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Revista ebf 2016

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Material completo da EBF

Publicada em: Espiritual
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Revista ebf 2016

  1. 1. Expediente Escola Bíblica de Férias – Edição 2016 Publicação Associação da Igreja Metodista Produção Departamento Nacional de Trabalho com Crianças (DNTC) da Igreja Metodista Secretaria para Vida e Missão Joana D’Arc Meireles Bispa Assessora da CONEC e DNTC Marisa de Freitas Ferreira Coodernação Nacional de Educação Cristã – CONEC Eber Borges da Costa Coodernação do Departamento Nacional de Trabalho com Crianças – DNTC Rogeria de Souza Valente Frigo Coordenações Regionais de Trabalho com Crianças Lucia de Almeida Assis (1ª RE) Andréia de Mello Vasconcellos e Otto Luiz da Rosa de Vasconcellos (2ª) Elaine Rosendal Siqueira da Silva (3ª RE) Annesley de Paula Pontes (4ª) Luciane Moura dos Santos Fonseca (5ª RE) Lêda Wesley de Souza Cascione (6ª RE) Luciana Maurício (7ª RE) Elisangela Faria de Souza Veiga (8ª RE) Raquel Pereira Magalhães (REMNE) Composição do Texto Equipe Nacional de Trabalho com Crianças Texto Final e Organização Geral Rogeria de Souza Valente Frigo Colaboração Irlene Moreira da 4ª Região, Pra Welen Cristina O. A. Pascoal da 4ª Região e Rosangela Fernandes Aguiar Assumpção da 7ª Região. Revisão Ortográfica Maria Mendes da Costa Ilustrações Ednei Marx Aventureiros em Missão - DNTC (Marca Registrada) Projeto Gráfico e Editoração Alixandrino Design Av. Piassanguaba, 3031, Planalto Paulista - São Paulo/SP - CEP: 04060-004 | Tel. (11) 2813-8600 www.metodista.org.br | criancametodista@gmail.com
  2. 2. Apresentação De todo o bem e cuidado recebidos, Como presentes de Deus, o Criador; É a mesma bondade repartida, É o“tudo de bom”que desejamos, A todas as pessoas, com amor. Partilhar, sempre, das coisas que gostamos, Nos traz um sentimento de euforia, Vivenciadas em todo o tempo, junto à família, Na Igreja, na escola, onde estamos, Com nossos amigos e amigas, a cada dia. Pois, é sempre prazeroso, o que amamos, Multiplicando-se em todas as direções, Na forma de sorrisos, abraços, bem-estar, Nas brincadeiras, nos cânticos, nas danças, Nas mãos, sempre estendidas, pra ajudar. Lembramos do carinho de Jesus, Ao semear um mundo novo, e, em comunhão, Chamando cada menino e menina, Para anunciar o seu Reino e sua Missão, Caminho de solidariedade e de luz. Pois o nosso amado e amoroso Deus, Acolhe, sem reserva, nos braços Seus, Crianças de todos os povos e nações. A infância tem muito, ao mundo, oferecer: Um novo mundo, sem injustiça e dor. No semear as flores da ternura, Da sensibilidade aos sofrimentos humanos, Lançar semente de esperança aos sem destino, Vítimas da insensatez, da violência armada. Jesus aconchega a si os pequeninos. Alegria de produzir frutos Nos braços de Jesus há um infinito espaço, Onde a vida de cada criança é acolhida, Onde a infância é sempre protegida, Para que não sejam estatísticas, duras, frias, Na contabilidade de um Estado. Pois anunciar que Cristo, em Seu Reino, Manifesta a Sua graça, e salvação, Para que todas as crianças tenham Saúde, moradia, acolhimento e pão, Transformados em frutos de alegria. Assim, cada criança também pode, Repartir de tudo quanto recebeu, Como prova do amor, e, em cada dia, Compartilhar os frutos do Evangelho, com alegria, E gratidão pelo quanto Deus nos deu. Bispo Luiz Vergílio Batista da Rosa
  3. 3. Sumário Bispa Marisa de Freitas Ferreira 1 Abertura Rogeria de Souza Valente Frigo A alegria de produzir frutos – João 15 Estrutura Crianças de 4 a 11 anos - Programação Crianças de 0 a 3 anos - Programação Classe de pais e mães Culto de encerramento Fontes de pesquisa 2 4 5 6 7 8 9 5 7 11 34 87 113 130 140 4 A alegria de produzir frutos – Gálatas 5 3 9 Pastora Hideide Brito Torres
  4. 4. Abertura RogeriadeSouzaValenteFrigo 1 Com alegria e gratidão a Deus, entregamos ao pessoal que trabalha com crianças, na Igre- ja Metodista, o programa para a Escola Bíblica de Férias do ano de 2016. Nossas propostas de atividades são sugestões que, naturalmente, vão ganhar forma, somadas ao conhecimento e àcriatividade de cada equipe local, que se dis- puser a colocá-las em prática, enriquecendo e concretizando o sonho da equipe que planejou e realizou a formulação dessa proposta. Sabendo que estávamos produzindo um ma- terial, para ser usado pelo pessoal que trabalha com crianças, de toda a Igreja Metodista, espa- lhada por esse nosso imenso país, com reali- dades tão diversas e específicas, dono de uma vasta diversidade cultural e riquezas regionais, refletimos que, dificilmente, poderíamos produ- zir um material que atendesse a todas as especi- ficidades de cada grupo, ao longo desse nosso imenso espaço geográfico.Tentamos, com nosso esforço, apresentar ideias que servissem de ins- piração, para que cada equipe local de trabalho com crianças, pudesse organizar e desenvolver a sua EBF, enriquecendo e adequando as propos- tas às suas realidades, atendendo, assim, às suas crianças, de forma mais precisa. Os dias da EBF 2016 foram elaborados num trabalho conjunto, entre as nossas diversas Regi- ões Eclesiásticas, a fim de produzirmos um mate- rial mais rico e que expresse melhor as diferentes realidades desse nosso imenso país. Contando com a contribuição de várias de nossas Equipes Regionais,a composição da EBF 2016 deu- seda seguinte forma: a programação do 1º dia da EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças da 4ª Região Eclesiástica; a pro- gramação do 2º dia da EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças da 2ª Região Eclesiástica; a programação do 3º dia da EBF foi organizada pela professora Rosangela de Aguiar Assumpção, da 7ª Região Eclesiástica; a programação do 4º dia da EBF foi organizada pela professora Rogeria de Souza Valente Frigo, da 7ª Região Eclesiástica; a programação do 5º dia da EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho, com Crianças da REMNE; a pro- gramação do 6º dia da EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças da 6ª Região Eclesiástica e a liturgia do culto de en- cerramento foi organizada, em conjunto, pelas Equipes Regionais de Trabalho com Crianças da 3ª e 5ª Regiões Eclesiásticas. Estamos fornecendo material suficiente, para que seja organizada uma Escola Bíblica de Fé- rias, de até seis dias de funcionamento, conten- do programas diferenciados para crianças de 0 a 3 anos, 4 a 11 anos, classe de pais, mães e res- ponsáveis e, ainda, um roteiro para um culto de encerramento que seja a culminância do proje- to. Sugerimos que, os textos que acompanham esse material, sejam usados para momentos de estudos com as equipes dos Ministérios Locais de Trabalho com Crianças. Todo esse material deverá ser adaptado a cada realidade local, po- dendo ser usado em sua totalidade ou parcial- mente. Estruturamos esse programa, definindo subte- mas que pudessem abordar as principais ques- tões relacionadas ao tema principal da EBF e do trabalho anual do Departamento de Crianças: “A alegria de produzir frutos”. Apresentamos os temas e suas idéias centrais que estarão sendo trabalhados no conteúdo sugerido, na progra- mação de cada dia: 1) “A alegria de produzir frutos: de discipu- lado” – as crianças fazem parte da Igreja, por- tanto, de todas as suas ênfases e propostas. Cre- mos que crianças devem ser orientadas como discípulas, prioritariamente, por seus pais, mães e responsáveis e que a Igreja como parceira, no processo educativo da fé, pode somar com suas famílias ,como referência de vida de disci- pulado. Queremos possibilitar, às crianças, ex- periências que promovam aprendizado sobre a importância de ser um(a) discípulo(a); despertar, nelas, o interesse de estar aprendendo mais so- bre Deus e sobre o que Ele espera de nós como discípulos(as) seus(as). 2)“A alegria de produzir frutos: pelo Espíri- to de Deus” – a Igreja de Cristo só desenvolve a sua missão, produzindo frutos, se movida, capa- citada e orientada pelo Espírito Santo de Deus. Queremos que nossas crianças entendam que o A alegria de produzir frutos “Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.”(Mateus 7.20) 5
  5. 5. 6 Espírito Santo de Deus é quem orienta a ação mi- nisterial da igreja, dá entusiasmo para o trabalho e capacita com os dons necessários. 3)“A alegria de produzir frutos: na missão” – a missão da Igreja é essencialmente dar continuida- de à missão de Jesus: de pregar o evangelho do Reino de Deus e fazer discípulos em todo o mun- do, ensinando-lhes exatamente o que Jesus ensi- nou. Desejamos que nossas crianças conheçam sobre a missão da Igreja e saibam que são partici- pantes dela. 4) “A alegria de produzir frutos: em comu- nidade” – a missão, deixada por Jesus aos seus discípulos, é de responsabilidade de toda a Sua Igreja. Isso inclui as diferentes faixas etárias que a compõem: crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. A Igreja de Cristo existe pelo Seu amor demonstrado na cruz, que nos redime, e pela ação do Espírito Santo de Deus que nos faz ser uma uni- dade de pessoas que se amam, cuidam-se, mutu- amente, exercem seus dons, como complemento dos dons uns(umas) dos(as) outros(as). Queremos que nossas crianças vivenciem experiências que as levem a reconhecer que a missão da Igreja é cole- tiva, que fazemos a nossa parte para que o Reino de Deus aconteça, e que nosso trabalho, somado ao dos(as) outros(as) componentes do Corpo de Cristo, resulta na missão. 