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A crença da Igreja Católica quanto ao livro de Génesiscapítulos 1 a 11 tem estado num estado de confusão hámuito tempo – d...
Quem é o Fr. Warkulwiz? O Fr. Warkulwiz está bem qualificado para escrever um livro destes. Não somente é um padre católic...
Sobre o livro  Misturando esta diversidade de áreas, o Fr. Warkulwiz escreveu um livro de 519 páginas não apenas sobre os ...
Cita extensivamente os pais da igreja primitiva emedieval, em especial Agostinho, Aquino eBonaventura. Ele explica o ponto...
Com base nos seus conhecimentos no campo da física,Warkulwiz tem uma boa percepção de muitos supostosproblemas com Génesis...
Os que defendem uma terra velha fazem umagrande questão quanto à natureza da luz antes de sercriado o sol, no dia 4, tenta...
“O princípio da inerrância é totalmenteinclusivo; inclui tudo que a Bíblia diz.Negar isto e permitir que a EscrituraSagrad...
Os pais da igreja, na quase totalidade,interpretaram o livro de Génesisliteralmente  O livro acrescenta muita informação q...
É verdade que Agostinho e Aquino parecia teremcrenças heterodoxas, mas muitas vezes estes pais daigreja, assim como outros...
O cardeal Ernesto Ruffini afirma que Agostinhoexplicou figurativamente coisas a mais, as quais maistarde considerou que de...
Fiquei favoravelmente impressionado por algumasdas percepções que os pais da igreja primitiva tinhamem relação à questão d...
Os papas, cardeais e concílios defenderamum Génesis literal—até recentemente  Um outro aspecto interessante do livro é que...
O cardeal Ernesto Ruffini aponta para aconclusão de que Adão deve ter sidoespecialmente criado porque a Eva foiespecialmen...
Contudo, alguns papas dos tempos recentes fizeramdeclarações que parecem apoiar a evolução.Warkulwiz afirma que essas decl...
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Estes intelectuais estão provavelmente maisinfluenciados pelos supostos longos períodosgeológicos da geologia uniformitari...
Os leitores protestantes é claro queencontrarão alguns aspectos questionáveis nolivro, tais como as suas citações ocasiona...
Se o livro for largamente lido e tido emconsideração pelos católicos, deveria originarum renascimento no seu pensamento ac...
Referências Mortenson, T., Orthodoxy and Genesis: what the  fathers really taught, Journal of Creation 16(3):48–53,  2002...
Referências Van Till, H.J., God and evolution: an exchange, First  Things 34:32–38, 1993. ‘Nas duas décadas seguintes el...
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Criação e da Igreja Católica, Um movimento da Igreja Católica em favor de uma criação recente. História dos pontos de vista de criação pelos Padres da Igreja.

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O catolicismo romano e o livro de génesis

  1. 1. O Catolicismo Romano e o livro de Génesis Crítica do livro The Doctrines of Genesis 1–11: A Compendium and Defense of Traditional Catholic Theology on Origins [As doutrinas do livro de Génesis 1-11: Um Compêndio e uma Defesa da Teologia Católica Tradicional sobre as Origens] por Fr Victor P. Warkulwiz IUniverse Inc., Lincoln, NB, 2007 por Michael J. Oard
  2. 2. A crença da Igreja Católica quanto ao livro de Génesiscapítulos 1 a 11 tem estado num estado de confusão hámuito tempo – desde que o uniformitarismo e a evoluçãoentraram em cena. Esta situação é semelhante nas igrejasprotestantes, tristemente tanto nas liberais como nasconservadoras. Dentro das igrejas “tradicionalistas”, estelivro é uma achega bem-vinda ao livro Genesis, Creation andEarly Man [Génesis, Criação e o Homem primitivo] pelohieromonge ortodoxo russo Seraphim Rose,1 quedocumentou que os pais da igreja ortodoxa oriental desde oséc. IV até ao presente quase todos ensinaram uma terrajovem, uma criação literal em seis dias, um dilúvio global e aorigem das línguas na Torre de Babel. O livro de Warkulwizfocaliza-se nos ensinamentos tradicionais da igreja católicadesde os pais da igreja primitiva e medieval e chega àsmesmas conclusões. O livro foi endossado por um prefáciodo Bispo Robert Francis Vasa de Baker, Oregão [EUA].
  3. 3. Quem é o Fr. Warkulwiz? O Fr. Warkulwiz está bem qualificado para escrever um livro destes. Não somente é um padre católico, como também tem um PhD em física da Universidade Temple e trabalhou na indústria durante alguns anos. Ensinou ciência, filosofia, história, astronomia, lógica, química, física, matemática e criacionismo vs. evolução no Magdalen College do Reino Unido. Entrou para o sacerdócio já com idade avançada e obteve um M.Div. e M.A. em teologia, sendo ordenado em 1991. É também um crítico teológico para o Centro Kolbe para o Estudo da Criação,2 uma organização católica criacionista que acredita numa terra jovem.
