7+árvore+..

3.041 visualizações

Publicada em

0 comentários
4 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.041
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
116
Comentários
0
Gostaram
4
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

7+árvore+..

  1. 1. Investigação deacidentes - Método: ÁRVORE DE CAUSAS
  2. 2. O acidente é sempre um acontecimento complexo que envolve umgrande número de fatores independentes. Pode ser considerado como oresultado final de uma série de antecedentes.Face a complexidade das situações de trabalho, foi necessário elaborarum método de análise de acidentes que responda a dois objetivosprincipais: - instrumentalizar a busca sistemática de dados, para a identificação dos elementos característicos do acidente - permitir identificar fatores de risco comuns a diferentes situações de trabalho, visando sua eliminação. O método da “arvore de causas” é um processo de investigação baseado na reconstrução do acidente a partir da lesão até os fatores mais remotos relacionados com a lesão. A organização esquemática dos fatores é denominada “diagrama de causas” ou “árvore de causas”.
  3. 3. A investigação consiste em montar um quadro de antecedentes apartir do acidente. Os antecedentes são de dois tipos:1) Antecedentes-estado: são condições permanentes nasituação de trabalho, tais como: ausência de proteção em umamáquina, ambiente continuamente quente, ambientecontinuamente barulhento, postura de trabalho penosa etc.2) Antecedentes-variações: são condições não habituais quesobrevêm durante o desenvolvimento do trabalho, tais como:modificação de um processo, troca de matéria-prima, troca defuncionário, etc.
  4. 4. O acidente só pode ser explicado se houver ao menos umelemento da situação habitual que tenha sido modificado.Toda a situação de trabalho é enfocada como um sistemaonde:- indivíduos executam tarefas, com o auxílio de máquinas,fazendo uso de certos materiais, de acordo comdeterminados métodos, inseridos em determinadascondições ambientais e submetidos a um dado grau degerenciamento.
  5. 5. Um indivíduo é ferido ou fere outro, durante a execução de umatarefa, com certo material, em determinado ambiente (meio), sobo gerenciamento de alguem.O conjunto elementos (ou componentes): indivíduo –tarefa –equipamento – materiais – local de trabalho - gerenciamento,define uma unidade de análise denominada ATIVIDADE. (I) (T) (E) (M) (LT) (G) ATIVIDADEA ATIVIDADE corresponde a parte do trabalho desenvolvida porum indivíduo no sistema de produção considerado (em umafábrica, em uma oficina ou em um canteiro de obras) e a cadaindivíduo corresponde uma atividade. Um acidente pode envolvervárias atividades, desde que elas estejam estreitamente ligadas –isso se dá particularmente no caso de trabalho em equipe.
  6. 6. Os componentes que formam a ATIVIDADE são:Indivíduo / Mão-de-Obra (I): É a pessoa física e psicológica trabalhando ou dirigindo-se para o seu meio profissional e trazendo consigo os efeitos de fatores extra profissionais. São todas as falhas causadas por pessoas. Incluem: falhas humanas, fator pessoal de insegurança, negligência, fadiga, embriaguez, sono, falta de treinamento, treinamento deficiente, pouca experiência, desconhecimento do risco, falta de compreensão das instruções, motivação, competência, entre outros. Ex.: operar uma máquina de maior complexidade sem ter o treinamento adequado e/ou a experiência necessária. Não parar o equipamento para efetuar limpeza/manutenção.
  7. 7. Tarefa / Método (T): Falhas relacionadas ao modo de executar ou realizar as atividades / operações. Inclui: não observação aos procedimentos de segurança, às instruções de trabalho, às normas operacionais, aos manuais de operação / processo entre outros. Ex.: antecipar ou burlar uma manobra, postura inadequada para realizar uma operação, operação inadequada de uma máquina, não uso de ferramenta ou acessório previsto, uso de ferramenta improvisada ou em mau estado de conservação, não uso ou uso incorreto do EPI, etc..Equipamento / Máquina (E): todas as falhas causadas por máquinas, equipamentos, instalações, ferramentas, EPI´s, EPC´s, dispositivos de segurança, entre outros; Ex.: mal funcionamento do equipamento, pane técnica, modificação parcial ou total de uma máquina, novas instalações, falta de manutenção, falta dispositivo de proteção, proteção parcial, variação ou interrupção da energia, etc..
