Religião afro brasileiras

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Espiritual, religião afro brasileira, BABAÇUÊ, BATUQUE, CABULA, CANDOMBLÉ, CULTO AOS EGUNGUN, CULTO DE IFÁ, ENCANTARIA, OMOLOKO, PAJELANÇA,QUIMBANDA, TAMBOR-DE-MINA,
TERECÔ, UMBANDA, XAMBÁ, XANGÔ DO NORDESTE.

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  • Prandi, Reginaldo. Os candomblés de São Paulo
  • Prandi, Reginaldo. Os candomblés de São Paulo
  • 6 – Prandi, Reginaldo. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia da Letras, 2000, página 20
  • 6 – Prandi, Reginaldo. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia da Letras, 2000, página 18
  • Religião afro brasileiras

    1. 1. ESTUDO APROFUNDADO DA DOUTRINA ESPÍRITA RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS
    2. 2. 1. Religiões Afro- brasileiras 2. Orixás 3. Umbanda RELIGIÕES
    3. 3. (...) as tradições afro não são uma religião só, mas vários cultos, oriundos de diversos povos africanos, que foram trazidos para o Brasil. Reginaldo Prandi (7) RELIGIÕESAFRO-BRASILEIRAS
    4. 4. MAPADAROTADOTRÁFICODEESCRAVOS
    5. 5. RELIGIÕESAFRO-BRASILEIRAS São todas as religiões que tiveram origem nas Religiões tradicionais africanas, que foram trazidas para o Brasil pelos negros africanos, na condição de escravos. Ou religiões que absorveram ou adotaram costumes e rituais africanos. (10)
    6. 6. • BABAÇUÊ - Maranhão, Pará • BATUQUE - Rio Grande do Sul • CABULA - Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. • CANDOMBLÉ - Em todos estados do Brasil • CULTO AOS EGUNGUN - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo • CULTO DE IFÁ - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo • ENCANTARIA - Maranhão, Piauí, Pará, Amazonas • OMOLOKO - Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo • PAJELANÇA - Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas • QUIMBANDA - Em todos estados do Brasil • TAMBOR-DE-MINA - Maranhão • TERECÔ - Maranhão • UMBANDA - Em todos estados do Brasil • XAMBÁ - Alagoas, Pernambuco • XANGÔ DO NORDESTE – Pernambuco (10) RELIGIÕESAFRO-BRASILEIRAS
    7. 7. A noção básica do candomblé é a de que cada indivíduo vem de um orixá específico e que é possível cultuá- lo, ideia esta muito diferente da concepção ocidental cristã de que temos todos nós uma mesma origem. Prandi, Reginaldo. Os candomblés de São Paulo. CANDOMBLÉ
    8. 8. • A identificação com um ou mais ancestrais míticos é talvez o ponto mais central do candomblé. • Ninguém é apenas um e só um eu. (8) CANDOMBLÉ
    9. 9. • O homem não é apenas filho ou protegido espiritual do orixá — é parte dele, e dele carrega qualidades e defeitos. (8) Mãe de santo do terreiro do Ilê Maroiá Láji (9) MÃE DE SANTO CANDOMBLÉ
    10. 10. A primeira coisa que se faz num candomblé é descobrir, através do oráculo, qual é o santo da pessoa; não só o orixá principal, mas também outros que tomam parte no destino desse indivíduo.(8)Mãe Menininha do Gantois JOGODEBÚZIOS
    11. 11. O candomblé é uma religião centrada em torno da mãe ou do pai de santo e toda e qualquer decisão dependerá unicamente dela ou dele, pois ritualmente é a pessoa que tem a prerrogativa de consultar o oráculo.(8) CANDOMBLÉ
    12. 12. Essa leitura é a primeira e decisiva ponte lançada para se chegar à identidade de cada um, desvendando forças e fraquezas, vantagens e fardos, talentos e misérias.(8) Prandi, Reginaldo. Os candomblés de São Paulo. JOGODEBÚZIOS
    13. 13. (...) até os procedimentos rituais cotidianos, passando, evidentemente, pelo diagnóstico dos problemas de toda ordem que afetam a vida do consulente e pela prescrição dos sacrifícios necessários à solução de problemas apontados no jogo. (...) A importância do oráculo do jogo de búzios é um dos divisores de água entre candomblé e umbanda. (8) Prandi, Reginaldo. Os candomblés de São Paulo. JOGODEBÚZIOS
    14. 14. No candomblé, só o pai ou mãe-de-santo pode atender clientes, e o faz sem estar em transe. Isto é muito diferente da umbanda, em que o cliente pode escolher a entidade com quem se consultará, contando com variada gama de entidades que se mostram no transe: caboclos, pretos-velhos, exus, espíritos de criança, ciganas etc. Este é outro traço importante de distinção entre essas religiões. (8) Prandi, Reginaldo. Os candomblés de São Paulo. CANDOMBLÉ
