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  1. 1. PASTORAL FAMILIAR PROJETO 2010 - 2012
  2. 2. DINAMIZAR E IMPLANTAR A PASTORAL FAMILIAR    “ Tamanha é sua importância que deve ser considerada um dos eixos transversais de toda a ação evangelizadora” (DA, 435; DGAE, 128; PDE, 4.1)   “ Família é uma prioridade decisiva para o futuro da sociedade e da Igreja Católica ”. Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Cardeal Ennio Antonelli      
  3. 3. PASTORAL FAMILIAR PROJETO 2010-2012 <ul><li>Projeto de dinamização e implantação da PF em todas as Dioceses do Regional Oeste2 (R2). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Tema : “ A Família formadora dos valores humanos e cristãos ” </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Lema: “Família santuário que acolhe, vive, celebra e anuncia a Palavra de Deus” (SD 214).    </li></ul>
  4. 4. I - OBJETIVO GERAL Dinamizar e implantar a Pastoral Familiar em todas as DIOCESES do REGIONAL OESTE 2 , para resgatar os valores, a vocação, a identidade e a missão da família, reavivando a fé como membros vivos da Igreja, mediante a formação de agentes, de equipes de famílias na sua diversidade, que se encontram e rezam a partir da Palavra de Deus .
  5. 5. II - OBJETIVOS ESPECÍFICOS <ul><li>1 . Formar equipes de casais, nas suas mais diversas composições e movimentos, de acordo com a situação de cada DIOCESE, para a leitura, estudo e oração a partir da Palavra de Deus, das orientações do Diretório da Pastoral Familiar, Plano Diocesano e Diretrizes . </li></ul>
  6. 6. II - OBJETIVOS ESPECÍFICOS <ul><li>2 . Resgatar a identidade, a vocação, a missão da família católica e a sua pertença à comunidade eclesial. </li></ul><ul><li>3 . Na Dioceses onde existe a Pastoral Familiar, dar um novo animo, reanimando e confirmando sua atuação. </li></ul>
  7. 7. II - OBJETIVOS ESPECIFICOS <ul><li>4 . Levar a Palavra de Deus a diferentes ambientes familiares, eclesiais e sociais </li></ul><ul><li>5 . Criar o cantinho de Jesus com Jose e Nossa Senhora em todas as famílias(Sagrada Família). </li></ul>
  8. 8. II - OBJETIVOS ESPECIFICOS <ul><li>6 . Incentivar depois de consolidados a criação de novas equipes de família e casais para as pastorais,trazendo os movimentos e serviços a fazerem parte deste organismo. </li></ul>
  9. 9. III - JUSTIFICATIVAS <ul><li>Tendo em vista :  </li></ul><ul><li>1 . Que a Igreja definiu a FAMÍLIA como eixo central de toda a ação evangelizadora e a PASTORAL FAMILIAR como EIXO Central de Todas as Pastorais, Movimentos e Serviços. </li></ul><ul><li>  2 . A escolha da Assembléia Regional de 2009 pela realidade Família, com atenção especial para a Pastoral Familiar;  </li></ul>
  10. 10. III - JUSTIFICATIVAS <ul><li>3 . Os apelos da V Conferência Latino-Americana e do Caribe em Aparecida, em 2007 e da CNBB, nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2008-2010):   </li></ul>
  11. 11. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>- </li></ul><ul><li>As dioceses devem ser comunidades missionárias com gestos concretos de ida ao encontro dos outros, com criatividade para chegar às multidões, com um espírito pastoral adequado, com práticas pastorais e estruturas evangelizadoras, de modo especial dos pobres, sendo realmente a “casa dos pobres” (Diretrizes, 9).   </li></ul>
  12. 12. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>A mentalidade individualista alastrou-se também no campo religioso. O indivíduo sempre mais escolhe a sua religião num contexto pluralista, com adesão parcial, com fraco sentido de pertença institucional, construindo um mosaico com fragmentos de doutrinas e práticas de várias religiões e considerando suas convicções uma religião invisível, com pouca ou nenhuma prática exterior (Diretrizes, 38).  </li></ul>
  13. 13. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>- A religiosidade, entre os brasileiros, continua alta. A declaração ‘sem religião’ parece indicar mais uma ‘des-institucionalização’ da religião e a emergência da chamada religião invisível antes que ausência dela (Diretrizes, 43).   </li></ul>