  8. 8. Material / Matéria-prima (M): Falhas causadas pelo mau uso, qualidade, estocagem do material usado na atividade / tarefa em execução. Inclui: matéria-prima, substâncias geradas no processamento, suprimentos, etc. Ex.: falta de especificação, alteração das características físico-químicas da matéria-prima ( peso, dimensões, temperatura, umidade, granulometria), fadiga do material, geração de resíduos indesejáveis, etc..Local de Trabalho / Meio Ambiente (LT): São falhas relacionadas ao ambiente físico (interno ou externo) onde ocorreu a não conformidade. Inclui: iluminação, vibração, ruído, frio / calor, odor, vias de circulação, acesso restrito / reservado, sinalização, Layout, organização entre outros; Ex.: material espalhado pelo caminho, riscos não identificados / sinalizados, iluminação inadequada para ler uma instrução, distribuição desorganizada dos móveis no local.
  9. 9. Gerenciamento / Management (G): Falhas causadas por falta de gerenciamento dos riscos / impactos e falhas de administração. Inclui: falta de programas de identificação de riscos, falta de integração / treinamento, procedimentos não estabelecidos, falta de supervisão / liderança, levantamento de impactos incompletos, análise e determinação equivocada de causas, pressão de trabalho, organização de recursos, definição de objetivos, forma de passar a informação, horário de trabalho, hora extra, tomada de decisão, etc. Ex.: distribuição inadequada de mão-de-obra (funcionário novo X máquina complexa), excesso de horas extras, falta de planejamento para realizar manutenção, encarregado que só visa a produção.
  10. 10. COLETA DE DADOS:1) No próprio local onde aconteceu o acidente, pois as evidências importantes ainda estão no mesmo lugar. Deve-se, porém evitar situações constrangedoras;2) Reunir pessoas “chaves” como testemunhas, como por exemplo técnicos especializados conhecedores do assunto (máquinas, operações, profissões, etc) que possam fornecer o máximo de dados elucidativos;3) Registrar e preservar todas as informações possíveis para futuras consultas. Deve-se coletar somente os fatos concretos e objetivos, evitando- se interpretações e julgamentos de valores ou conclusões precipitadas.
  11. 11. COLETA DE DADOS:4) Todas as falhas encontradas no cronológico serão listadas e classificadas de acordo com a classificação abaixo: COMPONENTES IDENTIFICAÇÃO Individuo / Mão de Obra I Tarefa / Método T Equipamento / Máquina E Material / Matéria-prima M Local de Trabalho / Meio Ambiente LT Gerenciamento / Management G
  12. 12. A elaboração da árvore tem início na lesão/dano. Apartir da lesão ou do dano procura-se os fatores quecontribuíram com a ocorrência do acidente, voltando-se o mais atrás possível. O objetivo é descobrir oencadeamento das causas que provocaram oacidente.
  13. 13. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA:Fato permanente, rotineiro, habitual. (nãoconfundir com situação correta ou errada)Fato ocasional, eventual, não habitual. Ligação que efetivamente contribuiu para a ocorrência do fato seguinte. Ligação que aumenta a probabilidade da ocorrência do fato seguinte.
  14. 14. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA:Sentido a seguir: ou Funcionário escorregou Funcionário caiu Sentido empregado na pesquisa para verificar o que aconteceu. Primeiro o funcionário caiu e depois se descobre o fato anterior: escorregou Sentido que representa a seqüência dos fatos. Primeiro o funcionário escorregou e depois caiu.
