Planos de Ensinos de Design Digital 2012

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Planos de Ensinos de Design Digital 2012

  1. 1. P L A N O S D E E N S I N O 9.1. Conteúdos programáticos das disciplinas da primeira série Disciplinas curriculares da primeira série – Grade curricular 2012 1. Design digital I 2. Estética e história da arte 3. Fotografia 4. Influências do Design 5. Mídia digital e online 6. Plástica I 7. Psicologia da forma e percepção 8. Programação para web I 9. Redação e hipertexto I 10. Teoria da comunicação e semiótica
  2. 2. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO DESIGN DIGITAL I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Gabriel Arroyo CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PR A 160 04 x PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: O objetivo principal da disciplina é apresentar ao aluno os principais elementos envolvidos nos conceitos do design gráfico, através da investigação dos processos da linguagem visual em relação às mídias digitais. Torná-lo apto a conceber/produzir imagens por meio de ferramentas de computação gráfica. Desenvolver senso crítico apurado para avaliar, classificar e propor novas interfaces para web. EMENTA: Estudo dos princípios básicos do design - organizar o espaço visualmente - utilizando uma combinação de forma e conteúdo para resolver um problema visual, priorizando sempre a comunicação/informação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1- Introdução: A interface como categoria central do design 2- Fundamentos sintáticos da comunicação visual Equilíbrio Tensão Nivelamento e aguçamento Padrão de varredura do campo visual Atração e agrupamento Positivo e negativo 2- Anatomia da mensagem visual Imagem representacional Imagem Abstrata Imagem simbólica 3- Elementos do design 2A- Forma Investigação acerca das formas básicas Efeitos visuais em inter-relações de formas Repetição de unidades de formas e suas variações Similaridade e Contraste de elementos visuais e relacionais 2B- Textura Textura visual e sua produção Colagem Textura tátil 2C- Cor Estímulo e percepção da cor Classificação das cores Harmonia das cores complementares e análogas
  3. 3. Gamut de cores ATIVIDADES COMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA 36H): Pesquisas exploratórias sobre elementos do design e investigação de mensagens visuais ambientais: Atividade de campo em busca de fotografias, outdoors, anúncios de revistas dentro de uma classificação em “equilíbrio perfeito” ou “aguçamento por tensão”. Apresentação em relatório de uma análise do ponto de vista da disposição compositiva básica e seus efeitos, sobretudo seus significados. Análise de filmes: “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”, sons e formas acompanhadas de relatórios. Análise de Filme: “Guerra do fogo”, início da comunicação gestual. Entrega de relatório manuscrito. Leituras do livro “As várias Faces do Design” com entrega de resumo. Visitas técnicas a Exposições e eventos da área com acompanhamento do professor. Desenvolvimento de estudos para a sala do curso na Feira de profissões. FEC CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Através do programa, o procedimento enfatiza e relaciona fundamentos teóricos, através de aulas expositivas; e de produção (práticos), através de exercícios e trabalhos executados no laboratório por meio de ferramentas de computação gráfica. O aluno será avaliado através dos trabalhos individuais ou em grupo realizados no decorrer das aulas práticas. O aluno poderá ser avaliado através de provas bimestrais escritas e individuais sobre os fundamentos teóricos apresentados no conteúdo programático. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Revisão do conteúdo teórico, aplicação de prova e trabalho prático laboratorial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GOMES, Filho J. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. São Paulo :Escrituras, 2002 WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998 DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JENKINS, H. Cultura da convergencia. São Paulo: Editora Aleph, 2011 MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997 FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blucher, 1986 LÉVY, Pierre. Cybercultura.São Paulo: Editora 34 ltda, 2000 FERRARA, Lucrecia D’Aléssio. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 1986 PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Rio de Janeiro: Leo Christiano, 2002
  4. 4. U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO PLÁSTICA I 1 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Profa. Ms. Adeline Gabriela Silva Gil CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 120 2 120 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Capacitar o aluno a projetar objetos de design com conhecimentos essenciais de sintaxe de linguagens; Auxiliar o aluno no desenvolvimento da habilidade de transitar entre as diferentes linguagens e tomar decisões projetuais que adéquem o material/técnica/meio às finalidades expressivas/semânticas do projeto; Contribuir para uma reconfiguração do modo habitual de perceber e, conseqüentemente, de produzir linguagens, expandindo o processo criativo do aluno, seja individualmente ou em grupo; Incentivar a pesquisa e experimentação de diferentes materiais para expressão e estimular uma visão crítica de produções contemporâneas no campo do design. EMENTA: Sintaxe e semântica da linguagem (com ênfase na linguagem visual), hibridização de linguagens, pesquisa de novas linguagens para a atividade projetual. Teorias da percepção, exercícios de percepção das especificidades de diferentes técnicas, materiais e meios de expressão. Teoria e prática do processo de criação individual e coletivo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Módulo I- Linguagem e expressão - Cultura visual – Uma introdução; - Elementos básicos da linguagem visual: relações de composição, ponto, linha, plano, volume, cor, forma, luz, contraste, perspectiva, proporção, ritmo, movimento, equilíbrio, textura, tipografia; - Interfaces entre as linguagens visuais e outras formas de expressão. Linguagens