  14. 14. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>As comunidades eclesiais são chamadas a uma verdadeira conversão pastoral que exige que se vá para além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral missionária e que nos inspire atitudes e iniciativas de auto-avaliação e coragem de mudar várias estruturas pastorais em todos os níveis, serviços, organismos, movimentos e associações (Diretrizes, 46).  </li></ul>
  15. 15. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>- Temos quatro exigências intrínsecas da evangelização: o serviço, o diálogo, o anúncio e o testemunho de comunhão (Diretrizes, 51). </li></ul><ul><li>- Os caminhos percorridos pelo sujeito da fé são: O encontro vivo com Jesus Cristo, Palavra, Eucaristia, Caridade, conversão, discipulado, comunhão e missão .  </li></ul>
  16. 16. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>- Faz-se necessário uma pastoral bíblica entendida como ‘animação bíblica da pastoral, que seja escola de interpretação ou conhecimento da Palavra, de comunhão com Jesus ou oração com a Palavra e de evangelização inculturada ou de proclamação da Palavra (Diretrizes, 63). </li></ul>
  17. 17. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>- Um olhar atento haverá de ser dirigido à família, patrimônio da humanidade, lugar e escola de comunhão, pequena Igreja doméstica e primeiro local para a iniciação cristã das crianças. Tamanha é sua importância que deve ser considerada ‘um dos eixos transversais de toda a ação evangelizadora’ (Diretrizes, 128). </li></ul><ul><li>- A família é reconhecida como o maior valor pelo nosso povo. Por isso deve ser ajudada por uma Pastoral Familiar vigorosa (Diretrizes, 129).  </li></ul>
  18. 18. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>- Os cristãos precisam recomeçar a partir de Cristo, a partir da contemplação de quem nos revelou em seu mistério a plenitude do cumprimento da vocação humana e de seu sentido. Necessitamos fazer-nos discípulos dóceis, para aprendermos d’Ele, em seu seguimento a dignidade e a plenitude da vida...   </li></ul>
  19. 19. IV – FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>- Em Cristo Palavra, Sabedoria de Deus, a cultura pode voltar a encontrar seu centro e sua profundidade, a partir de onde é possível olhar a realidade no conjunto de todos os seus fatores, discernindo-os à luz do Evangelho e dando a cada um seu lugar e sua dimensão adequada (DA, 41). </li></ul>
  20. 20. IV - FUNDAMENTAÇÃO <ul><li>- Não podemos deixar de aproveitar esta hora de graça. Necessitamos de um novo Pentecostes! Necessitamos sair ao encontro das pessoas, famílias, das comunidades e dos povos para comunicar e compartilhar o dom do encontro com Cristo, que tem preenchido nossas vidas de ‘sentido’, de verdade e de amor, de alegria e de esperança! (DA, 548).   </li></ul>
  21. 21. V. Metodologia <ul><li>Estruturação das Coordenações nas Dioceses que ainda não possuem essa estrutura – até Junho/2010. </li></ul><ul><li>Reunião em nível Regional com o Casal Coordenador, Vice e Secretario Diocesanos da Pastoral Familiar – explanação/explicação da estrutura e espiritualidade para essas coordenações diocesanas até Setembro de 2010, para que a Pastoral Familiar se organize como Pastoral eixo em todas as Paróquias em todas as Dioceses. </li></ul><ul><li>Dividir Tarefas entre os membros das coordenações, (pode ser divido em oficinas).   </li></ul><ul><li>Incentivar nas Dioceses os projetos prioritários das dioceses, envolvendo as coordenações. </li></ul>
  22. 22. V. Metodologia <ul><li>- Maior integração entre Pastoral Familiar e ECC, Lareira, e demais organismos e carismas, realizando reuniões com as coordenações diocesanas para obterem melhores resultados nos trabalhos pastorais. </li></ul><ul><li>- Em sintonia com os movimentos e serviços motivar a participação e o engajamento dos casais na comunidades paroquiais; </li></ul><ul><li>- Incentivar os coordenadores Diocesanos com os Núcleos do movimentos e serviços, antes do Encontro, e depois dele, motivar os casais à perseverança  </li></ul>