  15. 15. Sempre para um acontecimento (Y) há umantecedente (X). Pergunta-se então: diantede um acontecimento (Y) que antecedente(X) ocorreu? Antecedente (X) Acontecimento (Y)
  16. 16. Seqüência: quando um acontecimento (Y) tem uma única causadireta (X)Funcionário escorregou X Y Funcionário caiuDisjunção: quando diversos acontecimentos (Y) decorrem de um sóantecedente (X) Y chão molhado Chuva X piso Y escorregadio
  17. 17. Conjunção: quando um acontecimento (Y) decorre de váriosantecedentes (X). Nesse caso não basta apenas perguntar qual fatoantecedeu a este. É preciso perguntar também se foi precisoacontecer mais alguma coisa. piso molhado X1 Funcionário escorrega Y sola do calçado X2 lisaExistem, ainda, fatos independentes, quando nãohá qualquer relação entre eles.
  18. 18. Para um mesmo acidente investigado por várias equipes pode-se terdiverso diagramas de Árvore de Causas. Esses desvios decorremem função de causas como:1) Falha na descrição do acidente (omissão de dados, descrição confusa, erro na cronologia dos fatos etc);2) Falta de prática ou formação deficiente sobre o método;3) Diferenças individuais entre os analistas, considerando-se que cada um tem sua experiência, interesse, objetivos e características. Uma vez de posse de várias “arvores”, é possível fundi-las numa só reunindo-se todas as variações ao ponto de se formar uma árvore “ideal”, conferindo uma linguagem comum, com maior clareza e objetividade. Essa é a vantagem de se adotar a prática coletiva, tanto para a pesquisa como para a construção da arvore.
  19. 19. ETAPA DE ELABORAÇÃO DA ÁRVORE Construção do Diagrama Vamos considerar como exemplo o seguinte acidente: « Um caminhoneiro, transportando material em canteiro de obras, utiliza itinerário não habitual com uma rampa muito inclinada; desejando parar, pisa nos freios e estes não respondem. No momento utilizava o caminhão reserva ( em função de pane no caminhão de uso habitual). O motorista havia sobrecarregado o caminhão, o qual bate contra um muro e o motorista fere a cabeça.» COMPONENTES IDENTIFICAÇÃO ANTECEDENTES Individuo / Mão de Obra I Lesão na cabeça do motorista Tarefa / Método T1 Toma itinerário não habitual T2 Sobrecarrega o caminhão T3 Uso da rampa com forte inclinação T4 Choca-se contra o muroEquipamento / Máquina E1 Caminhão habitual quebrado E2 Uso de caminhão reserva E3 Freios em mau estado E4 Resposta insuficiente dos freiosLocal de Trabalho / Meio Ambiente LT 1 Pista habitual não podia ser utilizada LT 2 Relevo da região LT 3 Existência de caminho alternativo com inclinação Gerenciamento G1 Falta de Planejamento para Manutenção G2 Projeto ruim
  20. 20.  Este exemplo destina-se a ilustrar os diferentes tipos de ligações possíveis entre variações. Quais são os tipos de ligações possíveis entre duas variações ? De maneira geral, como precisar a relação entre duas variações X e Y constatadas por ocasião de um acidente ?As questões a se propor são:1- Se X não tivesse acontecido, Y ocorreria ?2- Foi necessário X e somente X para que Y acontecesse ?
