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Objetos de aprendizagem são recursos pedagógicos que intermediam o acesso à informação em ambientes virtuais de aprendizagem. A acessibilidade nesses ambientes é comumente atingida através de leitores de tela e audiodescrição. O recurso háptico, ainda é pouco explorado em objetos de aprendizagem digitais, pois requerem uma tecnologia que está começando a se popularizar no Brasil, como sensores táteis e tablets. O uso de imagens hápticas em objetos de aprendizagem pode facilitar o acesso à informação para pessoas com desabilidades cognitivas, como a cegueira.

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Uso de imagens hápticas em objetos de aprendizagem – revisão sistemática de publicações

  1. 1. 1 Uso de imagens hápticas em objetos de aprendizagem – revisão sistemática de publicações Use of haptic image in learning objects – systematic review of publications Dominique Leite Adam1 Universidade Federal do Paraná Cláudia Scudelari de Macedo2 Universidade Federal do Paraná Resumo Objetos de aprendizagem são recursos pedagógicos que intermediam o acesso à informação em ambientes virtuais de aprendizagem. A acessibilidade nesses ambientes é comumente atingida através de leitores de tela e audiodescrição. O recurso háptico, ainda é pouco explorado em objetos de aprendizagem digitais, pois requerem uma tecnologia que está começando a se popularizar no Brasil, como sensores táteis e tablets. O uso de imagens hápticas em objetos de aprendizagem pode facilitar o acesso à informação para pessoas com desabilidades cognitivas, como a cegueira. A utilização da audiodescrição como tecnologia assistiva é mundialmente utilizada em recursos de aprendizagem, porém é possível associar uma imagem tátil como complemento da audiodescrição para facilitar o acesso à informação? Esta é a premissa que visa contribuir com a dissertação de mestrado em andamento, abordando uma revisão sistemática a respeito do assunto, com o objetivo de listar a relevância do tema e as publicações existentes na área para fundamentar a pesquisa. Palavras-chave: revisão sistemática, imagem háptica, objetos de aprendizagem. Abstract Learning objects are educational resources that mediate the information access in virtual learning environments. The accessibility of these environments is commonly achieved by screen readers and audio description. The haptic feature is still little explored in digital learning objects, since they require a technology that is starting to become popular in Brazil, such as tactile sensors and tablets. The use of images in haptic learning objects can facilitate the information access for people with cognitive disabilities, such as blindness. The use of audio description as an assistive technology is used worldwide in learning resources, but is it possible to associate a haptic image as a complement to audio description to facilitate information access? This is the objective that aims to contribute to the dissertation in progress, addressing a 1 domiadam@gmail.com 2 claudia.scudelari@gmail.com
  2. 2. 2 systematic review on the subject in order to list the relevance of the topic and publications in the area to support the research. Key words: qualitative systematic review, haptic image, learining object. 1. Introdução A imagem háptica é um recurso utilizado para facilitar o acesso à informação para pessoas com deficiência visual, esse tipo de representação tátil é comumente relacionado a objetos de aprendizagem como mapas e ensino de geometria. As imagens com muitos elementos gráficos, como fotografias e ilustrações, são complexas e para serem representadas de maneira tátil, não atingindo eficiência no acesso à informação por pessoas com a limitação cognitiva mencionada anteriormente, por esse motivo são audiodescritas. A audiodescrição é uma tecnologia assistiva que facilita o acesso a diversos tipos de informação, porém. Porém, esta é suficiente para a compreensão da informação? Até que ponto as imagens podem ser descritas mantendo suas características e a facilitando a aquisição da informação? A partir desses questionamentos, optou-se por realizar uma revisão bibliográfica sistemática a respeito da imagem háptica como facilitador do acesso à informação, servindo como complemento da audiodescrição em objetos de aprendizagem digitais. O método de pesquisa utilizado foi adaptado das recomendações propostas pela Colaboração Cochrane (CASTRO, 2010, COCHRANE, 2010, GUIDUGLI, 2000, HIGGINS; GREEN, 2011) e LEVY e ELLIS, 2006, visando contribuir com a elaboração da dissertação de mestrado em andamento e, ao divulgá-la poderá auxiliar outras pesquisas que contenham como tema imagens hápticas, audiodescrição e objetos de aprendizagem. O presente artigo estrutura-se com um breve contexto sobre objeto de aprendizagem e tecnologia assistiva, em seguida a revisão bibliográfica sistemática, descrevendo o processo metodológico utilizado, resultados, conclusões e sugestões de futuros trabalhos. 