  23. 23. VI . Cronograma da Pastoral Familiar - 2010/2012 <ul><li>- Abril de 2010 – Reunião da Coordenação Regional com o Bispo Referencial em Diamantino 10/04/2010. </li></ul><ul><li>- Quaresma – promover a Campanha da Fraternidade junto às Coordenadores Diocesanos. </li></ul><ul><li>- Maio – Dias das mães - um momento oportuno de falar da família. </li></ul><ul><li>- Maio – Dia 30 Peregrinação à Aparecida/SP. 8:00h Missa na TV Católica.Divulgar no telão da igreja e rádio, grupos de Famíias... </li></ul>
  24. 24. VI . Cronograma da Pastoral Familiar - 2010/2012 <ul><li>- CRP – 24 a 26 de Maio – João e Beatriz </li></ul><ul><li>- Junho – 03 a 6 , XXXIV Assembléia Nacional em Salvador(BA) - Roque e Verônica </li></ul><ul><li>- Junho – Dia dos namorados – Incentivar a realização de algo Especial pelos casais da Pastoral da Juventude e que já vivem juntos </li></ul><ul><li>- Agosto - DIA DO PADRE – celebrar a data com orações para vocações - SAV </li></ul>
  25. 25. VI . Cronograma da Pastoral Familiar - 2010/2012 <ul><li>- Agosto – Dias dos Pais </li></ul><ul><li>- Agosto - Semana NACIONAL DA FAMILIA em todas as Dioceses paróquias e comunidades. </li></ul><ul><li>- Agosto – ARP/CENE - 20 a 22 - Roque e Verônica </li></ul><ul><li>- Agosto – 20 a 22 – São Paulo – Encontro para casais de segunda união. - Edson e Terezinha </li></ul>
  26. 26. VI . Cronograma da Pastoral Familiar - 2010/2012 <ul><li>- Outubro – semana nacional da vida – dia 08 de outubro - dia do nascituro </li></ul><ul><li>- Outubro – 12 a 14 –Curitiba(PR) Encontro Nacional da P. Familiar. - Josuel e Edina </li></ul><ul><li>- Novembro – CRP/CENE – 27 a 28/11 - Roque e Verônica </li></ul><ul><li>- Dezembro – advento – ser um momento propício da Família. Novenas nas casas. </li></ul><ul><li>- Dezembro – Celebração da Festa da SAGRADA FAMILIA, muito importante . </li></ul>
  27. 27. VI. Cronograma da Pastoral Familiar - 2010/2012 <ul><li>Até julho de 2010 – Organização Estrutural das Coordenações nas Dioceses. </li></ul><ul><li>Em Setembro Reunião com todos os coordenadores diocesanos no CENE. </li></ul><ul><li>Até dezembro de 2010 – organização Estrutural nas Foranias/Setores das Dioceses. </li></ul><ul><li>Março/2011 – XVI Assembléia (18 a 20)Regional(chamar o presidente da AMM de Cuiabá) Jaão Dias e Beatriz </li></ul>
  28. 28. VII. Recursos   <ul><li>- Visitas as Dioceses – Quando solicitados pelo Coordenador e/ou Bispo Diocesano. </li></ul><ul><li>- Reuniões do coordenadores – 11 e 12 de setembro CENE – Sábado de manha reunião do Regional a tarde até domingo dia 12 reunião com Coordenadores Diocesanos. </li></ul><ul><li>- Financeiro Próprio. Criar uma conta própria para gastos da Pastoral Familiar Regional - Edson e Terezinha; </li></ul><ul><li>Visitas a paróquias, somente com convite do pároco, com anuência do coordenador diocesano. </li></ul>
  29. 29. VIII. Método de Avaliação   <ul><li>Todo o processo de implantação será acompanhado pela Coordenação do Regional e Diocesana da Ação Evangelizadora, avaliado nos Conselhos do Regional e Diocesanos de Pastoral subseqüentes, nas reuniões dos Bispos, clero, decanatos e nas reuniões das coordenações das pastorais e movimentos da Regional e das Dioceses.  </li></ul><ul><li>Pe. Deusdedit – assessor eclesiástico regional </li></ul><ul><li>Pe. José Carlos Timóteo – assessor adjunto  </li></ul><ul><li>Casais Coordenadores da Pastoral Familiar Regional   </li></ul><ul><li>Dom Canisio Klaus – Bispo referencial do Regional </li></ul><ul><li>Dom Gentil Delazari – Presidente do Regional  </li></ul>
  30. 30.       FAMÍLIA EIXO CENTRAL DAS DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA REGIONAL OESTE2 DA CNBB.          