  21. 21. PRIMEIRO CASO:1- Se X não tivesse acontecido, Y ocorreria ?2- Foi necessário X e somente X para que Y acontecesse ?A resposta à questão 1 é não e à questão 2 é sim.Em outros termos:Se X não tivesse ocorrido não haveria Y e; além disso, foi necessário Xe somente X para que Y ocorresse. A variação X é necessária esuficiente para que se produza a variação Y.Representa-se com uma flecha com traço cheio. X Y T4 I Choca-se Ferimento com o muro na cabeça
  22. 22.  Quando muitas variações seguem deste modo, formam uma sucessão com encadeamento linear. R X Y E4 T4 I Resposta Choca-se Ferimento insuficiente dos freios com o muro na cabeça Nessa cadeia, a eliminação de uma variação acarreta o desaparecimento das seguintes. Suprimindo-se R, X não ocorre mais. Suprimindo-se X, R pode ocorrer mas Y não ocorre mais. R X Y T4 I R X Y E4 I
  23. 23. 1- Se X não tivesse acontecido, Y ocorreria ?2- Foi necessário X e somente X para que Y acontecesse ?SEGUNDO CASO: Não se pode responder nem sim nem não às questões 1 e 2; se X não tivesse acontecido, Y poderia ocorrer. A variação X não é absolutamente necessária para que Y apareça, a ligação é então representada por uma flecha pontilhada.Este tipo de ligação indica que X, sem ser necessária ao aparecimento de Y, aumenta a probabilidade de sua ocorrência. X Y Sobrecarga Resposta do caminhão T2 E4 Insuficiente dos freios
  24. 24. 1- Se X não tivesse acontecido, Y ocorreria ?2- Foi necessário X e somente X para que Y acontecesse ?TERCEIRO CASO: A resposta à questão 1 é sim: se X não tivesse ocorrido, Y, de qualquer forma, aconteceria. As variações são portanto independentes, não havendo flecha entre elas. X YQUARTO CASO: A resposta é não às questões 1 e 2. X é necessário para que Y apareça mas não é suficiente.Variações independentes X 1, X 2, X 3 combinam-se para provocar uma outra, Y. Representa-se esse tipo de ligação da seguinte forma: X1 X2 Y X3
  25. 25.  Suprimindo-se uma das variações anteriores não há efeito sobre as de mesmo nível, mas a variação conseqüente não se produz mais. É a realização da conjunção entre X 1, X 2 e X 3 que propicia o aparecimento de Y. Retomando-se o exemplo: Uso da rampa X1 T3 c/ forte inclinação Y Freios em Falha nos X2 E3 M4 E4 mau estado freios Sobrecarga T2 X3 no caminhão
  26. 26. Assim, o diagrama parcial do acidente fica :Uso da rampa Batida contrac/ forte inclinação T3 o muroFreios em E3 E4 T4 I1mau estadoSobrecarga Falha nos Ferimento T2no caminhão freios na cabeça
  27. 27. Construção do Diagrama Completo Deficiência de projeto Existência de caminho Alternativo com forte G2 Inclinação. Uso da rampa Relevo da região LT3 c/ forte inclinação LT2 Tomar outro itinerário T3Pista habitual não LT1 T1podia ser utilizada Batida contra Freios em o muro mau estadoFalta de planejamento G1para manutenção E4 T4 I E3 E1 E2 Falha nos freios Ferimento na cabeça Sobrecarga T2 no caminhão
  28. 28. ACIDENTE AO DIRIGIR-SE PARA REUNIÃO O Sr. H está a caminho da sala de reuniões e ao descer asescadas, tropeça no degrau, cai no chão sobre a mão direita, sofrendofratura do osso escafóide. QUESTÕES PARA A MONTAGEM DO DIAGRAMA: 1- Houve realmente variação com referência a seu estado precedente habitual? 2- Quais são estas variações? QUADRO DE REGISTRO DE VARIAÇÕES ANTECEDENTE COMPONENTE fratura da mão direita Indivíduo cai sobre a mão direita Tarefa tropeça no degrau Tarefa degrau em local de circulação Local de Trabalho
  29. 29. ÁRVORE DE CAUSA LT T T IDegrau não O Sr. H tropeça O Sr. H cai sobre O Sr. H fratura osinalizado no degrau mão direita escafóide da mão direita
  30. 30. ACIDENTE AO DIRIGIR-SE AO REFEITÓRIO A Sra. B está atrasada para o almoço e caminha rapidamenteem direção ao refeitório, fazendo seu trajeto habitual. Ao passar pelocorredor que dá acesso a saída do galpão uma vassoura, que estavaencostada na parede, escorrega à sua frente e a Sra. B, ao tropeçarnela, cai no chão sobre a mão direita, sofrendo fratura do ossoescafóide. A Sra. B está gripada e acha que por isso seu trabalho rendeumenos naquela manhã. O intervalo de almoço é de uma hora e, tanto a Sra. B quanto aencarregada de seu setor afirmam que “o horário de almoço é muitocorrido porque há fila no refeitório”. O refeitório está a cerca de 200metros da fábrica.
