O Lar Adventista - Estudo 03

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Série de Estudos sobre o Livro "O Lar Adventista" preparados para apresentação nos Cultos de Quarta-feira nas Igrejas Adventistas do Sétimo Dia. Material Preparado pelo Ministério da Família da União Sul Brasileira da IASD.

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O Lar Adventista - Estudo 03

  1. 1. QUARTAS ESPECIAIS – O LAR ADVENTISTA CULTO ADORANDO EM FAMILIA Estudo 03 – Mordomos de Deus -Reconhecer a Soberania de DeusPág. 367Aquilo que se acha na base da integridade comercial e do verdadeiro êxito, é o reconhecimento da propriedade de Deus. OCriador de todas as coisas, é o seu proprietário original. Somos Seus mordomos. Tudo que temos foi confiado por Ele, para serusado de acordo com Sua direção.Esta é uma obrigação que repousa sobre todo ser humano. Afeta toda esfera da atividade humana. Quer o reconheçamos quernão, somos mordomos, supridos por Deus com talentos e recursos e colocados no mundo para realizar uma obra indicada porEle. Educação, pág. 137.O dinheiro não nos pertence; não nos pertencem casas e terras, quadros e mobiliário, vestidos e luxos. Somos peregrinos,somos forasteiros, e temos apenas asseguradas as coisas necessárias à saúde e à vida. ... Nossas bênçãos temporais são-nosdadas em confiança, a fim de se provar se nos podem ser confiadas as riquezas eternas. Se somos achados fiéis a Deus, entãoreceberemos aquela adquirida possessão que deve ser nossa própria: glória, honra e imortalidade. Carta 8, 1889.Temos que Dar ContaSe nosso povo tão-somente entregasse à causa de Deus o dinheiro que lhes tem sido entregue em depósito, aquela porção quegastam em satisfação egoísta, em idolatria, acumulariam um tesouro no Céu, e estariam fazendo exatamente a obra que Deusdeles requer. Mas como o homem rico da parábola, eles vivem suntuosamente. O dinheiro que Deus lhes entregou emconfiança, a fim de ser usado para glória de Seu nome, eles o gastamPág. 368extravagantemente. Não se detêm para considerar sua responsabilidade diante de Deus. Não consideram que haverá um dia deajuste não muito distante, quando terão que dar conta de sua mordomia. Carta 21, 1898.Devemos sempre lembrar que no juízo havemos de enfrentar o registro da maneira como usamos o dinheiro de Deus. Grandeparte é usada na satisfação própria, no próprio interesse, e que não produz nenhum bem real, mas positivo dano. Se noscompenetramos de que Deus é o doador de todo o bem, que o dinheiro Lhe pertence, então exerceremos sabedoria no gastá-lo,de conformidade com Sua Santa vontade. O mundo, seus costumes, suas modas, não serão nossa norma. Não teremos odesejo de conformar-nos com suas práticas; não permitiremos que nossa própria inclinação nos controle. Carta 8, 1889.Em nosso uso do dinheiro podemos torná-lo um instrumento de progresso espiritual, considerando-o como sagrado depósito, nãopara ser empregado de molde a promover o orgulho, a vaidade, o apetite ou a paixão. Carta 8, 1889.Foi-me mostrado que o anjo relator faz um registro fiel de toda a oferta feita a Deus, e posta no tesouro, bem como dosresultados finais dos meios assim doados. Os olhos do Senhor tomam conhecimento de toda moedinha consagrada a Suacausa, e da boa vontade ou relutância do doador. O motivo por que se dá também é registrado. Serviço Cristão, pág. 221.A Família Dando Sistematicamente"Cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade." I Cor. 16:2. Cada membro da família, domais velho ao mais jovem, pode tomar parte nesta obra de beneficência. ... O plano de beneficência sistemática se provará umasalvaguarda a cada família contra as tentações de empregar meios emPág. 369coisas desnecessárias, e especialmente se provará uma bênção para os ricos, guardando-os de condescenderem comextravagâncias.