  31. 31. VER <ul><li>A situação da família hoje pode ser colocada em aspectos positivos e negativos </li></ul>
  32. 32. VER <ul><li>PONTOS POSITIVOS: </li></ul><ul><li>- Consciência mais viva da liberdade pessoal; maior qualidade nas relações interpessoais do matrimônio; promoção da dignidade da mulher e da criança; procriação responsável; melhora na educação dos filhos; ajuda recíproca entre as famílias no aspecto material e espiritual; descoberta da missão eclesial própria da família; senso maior de responsabilidade da família na construção de uma sociedade mais justa . </li></ul>
  33. 33. VER <ul><li>PONTOS NEGATIVOS : </li></ul><ul><li>- Uma errada concepção teórica e prática da independência dos cônjuges entre si; as graves ambigüidades acerca da relação de autoridade entre pais e filhos; dificuldade na transmissão dos valores cristãos; número crescente de divórcios; a praga do aborto; a esterilização; a mentalidade contraceptiva, a falta dos meios fundamentais para a sobrevivência da família como: trabalho, habitação, medicamentos e falta de políticas públicas que possam mudar esta situação negativa na qual se encontra a família. Nos países ricos destaca-se como ponto negativo a baixa taxa de natalidade (n. 14-16 </li></ul>
  34. 34. VER <ul><ul><ul><li>As mudanças sociais e a sua repercussão na família . </li></ul></ul></ul><ul><li>-       Existência de diferentes modelos de famílias; novas concepções e técnicas de procriação; redução de número de filhos; emancipação da mulher e seu trabalho fora do lar; conflito de gerações; aumento da violência dentro e fora de casa; fragilidade das políticas públicas sociais; relativismo religioso, ético e cultural; migração desordenada e perca do fator de integração social da família . </li></ul>
  35. 35. VER <ul><ul><ul><li>Influência negativa da globalização . </li></ul></ul></ul><ul><li>       Degradação do ser humano; a imaturidade psicológica e o abandono de valores morais; a desestruturação da família, uniões livres, difusão do homossexualismo, profissionalização da prostituição; a difusão do rompimento de vínculo conjugal, produções independentes, aumento de mães e pais solteiros; a distribuição maciça de contraceptivos; fecundação artificial; o aborto, a rejeição, a redução e o abandono dos filhos, as falhas dos pais na sua responsabilidade de educadores, omissão paterna; os meios de comunicação social e a dupla jornada de trabalho da mulher.  </li></ul>
  36. 36. VER <ul><li>O impacto do secularismo e do indiferentismo religioso sobre a família . </li></ul><ul><li>- Prega uma privação e uma negação de Deus; civilização consumista e do hedonismo; ambição de poder; impera a moda do “Você decide” e do “eu acho”; subjetivismo e relativismo religioso; dificuldade de aceitar a doutrina do Magistério da Igreja sobre a vida humana na área da moral social e sexual; separação entre fé e vida; dificuldade de viver a espiritualidade dos casais; desconhecimento da doutrina da Igreja sobre a religião e a família; a situação de pobreza dos brasileiros e o consumismo exagerado de outros . </li></ul>
  37. 37. JULGAR O matrimônio e a família: a obra predileta de Deus . -    Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança, chamando-os à existência por amor e para o amor. Só o ser humano foi chamado por Deus a compartilhar, pelo conhecimento e o amor, a vida de Deus. O amor é a fundamental e originária vocação do ser humano. A unidade na Trindade é unidade de comunhão . 