5)“A alegria de produzir frutos: nos caminhos da missão” - a missão da Igreja acontece em di- ferentes espaços ministeriais, mas sempre começa no lugar onde estamos (na nossa vizinhança, nos ambientes onde frequentamos e convivemos com outras pessoas, na nossa casa etc). Éo nosso vigor missionário que abrirá nossos olhos, para os cam- pos de missãoe é para essas pessoas, que nos ro- deiam, que somos chamados a pregar a tempo e fora de tempo. Nossas crianças podem, desde bem cedo, aprender que a missão acontece em diferen- tes espaços físicos e perceber que são chamadas a serem discípulos(as), desde o ambiente em que vivem, testemunhando o amor de Deus. 6) “A alegria de produzir frutos: de testemu- nho” - a Igreja de Cristo é chamada a ser testemu- nha de Jesus, onde quer que esteja. Cada um de nós é Igreja, portanto, esse testemunho é comuni- tário e também individual. Dar testemunho cristão é compartilhar a nossa fé sincera em Cristo, isso não significa apresentar o Evangelho, através de debates ou discussões mas sim, revelar o Jesus in- visível às pessoas. Através das nossas atitudes, da presença do Espírito Santo em nós, demonstrado pelo seu fruto, moldando o nosso caráter; através de atos de bondade e misericórdia, de uma vida de serviço e envolvimento, com as dores alheias. Nos- sas crianças precisam ser levadas a perceber que são chamadas a viver uma vida de testemunho do amor de Deus, onde o amor se expresse não só por palavras, mas pela ação, em favor das outras pes- soas. 7) Culto final: “A alegria de produzir frutos: de paz” - Afirmamos que há alegria na produção dos frutos, pois são frutos produzidos por discípulos/as do Reino de Deus, movidos pelo Espírito Santo de Deus, frutos que acontecem na missão que Jesus nos chamou a realizar, no meio da comunidade de fé que é o corpo de Cristo, e nos espaços onde essa Igreja desenvolve a sua caminhada missionária. Cremos que a alegria que o Senhor Deus nos dá é o que nos fortalece, ministerialmente, e que ela não nos falta. Também afirmamos que é uma caminha- da missionária permeada pela paz, que vai além do que todo conhecimento pode explicar, mas se apresenta de forma concreta e acompanhada da justiça, capaz de reproduzir a atmosfera do céu, no seio da Igreja de Cristo. Queremos possibilitar às nossas crianças, juvenis, jovens, adultos e idosos, um momento cúltico onde possam, no diálogo co- munitário com Deus, perceber que a igreja cami- nha na prática da justiça, gozando de paz e alegria. Somos gratos e gratas, primeiramente, a Deus que nos inspirou e motivou e também a todos e todas que estiveram unidos na composição desse material. Oramos a Deus, para que abençoe o trabalho das mãos que aceitarem o desafio de fazer acontecer essa proposta da Escola Bíblica de Férias 2016, fa- zendo-o frutífero, onde Deus os convidou a servir. Com imenso carinho, Rogeria de Souza Valente Frigo Coordenadora do Departamento Nacional de Trabalho com Crianças
  6. 6. 7 Aalegriadeproduzirfrutos-João15 BispaMarisadeFreitasFerreira 2 Introdução Aquilo que se repete termina por parecer ba- nal. Esclarecendo: se acordamos todos os dias, temos a impressão de que o ato de acordar é rotineiro e até direito adquirido, quando na ver- dade é um ato miraculoso da bondade de Deus. Não é direito acordarmos todos os dias – é um presente (tempo de hoje) como também dádiva, o acordar. Pode até parecer algo banal, mas é um ato divino a favor da humanidade. É sinal visível do renovo da misericórdia de Deus, a nosso fa- vor. 1- Olha o lanche! Outra experiência que se repete: a hora agra- dável de desfrutar do alimento (não para todas as pessoas – algumas não têm o que comer). Mas para quem tem o mínimo necessário à vida, en- tão estas são palavras ouvidas: “hora do lanche, moçada!”. Junto a esta fala segue-se, quase sem- pre, um movimento de corrida até o local, onde se dispôs o alimento. Hora boa! E que deveria ser acessível a todo o universo. E isto só não acon- tece, porque o mundo é marcado pelo pecado – assim, quem tem muito, não se envolve com quem nada tem. Conquanto tais disparates exis- tam, ainda assim, não anulam o fato de que a hora da alimentação é necessária e prazerosa. E por tal privilégio é que se agradece a Deus. 2 - Alimento não nasce por acaso Quando Deus criou o mundo e a humanida- de, providenciou a fonte de alimento: água, ar e terra. Cada um destes elementos, contribuiriam para sanar as necessidades nutricionais da vida humana. Quando Deus cria, não abandona. Pelo contrário: Ele cria e se compromete com a Cria- ção. Por isto mesmo, ao criar a vida humana na terra, providenciou todas as fontes de nutrientes necessárias à perpetuação da vida. Da terra vêm os legumes, os vegetais, as frutas, os grãos... Do ar e da água vêm os peixes, as aves e os animais e, evidentemente, a água – fontes de proteí- na, cálcio e minerais. Não há nutricionista mais perfeito/a que o Deus Criador. Providenciou tudo de maneira perfeita e saudável. 3 - Cada coisa no seu lugar Assim é o nosso Deus. Deus perfeito. Criou a terra e tudo que nela há – e entregou tudo à humanidade. Não havia defeito na criação. A mangueira produziria mangas em abundância; o tomateiro, os tomates; a jabuticabeira, a jabu- ticaba... Os rios seriam criadouros naturais para peixes, plantas aquáticas, pequenos seres vivos (cada um, desempenhando o seu papel, na ca- deia alimentar). Assim com o mar e o ar. Tudo bem equilibrado, contando com a força do dia e da noite, da chuva e do sol. Indiscutivelmente, o melhor centro produtor de vida e sustentador da mesma, seria a terra. Cada coisa no seu devido lugar e na sua devida função. 4 - Até que... Até que o pecado se estabeleceu na terra. Até que a humanidade escolheu o caminho de dona da terra e não de cuidadora da mesma. Comeu do fruto do conhecimento do bem e do mal. Tra- gédia instalada: já não se mata a paca só prá sa- ciar a fome do dia: mata-se em quantidade, a fim de vender esta carne e concentrar moeda (lucro), a partir da mortandade destes animais. Assim também com a terra: para desenvolvimento da humanidade, sacrificam-se os rios, o ar, o mar e toda a vegetação. Até parece que a vida humana não depende de todos os outros tipos de vida da terra. Diante disto, acho prudente a pergunta:“É o ser humano assim tão inteligente quanto en- tende que é?” 5 - Produzir fruto? Há quem pense que os frutos da terra, do ar e da água nascem dos supermercados. Ou são produzidos a partir de fábricas e indústrias. Ou procedem das empresas de fastfood. Então o raciocínio é: tenho dinheiro, logo compro. Não preciso produzir – só quero consumir. Não me importa de onde vem – quero ter à minha mesa. Há quem pense que produzir só tem sentido, quando traz retorno financeiro: faço se obtiver lucro. Caso contrário – não há porque me esfor- çar. E como raciocinar diferente, se não se sobre- vive sem o “mágico dinheiro”? São os tempos atuais. Não somos mais pessoas que convivem com a terra – a maioria de nós é gente de cidade. Portanto só conhecemos os alimentos, quando os vemos nas feiras ou nos supermercados. 6 - A alegria da pitombeira A alegria do pé de pitomba é produzir pitom- ba. É da natureza dela produzir o fruto. É árvore plantada por Deus, no início de todos os tempos, para produzir este fruto. Não importa se terá lucro com a produção do fruto – ela produzirá
  7. 7. 8 a pitomba. Se ela está em condições normais de temperatura, de hidratação e de solo, então não dará outro resultado a não ser: muita pitomba. E o mesmo se dá com a umbuzeira, com a tamarineira, com o pé de laranja, com o limoeiro, com o toma- teiro... Todos/as com “DNA” certinho para produzir fruto. Destes frutos se alimentam pessoas, animais, aves, insetos... A vitória da árvore frutífera é estar carregada de fruto – nisto reside a sua natureza. E fala sério: uma pitangueira carregada, um ca- jueiro amarelinho de tanto fruto, um jenipareiro carregado e cheiroso!!!! E a gente embaixo delas, às suas sombras, comendoos frutos. Maravilha. Ri- queza de vida. Prazer inesgotável! Privilégio indes- critível. Nisto consiste a missão da terra, do ar e da água: dar-se de si a quem deles/as precise – doação que multiplica a vida. 7 - Na videira É assim que Cristo se compara a uma videira: Ele é árvore frutífera que se doa para alimentar multi- dões. Não produz frutos para ostentá-los: produz para alimentar as vidas que Dele se aproximem. Quem cuida Dele é o Pai, o agricultor. Deus tem um projeto para esta videira: dar-se ao mundo, para salvá-lo de todas as doenças que o pecado lhe trouxe. A praga que extermina a raça humana (e todo o planeta terra) é o fruto do pecado que a própria humanidade produz. Este fruto é claro em toda a Palavra de Deus: morte, guerra, fome, inveja, gula, mentira, ódio, preconceito, arrogân- cia, vaidade, idolatria, injustiça, desamor, rejeição ao Criador, desrespeito, exploração de humanos/ as por humanos/as... E por aí vai. Esta praga adoe- ce toda a terra. Causa tragédias irreparáveis. Mas o Senhor Criador, Deus Pai-Filho-Espirito Santo, tem o remédio apropriado para dar fim ao poder desta praga: a vida do Seu Filho Jesus Cristo. Quem se alimenta dos ensinamentos de Cristo, resiste ao poder assassino do pecado. Quem come do pão e bebe do cálice de Jesus, então passa a ser enxerto da videira. E recebe a mesma seiva que Jesus recebeu: o poder do Espíri- to Santo, a fim de produzir fruto saudável a toda a humanidade: alegria, paz, bondade, benignidade, amor, fé... Gálatas 5. 8 - A alegria de produzir fruto da videira Tal como com Cristo, todo/a aquele/a que Nele está tem um “DNA” específico: produzir o fruto do Espírito. Este fruto só pode ser produzido por aquele/aquela que nega-se a si mesmo, toma a cruz de Cristo e O segue. Aquele que procede de uma vida que, reconhecendo-se pecadora, arre- pende-se e volta-se para Deus. A partir daí, é ramo da videira. Está na videira e se alegra em produzir muitas uvas. Mas a alegria não pára na produção do fruto: está no fato de se doar, como fruto, e ali- mentar as multidões. O fruto não se preocupa em se preservar bonito e intocável. Não. Ele é lindo – mas é para ser consumido. A missão da uva é ser alimento para alguém. Aí está a alegria de produzir fruto: ser alimento para. É reproduzir a vida que Cristo, o Santo de Deus, viveu. E a força para este ramo produzir e se oferecer, como alimento, vem do Espírito Santo de Deus. O Pentecoste acontece todo dia, possibili- tando que o ramo produza fruto e mate a fome de Deus para todos/as que estão a morrer de fome e sede Dele. 9 - Onde está a sua alegria? Se alguém está em Cristo, é nova criatura. É ramo reavivado e produtor de fruto. Sob as suas sombras multidões se achegam para se alimentar e descan- sar. E inevitavelmente passam a ser também ramos que produzem sombra e fruto. A alegria do Reino de Deus não é medida pelo que se tem, mas pelo que se é capaz de fazer, a favor das vidas que pe- recem, na desnutrição que o pecado produz. Se alguém se diz estar em Cristo, produzirá o mesmo fruto que Ele. E será reconhecido/a como alguém que altera o ambiente onde está. É este o chamado de Cristo:“venham até mim e farei de vocês pesso- as que alcanças outras pessoas”. Que a alegria da Videira esteja presente conos- co! Que ela seja maior que nós, de tal maneira que Cristo cresça e que nós diminuamos.