2. Contexto De acordo com o The Learning Technology Standards Committee – LTSC, objetos de aprendizagem são “qualquer entidade digital, ou não digital, que pode ser usada, reutilizada ou referenciada durante o aprendizado suportado pela tecnologia”. Eles incluem conteúdos multimídia e/ou instrucionais, softwares e ferramentas que auxiliam a aprendizagem. Desta forma, as tecnologias que suportam os objetos de aprendizagem são sistemas computacionais de treinamento, de instruções, de ensino a distância e ambientes virtuais de aprendizagem colaborativa. (IEEE LTSC, 2010) Segundo os estudos de SILVA, LUCKMAN & WILBERT (2011), o que falta não é tecnologia e sim a quantidade e a maneira de como as informações são disponibilizadas. A dificuldade da pessoa com deficiência visual é acompanhar a audiodescrição feita pelos leitores de tela. A tecnologia vem mostrando suportes diferentes para o acesso interativo à informação, como por exemplo, a realidade virtual. Pesquisas mostram que é possível utilizar esse suporte para auxiliar o aprendizado de pessoas com desabilidades cognitivas, como aquelas que possuem deficiência visual. “As tecnologias de informação e comunicação podem agregar muito à gestão educacional, tanto no âmbito das redes quanto nas próprias escolas, viabilizando o planejamento e o monitoramento das
  3. 3. 3 ações pedagógicas, da aprendizagem dos alunos e da alocação de recursos, agregando agilidade e transparência ao processo de gestão.” (TIC Educação 2011). A Tecnologia Assistiva (TA) tem o objetivo de contribuir ou ampliar as práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelas pessoas que possuem deficiências, promovendo vida independente e inclusão. De acordo com o Comitê de Ajudas Técnicas – CAT, a definição de Tecnologia Assistiva (TA) é: “produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social”. (Comitê de Ajudas Técnicas – ATA VII) Dessa forma, a TA visa melhorar a funcionalidade das pessoas com deficiência. O termo funcionalidade diz respeito além da habilidade em realizar uma tarefa, logo, agrega a deficiência propriamente dita, as limitações de atividades e de participação impostas pela deficiência e o contexto em que essas atividades serão realizadas, ou seja, um modelo de intervenção biopsicossocial, segundo a CIF – Classificação Internacional de Funcionalidade. A audiodescrição é um recurso de descrição clara e objetiva utilizada para tornar acessível toda informação compreendida visualmente e que não está contida em diálogos, textos. Ela permite que o indivíduo receba a informação contida em uma imagem ou cena ao mesmo tempo em que esta aparece. É uma técnica alternativa de acesso à informação para pessoas com deficiência visual. A tecnologia háptica vem sendo bastante explorada no mundo da realidade virtual, celulares, consoles de videogames, simuladores de voo e cirúrgicos. A interação ocorre através da estimulação do tato, estudando a simulação da pressão, textura, vibração e outras sensações biológicas relacionadas com o toque. Háptico vem do grego haptikós, que significa "próprio para tocar, sensível ao tato". O termo é o correlato tátil da ótica (para o visual) e da acústica (para o auditivo). A ciência háptica vem sendo estudada há décadas, e os cientistas têm um bom conhecimento sobre a biologia do toque. Sabem, por exemplo, que tipo de receptores estão na pele e como os nervos levam e trazem informação entre o sistema nervoso central e o ponto de contato. Diante do contexto apresentado, proposta é apresentar uma Revisão Bibliográfica Sistemática (RBS) para servir de suporte para o projeto de pesquisa que visa responder a seguinte questão: Como a imagem háptica pode ser utilizada como recurso para facilitar o acesso à informação para pessoas com deficiência visual congênita em objetos de aprendizagem digitais? 3. Revisão sistemática quantitativa O objetivo da revisão sistemática foi identificar os estudos que abordam a utilização de imagens hápticas em objetos de aprendizagem digitais. Dessa forma, foram selecionadas publicações que continham os seguintes termos: percepção háptica, imagem, cegos, audiodescrição, aprendizado virtual e acessibilidade. O objetivo da busca era responder a questão de pesquisa: “Como a imagem háptica pode ser utilizada como recurso para facilitar o acesso à informação para pessoas com deficiência visual em objetos de aprendizagem digitais”? Como escopo, foram selecionadas 10 bases de dados para busca: o periódico CAPES, banco de teses e dissertações CAPES, SPRINGER, Institute of Electrical and Electronics Engineers-IEEE, SCIELO, Revista Brasileira de Tradução Visual - RBTV, American Foundation for the Blind-AFB, o periódico Design Studies e o Google Scholar para evitar vieses. De acordo com uma busca inicial, os portais SCIELO, RBTV e AFB foram excluídos, pois não apresentavam documentos com o refinamento de palavras-chave proposto.