híbridas. Diferentes suportes. Tendências contemporâneas. Pesquisa individual: está surgindo um novo paradigma estético relacionado às novas tecnologias digitais? Módulo II- Teorias da Percepção - Condições físico-biológicas. Princípios da Gestalt. Percepção háptica; - A percepção sob uma visão sistêmica. Percepção enquanto processo. Cibercepção; - Cognição e sensibilidade; - Noções sobre estética. A experiência estética; - Exercícios de percepção. Exercícios de produção. Observação do grau de condicionamento da produção e interpretação. Módulo III – Criação - Obra aberta; - Relações indivíduo/espaço – uma constituição mútua; - As múltiplas inteligências; - Criação e complexidade; - Criação e alteridade: o papel do designer como agente articulador de códigos e linguagens que constituem as realidades. A ética implicada no ato de criação. Produções e experimentações individuais e em grupo. ATIVIDADES EXTRA-CLASSE (40h): Todos os temas contarão com material de apoio (audiovisual, textual ou outro). Para cada tema
  5. 5. abordado em aula, serão propostas atividades com grau de complexidade crescente, de acordo com o feedback da classe. As atividades poderão ocorrer em sala de aula ou entregues em data definida previamente pelo professor: pesquisas de produções relacionadas aos temas abordados; leitura dirigida e discussão; produções relacionadas aos temas da disciplina; experimentações e visitas a eventos e exposições. Será utilizado um canal para discussão, troca de informações e referências na world wide web (googlegroup). CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Para cada tema abordado em aula, será proposto um exercício a ser realizado em grupo ou individualmente. A participação do aluno é o principal critério de avaliação, seja em exercícios em sala de aula ou na realização de tarefas. A evolução do aluno em seu processo de aprendizagem poderá ser observada no decorrer do ano letivo através de: desenvolvimento e aprofundamento nas atividades propostas; criatividade; capacidade de trabalhar em grupo; pontualidade nas entregas. Cada atividade vale de 0 a 10 e a soma das notas será dividida pelo número de atividades para a obtenção da nota final. O atraso de até uma semana, na entrega das tarefas, acarretará na diminuição da nota em 40%. Após este período, serão consideradas como não entregues. A média mínima para aprovação é 6,0 (seis) e a freqüência mínima é de 75%. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Se a nota final for menor que 6,0 (seis), o aluno que tiver entregue mais de 75% das atividades e tiver freqüentado mais de 75% das aulas, poderá participar do ciclo de recuperação e realizar uma prova, podendo assim atingir a média da disciplina. Do contrário, não poderá ser promovido. A prova abordará os principais temas da disciplina, indicados no item ”ementa”. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DONDIS, Donis A. A sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 2002. LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999. MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997. WONG, Wucius. Princípios de Forma e Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BENJAMIN, W. A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica. In: LIMA, L. (org). Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro, Paz e Terra: 1982. CAPRA, F. A teia da vida. São Paulo: Cultrix, 1996. ECO, U. - Obra Aberta. São Paulo: Perspectiva, 1976. FERRARA, L. Leitura sem palavras. São Paulo: Ática, 2001. HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992. MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1979. LÉVY, P. O que é virtual? Rio de Janeiro : Editora 34,1996. LUPTON, E.; PHILLIPS, J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008. PARENTE, A. Imagem – Máquina: A era das tecnologias do Virtual. RJ: Ed.34, 1993. FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010. OSTROWER, F. Acasos e Criação Artística. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1995. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006.
  6. 6. MATERIAL ONLINE: GUATTARI, F. As três ecologias. Disponível em <http://www.dossie_deleuze.blogger.com.br/index.html>. Acesso em 08 dez 2010.
  7. 7. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Teoria da Comunicação e Semiótica 1° 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Renato Márcio Martins de Campos CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 02 80 X X PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Proporcionar ao aluno percepção da importância e da condição interdisciplinar nos estudos de comunicação de massa. Permitir o reconhecimento das diversas correntes teóricas que abordam a comunicação de massa como objeto de estudos. Permitir ao aluno desenvolver referenciais teóricos e conceituais a respeito do processo de comunicação e significação (Semiótica). EMENTA: A Comunicação e seu objeto. A pluralidade no estudo da comunicação, sua interdisciplinaridade. O processo de comunicação e significação. Semiótica e Semiologia. O desenvolvimento da teoria da comunicação e a evolução tecnológica. O processo de globalização: sociedade e a cultura da mídia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Apresentação do Curso: A Ciência da Comunicação e seu Objeto 1.1. A comunicação social hoje: sua atualidade e pluralidade 1.2. Introdução às correntes teóricas: condicionamentos históricos para o desenvolvimento da Teoria da Comunicação. A Escola Funcionalista. Comunicação de massa, gosto popular e a organização da ação social. 1.3. A Escola de Frankfurt. Indústria Cultural e a teoria crítica. 1.4. A evolução da tecnologia de comunicação como condição para os estudos teóricos. A Ênfase aos Meios de Comunicação: Mcluhan – “O Meio é a Mensagem”. A Galáxia de Guttemberg. Comunicação e tecnologia: condicionando a realidade através do meio. Os meios de comunicação como extensões do homem. 1.5. Quadro geral de referência teórica 2. O processo de Comunicação e Significação 2.1.O fenômeno da comunicação 2.2.O processo de comunicação 2.3.Funções da comunicação 2.4. As teorias voltadas para análise da mensagem. A teoria da informação nos Estados Unidos. Os estudos estruturalistas na Europa. 3. Introdução aos Estudos Semiológicos 3.1. Semiótica: a abordagem de Pierce 3.2. Semiologia: a abordagem de Saussure 3.3. Classes e categorias de signos 4.O Papel da Comunicação de Massa na Sociedade Global 4.1. Os estudos centrados na recepção: o paradigma das mediações. Os estudos de comunicação na América Latina, a abordagem de Jésus Martim Barbero. 4.2. Sociedade, estudos culturais e a cultura da mídia
