Prof demetrio melo brasil regionalização

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Regionalização Brasileira
Constituída por 98 slides que auxilia no estudo da regionalização do Brasil desde as primeiras divisões de terras com as Capitanias, a formação das Províncias até a moderna regionalização realizada pelo IBGE entre 1940 a 1980.
Trata também de projeto de divisão de novos estados, da formação das identidades regionais, bem como do papel que a cultura possui para o Nordestino e para o Sulista.
Apresenta os principais dados sobre cada uma das cinco macrorregiões do Brasil.
Trata também da divisão por Complexos Geoeconômicos e do Brasil Técnico-científico-informacional.
Contém as principais regiões metropolitanas e o processo de formação da megalópole brasileira.
Bons estudos
____________________

Régionalisation Brésilienne
Composée de 98 diapositives que le sida au Brésil la régionalisation de l'étude des premières divisions terrestres avec la Capitainerie, la formation des Provinces à la régionalisation moderne menée par l'IBGE entre 1940-1980.
Il indique également nouveau projet de division, la formation des identités régionales, et le rôle que la culture a pour le Nord-Est et le Sud.
Il présente les principales données sur chacune des cinq régions géographiques du Brésil.
Il divisant également par des Complexes Géoéconomique et le Brésil Technique-scientifique et d'information.
Il contient les principales zones métropolitaines et le processus de formation de la mégalopole brésilienne.
Bonnes études

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  1. 1. Regionalização Brasileira www.slideshare.net/demetrio33 www.melo-geografia.blogspot.com.br www.facebook.com/demetrio.melo.71 1
  2. 2. O que é uma Região Introdução Matriz de Referência O que é uma região Regionalização Brasileira Brasil: país continental O Dez mais populosos Primeira Divisão do Brasil Brasil: Províncias IBGE e a Regionalização Brasil: Político-Administrativo Novos Estados Brasil: Divisão Política Regiões: Dados Selecionados – I Regiões: Dados Selecionados – II Brasil: Distribuição da População A Integração Territorial Brasil: Complexos Regionais Brasil: Divisão Técnico-Científica Brasil: Região Norte Divisão do Estado do Pará – I Divisão do Estado do Pará - II SUFRAMA SUFRAMA: setores Projeto Grande Carajás Projeto Calha Norte Questão Fronteiriça Projeto SIVAM Projeto Trombetas Amazônia Legal e Internacional Região Norte Paisagens – I Região Norte Paisagens – II Grande Belém Grande Manaus Brasil: Região Nordeste - I Brasil: Região Nordeste - II Região Nordeste: Principais Produtos Região Nordeste: Destaques Região Nordeste: Indústrias Região Nordeste: Paisagens - I Região Nordeste: Paisagens - II Nordeste: Literatura Regional 2 Região Nordeste: Sub-Regiões Brasil: Precipitação e Secas Periodicidade das Secas Polígono das Secas - I Polígono das Secas - II Transposição do São Francisco CODESVASF Grande Salvador Grande Recife Grande Fortaleza Grande São Luís Brasil: Região Sudeste Região Sudeste: Principais produtos Grande São Paulo Grande Campinas Baixada Santista Grande Rio de Janeiro Rio de Janeiro: Cidade Olímpica Grande Belo Horizonte Vale do Aço Grande Vitória Região Sudeste: Megalópole
  3. 3. Região Sudeste: Paisagens – I Região Sudeste: Paisagens – II Região Centro-Oeste Centro-Oeste: Principais Produtos Centro-Oeste: Brasília - I Centro-Oeste: Brasília – II Centro-Oeste: Paisagens – I Centro-Oeste: Paisagens – II Grande Brasília: RIDE Grande Goiana Região Sul Região Sul: principais produtos Região Sul: Cinema Região Sul: Paisagens - I Região Sul: Paisagens - II 3 Região Sul: Itaipu Grande Porto Alegre Grande Curitiba RM de Londrina RM de Maringá Grande Florianópolis Santa Catarina: regiões metropolitanas Brasil: Hierarquia Urbana (IBGE) Brasil: Regiões Metropolitanas Regiões Metropolitanas Sobre o Professor Referências
  4. 4. Nesta apresentação veremos como o IBGE regionalizou o país a partir dos critérios fisiográficos como elementos de homogeneidade da paisagem regional. Espera-se também que o estudante compreenda o significado de “região” e sua função na administração pública, bem como reconheça a importância das identidades regionais como elemento político e social do Estado Nacional na configuração de uma identidade pátria. 4