  31. 31. QUADRO DE REGISTRO DE VARIAÇÕES ANTECEDENTE COMPONENTEA Sra. B. fratura o escafóide da mão direita IndivíduoA Sra. B. cai sobre a mão direita TarefaA Sra. B. tropeça na vassoura TarefaA vassoura está em local de circulação Local de TrabalhoA vassoura escorrega na frente da Sra. B. Local de TrabalhoA Sra. B. caminha rapidamente TarefaA Sra. B. está atrasada TarefaHá pressão de tempo no horário de almoço GerenciamentoO intervalo de almoço é de uma hora GerenciamentoHá sempre fila para almoçar GerenciamentoA Sra. B. está gripada IndivíduoVassoura encostada na parede Local de trabalho
  32. 32. ? ÁRVORE DE CAUSA LT A vassoura está em A Sra.B cai sobre ? local de circulação mão direita A vassoura está encostada na LT T T I parede LT A vassoura A Sra.B tropeça A Sra.B fratura escorrega na frente vassoura o escafóide da I da Sra.B mão direita A Sra.B T está com gripe T ? A Sra.B está atrasada A Sra.B caminha G rapidamenteIntervalo dealmoço 1 hora Há sempre pressão Fila para almoço G de tempo horário almoço G
  33. 33. ACIDENTE AO ATENDER O TELEFONEA Sra. A e a Sra. B trabalham, respectivamente, como secretária e auxiliarem escritório de advocacia, numa sala de pequenas proporções (2,80 X 3,30metros).Há dois dias o escritório está sendo remodelado, inclusive a sala em que asduas senhoras trabalham.No dia do acidente a janela dessa sala está sendo trocada e o marceneiroencarregado do serviço liga uma extensão para possibilitar o funcionamentode uma furadeira e os fios ficam sobre o chão da sala. Os fios são pretos e opiso da sala é de carpete cinza escuro, quase preto.Após o almoço a auxiliar foi dispensada do trabalho para resolver problemaspessoais e a Sra. A permanece sozinha no escritório.No meio da tarde a Sra A vai ao banheiro e, quando já está voltando, ouve acampainha do telefone tocar em sua sala. Preocupada em atender aochamado, a Sra A corre em direção ao aparelho, não vê os fios no chão,tropeça neles, cai e bate com a cabeça no arquivo que está ao lado da mesado telefone. A Sra A sofre trauma crânio encefálico.
