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PIBIC 2010/1 - Interfaces entre a Semiótica e o Planejamento visual

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PIBIC 2010/1 - Interfaces entre a Semiótica e o Planejamento visual

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OBJETIVO GERAL: Analisar as interfaces da Semiótica e do Planejamento Visual no contexto de percepção e cognição dos receptores e interpretadores dos objetos.
ESPECÍFICOS: - Demonstrar que um planejamento visual, seja de projeto gráfico ou de produto, pode ser otimizado por meio de estudos da Semiótica. - Analisar a importância da significação dos projetos gráficos e de produto.
- Estabelecer um estudo projetual dos produtos existentes.

OBJETIVO GERAL: Analisar as interfaces da Semiótica e do Planejamento Visual no contexto de percepção e cognição dos receptores e interpretadores dos objetos.
ESPECÍFICOS: - Demonstrar que um planejamento visual, seja de projeto gráfico ou de produto, pode ser otimizado por meio de estudos da Semiótica. - Analisar a importância da significação dos projetos gráficos e de produto.
- Estabelecer um estudo projetual dos produtos existentes.

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  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS – UFAM PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA – PIBIC FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO AMAZONAS - FAPEAM PIB – SA/ 007/ 2009 Orientadora: Drª Luiza Elayne Correa Azevedo Pesquisadora: Diana Medeiros Fournier
  2. 2. GERAL: Analisar as interfaces da Semiótica e do Planejamento Visual no contexto de percepção e cognição dos receptores e interpretadores dos objetos. ESPECÍFICOS: - Demonstrar que um planejamento visual, seja de projeto gráfico ou de produto, pode ser otimizado por meio de estudos da Semiótica. - Analisar a importância da significação dos projetos gráficos e de produto. - Estabelecer um estudo projetual dos produtos existentes.
  3. 3. a) Estudo do Referencial teórico Unidades temáticas: Semiótica : NIEMEYER, Lucy. Elementos da semiótica aplicados ao design. 2AB. Rio de Janeiro, 2003. SANTAELLA, Lucia. Semiótica Aplicada. Thompson Learning. São Paulo, 2001. Cognição: BIZZOCCHI, Aldo . COGNIÇÃO - Como pensamos o mundo. Centro Universitário da Fundação Instituto de Ensino para Osasco (Unifieo) DRIGO, Maria. Comunicação e Cognição. Editora Sulina. São Paulo, 2007. Percepção: SIMÕES, Edda; TIEDEMANN, Klaus. Psicologia da Percepção. Vol. 1 e 2. EPU. São Paulo, 1985.
  4. 4. b) Abordagem da pesquisa: método Hipotético-dedutivo, devido o tema Semiótica ser uma teoria bem abrangente e baseada em processos e fenômenos de diversas áreas do conhecimento humano. c) Aplicação da Teoria Objetos existentes : Serão analisados os aspectos estéticos e funcionais e o estudo da Semiótica aplicada a eles, levando-se em consideração também estudos da cognição e percepção em relação ao produto.
  5. 5. Objeto 1: Cartaz de cinema do filme – UP, altas aventuras. Objeto Gráfico: Cartaz de cinema
  6. 6. Análise do cartaz de Cinema: A análise do cartaz se dá em três etapas, onde estas etapas englobam conceitos que se ramificam. 1ª ETAPA: Quali-signo: “O signo em sua propriedade sensorial, suas qualidades.” Sin-signo: “O signo e suas representações, significados.” Legi-signo: “O signo e sua existência em um contexto.”
  7. 7. 2ª ETAPA: Relação do signo com o objeto. Quali-signo = ícone Sin-signo = índice Legi-signo = símbolo Os tipos de objeto: Objeto dinâmico – é a totalidade daquilo que o signo se refere. Nesse caso: o filme ao qual o cartaz se refere, a animação intitulada “UP – altas aventuras”. Objeto imediato – o modo como o signo representa, indica, se assemelha, sugere, evoca aquilo que se refere. Nesse caso, o cartaz em si.
  8. 8. 3ª ETAPA: Os três tipos de interpretante: 1) Interpretante imediato – interpretante interno ao signo - o potencial imediato ao encontrar um intérprete. [CARTAZ DE CINEMA DE UM FILME DE ANIMAÇÃO; OBJETIVO – ENTRETER] 2) Interpretante Dinâmico – efeito singular que o signo produz em um intérprete singular. Emocional –o que o cartaz produz na pessoa sentimentalmente. Energético – ação física ou mental: imaginar, ter curiosidade, assistir o filme. Lógico – interpretação através de regra internalizada pelo intérpreteinterpretações anteriores e que já são internas; 3) Interpretante Final – resultado interpretativo final, limite pensável. Rema – hipótese interpretativa: “Animação com Alma”, declaração publicada na revista VEJA. Dicente – interpretação de existência real: Cartaz é um meio de comunicação e de divulgação do filme em questão. Argumento – seqüências lógicas: o filme torna-se um sucesso de bilheteria.