  5. 5. Competência de Área Competência de área 2 - Compreender as transformações dos espaços geográficos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder. Habilidades H6 - Interpretar diferentes representações gráficas e cartográficas dos espaços geográficos. H7 - Identificar os significados histórico-geográficos das relações de poder entre as nações. http://melo-geografia.blogspot.com.br/2013/06/diretrizes- curriculares-em-geografia.html 5
  6. 6. Na ciência geográfica busca-se explicar as transformações do espaço geográfico através da apropriação humana. O desenvolvimento técnico, ao longo do processo histórico, cria marcas, identidades territoriais. Dessa maneira uma região contempla um conjunto de características espaciais que a individualizam. Podemos dizer que regionalizar é criar conjuntos espaciais, levando em conta condições do clima, relevo, vegetação, hidrografia, aspectos demográficos, culturais, econômicos e políticos. 6
  7. 7. Segundo a legislação nacional fica a cargo do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – o levantamento de informações de natureza geográfica, estatística, demográfica, geodésica e cartográfica. Com finalidade específica de auxiliar a administração pública. O IBGE foi fundado, pelo então presidente Getúlio Vargas, em 1936 com o intuito principal de conhecer as potencialidades territoriais, e dessa forma criar uma identidade pátria, o sentimento nacional. P r e s ident e G e t ú l io V a r ga s 7
  8. 8. O TERRITÓRIO BRASILEIRO É UM DOS CINCO MAIS EXTENSOS DO MUNDO 8
  9. 9. ALÉM DE POSSUIR O QUINTO MAIOR TERRITÓRIO, POSSUI TAMBÉM A QUINTA MAIOR POPULAÇÃO: 9
  10. 10. Em 1534 a coroa portuguesa introduziu o sistema de capitanias hereditárias, foram 15 lotes inicialmente. 10
  11. 11. Com a independência do Brasil as antigas capitanias tornaram-se províncias No Império do Brasil o poder territorial era para ser centralizado. Os presidentes de províncias eram indicados pelo Rei. 11
  12. 12. O IBGE adotou os critérios homogêneos, ligados aos fatores fisiográficos (clima, relevo, vegetação). Está definição estava vinculada a escola geográfica determinista, predominante na década de 1930. No entanto, as questões históricas e demográficas do território também foram levadas em consideração. Meio Urbano-RJ Meio natural-AM Trabalho-SP 12
  13. 13. Na primeira regionalização do Brasil foram considerados os aspectos naturais. Maranhão e Piauí estavam no Norte, por exemplo. O Distrito Federal estava no antigo estado da Guanabara. A capital do RJ era Niterói. 13
  14. 14. Foram criados os território do Rio Branco, do Amapá, Guaporé, Fernando de Noronha e Iguaçu e Ponta Porã. O proposito era auxiliar na administração do enorme Estado Nacional. No entanto, não contavam com autonomia. 14
  15. 15. Houve uma unificação das Regiões Nordeste e Leste. O estado de São Paulo continuava integrado a Região Sul. Bahia e Sergipe estavam na Região Leste. Minas Gerais possui características climáticas do semiárido nordestino. 15
  16. 16. O imenso estado do Mato Grosso originou o Território de Ponta Porã, que posteriormente viria a constituir o atual estado de Mato Grosso do Sul. O estado do RJ passou a ter a capital Rio de Janeiro. Em 1988 foi criado o estado de Tocantins e Fernando de Noronha é município de PE. 16
  17. 17. Com a Constituição de 1988 o país passou a ter o nome de República Federativa do Brasil O Brasil deixou de ter território federais. As 26 Unidades Federativas e o Distrito Federal constituem a União. Existem muitos outros projetos de regionalização e criação de novas unidades federativas. No entanto, necessitam de consulta pública da população. 17
  18. 18. O mapa ao lado é uma das inúmeras propostas de criação de novas unidades federativas. O principal argumento é a descentralização da administração pública, entretanto, o custo social é elevado, já que para cada estado é necessário a geração de cargos públicos. Especialistas discutem o impacto das novas UF’s: http://www.youtube.com/watch?v=r I70wzDtESk 18
