Contexto histórico - Espiritismo

1.644 visualizações

Publicada em

ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA
PROGRAMA FUNDAMENTAL - TOMO I
MÓDULO I: introdução ao estudo do espiritismo . roteiro 1: O contexto histórico do Século XIX na Europa. Objetivo: Identificar o contexto Histórico do século XIX na Europa, por ocasião do surgimento da Doutrina Espírita.

Publicada em: Espiritual
1 comentário
7 gostaram
Estatísticas
Notas
  • oi Denise Aguiar. Parabéns pelo trabalho. Muito bem feito e caprichado. Foi bom estudar por ele. Obrigada.
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.644
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
161
Comentários
1
Gostaram
7
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • 7. BURNS, Edward McNall. História da Civilização Ocidental: do homem das cavernas às naves espaciais – v.2, 40ª edição, São Paulo: Globo, 2001.
    p. 478
  • A prisão de Ravachol, ilustração da captura do terrorista anarquista francês Ravachol pela polícia francesa nos anos 1890. Autor: Henri Meyer. Fonte:  http://www.estelnegre.org/documents/detencioravachol/detencioravachol.html .05/03/2013 – 20:11
  • Legenda: A Internacional, Canção Revolucionária, capa de partitura do hino da Associação Internacional dos Trabalhadores. Autor: Théophile Alexandre Steinlen. Fonte:  http://www.colin-patrice.fr/Images/Musee/Objet/Partitions/Internationale1.gif.
  • Contexto histórico - Espiritismo

    1. 1. MÓDULO I: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMOMÓDULO I: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO ESPIRITISMO ROTEIRO 1: O CONTEXTO HISTÓRICO DO SÉCULO XIX NA EUROPAROTEIRO 1: O CONTEXTO HISTÓRICO DO SÉCULO XIX NA EUROPA ESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITAESTUDO SISTEMATIZADO DA DOUTRINA ESPÍRITA PROGRAMA FUNDAMENTAL - TOMO IPROGRAMA FUNDAMENTAL - TOMO I 1
    2. 2. INTRODUÇÃOAOESTUDODOESPIRITISMOINTRODUÇÃOAOESTUDODOESPIRITISMO 2 1.1. O contexto histórico doO contexto histórico do Século XIX na EuropaSéculo XIX na Europa 2.2. Espiritismo ou DoutrinaEspiritismo ou Doutrina Espírita: conceito e objetoEspírita: conceito e objeto 3.3. Tríplice Aspecto daTríplice Aspecto da Doutrina EspíritaDoutrina Espírita 4.4. Pontos Principais daPontos Principais da Doutrina EspíritaDoutrina Espírita
    3. 3. • O séc. XIX desenrolava uma torrente de claridades na face do mundo, encaminhando todos os países para as reformas úteis e preciosas. Emmanuel: A caminho da luz. Cap. 23 Ideais da Revolução Francesa,Ideais da Revolução Francesa, sintetizados em três princípios:sintetizados em três princípios: ““Liberdade, Igualdade, Fraternidade “Liberdade, Igualdade, Fraternidade “ Elaboração de uma Constituição, naElaboração de uma Constituição, na introdução seria denominadaintrodução seria denominada Declaração dos Direitos do Homem eDeclaração dos Direitos do Homem e do Cidadãodo Cidadão 3 CONTEÚDOBÁSICOCONTEÚDOBÁSICO
    4. 4. Pode ser chamado o séc. das revoluções, porque nenhum – até agora – foi tão fértil em levantes, insurreições, guerras civis, ora vitoriosas, ora esmagadas. René Rémond: O século 19 – Introdução. 4 Queda daQueda da Bastilha em 14Bastilha em 14 de julho dede julho de 1789.1789. Símbolo maisSímbolo mais radical eradical e abrangente dasabrangente das revoluçõesrevoluções burguesas.burguesas. .. CONTEÚDOBÁSICOCONTEÚDOBÁSICO
    5. 5. "Liberdade"Liberdade Guiando o Povo",Guiando o Povo", de Eugènede Eugène DelacroixDelacroix Essas revoluções têm como ponto comum o fato de serem quase todas dirigidas contra a ordem estabelecida (...), quase todas em favor da liberdade, da democracia política ou social, da independência ou unidade nacionais. René Rémond: O século 19 – Introdução. 5 CONTEÚDOBÁSICOCONTEÚDOBÁSICO