  34. 34. ANTECEDENTES COMPONENTEA Sra. A sofre trauma crânio encefálico IndivíduoA Sra. A choca o crânio contra o arquivo TarefaO arquivo está muito próximo a mesa fone Local de TrabalhoO escritório é pequeno Local de TrabalhoA Sra A sofre queda TarefaA Sra. A enrosca os pés nos fios TarefaA Sra.A corre para atender o fone TarefaA Sra.A não vê os fios no chão TarefaO fone toca na sala da Sra.A EquipamentoA Sra B está ausente GerenciamentoA Sra A está voltando do banheiro TarefaO piso é escuro Local de TrabalhoOs fios são pretos MaterialHá fios no chão Local de TrabalhoO marceneiro ligou extensão na furadeira TarefaO marceneiro troca a janela TarefaA sala está sendo remodelada Local de TrabalhoA sra A é secretária IndivíduoA auxiliar da sra A foi dispensada Gerenciamento
  35. 35. O telefone ÁRVORE DE CAUSAtoca na sala Eda Srª. AA Srª. B está A Srª. Aausente G T enrosca os pés nos fios A Srª. A cai A Srª. A corre A Srª. A choca oA Srª. A está para atender crânio contra ono banheiro T telefone T T arquivo T I Arquivo Escritório O piso é próximo a A Srª. A não é pequeno escuro LT mesa A Srª. A vê os fios no chão sofre LT LT trauma O fios são craniano M T pretos Sala está sendo Marceneiro remodelada Marceneiro ligou troca janela Há fios no uma extensão LT chão LT T T
  36. 36. Plano de Ação O Plano de Ação é a parte final da Investigação e Análise deocorrências e é, como as demais, de suma importância, para sealcançar os objetivos deste trabalho. O Plano de Ação não pode, em hipótese nenhuma, ser umarelação daquelas ações “fáceis de fazer” – “que é para não darmuito trabalho” ; “com nenhum investimento” – “que é para a genteconseguir fazer logo”... “focadas no comportamento” – “que assimno DDS a gente resolve” . Isso é “enganação” e não resolve nada. O Plano de Ação deve ter as ações e respectivos responsáveis,prazos e o follow-up deve ser feito periodicamente mostrando ostatus das ações propostas. Mesmo que algumas ações precisem esperar investimentos demédio e longo prazo, elas devem ficar pendentes e só serãofechadas quando ocorrer a conclusão.
  37. 37.  Para o nosso Plano de Ação virão os dois antecedentes encontrados na Árvore de Causas na forma de ações de eliminação ou controle das variáveis. Mas não somente estes, podemos acrescentar outros, sem esquecer que os prioritários são os pontos levantados na Árvore: C O N T R O L E S A D M IN IS T R A T IV O S QUEM PR AZO STATU SR E T IR A R O P O R T Ã O O U C O L O C A R S U T E N T A Ç Ã O P R O V IS O R IA S r. W d d /m m /a a C o n c lu id oIN S T A L A R T R IL H O P A R A S U S T E N T A Ç Ã O D A P A R T E S U P E R IO R S r. W d d /m m /a a E m a n d a m e n toIN S T A L A R P O R T Ã O A U T O M Á T IC O S r. M d d /m m /a a E m a n d a m e n toT R E IN A R O P O R T E IR O S U B S T IT U T O S r. Z d d /m m /a a E m a n d a m e n toD IV U L G A R A O C O R R E N C IA N O D D S S r. Z d d /m m /a a C o n c lu id o
  38. 38. Exercícios: CONSTRUÍNDO ÁRVORES Através de situações simples que representam algum tipo de acidente, podemosefetuar a classificação de fatos e a construção das Árvores:1º PASSO – leitura atenta do cronológico, para entender como o acidenteaconteceu.2º PASSO – grife todos os fatos3º PASSO – elabore a lista de fatos – redija cada fato com frases curtas, comsujeito, verbo e complemento4º PASSO – classifique cada fato de acordo com o seu componente: Indivíduo (I),Método ou Tarefa (T), Material ou Máquina (M) e Meio de Trabalho (MT)5º PASSO – classifique cada fato como antecedente habitual ou antecedentevariável para aquela atividade6º PASSO – inicie a construção do diagrama Árvore de Causas7º PASSO – analise atentamente a Árvore elaborada e elabore a lista de medidasde prevenção. Elabore o Plano de Ação.