  19. 19. Divisão política e administrativa. O Brasil possui um espaço aéreo cerca de 13 milhões de km2, em razão da Zona Marítima Exclusiva. 19
  20. 20. 20
  21. 21. A Região Nordeste foi a que mais incrementou renda, cerca de 16% no período. Todavia, representa cerca de 45% dos rendimentos médios da Região Sudeste, e cerca de 65% dos rendimentos médios nacional. 21
  22. 22. A população brasileira continua concentrada na faixa litorânea. Com a expansão da fronteira agrícola para o Centro-Oeste e Região Norte já existem grandes núcleos demográficos, mas no geral 64% dos brasileiros estão na influência atlântica. 22
  23. 23. A partir do governo de Juscelino Kubistchek o país seria integrado com a implantação de imenso sistema rodoviário. Eliminando o aspecto de arquipélago econômico. P r e s i d ent e J u s c e l i n o K u b i s tc he k 23
  24. 24. Na década de 1960 o geógrafo Pedro Pinchas propôs uma outra divisão regional, os complexos regionais. As três grandes regiões refletem o desenvolvimento do capitalismo, que ao longo da história foram criando usos específicos do território nacional. A mecanização agrícola e a urbano industrialização são fatores delimitadores. 24
  25. 25. A criação de um espaço técnico reflete o desenvolvimento dos meios de produção, para Santos o espaço e a técnica são fatores cruciais na dinâmica capitalista. 25
  26. 26. A Região Norte inicialmente era área de extração das drogas do sertão. Na virada do séc. XIX e primeiras décadas do séc. XX a região viveu o ciclo da borracha. A partir da década de 1960 inúmeros projetos de integração foram criados. O lema no período militar: levar os homens sem terra para a terra sem homens, justificava a ocupação da Amazônia brasileira. 26 Com mais de 3,8 mi km² ou 45,25% do território nacional e 15,8 mi de hab. (2010) A distância econômica prejudicava os planos de integração econômica, baseada no capital estrangeiro. Outro fator relevante é a imensa biodiversidade, milhões de espécies se seres vivos, com elevado potencial farmacêutico.
  27. 27. O plebiscito ocorreu em dezembro de 2011 e a população decidiu manter o atual estado do Pará. 27
  28. 28. 28 O plebiscito ocorreu em dezembro de 2011 e a população decidiu manter o atual estado do Pará.
  29. 29. Os solos amazônicos apresentam baixa produtividade agrícola, ainda assim em função do baixo preço das terras a produção agropecuária se ampliou nas ultimas décadas. Com elevados custos ambientais decorrentes de queimadas e corte raso de madeira. 29
  30. 30. Em 1957 foi criada uma zona de porto livre, que futuramente seria ampliado, no período militar, para atrair indústrias para a região. Com a adoção de incentivos fiscais e o estímulo de migrantes nordestinos a Zona Franca de Manaus cresceu rapidamente. Fica a cargo da SUFRAMA a ampliação de negócios nos setores : comercial, industrial e agropecuário. Anuncio veiculado em 1982 para divulgar a Zona Franca de Manaus. 30
  31. 31. Nota-se a importância da indústria de bens de consumo duráveis na composição do faturamento da ZFM. O setor de eletrônicos concentra-se na Região Norte do Brasil. 31
  32. 32. Projeto Grande Carajás: consistia na ampliação da produção mineral, pela antiga Vale do Rio Doce – hoje a privada Vale S.A. Uma área de 900 mil km2 no sul do estado do Pará, incluía usinas hidrelétricas, estradas de ferro, extração mineral e assentamento humano. 32 Ferronorte Carajás Mina de Ferro - Carajás Usina de Tucuruí
  33. 33. Durante os governos militares havia a preocupação em ocupar a imensa região amazônica, para que nações estrangeiras não a reivindicassem. Na década de 1980 surgiu o Projeto Calha Norte – no planalto das Guianas, com caráter de defesa, consistia na instalação de inúmeras bases militares, para garantir a integridade territorial. Militares realizam treinamento na região Amazônica. 33
  34. 34. Através da imensa fronteira amazônica há o contrabando de espécies silvestres, entrada de drogas, principalmente da Colômbia. Com o Peru temos o problema de retirada ilegal de madeira. Mais recente, há entrada de imigrantes haitianos, de forma ilegal, através da Guiana Francesa. 34