    6. 6. • No séc. XIX as (...) lições sagradas do Espiritismo iam ser ouvidas pela Humanidade sofredora. • Jesus, na sua magnanimidade, repartiria o pão sagrado da esperança e da crença com todos os corações. Emmanuel: A caminho da luz. Cap. 23 Allan KardecAllan Kardec (1804 - 1869)(1804 - 1869) O Livro dosO Livro dos EspíritosEspíritos 18/04/185718/04/1857 6 CONTEÚDOBÁSICOCONTEÚDOBÁSICO
    7. 7. Profundas transformações: Filosóficas Políticas Religiosas Sociais Científicas Codificação da Doutrina Espírita 7 SÉCULOXIX-SUBSÍDIOSÉCULOXIX-SUBSÍDIO
    8. 8. • Ideias renovadoras da Filosofia e da Ciência divulgados no século XVIII por Espíritos reformadores, denominados iluministas e enciclopedistas tem como consequência: • Movimentos revolucionários europeus que derrubaram o absolutismo • Implantação da economia liberal • Extinção do antigo sistema colonial 8 SÉCULOXIXSÉCULOXIX-SUBSÍDIO-SUBSÍDIO
    9. 9. VOLTAIRE - MONTESQUIEU - ROUSSEAU -D´ALEMBERT - DIDEROT – QUESNAY ... foram eles os instrumentos ativos... foram eles os instrumentos ativos do mundo espiritual, parado mundo espiritual, para regeneração das coletividadesregeneração das coletividades terrestresterrestres(1)(1) 9 ESPÍRITOS REFORMADORESESPÍRITOS REFORMADORES
    10. 10. • Os Estados Unidos foram a primeira nação a absorver efetivamente o pensamento renovador dos iluministas - independência política, em 4 de julho de 1776. 10 SÉCULOXIX-SÉCULOXIX-SUBSÍDIOSUBSÍDIO Declaração da Independência dos Estados Unidos
    11. 11. • A independência americana repercutiu intensamente na França. • Em consequência, desencadeou-se – a REVOLUÇÃO FRANCESA , considerado o marco que separa a Idade Moderna da atual, a Contemporânea. 11 SÉCULOXIX-SÉCULOXIX-SUBSÍDIOSUBSÍDIO
    12. 12. • Progressos culturais em todos os camposProgressos culturais em todos os campos do saber humano, desencadeados pelado saber humano, desencadeados pela Revolução Francesa, foram tão marcantesRevolução Francesa, foram tão marcantes que oque o século XIXséculo XIX entrou para a históriaentrou para a história como sendo ocomo sendo o Século da RazãoSéculo da Razão, assim, assim como ocomo o século XVIIIséculo XVIII é denominado oé denominado o Século das LuzesSéculo das Luzes.. 12 SÉCULOXIX-SÉCULOXIX-SUBSÍDIOSUBSÍDIO
    13. 13. • Organiza-se a primeira coligação europeia contra a França. • No mundo espiritual reúnem-se os gênios da latinidade, sob a bênção de Jesus, implorando a sua proteção e misericórdia para a grande nação transviada. • Política europeia está centrada na figura carismática de NAPOLEÃO BONAPARTE (1799 a 1815) 13 REVOLUÇÃOFRANCESAREVOLUÇÃOFRANCESA
    14. 14. • A despeito dos inegáveis benefícios sociais e políticos produzidos pela Revolução Francesa seguiram-se anos de terror, que favoreceram o golpe de estado executado por Napoleão Bonaparte, no final do século XVIII. 14 REVOLUÇÃOFRANCESAREVOLUÇÃOFRANCESA
    15. 15. • Promulga uma nova constituição.Promulga uma nova constituição. • Concordata com a Igreja CatólicaConcordata com a Igreja Católica que retornou os padresque retornou os padres ao território francêsao território francês • Criação do Banco da FrançaCriação do Banco da França e do franco que durou até ae do franco que durou até a entrada do Euroentrada do Euro • Reestrutura o aparelho burocráticoReestrutura o aparelho burocrático.. Centralização doCentralização do poder após anos de instabilidade depois da Revoluçãopoder após anos de instabilidade depois da Revolução FrancesaFrancesa • Cria o ensino controlado pelo estadoCria o ensino controlado pelo estado (ensino público)(ensino público) reforma educacional na França com a instalação de váriosreforma educacional na França com a instalação de vários liceus e colégios (6)liceus e colégios (6) • Declara leigo o estadoDeclara leigo o estado,, separando-o, assim, da religião.separando-o, assim, da religião. • Promulga o código napoleônicoPromulga o código napoleônico – que garante a– que garante a liberdade individual, a igualdade perante a lei, o direito àliberdade individual, a igualdade perante a lei, o direito à propriedade privada, o divórcio – e adota o primeiropropriedade privada, o divórcio – e adota o primeiro código comercial. (1)código comercial. (1) 15 NAPOLEÃO-REALIZAÇÕESNAPOLEÃO-REALIZAÇÕES