  4. 4. Sobre o livro Misturando esta diversidade de áreas, o Fr. Warkulwiz escreveu um livro de 519 páginas não apenas sobre os argumentos científicos a favor do criacionismo da Terra jovem mas também juntou muito sobre história, filosofia e teologia. O livro consiste em 16 doutrinas derivadas de Génesis 1-11, tais como Deus criou o mundo do nada, Deus criou cada coisa no mundo imediatamente, Deus criou cada criatura vivente de acordo com o seu tipo, Deus criou o mundo em seis dias naturais, Deus criou o mundo vários milhares de anos atrás, toda a espécie humana descende do primeiro homem e da primeira mulher e Deus destruiu o mundo que era dantes com um dilúvio mundial.
  5. 5. Cita extensivamente os pais da igreja primitiva emedieval, em especial Agostinho, Aquino eBonaventura. Ele explica o ponto principal de que oensino tradicional católico sempre foi o criacionismoda Terra jovem. Foi’só sobre a influência do chamadoIluminismo que os teólogos e eruditos católicos sedesencaminharam. A influência da evoluçãoculminou nos ensinamentos do padre jesuíta PierreTeilhard de Chardin, o qual, com a sua “ficçãoteológica”, mesmerizou muitos católicos para queacreditassem na evolução.
  6. 6. Com base nos seus conhecimentos no campo da física,Warkulwiz tem uma boa percepção de muitos supostosproblemas com Génesis 1-11, por exemplo, ele afirmaem relação à fonte de luz para os primeiros três dias: “Uma origem possível para a luz poderão ter sidoreacções químicas e nucleares na matéria original daprópria terra. Mas, de acordo com a física moderna, nãoé preciso nenhuma origem. A luz não está presa a umaorigem. Uma vez que um fotão de luz deixa a suaorigem ele está livre e tem uma existênciaindependente. Por isso” (p. 173). a física moderna nãotem um problema quanto à ideia de que Deus criou a luzsem ter uma origem…
  7. 7. Os que defendem uma terra velha fazem umagrande questão quanto à natureza da luz antes de sercriado o sol, no dia 4, tentando justificar a suainterpretação de terra velha. É como se Deus fosseimpotente e não houvessem outras alternativas. O Fr. Warkulwiz compreende a falácia da hipótesedocumentária, que assume a evolução e que a igrejacatólica foi buscar emprestada aos protestantesliberais. Vê os problemas com a hipótese do Big-Bangpara a origem do universo e que ela contradiz aBíblia. Acredita vigorosamente na inerrância daBíblia:
  8. 8. “O princípio da inerrância é totalmenteinclusivo; inclui tudo que a Bíblia diz.Negar isto e permitir que a EscrituraSagrada possa estar errada mesmo quenum pequeno ponto, é abrir uma caixade Pandora de cepticismo que leva aototal descrédito da Palavra de Deus” (pp.12–13).
  9. 9. Os pais da igreja, na quase totalidade,interpretaram o livro de Génesisliteralmente O livro acrescenta muita informação que refuta a ideia de que os primeiros pais da igreja eram indecisos em relação à questão das origens, sugerindo uma variedade de possíveis “interpretações” para o Génesis 1-11. Este é um ponto apresentado por um número de modernos opositores da criação bíblica, tais como o criacionista progressivo Hugh Ross3 e o teísta evolucionista Howard Van Till4, que posteriormente apostatou – o que não foi grande surpresa para quem o conhecia.5
  10. 10. É verdade que Agostinho e Aquino parecia teremcrenças heterodoxas, mas muitas vezes estes pais daigreja, assim como outros, simplesmenteinterpretavam as passagens tanto simbolicamentecomo literalmente. Eles gostavam de adicionar umsignificado espiritual aos acontecimentos em Génesis1-11, interpretados tanto individualmente como emtermos da igreja. Eles continuavam a acreditar nosignificado literal. Agostinho desviou-se daconcepção da criação em seis dias literais, mas, emvez de acreditar em idades longas, acreditava que acriação tinha tido lugar em apenas um dia!
  11. 11. O cardeal Ernesto Ruffini afirma que Agostinhoexplicou figurativamente coisas a mais, as quais maistarde considerou que deveria ter encarado maisliteralmente (p. 166). Aquino acreditava na geraçãoespontânea, assim como a maioria dos eruditos doseu tempo, mas também acreditava nos tipos criados[grupos de animais; Génesis 1:24 (espécie = tipo),ed.]. É apenas através de uma análise superficial dosescritos dos pais da igreja que alguns defensores daterra velha e teístas evolucionistas podem alegar quealguns dos primeiros pais da igreja deixaram aquestão das origens em aberto.