  8. 8. 4.3. Identidade pós-moderna e sociedade de consumo. A nova mídia: tecnologia digital e convergência de mídias. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Não haverá atividades complementares na disciplina. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Para cada unidade de estudo: Avaliação de Leitura e exercício em sala de aula (3pts) Provas Bimestrais (7pts) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Conteúdo: exercício avaliativo da matéria desenvolvida na disciplina. Avaliação: prova com questões testes a partir do conteúdo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORDENAVE, J.. O que é comunicação. São Paulo: Brasiliense, 1997. Biblioteca Uniara: 09 exemplares – 301.153 / B724q DIZARD JR, W.. A nova mídia comunicação de massa na era da informação. R. Janeiro: Zahar, 1998. Biblioteca Uniara: 12 exemplares – 659.3 / D652n MATTELART, A. e M.. História das teorias da comunicação. São Paulo: Loyola,1999. Biblioteca Uniara: 08 exemplares – 659.3(091) / M387h RÜDIGER, Francisco. Introdução à Teoria da Comunicação. São Paulo: Loyola, 1999. SANTAELLA, Lúcia. O que é Semiótica. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEFLEUR, M. L.. Teorias da comunicação de massa. 5 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. Biblioteca Uniara: 08 exemplares – 659.3 / D359t LIMA, Luiz Costa. Teoria da Cultura de Massa. São Paulo: Paz e Terra, 1990. Biblioteca Uniara: 05 exemplares – 301.152 / L698t MATTELART, A.. A Globalização da Comunicação. Bauru: EDUSC, 2000. Biblioteca Uniara: 05 exemplares – 659.3 / M387g RAMONET, Ignácio. A Tirania da Comunicação. Petrópolis: Ed. Vozes, 2001. Biblioteca Uniara: 5 exemplares – 659.3 / R14t
  9. 9. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO FOTOGRAFIA 1ª. 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Prof. CESAR MULATI CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 2 AULAS 2 AULAS PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: OBJETIVO GERAL Iniciar o aluno nas técnicas fotográficas e propiciar a ele o conhecimento da linguagem fotográfica como uma forma de comunicação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Permitir que o aluno conheça o processo fotográfico desde os seus primórdios, passando pela fotografia analógica ate a digital. 2) Permitir que o aluno conheça e manuseie corretamente um equipamento 35 mm digital. 3) Permitir que o aluno desenvolva um trabalho orientado para exercitar os conhecimentos técnicos adquiridos e ter seu primeiro contato com a linguagem fotográfica, realizando imagens sobre determinados temas, gerando o trabalho que denominamos de “Primeiro Olhar”. 4) Propiciar ao aluno uma percepção mais arrojada do seu olhar, permitindo-o explorar com maior profundidade o mundo das imagens. 5) Permitir que o aluno conheça as regras básicas de iluminação e a partir dai possa criar seu próprio repertório resolvendo situações das mais diversas que possam surgir, entendendo a luz como o elemento primordial na construção da imagem. 6) Permitir que o aluno conheça os caminhos da linguagem fotográfica, para que ele possa produzir imagens com significados específicos. 7) Apresentar ao aluno o universo da fotografia digital, discutindo e conhecendo os princípios teóricos e técnicos básicos dessa tecnologia. EMENTA: Noções básicas da técnica fotográfica, dentro dos processos analógicos e digitais. Reflexões sobre a fotografia como meio de comunicação dentro do universo midiatico. Desenvolvimento da criatividade com a produção e elaboração de projeto fotográfico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1) Noções básicas do processo fotográfico, do analógico ao digital. 2) O Ato Fotográfico - As variáveis da Fotografia 3) A prática fotográfica - O uso prático da máquina fotográfica – Obs. Conteúdo que devera ser posto em pratico em saídas fotográficas que deverão gerar o trabalho denominado de “Primeiro Olhar”.
  10. 10. Semiótica da Imagem – Linguagem fotográfica A Noção de Representação – o signo peirceano O Código da Fotografia – os elementos de composição da imagem - o contraste, a luz, o ponto de vista, o ângulo, o extra-quadro... 5) Iluminação Natural Artificial Produção de um Projeto Conceitual 8) Ciclo de Recuperação – Nas ultimas três semanas do curso será feita uma revisão dos principais conteúdos programáticos da disciplina, que orientara o aluno na produção de uma imagem. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: 1) Palestras com profissionais da área de fotografia, 2) Exercícios práticos dentro e fora do campus 3) Pesquisas sobre diferentes assuntos principalmente em material disponível na internet 4) Visita a feiras de fotografia, como a PhotoImageBrazil, no segundo semestre CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Material produzido em campo será avaliado e discutido com o aluno Trabalhos produzidos em grupo, ou individual, seguindo a orientação de um tema. Chamamos esse trabalho de “Primeiro Olhar”. Deve ser apresentado em suporte digital e depois de editado, devera gerar copias impressas. Trabalhos produzidos em grupo ou individual, em estúdio, seguindo a orientação de um tema. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Recuperação no final do ano, com aplicação de um trabalho pratico de fotografia onde o aluno devera desenvolver um ensaio fotográfico sobre um determinado tema. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AUMONT, JACQUES. A Imagem. Campinas: Papirus, 1993. BARTHES, ROLAND. A camara Clara. Lisboa: Edições 70, 1980. MACHADO, ARLINDO. A ilusão Especular: introdução a fotografia. São Paulo: Brasiliense, 1984 WOLFENSON, BOB. Jardim da Luz. São Paulo: Dorea Book and Art: Companhia das Letras, 1995.