  8. 8. 9 Aalegriadeproduzirfrutos-Gálatas5 PastoraHideideBritoTorres 3 Há uma história sobre um homem que foi a uma loja de virtudes. Ele queria comprar amor, fé, bondade, perdão. O anjo que atendia ao bal- cão, deu-lhe um pote de cada pedido. Ressenti- do, o homem reclamou que nada do que havia pedido, estava pronto. O anjo respondeu: “Se- nhor, aqui só vendemos sementes”. Na vida de toda pessoa cristã, existem semen- tes. Nós as recebemos de nossos pais, mães, pa- rentes, membros da igreja, pessoas que perpas- sam nossa história, trazendo-nos um pouco de Deus (2Tm 1.5). Nós as ministramos sobre nossas crianças. O processo da semeadura é a expres- são bíblica para a inserção da Palavra, na vida de qualquer ser humano. Há até mesmo uma expressão teológica chamada “lei da semeadu- ra”, mediante a qual só poderemos colher o que plantamos (Gl 6.7-8). Quem planta amor, colhe amor. Quem planta perdão, recebe perdão e as- sim por diante. É claro que depende bastante da semente plantada. Mas a colheita também sofre os fatores do solo, do tempo, do cuidado do semeador (veja todas as parábolas de seme- adura, como levam em conta a postura de quem semeia). Nada é garantido. Por isso, pode ser que a semente boa se perca; ou que, mesmo tendo o solo bom e a semente boa, o semeador se re- vele um mercenário, plantando fora do tempo, descuidando da semente, sendo negligente na tarefa de inibir ervas daninhas, etc. Outro dia, em minha igreja, preguei sobre a fé. Fiz uma pergunta sobre o assunto, que me pare- ce basilar quando se pensa nisso: “Como conse- guir ter fé?”Imagino que seja essa, de verdade, a pergunta dos discípulos, quando pedem a Jesus que lhes ensine a orar (Lc 11.1). Não se trata de ter as palavras certas, para falar com Deus. Trata- -se, muito mais, em definir a maneira pela qual nos aproximamos dele, de modo a ter o máximo possível de certeza de que Ele nos ouvirá e, even- tualmente, segundo a Sua graça, nos atenderá. Inicialmente, abordei o fato de que a fé é en- sinável. Ela é entendida na Bíblia, como um pro- cesso relacional, que se aprende no seio da co- munidade que celebra, na família que recorda festa e, por fim, torna-se pessoal, na entrega da vida a Deus. Ela começa, de algum modo, de fora para dentro, por imitação e inculcação (Deute- ronômio 6 é o exemplo mais didático desse pro- cesso). Assim, a criança aprende a ter fé, da mesma forma que aprende a andar. Não aprendemos a dar nossos primeiros passos, porque acredi- tamos em nosso próprio potencial. Só fazemos isso, porque alguém nos dá a mão, segura-nos, envia-nos impulsos e ritmos, coloca-nos de pé. Depois, segue com palavras de incentivo, de de- safio, chama-nos, aplaude, grita, vibra, até que, por um impulso de agradar à voz de quem cha- ma, colocamos os pés, um à frente do outro, e andamos. Andar é um ato de fé, em resposta ao amor de quem anseia por nossa autonomia e crescimento. Mas não é só. Uma vez que aprendemos a an- dar e firmamos os artelhos e joelhos, então não precisamos mais de fé para isso. Somos capazes de andar por nós mesmos e não dependemos de ninguém para fazê-lo. Vem o desafio seguinte: andar de bicicleta. Outra vez nossa vida está nas mãos da pessoa que segura o guidão, que apoia atrás, que con- sola quando caímos, que insiste novamente, que pronuncia palavras de confiança, enquanto tira as rodinhas, que dá beijos no joelho ralado, que dá bronca porque a gente nunca sai do lugar e depois grita porque damos três pedaladas... ou- tra vez é um processo de fé, ainda mais duro e demorado talvez que o primeiro. Porque agora que crescemos, a fé encontra a barreira de mais perguntas e dúvidas, que não estavam lá da primeira vez. E assim é por toda a vida. É o desafio de aprender a dar novos tipos de passos, que vão levar nossa fé adiante. Sem- pre vai resultar em autonomia, mas nunca em independência, porque o estímulo para que ela cresça vem desse Deus que, como um pai e uma mãe fazem, grita palavras de incentivo, aplaude nosso crescimento, celebra cada vez que volta- mos para casa e nos dá garantia de presença, conforto e abrigo. Dessa relação, é que vêm tanto a fé quanto os demais frutos do Espírito. Todos eles são relacio- nais.Todos eles são, de alguma forma, perguntas e respostas trocadas na vivência com as pessoas O papel das gentes grandes, na vida cristã das crianças
  9. 9. 10 e com o Espírito de Deus. Todos eles são sementes plantadas, no solo da vida da Igreja. Na qualidade de educadores e educadoras, nos- sa tarefa é a da semeadura. As sementes são os va- lores e princípios da palavra de Deus, que recebe- mos Dele em primeira mão, por meio do processo de crescimento em fé que nós mesmos atravessa- mos. Eu sempre digo que ninguém pode dar o que não tem. Para que haja em nós a alegria dos fru- tos, é preciso, em primeiro lugar, que sejamos,, nós mesmos o resultado de sementes (1Co 11.1). Sem a experiência pessoal com Cristo, a pessoa que tra- balha com crianças pode ser um excelente educa- dor ou professor, mas jamais será alguém que dis- cipula nos moldes de Cristo. Ele jamais ofereceu, a qualquer de seus seguidores, uma perspectiva de Deus que não fosse resultado de sua própria vivên- cia. Ensinamos nossas crianças a desenvolver seus frutos, por meio de nossas histórias, acerca do que Cristo fez em nós. Fomentamos nelas o espírito de adoração, à medida em que nos deslumbramos ,diante delas, ao ler a Palavra divina e quando lou- vamos e adoramos. Mostramos que Cristo é nosso Senhor, ao invocá-Lo, cotidianamente, diante dos desafios que se nos apresentam. E essa é uma ra- zão primordial para que também celebremos seus pequenos passos de fé, suas afirmações teológicas mais lúdicas, as surpresas com que nos presen- teiam, ao demonstrar seu modo de entender a re- velação divina. Por isso e por fim, creio que é preciso que nós, adultos e adultas, reaprendamos o valor da cele- bração. Sofremos tanto, plantando e cuidando da semente que, quando ela brota, damos um suspiro aliviado e nos viramos para o próximo campo seco, sem nos apercebermos do milagre que é esse bro- tar da fé, no coração de nossos pequenos. Damos por certas tantas coisas! Achamos que a independência nos levará a algum lugar, mas es- tamos criando nossas crianças, para uma vida sem Deus, esperando que em algum momento elas decidam sozinhas... Como? Se não estamos plan- tando? Se não investimos nelas por meio da Escola Dominical, dos grupos pequenos, dos ministérios bem preparados? Se os pais ocupam seus dias com tantos afazeres que, aos domingos, elas não que- rem ir à igreja? Esses dias mesmo, eu me assombrei de ver, numa postagem de facebook, acerca de um batismo por imersão, alguém comentar, dizendo que finalmen- te, a Igreja Metodista havia assumido essa forma de batismo e que, assim, as crianças agora poderiam decidir, sendo batizadas a penas quando adultas. Perceba, não é a forma de batismo a questão aqui, mas de que maneira uma forma de batismo traz uma teologia que, claramente, exclui os peque- ninos e pequeninas do processo da graça, faz os pais e mães se omitirem de seu papel, na aliança com Deus e joga por terra nosso esforço de anos e anos tentando educar nosso povo, dentro de nos- sa teologia inclusiva, do valor da experiência delas e de nosso selo como pais e mães sobre suas vidas. Eu jamais abdicarei da fé no batismo infantil. Sou fruto dele, como cristã e como metodista. Minhas filhas foram acolhidas nessa fé. Meus irmãos e irmã também. E meus tios e tias. Tenho uma história de frutos para contar. As sementes que eu plantei vie- ram da mesma raiz das quais fui alimentada. E“se a raiz é santa, os ramos também o serão”(Rm 16.11). Por isso é que quando algo emerge como amos- tra de fé e frutos na vida das crianças, temos de reunir os amigos e amigas e fazer uma grande festa. A igreja precisa celebrar a fé dos pequenos e pequenas. Dar-lhes espaço de testemunho e lou- vor. Investir pesado para que tenham as melhores condições de frutificar e depois celebrar, celebrar muito, a festa da vida. Hideide Brito Torre hideide@gmail.com
  10. 10. A Escola Bíblica de Férias é um dos espaços educativos da fé da criança. Um lugar onde nos encontramos para falar sobre Deus e a nossa ca- minhada com Ele. Oferece uma oportunidade para que as crianças conheçam mais da vontade de Deus para suas vidas. Nossa Igreja tem valo- rizado este espaço por reconhecer que, mais do que qualquer outraatividade, a EBF tem aberto nossas portas à recepção e acolhida, em nossos espaços, daquelas crianças que vivem no entor- no de nossos prédios e que nunca haviam par- ticipado de nossas programações. Muitas delas nos visitam pela primeira vez e não haviam ouvi- do ainda falar sobre o Evangelho de Cristo. Nosso desafio é proporcionar às crianças um ambiente em que elas possam sentir-se bem e em comunhão com as demais crianças e com os adultos responsáveis. Que guardem a sensação de que a Casa de Deus é um lugar seguro e agra- dável. Sendo um dos espaços educativos oferecidos pela Igreja, a EBF tem sido uma excelente opor- tunidade da comunidade de fé cumprir a sua responsabilidade pastoral para com as crianças, assumida no ato do batismo infantil. Apresenta- -se como lugar de crescimento e aprendizagem mútua tanto das crianças como dos adultos, jo- vens e adolescentes que participam do projeto como família de fé.A EBF é mais uma possibilida- de educativa no processo de formação da fé e do senso de pertença à família da fé por parte dos pequenos; é um espaço para a ação de Deus na vida das crianças, de suas famílias e da Igreja. Sabemos que a abrangência de sua obra vai muito além daqueles momentos passados junto a nossas crianças. Não é raro ouvirmos testemu- nhos de pessoas que hoje são adultas e que nar- ramsobre terem sido impactadas naqueles dias “inesquecíveis”, do quanto aqueles momentos foram definitivos para se decidirem pela fé em Jesus. Estamos disponibilizando o material para seis encontros, de quatro horas cada, e o programa de um culto especial de encerramento da Escola Bíblica de Férias. O aproveitamento desse pro- grama deverá ser adaptado à realidade de cada comunidade local. Caso não seja possível utilizar todo o programa em dias consecutivos, ele pode ser desdobrado em sábados de tardes alegres. Cada ministério local de trabalho com crianças deve adequar essa programação à sua possibili- dade. Aos Ministérios Locais de Trabalho com Crian- ças cabe a grande responsabilidade de empre- ender todo o esforço no sentido de possibilitar às suas crianças essa experiência tão frutífera e produtiva, mobilizando suas equipes e não me- dindo esforços na crença de que essa Escola Bí- blica de Férias há de deixar marcas profundas e visíveis na vida de cada um de seus pequenos. Objetivos Gerais Possibilitar às crianças da comunidade de fé e circunvizinhança experiências de Educação Cristã que as levem ao crescimento no conheci- mento de Deus, na convivência e na experiência pessoal com Deus; Possibilitar às crianças um ambiente de ale- gria, criatividade, interação e comunhão que possa levá-las ao sentimento de prazer de estar na Casa de Deus, e contentamento por pertencer à família de fé; Possibilitar experiências que as levem à com- preensão do amor de Deus por nós revelado em seu Filho Jesus Cristo e as levem a aceitar esse amor em suas vidas, deixando Jesus ser o Salva- dor e Senhor de sua existência; Possibilitar oportunidade para que as crian- ças possam responder ao amor de Deus, consa- grando suas vidas ao serviço do seu Reino e ao próximo. Escola Bíblica de Férias - 2016 Estrutura4 11
