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  1. 1. AULA EXTRA
  2. 2. • A história da Economia evoluiu pari passu com os períodos que caracterizam a história da humanidade; • Desde Moisés até os mercantilistas, a sociedade mundial viveu em complexidades. E foi dessa complexidade que, um século depois, após o fim dos ideais mercantilistas do século XVII, o mundo percebeu a necessidade de ter economistas; História
  3. 3. • Esse período da Antigüidade Clássica, em sua primeira fase, abrange os anos 4000 a 1000 antes da Era de Cristo. Os povos predominantes eram os da China, Índia, Assíria, Babilônia, Mesopotâmia, Egito, e outros da Antigüidade Oriental e Ocidental. Nesse período, não se podia cogitar que a atividade econômica fosse sofisticada. • Predominava a economia de subsistência e o autoconsumo. • As sociedades, por sua vez, ainda eram desestruturadas, sem características, inclusive, de sociabilidade. Predominava o nomadismo tribal; História
  4. 4. • Após essa fase inicial, o homem começou a pensar em se fixar em algum lugar. Teve início, assim, a fixação dos primeiros agrupamentos humanos na sociedade patriarcal, surgindo o consequente direito de propriedade na economia agrária. • O trabalho nessas sociedades era do tipo escravo, sendo raro ou reduzido o comércio entre os diferentes agrupamentos, prevalecendo uma economia de subsistência ou de autoconsumo, sem a preocupação da formação de “sobras” ou excedente* destinado às trocas ou ao escambo. História
  5. 5. • Tudo o que se produzia tendia a ser consumido. Ninguém pensava em lucro, em riqueza, em capitalismo ou em se capitalizar. Muitos menos em globalização. • Os regimes, nessas civilizações da Antigüidade, eram, em geral, teocráticos*, e obedientes à férrea disciplina e ao controle total do comércio pelos seus dirigentes. • Embora existindo um intercâmbio econômico rudimentar (trocas entre pessoas e pequenos povoados), e a moeda, como facilitadora das trocas, tivesse já evoluído para as suas características mais sensíveis, com a utilização já de alguns metais, os fatos econômicos ainda não mereciam estudos especiais, o mesmo ocorrendo com a atividade econômica. História
  6. 6. • Nesse período, ainda não havia um clima propício para o surgimento de uma Ciência Econômica. Os fatos e fenômenos econômicos estavam adstritos às ciências filosóficas, religiosas e jurídicas, à moral e à política, também não totalmente estruturadas. História
  7. 7. • A partir da civilização greco-romana, no ano 1000 a.C., nota-se uma preocupação mais concreta com os fatos econômicos, surgindo estudos embrionários sobre riqueza, valor econômico e moeda. • Xenofonte (discípulo de Sócrates), pensador grego, escreveu a obra Os econômicos, discorrendo sobre a utilidade e as riquezas econômicas, sobre a agricultura e sua importância econômica, e afirmava que a riqueza estava intimamente relacionada com as necessidades humanas. Contribuições da civilização greco-romana
  8. 8. • Platão, aliás, delineou um Estado a ser governado por filósofos. Também aprovava a escravidão e preconizava a diminuição das populações por uma depuração (purificação/limpeza) da raça. Foi um autêntico precursor de Malthus. • Da civilização grega, ficaram muitos ensinamentos. De Platão, ficou o Comunismo Utópico, em sua República, e seus escritos sobre a produção, e a riqueza e os seus limites; e de Aristóteles, suas análises sobre a sociedade privada, declarando que a propriedade comunal, preconizada por seu mestre Platão, retiraria o incentivo à produção; Contribuições da civilização greco-romana
  9. 9. • Gastaldi (1999) assinala que, na história da civilização de Roma, se encontram muitos dos elementos que caracterizam o moderno capitalismo. • Um dos traços da civilização romana foi a expansão agrícola, que favoreceu a sua economia e, notadamente, a sua agricultura, e que foi um dos determinantes da expansão do poderio político do Império. De uma outra forma, o declínio de sua agricultura foi a principal causa de sua queda. O Império Romano: contribuição ao HPE
  10. 10. • Agressiva foi a política de expansão comercial de Roma, que proporcionou vultosos lucros, ao mesmo tempo em que despertou a rivalidade com o poder comercial de outros povos, notadamente de Cartago. Isto posto, os acordos comerciais foram substituídos pelos conflitos armados. • Com o Império Romano: 1. consolidava-se a expansão comercial; 2. consolidavam-se as funções do dinheiro; 3. criavam-se os impostos mais elevados; 4. aumentavam as despesas do governo. O Império Romano: contribuição ao HPE
  11. 11. No final do século 1 a.C., houve uma grande expansão do comércio internacional envolvendo cinco potências vizinhas: o Império Romano, o Império Parta, o Império Cuchana, a confederação nômade de Xiongnu e o Império chinês Han.
