Case Petrobras

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Case Petrobras

  1. 1. RISCO, INCERTEZAS e a estimativade CUSTO em Projetos de Petróleo e Gás na visão GERISK
  2. 2. Agenda• Introdução – O que buscamos – Avaliação de Projetos• GERISK – do que se trata – desafio da mudança: determinístico x probabilístico – Análise dos RISCOS e INCERTEZAS• Estimativa de TEMPO e CUSTO – Caso Prático – Pesperado• Considerações Finais – Próximos Passos – Onde conseguir mais informações
  3. 3. Introdução: o que se buscaENGenharia de Produção: maximizar o VPL e produzir o petróleoEngenharia de Poço: objetivo no menor PRAZO e CUSTO possível considerandoo cenário existente (REALISTA), com uma QUALIDADE mínima aceitável (deve serespecificada no Projeto) e atendendo todos os requisitos legais, de SMS e dosSTAKEHOLDERS (geologia, reservatório, acionistas, outros) COMO: ? Mitigando os RISCOS e INCERTEZAS Melhorando os PROCESSOS Gerindo os PROJETOS RISCOS e INCERTEZAS Garantindo a CONFORMIDADE 1- IDENTIFICAR 2- AVALIAR (percepção) 3- RESPONDER USAIN BOLT x Arlindo 4- MONITORAR e CONTROLAR Programa de Desenvolvimento e Programa de Excelência da Execução de Projetos de Engenharia de Poço E&P
  4. 4. Avaliação de ProjetosCritérios para avaliação:a) fator econômico (VPL, payback, TIR etc.)b) conjunto de fatores (econômico, imagem, aspectos ambientais, riscos e incertezas etc.) antes 1950 1950 1960 1970 1980 Após 1990 EVTE EVTE EVTE EVTE EVTE EVTE(AS) Análise de Simulação Opções Opções Técnicas FCD Sensibilidade Árvores de Financeiras Combinadas Decisão Reais Valor da Possibilidades CAPM (Modelo Análise e Gestão VPL Impacto das Informação de Precificação dos Riscos e TIR Variáveis e de Ativos Considerações Incertezas Probabilidades Financeiros) Estratégicas
  5. 5. GERISK: gestão dos RISCOS e INCERTEZAS em Projetos de E&P AVALIAÇÃO SELEÇÃO DEFINIÇÃO EXECUÇÃO OPERAÇÃO Eficiência Gerenciamento de Operacional Gestão dos Riscos Projetos Modelo para o Gerenciamento do Risco em Projetos Adaptado para o Segmento Exploração de Petróleo AVALIAÇÃO CONTROLE Antes e Durante Durante e Após a Execução Planejamento Avaliação Respostas Monitoramento IDENTIFICAÇÃO QUANTIFICAÇÃO AÇÕES e RESPOSTAS ATITUDES REATIVAS Inputs Outputs Inputs Outputs Estratégias e Procedimentos Estratégias e Inputs Procedimentos Inputs Outputs Outputs Estratégias e Estratégias e Procedimentos ProcedimentosElaborado a partir dos dados Pesquisados e do PMBOK 96, KERZNER, TUSLER
  6. 6. Desafio da mudança: determinístico x probabilístico Visão Tradicional Conceitos Determinísticos: fatores de segurança e “bom senso” Visão num cenário CompetitivoImpacto RISCO Zero não EXISTE, se existisse teria custo/recurso Infinito: conceitos probabilísticos, níveis “toleráveis” de RISCO, Plano de Monitoramento e Gestão dos Riscos Acompanhamento “on line” (cenários e premissas considerados) Probabilidade
  7. 7. ANÁLISE de RISCO: onde as técnicas podem ajudar Não AceitávelNível de Risco Mitigação dos Riscos e Incertezas Revisão dos Critérios e Premissas Adotados Aceitável Verificação do Cenário Específico