  35. 35. Na década de 1990 surgiu o polêmico projeto de vigilância da Amazônia – SIVAM. A empresa vencedora do edital de US$ 1,4 bi foi a Raytheon, contratada para desenvolver e implantá-lo, é de capital estadunidense, o que gerou constrangimento em permitir estrangeiros de olho na região. Vigia 60% do território nacional e dá origem a dados ambientais, aéreo, fiscalização e proteção. Está em operação desde 2002. 35
  36. 36. Com a expansão da atividade industrial no Sudeste havia a necessidade de abastecimento de alumínio, e as jazidas na região não eram atrativas. Descobertas enormes reservas no Pará, Rio Trombetas, afluente do Amazonas, atraíram capital nacional e estrangeiro para mineração de bauxita (principal minério de alumínio). Grande parte da produção do alumínio tem destino os mercados do Canadá, Japão e China. Porto de escoamento às margens do Rio Trombetas-PA 36
  37. 37. A Amazônia é uma imensa área, ocupa terras de 9 Nações. A discussão é preservar os recursos para a humanidade ou permitir a exploração econômica internas aos países detentores. Questão de soberania nacional. Acesse e participe da discussão sobre a soberania nacional na Amazônia: www.melo-geografia.blogspot.com.br/2013/03/geopolitica-brasileira-na- amazonia.html 37
  38. 38. 38
  39. 39. 39
  40. 40. 40 A Região Metropolitana de Belém foi criada pela Lei Complementar Federal em 1973. Área: 3.566,222 km² População: 2.581.661 hab. Densidade: 723,92 hab./km² PIB: R$ 26,99 bi PIB per capito: R$ 10.465,00
  41. 41. 41 Área: 101.475,124 km² População: 2 360 491 hab. Densidade: 23,26 hab./km² PIB: R$ 51,396 bi PIB per capito: R$ 19.943,94 A Região Metropolitana de Manaus foi criada pela Lei Complementar Estadual nº 52 de 30 de maio de 2007
  42. 42. Em seus mais de 1,55 mi de km2 encontram-se mais de mais de 53 mi de habitantes (2010). A região Nordeste é a que possui mais unidades federativas. Isso determina maior acesso aos recursos da União. Bahia, Pernambuco e Ceará estão entre os estados mais industrializados. A maior parte da população encontra-se ao longo do litoral. A primeira região do país a consolidar a ocupação portuguesa com a instalação da atividade açucareira. 42
  43. 43. Apesar de ter apresentado significativos avanços a região Nordeste ainda mantém elevadas disparidades sociais e econômicas, tais como representada em seus indicadores: ANALFABETISMO: no Nordeste (de 17,4% em 2012 para 16,6% em 2013), essa ainda é a região com a taxa mais elevada do país, concentrando 53,6% do total de analfabetos. RENDA PER CAPITA: Foi a Região que apresentou o segundo maior crescimento, o que proporcionou melhoras no quadro de qualidade de vida, mas gira em torno de R$ 11.240 (ajustada, 2010) TAXA DE DESEMPREGO: Em maio de 2015 a taxa média na Região foi de 9,6%, frente à media nacional de 7,9%. 43
  44. 44. A Região Nordeste apresenta grande diversidade de cultivos. No entanto, a estrutura fundiária é muito concentrada no litoral com destaque para a cana-de- açúcar, abacaxi e coco-da- baía, no interior policultura tanto comercial como de subsistência, além da tradicional pecuária. No w-BA, s-MA e PI tem se destacado a sojicultura. 44
  45. 45. Algodão Colorido Palma Forrageira 45
  46. 46. A Região Nordeste apresenta grande diversidade produção industrial, máquinas e ferramentas, produção de aço, componentes e autopeças, estaleiros e indústrias montadoras de veículos na Bahia, Ceará e Pernambuco. 46
  47. 47. As paisagens da Região Nordeste apresentam grande diversidade tanto de elementos naturais quanto sociais. Porém, predomina no imaginário coletivo ideologias de atraso, dependência e pobreza atrelada às questões da seca. 47
  48. 48. A produção cultural e econômica na Região Nordeste é intensa. Apresenta desde objetos de simples olarias (Caruaru-PE) a grandes centros industriais (Camaçari-BA). Belas praias contrastam com a escassez hídrica no interior. 48
  49. 49. 49 A cultura é um elemento discursivo importante na criação e reafirmação das identidades regionais.