  38. 38. JULGAR <ul><ul><ul><li>O Conceito de Matrimonio . </li></ul></ul></ul><ul><li>      O código de Direito Canônico define matrimônio como: a aliança matrimonial pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão para a vida toda e é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e á geração e educação da prole, e foi  elevada, entre os batizados à dignidade de sacramento”. (cânon 1.055 </li></ul>
  39. 39. JULGAR <ul><li>As Finalidades Naturais do Matrimônio . </li></ul><ul><li>    O matrimônio está baseado na lei natural por que a diferença dos sexos, a atração física, afetiva e psicológica entre homem e mulher existe desde a criação do ser humano, por isso de direito divino positivo. A Teologia e o Código de Direito canônico só regulamentaram o matrimônio natural pré-existente. Assim a união entre homem e mulher é uma integração completa na esfera afetiva, intelectual, espiritual e vital. </li></ul>
  40. 40. JULGAR <ul><li>As Finalidades do Matrimônio na Bíblia . </li></ul><ul><li>      Deus criou o homem à sua imagem e criou-os homem e mulher; e os abençoou dizendo-lhes: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a”. (Gn 1,27-28); e ainda “ Não é bom que o homem esteja só; dar-lhe-ei uma auxiliar que lhe seja semelhante[...] Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe para unir-se à sua mulher; e serão os dois uma só carne” (Gn 2,24). Este último texto mostra o amor como integração de personalidades </li></ul>
  41. 41. JULGAR A Educação dos Filhos .     Sem a educação dos filhos a geração é um ato imperfeito. Os pais tem uma gravíssima obrigação de educar a prole, por  isso “os pais são os primeiros e principais educadores, e a família, a primeira escola das virtudes” (Familiaris Consortio n.36).Procriação e educação são dimensões complementares. O direito-dever educativo dos pais qualifica-se como essencial, ligado como está à transmissão da vida humana; e ainda, como original e primário, como insubstituível e inalienável, e portanto, não delegável. 
  42. 42. JULGAR <ul><li>A Família: Igreja Missionária e Igreja Doméstica </li></ul><ul><li>     Os pais e cônjuges são chamados por Deus a evangelizar a partir da  própria família cristã pois receberam uma missão de salvação do próprio Jesus Cristo. Esta missão está baseada no Batismo que nos torna profetas, sacerdotes e pastores. A missão é de ensinar, santificar e governar. Os pais não só comunicam o Evangelho aos filhos, mas podem receber deles o mesmo Evangelho profundamente vivido. São evangelizadores e contagiantes: a paz, a segurança e alegria que emanam de uma fé coerente, vivida no seio de uma família verdadeiramente cristã.  A família verdadeiramente cristã também é a melhor sementeira de vocações para o apostolado da Igreja. O caminho das vocações precisa ser preparado pela própria família. </li></ul>
  43. 43. JULGAR <ul><li>A Inserção da Família na Grande Família da Igreja </li></ul><ul><li>      A comunidade local deve trabalhar para que todas as famílias a ela pertencentes estejam inseridas na Igreja, de modo especial as famílias mais jovens que se encontram mais expostas a perigos em função dos eventuais problemas criados pela adaptação à vida em comum dos primeiros anos de casamento ou do nascimento dos filhos. “Os casais mais jovens saibam acolher cordialmente e inteligentemente valorizar a ajuda discreta, delicada e generosa de outros casais que já há tempo fazem a mesma experiência do matrimônio e da família” (João Paulo II F.C n.69). </li></ul>
  44. 44. JULGAR <ul><li>O Chamado Universal à Santidade . </li></ul><ul><li>      A vocação universal à santidade também é dirigida aos cônjuges e aos pais cristãos através de dois aspectos fundamentais: o sacramento do matrimônio que santifica e a vivência do espírito cristão na vida cotidiana. O Sacramento do matrimônio, que retoma e especifica a graça santificante do batismo, é a fonte própria e o meio original de santificação para os cônjuges (Familiaris Consortio n. 56). O “sim” pronunciado no momento do consentimento é o portal que introduz o casal a uma vida permanente de santificação mútua </li></ul>
