn respondeu...Os dois eram os únicos acordados vendo aquelefilme...- Nia, já vou dormir... sequiser ficar ai tudo bem...Syn se levantou.- não vou dormir também... Nia foi para o quarto...Passou algumas horas depois que os dois haviamido deitar, a jovem colocou-se a revirar de um lado a
  76. 76. outro na cama daquele quarto de hospedes, nãoestava conseguindo dormir...- ai caramba! Nia a gente quer dormir menina...Lucia reclamou...- desculpa... Nia diz...Nia colocou os pés no chão gelado e decidiu irdormir com Syn... Decisão estranha pelo fato dajovem não ser namorada dele e sim uma amiga...- Synyster está acordado? Ela sussurrou da porta...Houve-se um resmungo...- agora eu estou... que foi Nia... Syn virou-se paraolhar a garota...- é... bem... tipo... Nia ficava sem graça;- fala de uma vez... são duas da manha eu to comsono. Syn resmunga.- posso dormir com você? Não estou conseguindodormir lá... Nia baixou a cabeça.Syn ficou muito surpreso com o pedido mais aconvidou:- claro entra ai... Syn a chamou...A mesma deitou olhando-o...- boa noite Synyster. Ela diz.- boa noite... Syn respondeu dormindo...
  77. 77. Por volta das quatro da manha, Syn acordou... Niadormia tranquilamente de costas pra ele... o mesmoa puxou bem devagar junto ao seu corpo e aenvolveu em uma abraço singelo dando lhe um beijona testa e dormindo novamente...Capitulo 6 um dia diferente comSyn.- Amy! Vamos sua mãe falou que era pra você tá emcasa as sete. Lucia falou enquanto arrumava ocabelo...- não pentea... Amy disse esfregando os olhos...- o que? Lucia olhou...- o cabelo guria... Fica mais bonito assim todocacheado... Sorriu.- ah! Então tudo bem... Lucia sorriu.As duas saíram de fininho... Amy parou um poucopara olhar os meninos na sala...- por que é tão difícil... Amy suspirou...Zacky acordou mais manteve os olhos fechados...- o que é difícil Amy? Lucia voltou perguntado...- falar... Dizer a Zacky o que eu sinto... Quando euolho para o Synyster e a Nia, parece tão fácil... Maisisso é por que ele que gostou dela primeiro... Ou osdois se gostaram ao mesmo tempo... Mais meu caso
  78. 78. é um tipo de amor não correspondido... Amy baixoua cabeça...- ai Amy! Eu sei que você é do tipo toda fofinha quetem que esperar o cara chegar em ti, mais tipo... eleé meio playboyzinho se acha mesmo que ele vaigostar de você do mesmo jeito que você gosta dele?Lucia diz.- você costuma jogar as coisas na lata mesmo emLucia... Amy olhou a amiga...- olhe meu caso, por exemplo, eu acho o Matt muitomais muito gostoso... É um caso aparte sabe... Seeu quisesse tentava dar uns pega nele... Mais eutenho coragem de dar a iniciativa entendeu? Luciadiz.- credo menina, e se ele não for desse tipo? Amypergunta...- bom... Ai eu já não sei... Agora vamos... Falta 15pras sete da manha. Lucia puxou Amy...Quando não ouviu mais barulho das duas Zacky sesentou e ficou pensativo...- ei Zacky o que você tem? Matt acordouperguntando...- nada... vamos embora? Zacky perguntou...- vamos. Matt respondeu...
  79. 79. acordaram Jimmy e Johnny e os quatro foram paracasa.Por volta das 8:30 da manha...Syn acordou notou que tudo que tinha acontecidonoite passada não era um sonho... Ela realmenteestava deitada em sua cama ao seu lado.Syn foi até a cozinha.- bom dia mãe... Syn falou.- bom dia... e a moça na sua cama... o que vocêsdois andaram aprontando?- nada ela só pediu para dormir comigo e euconcordei. Syn disse....- gosta muito dessa menina não é Brian.- demais... Syn suspirou.- por que não sai com ela hoje? É sábado leva elaem um lugar romântico garotas gostam disso.- se você deixar o carro... posso levar... Syn olhou.- eu deixo...mais tem que se divertir não ficarzanzando por ai com o carro...- tá mãe eu já sei onde vou... Syn olhoua mãe outravez.- então senhor Brian tá esperando o que pra iracordar a garota?