  9. 9. Mistura de cores quentes e frias. Predominância do azul. Mistura de formas quadradas e circulres. Imagem Do Cartaz legisigno 4 personagens visiveis: um senhor idoso, um garoto aparentemente de 9 anos, um cachorro e um ave colorida. Imagem dando alusão a uma floresta. sinsigno qualisigno rema Animação com alma! Revista Veja icone O cartaz lazer simbolo Convivência, superação Interpretante O que é? Um meio de comunicação; Para que serve? Divulgar filme de animação argumento Signo dicente Imagem do cartaz indice Cartaz de divulgação de cinema; Filme se encaixa na série de animações. Sucesso de bilheteria.
  10. 10.    Observou –se que para obter o efeito esperado – que é apreender a atenção e despertar interece no espectador – um cartaz cinematográfico precisa ter uma ligação entre o mundo verbal com o mundo icônico (ou não-verbal). Compreendendo o mundo icônico por meio do estudo da semiótica, aquele que elabora o cartaz, tem um conhecimento mais claro de elementos visuais (que aparentemente podem ser dispensáveis) compondo com eles um discurso de poder de sedução e de indução. Estamos em uma época em que grandes indústrias cinematográficas investem grandes quantias em dinheiro para a produção e divulgação de filmes, onde o lema é “vender ou perecer”. Neste contexto, ter conhecimento semiótico é indispensável, pois é através da Semiótica que podemos elaborar elementos visuais com maiores impactos, mais criativos e que passem informações além do convencional.
  11. 11. Objeto 1: Macbook Air Objeto Produto: Laptop da Apple – MacBook Air
  12. 12. Análise do MacBook Air: Por se tratar de uma peça física, um produto, a análise semiótica será diferenciada. Isso se dá por que as configurações dele são diferentes de uma peça gráfica. Não há grade de diagramação, não há planos e não há quadros. Isso torna cada peça gráfica algo exclusivo, mesmo que reproduzido em milhares de cópias. Com os produtos industriais isso não acontece com tanta freqüência. Produtos industriais são produzidos para cobrir determinadas necessidades, de forma idêntica para um grande numero de pessoas. Não é somente a configuração do layout visual do produto que vai caracterizá-lo, mas também serão os resultados obtidos na produção que são determinados pelas características das matérias-primas e de processos de fabricação e por aspectos de organização comercial e de venda do fabricante e pela conduta dos concorrentes (Lobach, 2000).
  13. 13. Método semiótico de análise de produtos: a) A Dimensão Material: Esta dimensão está relacionada diretamente com as outras. As propriedades materiais são consideradas só quando as outras também são articuladas, pois este material que se menciona, não se trata da composição química, durabilidade ou outras características semelhantes do material. Esses aspectos materiais são considerados de modo sucinto, pois os materiais escolhidos e empregados no Macbook Air influenciam em suas outras dimensões, ou seja, esta dimensão é os aspectos ligados às outras, que serão logo em seguida descritos. b) A Dimensão Sintática: A dimensão sintática abrange a estrutura do produto e o seu funcionamento técnico. A estrutura consiste das partes e do modo como elas estão conectadas umas às outras. A sintaxe de um produto pode ser ilustrada por desenhos técnicos e modelos. A dimensão sintática inclui tanto a análise da construção técnica do produto quanto à análise de detalhes visuais como juntas, aberturas, orifícios, superposições, texturas, desenhos e cores. Esses detalhes também podem ser descritos como aspectos da composição formal, como simplicidade e complexidade da forma como um todo, simetria equilíbrio, dinamismo e ritmo. A análise do Macbook Air em vertente sintática, é aquilo que ele realmente mostra ser em todas as configurações reais.
  14. 14. Exemplos de representação sintática – Perspectiva Explodida e Quadro de Especificações Técnicas
  15. 15. B) A Dimensão Pragmática: A dimensão Pragmática é analisada sob um outro ponto de vista de seu uso – sendo este ou ergonômico ou sociológico (quem usa o produto e em que tipo de situação o produto é usado). Em um sentido amplo, a dimensão pragmática inclui todo um ciclo de vida, desde a sala de projeto do designer à lixeira (Niermeyer, 2007). Por meio da dimensão pragmática, também é analisado a função real do Macbook Air, o motivo de sua projetação. Quando traçamos tal analise, não delimitamos os outros usos do aparelho, pelo contrário, é facil de observa-los após esta análise. O Macbook Air foi projetado para inovar em questão de uso de computadores. Computadores hoje tem diversas funções, diversas tarefas, o que torna quase impossivel de apontar uma única função. Enquanto que o Macbook tem todas estas funções de forma diferenciada, a sua principal função então é mostrar ao público como viver tais experiências pode ser prazeroso e satisfatório. Na questão do uso, o Macbook Air também se tornou um diferencial devido a duas coisas que são relacionadas as suas configurações (dimensão Sintética): Leveza e design de fina espessura.