  12. 12. • Também foi no Império Romano que nasceu a agiotagem* (é a pessoa que faz prática da usura, ou seja, empresta dinheiro a outra no mercado informal, sem a devida autorização legal para isso), e a riqueza passou a se concentrar nas mãos de uma minoria. O Império Romano: contribuição ao HPE
  13. 13. • Podemos apontar as causas econômicas do declínio do Império Romano: 1. grande concentração das riquezas por grupos minoritários; 2. grandes propriedades rurais improdutivas; 3. servidão dos pequenos e médios agricultores; 4. separação sempre maior entre ricos e pobres; e 5. crescente escassez de alimentos. O Império Romano: contribuição ao HPE
  14. 14. • Portanto, podemos concluir que essas causas econômicas, conjugadas com causas políticas, determinaram a queda do Império Romano e a subjugação pelas hordas “bárbaras” vindas de todas as direções, por mar e por terra. • Com a queda e o profundo declínio do Império Romano, no ano 476, teve início uma importante fase da história da humanidade, conhecida por Idade Média ou Idade Medieval. Esse período, um dos mais longos da história, durou dos anos 500 a 1500 (ano do Descobrimento do Brasil) (séc. V ao XV – 1000 anos). O Império Romano: contribuição ao HPE
  15. 15. • Os cinco séculos seguintes à queda de Roma, do ano 500 ao ano 1000, foram de grande ebulição, assinalados por migrações, guerras, absorção de povos conquistados, com fusão de povos e culturas. • Com a Idade Média, portanto, abriu-se uma nova era para a humanidade. Uma nova concepção de vida, o cristianismo, nasceu com a queda de Roma. Seus ensinamentos, a partir da sua legalização por um decreto do ano 311, por parte do Imperador Constantino, passaram a ser disseminados por toda a Europa, crescendo em vigor e em influência. A Economia Medieval
  16. 16. • Segundo Gastaldi (1999), as igrejas e os mosteiros tornaram-se poderosos nessa época. A Igreja tornou-se o maior agente de perpetuação da cultura, de disseminação do saber e de desenvolvimento da administração pública; • Diferente do pensamento capitalista, o pensamento cristão condenava a acumulação de capital (riqueza) e a exploração do homem pelo homem. A opção da Igreja, então, foi pelo retorno à atividade rural, ao contrário de Roma. Na verdade, a Igreja, através de seus conventos e mosteiros, tornou-se grande proprietária de grandes áreas de terra. A Economia Medieval
  17. 17. • A terra transformou-se na riqueza por excelência. Nascia, assim o regime feudal, caracterizado por propriedades nas quais os senhores e os trabalhadores viviam indiretamente do produto da terra ou do solo. • O rei, embora dirigisse o Estado, não possuía influência ou poder de decisão nos feudos, onde a autoridade máxima era a do senhor da gleba (os exploradores) e onde labutavam os servos (os explorados). A Economia Medieval
  18. 18. • Com a descoberta do Mundo Novo (inclusive o Brasil nas Américas), com o crescimento e o desenvolvimento das cidades, a fisionomia social, política e econômica da época, tão profundamente moldada na Idade Medieval, passou a sofrer profundas transformações. • E, na mesma proporção em que se enfraquecia o pensamento religioso, operava- se uma forte centralização política, ocorrendo a criação das nações modernas e das monarquias absolutas, germes do capitalismo moderno. Mercantilismo
  19. 19. • A fase do mercantilismo* foi uma decorrência do crescimento do capitalismo comercial (mas tinha mais a ver com o caráter feudal), representando, com o capitalismo industrial do início do século XVIII, a Economia Política Pré- Clássica. • O mercantilismo foi um regime de nacionalismo econômico. Fazia da riqueza o principal fim do Estado. Assinalou, na história econômica da humanidade, o início da evolução dos Estados modernos e das novas concepções sobre os fatos econômicos, notadamente sobre a riqueza. Mercantilismo
  20. 20. • O mercantilismo recebeu seu nome da palavra latina mercator (mercador), porquanto considerava o comércio como a base fundamental para o aumento das riquezas. A prática mercantilista predominou até o início do século XVII, quando ocorreu uma reação contra os excessos do absolutismo e das regulamentações. Mercantilismo
  21. 21. • O Brasil-Colônia foi influenciado pelo ideal mercantilista, o qual obrigava o comércio colonial exclusivamente por intermédio das metrópoles. Somente com a chegada de d. João VI* ao Brasil é que foram eliminadas as restrições mercantilistas, permitindo-se a instalação de indústrias nativas e o comércio direto com as demais nações. Mercantilismo: Brasil-Colônia
  22. 22. • Podemos conceituar fisiocratas como um grupo de economistas franceses do século XVIII que combateu as ideias mercantilistas e formulou, pela primeira vez, uma Teoria do Liberalismo Econômico. • Dentre as suas características, destacam-se: 1. Nada de livre comércio; 2. O Estado era o monopólio (toda atividade econômica era controlada por ele); e 3. O comércio era a atividade dominante, ou seja, o reino era do comércio. Fisiocratas
  23. 23. • “Fisiocrata” vem de “fisiocracia”, que significa “reino da natureza”. Os fisiocratas não acreditavam que uma nação pudesse se desenvolver mediante, apenas, o acúmulo de metais preciosos e estímulos diretos ao comércio. Era necessário o investimento em produção. Não na produção industrial (ou comercial), mas na produção agrícola, pois somente nessa eram possíveis a geração e a ampliação de excedentes. • A realidade da troca é o ponto de partida da fisiocracia e uma interpretação (por que não dizer?) da interpretação marxista da história. Fisiocratas