  80. 80. - você ir trabalhar... Syn riu.- to indo então até mais tarde meu filho.- até mais mãe. Syn respondeu...Syn foi em direção ao quarto e lá sentou-se na camaolhando a jovem dormir...- teimosa, mais linda... Syn suspirou.A jovem dormia tranquilamente quando ele aacordou passando uma de suas mãos nas costasdela...- ei garota! Está na hora de acordar. Syn chamou.Nia acordou esfregando os olhos...- que foi? Ela olhou-o sentado ao seu lado.- nada por que? Syn pergunta.- a esquece... Nia reclama.- você vai passar o dia comigo... Syn sorri.- mais eu não falei nada disso com minha mãe. Niasuspira.- relaxa garota, já avisei ela. Syn levanta.- a... neste caso. Nia sorri.- vem você tem que tomar café pra gente sair. Synchamou.
  81. 81. - ai caramba! Olha só que mesa linda. Nia olhou amesa de café romântica...- eu sei ser romântico quando quero. Syn se autogloriou.- foi sua mãe quem fez não foi? Nia olhou rindo.- é foi. Syn gargalhou.- sabia isso não tem cara de ser coisa sua. Nia riu.- vem senta toma café logo... Syn reclama.- calma... Nia riu.Após o termino do café...- fui na sua casa busquei uma roupa pra você, suamãe que escolheu, você pode tomar banho lá nomeu quarto enquanto eu arrumo tudo aqui. Syn diz.- tudo bem já volto. Nia foi para o banho.
  82. 82. Syn arrumou a bagunça da mesa, fez uma cesta depiquenique levando ela ao carro, foi no quartoprocurar uma camisa e quanto vira toma um susto...- ai porra! Podia ter dito que estava aqui. Nia seassusta segurando a toalha pra ela não cair.- desculpa vim buscar uma camisa... Syn olhou ajovem de toalha.Nia olhou Syn sem camisa sentiu suas bochechasganharem um tom avermelhado.- e eu vim pegar a roupa pra vestir ora essa. Niaolhou-o mais uma vez entrando no banheiro.Syn riu...- ai, ai um dia essa menina me mata. Syn riu indo acozinha.Enquanto isso no banheiro...- droga Niara... Se controla sua peste, você nãopode ficar sentindo isso ele é seu amigo. Niapensava.Amizade? Sem bem que amizade sairia entre essesdois... Aquele estilo colorida em que um dos ladosgosta do outro neste caso ambos os lados se amam.
  83. 83. Nia saiu do banheiro e foi a cozinha, ainda estavaum pouco envergonhada com a cena anterior maisresolveu não dizer nada.- então... Vamos? Syn sorriu.- tá então vamos... Nia olhou.Os dois entraram no carro da mãe de Syn, ele ligouo radio para ouvir as noticias e ela ficou caladapensando.- não vai dizer nada? Syn pergunta...- ai caramba! Não me assusta menino. Nia reclama.- caramba! Desculpa... Syn ri.Os dois prosseguem a viagem agora conversando...- onde estamos? Nia pergunta quando os doischegam a um tipo de praia...
  84. 84. Syn desce do carro pegando a mão da jovem e osdois caminham...- minha avó me trouxe aqui antes de morrer. Syn diz.Nia abaixa a cabeça...- não fique assim... Deixe me contar a historia. Synsorriu.- tudo bem. Nia olhou-o- meu pai nunca gostou de ser romântico... Pra falara verdade nem sei como ele casou-se com minhamãe... Bem, mais isto não é o que eu quero dizer...Poucas pessoas conhecem esta praia e minha avóera uma delas... Ela me trouxe aqui e disse...Lembro até o jeito que ela falou: Brian! Essa praia éalgo importante pra mim, e você também... Se umdia trouxer alguém aqui, que essa pessoa sejaimportante pra você. Syn diz.- nossa... Que coisa linda. Nia segurava o choro.- vem vamos à casa dela... Vou te mostrar lá... Synsegurou a mão de Nia...Em momento algum do passeio dos dois Synystersoltou a mão da jovem... Para ambos talvez fosseuma maneira de carinho, afeto, ou talvez purabasbaquice da parte dele. Mais ela estava gostando.Os dois jovens caminharam até uma velha casa abeira da tal praia...