  11. 11. 12 Sugestões básicas para a EBF O Coordenador ou coordenadora deve: • Estudar todo o material antes de convocar a equipe; • Planejar a EBF junto com a equipe e com ante- cedência suficiente; • Contar com uma equipe de trabalho apaixona- da pelas crianças, disponível para participar das reuniões de planejamento e elaboração da EBF e que, durante o desenvolvimento da EBF, esteja consciente de cada detalhe do trabalho; • Contar com o pessoal suficiente e o espaço ade- quado para o desenvolvimento das atividades, de acordo com o número de inscrições recebidas; • Providenciar espaços, com decoração adequa- da e acolhedora, e material didático na quantidade suficiente, para cada uma das atividades propos- tas; • Escolher para atuar em cada uma das ativi- dades, funções e momentos da EBF (oficinas de história, de música, de jogos, de artes, secretaria, serviço de copa etc.) pessoas que amem crianças e que tenham prazer em estar com elas, além de serem dotadas de características e habilidades es- pecíficas, para cumprir aquela função que lhes está destinada e que a façam com muita alegria; • Ter um cuidado especial com a recepção das crianças visitantes, para que sejam orientadas e atendidas em suas necessidades gerais (lembrar que aquele ambiente é estranho a elas); com cari- nho, pode-se conquistar o seu coração para Cristo – somos o referencial de Deus diante das crianças que interpretam o cuidado de Deus, a partir da for- ma com que aqueles que lhes apresentam Deus as tratam; • Convidar a equipe pastoral para participar da equipe da EBF, participando das reuniões de pla- nejamento e elaboração e permanecendo nos dias da EBF, durante a programação. Podem ser eles os responsáveis pela acolhida diária e pela oração inicial da abertura, bem como a de encerramento, com palavras carinhosas na despedida de cada dia; • Ter cuidado especial com a divulgação. Deve fazer isso com bastante antecedência e alegria, ga- rantindo que o máximo de pessoas receba as infor- mações, elaborando cartazes e convites atrativos e utilizando todas as mídias disponíveis. • Propor parcerias. Procurar envolver pessoas dos diferentes ministérios da igreja, tanto no planeja- mento quanto na execução do projeto. Passo a passo para a organização 1º Passo: Definir a data da EBF. A data pode ser definida no inicio do ano (ou no final do ano an- terior) e compor a agenda de trabalho anual que é encaminhada pela Coordenadora do Ministério Local de Trabalho com Crianças à CLAM (Coorde- nação Local de Ação Missionária), e, caso isso não tenha acontecido, pode ser encaminhada tão logo que se comece a organizar o evento. Quanto antes ela for apreciada pela CLAM, maior a garantia de que a data seja reservada e não haja nenhum con- tratempo. 2º Passo: Estabelecer parcerias. O Coordenador ou Coordenadora do Ministério Local de Trabalho com Crianças deve convidar para ter como parcei- ros nesse projeto a equipe pastoral, o Coordenador do Ministério Local de Educação Cristã, o Superin- tendente da Escola Dominical, a Presidente da So- ciedade Metodista de Mulheres, o Coordenador do Ministério do Louvor e outros ministérios que achar necessário para a elaboração e realização da EBF. 3º Passo: Reunir a equipe. Todos os parceiros devem ser convidados para a reunião de plane- jamento da EBF, além de sua equipe de trabalho com crianças (aqueles que ministram nos cultos com crianças, nas classes de Escola Dominical e nos diversos projetos com crianças desenvolvidos pela Igreja Local). As reuniões devem ser usadas para dar a conhecer à equipe, a proposta de pro- gramação elaborada pela Equipe Nacional de Tra- balho com Crianças para esse ano, que deve ser lida e estudada junto com a equipe, ouvindo-se as
  12. 12. 13 sugestões do grupo, distribuindo-se atribuições e estabelecendo as expectativas a respeito do traba- lho de cada elemento da equipe. É bom que todos da equipe estejam cientes do trabalho de todos, pois na falta de alguém, qualquer outro elemento da equipe poderá cobrir sua atribuição. 4º Passo: Definir funções para a equipe da EBF. Ao ser estabelecida a lista das pessoas colabora- doras disponíveis para trabalharem na EBF, o Coor- denador do projeto (que pode ser o Coordenador do Ministério Local de Trabalho com Crianças ou alguém de sua equipe a quem ele delegue a co- ordenação desse projeto especificamente) deverá definir funções, para que possa delegar atribuições e não ficar sobrecarregado. O critério para a defini- ção das funções precisa ser definido,observando- -se as características individuais e habilidades es- pecíficas. Se possível, estabelecer duplas para cada função: • Coordenador(a) da EBF: cuidará de toda a es- trutura e funcionamento. Convocará e presidirá as reuniões de planejamento e elaboração da EBF, de- verá conhecer todo o programa para poder auxiliar em qualquer dificuldade, deverá garantir todas as condições para o pleno funcionamento de cada se- tor de atividade da EBF; • Equipe pastoral: dará assessoria teológica e es- piritual, atendendo a equipe e crianças pastoral- mente durante a EBF (acolhendo, instruindo, orien- tando, auxiliando em situações problemas, etc.); • Cronometrista: cuidará para que a programação aconteça com pontualidade – indicando através de um sinal o horário de início e término das ativi- dades e do rodízio das oficinas; • Instrutor(s) da oficina de música: é o responsá- vel pela ministração na oficina de música; • Instrutor(s) da oficina de história: é o responsá- vel pela ministração na oficina de história; • Instrutor(s) da oficina de artes: é o responsável pela ministração na oficina de artes plásticas; • Instrutor(s) da oficina de jogos: é o responsável pela ministração na oficina de jogos cooperativos; • Monitores para cada grupo de crianças: são aqueles que acompanham os grupos de crianças através das atividades e cuidam do bem-estar da- quele grupo; • Equipe de música: são os auxiliares na oficina de música e que auxiliam na música, nos momentos de abertura e encerramento; • Equipe da copa (lanche): são os que preparam e servem o lanche às crianças, no momento indicado na programação; • Equipe de cadastramento: são aqueles que dis- tribuem e recolhem as fichas de inscrição preen- chidas nos dias que antecedem a EBF, e durante os dias da EBF, cuidam do preenchimento das inscri- ções novas feitas nesse período; • Equipe da secretaria: são aqueles que preparam os crachás, dividem as crianças por grupo de acor- do com a idade, preparam as listagens e cartazes de presença, informam a equipe do lanche sobre o quantitativo do dia, providenciam a chamada di- ária e auxiliam o coordenador da EBF nas demais necessidades e possíveis emergências; • Equipe de recepção: são aqueles que fazem a acolhida às crianças; • Equipe Volante: esta equipe está disponível para orientar as crianças quanto ao uso do banhei- ro, beber água e outras atividades solicitadas, ga- rantindo o atendimento adequado e a segurança das crianças; • Equipe de primeiros socorros: um profissional de enfermagem ou medicina que possa perma- necer disponível no local, para atender a qualquer emergência. Caso essa presença não seja possível, que a equipe possa contar com um carro disponí- vel para transporte rápido das crianças, ao posto de saúde mais próximo, no caso de haver neces- sidade. Vale lembrar que não é permitido medicar as crianças, a não ser que a medicação seja trazida pelo responsável, acompanhada de receita médi- ca, autorização e orientação específica e, no caso de levá-las para atendimento,é melhor que,antes de qualquer procedimento, entre-se em contato com os seus responsáveis, informando o ocorrido. 5º Passo: Escolher o local para realização da EBF de acordo com a quantidade de crianças que a igre- ja pretende alcançar. É importante que o espaço fí- sico da igreja comporte o número previsto e conte com espaços diferenciados, para a realização das atividades. Caso não exista espaço suficiente nas dependências da igreja, a programação poderá se realizar num clube ou ainda pode ser possível que
  13. 13. 14 Instruções gerais SUGESTÃO DE HORÁRIO 12h 30min - Recepção (entrega de crachás e mar- cação de presença no quadro) 13h - Abertura 13h 30min - Divisão em grupos 13h 40min - 1ª Atividade 14h 20min - 2ª Atividade 15h - Intervalo para o lanche 15h 20min - 3ª Atividade 16h - 4ª Atividade 16h 40min - Encerramento 17h - Despedida a igreja local solicite, junto aos órgãos competen- tes, a cessão de uma escola municipal ou estadual próxima para a realização da EBF, caso necessário. 6º Passo: O orçamento financeiro. Com a devida antecedência, a equipe deverá listar todos os ma- teriais a serem providenciados, e depois fazer uma pesquisa de preços, para só então elaborar o orça- mento financeiro que encaminhará à CLAM, para aprovação e liberação dos valores. A equipe deve buscar parcerias em padarias, papelarias e doa- ções de familiares, esse é um bom caminho, caso a igreja não tenha condições de arcar com todas as despesas. 7º Passo: Elaborar uma boa divulgação. Confec- cione panfletos e convites para serem entregues, com pelo um mês de antecedência, aos moradores do bairro, nas escolas públicas e particularespróxi- mas à igreja, com a participação de toda a comu- nidade, inclusive das crianças. Os panfletos devem conter um resumo da programação, bem como en- dereço, datas e horários da programação. Entregar preferencialmente em mãos, utilizando palavras amáveis e simpáticas para com quem recebe. As fichas de inscrição devem ter data limite de devo- lução definida, sendo até pelo menos 10 dias antes do evento, para que haja tempo hábil para prepa- ração do material na quantidade necessária. Fica muito interessante colocar uma faixa informativa na frente do local onde acontecerá a EBF. Atividades 1º tempo 2º tempo 3º tempo 4º tempo História Azul Verde Vermelho Amarelo Música Verde Vermelho Amarelo Azul Artes Vermelho Amarelo Azul Verde Recreação Amarelo Azul Verde Vermelho Equipe Procure trabalhar com a equipe local deTrabalho com Crianças e, se precisar de outros elementos para a equipe da EBF, crie critérios para admissão na equipe. Convide pessoas consagradas, que de- monstrem um compromisso pessoal com Deus, que amem crianças e tenham habilidade em lidar com elas. Organize a EBF com o pessoal que você tem disponível, dividindo as funções entre eles. Se você puder contar com mais pessoas, sem dúvida que o trabalho pode ficar distribuído de melhor forma e não cansar tanto. Tenha o cuidado de so- mente compor a equipe com o número de pessoas necessárias. Cuide para que cada um tenha uma função definida, pois “pessoas que não têm traba- lho a fazer, dão trabalho e atrapalham”. Queremos dizer com isso que, pessoas que não estiverem tra- balhando, tendem a ficar pelos cantos conversan- do e alheias à programação, dando mau exemplo às crianças, que se sentirão no direito de se isola- rem também e não se envolverem nas propostas.
  14. 14. 15 É importante que o Coordenador conheça bem os dons e as habilidades das pessoas de sua equipe, para utilizar cada um no lugar certo e explorar o máximo de suas potencialidades, para que a EBF seja desenvolvida da melhor forma possível. “Ter em mente que o trabalho que desenvol- vemos com a criança, na Igreja Metodista, visa a sua formação: que cresça na fé cristã e ama- dureça, para que, ao crescer, confirme a sua fé e aprenda que, se ela pecar, tem um advogado junto ao Pai e o sacrifício de Cristo que nos pu- rifica de todo pecado. Cremos na doutrina do “Pecado original” que entendemos ser a incli- nação natural para o pecado e assim, cremos que a criança nasce salva, mas inclinada para o pecado, sendo o nosso trabalho o de evitar que ela se perca. Portanto, o ensino das Escrituras para as crianças é no sentido: • de que a aliança de Deus com o homem, em Cristo, seja lembrada, cultivada e ensinada; • tornar o lar o lugar de ensino dos princípios bíblicos (Cf. Dt 6.9;11.18-21); • constituir um povo que seja propriedade de Deus; • garantir o futuro das crianças, sua felicidade e salvação (Cf. Mt 18)” Bispo Paulo Lockmann Toda a equipe deverá estar bem orientada so- bre a forma como trabalhamos com crianças, os objetivos do trabalho, as expectativas a res- peito do desempenho da função que irão de- sempenhar, os Direitos das Crianças e a espe- cificidades do trabalho e do trato com crianças. Convidar pessoas para colaborarem na equipe pode ser um excelente momento para desco- bertas de novas vocações ministeriais, tornan- do a EBF um espaço de descoberta e capta- ção de novos elementos para as equipes dos Ministérios Locais de Trabalho com Crianças. Dada a necessidade de garantir segurança, bem-estar, eficiência no atendimento às igrejas e não permitir que sejam tratadas de maneira inadequada, é necessário que a equipe seja devidamente instruída, para evitar surpresas negativas. Seguindo a orientação bíblica de sermos puros e prudentes, devemos cumprir a nossa responsabilidade junto a nossas crian- ças, atuando no sentido de evitar problemas e antecipar soluções. Deixar claro para a equipe as atitudes espera- das de cada líder. Como por exemplo: • Ser exemplo; • Ser carinhoso (a) com as crianças; • Cumprir horários e escalas; • Cuidar das crianças e não perdê-las de vista; • Cuidar da ordem e ser referência de autoridade (não autoritarismo); • Usar de autoridade amorosa; • Ter equilíbrio e espiritualidade; • Conhecer o assunto da EBF e estar preparado para dar respostas às crianças. O Crachá O crachá tem a função de: a) identificar as crianças participantes e equi- pe de trabalho, permitindo que todas as pessoas envolvidas na EBF sejam conhecidas e chamadas pelo nome; b) facilitar a reunião e identificação dos grupos ou equipes. Poderão ser confeccionados por cores, dividindo as faixas etárias. Por exemplo: • de 0 a 3 anos em laranja • de 4 a 5 anos em azul; • de 6 a 7 anos em vermelho; • de 8 a 9 anos em amarelo; • de 10 a 11 anos em verde. Poderão ser feitos em EVA, cartolina, madeira, PVC ou outro material reciclado, como papelão. Lembre-se de usar sempre o logo da EBF.