  11. 11. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PHILIPPE, DUBOIS. O Ato Fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 1994. VASQUEZ, PEDRO. Fotografia: reflexos e reflexões. São Paulo: L & PM, 1986. FOTOGRAFIA, Guia Prático. São Paulo: Abril Cultural, 1973. CIAVATTA, Maria e ALVES, Nilda. A Leitura de imagens na pesquisa social. São Paulo: Cortez, 2004. MARTINS, Nelson. A imagem digital na editoração. Rio de Janeiro: Senac, 2005 COSTA, Helouise, SILVA, Renato Rodrigues da. A fotografia Moderna no Brasil. São Paulo: Cosac Naify, 2004 SAMAIN, Etienne. O fotográfico. São Paulo: Senac, 1998.
  12. 12. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Psicologia da forma e da percepção 1º 1º 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): ANA CRISTINA ALVES LIMA CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 h/a 2h/a 40 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Panorama da origem histórica e das ramificações da psicologia contemporânea. Ênfase na psicologia geral e psicologia da percepção e da forma. EMENTA: Reconhecer a influência da percepção nas escolhas, no comportamento do homem, afim de que na sua prática possa utilizar os conceitos de atenção seletiva, organização perceptiva para a composição de uma imagem ou produto. Abordará: histórico da Psicologia; estruturas psíquicas, memória, pensamento e linguagem; percepção (Gestalt). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Histórico da Psicologia; Desenvolvimento psicológico; Memória, pensamento e linguagem; Criatividade; Motivação; e Percepção. METODOLOGIA DE ENSINO: • Aulas expositivas • Vídeos (filmes para trabalhar conteúdos específicos) • Leituras programadas e Discussão de textos • Debates CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: • Prova bimestrais • Trabalhos em grupo • Trabalhos em sala de aula CICLO DE RECUPERAÇÃO O aluno que não tiver obtido média na disciplina ou ficar no limite de faltas (entre 70 e 74%) passará pelo ciclo de recuperação, tendo que comparecer as aulas nas datas estipuladas pela coordenação. Será aplicada ao aluno uma prova e serão feitos trabalhos em sala de aula.
  13. 13. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAVIDOFF, L. Introdução à psicologia. São Paulo: Makron Books, 2001. GADE, C. Psicologia do consumidor e da propaganda. São Paulo: EPU, 1998 MINICUCCI, A. Técnicas do trabalho em grupo. São Paulo: Atlas, 1992 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PFROMM NETTO, S. Telas que ensinam. Campinas: Alínea, 2001. PFROMM NETTO, S. Comunicação de massa. Campinas: Alínea, 1987. ALMEIDA, M.J. Imagens e sons: a nova cultura oral. São Paulo: Cortez, 1999. FILHO, J.G. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras, 2008. PAPALIA, D. E.; OLDS, S.W.; FELDMAN, R.D. Desenvolvimento humano. Porto Alegre: Mc Graw Hill, 2009 Assinatura:
  14. 14. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO PROGRAMAÇÃO PARA WEB I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Leandro Donaires Figueira CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 160 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Capacitar o aluno a desenvolver sites Web usando as tecnologias HTML (Hypertext Markup Language – Linguagem de Marcação de Hipertexto), CSS (Cascading Style Sheets – Folhas de Estilo em Cascata) e Javascript. A disciplina trata de conceitos fundamentais de desenvolvimento voltado para Web possibilitando que o aluno construa e publique sites Web que satisfaçam às necessidades específicas e solucionem problemas provenientes do mercado. EMENTA: Introdução à linguagem HTML. Histórico, fundamentos e sintaxe da linguagem HTML. Tratamento e formatação de textos, imagens e recursos de multimídia. Tratamento de links. Inserção de listas formatadas. Inserção de tabelas (tables). Tratamento de formulários (forms). Introdução às folhas de estilo em CSS. Propriedades e seletores. Métodos de posicionamento e tipos de layout em CSS. Introdução à linguagem Javascript. Sintaxe e recursos básicos da linguagem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Introdução à linguagem HTML - Histórico da Computação e da Internet - Introdução a WWW e ao protocolo HTTP - Conceitos básicos da linguagem HTML - Estrutura de um documento HTML - Tags, elementos e atributos - Seções HEAD e BODY Tratamento de textos, imagens e recursos de multimídia - Divisões e parágrafos - Formatação de texto - Espaçamento e layout - Inserção de imagens - Imagens de fundo e cores - Áudio e animação de texto - Outros recursos de multimídia Tratamento de links - Conceitos básicos - Referenciando documentos - Criando hyperlinks - Imagens sensíveis ao mouse Listas formatadas - Listas não-ordenadas