  85. 85. - tá um pouco empoeirada em... Nia tossiu.- é... Desde que meus avós morreram ninguém vemmais aqui... A casa ficou pra mim. Syn riu.- hã? Como assim pra você? Nia perguntou.- é que um dia ai eu estava aqui com minha avónaquela cozinha ali (Syn apontou). E eu estava comuma cisma de que queria casar e não sei o que maissó que eu queria casar.Nia riu.- ai eu peguei e disse pra ela vovó eu vou casar comuma mulher, a mais linda de todas vovó a senhoravai ficar no chinelo... Ai ela falou assim, case mesmocom a mulher mais linda e venha morar com elaaqui... Ai eu falei... Mais aonde você vai... E eladisse: quando você casar com a mulher mais lindade todas Brian, a vovó morará em outro lugar maiscalmo e feliz. Acho... ( Syn limpou a lagrima...)(ainda segurava a mão de Nia ambos sentados nosofá) acho realmente que agora entendi o que elaquis dizer.- Synyster... Eu queria... Ai caramba... Syn... AveMaria... Como se fala um negocio desses... Niareclamou...- já volto vou buscar uma coisa lá no quarto... Synsaiu.
  86. 86. Nia se levantou indo até a pia da cozinha pegou umpouco de água jogou no rosto e deu uma leverespirada... Sentiu as pernas bambearem apoiando-se na pia da cozinha...“o que está havendo...” pensou.- está gelada... Syn apareceu por de trás da moçaenfiando suas mãos nas costas dela...- Synyster... Eu... Ai caramba... Não to conseguindoficar em pé;Nia reclamou ainda segurando a pia.- relaxa... Vai dar tudo certo... Syn tocou a jovemsubindo sua mão...O rapaz pegou a garota em seu colo e a colocou nosofá deitada de costas para cima...- ar... Ela gemeu...
  87. 87. - tá sentindo alguma coisa? Syn preocupou-se.- não... Estou bem... Ela respondeu...- o que pra você seria romântico? Syn pergunta...- uma coisa que demonstre amor... Que seja parasempre... Ela responde...- me da uma chance... De mostrar meu amor porvocê... Syn a olha.- mais Synyster, sinceramente... Eu nem sei o que éamor... Lembra? Eu nunca senti isto. Nia olha...- eu sei, é exatamente por isso que eu quero fazervocê feliz... Sei que você gosta de mim... Me da umachance... Syn suspira.- arg!!! Não sou do tipo romântica... Caralho meninovocê meche muito comigo... Nia reclama.- diz... Syn riu.- diz o que? Nia pergunta.- anda diz... Sua teimosa... Sei que você quer falar.Syn riu outra vez...Nia sentou se aproximou de Syn chegou a seuouvido e sussurrou:- eu te amo... Nia sussurrou, deu um beijo nopescoço dele e depois olhares se encontraram elogo em seguida, beijaram-se...
  88. 88. - eu não faço à mínima... Do que você quermenina... Mais eu também te amo. Syn a beijououtra vez.- Synyster... Uma chance... Só uma... Nia olhou-osentada ao colo dele.Syn beijou a jovem... mais ou menos assim:- a gente sempre foi feito um para o outro você que échata demais e não admite. Syn riu...- não sou chata... Nia ri.- será que um dia vou viver como minha avó? Synolhou.- depende... como sua avó viveu. Nia olhou.- ficar casado até morrer... Syn olhou.- vai sim... Nia sorriu.- nossa menina, não sabe como isso me alegra...Syn riu.- para de me chamar de menina isso tá meirritando... ela olhou brava.