  24. 24. • É bom destacar que essa elevada menção que os fisiocratas atribuíam à ordem natural é decorrente da estrutura econômica francesa (predominantemente agrícola) por volta de meados do século XVIII. O capitalismo já se desenhava na agricultura, e existia uma bem definida classe de arrendatários (pessoas que arrendavam – alugavam a terra mediante pagamento – as terras dos senhores para trabalhar). • Talvez, nesse ponto, resida a grande limitação teórica dos fisiocratas, na medida em que consideravam apenas produtivo o trabalho agrícola. Fisiocratas
  25. 25. • Para os Fisiocratas existe uma ordem natural. O Estado não deve interferir nesta ordem natural. • Pertencem aos fisiocratas as frases que identificam o liberalismo: laissez-faire e laissez-passer* (‘‘deixai fazer, deixai ir, deixai passar’’). Fisiocratas
  26. 26. • A Escola Clássica foi uma linha de pensamento econômico fundada por Adam Smith e David Ricardo. • A Escola Clássica foi uma escola que caracterizou a produção, deixando a procura e o consumo para o segundo plano. • Valor de troca, para Smith (1981), é a capacidade de obter riquezas, ou seja, é a faculdade que a posse de determinado objeto oferece de comprar com eles outras mercadorias. Escola Clássica
  27. 27. • Smith também refutou as ideias mercantilistas argumentando que a riqueza é constituída pelos valores de troca, e não pela moeda, na medida em que esta é apenas um meio que permite a circulação de bens. • Portanto, para Smith (1981), a verdadeira fonte de riqueza de um país somente pode ser alcançada mediante o trabalho, e essa fonte somente pode ser elevada com: 1. O aumento da produtividade; 2. A extensão de sua especialização; e 3. A acumulação do produto sob a forma de capital. Escola Clássica
  28. 28. • Deve ser assinalado que a Teoria Clássica é elaborada em função de um equilíbrio automático, que ignora as crises e os ciclos econômicos. Desse modo, a oferta deve criar, necessariamente, sua própria procura (Lei de Say). Ou seja, assim que um produto é ofertado, ele automaticamente cria um mercado para outros semelhantes e derivados dele. • Vejamos um exemplo prático da Lei de Say. Escola Clássica
  29. 29. • Agora, por exemplo, você está lendo esse artigo em um dispositivo tecnológico que não foi você quem produziu. Provavelmente você não faz a menor ideia de como montar um celular ou um computador, que dirá onde conseguir cada peça a partir dos recursos naturais. Entre manter algo tão importante quanto a internet funcionando sozinha (se fosse possível) e procurar uma mini agulha no maior palheiro do mundo, sabemos que você teria mais sorte no segundo. Essa é a estrutura social que construímos: para desfrutar de um produto, não precisamos necessariamente fabricá- lo. Para isso, basta pagarmos a quem sabe. Mas para entregar dinheiro (a forma atual de remuneração), precisamos antes ganhá-lo. E como fazemos isso? Criando produtos que tenham valor para outras pessoas e pelos quais elas estariam dispostas a nos pagar. Escola Clássica
  30. 30. • Portanto, a produção precede a demanda, visto que apenas podemos consumir após gerarmos valor suficiente para tal. • Ou segundo a definição de Say, “dado que cada um de nós só pode comprar a produção de terceiros com nossa própria produção, (...) o valor do que podemos comprar é igual ao valor do que podemos produzir, (...)”. • Isso significa que, para comprar o tal celular ou computador de (hipotéticos) 3 mil reais que empunhamos, é necessário que o retorno de nosso trabalho tenha valor de mercado igual ou superior a esses 3 mil reais. Escola Clássica
  31. 31. • Como vimos, o referencial econômico e social da Escola Clássica se dava com base nos princípios do liberalismo e do individualismo. • As ideias de Smith correspondiam aos anseios do poder da burguesia, e, como um liberal, ele defendia: 1. a mais ampla liberdade individual; 2. o direito inalienável à propriedade; 3. a livre iniciativa e a livre concorrência; e 4. não-intervenção do Estado na economia. Escola Clássica
  32. 32. • Entretanto, para Smith (1981), o Estado deveria ter três funções: 1. proteger a sociedade da violência e da invasão de outras sociedades independentes; 2. proteger, na medida do possível, todo membro da sociedade da injustiça e da opressão de qualquer de seus membros ou a função de oferecer uma perfeita administração da justiça; 3. fazer e conservar certas obras públicas, e criar e manter certas instituições públicas, cuja criação e manutenção nunca despertariam o interesse de qualquer indivíduo ou de um grupo de indivíduos, porque o lucro nunca cobriria as despesas que teriam esses indivíduos, embora, quase sempre, tais despesas pudessem beneficiar e reembolsar a sociedade como um todo. Escola Clássica
  33. 33. • Adam Smith teve muitos seguidores, dos quais destacamos os seguintes: Thomas Robert Malthus (1766–1834), David Ricardo (1772–1823), John Stuart Mill e Jean Baptiste Say. • A Teoria Malthusiana ou malthusianismo é uma ideia sobre demografia que defende que a população cresce mais rápido do que a produção de alimentos. Esta ideia foi criada pelo economista inglês Thomas Robert Malthus (1766-1834), no final do século XVIII, em plena Revolução Industrial. Embora muito criticada, a teoria de Malthus serviu para os governos pensarem sobre as consequências do crescimento populacional desordenado. Escola Clássica