  4. 4. 4 A busca se ateve a documentos que apresentassem relações claras sobre a imagem háptica como complemento da audiodescrição em um ambiente virtual de aprendizagem. O idioma de pesquisa foi o majoritariamente o inglês, somente para a busca no banco de teses e dissertações da CAPES e portal RBTV o idioma foi o português. O refinamento da busca sistemática foi de acordo com o período; foram selecionadas publicações que datam de janeiro de 2003 a março de 2013. Este período de 10 anos foi selecionado como fator de refinamento devido ao ano de 2003 ser o momento de consagração da audiodescrição no Brasil, através do Festival Internacional de Cinema Assim Vivemos, podendo assim relacionar a imagem háptica com a audiodescrição. A pesquisa bibliográfica sistemática foi limitada a busca online, pois devido ao grande número de documentos encontrados via internet, a busca em acervos de biblioteca fez-se desnecessária. A seguir, serão apresentadas as técnicas de coleta nas bases de dados. Na base de dados da CAPES foram inseridos, no campo “assunto”, os termos chave; o idioma selecionado foi o inglês, o período de busca foi estabelecido a partir do ano de 2003, e o refinamento foi feito quanto à abordagem no tipo de material publicado - somente artigos. O banco de teses e dissertações da CAPES utilizou este mesmo processo de busca, porém não foram encontrados documentos com a combinação de termos chave selecionada, logo a quantidade de palavras-chave foi reduzida com o objetivo de encontrar alguma publicação. Não houve refinamento quanto ao tipo de material, logo os resultados apontam teses e dissertações conforme Tabela 1. Tabela 1: Resultados da busca no banco de teses e dissertações da CAPES. Fonte: Portal CAPES, maio de 2013. Palavras-chave Total* Tese Dissertação Percepção da imagem tátil 10 2 8 Percepção da imagem háptica ** 1 0 1 *Documentos oriundos de mestrado, doutorado **Os documentos duplicados foram excluídos No portal SPRINGER, a busca foi realizada com filtro em que os documentos contenham todas as expressões chave; idioma (somente inglês), ano de publicação (de 2003 a 2013), documentos que se apresentam completos e aqueles que apresentam apenas um conteúdo prévio (preview-only content). Para um refinamento posterior, o parâmetro utilizado foi o tipo de material – somente artigos e capítulos. Durante a busca, 4 publicações que foram encontradas já tinham sido mencionadas na busca referente ao portal CAPES, por esse motivo, foram excluídas da contagem final, logo foram tabulados 16 documentos. A busca na base de dados IEEE foi realizada com o objetivo de refinamento específico do tema. Foi utilizado o filtro de busca contendo textos completos, resumos, títulos e palavras-chave, e também filtro de data – publicações de 2003 a 2013. O resultado listou 16 documentos. No periódico Design Studies, no campo “assunto” foram inseridas as palavras-chave e respectivas combinações com palavras complementares. O refinamento ocorreu de acordo com a data – somente documentos datados entre 2003 e 2013 e, posteriormente, a busca foi refinada com o objetivo de listar os documentos focados na área de artes e humanas – design. De acordo com o refinamento proposto, foram encontrados 24 documentos; em um refinamento sem a palavra “accessibility”, apenas 2 documentos da área de design foram encontrados. Para evitar vieses, o Google Scholar foi utilizado como busca. O refinamento inicial foi realizado no campo “título”, apenas documentos que contivessem as palavras-chave no título foram catalogados. Foi utilizado também o filtro de idioma – apenas inglês; entre o período de 2003 a 2013. Para maior refinamento nos resultados, aspas foram utilizadas em termos que devem aparecer precisamente juntos. Os resultados indicaram 6 documentos.