  89. 89. - menina, menininha, garota... Syn provocou.- esqueceu um! Nia olhou...- qual? Syn perguntou...Nia sentou no colo de Syn outra vez olhou olho noolho,e disse aproximando-se do pescoço dele...- canibal... Elamordiscou aquele pescoçocom cheirode perfume masculino.- nossa... Bem lembrado... Syn riu...Obviamente vocês sabem o que Syn queria... Maisele esperava que ela tomasse a iniciativa, esse casalacabava de ter sido formado e Syn não queria darmotivo algum para dar um fim naquilo que amboschamavam de amor...- Synyster... Nia chamou.- diga... Syn aproximou seu rosto do dela...
  90. 90. - tenho que contar uma coisa... Nia olhou a parede.- diga... Syn esperou ela dizer.- eu... Sou... Caralho! Eu fiz votos de castidade com15 anos... Da pra entender? Nia perguntou...- claro... Você é virgem, e não fez votos de castidadecoisa nenhuma... Syn riu.- ar... Estraga prazeres. Nia olhou-o- vai esperar meu tempo? Nia pergunta.- claro... Syn deslizou seu rosto conta os cabelosdela.- você é bem grudento né... do tipo carinhoso. Niariu.- sou... e você gosta. Syn diz.- é gosto mesmo... Nia aconchegou-se no peito dorapaz.
  91. 91. A tarde foi passando e a noite chegaria que novascoisas aconteceriam com a chegada do “escuro”?- tem alguma coisa de comer? Eu to com fome... Niareclama.- ah, bem, eu trouxe uma cesta de piquenique... Sevocê quiser... Tem um monte de coisas lá;- amanhã é domingo... Nia começou.- se eu quisesse tirar férias com você, em um lugarsó nos dois por um mês você viria comigo? Synpergunta...- aonde você quiser eu vou com você Synyster. Niasorriu.- você é louca sabia? Syn olhou...- sim, você me disse... Nia riu.- seu celular... Syn apontou...- vish é minha mãe... eu atendo? Nia pergunta.- melhor atender... não quero passar desequestrador de menininhas indefesas... Syn riu.- ah? Que menininha indefesa é você, seu fresco.Nia atendeu.- filha? A mãe de Nia chamou do outro lado da linha.- oi mãe que houve? Nia pergunta.
  92. 92. - queria saber se vai passar a noite fora? Mãe de Niadiz.- sim, vou... Nia responde.- tudo bem, tchau beijo. Ela desliga.- e ai o que foi? Syn pergunta...- ela queria saber se eu ia passar a noite fora. Niaresponde.- e você respondeu que sim. Pelo que vi. Syn olhou-a em pé...- já que vamos ficar aqui, tira a camisa pra mim? Niapergunta.- que? Syn olha assustado.- tira... Nia pediu.Syn tirou.- e ai? Syn pergunta.- meio branco, bem branco... tá precisando de umaacademia também. Nia olhou.- tá de sacanagem? Syn disse bravo.- mais... está do jeitinho que eu gosto. Nia abraçou-o.- se alguém desabotoasse o botão da sua calça oque seria? Nia pergunta.
  93. 93. - um passo a menos para tirar a calça. Synresponde.- e se abaixassem o zíper? Nia pergunta.- 2 passos a menos para tirar a calça. Syn responde.- e se abaixassem sua calça com um pé gelado? Niapergunta.- seria um passo a menos para tirar a cueca.Synresponde.Nia ri e continua...- e se tirassem sua cueca? Nia pergunta.- seria um passo a menos pra mim ir para aquelacama. Syn apontou Nia riu mais.- e se você fosse para aquela cama com alguém?Nia pergunta.- seria um passo a menos para eu e este alguém terum filho. Syn diz.- e se você tivesse um filho com essa pessoa?Niapergunta.- seria um meio passo para a minha felicidade. Syndiz- e qual seria o passo completo da sua felicidade?Nia pergunta.- você ser a mulher que desabotoasse minha calçavocê abaixasse meu zíper e minha calça com um pé
  94. 94. gelado tirasse minha cueca fosse para aquela camacomigo, tivéssemos um filho e aceitasse ser minhaesposa. Syn respondeu.- nossa, que romântico meu lindo. Nia tocou o rostode Syn.- tenho três coisas para dizer... Syn olhou-a.- diga... Nia pediu.- eu te amo. É uma delas... Há segunda seu tempo,eu vou esperar... Três não me deixe nunca. Synsorriu.A casa silenciou-se.- Syn? Nia chamou...Syn deitado no sofá grande não respondeu.A mesma jovem levantou aproximou-se do garotodesabotoando sua calça...Syn olhou...- tá fazendo o que? Ele pergunta.Ela ri.- achei que você estava dormindo. Ela olhou-o.- vem cá morena. Syn puxou a garota para seu colo.- a tá loco é? Ela olhou-o.