    16. 16. • Joanna D´Arc volta ao ambiente daJoanna D´Arc volta ao ambiente da antiga pátria, à frente de grandesantiga pátria, à frente de grandes exércitos de Espíritos consoladores,exércitos de Espíritos consoladores, confortando as almas aflitas econfortando as almas aflitas e aclarando novos caminhos.aclarando novos caminhos. 16 SÉCULOXIX-SÉCULOXIX-SUBSÍDIOSUBSÍDIO
    17. 17. A Revolução Francesa e a Revolução Industrial Dois acontecimentos que alteraram a forma da civilização ocidental. É com elas que começa a história “moderna”*. Todos os principais fatos do século XIX e começo do século XX (...) tiveram origem nesta duas revoluções. (7) *A idade contemporânea é o período específico atual da história do mundo ocidental, iniciado a partir da Revolução Francesa (1789 d.C.). 17 REVOLUÇÃOFRANCESAREVOLUÇÃOFRANCESA REVOLUÇÃOINDUSTRIALREVOLUÇÃOINDUSTRIAL
    18. 18. • Disseminação do liberalismo burguês • Êxito econômico da classe média • Declínio das antigas aristocracias fundiárias • Desenvolvimento da consciência de classe entre os trabalhadores urbanos • Derrubada do absolutismo, do mercantilismo e dos últimos vestígios do regime senhoril • Juntas produziram a teorias e a prática do individualismo econômico e do liberalismo político. • Desenvolvimento do nacionalismo e do autoritarismo • Criação de uma nova ordem social urbana (7) 18 REVOLUÇÃOFRANCESAREVOLUÇÃOFRANCESA REVOLUÇÃOINDUSTRIALREVOLUÇÃOINDUSTRIAL
    19. 19. 19 REVOLUÇÃO INDUSTRIALREVOLUÇÃO INDUSTRIAL
    20. 20. • Progresso tecnológico • Invenção de máquinas e de equipamentos sofisticados • Desenvolvimento das relações internacionais, em especial nas áreas econômicas, comerciais e políticas, transformando o mundo numa aldeia global. • Desenvolvimento da rede de comunicações de curta e de longa distância, principalmente pelo emprego inteligente da energia elétrica e da eletrônica. • Ampliação dos meios de transportes, em especial o marítimo e o aéreo. • Favorecimento das pesquisas médicas-sanitárias voltadas para o controle das doenças epidêmicas, resultando no aumento das faixas da sobrevida humana. 20 TRANSFORMAÇÕESTRANSFORMAÇÕES REVOLUÇÃOINDUSTRIALREVOLUÇÃOINDUSTRIAL
    21. 21. • Nas relações trabalhistas. • Exploração do trabalho e pelas deficientes condições de segurança e higiene laborais, ocorridas em gradações diversas. 21 REVOLUÇÃOINDUSTRIALREVOLUÇÃOINDUSTRIAL DESEQUILIBRIOSPRODUZIDOSDESEQUILIBRIOSPRODUZIDOS
    22. 22. 22 MANIFESTAÇÕESMANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAISARTÍSTICAS E CULTURAIS
    23. 23. • Ideais de LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE. • Pesquisava-se a cultura popular e o folclore para a produção de pinturas, esculturas e peças musicais. • As obras românticas de caráter épico destacam o heroísmo. • Lutas políticas e sociais da época: os sacrifícios da população, o sangue derramado nas batalhas e até as dificuldades encontradas nas disputas amorosas. 23 SÉCULOXIX-MANIFESTAÇÕESARTÍSTICASSÉCULOXIX-MANIFESTAÇÕESARTÍSTICAS
    24. 24. As atividades artísticas e culturais do século XIX revelam uma preferência predominantemente romântica. Na segunda metade do século XIX, a pintura europeia passa por uma verdadeira transformação, desencadeada pelo movimento chamado Impressionismo. Delacroix – David – Monet – Cézanne – Degas - Renoir - Manet 24