    15. 15. • Para os IORUBÁS tradicionais e os seguidores de sua religião nas Américas, os orixás são deuses que receberam de OLODUMARE (também chamados de Olorum ou Olofim) o SER SUPREMO, a incumbência de criar e governar o mundo, ficando cada um deles responsável por alguns aspectos da natureza e certas dimensões da vida em sociedade e da condição humana. (Prandi, Reginaldo. Mitologia dos Orixás) OXUMARÉ ORIXÁS
    16. 16. São um dos maiores grupo étnico na África Ocidental. Deixaram uma presença importante no Brasil, e particularmente muito significativa no estado brasileiro da Bahia: "Os nagôs – IORUBÁS - são ainda hoje os africanos mais numerosos e influentes neste estado (Bahia). ( Prandi, Reginaldo. Mitologia dos Orixás.) IORUBÁS OXUMARÊ
    17. 17. • Para os iorubas antigos , nada é novidade, tudo o que acontece já teria acontecido antes. • Identificar no passado mítico o acontecimento que ocorre no presente é a chave da decifração oracular. • (...) a maioria dos orixás merece culto limitado a determinada cidade ou região. ( Prandi, Reginaldo. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia da Letras, 2000, p. 18) ORIXÁS
    18. 18. • É um culto afro- brasileiro, derivado da Umbanda, que tem como linha principal a devoção aos Exus e Pomba giras, consideradas entidades inferiores pelos umbandistas. • Adota suas próprias práticas, como o sacrifício rituais de animais e a utilização de vodus. (3) QUIMBANDA EXU
    19. 19. • É uma das religiões afro-brasileiras praticada principalmente no Brasil mas também em países adjacentes como Uruguai, Argentina e Venezuela. (3) CANDOMBLÉ OXALÁ
    20. 20. • A religião foi desenvolvida no Brasil com o conhecimento dos sacerdotes africanos que foram escravizados e trazidos da África para o Brasil, juntamente com seus Orixás, sua cultura, e seus dialetos, entre 1549 e 1888.(3) OGUM CANDOMBLÉ
    21. 21. • Embora confinado originalmente à população de escravos, proibido pela igreja Católica, e criminalizado por alguns governos, o Candomblé prosperou nos quatro séculos, e expandiu consideravelmente desde o fim da escravatura em 1888. CANDOMBLÉ IEMANJÁ
    22. 22. • Candomblé pode ser considerada uma religião monoteísta, onde a palavra de Deus é traduzida nas várias línguas utilizadas em seus rituais. (3) CANDOMBLÉ OIÁ
    23. 23. • Os Orixás, Voduns e Inkices não são considerados deuses e nem são comparados à Deus, também é considerado uma forma de espiritualismo por cultuarem outros espíritos, derivados das religiões africanos. (3) OGUM CANDOMBLÉ
    24. 24. • Os Orixás da Mitologia YORUBÁ, foram criados por um Deus supremo, OLORUM dos Yorubá. • Os Voduns da Mitologia Fon ou Mitologia Ewe, foram criados por MAWU o Deus supremo dos Fon. • Os Inkices da Mitologia Bantu, foram criados por Zambi, Zanbiapongo Deus supremo e criador. (3) CANDOMBLÉ OXUM
    25. 25. REFERÊNCIASBIBLIOGRÁFICAS 1 – Pau Brasil : Artista Aurilda Sanches 2 - Osun Eyin, Pai Cido. Candomblé. A panela do segredo. Editora Arx, 2000. ISBN 8535402160 http://ocandomble.wordpress.com/os-orixas/ em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Orix%C3%A1, 17/01/2013 - 21h13 3. Prefeitura Municipal de PortoAlegre – SMED. http://websmed.portoalegre.rs.gov.br/escolas/montecristo/04raca/index.htm. 4. – http://jornalistain-formacao.blogspot.com.br/2012/10/umbanda.html, 18/01/2013 -16h 5 - VERGER, Pierre. 1987. Fluxo e Refluxo do tráfico de escravos entre o Golfo do Benin e a Bahia de Todos os Santos. Salvador: Currupio, 1987. EM: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tambor_de_Mina, 18/01/2013 - 16h41. 6 – Prandi, Reginaldo. Mitologia dos Orixás. São Paulo: Companhia da Letras, 2000 7 - http://tvilebrasil.blogspot.com.br, 28/01/2013 – 21h31 - Entrevista com Reginaldo Prandi autor de Mitologia dos Orixás. 8 - Prandi, Reginaldo. Os candomblés de São Paulo : a velha magia na metrópole nova / Reginaldo Prandi. -- São Paulo : HUCITEC : Editora da Universidade de São Paulo, 1991. 9- Fotografia: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/09/familia-de-olga-do-alaketo-faz-missa-de-7- anos-de-falecimento-da-yalorixa.html 10. http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%B5es_afro-brasileiras 11 – Mapa da África: trafico de escravos. Ilustração do livro "A escravidão do Brasil" do historiador Júlio Quevedo, da PUC-RS. Em http://olharparaver.blogspot.com.br/2010_11_01_archive.html - 25/02/2013 às 14:25
    26. 26. Saravá Muito obrigada! deni.aguiar.silva@gmail.com Florianópolis - 2013

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