  95. 95. - quero você seja hoje ou amanha ou daqui cemanos... esse amor por você não vai morrer nunca.Syn olhou-a.Ela deitou-se no peito dele e ficou lá em silencioouvindo sua respiração.Capitulo 7 sensações.Nia POV...O coração pulsava mais que o normal de repenteSyn me pergunta.- ei me diz uma coisa... Que clima você gostaria queestivesse na sua primeira vez? Syn pergunta.- bem... No começo eu achava que uma cama todabranca com pétalas de rosas vermelhas era o queeu queria na minha primeira vez... Algo românticosabe mais depois eu acabei pensando... Porra! Euestava fazendo a fantasia da minha mãe... O que elahavia feito percebi que aquilo não era o que queria.Na verdade o que eu queria era uma coisa mais domal... Respondi.- tipo o que? Syn pergunta.- tipo... Lençóis ao chão velas pretas um climaescuro... Não totalmente mais pra dar um clima denoite de terror... Uma musica lenta ou um rocksuave... Algo do tipo que proporcionasse as
  96. 96. vontades dos dois de forma que me agradasse, achoque é isso... Olhei-o.Syn me olhou um tanto amedrontado.- deve achar que eu sou maluca. Sorri.- é um pouco... Syn olhou.Era difícil as pessoas me entenderem.- já volto... Syn saiu.- tudo bem. Respondi.Fiquei na sala enquanto Syn saiu por uns instantessozinha naquela casa um tanto escura...Alguns minutos depois comecei a estranhar aausência dele.Decidi ir atrás dele... Comecei a caminhar pelacasa...- Synyster? Cadê você? Chamei...Ninguém respondeu... Ouvi uma musica no ar e mecoloquei a segui-la...- Synyster? Chamei entrando em um quarto...Vi Synyster saindo de uma espécie de armário comuma caixa...- o que você está fazendo aqui? Perguntei.Syn joga a caixa para cima apavorado...
  97. 97. - que susto menina... Syn recolheu o que haviaderrubado.- velas? Pra que isso? Perguntei.- queria fazer um clima... Syn colocou-se a ascendê-las.- você... Você fez isso pra mim? Apontei os lençóisno chão ao lado do som...- não eu fiz pra gente... Syn sorriu.Aquele cantinho escondido atrás da cama... Eraperfeito tudo nele estava do jeito que eu imaginei...Era como se fosse algum flashback Tipo assim.- Syn eu nem sei o que dizer... Juntei minhas mãoscontra meu corpo em um gesto de fofura.- bom!Syn aproximou-se de mim.- bom o que? Perguntei o olhando.- eu não sou do tipo romântico mais te convido a sejuntar a mim... Syn me convidou a sentar nocantinho romântico que ele havia produzido...O quarto estava iluminado a velas então aquelemeio escuro meio claro me deixava tranquila...Nós dois estávamos bem próximos um do outro aopoucos trocamos beijos...
  98. 98. - já disse, não tenha medo... Syn sussurrou quandome recuei.Ele segurou minhas costas desceu sua mão sobreela enquanto me acariciava com o rosto e eu porenquanto permanecia sem dizer uma palavra. Eleprocurava acredito eu uma forma de meproporcionar prazer, ele me tocava... E eu bem...Não ligava muito... Não sentia nada... Tocou meusseios um par de vezes acariciou meu rosto beijou-me e por enquanto nada que ele fazia me atraia...- você é difícil em. ele sorriu.Synyster arrancou a camisa e tentou outra vez...Encostou seu corpo próximo ao meu deslizandosuas mãos frias em baixo da minha blusaencostando em minhas costas senti um arrepio.Ele riu.
