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Fichamento do interdisciplinar sobre Processo Decisório

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  1. 1. Fichamento do interdisciplinar Decisão gerencial A mente humana pode realizar tarefas sofisticadas como exemploreconhecer pessoas, vozes, pagar algo. Nossa mente também realiza tarefascomplexas, algo que a nossa vivencia pouco ajuda. Porem a falta deconhecimento da nossa mente, pode nos acarretar conseqüências profundas,por exemplo, sem nos antecipar aos processos cognitivos, não conseguimosevitar os erros. Erros comuns como comprar um produto errado, até erros maisgraves como, nos levar a falência, injustiça social. No entanto para se evitaresses erros podemos utilizar estratégias, tais como: Anatomia de uma decisão: para se que um problema seja julgado echegar a um feedback a contento, o autor define seis regras básicasespecificadas abaixo:1 – Definição dos problemas, identificar e definir o problema, para que a partirdesse conhecimento prévio, se faça um julgamento consciente, para umaresolução rápida e eficaz da problemática. Muitos administradores são levadosa errar, por dois fatores: a) definem os problemas como se já tivessesolucionado; b) deixam de perceber um problema maior abstendo-se naqueleque tem pouca importância; c) diagnosticam o problema pelos seus sintomas,sem um estudo mais profundo. A meta do administrador deve ser resolver osproblemas e não apenas eliminar seus sintomas.2 – Identifique os critérios: Algumas decisões requerem que sejam alcançadosvários objetivos. O individuo tomador de decisões deverá ser racional eidentificar os critérios necessários nesse processo, para que se chegue a umadecisão considerável.3 – Pondere os critérios: Nessa etapa o tomador de decisões devera usarcritérios variáveis e cabíveis.4 – Gere alternativas: O individuo que tomará as decisões, não deverádesperdiçar tempo buscando alternativas. Portanto é preciso não ultrapassar ovalor das informações adicionadas, para que a pesquisa seja ideal.5 – Classifique todas as alternativas segundo cada critério: Essa pode ser aetapa mais difícil, pois o tomador de decisões, precisará usar a capacidade deavaliar as conseqüências e as potenciais escolhas para resolução segundo oscritérios identificados.6 – Identifique a solução ideal: Após passar pelas cinco etapas, chegou omomento de tomar a decisão. Segundo o autor, essa decisão consiste emmultiplicar as classificações da etapa cinco pelo peso de cada critério, somar
  2. 2. as classificações ponderadas de todos os critérios para cada alternativa eescolher a solução cuja soma das classificações sejam mais altas.Pensamento no sistema 1 e 2 Stanovich e West (2000), distingui o funcionamento do sistema 1 e 2. Osistema 1 refere-se a intuição, e acontece de modo ágil, sem esforçoemocional. A maioria das nossas decisões são usadas apartir desse sistema. Osistema 2, refere-se ao raciocínio lógico, é mais lento e consciente, segundoKahnemam, (2003). Raciocinar logicamente em todas as ocasiões não seriapratico, mas o sistema 2 influencia nas tomadas de decisões mais importantes.No ritmo acelerado da vida gerencial, sugere-se que o gestor contem com osistema 1, mas também é necessário que o gestor saiba fazer uma transiçãodo sistema 1 para o sistema 2, quando decisões mais lógicas tiverem que sertomadas.As restrições da racionalidade humana Racionalidade refere-se tomada de decisões, para que através dela sechegue ao resultado ideal. O modelo racional serve como base de conclusão,onde será tomada uma decisão adequada. Em seu trabalho que recebeu opremio Nobel, Herbert Simon (March e Simon, 1958; Simon 1957), surgeriu alimitação da racionalidade, pelo qual se poderia entender com mais coerência oprocesso decisório, a descrevendo e fazendo um link com situações reais, emvez de focalizar minuciosamente uma decisória prescritiva. Simon tambémdivide o campo de tomada de decisão em dois grupos: os modelos prescritivos,os cientistas defendem uma regra básica, onde todas as soluções seriamtomadas a partir de idéias pré-estabelecidas. E o modelo descritivos, oscientistas defendem que as decisões seriam tomadas a partir de modosinterligados, como são na realidade, sem regras básicas. Baserman, em deMoore (2010), indagam: Para que usar uma abordagem descritiva, se aprescritiva deveria levar a uma decisão ideal?Duas escolas de pensamento O autor levanta três tópicos, no qual ele defende que o primeiropensamento é necessário para entender as nossas próprias decisões, entendercada processo para que se possa esclarecer onde os erros serão cometidos equal as melhores estratégias para evitá-las. Segundo pensamento, para setomar as melhores decisões é prever como os outros irão reagir aocomportamento assumido pelo tomador de decisões, e por fim o terceiropensamento, implantar um bom conselho na organização ajuda nas melhoresdecisões.Por que nos damos por satisfeitos