    25. 25. A música para os românticos não eraA música para os românticos não era só uma obra de arte, mas um meio desó uma obra de arte, mas um meio de comunicação com o estado de almacomunicação com o estado de alma.. Wagner – Chopin – Rossini – Beethoven - Bellini – Verdi - Liszt 25
    26. 26. Numerosos escritores se engajam na lutaNumerosos escritores se engajam na luta política e social, através de suas obras e açãopolítica e social, através de suas obras e ação • LAMARTINE e VÍCTOR HUGO são eleitos deputados, tornando-se o próprio Lamartine – que muito contribuiu para o advento da República – chefe do governo provisório. • ZOLA, militam na causa republicana ou socialista. • STENDHAL e PAUL LOUIS COURIER, são liberais e anticlericais. • CHATEAUBRIAND torna-se liberal, e prevê o advento da Democracia.(1) 26 Lamartine– Victor Hugo– Zola– Stendhal - Paul Louis Courier – Chateaubriand - Göethe
    27. 27. • No campo da Ciência, as mudanças no séc. XIX foram significativas, fundamentais ao progresso científico e tecnológico dos dias futuros. 27 Le Verrier - Darwin - Pasteur - Marie Curie - PierreLe Verrier - Darwin - Pasteur - Marie Curie - Pierre Curie – QuesnayCurie – Quesnay
    28. 28. 28 MANIFESTAÇÕES FILOSÓFICAS, POLÍTICAS, RELIGIOSAS, SOCIAIS E CIENTÍFICAS
    29. 29. • o [...] campo da Filosofia não escapou a essa torrente renovadora. • Aliando-se às ciências físicas, não toleraram as ciências da alma o ascendente dos dogmas absurdos da Igreja. • As confissões cristãs, atormentadas e divididas, viviam nos seus templos um combate de morte. • Longe de exemplificarem aquela fraternidade do Divino Mestre, entregavam-se a todos os excessos do espírito de seita. • A Filosofia recolheu-se, então, no seu negativismo transcendente, aplicando às suas manifestações os mesmos princípios da ciência racional e materialista.(1) 29 SÉCULOXIXSÉCULOXIX
    30. 30. • ARTHUR SCHOPENHAUER é uma demonstração eloquente do seu pessimismo • Positivismo de AUGUSTE COMTE, a humanidade ultrapassou o estado teológico e o estado metafísico ao penetrar o estado positivo, caracterizado pelo sucesso dos conhecimentos positivos, fundados numa certeza racional e científica. • Tais ideias conduzem aos exageros do cientificismo, em que a fé na Ciência se torna a verdadeira fé. 30 FILOSOFIAFILOSOFIA
    31. 31. Acredita-se que ela (a Ciência) vá resolver todos os problemas, elucidar todos os mistérios do mundo; tornar inúteis a religião e a metafísica. Este entusiasmo é revelado na conhecida obra literária de Joseph Ernest Renan : L´Avenir de la Science (O Futuro da Ciência). (1) 31 CIÊNCIACIÊNCIA
    32. 32. ““O Amor por princípio e a Ordem por base; oO Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim.”Progresso por fim.” Augusto Comte.Augusto Comte. A frase “Ordem e Progresso” que encontramos na bandeira brasileira é de inspiração positivista. (8) 32
    33. 33. • Movimentos procuravam formas de governo mais liberais, com menor ou nenhuma participação do Estado. • Surgem conceitos como :  ANARQUISMO  COLETIVISMO,  MARXISMO  COMUNISMO  SOCIALISMO. 33 POLÍTICASPOLÍTICAS Captura do terrorista anarquista francês Ravachol pela polícia francesa nos anos 1890
    34. 34. • ANARQUISMO Representa um conjunto de doutrinas que preconizam a organização da sociedade sem nenhuma forma de autoridade imposta. • COLETIVISMO Defende a utilização de meios mais violentos nos processos de transformação da sociedade, e propõe a revolução universal sustentada pelos camponeses. 34 POLÍTICASPOLÍTICAS A Internacional, Canção Revolucionária, capa de partitura do hino da Associação Internacional dos Trabalhadores.