  34. 34. • Thomas Malthus era um sacerdote anglicano preocupado com o aumento da população e suas consequências para a sociedade. Para se ter uma ideia, entre 1700 e 1750, a população da Inglaterra era constante, porém, entre 1750 e 1850, o número de habitantes dobrou. A partir de dados de comércio e população de várias partes do mundo, Malthus explica que a população cresce em progressão geométrica ( 2,4,8,16,32...), enquanto a produção de alimentos aumenta apenas em progressão aritmética (2,4,6,8,10...). Escola Clássica
  35. 35. Gráfico Malthusiano
  36. 36. • Para regular este desequilíbrio, Malthus defende meios como a guerra e as doenças a fim de controlar o crescimento dos menos afortunados economicamente. Uma das principais críticas que se faz a Malthus era que ele não contou com o progresso científico na agro-pecuária. Este fez que a produção de suprimentos fosse suficiente ou maior do que o crescimento populacional e possibilitasse que todos pudessem ser alimentados. • Na sua época, Malthus não poderia saber que uma das consequências da Revolução Industrial seria a entrada da mulher no mercado de trabalho. Desta maneira, as famílias começaram a ter menos filhos. Escola Clássica
  37. 37. • Com a Revolução Industrial, as pessoas passaram a viver na cidades por conta da maior oferta de emprego. Assim, tiveram acesso a serviços médicos, pois a medicina também se desenvolveu largamente durante o crescimento industrial. Escola Clássica
  38. 38. • Principais ideias de David Ricardo (economista do século XIX): • Defendeu a ideia de que o comércio era uma das principais fontes para o enriquecimento e o desenvolvimento de uma nação. • Vantagem Comparativa: Nesta corrente, cada país deveria se especializar somente nos artigos que tivessem a capacidade de produzir em vantagem na comparação com outras nações. Seria uma espécie de divisão internacional do trabalho, com cada país mantendo a tradição produtiva que lhe cabe. Exemplo: no país X é possível plantar trigo e soja. No entanto, o rendimento da soja é muito mais elevado que o do trigo. Desta maneira, o país X deveria desistir de plantar trigo para se dedicar apenas a plantação de soja. • Apresentou preocupações com a substituições de mão de obra humana por máquinas (fenômeno da Revolução Industrial), no curto prazo. Escola Clássica
  39. 39. • Os liberais rebatiam as ideias do mercantilismo e dos fisiocratas que defendiam o controle do Estado na economia através de monopólios, altos impostos e proteção aos grêmios de profissões. Assim, o liberalismo econômico se caracteriza pela não intervenção do Estado na economia, à defesa da propriedade privada e a livre concorrência. • O liberalismo econômico será duramente criticado no século XIX pelo marxismo; Igualmente, ele vai perder força após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) quando as economias nacionais tiveram que ser reorganizadas a partir do Estado. Nesta época, a escola econômica que predominou foi o keynesianismo. Resumo: Escola Clássica
  40. 40. • As ideias liberais voltaram nos anos 80 e 90 quando foram renomeadas de neoliberalismo. • Defendia-se a privatização, a diminuição dos funcionários públicos e a abertura do mercado interno. Foram aplicadas em todo mundo, inclusive no Brasil, no governo de Fernando Henrique Cardoso. Resumo: Escola Clássica
  41. 41. • Na visão de Adam Smith a riqueza das nações vem do aumento da produtividade da mão de obra, na medida em que ocorre a divisão do trabalho a produção da mão de obra aumenta. • E o valor da mercadoria era dado pelo numero de horas de trabalho necessário para sua produção, denominado Teoria Valor-Trabalho. Portanto, esta escola era baseada no livre mercado, onde o autor criou o conceito de mão invisível afirmando que o próprio mercado pode se auto-regular, sem precisar do Estado para isto, onde a intervenção do governo deverá ser mínima, atuando apenas em Defesa, Lei, Ordem e Educação. Resumo: Escola Clássica
  42. 42. • Teoria econômica, politica, filosófica e social desenvolvida pelo alemão Karl Marx (1818-1883); • Para a economia política marxista, o valor do trabalho e o salário recebido pelo trabalhador significa desigualdade. Ou seja, o esforço do trabalhador não é convertido em valores monetários reais, o que desvaloriza seu trabalho. Pensamento Marxista
  43. 43. • Teoria econômica, politica, filosófica e social desenvolvida pelo alemão Karl Marx (1818-1883); • Para a economia política marxista, o valor do trabalho e o salário recebido pelo trabalhador significa desigualdade. Ou seja, o esforço do trabalhador não é convertido em valores monetários reais, o que desvaloriza seu trabalho. • Burguesia x Proletariado (trabalhadores) Pensamento Marxista
  44. 44. • Para Marx o objetivo do Sistema Capitalista é o acúmulo de riquezas, que vem da orça do trabalhador. • O que é mais valia? Conceito Mais-Valia: Trabalho excedente e não- pago que é apropriado pelo capitalista. Exemplo: Um trabalhador produz sofás. Supondo que ele produz 15 sofás por mês, com valor de R$ 300,00 cada. O valor total obtido com a venda é de R$ 4.500,00. Pensamento Marxista
  45. 45. • Total bruto obtido com a venda: R$ 4.500,00. • Custo total de fabricação: R$ 1.000,00 reais. • Salário do trabalhador que produziu os sofás: R$ 1.000,00 por mês; • Lucro do burguês: R$ 2.500,00 • O lucro, Marx vai chamar de Mais Valia. Este lucro é o excedente da força do trabalhador ou a materialização da exploração. Pensamento Marxista