  45. 45. AGIR <ul><li>Diretrizes da Ação Pastoral Diante dos Desafios Apresentados Sobre a Família </li></ul><ul><li>       Proclamar a Palavra de Deus, dar testemunho cristão, dialogar; ter espírito de serviço;  Ajudar os jovens a discernir “os caminhos” de Deus;. Não deixar que a família seja dominada por pseudo-valores (falsos valores);  as famílias católicas precisam renovar sua adesão a de Jesus Cristo e ao Evangelho; fortalecer o amor conjugal, a união familiar  e o vínculo da “Igreja Doméstica” com a comunidade eclesial; formar os jovens para a vida matrimonial; acompanhar os casais jovens; dar orientação social sobre a família; educar para a paternidade e maternidade responsáveis; promover as crianças e adolescentes; valorizar a vida; apresentar um lícito planejamento familiar; ajudar as famílias em crise e dificuldades; ter cuidado com os idosos; incentivar a evangelização da família pela própria família. Ajudar os casais a tomarem consciência dos efeitos colaterais dos anticoncepcionais e desmascarar os que são abortivos , </li></ul>
  46. 46. AGIR <ul><li>Diretrizes da Ação Pastoral Diante dos Desafios Apresentados Sobre a Família </li></ul><ul><li>- Conscientizar os pais de que os filhos são uma benção de Deus e destacar a alegria da paternidade e da maternidade; Desenvolver programas de difusão dos métodos naturais para o planejamento da fertilidade conjugal e para a paternidade e maternidade responsáveis; Testemunhar, explicar e ensinar de forma clara a doutrina da Igreja sobre o direito à vida humana desde o momento da concepção. Denunciar a prática generalizada dos abortos em nossa região; Valorizar o tema da castidade, as uniões monogâmicas, fiéis e exclusivas nas campanhas de publicidade que combatem as doenças sexualmente transmissíveis; A clonagem terapêutica também deve ser rejeitada por que o amor dos cônjuges é o gerador da vida. Esse amor paterno e materno é o que faz crescer e enriquecer a mesma vida. </li></ul>
  47. 47. AGIR <ul><li>Princípios Educativos </li></ul><ul><li>         A educação dos filhos é uma tarefa solidária entre pai e mãe; O lar é um centro de formação, uma escola dos mais altos valores: o santuário da vida. Os filhos têm o direito de ver nos pais uma coerência entre as palavras e as atitudes de cada um; os filhos também têm uma obrigação cristã de retribuir todo o trabalho que os pais fizeram em seu benefício;  Honra pai e mãe. Os pais devem viver entre eles o que querem transmitir aos filhos; todos os valores não vem de fora, mas vem de dentro da família; um Lar para ser feliz depende da vivência dos valores cristãos neste mesmo lar como por exemplo: honestidade, solidariedade, respeito, sinceridade, lealdade, fortaleza, laboriosidade, constância, fidelidade, prudência, justiça, temperança, castidade, desprendimento, sobriedade, humildade, etc. Os pais são os melhores mestres de seus filhos, e seu testemunho vivo é o melhor sistema pedagógico. Deve haver também uma parceria entre a escola e os pais; organizar associações de pais para ajudar na integração das famílias; oferecer cursos, oficinas, seminários sobre educação dos filhos e a família </li></ul>
  48. 48. AGIR <ul><li>Algumas Práticas de  Espiritualidade no Lar </li></ul><ul><li>       As orações na família podem ser as orações antes das refeições, o terço em família, a busca dos sacramentos, a busca da conversão, do arrependimento e do perdão quando necessário. A Eucaristia que é a raiz da família, representa a aliança de Cristo com a Igreja. </li></ul><ul><li>      O Domingo é o dia do Senhor, é o dia supremo da fé, um dia  da escuta da Palavra e participação na Eucaristia, indispensável, o dia da esperança dos cristãos... dia de repouso e dos elogios ao Senhor. Valorizar a Semana Nacional da Família, o dia dos pais, das mães, das crianças, o dia nacional da vida e do nascituro, novenas, romarias, festas dos padroeiros, etc. </li></ul>