  3. 3. Simon se limita a ver o individuo como que sempre buscando tomardecisões racionais, pois para ele as pessoas não têm informação necessáriaque o ajudam a definir a problemática e seus critérios proeminentes.Delimitações de tempo e de custo restringem a quantidade e a qualidade dainformação disponível. Essas delimitações e a falta de percepção inibem ogestor de calcular com exatidão a melhor escola, na imensidão de alternativasexistentes.Uma visão aberta dos vieses. A concepção humana esquiva-se do raciocínio, nos limitando a utilizarconceitos que podem levá-los aos erros. Pesquisadores descobriram que aspessoas podem contar com a heurística (estratégias simplificadoras), ou regrasbásicas, para tomar decisões. As heurísticas nos leva a enfrentar acomplexidade no âmbito de nossas decisões. Porem, apesar d utilidade daheurística ela pode nos levar a erros graves. 1. A heurística do julgamento – apesar de ser passível de erros, émuito utilizada, pois reduz o tempo de pesquisa, o que muitas vezescontrabalança quando aos custos de redução potencial na qualidade dadecisão. Aos administradores a heurística oferece em modo rápido, fácil esimples de trabalho, diante da complexidade que o mundo oferece,apresentando julgamentos parcial e totalmente corretos. 2. A heurística da disponibilidade – a disponibilidade estadiretamente ligada as emoções, pois um evento nos trás emoções e que sãovividas e que sejam de rápida imaginação, é mais disponível do que aqueleevento que não nos traz nem tipo de emoção. Essa heurística pode ser umaestratégia muito útil, uma vez que ela tem uma ligação com os eventosfreqüentes vividos, ela nos levará a um julgamento exato, porem existe osfatores irrelevantes, fatores externos que não estão diretamente ligados aoobjeto de freqüência, ocasionando a falência dessa heurística. Pessoasavaliam a freqüência, a probabilidade ou as causas prováveis de uma eventopelo grau com que os exemplos ou ocorrências estiverem imediatamente“disponíveis” na memória. (Tversky e Kahneman, 1973). 3. A heurística de representatividade – os administradores usamessa heurística para prever o desempenho de uma pessoa em cargosestabelecidos. Procura prever que espécie de individuo é ou não apto paracertos cargos. Essa estratégia estudada serve para se ter uma boaaproximação, portanto ela também é passível de erros. 4. A heurística positiva - defende que há ao menos quatro perguntasa se fazer diante de dois eventos e que chegará a duas respostas. Porem nonosso cotidiano isso é desconsiderado, uma vez que usamos nossa intuiçãopara testar hipóteses no processo decisório. Klayman e Ha (1987) chamamesse fenômeno de heurística positiva; Baron, Beattie e Hershey (1988)chamam heurística da congruência. Na ausência de evidencias ao contrario, as
  4. 4. pessoas costumam se comportar como se assumissem que determinadaafirmação ou hipótese é verdadeira. (Gilbert, 1991; Trabasso, Roliins &Shaughnessy, 1971). A hipótese positiva pode nos levar a quatro pontos. a)Viés de confirmação; b) ao poder de ancoragem; c) confiança demasiada e d)viés de previsão retrospectiva. 5. A heurística do afeto – Kahnneman, (2003) fala que a maioria dosnossos julgamentos é despertada por uma avaliação afetiva, ou emocional, queacontece antes mesmo de qualquer raciocínio lógico de nível mais elevado. Oestado emocional do individuo e as condições ambientais podem influenciar noprocesso decisório. Embora as emoções sejam boas para se resolverproblemas, no entanto quando as emoções tomam o lugar da razão, podeimpedir que se faça as escolhas ideais.O autor nos leva a pensar sobre qual a melhor forma de tomemos umadecisão. Não existe uma receita para isso, porém com algumas regras básicasestudadas, é fundamental, para se ter uma noção de onde seguir. O autor noaborda alguns temas como, as restrições de racionalidade humana, as escolasde pensamentos, a causa da satisfação humana e uma visão aberta dos viés.Fala de algumas estratégias simplificadoras, as heurísticas, e de que formaelas podem influenciar na decisões tomadas.

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