  5. 5. 5 Esta pesquisa não incluiu meta-análise. 4. O Processo metodológico A revisão bibliográfica foi realizada de acordo com o curso sobre Revisão sistemática e Meta-análise ofertado online pelo Centro Cochrane (CASTRO, 2010, COCHRANE, 2010, GUIDUGLI, 2000, HIGGINS; GREEN, 2011), tendo ainda como referência, a publicação de BRAGA e ULBRICHT, 2010, que utiliza o método Cochrane e o modelo proposto por LEVY e ELLIS, 2006 conforme Figura 1. Figura 1: Etapas da Revisão Sistemática. Fonte: Adaptado de Levy e Ellis, 2006: p.182 Segundo este modelo, a revisão sistemática é cíclica, através de 6 etapas que podem ser repetidas quantas vezes forem necessárias, conforme a necessidade do pesquisador, para alcançar os objetivos da pesquisa bibliográfica. Desta forma, a etapa de processamento da revisão sistemática aqui abordada se deu da seguinte maneira: 1. Identificação do problema de pesquisa com base na literatura; identificação da pergunta que se pretende responder com o projeto de pesquisa; e uma listagem de palavras que descrevem o tema: Palavras chave: Imagem háptica; audiodescrição; ambiente virtual de aprendizagem; deficientes visuais; objeto de aprendizagem. Palavras complementares: Percepção da imagem tátil; interpretação da imagem tátil; interpretação da imagem em relevo; percepção do deficiente visual; percepção do cego, percepção háptica; deficientes visuais; cegos; imagens táteis; design universal; acessibilidade. 2. Após a criação da lista de palavras sobre o tema, foram geradas combinações entre os termos para realizar a primeira busca por documentos. Esta busca inicial sobre o tema a ser abordado, realizada no portal CAPES, teve o objetivo de obter um panorama sobre o tema a ser abordado, listando através de referências cruzadas, outras bases de dados relevantes. Para esta busca, foram selecionadas 36 combinações de termos (entre palavras-chave e palavras complementares) para identificar quais eram os termos mais recorrentes.
  6. 6. 6 Tabela 2: Bases de dados selecionadas. Fonte: Portal CAPES, março de 2013. Bases de dados 1. Banco de teses da CAPES 2. AFB 3. Design Studies 4. SCOPUS 5. IEEE Xplore 6. RBTV 7. SPRINGER Link (MetaPress) 8. SCIELO (Elsevier) 9. Google Scholar A busca contendo as combinações de palavras-chave foi realizada e, as bases de dados referentes aos números 2, 4, 6 e 8 listadas na Tabela 2, foram excluídas da contagem por não conterem documentos com a especificidade de palavras-chave selecionada. Logo, restaram para a busca sistemática 6 bases de dados. 3. A busca com as 25 combinações de termos foi realizada nas 6 bases de dados restantes com o objetivo de gerar resultados de publicações e, posteriormente foi selecionada a combinação que continha mais palavras específicas sobre o assunto do projeto, refinando dessa forma, os resultados. Tabela 3: Grupos de palavras-chave relacionadas na estratégia de busca. Fonte: do autor, março 2013. Grupo A Grupo B Grupo C Grupo D Grupo E Grupo F Haptic perception Blind Image Audio description Virtual learning Accessibility Perception Visually impaired Tactile image Learning object Universal design Interpretation Embossed image Haptic image Combinação selecionada: Haptic perception + blind + image + audio description + virtual learning + accessibility 4. Após a seleção de documentos com abordagem sobre o tema, foi realizado um levantamento sobre quais publicações poderiam conter informações relevantes para o projeto, analisando os resumos disponibilizados e, dessa forma, foram classificadas como relevantes ou não para o projeto em questão. Somando todos os resultados encontrados, chegou-se ao resultado de 82 documentos. Entre esses, foi feita uma seleção que compilou 16 documentos importantes para serem lidos para a pesquisa.