  50. 50. 50
  51. 51. As secas são processos naturais controlados por fatores como o relevo e a formação de zonas de alta pressão atmosférica na área conhecida como Sertão. 51
  52. 52. Na Região Nordeste há a periodicidade das secas no Sertão, em razão do clima semiárido e da formação natural da Caatinga, que apresenta menor umidade relativa do ar e solos mais secos. As dificuldades agrícolas decorrem de menor disponibilidade hídrica. A evapotranspiração é intensa. Pesquisador dá água a novilho em município de São José do Belmonte-PE, 2012 52
  53. 53. É uma área de mais de 1 milhão de km2 e 1348 municípios. Concentra municípios de todo o Nordeste, além do norte de Minas Gerais. O ambiente apresenta baixa precipitação, inferior a 800 mm/anuais. Os solos são rasos, por vezes inexistentes. 53
  54. 54. Foram levados em consideração os seguintes fatores: - Índice de Aridez de Thorntwaite de 1941; - Risco de Ocorrência de Seca; - Unidades Geossistêmicas; - Isoieta de 800mm; - Percentual de Dias com Déficit Hídrico. 54 A área foi criada em 1936, mas demarcada em 1968 quando da criação da SUDENE como agencia de fomento e regulamentação das ações públicas na área. O principal objetivo é dar assistência e gerenciamento de crises nos períodos de seca mais prolongado.
  55. 55. É o maior projeto de integração de bacias no Brasil. Pretende tornar perene as águas dos rios das bacias do Nordeste. Projeto envolve muita polêmica e enormes recursos financeiros para ser realizado. Assista aos vídeos relacionados: http://noticias.r7.com/jorn al-da-record/serie/velho- chico-o-caminho-das- aguas/ 55
  56. 56. Em julho de 1974 foi criada a Cia. de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba - Codevasf, que tem como objetivo promover o desenvolvimento da região utilizando os recursos hídricos com ênfase na irrigação. São mais de 2 milhões de hectares de terras cultivadas, principalmente frutas, aquicultura e vinhas. Área irrigada em Juazeiro-BA no projeto da Codevasf 56
  57. 57. Área: 4 375,123 km² População: 3 919 864 hab Densidade: 895,94 hab./km² PIB: R$ 73,0 bi PIB per capito: R$ 20.020 A Região Metropolitana de Salvador foi instituída pela Lei Complementar Federal nº 14 de 8 de junho de 1973 57
  58. 58. A Região Metropolitana do Recife foi instituída pela Lei Complementar Federal nº 14 de 8 de junho de 1973. Área: 2 770,452 km² População: 3 887 261 hab Densidade: 1 403,11 hab./km² PIB: R$ 75,89 bi (IBGE/2012) PIB per capito: R$ 22.340 58
  59. 59. Área: 6 967,144 km² População: 3 818 380 hab Densidade: 548,06 hab./km² PIB: R$ 60,58 bi (IBGE/2012) PIB Per capito: R$ 16.191 A Região Metropolitana de Fortaleza foi instituída pela Lei Complementar Federal nº 14 de 8 de junho de 1973 59
  60. 60. Área: 2 898,93 km² População: 1 403 111 hab Densidade: 484,01 hab./km² PIB: R$ 16,53 bi PIB per capito: R$ 17.607 De acordo com o IBGE constitui um Centro Regional de nível A, e foi instituída pela lei Estadual de 1989, com EC nº 042/2003. 60
  61. 61. Os mais importantes centros de pesquisa encontram-se na região, originando o principal espaço técnico e financeiro nacional. Em seus mais de 926 mil de km2 encontram-se mais de mais de 83 mi de habitantes (2010). Principal região econômica do País. Além da maior concentração demográfica metade do PIB é gerado nos estados dessa região. O desenvolvimento econômico esteve ligado ao ciclo do café, que criou uma oligarquia política importante, retendo capitais para o desenvolvimento industrial. 61
  62. 62. Na Região Sudeste se concentram atividades primárias com forte mecanização e utilização intensiva de adubos e defensivos agrícolas. Os climas tropicais úmidos e solos férteis propiciaram ampla variedades de culturas. No entanto, há forte concentração fundiária. No mapa destaque para São Paulo com a maior concentração de atividades primárias com foco no abastecimento industrial. 62
  63. 63. Área: 7.946,84 km² População: 20 284 891 hab. Densidade: 2.552,57 hab./km² PIB: R$ 760, 046 bi PIB per capito: R$ 38.348,15 63 A Região Metropolitana de São Paulo foi instituída pela Lei Complementar Federal nº 14 de 8 de junho de 1973. Constitui a Grande Metrópole Brasileira, ou seja, o topo da Hierarquia Urbana Nacional e acordo com o IBGE. Sua área de extrapola os limites do território nacional.