  15. 15. 16 A Identificação da equipe Modelo para o crachá. Se for possível, a equipe deve trajar-se de forma diferenciada; isso será facilitador para que as crian- ças identifiquem os elementos da equipe, dentre os participantes. É importante cuidar para que os trajes de diferenciação expressem a unidade da equipe e evitar exageros que venham desviar a atenção das crianças, nos momentos de ministra- ção das oficinas, abertura e encerramento. Suges- tões: 1. Avental, que poderá ser feito em tecido ou TNT, contendo o logo da EBF e a identificação de quem usa; 2. Macacões para a equipe com cores diferentes e alegres, contendo o logo da EBF, fazendo com que, apesar da diferença nas cores, possam ser identificados como uma unidade; 3. Camisetas com o logo e tema da EBF; 4. Um boné com o logo da EBF; 5. Ou ainda uma cor de crachá diferente da dos grupos das crianças. Decoração, ambientação e organização dos espaços A abertura e o encerramento deverão acontecer num espaço amplo, onde haja acomodação para todas as crianças, lugar de destaque para o dirigen- te e a equipe de música. Parece-nos adequado o uso do salão do templo para essa finalidade. Nesse local, o ideal será colocar um painel em lugar de destaque e/ou um estandarte com o logo e versí- culo do tema da EBF. Após a abertura, a programação se desenvolverá através de rodízio de atividades, onde as crianças serão conduzidas por monitores através das ofi- cinas que estarão estabelecidas em espaços ade- quados a cada uma delas. Os espaços destinados às oficinas devem oferecer ambientes aconche- gantes, limpos, ventilados e conter elementos que lembrem o tema da EBF. O versículo do dia deve ficar em destaque, preferencialmente utilizando a imagem dos Aventureiros em Missão. Para a oficina de história, deve-se escolher um lo- cal livre de barulhos externos, reservado e calmo.
  16. 16. 17 Lá, o instrutor dessa oficina e seus colaboradores deverão cuidar da arrumação de seu espaço, dis- pondo pela sala ou em suas paredes objetos ou gravuras que façam alusão ao assunto a ser traba- lhado a cada dia. Pode ter um quadro de resumo que vá recebendo informações a cada dia, para que as crianças possam se recordar do que aprenderam nos dias anteriores. Deve-se garantir acomodação para todas as crianças e que, de preferência, as ca- deiras sejam dispostas em semicírculo. Para a oficina de música, fica adequado um es- paço, onde o som da música não vá atrapalhar as demais oficinas (em especial a de história) e onde os instrumentos possam ser ligados e funcionem bem. A ornamentação pode fazer alusão ao tema da EBF, as letras das músicas ou a atividade musi- cal em si. Instrumentos musicais ou figuras deles podem estar dispostos pela sala. Instrumentos de uma bandinha podem estar disponíveis, para se- rem usados pelas crianças em um momento espe- cífico da oficina (nunca durante a aprendizagem dos cânticos, pois pode atrapalhar). Para a oficina de jogos, o mais adequado é que seja feita ao ar livre e à sombra. Um salão social ou quadra de esportes coberta seria o ideal. O am- biente deve estar enfeitado de forma alegre e com ilustrações alusivas ao tema da EBF associado a esportes. Os jogos devem ser escolhidos dentre os que possibilitam a inclusão, a colaboração e a parti- cipação. Os jogos competitivos e não cooperativos, apesar de serem barulhentos e criarem a sensação de alegria, deverão ser evitados, dada a frustração que eles sempre provocam naqueles que não são vitoriosos e ao seu potencial de reforçar, na mente das crianças, as idéias de individualismo e compe- tição, que são valores opostos àqueles que lhes de- sejamos incutir (os do Reino de Deus). Para a oficina de artes, o espaço mais adequado seria um lugar amplo e arejado com mesas e cadei- ras suficientes, para que cada criança possa traba- lhar com conforto e segurança. O ambiente deverá estar decorado com imagens alusivas ao tema da EBF ou do dia a ser trabalhado, evitando os“mode- linhos” feitos por adultos. O material deverá estar organizado e separado – pronto para ser distribu- ído às crianças. Beleza e organização devem ser a primeira imagem desse local. A equipe da oficina de artes deve estar disposta a reorganizar o am- biente, ao término da atividade com cada um dos grupos, para que o grupo seguinte seja recebido num ambiente agradável e organizado. As crianças de 0 a 3 anos estarão numa sala es- pecífica, preparada para elas e não participarão do rodízio de atividades como os demais grupos. A equipe que desenvolverá o programa com esse grupo será a mesma durante todo o período da EBF, evitando-se ao máximo que sejam feitas tro- cas de equipe ou rodízios. Estarão juntas das de- mais crianças, somente nos momentos de abertura e encerramento da programação. Se os responsá- veis por esse grupo preferirem, podem também lanchar em horário diferenciado. Essa sala poderá estar arrumada com almofadas, para que elas fi- quem bem à vontade. Os brinquedos devem estar limpos e serem apropriados à idade. Ter um apare- lho de som para trabalhar com as músicas da EBF. Quadro de presença Criar um grande cartaz com motivos ligados ao tema da EBF e colocar nele o nome das crianças com espaços para a anotação da presença de cada dia da EBF. Colocá-lo em parede próxima à mesa da secretaria. Ao receber as crianças, o secretário deverá dar a cada uma delas uma etiqueta a cada dia, para que ela mesma vá colar na linha do seu nome, no espaço referente àquele dia. Uma cor de etiqueta para cada dia daria um resultado bonito a esse quadro. É interessante ter um monitor junto ao quadro, ajudando as crianças nessa tarefa, pois pode ser que nem todos estejam plenamente alfa- betizados. Esse quadro de presença poderá ser levado ao lo- cal de encerramento diariamente, para motivar um momento de oração por aquelas crianças que não estiveram presentes naquele dia.
  17. 17. 18 Regras de convivência As regras básicas de funcionamento da EBF po- derão ser apresentadas no primeiro dia às crianças. É importante garantir que toda a equipe de traba- lho esteja ciente das regras, para que haja uma sin- tonia de atitudes e exigências. Oriente também a equipe que, regras combinadas, valem tanto para adultos quanto para crianças, ou seja, se às crian- ças não for permitido conversas paralelas, isso também não será permitido aos adultos. Além das regras básicas, podem ser agregadas outras regras que surjam de combinados feitos com as crianças, ainda no primeiro dia. Escreva todas em um cartaz que possa ser colocado em um lugar de fácil visu- alização. Sugestões de Regras de convivência • Ser pontual; • Respeitar os amigos e amigas; • Usar palavras carinhosas; • Manter os espaços limpos; • Não se retirar da EBF sem autorização; • Participar de todas as atividades; • Seguir as instruções dos dirigentes. Culto de encerramento Trata-se de uma oportunidade para que, reuni- dos com a igreja, possamos celebrar e testemunhar sobre os dias vividos junto das crianças. É um mo- mento de culminância de compromisso, quando as crianças poderão confirmar os votos assumidos nos dias da EBF e estender esse convite a toda a comunidade de fé. Será um culto dirigido pelo Mi- nistério deTrabalho com Crianças, contando com a participação das crianças (através de testemunhos, cânticos, leituras bíblicas, etc.). Deve-se tomar cuidado para que o culto não seja transformado em relatório da EBF. As crianças não precisam cantar todas as músicas que foram aprendidas e nem ouvir novamente todas as his- tórias. Será um momento de culto em que adultos, jovens, juvenis e crianças estarão juntos adorando, louvando, ouvindo a voz de Deus e dedicando suas vidas a Deus. O dirigente deverá controlar bem o tempo de cada momento, para não extrapolar o horário, pois, ao permitir que o culto com muitas crianças presentes se alongue demais, estará pos- sibilitando o cansaço das crianças, que poderão ficar muito agitadas e difíceis de controlar. Da mes- ma forma, o pregador escolhido deverá ser aquele capaz de falar a crianças e adultos de forma clara, dinâmica e objetiva, respeitando o tempo de aten- ção das crianças presentes. Inscrição A inscrição das crianças deverá ser preenchida e assinada pelos pais ou responsáveis. Nela, devem constar dados que facilitem a organização (como idade), o contato com seus responsáveis (endere- ço, telefone, nomes dos pais ou responsáveis) e o seu bem-estar (informações quanto a sua saúde).
  18. 18. 19 IGREJA METODISTA - MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016 – A alegria de produzir frutos. FICHA INDIVIDUAL DE INSCRIÇÃO NOME:________________________________________________________ NASCIMENTO: ____/____ /_____ ENDEREÇO: _______________________________________________________________________________ E-mail____________________________________________________________________________________ BAIRRO:_____________________________________________________CEP:__________________________ CIDADE:____________________________________ TELEFONE RESIDENCIAL: _________________________ TELEFONES para emergência: ________________________________________________________________ IGREJA que frequenta: ______________________________________________________________________ Nome do pai: _____________________________________________________RG _____________________ Nome da mãe_____________________________________________________RG _____________________ Por favor, preencha corretamente as informações solicitadas abaixo: 1. Em caso de acidente, os responsáveis pela EBF estão autorizados a levá-lo para atendimento médico? ( ) Sim ( ) Não 2. Tem alguma restrição alimentar por motivo de saúde? Qual? ____________________________________ 3. A criança possui algum problema de saúde?__________________________________________________ 4. Toma algum medicamento regularmente? ( ) Sim ( ) Não. Qual? _______________________________ 5. É alérgico(a) a alguma coisa ou medicamento? ( ) Sim ( ) Não. Qual? ____________________________ 6. Quais remédios costuma tomar para: resfriado _______________________________________________ dor de cabeça ____________________________________________________________________________ dor de garganta __________________________________________________________________________ febre ___________________________________________________________________________________ outros __________________________________________________________________________________ Autorizo meu filho(a) ___________________________________________________ a participar da EBF na Igreja Metodista, na Rua: _________________________________nº _____, nos dias______________________ das _______ às _____ h e assumo total responsabilidade sobre as informações prestadas. Durante os dias da EBF, ele(a) irá embora: ( ) acompanhada pelo(s) responsável(is) _____________________________________ ( ) desacompanhada de responsável. ______________________________ ________________________________ Assinatura do responsável N° do documento de identidade
  19. 19. 20 Carta de confirmação de inscrição É interessante enviar uma carta endereçada à criança, confirmando a sua inscrição e fornecendo à família informações que lhes ofereçam seguran- ça de estar mandando seus filhos, bem como es- clarecimentos necessários ao trabalho com elas. Deverá ser entregue no momento do recebimento da inscrição. IGREJA METODISTA - MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016 – A alegria de produzir frutos. Querido(a) _______________________________________________ Que a graça e a paz de Deus esteja no seu coração! Recebemos sua ficha de inscrição para a Escola Bíblica de Férias “A alegria de produzir frutos” na Igreja _____________________________, nos dias ___________________ de julho de 2016. Muito obrigada! Nosso endereço é ____________________________________________________________________________ e-mail________________________________________ e o telefone para contato: _____________________. Estaremos esperando por você todas as tardes a partir das _____h. Seu(sua) responsável deverá buscá-lo(a) todas as tardes às _______h. Você só será entregue nas mãos do seu(sua) responsável ou de outra pessoa que ele(a) tenha autorizado, colocando o seu nome na ficha de inscrição. Não será necessário trazer lanche, pois estaremos servindo o lanche para todos. Teremos um serviço de primeiros socorros, com material suficiente para curativos simples. No caso de ser neces- sário medicar alguma criança, estaremos entrando em contato com o seu responsável, pelos telefones forneci- dos na ficha de inscrição e, em caso de emergência, levando para atendimento médico de urgência. Caso esteja tomando alguma medicação que deverá ser administrada no período da EBF, deverá trazê-la junto com a receita médica e todas as instruções de administração, bem como autorização dos seus pais para que a administremos. Venha com roupas confortáveis e prefira as que não são novas, pois vamos brincar e lidar com tintas e colas. Não traga celulares, pois eles terão que permanecer desligados, durante a EBF. Não se preocupe também em trazer máquinas fotográficas e outros objetos de valor, pois não poderemos nos responsabilizar por esses objetos. Te- remos alguém de nossa equipe, fotografando o evento e poderemos disponibilizar essas fotos posteriormente a todos que se interessarem. Não se esqueça de trazer muita alegria e uma boa dose de disposição. Um beijo carinhoso, _________________________________________________ Coordenador(a) do Ministério de Trabalho com Crianças Carta à família Terminada a Escola Bíblia de Férias, seria muito interessante mandar aos pais uma cartinha com o relatório do que foi trabalhado e um convite para as demais ações com as crianças, desenvolvidas pela Igreja, como por exemplo: a Escola Dominical, os cultos com as crianças e outros projetos. Essa carta pode ser mandada no último dia da EBF jun- to com o convite para o culto ou mesmo no dia do Culto (distribuída para toda a igreja).
