Teste em times ageis

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Apresentação sobre teste em times ageis com foco em automação.
Resumo de artigo em ingles de Hendrickon , Elisabeth. Agile Testing – Nine Principles and Six Concrete Pratices for Testing on Agile Teams. Quality Tree Software Inc. August 2008.

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Teste em times ageis

  1. 1. Teste em times ágeis DOVER AUGUSTO HELLFELDT JUNHO 2015
  2. 2. O Teste ágil - princípios 1. Orientar o progresso do produto  Deve ser utilizado desde o início da construção do produto. Gerar feedback sobre como o produto está contemplando as necessidades de negócio. 2. Não é apenas uma fase, mas um processo contínuo  Times ágeis testam continuamente. É uma das maneiras de garantir que as funcionalidades previstas para cada sprint foram implementadas . 3. Todo mundo testa  A “Theory of Constraints” diz que deve-se amplia-se o rendimento quando a parte mais lenta do processo é acelerada. Se o teste é implementado como uma fase acaba se tornando um gargalo.
  3. 3. 4. Diminuir o tempo de feedback. Como o Sistema está implementado?  Medir o tempo entre a escrita do código e a execução do teste para fornecer informações sobre como ele se comporta. Isso é um ciclo de feedback.  Automação de teste unitário testa as funcionalidades implementadas  Automação de testes de aceite para verificar o end-to-end do sistema. Utilizada como teste de regressão substituindo a regressão manual. O Teste ágil - princípios
  4. 4. 5. Mantenha o código clean  Assim como cozinhar em uma cozinha bagunçada exige mais tempo para cozinhar e o resultado pode ser ou não comestivel, corrigir bugs na própria sprint, assim que são encontrados, elimina o risco de gerar resultados não satisfatórios. 6. Crie uma documentação leve  Use listas de verificação reutilizáveis ​​para sugerir testes.  Concentre-se na essência do teste , em vez de os detalhes incidentais .  Usar estilos de documentação com templates e ou ferramentas .  Capturar idéias de teste em capítulos para Teste Exploratório. O Teste ágil - princípios
  5. 5. 7. Aproveitar o mesmo artefato para teses manuais e automotizados  Ao invés de investir em extensos scripts de passo-a- passo nós capturamos as expectativas em um formato suportado pela estruturas de ferramentas de teste automatizados, orientando o desenvolvimento do teste. 8. Quando o " Done " não é Done  Em ambientes tradicionais é comum os desenvolvedores darem uma story como done antes da mesmo ser testado. É claro que o recurso não é " feito" até que seja testado e quaisquer bugs ter sido corrigido.  Um determinado software é geralmente " 90% feito" por 90% do projeto. ( Ou , por outras palavras , os última 10 % do esforço leva 90 % das vezes ) Equipes ágeis não contam algo como "feito ", e pronto para ser aceite dono do produto ou cliente até que tenha sido implementado e testado . O Teste ágil - princípios
  6. 6. 9. Test Last vs Teste-Driven  Em ambientes tradicionais , os testes são derivados de artefatos do projeto - documentos de requisitos . A execução dos testes acontece no final do projeto - " testlast " .  No “teste-driven” os testes fornecem exemplos concretos para a equipe a respeitodo software desenvolvido e permite verificar e as exigências do negócio estão contempladas.  Deixa mais claro os critérios e o foco nos objetivos compartilhados. O Teste ágil - princípios
  7. 7. O Teste ágil - Práticas concretas
  8. 8. O Teste ágil - Práticas concretas
  9. 9. O Teste ágil - Práticas concretas
  10. 10. O Teste ágil - Práticas concretas
  11. 11. O Teste ágil - Práticas concretas
  12. 12. O Teste ágil - Práticas concretas
  13. 13. Fonte:  Hendrickon , Elisabeth. Agile Testing – Nine Principles and Six Concrete Pratices for Testing on Agile Teams. Quality Tree Software Inc. August 2008.

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