  7. 7. 7 Tabela 4: Resultados e documentos relevantes. Fonte: do autor, maio de 2013. BANCO DE DADOS Resultados Seleção de documentos relevantes CAPES 18 7 SPRINGER 16 1 Teses e dissertações CAPES 11 2 Google Scholar 6 3 IEEE 16 3 Design Studies 26 2 TOTAL 82 18 5. Nesta etapa de síntese, os documentos classificados como relevantes foram listados, conforme Tabela 5; Tabela 5: Lista de documentos selecionados. Fonte: CAPES, SPRINGER, IEEE, Design Studies e Google Scholar, maio 2013. Título Autor Ano Periódico/Qualis Base de dados Accessibility of audio an d tactile interfaces for young blind people performing everyday tasks Shimomura, Yayoi; Hvannberg, Ebba; Hafsteinsson, Hjalmtyr 2010 Universal Access in the Information Society A1 CAPES Evaluation of Haptic HTML Mappings Derived from a Novel Methodology Kuber, Ravi; Yu, Wai; O’modhrain, M. Sile 2011 ACM Transactions on Accessible Computing (TACCESS) - CAPES Using haptic cues to aid nonvisual structure recognition Jay, Caroline; Stevens, Robert; Hubbold, Roger; Glencross, Mashhuda 2008 ACM Transactions on Applied Perception (TAP) B2 CAPES A novel multimodal interface for improving visually impaired people’s web accessibility Yu, Wai; Kuber, Ravi; Murphy, Emma; Strain, Philip; McAllister, Graham 2006 Virtual Reality B5 CAPES e SPRINGER Multimodal Trajectory Playback for Teaching Shape Information and Trajectories to Visually Impaired Computer Users Crossan, Andrew; Brewster, Stephen 2008 ACM Transactions on Accessible Computing (TACCESS) - CAPES Accessible presentation of information for people with visual disabilities Power, Christopher; Jürgensen, Helmut 2010 Universal Access in the Information Society A1 CAPES e SPRINGER Generation of accessible diagrams by semantics Goncu, Cagatay 2009 ACM SIGACCESS - CAPES
  8. 8. 8 preserving adaptation Accessibility and Computing Interactive hierarchy- based auditory displays for accessing and manipulating relational diagrams Oussama MetatlaNick Bryan- KinnsTony Stockman 2012 Journal on Multimodal User Interfaces - SPRINGER A Haptic Based Interface to Ease Visually Impaired Pupils’ Inclusion in Geometry Lessons Cédric Gouy- Pailler, Sophie Zijp- Rouzier, Sylvie Vidal, and Denis Chêne 2007 Universal Access in Human- Computer Interaction. Applications and Services Lecture Notes in Computer Science - Google Scholar Multimodal Interfaces for Representing and Accessing Geospatial Information Reginald G. Golledge, Matthew T. Rice and R. Daniel Jacobson 2006 Chapter - Google Scholar Assistive Technology for Education, Employment and Recreation Marion A. Hersh, Michael A. Johnson 2008 Assistive Technology for Visually Impaired and Blind People - Google Scholar Review of Designs for Haptic Data Visualization Paneels, S.; Roberts, J.C. 2010 Haptics, IEEE Transactions on - IEEE Adaptive haptic exploration of geometrical structures in map navigation for people with visual impairment Xiaolong Zhang 2010 Haptic Audio- Visual Environments and Games (HAVE) - IEEE SpelLit: Development of a Multi-Touch Application to Foster Literacy Skills at Elementary Schools Florian Scharf, Silke Günther, Thomas Winkler, Michael Herczeg 2010 Frontiers in Education Conference (FIE) - IEEE Toward multimodal notation for mathematics: Why and how Cristian Bernareggi, PieroMussio, Loredana Parasiliti Provenza 2009 Journal of Visual Languages and Computing 20 A1 Design Studies Visual Art experiences through touch using haptices Riitta Lahtinen, Russ Palmer, Stina Ojala 2012 The 5th Intercultural Arts Education Conference: Design Learning A1 Design Studies A linguagem gráfica de quem não vê: imagens, diagramas e metáforas Marcelo Santos de Moraes 2012 Tese - CAPES Itinerário educacional de uma aluna cega e a busca pela imagem adaptada Rubem Varela de Oliveira 2008 Dissertação - CAPES