  39. 39. 1. Excepcionalmente o local de trabalho do Sr. B está com óleo no piso. O Sr. B escorrega, cai e sofre contusão na mão direita ANTECEDENTE COMPONENTE2. A Srª. M chega atrasada ao trabalho porque seu filho está doente, dirige-se imediatamente à sua seção de trabalho sem trocar os sapatos comuns pelos sapatos de segurança. ANTECEDENTE COMPONENTE
  40. 40. 3. O Operador de Empilhadeira e seu substituto estão ausentes. Há a necessidade de transferência urgente de cargas para abastecer a linha de produção e o Sr. X dirige a empilhadeira. ANTECEDENTE COMPONENTE4. O auxiliar do Sr. Y foi demitido há seis dias e ele vem realizando seu trabalho sem ajudante. Para transporte de matéria-prima o Sr. Y foi orientado a solicitar auxílio de um colega que opera a máquina ao lado da sua. O Sr. Y está atrasado e seu colega está ausente da seção. O Sr. Y não aguarda o colega e transporta sozinho a matéria-prima. ANTECEDENTE COMPONENTE
  41. 41. Resolvendo os Exercícios ANTECEDENTE COMPONENTEHÁ ÓLEO NA PISTA LTO SR. B ESCORREGA TO SR. B CAI TO SR. B CONTUNDE A MÃO DIREITA I Há óleo na pista O Sr. B cai LT T T I O Sr. B O Sr. B sofre escorrega contusão na mão direita.
  42. 42. Resolvendo os Exercícios: CONSTRUÍNDO ÁRVORES ANTECEDENTE CO M PO NENTE O F IL H O D A S R . M E S T Á D O E N T E I A S R . M C H E G A AT R AS AD A AO T R AB AL H O I A S R . M T R AB AL H A C O M S AP AT O S C O M U N S . I A S R . M N ÃO T R O C A O S S AP AT O S T A S R . M D IR IG E -S E IM E D IAT AM E N T E À S U A S E Ç ÃO T A Srª. M dirige-se O filho da Srª.M imediatamente está doente à sua seção A Srª. M trabalha com I I T Sapatos comuns. A Srª. M T I Está atrasada ? A Srª. M não troca os sapatos
  43. 43. Resolvendo os Exercícios: CONSTRUÍNDO ÁRVORES ANTECEDENTE CO M PO NENTE O O P E R A D O R D A E M P IL H A D E IR A E S T Á A U S E N T E G /I O O P E R A D O R S U B S T IT U T O T A M B É M E S T Á A U S E N T E I/G H Á N E C E S S ID A D E D E T R A N S F E R Ê N C IA U R G E N T E D E C A R G A T O S R X O P E R A A E M P IL H A D E IR A I O operador da empilhadeira está ausente. G/I O operador substituto da O Sr. X opera a empilhadeira I/G I empilhadeira. está ausente. Há necessidade de transferência T de carga.
  44. 44. Resolvendo os Exercícios: CONSTRUÍNDO ÁRVORES ANTECEDENTE CO M PO NENTE O AJ U D AN T E D O S R . Y F O I D E M IT ID O H Á S E IS D IAS G O S R . Y R E AL IZ A S O Z IN H O S E U T R AB AL H O I O S R . Y F O I O R IE N T AD O P AR A P E D IR AJ U D A A U M C O L E G A. G O C O L E G A D O S R . Y E S T Á AU S E N T E N A S E Ç ÃO I/G O S R . Y E S T Á AT R AS AD O T O S R . Y T R AN S P O R T A S O Z IN H O A M AT E R IA-P R IM A I O S R . Y P R E C IS A D A M AT E R IA-P R IM A P AR A C O N T IN U AR S E U T R AB AL H O T O ajudante do Sr. Y foi G Demitido há seis dias. O colega do Sr. Y está I/G ausente. I O Sr. Y está atrasado T O Sr. Y transporta sozinho O Sr. Y necessita de a matéria-prima. matéria-prima T para continuar o trabalho.
  45. 45. MUITOOBRIGADO!!!

×