DI CAVALCANTI
BIOGRAFIA
Emiliano Augusto Cavalcanti de
Albuquerque e Melo, mais conhecido
como Di Cavalcanti nasceu em 06 de
setembro d...
VIDA E OBRA
 Di Cavalcanti obriga-se a trabalhar e faz
ilustrações para a revista Fon-Fon. Antes
que os trepidantes anos ...
Ivette - 1963
VIDA E OBRA
 Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 idealiza e
organiza a Semana de Arte Moderna no Teatro
Municipal de São P...
Rio de Janeiro Noturno - 1963
VIDA E OBRA
 Em 1954 o Museu de Arte Moderna do Rio de
Janeiro realiza exposição retrospectiva de seus
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Samba, de Di
Cavalcanti, 1925.
DÉCADA DE 60
 Ganha uma sala Especial na Bienal Interamericana do
México, recebendo Medalha de Ouro. Torna-se artista
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Tempestade -
1962
DÉCADA DE 70
A modelo Marina Montini é a musa da
década. Em 1971 o Museu de Arte Moderna
de São Pauloorganiza retrospecti...
Baile Popular - 1972
CENTENÁRIO
 Em 1997, ano do centenário de seu nascimento,
diversas exposições comemorativas e
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PRINCIPAIS OBRAS
 Pierrete - 1922
 Pierrot - 1924
 Samba - 1925
 Mangue - 1929
 Cinco moças de Guaratinguetá - 1930
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  1. 1. DI CAVALCANTI
  2. 2. BIOGRAFIA Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti nasceu em 06 de setembro de 1897, filho de Frederico Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo e Rosalia de Sena. Era sobrinho de José do Patrocínio (que era casado com a irmã de sua mãe).
  3. 3. VIDA E OBRA  Di Cavalcanti obriga-se a trabalhar e faz ilustrações para a revista Fon-Fon. Antes que os trepidantes anos 20 se inaugurem, vamos encontrá-lo estudando Direito. Em 1916, transferindo-se para São Paulo, ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Segue fazendo ilustrações e começa a pintar.[1] O jovem Di Cavalcanti frequenta o atelier do impressionista George Fischer Elpons e torna-se amigo de Mário e Oswald de Andrade.
  4. 4. Ivette - 1963
  5. 5. VIDA E OBRA  Entre 11 e 18 de fevereiro de 1922 idealiza e organiza a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo, criando para essa ocasião as peças promocionais do evento: catálogo e programa.  Faz sua primeira viagem à Europa em 1923, permanecendo em Paris até 1925. Frequenta a Academia Ranson. Expõe em diversas cidades: Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdã e Paris. Conhece Picasso,Léger, Matisse, Erik Satie, Jean Cocteau e outros intelectuais franceses.
  6. 6. Rio de Janeiro Noturno - 1963
  7. 7. VIDA E OBRA  Em 1954 o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realiza exposição retrospectiva de seus trabalhos. Faz novas exposições na Bacia do Prata, retornando a Montevidéu e Buenos Aires. Publica Viagem de minha vida. 1956 é o ano de sua participação na Bienal de Veneza e recebe o I Prêmio da Mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste. Adota Elizabeth, filha de Beryl. Seus trabalhos fazem parte de exposição itinerante por países europeus. Recebe proposta de Oscar Niemeyer para a criação de imagens para tapeçaria a ser instalada no Palácio da Alvorada; também pinta as estações para a Via-sacra da catedral de Brasília.
  8. 8. Samba, de Di Cavalcanti, 1925.
  9. 9. DÉCADA DE 60  Ganha uma sala Especial na Bienal Interamericana do México, recebendo Medalha de Ouro. Torna-se artista exclusivo da Petite Galerie, Rio de Janeiro. Viaja a Paris e Moscou. Participa da Exposição de Maio, em Paris, com a tela Tempestade. Participa com Sala Especial na VII Bienal de São Paulo. Recebe indicação do presidente João Goulart para ser adido cultural na França, embarcara para Paris e não assume por causa do [golpe de 1964]. Vive em Paris com Ivete Bahia Rocha, apelidada de Divina. Lança novo livro, Reminiscências líricas de um perfeito carioca e desenha jóias para Lucien Joaillier. Em 1966 seus trabalhos desaparecidos no início da década de 40 são localizados nos porões da Embaixada brasileira. Candidata-se a uma vaga na [Academia Brasileira de Letras], mas não se elege. Seu cinquentenário artístico é comemorado.
  10. 10. Tempestade - 1962
  11. 11. DÉCADA DE 70 A modelo Marina Montini é a musa da década. Em 1971 o Museu de Arte Moderna de São Pauloorganiza retrospectiva de sua obra e recebe prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte. Comemora seus 75 anos no Rio de Janeiro, em seu apartamento do Catete. A Universidade Federal da Bahia outorga-lhe o título de Doutor Honoris Causa. Faz exposição de obras recentes na Bolsa de Arte e sua pintura Cinco Moças de Guaratinguetá é reproduzida em selo. Falece no Rio de Janeiro em 26 de Outubro de 1976.
  12. 12. Baile Popular - 1972
  13. 13. CENTENÁRIO  Em 1997, ano do centenário de seu nascimento, diversas exposições comemorativas e retrospectivas de sua obra foram organizadas, entre as quais:  As mulheres de Di, pelo Centro Cultural Banco do Brasil (RJ);  Di, meu Brasil brasileiro, pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM); e  Di Cavalcanti, 100 anos, pelo Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado|Museu de Arte Brasileira de São Paulo FAAP.
  14. 14. PRINCIPAIS OBRAS  Pierrete - 1922  Pierrot - 1924  Samba - 1925  Mangue - 1929  Cinco moças de Guaratinguetá - 1930  Mulheres com frutas - 1932  Família na praia - 1935  Vênus - 1938  Ciganos - 1940  Mulheres protestando - 1941  Arlequins - 1943  Gafieira - 1944  Colonos - 1945  Abigail - 1947  Aldeia de Pescadores - 1950

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