  15. 15. - Listas ordenadas - A tag <li> - Listas aninhadas - Listas de definição - Listas em forma de diretório e em forma de menu Tabelas (Tables) - A estrutura padrão de uma tabela - Principais tags (básicas e avançadas) - Recursos avançados Formulários (Forms) - Fundamentos de formulários - A tag <form> - As tags <input> e <button> - Áreas de texto (multiline text areas) - Elementos de múltipla escolha (multiple-choice elements) - Atributos de controle de formulários - Elementos para rotular e agrupar - Criando formulários efetivos Introdução às folhas de estilo em CSS - Definições e conceitos - Modelo CSS de formatação visual - Unidades CSS para medida - Propriedades CSS - Seletores CSS Posicionamento e Layout em CSS - O modelo de caixa - Esquemas de posicionamento em CSS - Posicionamento em profundidade com z-index - Tipos de layout - Centralizando o layout - Layout com duas colunas - Layout com três colunas Introdução à linguagem JavaScript - Sintaxe básica da linguagem - Tipos de dados e variáveis - Operadores aritméticos, relacionais, de atribuição e lógicos - Estruturas de controle - Funções embutidas e funções definidas pelo usuário - Objetos - Tratamento de eventos ATIVIDADES COMPLEMENTARES: As atividades complementares serão realizadas no laboratório de informática e apontam basicamente para dois tipos de atividades: - Elaboração e resolução de exercícios propostos em sala. - Elaboração de projetos específicos assim que cada tópico do conteúdo for inteiramente contemplado
  16. 16. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no contexto prático quanto no contexto teórico, assim, haverá basicamente três tipos de critérios: - Entregas de trabalhos individuais e em grupo (contexto prático e contexto teórico) - Apresentação de trabalhos (fortemente voltado para o contexto prático) - Provas individuais (fortemente voltado para o contexto teórico) CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e realizar uma avaliação sobre os temas abordados na disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASTRO, Elizabeth. HTML para a World Wide Web. 4 ed. Makron Books do Brasil, 2000. 534p. GOODMAN, Danny. Javascript: a Bíblia. Campus, 2001. 944p. MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Campus, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHAN, M. C. et al.1001 Dicas de programação.Makron Books, 1999 DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. . XML Como Programar. Bookman Companhia Ed, 2003 MAZZETTI, Gerardo; MINK, Carlos. HTML 4 com XML. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000. 411p. KINGSLEY-HUGHES, A.; KINGSLEY-HUGHES, K. Iniciando em Javascript 1.5. Makron Books do Brasil, 2001. 299p. RAMALHO, José A. HTML dinâmico. 2 ed. Berkeley Brasil, 1999. 719p. SOMERA, Guilherme. Treinamento prático em CSS. São Paulo: Universo dos Livros Editora, 2006. Disponível em: http://books.google.com/books?id=BTwgtyyJHAoC&printsec=frontcover&dq=CSS&hl=pt- BR&ei=YHeUTdv4LKG00QHxrbnxCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CCwQ6AEwAA #v=onepage&q&f=false. Acesso em 06/02/2012. MEYER, Eric A. CSS: The definitive guide. 3rd Edition. O’Reilly Media Inc., 2006. Disponível em: http://books.google.com/books?id=rdtCRLXAL78C&printsec=frontcover&dq=CSS&hl=pt- BR&ei=YHeUTdv4LKG00QHxrbnxCw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=2&ved=0CDEQ6AEwAQ #v=onepage&q&f=false. Acesso em 06/02/2012. PILGRIM, Mark. HTML 5: Up and running. O’Reilly Media Inc., 2010. Disponível em: http://books.google.com/books?id=Mk3sW0on7OAC&printsec=frontcover&dq=html5&hl=pt- BR&ei=6HaUTZOpCO- K0QHdzIz5Cw&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CC8Q6AEwAA#v=onepage&q&f=fal se. Acesso em: 06/02/2012.
  17. 17. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO Estética e História da Arte 1º 1º 2º 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof.a Luciana Sperduti Lima CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 72 2 52 10 10 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Ver a Arte como linguagem artística e estética, percebendo as características estruturais das linguagens expressivas na educação visual; Contextualizar as produções artísticas do homem no processo de construção da identidade pessoal e coletiva, da pluralidade cultural, e da memória histórico-cultural de um povo, do período clássico à contemporaneidade; Utilizar a Arte como linguagem expressiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a investigação, a sensibilidade, a expressão e a reflexão em leituras visuais e experiências estéticas; Conhecer e situar períodos históricos, movimentos artísticos e artistas (europeus e brasileiros) em cada época. EMENTA: - Noções e conceitos artístico-estéticos aplicados à Educação Digital, contextualizações teóricas, relações de interdisciplinaridade com as demais áreas de formação e produção prática artístico- expressiva em atividades pessoais e coletivas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Vivência de conteúdos teóricos das Artes Visuais: Bloco I: Civilizações Primitivas, Período Clássico Greco-romano, Idade Média, Renascimento e Maneirismo. Bloco II: Barroco Europeu e Brasileiro, Neoclassicismo, Indianismo, Romantismo e Realismo. Bloco III: Impressionismo, Arte Moderna (Europa e Brasil); Bloco IV: Arte Contemporânea (Europa e Brasil). Percepção da Gramática Visual; Criação de Trabalhos Expressivos como Subsídios Educacionais; Arte como Linguagem Integradora de Conteúdos Disciplinares; ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Mostras monotemáticas a serem agendadas; Criação de Poesia plástico-visual-digital; Visitas a exposições de artes visuais; Ocupações plástico-espaciais em ambientes arquitetônicos; Contatos, pesquisas e entrevistas com artistas (exposições e ateliês) onde possam perceber as relações entre: subjetividade, recursos expressivos, contextualidade, materiais e técnicas; - Observação e leitura dirigida de obras de arte em diferentes tempos históricos.