  49. 49. AGIR <ul><li>Outros Aspectos Relevantes da Espiritualidade no Lar </li></ul><ul><li>   Escuta da Palavra e catequese em família </li></ul><ul><li>Propõe-se também a leitura da Sagrada Escritura, catequese familiar, círculos bíblicos, o fortalecimento do ensino religioso nas escolas, educar os filhos ao diálogo, a abertura ao irmão, a aceitação do diferente, o respeito mútuo e a difícil arte de saber ouvir. Conhecer os princípios fundamentais do ecumenismo, superar todas as formas de discriminação das famílias, por motivos de raça, nacionalidade, religião, condição social e física </li></ul>
  50. 50. AGIR <ul><li>Outros Aspectos Relevantes da Espiritualidade no Lar </li></ul><ul><li>O Diálogo, a Dor e o Exercício do Perdão </li></ul><ul><li>       A santificação da vida matrimonial exige renovar sempre o amor conjugal; o diálogo entre os esposos é um dialogar com Cristo; aumentar o amor mútuo é o mesmo que dilatar o amor de Deus. O amor conjugal precisa ser profundo e progressivo, como o amor a Deus. Às vezes o espírito de sacrifício, o amor à cruz é indispensável para crescer na santidade conjugal. </li></ul>
  51. 51. AGIR <ul><li>Outros Aspectos Relevantes da Espiritualidade no Lar . </li></ul><ul><li>Espírito de Serviço e Solidariedade </li></ul><ul><li>      A família deve desenvolver verdadeiros laços de fraternidade, acolhida, respeito e  serviço para com cada ser humano, considerando sempre a dignidade de filho e filha de Deus, a hospitalidade, o amor pelos mais pobres, fracos, doentes, sofredores de tantas injustiças sociais, ou seja, a família é a verdadeira fonte e berço da civilização do amor. </li></ul>
  52. 52. AGIR <ul><li>Outros Aspectos Relevantes da Espiritualidade no Lar </li></ul><ul><li>Atenção Especial às Famílias Migrantes . </li></ul><ul><ul><li>Promover, articular e dinamizar a organização coletiva dos migrantes, à luz de uma evangelização inculturada, numa atitude de acolhida tanto humana quanto cristã; </li></ul></ul><ul><ul><li>Visitar as famílias ou seus membros que migraram, integrá-los na vida eclesial e social respeitando os seus valores culturais e religiosos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Promover a cultura de cada grupo, por meio de festas, danças, músicas e canções peculiares . </li></ul></ul>
  53. 53. AGIR <ul><li>Atitudes que Santificam os cônjug es. </li></ul><ul><li>        As atitudes e obras que santificam os esposos no dia-a-dia são: o amor humano, a procriação e educação dos filhos,  a evangelização da família, a fidelidade e cada um dos deveres que estas implicam, vividas em Cristo. Para um casal que recebeu o sacramento do matrimônio , fugir da família e dos deveres inerentes a ela seria como fugir de Deus. Maria e José se santificaram fazendo, por amor a Deus, o trabalho trivial e cansativo, mas nobre, de uma mãe dona de casa, e de um pai dedicado, dia após dia, comprovado no sofrimento e na esperança da fé que vence o mundo. Todas as ações do casal, pensamentos e palavras, precisam entrelaçar-se numa unidade de vida simples e coerente. Não pode se ter uma vida dupla, mas única no corpo e na alma. </li></ul>
  54. 54. AGIR <ul><li>Atitudes que Santificam os Cônjuges </li></ul><ul><li>O amor conjugal, a convivência familiar, a educação dos filhos, o trabalho doméstico e profissional constituem as obras principais de santificação. Cada membro da família possui uma vida espiritual interior, mas é preciso que haja a vida de piedade própria da família como tal, que represente verdadeiramente a “alma” daquele lar, donde se irradiam as bênçãos divinas. Por isso é preciso aprender a rezar em família mas para isso é necessário o testemunho de vida dos pais. Esta oração pode ser de ação de graças, louvor, adoração, contemplação, escuta e afetos da alma. Que cada família tenha o seu cantinho de oração com símbolos religiosos: a Bíblia, o Catecismo da Igreja Católica; o crucifixo, o Rosário, uma Imagem de Nossa Senhora ou outro santo de devoção para que aí os filhos aprendam a se respeitar, a rezar e a estar com Deus.  </li></ul>

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