  99. 99. - agora sim achei... Ele disse.Senti minhas bochechas corarem em um tomavermelhado; segurou minha blusa pelas costas atirando de meu corpo... Ele me olhava... Tocou meucorpo mais uma vez, deslizando aquelas mãosenormes sobre minhas costas me arrepiando... Maise mais... Ouvi aquele click e me distanciei era meusutiã... Distanciei-me na hora...- rápido demais? Ele perguntou.- é!rápido demais. Olhei.Beijos tornavam-se outra vez calorosos deitávamose sentávamos constantemente durante esses beijos,deitei minha cabeça ao travesseiro e senti Synystertocando-me seriamente... Sentia seu sorriso seformando toda vez que eu ficava excitada eracurioso... Vê-lo sorrir era uma forma incondicional dedizer que ele estava gostando... Aos poucos ia mesoltando deixando me tocar... E algo iria acontecer...- ah... Você será minha para sempre de maisninguém. Syn sussurrou.- ar... Hã... Ah... Comecei a suspirar...Synyster percorria meu corpo com os lábios... Aquiloestava me deixando, com umas sensaçõesestranhas. Era só o que faltava ele estavaconseguindo me domar... Ouvi outra vez aqueleclick...
  100. 100. - desta vez você vai deixar... Syn me puxou contraele...Olhei-o bem no olho e ele tirou aquele sutiã preto...Fudeu pensei. Tocou-me desceu aquela mãoenorme sobre aquele meu corpo pequeno e frágil...Encostou a mão na calcinha... a puxou de leve parabaixo... Olhando-amesma e logo a jogou em umcanto qualquer como havia feito com o sutiã... Omedo estava tomando conta de mim, estava nua emum quarto iluminado a velas deitada no chão, beiracama... O que poderia acontecer... Tomei um sustoao ver a iniciativa dele, tirou a calça e a cuecabranca, deixando aquele negocio duro a minha vista,ainda bem que estava escuro e minha cor não eranotada... Claro e obvio eu estava vermelha, agachounovamente encostando aquilo em mim... Entreminhas pernas antes de penetrar fundo aquilo metocava enquanto nos beijávamos e ele apalpavameus seios apertando-os.- anda... Geme pra mim. Pediu.Assustei-me o que era isso? Gemer, como ia fazeraquilo sem nem ao menos sabia o que era... Tudobem durante aquela estadia de beijos calorosossenti umas vontades estranhas de talvez gemer...Mais minha falta de coragem me impedia de soltar“gemidos” então eu só suspirava respiraçõesfogosas. Ele não me pediu licença tocou aquelecerto lugarzinho com aquele negocio... Duro e
  101. 101. gelado, e depois foi o empurrando para frente...Senti uma vontade muito louca de gritar e gritaralto... Synyster ofegava... e eu queria gritar...coloquei minhas mãos sobre os braços deleapertando-os com força...- ahrraarr... (tentativa idiota de imitar um gemido dedor) que isso Syn... Apertei-o com muita força.Pude sentir meus músculos contraindo algoesquisito, parecia abrir um espaço dentro de mim eaquele espaço estava sendo preenchido por ele,nossa minha cabeça girava eu gritei algumas vezese teve uma delas que Syn parou:- está machucando muito? Syn pergunta.Eu chorava, de maneira alguma saberia responderaquela pergunta, só sei que sentia muita dor e seaquilo me machucava, eu acho que de maneiraalguma,estava só sentido dor nada mais... Sentimeus sentidos sumindo ao poucos... ele me chamououtra vez...- ei garota você está ai? Ele chamou.Não consegui responder...- melhor a gente parar. Senti-o retrair seu corpo domeu.- não... Respirei dizendo...- o que foi? Perguntou-me.
