ESPINHA BIFIDA

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ESPINHA BIFIDA

  1. 1. PATOLOGIAS NEUROLÓGICAS DA PREMATURIDADE ESPINHA BÍFIDA
  2. 2. O que é espinha bífida e como ocorre? Qual a diferença entre espinha bífida cística e espinha bífida oculta?
  3. 3. Bolsa Fechada  Quando o tecido nervoso fica acoplado em uma superfície interna da bolsa.
  4. 4. Bolsa Aberta  Quando o tecido nervoso e o tubo neural ficam expostos.
  5. 5. De fe ito po de o co rre r: Região Cervical Região Torácica Região Lombar (a mais comum)
  6. 6. Alterações vertebrais Defeito nas vértebras encontra-se nas lâminas e processos espinhosos, de forma que eles não se fundem na região posterior da vértebra, podendo, inclusive, estar ausentes. Comprometimento Medular A medula espinhal pode se encontrar presa na parte inferior do canal vertebral, fazendo com que as raízes nervosas passam horizontalmente pelos buracos de conjugação, ao invés de se dirigirem para baixo.
  7. 7. Etiologia  Desconhecida:  Alguns fatores de risco estão associados:  Fatores genéticos  Fatores ambientais(exposição à radiação)  Fatores nutricionais (deficiência do ácido fólico)
  8. 8. Espinha bífida oculta Distúrbio da porção caudal do tubo neural, pele intacta, deformidades dos pés, assimetria de MMII e distúrbios esfincterianos.
  9. 9. Meningocele  É a forma mais leve da EBC, com protusão apenas das meninges e líquor para dentro da bolsa:  O acometimento está restrito a pele, ossos e dura-matér;
  10. 10. Mielomeningocele É a forma mais grave e mais comum do EBC: Falha da função dos arcos vertebrais posteriores e displasia ( crescimento anormal) da medula espinhal e da meninges que a envolvem; Dividem-se em: Fechada: lesão e coberta por pele e tecido conjuntivo, mas comum em região torácica e lombossacra. Aberta: lesão exposta mais comum em toracolombar. Mielosquise: semelhante a mielomeningocele, porém não tem aparência externa cística nem cobertura óssea e está associado a defeitos na base do crânio e da região cervical
  11. 11. Incidê ncia - Mielomeningocele: 94% dos casos da EB; - EB: 120.000/ano, em todo mundo; - Mais encontrada em classe social baixa;
  12. 12. Reabilitação  Prognóstico motor  Nível torácico: sem controle motor abaixo do nível de lesão, flacidez de MMII- ¨pernas de sapo¨ Necessitam de enfaixamento dos MMII com bandagem elástica sendo necessário órtese para todo o corpo.  L1/L3: em geral, necessidade de órtese mais longa devido a fraqueza da musculatura de joelhos e quadris.
  13. 13.  L4/L5: Em geral há necessidade de, MAFO e muletas para longas ou até mesmo curtas distâncias devido a fraqueza muscular presente. S1/S2: geralmente marcha livro, mas com alteração dos padrões de macha como na impulsão e comprimento da passada porém podem necessitar de órtese para tornozelo
  14. 14. Intervenção Fisioterapêutica - Avaliação; - Determinar o nível da lesão através da sensibilidade motricidade voluntária e forçar muscular do pct.; - Verificar a integridade medular abaixo do nível de lesão através do tônus muscular; - Desenvolvimento neuromotor; - Atenção as deformidades, nível cognitivo e com sinais de hipertensão intracraniana.
  15. 15. Objetivos  Estimular as aquisições motoras  Mantes boas condições neuromusculares e articulares  Prevenir as complicações de maneira geral;  Estimular independência e autonomia em todos as atividades de vida diária:  Proporcionar um programa domiciliar de instruções a fim de facilitar o desenvolvimento motor mais próximo possível da idade cronológica.  Adaptar os equipamentos ortopédicos
  16. 16. HIDROCEFALIA
  17. 17. Hidrocefalia  Hidrocefalia é o acúmulo anormal e excessivo de líquor dentro dos ventrículos ou do espaço subaracnóide. É tipicamente associado com dilatação ventricular e aumento da pressão intracraniana; pode ocorrer em crianças (diversas faixas etárias) ou adultos, tendo causas específicas  Pode ser classificado como hidrocefalia comunicante ou não comunicante, dependendo da sua etiologia; outro termo utilizado é a hidrocefalia ex-vácuo, quando relacionado com atrofia cerebral  Hidrocéfalo não comunicante se refere a hidrocefalia que resulta de lesões que obstruem o sistema ventricular e hidrocéfalo comunicante se refere a lesões que afetam e obstruem o espaço subaracnóide.
  18. 18. Causas  Algumas causas de hidrocefalia infantil podem ser por obstrução liquórica, tais como: gliose, cisto colóide, gliomas, craniofaringeomas, cistos de aracnóide, meduloblastomas, ependimomas, astrocitomas, tumores, estenose.  Outras causas de hidrocefalia comunicante são:  Trauma  Hemorragia subaracnóide  Infecção  Idiopática  É importante considerar em crianças prematuras a hemorragia intraventricular com hidrocéfalo pós-hemorrágico (ocorre cerca de 4 semanas após).
  19. 19. Tratamento de Hidrocefalia  Utilizam-se medidas para fazer o escoamento desse excesso de líquor ventricular com a adoção de válvulas para drenagem deste líquido para o peritônio (derivação ventrículo peritonial - DVP); ou para o átrio (derivação ventrículo atrial - DVA)  Existem algumas medicações que fazem baixar a produção liquórica (acetazolamida), porém nem sempre tão eficientes  É importante salientar que são crianças que necessitam de acompanhamento neurológico intenso e verificação do grau de desenvolvimento que pode ou não sofrer prejuízo
  20. 20. Referências Bibliográficas  Macdonald, M. G.; Seshia, M. M. K.; Mullett, M. D. Avery/Neonatologia: fisiopatologia e tratamento do recém-nascido. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.  Burns, Y. R.; Macdonald, J. Fisioterapia e crescimento na infância. São Paulo: Santos, 1999.  Papalia, D. E.; OLDS, S. W. Desenvolvimento humano. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
  21. 21. Componentes: Antônio Alberto Ana Paula Miranda Ana Paula Queiroz Deise Scher Rita de Cassia Rodrigo Medeiros Váfirmenadireção dasuameta... Porqueo pensamento cria... O desejo atrai, ea FéRealiza!

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