  20. 20. 21 Avaliações Terminada a EBF, promova um processo de ava- liação, permitindo que, todos os que participaram da equipe, possam expressar a sua opinião sobre o trabalho realizado. Ouça também as crianças. Toda a atividade desenvolvida no Ministério de Crianças, mesmo as aulas ministradas na Escola Dominical, domingo a domingo, deve ser avaliada. A avaliação possibilita a melhoria na caminhada. Uma equipe que se reúne regularmente para planejar e avaliar a caminhada lucra em eficiência e garante resulta- dos finais mais positivos. A avaliação é um importante recurso para a me- lhora de nosso trabalho. Sem um reexame cuida- doso, podemos nos repetir e somar erros, tendo como resultado a ineficiência. Ainda que nos ne- guemos a encarar uma avaliação, estamos sendo avaliados a todo momento – pela liderança de nos- sa igreja, pelas crianças, pelas suas famílias, pelos elementos da equipe e por todos que observam nosso trabalho. Não existem maneiras de escapar de uma avaliação, mas podemos usá-la, de forma positiva, a favor do nosso ministério. É necessário IGREJA METODISTA - MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016 – A alegria de produzir frutos. Queridos pais, mães e responsáveis pelas crianças participantes da EBF 2016, Que a graça e a paz de Deus estejam abundantes no seu coração! Louvamos a Deus por suas vidas e pelas vidas de suas crianças com as quais pudemos conviver nesses poucos dias. Somos gratos vocês, por terem permitido que elas participassem conosco da Escola Bíblica de Férias 2015. Foi uma grande alegria desfrutar do amor de Deus juntos, com muita alegria e união. Nestes dias, trabalhando o tema “A alegria de produzir frutos.”, estivemos conversando sobre frutos que são produzidos por discípulos/as do Reino de Deus; movidos pelo Espírito Santo de Deus; resultado da missão que Jesus nos chamou a realizar; plantados, regados e colhidos no meio da comunidade de fé que é o corpo de Cris- to, e nos diversos espaços, onde essa Igreja desenvolve a sua caminhada missionária. Que Deus os abençoe grandemente, pais e mães, dando-lhes toda a sabedoria e amor necessários para que continuem sua caminhada na educação de seus filhos e filhas, aplicando o que está escrito na palavra de Deus em Provérbios 22.6:“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele”. Nossa Igreja promove outras atividades educativas para as crianças em que seus filhos serão muito bem-vindos. Nossos horários de cultos e programação: ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ Equipe de Trabalho Escola Bíblica de Férias IGREJA METODISTA
  21. 21. 22 Recolhidas as avaliações, antes de fazer a leitu- ra de cada uma delas, o coordenador deve fazer a sua avaliação, listando todas as coisas que efe- tivamente deram certo e devem ser continuadas, e todas aquelas coisas que fugiram ao controle ou que não funcionaram. Para cada uma dessas coisas que não deram certo, tentar localizar os motivos desses erros e que atitudes podem ser tomadas para evitá-los de uma próxima vez. Feito isso, deverá ler as avaliações e somar os seus re- sultados, calculando os percentuais e, se possível, traçando um gráfico estatístico desses resultados. Após a realização da EBF, é importante que o grupo volte a se reunir para conversar sobre os pontos positivos e negativos da atividade rea- lizada. Nesse momento, o coordenador deverá mostrar à equipe, o resultado das avaliações fei- tas pela equipe e pelas crianças, para que juntos tracem estratégias, para melhorar o trabalho, visto que o trabalho foi realizado pela equipe, portanto a avaliação que foi feita, refere-se ao trabalho de todos. Nessa reunião devem ser feitas anotações que possam servir como referência, para a elabo- ração da próxima EBF. O coordenador deverá levar a equipe a enxergar que, mesmo que tenham que encarar as falhas e limitações do trabalho da equi- pe, certamente houve crescimento e muitos pon- tos positivos a serem destacados e que tudo seja feito com alegria e ações de graças. Essa reunião de avaliação deve ser também um momento de agra- decimento a Deus pelas bênçãos, que certamente foram derramadas na EBF, e, pelos resultados que podem se estender, para além daqueles dias passa- dos, junto às crianças na EBF. orientar as equipes de trabalho que preencham avaliações sobre o trabalho realizado, mas que sejam criteriosos e honestos (que podem fazer di- ferença) e evitem elogios feitos como atitude de carinho, mas que não representam a realidade, o que pode mascarar uma situação e comprometer a mudança talvez necessária. Participar de momentos de avaliação é um pro- cesso de aprendizagem tanto para os que fazem as avaliações quanto para os que são avaliados. É importante que, aqueles que participam das ava- liações, aprendam a lidar com ela, para não utiliza- rem esses momentos para ferir e magoar ou para elogiar falsamente (por pena ou falta de coragem de expor o verdadeiro pensamento), ações essas, possibilitadas pelo anonimato, nos processos de avaliação. De igual forma, é essencial que, aque- le que se propõe a ser avaliado, considere que, muitas situações emocionais, estarão permeando esse processo e ele terá que reinterpretar algumas falas, a partir da consciência dos fatos que ocorre- ram e ser maduro o suficiente, para não tomar as criticas como pessoais, mas utilizá-las na melhoria da caminhada, buscando melhorar suas estratégias de trabalho a partir de avaliações sinceras e fide- dignas. As crianças podem registrar a sua opinião duran- te a EBF, através de sinais, visto que pode ser que nem todas dominem ainda a língua escrita. Pode ser confeccionado um painel para cada dia da EBF, que poderá ser colocado, próximo à saída das crian- ças, no momento da despedida. Nesse momento, podem ser colocadas à disposição das crianças, gravuras positivas ou negativas (como rostos sor- rindo ou tristes) que elas vão escolher para colar no painel e algumas canetas coloridas para os que pre- firam escrever. Um monitor poderá estar próximo ao painel, ajudando as crianças. As que já escrevem podem ser motivadas a deixar recados à equipe de organização ou o monitor pode escrever frases ou palavras que os pequenos, que ainda não escre- vem, lhes peçam para escrever.
  22. 22. 23 Estamos disponibilizando um formulário de ava- liação do material fornecido para a elaboração dessa EBF 2016. Pedimos que seja respondido em equipe. Esta avaliação servirá para orientar a equi- pe organizadora deste caderno na elaboração dos próximos, portanto, solicitamos que sua equipe encaminhe o resultado dessa avaliação à Coor- denação do Departamento Nacional de Trabalho com Crianças. É só enviar por e-mail para crianca- metodista@gmail.com ou pelo correio para Sede nacional da Igreja Metodista. Endereço: Av. Pias- sanguaba, 3031 - Planalto Paulista, São Paulo - SP CEP: 04060-004. IGREJA METODISTA - DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRABALHO COM CRIANÇAS AVALIAÇÃO DO CADERNO DA ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016 “A alegria de produzir frutos” AVALIAÇÃO (Coletiva – para ser preenchida, em reunião, pelo Coordenador e Equipe da EBF na reunião de Avaliação final) 1. IDENTIFICAÇÃO Igreja: __________________________________________________ Região: ___________________________ Nome do/a pastor/a: _________________________________________________________________________ Nome do/a coordenador/a: ____________________________________________________________________ Endereço completo para contato: _______________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ 2. A EBF Quantos dias durou a EBF da sua Igreja: __________________________________________________________ Quantas crianças participaram: _________________________________________________________________ Complete com a quantidade de crianças participantes por etária: ( ) 0-3 ( ) 4-5 ( ) 6-7 ( ) 8-9 ( ) 10-11 Foi organizada a classe de adultos acompanhantes? ________________________________________________ Quantos adultos participaram das oficinas? _______________________________________________________ IGREJA METODISTA – MINISTÉRIO DE TRABALHO COM CRIANÇAS AVALIAÇÃO DA ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS 2016 (Ficha individual para ser preenchida pelos componentes da Equipe de Trabalho da EBF no úl- timo dia da EBF – faça quantas cópias forem necessárias e distribua para os elementos da equipe de trabalho) Muito Bom Bom Regular Conteúdo trabalhado Dinâmica do trabalho Organização geral EU APLAUDO EU CRITICO EU SUGIRO
  23. 23. 24 Quantos pessoas fizeram parte da equipe de trabalho: ______________________________________________ Como a equipe avalia a sua EBF? Destaque os pontos positivos e os pontos que precisam melhorar: ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ O que a equipe espera da próxima EBF? __________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ 3. O CADERNO VIRTUAL DA EBF O que você achou do tema da EBF? ( ) Muito Bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Não Gostei Por quê? ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ A EBF foi postada no site em tempo hábil para a organização da EBF? ( ) Sim ( ) Não Por quê? ________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ De que forma o material chegou a suas mãos? ( ) Site da Igreja Metodista ( ) Arquivo encaminhado pela Coordenação Regional de Trabalho com Crianças e/ou Equipe Distrital de Trabalho com Crianças As atividades propostas no caderno da EBF são: ( ) Muito Boas ( ) Boas ( ) Regulares ( ) Não Gostei Por quê? ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ Você utilizou o material proposto no caderno? ( ) Totalmente ( ) Parcialmentew Por quê? ________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ O que você achou do subsídio bíblico sobre o tema da EBF (os textos iniciais)? ( ) Muito Bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Não Gostei Por quê? ___________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ O que você achou das ilustrações fornecidas? ( ) Muito Bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Não Gostei A clareza das instruções: ( ) adequada – conseguimos entender as instruções com facilidade ( ) confusa – tivemos dificuldade para entender as instruções
  24. 24. 25 Certificado de Participação No último dia da EBF, as crianças recebem o cer- tificado de participação. Se for possível, entregar também uma lembrancinha que sirva de referên- cia com o compromisso assumido por elas no en- cerramento do último dia. Caixa de Primeiro Socorros A caixa de primeiros socorros deve ser manti- da sob a guarda da pessoa responsável pela en- fermaria, em lugar de fácil acesso, mas longe das crianças, e estar bem sinalizada. Não se incluem medicamentos. A caixa pode conter os seguintes materiais: • Esparadrapo ou fitas adesivas; • Algodão hidrófilo; • Compressas de gaze estéril comum e do tipo sem adesivo; • Ataduras de gaze; • Atadura de crepom; • Bandagem; • Compressas limpas; • Faixa elástica (para entorses no tornozelo) e fai- xa triangular (para entorse no tornozelo ou lesões do braço, ou como torniquete); • Sabão líquido; • Frasco de água oxigenada; • Frasco de soro fisiológico; • Frasco de álcool; • Cotonetes; • Luvas de procedimentos; • Tesoura; • Termômetro; • Alfinetes de fralda; • Bolsa para água quente; • Lanterna; • Sacos plásticos. Modelo para o Certificado.