  12. 12. Fiquei favoravelmente impressionado por algumasdas percepções que os pais da igreja primitiva tinhamem relação à questão das origens. Muitas das suasideias parecem modernas. Mas noutras alturas dáideia de terem levantado hipóteses teológicas paraalém do estado do conhecimento. Por exemploalguns dos pais da igreja acreditavam que Adão e Evaviviam no jardim como criaturas assexuadas (p. 304).A maior parte das vezes o Fr. Warkulwiz aponta esteserros e más interpretações, mas outras vezes não fazcomentários, o que deixa a impressão de queacredita em algumas destas hipóteses.
  13. 13. Os papas, cardeais e concílios defenderamum Génesis literal—até recentemente Um outro aspecto interessante do livro é que o Fr. Warkulwiz cita vários concílios da igreja, alguns cardeais e alguns papas que reforçaram o ensino tradicional católico sobre um Génesis literal. Fiquei favoravelmente impressionado com as muitas declarações citadas. Por exemplo, a Comissão Pontifica Bíblica de 1909 rejeitou argumentos que negavam a história literal do Génesis 1-3.
  14. 14. O cardeal Ernesto Ruffini aponta para aconclusão de que Adão deve ter sidoespecialmente criado porque a Eva foiespecialmente criada a partir da costela de Adão: “Mas se é verdade, como os transformistasaceitam reconhecer, que o corpo da mulher foiformado directamente por Deus e que não surgecomo resultado da evolução, quem é que serápersuadido de que o corpo do homem, o sexoviril, vem de uma besta bruta? Que absurdo!”(p. 269)
  15. 15. Contudo, alguns papas dos tempos recentes fizeramdeclarações que parecem apoiar a evolução.Warkulwiz afirma que essas declarações estão paraalém do campo de autoridade dos papas e não sãodoutrina oficial da igreja. Além disso, estes papas sãodependentes dos seus conselheiros científicos, os quaissucumbiram à teoria da evolução, à terra velha e aobig-bang. Por isso não é de admirar que alguns dospapas recentes tenham feito declarações sem basebíblica em apoio de uma terra velha ou da evolução.Estas deveriam ser ignoradas.
  16. 16. Algumas afirmações questionáveis sobreas origens Apesar de fortemente criacionista da terra jovem, encontrei neste livro duas declarações questionáveis em relação às origens. Warkulwiz parece deixar em aberto a possibilidade de morte animal antes da Queda (p. 331), e que os espinhos, cardos e plantas venenosas existiram antes da Queda mas foram criados com um objectivo benéfico para o homem e que Deus deu a Adão e Eva a capacidade de evitar o perigo (p. 302). Génesis 3 torna claro que estes vieram depois da Queda.
  17. 17. O livro foi feito a pensar nos católicos O leitor deve lembrar-se de que a audiência para o qual está intencionado são os católicos, não os protestantes, apesar de Warkulwiz usar muitas fontes procedentes do moderno movimento criacionista, algumas das quais estão desactualizadas. Há uma boa razão para isto. Além de ele próprio ser católico, não existe uma teologia bem desenvolvida da criação na igreja católica pois uma maioria dos teólogos, eruditos e cientistas abraçaram o naturalismo teísta (p. xxxv).
  18. 18. Estes intelectuais estão provavelmente maisinfluenciados pelos supostos longos períodosgeológicos da geologia uniformitarista doque pela evolução. Além disso, o autorafirma que estas idades longas têm tido umefeito de entorpecimento na fé dos jovensem Deus é empurrado tão para trás notempo que fica quase invisível e irrelevante(p. 9).
  19. 19. Os leitores protestantes é claro queencontrarão alguns aspectos questionáveis nolivro, tais como as suas citações ocasionais dosApócrifos. A Mariologia é inserida em um oudois lugares. E, é claro, o livro defende atradição da igreja quase que ao mesmo nívelque a Bíblia. Mas pode ser dito em sua defesaque muitas tradições da Bíblia defendem aEscritura, que é normalmente a fonte demuitas tradições.
  20. 20. Se o livro for largamente lido e tido emconsideração pelos católicos, deveria originarum renascimento no seu pensamento acercadas origens. Também recomendo o livro paraos protestantes, que deverão passar por cimadas poucas ocasiões em que se desvia decrenças bíblicas fortemente assumidas. Olivro é extremamente e deliciosamente umtrabalho do criacionismo da terra jovem.
  21. 21. Referências Mortenson, T., Orthodoxy and Genesis: what the fathers really taught, Journal of Creation 16(3):48–53, 2002; <creation.com/seraphim>. <kolbecenter.org>. Sarfati, J., Refuting Compromise: A biblical and scientific refutation of ‘progressive Creationism’ (Billions ofYears), as popularized by astronomer Hugh Ross, Master Books, Green Forest, AR, 2004.
  22. 22. Referências Van Till, H.J., God and evolution: an exchange, First Things 34:32–38, 1993. ‘Nas duas décadas seguintes ele transformou-se no herético que os seus críticos tinham suspeitado’, Manier, J., The New Theology, Chicago Tribune, 20 January 2008; <chicagotribune.com/features/magazine/chi- mxa0120magevolutionjan20,0,2045786.story>.

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