  16. 16. Na dimensão pragmática, leva-se em conta aspectos ergonomicos e materiais do produto. Como o usuário encara isso?
  17. 17. C) Dimensão Semântica: Conforme Niemeyer (2007) a terceira dimensão semiótica é a Semântica do Produto. São as qualidades expressivas e representacionais de um produto. Ela agrega aspectos de referência à dimensão sintática e a Material. O que o produto representa? Como objetivo do produto é expresso ou representado? A que ambiente o produto parece pertencer? A semântica do produto está sujeita a mudanças se o material dele muda. Ter um Macbook Air hoje representa ter um status. Ter produtos Apple é um status. Devido não somente ao valor, mas a todas as configurações já antes mencionadas. Os diferenciais em cada detalhe agregam mais e mais valores ao aparelho, o tornando peça exclusiva e a exclusividade por si só já detém de um valor bem alto. O Macbook Air tem quase todas as mesmas funções dos outros laptops. Podemos então afirmar que o objetivo dele é o mesmo desses outros laptops. O diferencial é como ele é representado, não somente em sua forma física mas em sua representação visual. Além de materiais diferenciados, cores diferenciadas, não somente no aparelho, mas como em seu interno, como no programa operacional que tem uma representatividade alta e que realmente consegue chegar ao seu objetivo; motivar ao desejo de compra e por fim comprar.
  18. 18. Status dos produtos Apple - sua semântica.
  19. 19. Cor branca, aluminio anodizado, teclado preto Tela plana. qualisigno sinsigno Altura:0,16 a 0,76 polegada (0,4 a 1,94 cm) Largura:12,8 polegadas (32,5 cm) Profundidade: 8,94 polegadas (22,7 cm) Peso:3 libras (1,36 kg)1 Foto do Macbook Air O Manual de montagem e fabricação rema icone Signo Ilustração do Macbook Air legisigno O Macbook Air O que é? Um produto tecnológico Para que serve? Executar diferentes tarefas, desde Escrever textos simples, a edições de imagens, etc; O que é para o usuário? Status; argumento Interpretante indice simbolo consumismo Inovação, Juventude, Futurismo dicente “A melhor experiência com computador já vivida!” Site Apple Inovação em questão de criação de laptos.
  20. 20.   Conforme Lobach (2000) um objeto que tem status como o Macbook Air se torna portador de informações, como por exemplo transparece algo sobre a profissão, nível de renda, formação escolar de seu usuários. Com essas informações é de máxima importância ter em mãos ferramentas de análise Semiótica para poder projetar o objeto com elementos (ícones, símbolos, etc) que agreguem ao produto uma linguagem própria, tornando-o algo exclusivo e assim transferindo o status, mencionado anteriormente. A semiótica neste caso vem para agregar o valor em um produto industrial por meio das suas quatro dimensões. Com o estudo e aplicação destas o Macbook air se tornou diferente e um objeto de desejo.
  21. 21. KAHNEY, Leander. A cabeça de Steve Jobs. Rio de Janeiro. Agir, 2008. LOBACH, Bernad. Design Industrial – Base para a configuração dos produtos industriais. Rio de Janeiro, Editora Edgard Blucher, 2000. MUNARI, Bruno. Design e comunicação visual. Martins Fontes. São Paulo, 2007. NIEMEYER, Lucy. Elementos da semiótica aplicados ao design. 2AB. Rio de Janeiro, 2003. NORMAN, Donald. O Design do dia-a-dia. Rocco Ltda. Rio de Janeiro, 2006. OGÉGIA, Maria. Comunicação e Cognição. São Paulo, Editora Sulina. 2007. SANTAELLA, Lucia. Semiótica Aplicada. Thompson Learning. São Paulo, 2001. SANTAELLA, Lucia. NÖTH, Winfried. Imagem. Cognição, semiótica e mídia. Iluminural Ltda. São Paulo, 2005.
  22. 22. Realizados Descrição Estudo do Referencial Teórico Coleta de dados 1a Análise do objeto Apresentação Oral Elaboração do relatório parcial Entrega do relatório semestral Cadastro online do Resumo 2a Análise do objeto Entrega online do Relatório Final Apresentação final para o Congresso AGO 2009 SET OUT NOV DEZ Em andamento JAN 2010 FEV MAR Previsto ABR MAI JUN JUL AGO
  23. 23. Fundação de Amparo à Pesquisa do Amazonas – FAPEAM Universidade Federal do Amazonas – UFAM Orientadora Luiza Elayne

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