  18. 18. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Na introdução de temas, momento em que é possível perceber e discutir o conhecimento prévio dos alunos; No desenvolvimento de atividades, notando-se a formulação de hipóteses, levantamento de questões, procedimentos e registros das construções conceituais; Na apresentação de sínteses, tanto escritas quanto expressivas, quando podemos perceber a aplicação de conceitos construídos; Nas avaliações escritas, trabalhando com clareza os critérios para a sua execução. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: - Revisão geral do conteúdo estudado e reelaboração de atividades e avaliações. - Avaliação final. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AZEVEDO, Wilton. O que é design. São Paulo, Brasiliense, 1988. ARNHEIM, R. Arte e Percepção: uma Psicologia da visão criadora. São Paulo: Pioneira/Edusp 1980. BARDI, P. M. O Modernismo no Brasil. São Paulo: Banco Sudameris Brasil S.A. 1982. BECKETT, Wendy. História da Pintura. São Paulo: Atica, 1997. GOMBRICH, Ernest. H. A História da Arte. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1989. JANSON, H. W. História Geral da Arte. V. 1. O mundo antigo. São Paulo: Martins Fontes, 1993. ______. História Geral da Arte. V. 2. Renascimento e barroco. São Paulo: Martins Fontes, 1993. ______. História Geral da Arte. V. 3. O mundo moderno. São Paulo: Martins Fontes, 1993. STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. WONG, Wucius. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARCHER, Michael. Arte Contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001. ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ARGAN, G. C; FAGIOLO, M. Guia de História da Arte. Lisboa: Editorial Estampa, 1994. EDWARDS, Betty. Exercícios para desenhar com o lado direito do cérebro. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. STANGOS, Nikos. Conceitos da Arte Moderna. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor,1993. STRICKLAND, Carol. Arquitetura Comentada: uma breve viagem pela história da arquitetura. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004. Assinatura: Luciana Sperduti Lima Data: 26/02/2012
  19. 19. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO REDAÇÃO E HIPERTEXTO I 1 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Fabricio José Mazocco CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 72 2 72 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Revisar técnicas de redação e escrita; Capacitar o estudante para uma visão e um discurso mais críticos em relação à Língua Portuguesa e sua utilização em diversos contextos; Desenvolvimento da habilidade de comunicação precisa e eficaz dentro do grupo social utilizando a norma culta; Auto-realização pela eficiência na comunicação, na integração e na busca de seus valores, principalmente, os profissionais; Ler, entender e interpretar diferentes tipos de textos. Promover uma reflexão sobre os conceitos de texto e hipertexto. EMENTA: O texto, o hipertexto e a Língua Portuguesa em seus contextos de leitura crítica, técnica redacional, aspectos históricos e teóricos e dos desafios frente ao paradigma digital. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Leitura crítica de textos Norma culta x linguagem coloquial Os usos da língua em ambientes digitais Leitura analítica de textos Técnicas de redação Conceitos de texto, discurso e enunciação Princípios de concisão, coerência, coesão, clareza e precisão Interpretação e análise de textos atuais literários e não-literários envolvendo temas emergentes Estudo de texto: Narrativos, Descritivos, Dissertativos, Jornalísticos, Propagandas, Poemas e músicas. Produção textual: artigo, notícia, editorial resenha, crônica, conto, novela, press-release. Introdução ao conceito de hipertexto Texto, hipertexto, mídia, multimídia e hipermídia Texto linear e não-linear e interatividade RECURSOS METODOLÓGICOS: Estão previstas aulas expositivas, discussões em grupo, seminários, exercícios em sala de aula e extra- classe. Leitura oral dos textos pelo professor e alunos, exploração do entendimento e compreensão dos textos através de exercícios orais e escritos, exercícios de identificação das partes que formam os diferentes tipos de textos, comentários sobre dúvidas específicas de vocabulários e da parte gramatical explorada, criação de textos narrativos, descritivos e dissertativos, intercâmbio de textos criados e debates sobre assuntos atuais.
  20. 20. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Participação nas atividades propostas; Posição crítica em relação às leituras e debates; Utilização da língua formal nas produções textuais; Correção e usabilidade da produção textual sugerida; CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Envolvimento no processo de ensino-aprendizagem; Evolução do aprendizado ao longo do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002. FIORIN, J. L., SAVIOLI, F. P. Para entender o texto: Leitura e Redação. São Paulo: Ática, 1995. WINCK, J. B. Quem conta um conto aumenta um ponto: Design Do Audiovisual Interativo. Rio de Janeiro: Garamond, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FARACO, C. A. & TEZZA, C. Oficina de Texto. São Paulo: Vozes, 2003. PALACIOS, Marcos. Mundo Digital. In: RUBIM, Albino (org). Cultura e Atualidade no Vestibular. Salvador: EDFUBA, 2005. PELLEGRINI, T.; FERREIRA, M. Redação, palavra e arte. São Paulo: Atual, 1999. MATERIAL ONLINE: ANDRADE, Leila Minatti. A escrita, uma evolução para a humanidade. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 1, número 1, jul./dez. 2001. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0101/12.htm>. Acesso em 14 mar 2011. BONETTI, Luana Medeiros. Texto: reorganizando sua compreensão. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 1, número 1, jul./dez. 2001. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0101/14.htm>. Acesso em 14 mar 2011. CRUZ, Dulce Márcia. A digitalização das mídias e as mudanças no cotidiano do trabalho, das relações humanas e do conhecimento. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 1, número 2, jant./jun. 2001. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0102/10.htm>. Acesso em 14 mar 2011. Possenti, Sírio. Baronas, Roberto Leiser. A Linguagem Politicamente Correta no Brasil: Uma Língua de Madeira?. Revista Polifonia, n. 2, v. 12, p. 47-72. Cuiabá: EdUFMT, 2006. Disponível em <http://cpd1.ufmt.br/meel/arquivos/artigos/245.pdf>. Acesso em 14 mar 2011.