  64. 64. Área: 3 791,910 km² População: 2 976 433 hab. Densidade: 784,94 hab./km² PIB: R$ 105.398,47 PIB per capito: R$ 48.332,79 64 A Região Metropolitana de Campinas, está na hierarquia como Capital Regional A, constituída por 20 municípios, criada por LCE em 19 de junho de 2000 e representa quase 2% do PIB nacional.
  65. 65. Área: 2 419,9300 km² População: 1 731 403 hab. Densidade: 715,48 hab./km² PIB: R$ 52, 37 bi PIB per capito: R$ 31.183,00 65 A Região Metropolitana da Baixada Santista foi criada por LCE em 30 de julho de1996. A cidade de Santos está como Capital Regional C na hierarquia.
  66. 66. Área: 8.147,356 km² População: 12.116.616 hab. Densidade: 1.487,18 hab./km² PIB: R$ 232,8 bi PIB per capito: R$ 19.762,04 66 A Grande Rio de Janeiro está ligeiramente abaixo de São Paulo na hierarquia nacional, constitui-se na Metrópole Nacional Brasileira Grande Rio, foi instituída pela Lei Complementar nº20, de 1º de julho de 1974, após a fusão dos antigos estados do Rio de Janeiro e da Guanabara,
  67. 67. Escolhida para ser sede dos Modernos Jogos Olímpicos em 2016 a Cidade do Rio de Janeiro terá investimentos de R$ 36,6 bi, destes 60% da iniciativa privada. 67
  68. 68. Área: 9 467,797 km² População: 5 783 773 hab. Densidade: 610,89 hab./km² PIB: R$ 149,4 bi PIB per capito: R$ 25.830,00 68 Grande Belo Horizonte, foi criada em 1973 pela Lei Complementar Federal n.º 14 de 1973, é a maior Metrópole Regional na hierarquia o IBGE. É a terceira maior aglomeração urbana do Brasil, o maior aglomerado urbano fora do eixo Rio-São Paulo.
  69. 69. Área: 806,584 km² População: 481.486 hab. Densidade: 596,94 hab./km² PIB: R$ 10, 37 bi PIB per capito: R$ 18.319,51 69 Instituída pela lei complementar nº 51, de 30 de dezembro de 1998, sendo efetivada como região metropolitana em 12 de janeiro de 2006.
  70. 70. Área: 2.331,03 km² População: 1.884.096 hab. Densidade: 808,27 hab./km² PIB: R$ 45.208.049,129 PIB per capito: R$ 23.994,56 70 A Região Metropolitana da Grande Vitória foi constituída pela Lei Complementar estadual 58, de 21 de fevereiro de 1995.
  71. 71. A gigantesca aglomeração urbana no Sudeste identificada acima como Megalópole se estende desde o interior de São Paulo à Grande Rio de Janeiro. Não é um fenômeno exclusivamente urbano, já que aglutina áreas rurais de diversos municípios dos estados de SP e RJ. Conta com cerca de 46 mil km2, representa 20% da população total brasileira e quase 60% da produção industrial brasileira. 71
  72. 72. A Região Sudeste concentra os maiores aglomerados urbanos do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Além disso possuem importantes centros culturais, patrimônios arquitetônicos e um mercado de consumo diversificado, contrastando com elevados níveis de pobreza e desemprego. 72
  73. 73. A produção econômica na Região Sudeste é a mais elevada. Constitui mais de 50% do PIB nacional. Destaque para concentração industrial e a forte especialização da agropecuária com grandes agroindústrias. Além de ser sede do centro financeiro nacional. 73
  74. 74. Supera 1,6 mi de km2 e em 2010 contava com 14,08 mi de habitantes. No séc. XVIII o período aurífero atraiu a ocupação do interior. Já no século XX chamadas frentes pioneiras, incentivos dados por Getúlio Vargas, levas de migrantes foram atraídos para a região. Com os governos militares a fronteiras agrícolas foram expandidas e a região mais uma vez passu a atrair migrantes, dessa vez produtores da Região Sul em busca de terras para a expansão de soja, cana de açúcar, milho e pecuária bovina. 74
  75. 75. Com o desenvolvimento de uma agropecuária intensiva a Região Centro-Oeste possui importantes produtos: rebanhos bovinos, soja, algodão, cana-de-açúcar são destaques. A região abastece tanto o mercado interno quanto o externo. A grande questão envolve o intenso desmatamento do Cerrado, além da contaminação excessiva dos solos resultado da garimpagem de minérios. 75
  76. 76. A construção da Nova Capital Federal, Brasília, atraiu milhares de migrantes, principalmente de nordestinos, para os canteiros de obras. A partir de Brasília a malha rodoviária interligaria o interior do país com os centros de produção e consumo, o que também facilitou a intensa mobilidade demográfica. 76 Inaugurada em abril de 1961 para ser sede do Governo Federal, conta atualmente com mais de 1 milhão de habitantes. Vista panorâmica dos ministérios .