  25. 25. 26 Avisos, Faixas, Placas e Cartazes Placa de localização dos diversos espaços. Ex: Enfermaria, Oficina de História, Oficina de Música, Oficina de Jogos, Oficina de Artes, Banheiro de Me- ninas, Banheiro de Meninos, Refeitório, Secretaria; Cartaz de horário e tempo de duração das ativida- des, Cartazes com versículos bíblicos e frases que promovam um ambiente de amizade; faixa com informações; cartaz ou estandarte com o tema. Colocar os cartazes em locais de fácil visualização das crianças, com imagens e informações. Modelos para as faixas. Modelos 1 para o cartaz.
  26. 26. 27 Instruções acerca das diversas funções e momentos da EBF Abertura 1º Dia • Receber as crianças com alegria e entusiasmo; • Dizer que elas são bem-vindas; • Explicar: - Objetivos da EBF; - A dinâmica do trabalho (divisão em grupos, desenvolvimento das atividades, rotina do dia); - Falar da importância de estar atento ao seu grupo e não se dispersar; - Regras de boa convivência (o que se espera de cada criança, o que é possível ser feito e o que deve ser evitado); - Desenvolver a proposta de dinâmica feita para o momento da abertura. Ler o texto do dia (ou contar - o que é melhor), explicar o texto; - Orar com as crianças. 2º e demais dias • Receber as crianças com alegria e amabilidade; • Dizer que é muito bom tê-las novamente co- nosco; • Se a quantidade de crianças aumentou, comen- tar, mostrando que isso nos faz felizes. Dizer que Deus se agrada de ter as crianças em sua casa. • Cantar a música da EBF; • Falar com as crianças o versículo tema da EBF; Modelos 2 para o cartaz.
  27. 27. 28 • Cantar as músicas aprendidas no dia anterior; • Falar com as crianças o versículo tema do dia anterior; • Desenvolver a proposta de dinâmica feita para o momento da abertura. Ler o texto do dia (ou con- tar a história do texto), comentar e explicar; • Orar com as crianças; • Dividi-las em grupos. Encerramento • Fazer perguntas sobre a história aprendida no dia; • Cantar os cânticos aprendidos no dia; • Repetir o versículo que foi decorado; • Falar sobre os pontos positivos da participação das crianças nesse dia. Não critique as crianças, não cite coisas negativas que tenham ocorrido (se ocorreram, é bom que as tenha resolvido na hora que aconteceram, em particular, com a criança en- volvida, para não expô-la perante seus colegas), não cite nomes de crianças, perante as demais, para chamar atenção. • Neste momento fale do prazer de ter passado esse dia com elas, e convide-as para o dia seguinte. • Orar com as crianças. Será muito importante que a mesma pessoa res- ponsável pela abertura seja também responsável pelo encerramento. A Abertura é o momento des- tinado à recepção das crianças ao dia de trabalho. O responsável por esse momento deve ser alguém capaz de envolver, despertar e prender o interes- se das crianças. Deverá estudar todo o material da EBF, pois nesses momentos de abertura, estará criando a expectativa pelo trabalho do dia, revisan- do o conhecimento dos dias anteriores e, no en- cerramento, estará concluindo a idéia desse dia e, construindo uma ligação com os demais assuntos dos outros dias, para isso, precisa estar plenamente inteirado de todas as atividades do dia e dos obje- tivos gerais e específicos dessa EBF. Para as abertu- ras de cada dia, apresentamos um material especí- fico que será trabalhado nesse momento, em que todas as crianças estarão reunidas, antes de serem distribuídas em seus grupos. Nesse momento, é importante que seja observado o tempo criteriosa- mente para que não se extrapole o horário, preju- dicando as demais oficinas que ainda estão por vir. O encerramento é o momento da culminância do trabalho de um dia. A criança, depois de haver passado por diversas atividades, vai ser levada a perceber o elo entre elas e o quanto cada uma de- las colaborou para a construção do conhecimento que apresentam nesse momento final. Oficina de História • Ensinar as crianças a decorar o versículo tema da EBF; • Ensinar as crianças adecorar o versículo do dia; • Contar a história; • Conversar sobre a história; • Dramatizar ou pedir que recontem a história; • Despedirdas crianças com alegria, dizendo como foi agradável tê-las com vocês. O instrutor dessa oficina deverá estudar todo o material e buscar aprender e envolver-se com cada uma das histórias a ser contada, buscando referên- cias em sua própria história de vida, a fim de cons- truir uma referência emocional com a história a ser contada. Ao preparar a história, fazer uma análise cuidadosa dela, determinando cada um de seus elementos, treinar (contanto a alguém, escrevendo ou diante do espelho), sendo uma história bíblica, ler na Bíblia e, se possível, em diversas traduções e os textos correlatos e ler o contexto do texto em que se situa a história ou o propósito dela ter sido contada naquela época, para a construção de um conhecimento mais apurado do texto a ser traba- lhado, fazendo, se possível, pesquisas de época e estudando os termos desconhecidos. Ao estruturar a oficina de história, tendo como referência o material fornecido para aquele dia de trabalho, é preciso ter bem claro o objetivo que se pretende alcançar com aquela história; considerar
  28. 28. 29 Oficina de Música os diferentes níveis de desenvolvimento das crian- ças que estarão vindo participar da oficina, dividi- das em grupo segundo as suas faixas etárias, então ao preparar a história devem ser feitas as devidas adequações de linguagem e dinâmicas. Durante a oficina, é importante que a criança seja motivada a participar da história. Para isso, o ins- trutor dessa oficina pode lançar mão de diferentes recursos de contação que possibilitam essa intera- ção como, por exemplo, a Leitura narrativa – (leitu- ra dialogada ou responsiva do texto); Narração em coro (leitura com gestos, frases repetidas, e movi- mento); Narração na perspectiva do personagem (narrada pelo personagem principal ou por um se- cundário, na primeira pessoa); Paráfrase e narração na linguagem de hoje (adaptando a história, sua linguagem, criando diálogos e contextualizando- -a); Narração com recursos (usar gravura, flaneló- grafo, álbum seriado, teatro de bonecos, fitas de vídeo, etc.). Ao selecionar o material visual e a estratégia a se- rem usados na apresentação da história, considere o que melhor se adequa ao estilo da história, e, se utilizar gravuras, considere o tamanho da turma e a distância entre as crianças, para definir o tama- nho, e utilize cores fortes, observando se essas têm nitidez. Ao introduzir a história, o instrutor dessa oficina poderá lançar mão de diferentes recursos como uma música, uma historieta, um jogo ou uma per- gunta - desde que tenham relação com a história que será contada –como formas de despertar o interesse. Durante a contação da história, deve for- necer informações históricas e dizer o motivo pelo qual aquela história foi contada pela primeira vez - casosejamessenciaisaoentendimentodoobjetivo da história; dar detalhes da vida dos personagens que possam auxiliar no entendimento da história e que sejam necessários; utilizar linguagem de fá- cil entendimento e adequada à idade das crianças atendidas; explicar termos, expressões ou palavras novas ao vocabulário das crianças, caso seja neces- sário usá-las; usar um tom de voz alto, suave e claro, mudando a entonação de acordo com os diferen- tes momentos da história; dar ao rosto expressão coerente com os diferentes momentos da história; permitir ao corpo movimentos em sintonia com os diferentes momentos da história, evitando que es- teja estático ao longo de todo o desenvolvimento da história ou em movimentos dissonantes; deixar que a criança tire suas próprias conclusões, consi- derando que ela é capaz e que o nosso trabalho foi bem feito - não apontar a moral da história; fazer uso de artifícios como Pausa (para provocar expec- tativa e ansiedade); Gesticulação (para dar expres- são à história) e Sons onomatopaicos (imitação do som dos animais e outros diversos). Numa EBF aberta à comunidade do entorno da Igreja, fica difícil conhecer todas as crianças, mas é importante que o instrutor dessa oficina tenha acesso às fichas de inscrição e possa observar in- formações que lhe possam indicar o perfil da clien- tela. Toda informação sobre o público a que se atende, facilitará na preparação e na apresentação da história. • Ler a letra do cântico para as crianças; • Explicar a letra do cântico que será cantado, dando informações necessárias; • Ler com as crianças a letra; • Se não sabem ler, devem repetir as frases; • Cantar sozinho na primeira vez, ao apresentar o cântico, para que as crianças ouçam todo o cântico com perfeição; • Use gestos para acompanhar os cânticos, pois eles ajudam a fixar; • Não permita palmas durante o ensino, pois o barulho das palmas pode atrapalhar a aprendiza- gem da melodia; • Ensinar o cântico por partes e só passar adiante quando todos estiverem cantando; • Cantar todo o cântico ao final; • Evite competições do tipo: “meninos contra as meninas”; • Evite levá-los a cantar gritando (quando todos estiverem juntos no encerramento, vai sair bem alto);
  29. 29. 30 • Guarde um momento para a revisão dos cânti- cos dos dias anteriores; • Ao final da oficina, cantar todos os cânticos aprendidos no dia; • Despeça as crianças com alegria, diga como foi muito agradável tê-las com vocês. Estamos sugerindo músicas selecionadas de acordo com o temae que poderão ser baixadas do site da Igreja Metodista, gravadas em CD e apren- didas pelas equipes de música. A quantidade de músicas para cada dia da EBF deverá ser decidida pelo coordenador dentre as sugeridas. É importan- te que as crianças aprendam as músicas; por isso, deve-se evitar o excesso. Estamos sugerindo uma quantidade maior de músicas que a necessária, para cada dia, a fim de que, cada equipe local, pos- sa ter a liberdade de fazer a sua própria seleção. O instrutor dessa oficina deverá, ao selecionar os cânticos a serem apresentados para cada grupo de crianças, considerar a faixa etária a que se desti- nam, considerando o tamanho da letra e o grau de dificuldade da melodia. Caso desejem acrescentar outros cânticos aos que foram indicados ou subs- tituir, deve analisar as músicas escolhidas, conside- rando o conteúdo de suas letras tanto no que se refere à adequação dela ao objetivo da EBF quanto à adequação de sua mensagem à teologia meto- dista. A voz infantil é suave e aguda, o(a) dirigente deve ser uma pessoa com voz mais aguda, de pre- ferência a voz feminina, ou voz masculina que can- te no falsete. Cantar muito grave pode prejudicar o amadurecimento da voz infantil para o canto. O instrutor precisa ser afinado, mas caso sua equipe não conte com um alguém que possa cantar para as crianças, o instrutor pode fazer uso de um apare- lho de CD para lhes ensinar os cânticos. Devemos evitar aquela célebre frase tão usada indevidamente com nossas crianças “Cantem mais alto!”, pois quando as crianças ouvem este apelo a tendência é gritar ao invés de cantar. E se observa- mos as veias dos seus pescocinhos, parecem que vão se romper. Queremos ver nossas crianças can- tando com alegria, e jamais levá-las a um tipo de esforço vocal que venha a lhes trazer prejuízos no seu desenvolvimento vocal. Com o tempo, a práti- ca, e um bom modelo, elas aprenderão a soltar a voz e a colocá-la adequadamente. O instrutor da oficina deverá aprender bem as canções e preparar as letras com antecedência, fazendo cópias, ampliando e ilustrando ou orga- nizando slides no datashow. A utilização de ilus- trações para facilitar a fixação das músicas é um ótimo recurso, seja com imagens em datashow, em transparência para retroprojetor ou em folhas de papel pardo com os cânticos ampliados. Entre- tanto, a letra escrita é apenas um suporte. Crianças aprendem cantigas de roda e outras músicas sem nunca terem tido a oportunidade de lerem suas le- tras. Na EBF, atenderemos crianças que não domi- nam ainda a língua escrita, e isso certamente não é um impedimento para que aprendam os cânticos. Na medida do possível, seria bom levar as crianças a cantarem sem ficarem dependentes da letra es- crita. Se a melodia e a mensagem forem interiori- zadas pela criança, elas transmitirão tudo isto com muita facilidade. Para enriquecimento, leia algumas das regras para o canto deixadas por João Wesley aos Meto- distas: 1. Aprenda a música; 2. Cante os hinos como estão escritos; 3. Cante o hino inteiro. Se isso é uma cruz, tome- -a e achará uma bênção; 4. Cante vigorosamente e com animação; 5. Cante com humildade, não grite; 6. Cante no compasso certo. Não corra e nem fi- que para trás quando cantar; 7. Acima de tudo, cante espiritualmente. Procu- re agradecer mais a Deus do que a si próprio ou a qualquer outra criatura. Para isso, preste atenção cuidadosa no sentido do que está cantando e te- nha certeza de que o seu coração não esteja sendo levado pela“beleza”do tom que está fazendo, mas que o seu canto seja uma oferta a Deus.