  46. 46. • Foi construída sobre os fundamentos da economia clássica, baseada no livre mercado. • A escola neoclássica é atualmente e frequentemente chamada de escola ortodoxa e é a economia ensinada na maioria dos livros-texto como o ponto de partida para o ensino de economia. • Incluiu novas ideias. Abandonou a teoria do valor-trabalho (valor da mercadoria era dado pelo número de horas de trabalho necessário para sua produção) pela teoria do valor-utilidade, onde o valor das mercadorias seria dado pela utilidade que cada produto traz para seus consumidores. Pensamento Neoclássico
  47. 47. • Entre esses produtos, podemos citar como exemplo uma folha. Ela é um bem de utilidade alta para o aprendizado em escolas, documentos, provas, entre outros. Porém, há uma grande necessidade de consumo que leva os indivíduos, empresas e companhias a comprar papel para suas operações. Normalmente as folhas são vendidas em blocos com 100 folhas, e vamos supor que uma empresa tenha a necessidade de 3 blocos de folhas por mês. Sendo assim, a compra de um quarto bloco de folhas, só irá gerar mais utilidade e quanto maior o consumo, menor será o valor utilitário desse produto. O mais interessante da teoria é que se um produto é consumido apenas por necessidade, ele terá um preço menor, porque sua utilidade acaba sendo baixa. Existe uma quantidade mensal ou anual em que o indivíduo precisa consumir aquele produto e se exceder essa quantidade, o valor utilitário dele é mínimo. É o caso dos blocos de folhas. Pensamento Neoclássico
  48. 48. • Com a crise de 1929, o arcabouço neoclássico se tornou ineficaz para explicar a realidade... Pensamento Neoclássico
  49. 49. • Principal pensador: John Maynard Keynes. • Keynes traz uma nova interpretação da economia com seu livro “A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” em 1936. • Esta interpretação foi uma resposta direta para o período da grande depressão que foi vivido naquele período, com queda acentuada da produção e emprego. Keynes criticou o capitalismo e apontou falhas, defendendo a intervenção do governo com o aumento do gasto público em momentos de crise. Portanto, esta receita é adotada em momentos de crises até hoje, pois em momentos de crises a intervenção do governo é inevitável. Pensamento Keynesiano
  50. 50. • Principal pensador: John Maynard Keynes. • Keynes traz uma nova interpretação da economia com seu livro “A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” em 1936. • Esta interpretação foi uma resposta direta para o período da grande depressão que foi vivido naquele período, com queda acentuada da produção e emprego. Keynes criticou o capitalismo e apontou falhas, defendendo a intervenção do governo com o aumento do gasto público em momentos de crise. Portanto, esta receita é adotada em momentos de crises até hoje, pois em momentos de crises a intervenção do governo é inevitável. Pensamento Keynesiano
  51. 51. • O Liberalismo surgiu no século XVIII em oposição ao Mercantilismo e às imposições aos trabalhadores em consequência da Revolução Industrial. • Seus ideais, entretanto, foram interrompidos pelo surgimento do keynesianismo, que surgiu após a Segunda Guerra Mundial e pregava ideias opostas. • Anos depois, o modelo do keynesianismo foi criticado, dando oportunidade para o regresso dos ideais do liberalismo econômico. Dado o contexto histórico, ele regressa no século XX com o nome de neoliberalismo. Pensamento Keynesiano
  52. 52. • O neoliberalismo econômico teve lugar a partir da década de 70. Substituiu as medidas do modelo keynesiano, apoiando os princípios capitalistas. • Com o objetivo de estimular o desenvolvimento econômico, a ênfase principal é a não interferência do Estado na economia. • Os neoliberais defendem que a economia deve ser baseada no livre jogo das forças do mercado. Segundo eles, isso garantiria o crescimento econômico e o desenvolvimento social de um país. Pensamento Keynesiano
  53. 53. • As características do Neoliberalismo são: 1. Privatização de empresas estatais (venda das empresas estatais que não se relacionam com as atividades específicas do Estado). 2. Livre circulação de capitais internacionais 3. Abertura econômica para a entrada de empresas multinacionais 4. Adoção de medidas contra o protecionismo econômico 5. Redução de impostos e tributos cobrados indiscriminadamente 6. O neoliberalismo propiciou as relações econômicas internacionais (Globalização) Pensamento Keynesiano
  54. 54. • 1. Você saberia dizer quando efetivamente surgiu a Economia como • ciência no cenário mundial? • 2. Fale sobre o significado das idéias de Adam Smith para o estudo • da Economia. • 3. Por que o Marxismo tem sido tão pouco estudado na atualidade? • 4. Qual a força da Escola Neoclássica na Economia? • 5. Você já ouviu falar da crise de 1929? Seria interessante que você • fizesse uma pequena pesquisa sobre esse assunto. • 6. Para que servem os ensinamentos de Keynes na atualidade? Questões da Aula
  55. 55. Aprofundando no tema HISTÓRIA DO PENSAMENTO ECONÔMICO
  56. 56. • Na Grécia Antiga, as primeiras referências conhecidas de economia aparecem a Aristóteles (384-322 a.C), que aparentemente foi quem cunhou o termo economia (oikosnomos). • Encontramos algumas considerações de ordem econômica nos escritos de Platão (427-347 a.C) e Xenofonte (440-335 a.C). Evolução do pensamento econômico (Antiguidade)
  57. 57. • Roma não deixou nenhum escrito notável na área de economia. Nos séculos seguintes, até a época dos descobrimentos, encontramos poucos trabalhos de destaque. Evolução do pensamento econômico (Antiguidade)