  102. 102. - continua. Pedi...Minha dor se transformou totalmente em um desejodoce e caloroso, entrou novamente em meu corpo eminhas pernas entrelacei sobre o corpo dele, aquilosó serviu de convite pra ele ir mais rápido e me fazergritar mais.- mais que porra! Que isso. Gritei segurando osbraços dele...- relaxa... Ele pediu ofegante...A voz chegava a falhar de tempos em tempos eaquela velocidade constante estava começando adeixa-lo exausto...- caralho menina... que disposição pra uma virgem....disse pra mim.Sorri olhando seus pingos de suor tocando meucorpo unindo-se aos meus e descendo aos lençóis.- vira pra mim? Syn pediu desgrudando-se de meucorpo.Fiquei de costas deitada com a cabeça de lado e elenovamente entrou segurando meu quadril soltei maisalguns gemidos e ele respirava ofegante... Tocouminhas costas meus seios beijou minha cabeçaenquanto ia e voltava. Ele apertava meu bumbum devez em quando àquilo de certa forma me irritavamais ao invés de reclamar eu ria muito... Novamentepude olhar aquele sorriso gostoso com um monte de
  103. 103. cabelinhos molhados de suor baixos... Sem estaremarrepiados por o gel ter sumido com o suor umsorriso encantador...- viu? Você me cansou bastante. Syn ofegou aindadentro de mim...Sorri, aproximou seu rosto do meu desceu lábiosdeixando beijos pelo caminho até eu sentir algoquente escorrendo dentro de mim... E Syn cair domeu lado cansado e dormindo... comecei a perderforças... me arrastei até ele envolvendo-nos em umdos lençóis que estavam lá ele me abraçou, o suorescorria meus cabelos estava molhados e soltos eassim a exaustão tomava conta de mim.- Syn me prometa... Chamei respirando.- me prometa o que? Perguntou-me mexendo umpouco o corpo.- prometa que vamos repetir isso mais vezes.Ofeguei.- prometo muitas e muitas. Sorriu;E assim dormimos exaustos...Na manha seguinte acordei esquisita... Bemesquisita... Synyster estava deitado ao meu ladocom um dos braços embaixo do travesseiro e outroenvolvido em meu abdômen... Acordei com umpouco de dor e morrendo de fome... Levanteidevagar e caminhei até o banheiro, deixei-o
  104. 104. dormindo tomei banho me vesti novamente, e noteiuma mancha de sangue em um dos lençóis, jogueium outro em cima, esperaria ele acordar para darsumiço naquilo. Fui até a cozinha na mesa aindahavia lá a cesta de piquenique que tinha feito pranós estava intacta nem ao menos um mero biscoitofoi tirado dali... Peguei sim, alguns dos biscoitosenquanto caminhava, tinha uma fome me infectandocom aquela dor aquele vazio estranho que estavasentindo dentro de mim me perguntando, erarealmente para eu ficar assim depois? A calmaria ea serenidade da casa me deixaram refletir por umtempo o que eu faria depois dali? Seria a mesmapessoa teria as mesmas atitudes, ou mudaria daliem diante? Aquilo martelava em minha cabeça comomusica ruim aos meus ouvidos, acho que talvez eudevesse mudar talvez eu devesse ser outra pessoafaria bem a mim quem sabe.- pensando na vida? Syn apareceu.- ah! Olhei-o rápido.- bom dia... Sorriu gostoso.Nada como um belo sorriso da pessoa que vocêama para alegrar o seu dia.- bom dia. Olhei-o.- apressadinha você... já tomou até banho nem meesperou.
  105. 105. - e daí? Iria fazer diferença? Perguntei.- talvez... Assentiu...- melhor ir tomar banho... Daqui a pouco minha mãecoloca a policia atrás da gente. Olhei.- é já ia mesmo tomar banho. Ele saiu.Aquele garoto me matava de rir.Aproveitei que ele havia ido tomar banho e jogueifora aquele lençol manchado... Voltando assim paraa cozinha novamente pra comer meus tais preciososbiscoitos...- e então melhorei? Perguntou.Sacudiu a cabeça molhando tudo... Misericórdia...- se é louco? Depois quem vai limpar isso tudo?Reclamei.- você não vai embora, depois eu limpo... Olhou-me.- tá me expulsando? Perguntei.- não... mais se quiser ir. Sorriu.- caramba! Se tá é me expulsando. Reclamei.- ai guria não estressa.- Perai, você tá vendo? Perguntei.- vendo o que?- a gente brigando... Que coisa feia. Olhei rindo.