  77. 77. 77 Discurso de inauguração A cidade vista do céu
  78. 78. Na Região Centro-Oeste a riqueza e diversidade ambiental destoa em relação à pobreza que atinge um número significativo de habitantes. Outro problema grave envolve as disputas de terras tanto envolvendo trabalhadores organizados quanto aldeamentos indígenas. A região é uma das que mais se matam por razões de posse de terras. 78
  79. 79. 79 A fantástica história dos irmãos Villas Bôas pelo Centro- Oeste e Norte do Brasil, com belíssimas paisagens do interior.
  80. 80. Área: 56.433,60 População: 4.118.54 hab. Densidade: 72,97 hab./km² PIB: R$ 160,2 bi PIB per capito: R$ 41.723 80 Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno é uma região integrada de desenvolvimento econômico, criada pela Lei Complementar nº 94, de 19 de fevereiro de 1998É constituída pelo Distrito Federal, alguns municípios de Goiás e de Minas Gerais.
  81. 81. 81 Área: 7.315,15 km² População: 2.384. 560 hab. Densidade: 325,98 hab./km² PIB: R$ 27,8 bi PIB per capito: R$ 13.069,31 Criada em 30 de dezembro de 1999 pela Lei Complementar Estadual de número 27.
  82. 82. Região mais meridional do país. Com cerca de 576 mil km2 e uma população de 27,38 milhões em 2010. É a segunda com maior concentração de atividades industriais e o segundo maior mercado de consumo. Sua ocupação está intimamente marcada pela chegada de imigrantes, principalmente europeus, a partir da Lei Eusébio de Queiroz (1850) que ampliou o capitalismo trabalhista com a expansão dos cafezais no Paraná e demais atividades agrícolas na região. Detém bons indicadores socioeconômicos e grande dinamismo econômico: agroindústria, centros de pesquisa e diversos ramos industriais. É também conhecida como “celeiro agrícola nacional”. 82
  83. 83. Dado o caráter ocupação de suas terras, predominam as médias propriedades, e é a que menos possuem conflitos fundiários. No entanto, desde a década de 1970 há um considerável fluxo de sulistas que se dirigem para as fronteiras de expansão agrícola do Centro-Oeste, do Norte e do Nordeste em busca de terras para o agronegócio da soja e pecuária bovina, principalmente. 83
  84. 84. O imigrante é um elemento importante de constituição da identidade do sulista. Diversas tradições remetem aos colonos que se deslocaram da Europa com o desejo de superaram as dificuldades do velho continente. No filme de Alberto Rondalli (2013) explora-se os personagens da luta Farroupilha do Sul do Brasil. 84
  85. 85. A produção econômica e cultural da região é diversificada. Contra com ruinas do início da colonização. Possui também importantes metrópoles, como Curitiba, que é exemplo no sistema de transportes. 85
  86. 86. 86 Uma das mais importantes obras de engenharia do mundo encontra-se no Rio Paraná, trata-se da Usina Hidrelétrica Binacional Itaipu. Com geração média de 14 mil MW/h/ano.
  87. 87. 87
  88. 88. Área: 10.346,00 km² População: 4.181.836 hab. Densidade: 404,2 hab./km² PIB: R$ 94,8 bi PIB per capito: R$ 23.225,00 88 A Região Metropolitana de Porto Alegre, também conhecida como Grande Porto Alegre, foi criada pela lei complementar federal nº 14, de 8 de Junho de 1973.
  89. 89. 89 Área: 16.582,00 km² População: 3.466.981 hab. Densidade: 209,08 hab./km² PIB: R$ 74,8 bi PIB per capito: R$ 22.953,67 A Região Metropolitana de Curitiba, também conhecida como Grande Curitiba, foi criada pela lei complementar federal nº 14, de 8 de Junho de 1973.