  21. 21. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO INFLUÊNCIAS DO DESIGN 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Ms. Itamiro Nogueira da Silva CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PR A 40 02 x PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Oferecer um panorama geral sobre a produção e as diferentes transformações artísticas ocorridas durante o fim do século XIX e início do século XX, com ênfase nas relações entre as poéticas das vanguardas artísticas e as novas concepções apresentadas pelo design gráfico. Proporcionar bases para a formação de um repertório crítico, estético cultural e histórico a partir da análise da obra artística e suas diversas interpretações. EMENTA: Estudar os importantes movimentos de arte e design e analisar como eles influenciaram os principais designers gráficos do passado e do presente. Conhecer as importantes influências que o design teve durante seu movimento e desenvolvimento. Seus desdobramentos e influencias na produção gráfica dos tempos atuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Tema 1: O movimento de “Artes e Ofícios” e a origem do design. Tema 2: O pôster artístico e as artes gráficas. Tema 3: A Art Nouveau e a situação do design europeu. Tema 4: A concepção e produção da escola Bauhaus. Tema5: A fotografia Tema 6: O cinema mudo (as mudanças na concepção e fruição da imagem). Tema 7: O Futurismo Italiano e a sua concepção e produção de arte. Tema 8: O Neoplasticismo e a produção holandesa. Tema 9: O Construtivismo e a produção soviética. Tema 10: A Pop Art e a produção americana. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (CARGA HORÁRIA 36H): Apresentação e discussão de materiais iconográficos (filmes e imagens), trabalhos e seminários em equipe, leituras programadas, atendimento aos alunos e equipe.
  22. 22. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Trabalho: Criação de um arquivo digital individual de imagens obtidas através de diversos meios (pesquisa internet, câmera, scanner, etc.) baseado nos temas expostos em seminários e implementados à medida que estes forem transcorrendo. É sugerida a troca e acesso de material exposto em seminário a todos os alunos. A partir do arquivo, elaborar eixo de leitura privilegiando um tema a ser definido pelo aluno e discutido com o professor (ex.: material, forma, cor, textura, uso, tema, estrutura, poética, relações, “sacadas”, usos, idéias pertinentes, período histórico, categorias, etc.). Entrega: última semana de aula. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Revisão do conteúdo teórico, aplicação de prova e trabalho prático laboratorial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. BENEVOLO, Leonardo. História da Arquitetura Moderna. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1976. PEVSNER, N. Os Pioneiros do Desenho Moderno. Lisboa: Ed. Ulisséia, 1962. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. SENAC, 2005. DONDIS, Donis A. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 1997. DE MICHELLI, M. Las Vanguardias Artisticas del Siglo XX. Madri: Aliança Editorial, 1985. MUNFORD, Lewis. Arte e Técnica. Ed. Nuevas Visions, 1961. GOMBRICH, Ernest. H. A História da Arte. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. PIGNATARI, Décio. Semiótica da Arte e da Arquitetura. São Paulo: Ed. Cultrix, 1981. Sites pertinentes: Arte, Design e Fotografia: http://www.airtightinteractive.com/news/ http://www.core77.com/gallery/photos http://www.fotogarrafa.com.br/ http://www.centrepompidou.fr/Pompidou/Accueil.nsf http://www.e-flux.com-projects http://www.bibliotecadigitaleitaliana.it http://www.designboom.com/weblog/index.php http://www.sobresites.com/design/imagens.htm http://www.we-make-money-not-art.com http://www.sobresites.com/design/blogsdesign.htm http://www.advanceddesign.org/ http://www.mitpress.mit.edu http://www.palaisdetokio.com
  23. 23. U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO MÍDIA DIGITAL E ON-LINE 1 SEMESTRAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: SAMUEL GATTI ROBLES CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Abordar de forma objetiva a comunicação digital e on-line através de aulas teóricas, pesquisas e estudos de casos, onde os alunos possam entender de forma clara como definir ações junto ao target (público-alvo) e assim focar seus investimentos de mídia de forma eficaz. Entender o dinamismo da WEB e as alternativas de mídia que existem atualmente (marketing viral / epidêmico, e-marketing, mobile-in, e-commerce entre outras) que são necessidades fundamentais para o profissional que pretende atuar na área da informação. EMENTA: Apresentar e discutir as bases teóricas, pesquisa e estudos de casos, internet, negócios on-line, como se comunicar, os canais utilizados, os impactos estratégicos desses canais, definição de perfil, mídias alternativas, aulas práticas em laboratório de informática, mídia digital e palestras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1º Bimestre Pesquisa de Mídia. Base teórica da mídia digital. Adequação do conteúdo ao perfil (target) 2º Bimestre Base teórica da mídia On-line. Atualidades, tendências e variações de mídia on-line, estudo de casos (mídia on-line), pesquisa e palestra com profissional da área (convidado). Meios de propagação de conteúdos on-line Mídias sociais Seminários sobre mídias sociais ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Leitura e discussão de artigos e casos. Palestras com profissionais da área. Visitas técnicas e feiras de comunicação digital.