  30. 30. 31 • Explique detalhadamente o que quer que fa- çam, sem mostrar um modelo pronto e feito por adulto; • Auxilie as crianças, pois cada uma tem um ritmo de desenvolvimento; • Não elogie pelo resultado, mas pelo esforço; • Não compare os trabalhos; • Não critique os trabalhos; • Não faça pela criança, incentive; • Seja amável e paciente com as limitações. Pen- se:“Nós também temos as nossas”; • Despeça as crianças com alegria, diga como foi agradável tê-las com vocês. “Que variedades, Senhor, nas Tuas obras!” (Sl 104.24). Nascemos dotados de potencial criativo que apresenta formas variadas de expressão. A arte faz parte da vida; fazemos arte e, muitas vezes, não percebemos. Arte é transformação, criação, construção. Para trabalhar com arte, é preciso per- cepção, estar aberto ao contato com o novo, dispo- sição em envolver-se física e emocionalmente com o objeto que se constrói, e fazê-lo através do maior número possível de sentidos – e especialmente do sentido do tato. As crianças, por si mesmas, já carregam dentro delas a curiosidade, a vontade de tocar, sentir e de cheirar o que está ao seu redor. “Espantei-me no dia em que, sentada numa rodinha, para contar histórias com meus alunos de três anos, um deles lambeu o chão. Meu espanto não foi com a lambi- da da criança, mas com a minha falta de curiosida- de, para saber que sabor teria aquele piso.”(Rogeria S. V. Frigo). Trabalhar com arte é lançar mão desse interesse da criança pelas novas formas de tocar o mundo ao seu redor e de ter contato com ele. Explorar suas habilidades significa valorizá-las, fazendo com que elas se sintam úteis, produtivas e colaboradoras na família, escola, comunidade e na própria sociedade. Cabe à pessoa que trabalha com elas estimulá-las, através da arte, a desenvol- ver os seus sentidos. É necessário conhecer as téc- nicas de pintura, de modelagem, de desenho, de colagem, de reciclagem, de dança, de como contar histórias, de música, enfim, tudo o que a arte pode proporcionar, pois isso facilitará trabalhar com esta forma de expressão. A arte é um excelente recurso que viabiliza pro- postas diferenciadas para o trabalho com as crian- ças. Ela facilita a expressão criativa em todos os sentidos, e aproxima os indivíduos em suas rela- ções. A expressão artística pode auxiliar na elaboração do conhecimento adquirido; pode facilitar o auto- -conhecimento e o conhecimento do outro; pode possibilitar o relacionamento e a comunicação. Portanto, pode ser um excelente canal de apropria- ção dos valores do Reino de Deus e de valorização dos conceitos de reutilização, reciclagem e mordo- mia dos recursos naturais. Na oficina de artes, o instrutor deve apresentar a proposta de trabalho, sem mostrar o modelo completamente acabado - feito pelo adulto. Esta- remos auxiliando as crianças na construção, sem entretanto, limitar suas possibilidades de criação, ou seja, permitiremos o seu toque pessoal sem apresentar um referencial “perfeito” que ela dificil- mente conseguirá fazer igual. Oficina de Artes Plásticas Oficina de Jogos cooperativos • Intercale brincadeiras calmas e agitadas, termi- nando sempre com uma atividade calma; • Controle o tempo no relógio; • Não corte uma atividade que esteja agradando para mudar por outra; • Não insista numa atividade que esteja sendo desagradável, sinta o grupo e proponha outra ati- vidade; • Explique com clareza as regras da brincadeira; • Seja justo (faça cumprir as regras, não se deixan-
  31. 31. 32 do levar por intervenções do grupo); • Depois de começada a brincadeira, não mude as regras do jogo; • Seja imparcial ao tomar decisões; • Evite brincadeiras que envolvam exclusão ou competição; • Mantenha o grupo unido na mesma brincadei- ra, não permitindo que se dispersem; • Escolha brincadeiras de acordo com a capacida- de de cada idade; • Despeça as crianças com alegria, diga como foi agradável tê-las com vocês. O jogo, a brincadeira, a recreação são veículos de prazer para a criança; por isso o aproveitamento deste método, na educação cristã é muito interes- sante. Cristo se utiliza das parábolas, não por ser a única coisa que sabia fazer, mas por ser um método de interesse do povo judeu e, portanto, eficiente. O importante é ganhar a criança, pegar seu ponto de interesse. Fazer com que as horas passadas na “casa do Senhor” tenham gosto de satisfação, sejam-lhe lembranças de momentos prazerosos. E nada mais prazeroso para a criança que a brincadeira. A casa do Senhor é lugar de alegria, de crianças sorrindo, se expressando, brincando e aprendendo sobre o Deus que é amigo, é bom, ama as crianças e gosta de vê-las sorrindo. Brincar é muito bom! Disso ninguém duvida. Proporcionar momentos educativos ao brincar com as crianças, entretanto, requer planejamento da ação. Se queremos tirar proveito da situação e apresentar Cristo, precisamos planejar estas brin- cadeiras. Toda brincadeira tem de estar em acordo com o assunto a ser trabalho. O jogo pode ser um recurso útil se adequado ao contexto e trabalhado no momento certo. Podemos usar o jogo para re- forçar o assunto do dia. Jogo não é estratégia para preencher tempo vazio; ele precisa estar dentro do contexto. O instrutor dessa oficina e sua equipe precisam pensar com antecedência como vão conduzir as atividades, definir o material a ser usado, prepará- -lo ou separá-lo. A respeito dos jogos, deve ob- servar que sejam programados por adequação às faixas etárias e que, quanto à intensidade, devam variar entre calmos e agitados, dos mais simples, aos mais complexos, terminando sempre com um jogo calmo, para preparar a criança para entrar na próxima sala, sem agitação. Alguns cuidados devem ser tomados na oficina de jogos, que sejam: ter o objetivo a ser alcança- do bem definido: saber o que pretende conseguir com aquele jogo; saber quem são as crianças: faixa etária, interesse, capacidade de entender as regras do jogo; observar a quantidade de crianças: jogos para grupos pequenos podem não ser adequados para os grupos grandes; levar em conta o local dis- ponível para a atividade: existem jogos específicos para cada lugar - jogos de salão e jogos para ar livre; considerar o clima: se o jogo não é muito agitado para um dia quente ou lento para um dia frio; con- siderar o tempo disponível para a atividade, para não interromper uma atividade bem no meio dela, ao soar a sineta do fim da oficina. Isso pode ser frustrante para a criança; planejar sempre: o pla- nejamento reduz o erro, o desperdício de tempo, nos leva mais rápido e eficientemente a alcançar nossos objetivos; preparar todo o material com an- tecedência: o improviso pode comprometer todo um trabalho e produzir experiências negativas. Temos optado por trabalhar com jogos coopera- tivos, e abandonado os competitivos, por entender que estes, que enfatizam a competição, reforçam os valores da sociedade capitalista e individualista e que não estão de acordo com os valores do Reino de Deus, que são partilha, cooperação, amar o pró- ximo como a si mesmo, fraternidade, cordialidade, etc. Entendemos que os jogos cooperativos vão, além de confirmar o ensino que temos ministrado a nossas crianças, desenvolver um senso de unida- de e envolvimento. Acreditamos que os jogos coo- perativos sejam excelentes instrumentos na cons- trução de uma cultura de paz e de não-violência.
  32. 32. 33 Estamos fazendo uma seqüência de sugestão de jogos. O coordenador da oficina poderá substituir ou acrescentar outros jogos, desde que considere a orientação de que não sejam competitivos. O tem- po total dessa oficina estará acontecendo simultâ- nea a outras; portanto, é imprescindível a pontua- lidade. Jogos sugeridos para um dia da EBF podem ser novamente utilizados, em outros dias, se nota- do o interesse das crianças por aquela proposta. Jogos competitivos Jogos cooperativos São divertidos apenas para alguns. São divertidos para todos os participantes. A maioria tem o sentimento de derrota. Todos têm um sentimento de vitória. Alguns são excluídos por sua falta de habilidade. Alguns são excluídos por sua falta de habilida- de. Há mistura de grupos que brincam juntos, criando alto nível de aceitação mútua. Aprende-se a ser desconfiado. Todos participam e ninguém é rejeitado ou excluído. Os perdedores ficam de fora do jogo e, simples- mente, se tornam observadores. Os jogadores aprendem a ter um senso de uni- dade e a compartilhar o sucesso. Os participantes não se solidarizam, e ficam feli- zes, quando alguma coisa de ruim acontece aos outros. Desenvolvem auto-confiança, porque todos são bem aceitos. Pouca tolerância à derrota desenvolve em alguns participantes um sentimento de desistência face às dificuldades. A habilidade de perseverar face às dificuldades é fortalecida. Poucos se tornam bem sucedidos. É um caminho de co-evolução.
  33. 33. Criançasde4a11anos5 Programação para Abertura, Encerramento e Oficinas de crianças de 4 a 11 anos 34
  34. 34. 35 Tema do dia: Crianças discípulas Conhecimento específico: Aprendendo sobre o discipulado. Objetivos: Proporcionar às crianças, experiên- cias que promovam aprendizado sobre a impor- tância de ser um(a) discípulo(a); despertar nelas, o interesse de estar aprendendo mais sobre Deus e o que Ele espera de nós, como discípulos(as) seus(as). Ambientação: Mesa coberta por uma toalha bonita e enfeitada com três bonecos aventureiros, (Zeca, Yan e Rebeca) ou outros bonecos que repre- sentarão os personagens da história que será con- tada. Ter, no centro da mesa, uma Bíblia aberta, e nas paredes, ou painéis, colar o tema da EBF e o do dia, e também os versículos tema com cartazes criativos. 1º DIA A programação do primeiro dia de EBF foi organizada pela Equipe Regional de Trabalho com Crianças da 4ª Região Eclesiástica.

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