  8. 8. ESTIMATIVA de TEMPO e CUSTO Problema, Necessidade e/ou OportunidadeRegistros (histórico) PROJETOEspecialistasBanco de Dados Correlatos DADOS - Cenário e Premissas Informação - Métodos Valores possíveis MODELO - Procedimentos Procedimento de Cálculo - Critérios - Alguns Indicadores - Aplicativos Simulação Monte Carlo Protótipos Redes Neurais Prever os Resultados etc. etc. etc. Objetivo : PREVISTO  REALIZADO  Zero Valor Determinístico(três): P5, P50, P95, cdf
  9. 9. CUSTO: estimativa considerando os RISCOS e INCERTEZASEntrada Saída “n” = horizonte do Projeto em anos “i” = Taxa de Retorno do Projeto
  10. 10. GERISK: Modelo(estimativa) x Execução (realizado)a) Modelo de Estimativa Pobre c) Modelo e Execução Ajustados b) Modelo de Estimativa Bom Execução Bem Controlada OBJETIVO Execução pode Melhorar Banco de Dados x “Bando de Dados”
  11. 11. GERISK: banco de dados x “bando de dados” Conjunto de DADOS Representativos  CORRELAÇÃO para obterINFORMAÇÃO (dados corretos interpretados e modelo apropriadoresultam em boas previsões ) Dados: obtenção, seleção, tratamento, validação – Interpolação x Extrapolação – Quantidade x Qualidade – Inferência (amostra) x Identificação (população) – Baixa ocorrência (frequência) x Não ocorrência Banco de Dados – Procedimento de coleta de dados – Crítica e tratamento na origem (filtro) – Automação e manuseio – Validação “Bando de Dados” – Enganação – Melhor não usar
  12. 12. GERISK: Curva de Aprendizado 160 Curva de Aprendizado: Jubarte fase II 140 0,85 (0,5 – 1,7) (taxa de aprendizado) 120 Cmax - Cmin = 44,8 (potencial deTempo Perf.+ Comp. (dias) 100 aprendizado) Cmin = 92,7 80 (limite de capacidade) 60 40 20 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 Número de Sequência do Poço
  13. 13. GERISK: TEMPO/CUSTO considerando os RISCOS e INCERTEZAS MAIS Como:Frequência TAREFAS MIN PROV MAX - Mitigando os RISCOS e IncertezasRelativa (x100) A A1 ........ 2 3 6 A2 ........ 8 10 20 - Melhorando os PROCESSOS A3 ........ 5 7 13 - Gerindo os PROJETOS B B1 ........ ... ... ... B2 ........ ... ... ... - Garantindo a CONFORMIDADE Bn ........ ... ... ... C C1 ........ ... ... ... C2 ........ ... ... ... Cn ........ ... ... ... Total 20 90 130 5 90% das vezes 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 Tempo ($) Máximo tempo admissível Problemas graves: side track, blow out etc. Limite Técnico L1 (tecnologia utilizada 1, equipamento 1 e processo otimizado) Limite Técnico L2
  14. 14. Cenário 1: tecnologia, mercado, recursos, premissas etc.processo compouco controle pouco controle na práticaprocesso comsimetria decontrole simetria de controle na prática processo com controle otimizado controle otimizado na prática
  15. 15. Caso Prático: Poço 1-SEP-2005 Probabilidade Tempo Total de Custo do Poço Acumulada Perfuração US$ % dias 3% 88,67 22.101.132 5% 100,28 23.912.922 10% 102,55 24.262.226 15% 104,32 24.539.868 20% 105,60 24.743.401 25% 106,65 24.914.451 30% 107,76 25.088.649Probabilidade Tempo Total de Probabilidade 35% Tempo Total de 108,77 25.244.970 Custo do Poço Custo do Poço Acumulada Perfuração Acumulada 40% Perfuração 109,74 25.395.910 US$ US$ % dias % 45% dias 110,63 25.533.554 3% 88,67 22.101.132 50% 3% 111,52 88,67 25.676.945 22.101.132 5% 100,28 23.912.922 55% 5% 112,44 100,28 25.819.652 23.912.922 10% 102,55 24.262.226 60% 10% 113,41 102,55 25.969.738 24.262.226 15% 104,32 24.539.868 65% 15% 114,48 104,32 26.135.680 24.539.868 20% 105,60 24.743.401 70% 20% 115,45 105,60 26.297.886 