  90. 90. 90 Área: 7.442,544 km² População: 1.067.214 hab. Densidade: 143,39 hab./km² PIB: R$ 12,4 bi PIB per capito: R$ 18.419,50 A Região Metropolitana de Londrina foi instituída pela da Lei Complementar Estadual 81, de 17 de junho de 1998.
  91. 91. 91 Área: 5.978.592 km² População: 773,835 hab. Densidade: 129,45 hab./km² PIB: R$ 10,79 bi PIB per capito: R$ 14.038,00 A Região Metropolitana de Maringá foi instituída pela da Lei Complementar Estadual 83 de 17 de julho de 1998.
  92. 92. 92 Área: 7.465,7 km² População: 1.111.702 hab. Densidade: 48,91 hab./km² PIB: R$ 17,02 bi PIB per capito: R$17.667,14 A Região Metropolitana de Maringá foi instituída pela da Lei Complementar Estadual 83 de 17 de julho de 1998.
  93. 93. 93
  94. 94. Desde a Constituição Federal de 1988 que a política metropolitana fica a cargo de cada unidade federativa. Mas hierarquia da rede urbana brasileira é realizada pelo IBGE. 94
  95. 95. As regiões metropolitanas são áreas contiguas (conurbadas), criadas com a finalidade de integrarem os sistemas urbanos comuns: transportes, coleta de resíduos, redes de saneamento, eletrificação. As primeiras foram criadas na década de 1970. 95
  96. 96. 96 Institutos de pesquisa como o IBGE, o IPEA, o DIEESE e a FGV realizam levantamentos dos principais indicadores sociais e econômicos nas 10 maiores regiões metropolitanas do Brasil, já que mais um terço de toda a população encontra-se nelas.
  97. 97. Professor Demétrio Melo Graduado e Licenciado pela Universidade Federal da Paraíba Mestrando em Geografia pela UFPB – Linha Urbano e Rural Pós-Graduação em Geografia e Gestão Ambiental – Universidade Integrada de Patos Desejo bons estudos Entre em contato para maiores esclarecimentos: www.facebook.com/demetrio.melo.71 www.melo-geografia.blogspot.com www.slideshare.net/Demetrio33 Prof. Demétrio Melo Currículo Lattes 97
  98. 98. NOVO ATLAS GEOGRÁFICO DO ESTUDANTE, FTD 2005 IBGE, ATLAS DO CENSO DEMOGRÁFICO 2010 - http://censo2010.ibge.gov.br/apps/atlas/ LEI No 5.878, DE 11 DE MAIO DE 1973 - http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/LEIS/L5878.htm Lei Complementar do Brasil nº14, de 8 de junho de 1973 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao67.htm#art8xviiu http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/como+ficaria+o+brasil+com+os+novos+estados/n1596951280714.html http://www.cetem.gov.br/publicacao/CTs/CT2007-021-00.pdf http://www.contasabertas.com.br/website/noticias/arquivos/1092_Tranposicao%20do%20Rio%20Sao%20Francisco%2 0-%20Tabela.pdf http://www.jornaldaparaiba.com.br/polemicapb/2013/02/15/construtoras-que-executam-transposicao-do-sao- francisco-explicarao-atraso-nas-obras/ http://www.codevasf.gov.br/empresa/DefaultPage http://www.oocities.org/toamazon/toasivam.html http://www.terra.com.br/istoe-temp/1713/brasil/1713_radar_da_polemica.htm http://www.suframa.gov.br/zfm_historia.cfm http://blogs.estadao.com.br/reclames-do-estadao/2011/10/24/zona-franca-de-manaus/ http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/05/desemprego-ficou-em-79-no-primeiro-trimestre-de-2015-diz- ibge.html http://www.infonet.com.br/educacao/ler.asp?id=163300 http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2012/02/renda-per-capita-no-nordeste-teve-2b0-maior-crescimento-real- entre-regioes http://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1960-1969/decreto-63778-11-dezembro-1968-405144- publicacaooriginal-1-pe.html Nova Delimitação do Semiárido file:///C:/Users/Rghfvh/Downloads/nova_delimitacao_jose_pereira.pdf Nova Delimitação do Polígono das Secas http://www.cpatsa.embrapa.br/public_eletronica/downloads/OPB1839.pdf 98

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