  106. 106. - a é né. Muito feia. Ele diz.- vamos deixar isso pra lá é melhor. Sugeri.- sim é melhor mesmo. Ele fala.- que domingo tedioso... vou ter que voltar pra casa.Reclamei...- se você não quiser ir a gente fica aqui... Ninguémsabe que estamos aqui certo? Só sabem quesaímos... ele sugeriu.- você sabe mesmo como me agradar. Olhei-o.- pra isso mesmo que eu sirvo. Ele riu.- meu desejo... Resume-se em meras palavras umadelas é estar ao seu lado dizer que te amo e mostrarincondicionalmente isto. Filosofei.- olha só quem diria. Ele riu.Puxou-me e fomos para o sofá...- sai de cima de mim... brigávamos no sofá.- eu não saio não sua teimosa. Ele riu.- teimosa é você anda sai de cima de mim. Bati nele.Mordiscou meu lábio.- que delicia. Riu.- Synyster é você que tá ai? Era alguém novo pramim.
  107. 107. - Fudeu... Syn abaixou a cabeça escondendo-se emmeus cabelos.- Synyster o que você tá fazendo ai? Ela olhou nósdois deitados no sofá;- Lizzy desculpa esqueci-me de avisar a tia que iriaestar aqui... Syn se levantou.- ah... Só lamento... Te peguei fazendo arte seusafado. Ela riu.- hã... Lizzy essa é minha namorada Nia, e Nia essaé minha prima Elizabeth. Syn nos apresentou.- oi Nia. Lizzy cumprimentou.- oi Elizabeth. Sorri.- que garota mais linda em Syn tirou sorte grande.Ela riu.- faz parte né Lizzy. Syn me abraçou;- já vou então Syn deixar vocês dois ai sozinhos. Elaolhou.- até mais Lizzy... Syn despediu-se.Eu permaneci em silencio.- podemos voltar para o sofá? Ele pediu.- Syn! Que isso. Eu ri.- eu amo você garota quantas vezes terei de dizer?Perguntou-me.
  108. 108. - até que não reste nenhuma vida dentro de mim.Sorri.- nossa... como eu queria passar o dia todo aqui.Syn reclamou.- eu também... Esse domingo vai ser um tédio semvocê. Olhei-o.- o que a gente vai fazer então? Syn perguntou.- que tal irmos à praia? Sugeri.- então vamos... ele sorriu.Então assim nos dirigimos a praia perto da casa daavó dele...Pessoas caminhavam pelas ruas como nós... Via obrilho nos olhos dele ao segurar minha mão era algodiferente das pessoas que conhecia, tinha algo lindonaquele olhar de satisfação era impressionantecomo aquilo me deixava contente...- vai correr? Perguntei...- correr? Depois da noite passada? Nem aguento.Ele riu.Sentei na areia e ele se jogou ao meu lado...- isso, não é você que lava minhas roupas...Comecei a rir.- desculpa... Passou as mãos em meu corpolimpando a areia...
  109. 109. Os coqueiros balançavam com a brisa e eu estavasentada observado o mar sendo observada por eledeitado em minhas pernas...- que foi? Perguntei olhando-o.- como você é linda. Elogiou.Baixei minha cabeça e beijei-o.Enquanto olhava o mar distraída afaga os cabelosde Synyster com uma das mãos com a outra tocavaseu rosto beliscava quando ele me mordia eprovocava de vez em quando pra não perder ocostume...- por que está tão calada minha flor? Perguntou.- estou pensando... Por que não pode? Olhei.- pode sim... Ele sorriu.Nia POV... OFF...Aviso a leitores...Caríssimos leitores, Buried Alive é um livroextremamente ligado a personagem principalcontando a vida dela á vocês, mas venho com esteaviso dizer que no restante deste capitulo e talvez noinicio do outro que a narradora personagem que irácontar um pouco da historia será Amy.Atenciosamente... AAutora ;)Amy POV...

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