  2. 2. QUARTAS ESPECIAIS – O LAR ADVENTISTA CULTO ADORANDO EM FAMILIACada semana os reclamos de Deus a cada família são levados à mente por cada um dos membros que executam totalmente oplano; e ao negarem a si mesmos alguma superfluidade a fim de ter meios que levar ao tesouro, sobre o coração foramimpressas lições de valor em abnegação para glória de Deus. Uma vez por semana cada um é posto face a face com os fatos dasemana passada - a renda que ele poderia ter tido se tivesse sido econômico, e os meios que não possui em virtude dacondescendência. Sua consciência é desperta, por assim dizer, diante de Deus, e acusa-o ou louva-o. Ele aprende que se quiserpossuir paz de mente e o favor de Deus, deve comer, beber e vestir para Sua glória. Testimonies, vol. 3, pág. 412.Fazer Primeiro a Vontade de DeusAs reivindicações de Deus têm a primazia. Não fazemos Sua vontade quando Lhe consagramos aquilo que resta de nossas reaisou supostas necessidades. Antes de gastarmos uma só parcela de nossos rendimentos, devemos separar e oferecer a Deus aparte que de nós requer. Na velha dispensação uma oferta em ações de graças era conservada sempre queimando sobre o altar,evidenciando assim a eterna obrigação em que estamos para com Deus. Se somos prósperos em nossos negócios materiais, éporque Deus nos abençoa. Uma parte de nossa renda deve ser consagrada aos pobres e uma grande parte à causa de Deus. Sedermos a Deus o que Ele pede, o restante será santificado e abençoado em proveito nosso. Porém, se um homem rouba a Deusretendo a parte que Ele requer, a maldição recai sobre tudo que possui. Testemunhos Seletos, vol. 1, págs. 554 e 555.Pág. 370Lembrar-se das Necessidades dos PobresSe representamos o caráter de Cristo, cada partícula de egoísmo deve ser expelida da alma. Promovendo a obra que Ele pôs emnossas mãos, é necessário que demos cada jota e cada til de nossos meios que pudermos economizar. Pobreza e sofrimentoem famílias virão ao nosso conhecimento, e criaturas aflitas e sofredoras terão de ser socorridas. Pouco sabemos do sofrimentohumano que existe em toda parte em torno de nós; mas quando temos a oportunidade devemos estar prontos para oferecerimediata assistência aos que estão sob severa opressão. Manuscrito 25, 1894.O dispêndio de dinheiro em artigos de luxo priva os pobres dos meios necessários para supri-los com alimento e roupas. Aquiloque se gasta na satisfação do orgulho, seja em vestuário, em casas, em mobiliário ou em decorações poderia aliviar o sofrimentode muita família sofredora e arruinada. Os mordomos de Deus devem ministrar aos necessitados. Review and Herald, 8 dedezembro de 1896.O Remédio de Deus Para o Egoísmo e a CobiçaO dar que é fruto da abnegação é um maravilhoso auxílio ao doador. Promove uma educação que nos capacita a maisamplamente compreender a obra dAquele que andou fazendo o bem, aliviando o sofrimento, suprindo às necessidades dos quenada possuíam. The Youths Instructor, 10 de setembro de 1907.Beneficência constante e abnegada é o remédio que Deus propõe para os ulcerosos pecados do egoísmo e da cobiça. Deusdispôs sistemática beneficência para o sustento de Sua causa e ajuda ao necessitado e sofredor. Ele ordenou que dar devetornar-se um hábito, para que possa contrapor-se ao perigoso e enganador pecado da cobiça. O dar continuamente faz que acobiça morra de inanição. A beneficência sistemáticaPág. 371destina-se no plano de Deus a arrancar tesouros dos cobiçosos tão depressa são ganhos, e a consagrá-los ao Senhor a quempertencem. ...A constante prática do plano de Deus em sistemática beneficência enfraquece a cobiça e fortalece a beneficência. Se a riquezaaumenta, os homens, mesmo os que professam a piedade, põem nelas o coração; e quanto mais têm, menos dão para o tesourodo Senhor. Assim a riqueza torna egoístas os homens, e o entesouramento alimenta a cobiça; e esses males se fortalecem peloativo exercício. Deus conhece o perigo que nos rodeia, e nos protegeu com meios que nos permitem prevenir nossa ruína. Elerequer o constante exercício da beneficência, a fim de que a força do hábito em boas obras quebre a força do hábito em sentidocontrário. Testimonies, vol. 3, pág. 548.
  3. 3. QUARTAS ESPECIAIS – O LAR ADVENTISTA CULTO ADORANDO EM FAMILIAATIVIDADE DO DIACom a família reunida conversem: lembrem do quanto Deus já abençoou este lar pela fidelidade do pai, mãe e atémesmo dos filhos para com Deus. Façam planos de continuarem sendo fieis. Orem juntos.

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