  58. 58. • A partir do século XVI observamos o nascimento da primeira escola econômica: o mercantilismo. • Fomentava o comércio exterior e entesourar riquezas • O acúmulo de metais é de extrema importância e aparecem relatos mais elaborados sobre a moeda. • Considerava que o governo de um país seria mais forte e poderoso quanto maior fosse seu estoque de metais preciosos. Evolução do pensamento econômico (Idade Moderna)
  59. 59. • O mercantilismo estimulou guerras, exacerbou o nacionalismo e manteve a poderosa e constante presença do Estado em assuntos econômicos. Evolução do pensamento econômico (Idade Moderna)
  60. 60. • No século XVIII, surge a escola de pensamento francesa, a fisiocracia (fisiocracia significa ‘‘regras da natureza’’). • Os fisiocratas sustentavam que a terra era a única fonte de riqueza e que havia uma ordem natural que fazia com que o Universo fosse regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais, desejadas pela Providência Divina para a felicidade dos homens. • O trabalho de maior destaque foi o do dr. François Quesnay, autor da obra Tableau Économique, o primeiro a dividir a economia em setores, mostrando a inter-relação dos mesmos. Fisiocratas
  61. 61. • A Fisiocracia surgiu como reação ao mercantilismo. A fisiocracia sugeria que era desnecessária a regulamentação governamental, pois a lei da natureza era suprema. • Encorajava-se a agricultura e exigia-se que as pessoas empenhadas no comércio e nas finanças fossem reduzidas ao menor número possível. • O mundo era ameaçado pela falta de alimentos, com excesso de regulamentação e intervenção governamental, a situação não se ajustava às necessidades da expansão econômica. Só a terra tinha capacidade de multiplicar a riqueza. Fisiocratas
  62. 62. • Considerado o precursor da moderna Teoria Econômica. • Sua obra ‘‘A Riqueza das Nações’’ de 1776 é um tratado muito abrangente sobre questões econômicas que vão desde as leis do mercado e aspectos monetários até a distribuição do rendimento da terra, concluindo com um conjunto de recomendações políticas. • Em sua visão harmônica do mundo real, Smith acreditava que se deixasse atuar a livre concorrência, uma ‘‘mão invisível’’ levaria a sociedade à perfeição. Escola Clássica: Adam Smith
  63. 63. • Todos os agentes, em sua busca de lucrar o máximo, acabam promovendo o bem estar de toda a comunidade. É como se uma mão invisível orientasse todas as decisões da economia, sem necessidade da atuação do Estado. • Seus argumentos baseavam-se na livre iniciativa, no laissez-fáire. Considerava que a causa da riqueza das nações é o trabalho humano (a chamada Teoria do valor-trabalho). • Para aumentar a produção é preciso a divisão do trabalho, isto é, os trabalhadores deveriam se especializar em algumas tarefas. Escola Clássica (Adam Smith)
  64. 64. • A produtividade decorre da divisão do trabalho, e esta, por sua vez, decorre da tendência inata da troca, que, finalmente, é estimulada pela ampliação dos mercados. • É necessário ampliar os mercados e as iniciativas privadas para que a produtividade e a riqueza sejam incrementadas. • O Estado deveria corresponder apenas à proteção da sociedade contra eventuais ataques e à criação e manutenção de obras e instituições necessárias, mas não a intervenção nas leis de mercado. Escola Clássica: Adam Smith
  65. 65. • Partindo das ideias de Smith, desenvolveu alguns modelos econômicos com grande potencial analítico. • Aprimora a tese de que todos os custos se reduzem a custos do trabalho e mostra como a acumulação do capital, acompanhada de aumentos populacionais, provoca uma elevação da renda da terra, até que os rendimentos decrescentes diminuem de tal forma os lucros que a poupança se torna nula, atingindo-se uma economia estacionária, com salários de subsistência e sem nenhum crescimento. Escola Clássica: David Ricardo
  66. 66. • Em virtude de a terra ser limitada, quando a terra de menor qualidade é utilizada no cultivo, surge imediatamente a renda sobre aquela de primeira qualidade, ou seja, a renda da terra é determinada pela produtividade das terras mais pobres. • A resposta dada por Ricardo a essas questões constitui um importante item da teoria do comércio internacional, chamada de Teoria das Vantagens Comparativas. Exemplo: Brasil e Japão – carne e componentes eletrônicos. Escola Clássica: David Ricardo
  67. 67. • A maioria dos estudiosos considera que os estudos de Ricardo deram origem a duas correntes antagônicas: a neoclássica, pelas suas abstrações simplificadoras, e a marxista, pela ênfase dada à questão distributiva e aos aspectos sociais na repartição da renda da terra. Escola Clássica: David Ricardo
  68. 68. • Foi o sintetizador do pensamento clássico. • A obra de Stuart Mill consolida o exposto por seus antecessores, e avança ao incorporar mais elementos institucionais e ao definir melhor as restrições, vantagens e funcionamento de uma economia de mercado. Clássicos: John Stuart Mill
  69. 69. • O economista francês Baptiste Say retomou a obra de Smith, ampliando-a. • Subordinou o problema das trocas de mercadorias a sua produção e popularizou a chamada Lei de Say: ‘‘A oferta cria sua própria procura’’, ou seja, o aumento da produção transformar-se-ia em renda dos trabalhadores e empresários, que seria gasta na compra de outras mercadorias e serviços. Clássicos: Jean Baptiste Say
  70. 70. • Primeiro economista a sistematizar uma teoria geral sobre a população. Ao assinar que o crescimento da população dependia rigidamente da oferta de alimentos. • Deu apoio à teoria dos salários de subsistência. • A causa de todos os males da sociedade residia no excesso populacional: enquanto a população crescia em progressão geométrica, a produção de alimentos seguia em produção aritmética. Assim, o potencial da população excedia em muito o potencial da terra na produção de alimentos. Clássicos: Thomas Malthus