24.743.401 25% 106,65 24.914.451 75% 25% 116,61 106,65 26.477.649 24.914.451 30% 107,76 25.088.649 80% 30% 117,95 107,76 26.686.098 25.088.649 35% 108,77 25.244.970 85% 35% 119,57 108,77 26.936.340 25.244.970 40% 109,74 25.395.910 90% 40% 121,58 109,74 27.258.095 25.395.910 45% 110,63 25.533.554 95% 45% 126,47 110,63 28.030.833 25.533.554 50% 111,52 25.676.945 50% 98% 111,52 208,40 25.676.945 40.937.710 55% 112,44 25.819.652 55% 112,44 25.819.652 60% 113,41 25.969.738 60% 113,41 25.969.738 65% 114,48 26.135.680 65% 114,48 26.135.680
  16. 16. Pesperado: média do cenário específico Matriz
  17. 17. Considerações Finais:• Atualmente no âmbito do PROPOÇO, em parceria com as áreas afins do E&P e RH, está sendo desenvolvido o projeto CONSOLIDAR e PERENIZAR. Trata-se de um conjunto de ações que busca a uniformização e a transferência de todo o conhecimento adquirido;• No GERISK, a estimativa de TEMPO/CUSTO nos PROJETOS de Construção de Poços de Petróleo & Gás adota-se preferencialmente, a técnica da simulação de MONTE CARLO devido a sua simplicidade e os bons resultados obtidos (Previsto x Realizado)
  18. 18. Próximos Passos:– O foco atual do GERISK é: • contribuir e incorporar procedimentos buscando a otimização de recursos, principalmente os considerados críticos, que é condição sine qua non num cenário de forte crescimento das atividades com as descobertas do Pré-Sal, • aprimorar e disseminar a metodologia, disponibilizando, sempre em parceria com a Universidade Petrobras, treinamento e capacitação, • incentivar e apoiar multiplicadores e oferecer operação assistida, • elaborar EVTE(AS) probabilístico desde a fase de identificação de oportunidade (FEL1: Front End Loading da IPA), incorporando os resultados da análise dos aspectos e possíveis impactos ambientais e sociais (cada vez mais relevantes);
  19. 19. Onde Conseguir mais informações• artigo: “Análise de RISCO, INCERTEZA e o uso da Engenharia da Confiabilidade em Projetos de E&P na visão GERISK”, SIC 2011;• artigo: “Avaliação dos RISCOS e INCERTEZAS para suporte a decisão”, IBP2784_10, Rio Oil & Gas 2010;• artigo: “Estimativa probabilística de tempo e custo na perfuração e completação de poços submarinos”, IBP1425_06, Rio Oil & Gas 2006
  20. 20. The End – Dúvidas ? – Questionamentos ? – Depoimentos!
  21. 21. Gestão dos Riscos e Incertezas na EP 1ENGENHARIA Sistemática de 2 3 2- Gerenciamento das DE POÇO Gerenciamento do 4 Mudanças Riscos e Incertezas 5 6 Diretrizes, Padrões e Procedimentos Tecnologias SMS Gestão dos Riscos e Incertezas “Não Usuais” no do EVTE: MLT E&P Normas 3- Estimativa de 4- Estimativa 5- Programas e Projetos Prazo e Custo das Demandas HAZOP/ 1- Avaliação dos de Workover AQR Riscos e Atribuições: Atividades Incertezas e Tarefas Organograma Avaliação, Verificação 1- Segurança de Poço (SGP) Padrões SMS Técnico-Gerencial 2- Eficiência Operacional (Sonda) 3- Sistema de Informação (TI E&P) Aspectos Legais: 4- Lições Aprendidas (Fórum Técnico/Sinapse) ANP, IBAMA, Ações Corretivas, 5- Capacitação e Treinamento (UP e CENPES) Legislação etc. Revisões e Ajustes 6- SGR atualizado (Lotus Notes)
  22. 22. Qual o Pesperado?
  23. 23. Phone 55 11 3849 8757Fax 55 11 3845 4967contato@paragon.com.brwww.paragon.com.br

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