  9. 9. 9 6. A última fase desta etapa serviu para analisar os documentos listados e analisar suas referências para a Revisão Integrativa3 . 4. Conclusão A revisão sistemática cumpriu o objetivo de listar a relevância do tema em questão, abordando especificamente uma área que ainda há poucos estudos, porém que está em ascensão. A busca resultou em 18 documentos relevantes, sendo que apenas 2 deles possuem classificação A1 de acordo com o Qualis4 da CAPES. Este fator comprova a escassez de estudos relevantes sobre o tema na área do design. As publicações analisadas abordam a questão das tecnologias disponíveis no mercado para acesso às informações textuais digitais, softwares e hardwares; outros abordam o uso da tecnologia assistiva, como leitores de tela, sintetizadores de voz e audiodescrição. É reduzido o número de documentos que abordam a imagem háptica como complemento da audiodescrição, ela é encontrada em alguns documentos, com foco específico em mapas táteis, onde a imagem háptica pode facilitar a compreensão; outros assinalam o uso dessa imagem para o ensino de geometria. Devido à escassez de documentos com foco na área de imagem háptica como complemento da audiodescrição, o projeto de pesquisa tem caráter exploratório, com a finalidade de proporcionar uma visão ampla do objeto de estudo, esclarecendo e desenvolvendo conceitos e ideias (GIL, 1995 p. 44), visto que, segundo os resultados obtidos na revisão bibliográfica sistemática, estudos de design ainda exploram pouco sobre o tema. Trabalhos futuros apresentarão a continuidade desta revisão, que terá como próximo passo, a Revisão Integrativa. 5. Agradecimentos Universidade Federal do Paraná, bolsa CAPES e Claudia Macedo. 6. Referências Bibliográficas BRAGA, M. C. G., & ULBRICHT, V. R. (2011). Revisão Sistemática Quantitativa: identificação das teorias cognitivas que apoiam o design de interface no uso da realidade aumentada na aprendizagem. Revista Educa Online, 5, 84–100. Disponível em:http://www.latec.ufrj.br/revistas/index.php?journal=educaonline&page=article&op=view&path %5B%5D=232. Acesso em: 21 Mar. 2013. CASTRO, A.A. Revisão Sistemática: Identificação e Seleção dos Estudos Primários. In S. Goldenberg, C. A. Guimarães, A. A. Castro, EDS. 2010 Elaboração e Apresentação de Comunicação Científica. 2010. Disponível em: <http://metodologia.org/>. Acesso em: 20 Mar. 2013. 3 Esta etapa está sendo realizada e será abordada em um próximo documento. 4 Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação. A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C - com peso zero.
  10. 10. 10 COCHRANE. Curso de Revisão Sistemática com Metanálise. Centro Cochrane do Brasil. Disponível em: <http://www.centrocochranedobrasil.org/>. Acesso em: 20 Mar. 2013. ELLIS, T. J., & LEVY, Y. (2006). A Systems Approach to Conduct an Effective Literature Review in Support of Information Systems Research. Informing Science Journal, 9, 181–212. Disponível em: <http://scis.nova.edu/~ellist/LitReviewPresent.pdf>. Acesso em: 21 Mar. 2013. GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. Editora Atlas. São Paulo -SP, 1995. IEEE-LTSC. The Learning Object Metadata Standard Retrieved. IEEE – LTSC - Learning Technology Standards Commitee Web Site. Disponivel em: <http://www.ieeeltsc.org:8080/Plone/working-group/learning-object-metadata-working-group- 12/learning-object-metadata-lom-working-group-12>. Acesso em: 1 Mai. 2013. IEEE-LTSC. Working group 12: Learning Object Metadata. Disponível em: <http://ltsc.ieee.org/wg12/index.html>. Acesso em: 16 Mai. 2013. Leaning Objects. Disponível em: <http://www.slideshare.net/opencontent/laclo-2010-openness- and-analytics-the-future-of-learning-objects>. Acesso em: 1 Mai. 2013. Lei acessibilidade. Disponível em: < http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=BF40CBA47491E46 12BFCBB281EC62D70.node2?codteor=842349&filename=LegislacaoCitada+-PL+324/2011>. Acesso em: 05 Mai. 2013. Ministério da Educação – MEC. Disponível em:<http://portal.mec.gov.br/index.php>. Acesso em: 1 Mai. 2013. O que é tecnologia assistiva. Portal nacional de tecnologia assistiva. Disponível em: <http://www.assistiva.org.br/>. Acesso em: 05 Mai. 2013. Tecnologia háptica. Disponível em: <http://eletronicos.hsw.uol.com.br/tecnologia-haptica.htm>. Acesso em: 06 Mai. 2013. TIC Educação - Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras, 2011. Disponível em: < http://op.ceptro.br/cgi-bin/cetic/tic-educacao-2011.pdf> Acesso em: 29 Abr. 2013.

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