  71. 71. • A capacidade de crescimento da população, dada pelo instinto de reprodução, encontra um conjunto de obstáculos que a limitam, por seus efeitos sobre a mortalidade e a natalidade. São a miséria, o vício e a contenção moral. • Malthus advogou o adiamento de casamentos, a limitação voluntária de nascimentos nas famílias pobres, e aceitava as guerras como uma solução para interromper o crescimento populacional. Clássicos: Thomas Malthus
  72. 72. • Entre 1800 e 2000 a população humana aumentou aproximadamente 6 vezes. O suprimento de alimento tem mantido o mesmo ritmo? Haverá comida suficiente para dar suporte a projeção de uma população de 9,2 bilhões em 2050? Clássicos: Thomas Malthus
  73. 73. • Malthus não previu o ritmo e o impacto do progresso tecnológico, nem as técnicas de limitação da fertilidade humana que se seguiriam... Clássicos: Thomas Malthus
  74. 74. • Economista alemão que desenvolveu quase todo seu trabalho com Frederic Engels na Inglaterra. • O marxismo desenvolve uma Teoria do Valor-Trabalho e consegue analisar muitos aspectos da economia com seu referencial teórico. • A apropriação do excedente produtivo (a mais-valia) pode explicar o processo de acumulação e a evolução das relações entre as classes sociais. Marxismo: Karl Marx
  75. 75. • O capital aparece com a burguesia, considerada uma classe social que se desenvolve após o desaparecimento do sistema feudal e que se apropria dos meios de produção. • A outra classe social, o proletariado, é obrigada a vender sua força de trabalho, dada a impossibilidade de produzir o necessário para sobreviver. Marxismo: Karl Marx
  76. 76. • O conceito da mais-valia refere-se à diferença entre o valor das mercadorias que os trabalhadores produzem em um dado período de tempo e o valor da força de trabalho vendida aos empregados capitalistas que a contratam. • Marx foi influenciado pelos movimentos socialistas utópicos, por Hegel e pela Teoria do Valor-Trabalho de Ricardo. • Acreditava no trabalho como determinante do valor, tal como Smith e Ricardo, mas era hostil ao capitalismo competitivo e à livre concorrência, pois afirmava que a classe trabalhadora era explorada pelos capitalistas. Marxismo: Karl Marx
  77. 77. • O período neoclássico teve início na década de 1870 e desenvolveu-se até as primeiras décadas do século XX. • Nesse período, privilegiam-se os aspectos microeconômicos da teoria, pois a crença na economia de mercado e em sua capacidade autorreguladora fez com que não se preocupassem tanto com a política e o planejamento macroeconômico. Neoclássica
  78. 78. • O livro Princípios de Economia publicado em 1860 serviu como livro- texto básico até a metade deste século. • Nesse período, a formalização da análise econômica (principalmente a Microeconomia) evoluiu muito. • O comportamento do consumidor é analisado em profundidade. • O desejo do consumidor de maximizar sua utilidade (satisfação no consumo) e o do produtor de maximizar seu lucro são a base para a elaboração de um sofisticado aparato teórico. Neoclássica: Alfred Marshall
  79. 79. • Através do estudo de funções ou curvas de utilidade (que pretendem medir o grau de satisfação do consumidor) e de produção, considerando restrições de fatores e restrições orçamentárias, é possível deduzir o equilíbrio de mercado. • Como o resultado depende basicamente dos conceitos marginais (receita marginal, custo marginal, etc), é também chamada de Teoria Marginalista. Neoclássica: Alfred Marshall
  80. 80. • A obra de Keynes surge em pleno (crack) da bolsa de Nova Iorque. A Grande Depressão da década de 30. • Um dos principais fatores responsáveis pelo volume de emprego é explicado pelo nível de produção nacional de uma economia, que por sua vez é determinado pela demanda agregada ou efetiva. Ou seja, inverte o sentido da Lei de Say (a oferta cria sua própria procura) ao destacar o papel da demanda agregada de bens e serviços. Keynesiana: John M. Keynes
  81. 81. • Para Keynes, como não existem forças de auto ajustamento na economia, torna-se necessário a intervenção do Estado através de uma política de gastos públicos, o que significa o fim do laissez-faire da época clássica. É o chamado Princípio da Demanda Efetiva. • Os argumentos de Keynes influenciaram muito a política econômica dos países capitalistas. Keynesiana: John M. Keynes
  82. 82. Keynesiana: John M. Keynes
  83. 83. • A Teoria Econômica vem apresentando algumas transformações, principalmente a partir dos anos 70, após as duas crises do petróleo (1973 e 1979). • O neoliberalismo retornou de forma modificada, apoiado na teoria do economista austríaco Friedrich August Von Hayek, que ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 1974 e propôs uma menor participação do Estado na Economia. Daí, a onda de privatizações vividas mundialmente, o individualismo em curso e a crença desenfreada das pessoas no mercado. Período recente…
  84. 84. • Para onde estamos sendo conduzidos? Temos nos perguntado o tempo todo. Os novos estudos que, por sua vez, se encontram em processo de investigação podem, a qualquer momento, surpreender. Fiquemos atentos! Período recente…
