Simulado português

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Simulado português

  1. 1. SIMULADO DE LINGUAPORTUGUESA
  2. 2. Simulado de Língua Portuguesafacebook.com/DesvendandooCESPEO capitalismo acabou por incluirtoda a vida sob sua especificaracionalização, se desregulamentoucentralmente e se expandiuglobalmente.De um modo total projetou suascontradições em um espaço planetáriotrágico e multiplicou sua fusão demeios de cultura e mercadoria portodos os espaços da vida humana,inclusive o espírito e, principalmente, ocorpo. Toda aquela velha ordemfordista analisada por Gramsci, que jáfoi chamada, com a maior propriedade,de pequeno burguesia, se tornou muitoantiga, muito família, para odesrecalque techno adaptado dopresente, que congrega mimetismo dotrabalho frenético, moda, puro corpo,auto erotismo e dissolução do eu, emum único e poderoso ato da cultura.Isto, não por acaso, em umaépoca em que o capital tambémdispensa e esteriliza amplamente forçade trabalho, principalmente jovem, masexige, satisfeito, uma performaçãosimbólica humana totalmente a seufavor, sem nenhuma negatividade.A técnica do tempo, nossamplers, nas pistas iluminadas a lasere nas novas drogas sintéticas, encenauma forte experiência do todo sobre osujeito, a nova techno cultura, na qualas estruturas dramáticas de uma outramodernidade estão ausentes. Estacena, e sua política imaginária, se põepor que, de fato, tais estruturas estãofalindo, anêmicas e desaparecendo naprópria vida social.A música do tempo infinito. Tales A.M Ab´Sáber1. O capitalismo incumbiu-se deausentar as estruturas dramáticas deuma outra modernidade, conformeaponta o texto em seu último parágrafo.2. Infere-se do texto que a expansão docapitalismo é resultado de um processocontínuo e que ocorreu somente apartir de ele se desregulamentarcentralmente.3. Conclui-se que o desrecalque technomencionado pelo autor anulou a velhaordem fordista analisada por Gramsci.4. A juventude, como produtora deenergia trabalhadora, dentro de umnovo contexto social em que hámudanças nas manifestações musicais,a juventude pode sofrer prejuízos,mencionados no texto.5. Infere-se do texto que a cultura podeser excludente para com seus própriosconsumidores.6. As pistas iluminadas e o uso desamplers compõem a estética dacultura global, intrínseca à mobilidade eao rearranjo da sociedade.7. Embora não haja a opinião do autorexposta na obra, o texto pode serclassificado, quanto à tipologia, comodissertativo.8. O referente do adjetivo anêmicas éesta cena e sua política imaginária.9. A expressão a nova techno cultura éum aposto explicativo de uma forteexperiência.10. O sentido restrito expresso pelaoração “analisada por Gramsci” conferecaráter adjetivo ao período.11. A partícula se, em sedesregulamentou centralmente, indicasujeito genérico na oração.12. O excerto “Toda aquela velhaordem fordista” atua como sujeito daoração “que já foi chamada”, a qual seinicia por pronome.
  3. 3. Simulado de Língua Portuguesafacebook.com/DesvendandooCESPEInvertendo os termos, e doponto de vista do todo, tais compulsõeslícitas ou ilícitas, de mercado ouprivadas, indicam algo do pânico geralpresente na mais radical drogadiçãohumana do nosso tempo, no consumoe na mercadoria, regulada oudesregulada, profundamente desejada,pelo todo: o que mais se teme, comtodas as forças da compulsão é omomento que o circuito da repetiçãohistórica acabar, como, de fato, ela nãocomeçou para os muitos excluídos dacoisa toda.Se há uma super ilusão queparalisa a capacidade de pensar defato o impensável, a diferença e oresgate do que foi degradado na ordematual do capitalismo de consumo, dofascismo de consumo – resgate deparâmetros que seriam aindamodernos, ou necessária pura re-invenção- há positividade maníaca emtodos os campos da vida atual,celebratória e festiva em toda a linhado mal comum sobre o qual sesustenta: na acumulação satisfeita depoder e de dinheiro, custe o que custarao homem ou à natureza; naconsumação e no rebaixamento bemradical do psiquismo e do sujeito nobaixo gozo do consumo, como únicaprática legitima de cultura; e no campoda intensidade da super festa dadissolução fantasiada de si da noiteeletrônica, ponto de fuga realizado dacelebração geral, própria à sociedadede consumo.A música do tempo infinito. Tales A.M Ab´Sáber13. A expressão genérica “coisa toda”,explicitada no primeiro parágrafo, fazreferência ao conjunto de relaçõessociais que se dão em torno do lícito oudo ilícito.14. Infere-se do texto que a mercadoriada drogadição consiste em problemamais grave que o próprio ato deconsumir seus produtos.15. Infere-se do texto que capitalismodo consumo e fascismo do consumosão expressões sinônimas.16. Considerando que padrõesmodernos sejam considerados comopertencentes à atualidade, é visto queo texto considera duas posições:resgatá-los ou reinventá-los.17. Quando o texto menciona que aintensidade festiva pode ser fantasiadade si, há uma menção aocomportamento moderno de em que semodifica a postura dentro da superfesta.18. A expressão “uma super ilusão”atua como sujeito em pelo menos umaoração.19. O pronome que, expresso em “é omomento que o circuito da repetiçãohistórica acabar”, pode sercorretamente substituído por no qual,sem causar prejuízos semânticos ougramaticais ao texto.20. A crase empregada em “àsociedade de consumo” confirma essaexpressão como um complemento.21. A presença da preposição de em“do que foi degradado” é necessáriadevido à transitividade do verbodegradar.22. A ocorrência da partícula se noinício do segundo parágrafoindetermina o sujeito do verbo haver.23. A estrutura “o momento que ocircuito da repetição histórica acabar” éreferente de que em que mais se teme
  4. 4. Simulado de Língua Portuguesafacebook.com/DesvendandooCESPEA noite feérica da dissoluçãojovem, e sua utopia in vitro, nãooferece contradição, mas comentamesmo, ironicamente, ao seu modobizarro ou mórbido, o estado geral decomemoração cultural de todacatástrofe. Punk de boate e de butique,ou de televisão, negação frágil e bemcomemorada de todo consentimentoconfirmando tudo o que existe, seuverdadeiro destino.Os sujeitos que sustentam estanoite, que já não dormem, nem bemnem mal, como no regime da velhacocaína dos anos 80, que sacrificam asforças do eu à presença da alucinoseativa, cujo presente é um ideal de gozoeterno que substitui o velho ideal do eupróprio do tempo em que havia algo aconstruir no mundo – ideal de gozoarticulado à pulsação concreta e aocolorido lúdico de uma música ilimitada,talvez sejam o modelo mesmo da novaordem subjetiva no tempo daindiscriminação maior da relação entreeu e sociedade, o tempo da articulaçãoquase direta, gozosa e anêmica, daestrutura – ou melhor seria dizerdesestrutura – do eu ao sonhoprimordial do capital.A música do tempo infinito. Tales A.M Ab´Sáber24. Infere-se do texto que a utopiamencionada ao seu início é algo pouconatural, sem identidade própria.25. Depreende-se do trecho acima queo universo da droga gera comoconsequência uma cultura baseada nolúdico de uma música ilimitada,processo oposto ao que aconteceu nadécada de 80 com a cocaína.26. Pelo texto conclui-se que a drogaassociada a ambientes característicoselimina a possibilidade de seu usuárioperceber qualquer sensação.27. O pronome expresso no início dosegundo parágrafo (l.1) exerce afunção de sujeito.28. A preposição “mas”, em “mascomenta mesmo”, poderia sersubstituída por conquanto.29. O pronome “cujo”, em “cujopresente é um ideal”, atua comocomplemento.30. Se o termo pulsação fossecolocado no plural, em “pulsaçãoconcreta e ao colorido lúdico de umamúsica ilimitada” a crase poderia sersuprimida, desde que o artigo fossemantido no singular.

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