    35. 35. • MARXISMO: Abolição de todas as formas de governo, em favor de uma sociedade regulada pela cooperação mútua dos indivíduos • COMUNISMO: Sociedade sem divisão de classes e sem a presença de um Estado coercitivo. • SOCIALISMO: ditadura do proletariado para garantir a transição para instauração do Comunismo. 35 POLÍTICASPOLÍTICAS MARX ENGELS LENIN STALIN
    36. 36. • Movimentos políticos (...) confrontam as práticas religiosas conduzidas pela Igreja Católica que, desviada dos princípios morais do estabelecimento de um império espiritual no coração dos homens, aproxima-se (...) da nobreza reinante na Europa. • Igreja Católica que, fragilizada, abria espaço para as doutrinas divulgadas pelas Igreja Reformada – Protestantismo (1) 36 RELIGIÃORELIGIÃO
    37. 37. • Máquina a vapor de James Watt (1763) • Sistema Fabril (1780) • Lavoiser Indestrutibilidade da matéria (1789) • Primeira rodovia, Inglaterra (1825) • Máquina de costura (1850) • Descoberta do raio X (1895) • Microbiologia - trabalhos de Pasteur (1822-1895) • Kardec, O Livro dos Espíritos 18/04/1857 • Darwin, Origem das espécies, de (1859) • Abertura do canal de Suez (1869) • Invenção do telefone (1876) • Estudos de Pierre e Marie Curie sobre energias emitidas pelo rádio (1898) • Invenção do telégrafo sem fio (1899) (7) 37 CIÊNCIAEINDÚSTRIACIÊNCIAEINDÚSTRIA
    38. 38. • É nesse cenário de transformações, que surge Allan Kardec com sua missão de esclarecimentos e de consolação, lançando as bases da Doutrina Espírita . 38 ESPIRITISMOESPIRITISMO
    39. 39. 39 BIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIA 1. Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita – Programa Fundamental – Tomo I, FEB, 2010 2. http://www.suapesquisa.com/biografias/voltaire.htm, 04/03/2013 – 20:31 3. http://www.brasilescola.com/biografia/francois- quesnay.htm, 04/03/2013 – 21:36 4. http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/EcFrQnay.html, 04/03/2013 – 21:40 5. http://www.corecon- rj.org.br/Grandes_Economistas_Resultado.asp?ID=131, 04/03/2013 – 21:55 6. http://www.algosobre.com.br/biografias/francois- quesnay.html, 04/03/2013 – 22:15 7. BURNS, Edward McNall. História da Civilização Ocidental: do homem das cavernas às naves espaciais – v.2, 40ª edição, São Paulo: Globo, 2001. 8. http://www.suapesquisa.com/o_que_e/positivismo.htm, 2/4/2013, 19:59
    40. 40. 40 Muito obrigada! deni.aguiar.silva@gmail.com 2013

    ×