  85. 85. • O estudo da história do pensamento econômico tem imensa importância histórica e teórica. Como ciência, está intimamente ligado, de um lado, à história do desenvolvimento econômico e à luta de classes; de outro, à economia política teórica. • O objeto da ciência econômica é a escassez. Se todos os bens fossem abundantes (bens livres), não teríamos porque estudarmos questões como aumento de preços, crescimento e desenvolvimento econômico, déficit no balanço de pagamentos, desemprego, renda. Tais problemas inexistiriam e, consequentemente, não precisaríamos estudar Economia. Economia: Objeto de Estudo
  86. 86. Economia: Bens x Consumo
  87. 87. • Como as pessoas podem resolver os problemas econômicos fundamentais? A resposta a esta questão depende da forma de organização econômica. • Há duas formas principais de organização econômica: 1. Economia de mercado (ou descentralizada, tipo capitalista); 2. Economia planificada (ou centralizada, tipo socialista); • As nações organizam-se em uma dessas duas formas ou possuem algum sistema intermediário entre elas. Nas economias de mercado há o sistema de concorrência pura, que não há interferência do Governo, e o sistema de economia mista, com a interferência Governamental. Formas Econômicas…
  88. 88. • São algumas características da Economia Privada de Livre Iniciativa: • Numa economia privada de livre iniciativa, nenhum agente econômico (indivíduo ou empresa) se preocupa em desempenhar o papel de gerenciar o bom funcionamento do sistema de preços; • Preocupam-se em resolver isoladamente seus próprios negócios; • Procuram apenas sobreviver na concorrência imposta pelos mercados, tanto na venda e compra de produtos finais como na dos fatores de produção; • A ação conjunta dos indivíduos e empresas permite que centenas de milhares de mercadorias sejam produzidas como um fluxo constante, mais ou menos voluntariamente, sem uma direção central; Economia de mercado…
  89. 89. • Suponha que por uma razão qualquer todos os homens desejem uma maior quantidade de calças: • Situação um – Imagine agora se a quantidade disponível for limitada e inferior à demandada, então, a disputa entre os indivíduos para a aquisição de calças acabará por elevar o seu preço, eliminando os que não tiverem meios de comprar. Com a alta do preço, mais calças serão produzidas, podendo posteriormente baixar o preço. Exemplo: economia de mercado
  90. 90. • Situação dois – Agora da mesma forma, imagine que há um excesso de sandálias no mercado, além da quantidade demandada. Como resultado da concorrência entre os vendedores, seu preço baixará. Um preço mais baixo estimulará o consumo de sandálias, e os produtores procurarão ajustar-se à quantidade adequada. Exemplo: economia de mercado
  91. 91. Como os desejos dos indivíduos determinarão a magnitude da demanda, a produção das empresas determinará a magnitude da oferta. O equilíbrio entre a demanda e a oferta será sempre atingido pela flutuação do preço. O mecanismo de preços é um vasto sistema de tentativas e erros, de aproximações sucessivas, para alcançar o equilíbrio entre oferta e demanda. Exemplo: economia de mercado
  92. 92. O mercado é a solução civilizada mais barata, logo, a mais eficiente, para realizar troca que, em última instância, é a essência do problema econômico. Exemplo: economia de mercado
  93. 93. • Naquelas chamadas de economias centralizadas, os três problemas básicos – o quê e quanto, como e para quem produzir – são determinados pelos órgãos planejadores centrais e não pelo sistema de preços como nas economias de mercado. • Em uma Economia Centralizada o sistema de preços não funciona como mecanismo orientador, mas sim para facilitar a consecução dos objetivos de produção estabelecidos pelo Estado. Economia Planificada…
  94. 94. Capitalista x Socialista
  95. 95. • Um sistema de mercado muito próximo da concorrência pura, devido, a praticamente, inexistência da força dos sindicatos e dos oligopólios se fez presente até o início do século XX predominantemente. A partir de 1930, sobretudo, quando tais forças prevaleciam, associadas a outros fatores, a economia se tornou mais complexa, “impondo” ao setor público a atuação de forma mais ativa nas metas da atividade econômica. Basicamente, a atuação do governo se justifica com o objetivo de eliminar as distorções alocativas e distributivas, bem como tentar promover a melhoria do padrão de vida da coletividade. A Participação Econômica do Estado: Sistema de Mercado Misto
  96. 96. • Atuação sobre a formação de preços, via impostos, subsídios, tabelamentos, fixação de salário mínimo, preços mínimos, taxa de câmbio; • Complementação da iniciativa privada (principalmente em investimentos em infra-estrutura básica, que o setor privado não tem condições de assumir); • Fornecimento de serviços públicos: iluminação, água, saneamento básico etc.; • Fornecimento de bens públicos, que não são “vendidos” no mercado: educação, justiça, segurança. • Compra de bens e serviços do setor privado (o governo é, isoladamente, o maior comprador do sistema). A Participação Econômica do Estado: Sistema de Mercado Misto
  97. 97. z Evolução da Economia (História) História do Pensamento Econômico
  98. 98. • Um A
  99. 99. REFERÊNCIAS:  DOBB, MAURICE. A Evolução do Capitalismo. Editora LTC, 1987.  Curso de Graduação em Administração a Distância. Unidade 7. Evolução do pensamento econômico.  HEILBRONER, Robert. A história do Pensamento econômico (Coleção Os economistas). Editora: Nova Cultural, 1996.
  100. 100. REFERÊNCIAS:  SCHMIDT, Mário. Nova História Crítica. São Paulo: Nova Geração, 2005.
  101. 101. Muito obrigado!

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