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Dos versos 14 a 16 da segunda oitava deste poema, Camões faz a     descrição física dos seus amores:     “Rosto singular  ...
Nos versos 21 a 24:“pretosos cabelos ,*** Onde o povo vãoPerde opiniãoQue os louros são belos”(*)No verso 21 é dado a conh...
Na quarta oitava, dos versos 25 a 32:“predidão de Amor,Tão doce a figuraQue a neve lhe juraQue trocara a cor.Leda a mansid...
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“Esta é a cativa  Que me tem cativo.  E pois nela vivo,  É a força que viva.”Nesta parte final, Camões apresenta novamente...
Tanto num poema como no outro, o sujeito poético ao longo dos poemas vaidado a conhecer aos leitores elementos tanto físic...
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  1. 1. Trabalho de grupo realizado pelas alunas: Ângela Silva, nº 4 Catia Alexandra Ferreira , nº7 Beatriz Teixeira, nº6
  2. 2. O poema que passaremos a analisar divide se em 2 partes:Mote: descreve a acção geral realizada por Leonor, a sua amada.Volta: o poeta anda em volta do assunto tratado no mote.Na volta o sujeito poético faz a descrição da figura femininatratada no mote, descrevendo tanto a beleza física e psicológicada sua amada demonstrando assim o fascínio que ela exercenele.
  3. 3. O sujeito poético apresenta Leonor fisicamente e psicologicamente pelo uso de expressões como:“ : encontra-se no mote verso 3- uso do adjectivo “formosa”fazendo referência a sua beleza. encontra-se na volta, na primeira redondilha, verso 5– é feita a caracterização das mãos de Leonor como sendo muito valiosas porquesão mãos laboriosas. encontra-se na volta, na primeiraredondilha, verso6 – faz referência á sua elegância. encontra-se na volta, primeira redondilha, verso 8 e 9 – refere que oseu tom de pele branco, comparando-o a brancura da neve.
  4. 4. encontra-se na volta segundaredondilha, verso 12 – refere-se a cor loira do seu cabelo, comparando-o com o ouro.Aqui o sujeito poético diz que Leonor é tão bela que é como que se a sua beleza“chove-se” do céu derramada por deus, sob a forma de bênção. Fazendo com que oconceito de beleza fosse enaltecido por Leonor encontra-se na volta, segundaredondilha verso 14 – o sujeito poético elogia a beleza da sua amada.
  5. 5. Aqui o sujeito poético diz que Leonor étão bela que é como que se a sua beleza“chove-se” do céu derramada por deus,sob a forma de bênção. Fazendo comque o conceito de beleza fosseenaltecido por Leonor
  6. 6. Neste poema Camões descreve Bárbora, a sua amada, na Índia. Aqui Camões chama a Barbora de “cativa” porque ele como é apaixonado por ela sente- se cativo, ela cativou-o e mantêm-no cativo sob influencia do seu amor. “porque nela vivo” ele revela que sem ela ele não é nada e não vive sem ela,( é ela que lhe dá vida) ele só vive por causa do seu amor .
  7. 7. Aqui Camões faz umacomparação entre a beleza dasrosas e a beleza da sua amada, naqual ele acaba por concluir que abeleza de Bárbora é superior á dasrosas ao dizer “ nunca vi rosa…que para meus olhos fosse maisfermosa”.
  8. 8. Na segunda oitava do verso 9 ao 13:“nem no campo flores Aqui novamente Camões chama a atenção para a beleza “dos seusNem no céu estrelas amores” denunciando a falta deMe parecem belas beleza da natureza ao comparar com a beleza dos seus amores, Como os meus por dizer que nem no campo nasamores” flores ou no céu nas estrelas ele encontra ou aos seus olhos lhe parecem mais bonitas do que as suas amadas.
  9. 9. Dos versos 14 a 16 da segunda oitava deste poema, Camões faz a descrição física dos seus amores: “Rosto singular Olhos sossegados, Pretos e cansados, Mas não de matar”Na terceira oitava deste poema, versos 18 a 20: Aqui Camões revela que também a sua Ũa graça viva amada é cativa, ela é cativa da sua beleza. Que neles lhe mora Ela é cativa da sua beleza no sentido que Para ser senhora por ela ser tão bela não se pode expor muito na sociedade para que não venha a De quem é cativa” se tornar também ela uma vitima do amor.
  10. 10. Nos versos 21 a 24:“pretosos cabelos ,*** Onde o povo vãoPerde opiniãoQue os louros são belos”(*)No verso 21 é dado a conhecer mais um elemento físico da amada, a cor doscabelos, assim ficamos a saber que Barbosa tem os cabelos “pretos” ( émorena).(**) O sujeito poético enfatiza mais uma vez a beleza da sua amada, ao dizerque ela apesar de ser morena, de ter os cabelos escuros, é tão bela que “opovo”, ou seja, a sociedade mudaria de opinião ao vê-la porque não só os“louros são belos”.
  11. 11. Na quarta oitava, dos versos 25 a 32:“predidão de Amor,Tão doce a figuraQue a neve lhe juraQue trocara a cor.Leda a mansidãoQue o siso acompanha;Bem parece estranha,Mas Barbora não.”O sujeito poético, nestes versos não poupa elogios e adjectivos, de forma a enaltecere caracterizar a figura de sua amada.
  12. 12. “predidão de Amor, Nestes versos, Camões tem umTão doce a figura raciocínio um pouco exagerado ( uso da hipérbole) ao dizer queQue a neve lhe jura Barbora é tão bela e sua figura tãoQue trocara a cor.” doce que a própria neve invejosa de sua tonalidade morena jura que por ela trocaria de cor.Na quinta oitava, dos versos 33 ao 40:“Presença serenaQue a tormenta amansa;Nela, enfim, descansaToda a minha pena.
  13. 13. “Esta é a cativa Que me tem cativo. E pois nela vivo, É a força que viva.”Nesta parte final, Camões apresenta novamente Barbora de “cativa”porque ele como é apaixonado por ela sente-se cativo, ela cativou-o emantêm-no cativo sob o seu amor.“porque nela vivo” ele revela que sem ela ele não é nada e não vive semela,( é ela que lhe dá vida) ele só vive por causa do seu amor .É o amor que ele sente por ela que o motiva a viver.
  14. 14. Tanto num poema como no outro, o sujeito poético ao longo dos poemas vaidado a conhecer aos leitores elementos tanto físicos como psicológicos sobreos seus amores.É demonstrado da parte do sujeito poético, que ele dá muita importância aostraços físicos da amada, contudo a beleza da mulher amada é resultado daconjugação das suas qualidades físicas e morais, que vão sendo realçados nospoemas através dos diversos adjectivos e comparações usadas pelo poeta.Este conjunto de qualidades apontam para uma imagem de perfeitoestereotipada da amada, passando a ideia de que ela é “mais bela” do quetodas as outras mulheres e que nem mesmo a natureza, apesar de toda a suabeleza, consegue superar a beleza desta mulher descrito pelo poeta.Uma mulher assemelhada a um ser divino, um ser abençoado por Deus eextremamente belo.Assim como em muitos dos poemas da época de Camões também ele retratae apresenta o “Amor” como algo trágico, sinonimo de dor e sofrimento.

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