  24. 24. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Avaliação por meio de provas bimestrais e atribuição de notas complementares por meio de discussão de casos referentes a matéria abordada em sala de aula. Atribuição de conceitos por participação em sala de aula, bem como comportamento e respeito aos demais colegas e ao professor. Também será analisada, para efeito de retirada de pontos, o uso correto da Língua Portuguesa, considerando a relevância da boa escrita na formação acadêmica e profissional do aluno. A prova substitutiva poderá ser realizada em dia normal de aula, na semana que antecede o Ciclo de Recuperação, para aqueles alunos que não fizeram uma das provas bimestrais por qualquer razão. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Conforme calendário estabelecido pela coordenação do curso, o Ciclo de Recuperação será oferecido àqueles alunos que não obtiverem notas condizentes com os critérios previamente estabelecidos. A Avaliação no Ciclo compreenderá aula expositiva seguida de avaliação que poderá se dar por meio de prova tradicional ou construção de qualquer outro formato de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARFINKEL, S. & SPAFFORD, G. Comercio & seguranca na Web. Market books, 1998. CRUMLISH, C. Explorando a internet. Makron books, 1999. NEGROPONTE, N. A Vida Digital. Companhia das letras, 1997. SAAD, B. Estratégia para mídia digital. Senac, 2003. ARANTES, P. Arte e Mídia: Perspectivas da estética digital. Senac, 2005. GOSCIOLA, V. Roteiro para as novas mídias. Senac, 2003. FERREIRA, L. Novos rumos da cultura da mídia. Mauad, 2007. KELLNER, D. A cultura da mídia. Edusc, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KOTLER, P. Marketing para o século XXI. Futura, 1999. CHLEBA, M. Marketing digital. Futura, 1999. STERNE, J. Marketing na web. Campus, 2000. LIMA, A. B. E.LIFE: idéias vencedoras para marketing e promoção na web. Alta Books, 2003. MACHADO, ARLINDO. Arte e mídia. Jorge Zahar, 2007. SHAVER, MARY. Como vender a mídia. Nobel, 2002. COSTA, DANIEL. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna, 2007. TAHARA, MIZUHO. Contato imediato com a mídia. Global, 1998. BAIRON, SERGIO. Contato imediato multimídia. Global, 1995. CHOMSKY, NOAM. Controle da mídia. Graphia, 2003.
  25. 25. VIANA, FRANCISCO. De cara com a mídia. Negócio, 2001. CRISTOL, STEVEN. A essência do planejamento de mídia. Nobel, 2001.
  26. 26. 9.2. Conteúdos Programáticos das disciplinas da segunda série Disciplinas curriculares da segunda série – Grade curricular 2012 1. Animação Digital 2. Design digital II 3. Interação Humano-Computador 4. Metodologia de pesquisa para design digital I 5. Plástica II 6. Programação para web II 7. Projeto Experimental em Design Digital I 8. Redação e hipertexto II 9. Web-Marketing
  27. 27. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Animação Digital I 2 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Prof. Davi Antonio da Rosa CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Apresentar o campo da animação para os alunos, introduzindo variadas técnicas de animação e mostrando como utilizá-las juntamente com os princípios fundamentais da animação para produzir animações de qualidade. Fazer os alunos compreenderem o fluxo de trabalho de uma animação e produzirem uma animação que passe por todas as etapas apresentadas. EMENTA: História da animação . Princípios Fundamentais da Animação . Etapas da Produção de Animação . Roteiro Audiovisual . Storyboards e Storyreels . Animação Stop Motion . Animação Tradicional 2D . Animação, Sites e Programação Básica com Adobe Flash . Animação 2D com ToonBoom. Motion Graphics com After Effects. Princípios de Edição de vídeo. Atuação para animadores . Produzir um curta-metragem de animação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Apresentação e discussão sobre o campo -Apresentação Pessoal. -Ouvir sobre expectativas e sobre o conhecimento dos alunos nesta área. -Apresentação da disciplina. -Apresentar as ferramentas de avaliação para esta disciplina. -Definir cronograma de entrega de trabalhos. História da Animação - Os primórdios da animação, - Disney e a diversificação estilística - O surgimento dos computadores e o desenvolvimento da CG. Etapas da Produção de Animação - História e roteiro -Desenvolvimento de personagens -Direção de arte -Storyboards -Vozes
  28. 28. -Storyreels -Construção de cenários e personagens -Animação -Iluminação e Render -Efeitos visuais -Composição -Efeitos sonoros e música -Edição e montagem -Marketing e distribuição Organização da Produção -Decupagem da produção; -Pesquisa de produção; -Como escrever um roteiro – formatação e organização -Usando o Celtx para organizar projetos -Storyboard – o que é e como funciona -Os tipos de storyboard -A linguagem dos storyboards -O que é um storyreel Adobe Flash -Animação 2D -Criação de Websites -Programação Básica em ActionScript 2.0 Montagem e Edição -O que é montagem -Conceitos de edição -Significado das transições e cortes -Cadência -Usando software de edição (Premiere) Princípios Fundamentais da Animação -Temporização -Aceleração e desaceleração -Movimentos em arco -Continuidade e sobreposição -Ação secundária -Comprimir e Esticar -Exageração -Animação direta e Posição-Chave -Antecipação -Encenação (Atuação Para Animadores) -Apelo Motion Graphics com After Effects -Composições básicas, efeitos, máscaras, animações -Correção de cor – importância e fluxo de trabalho. -Princípios básicos do design em movimento. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: -Assistir a vídeos históricos e de referência na área. -Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de Animações em grupo ou de forma individual;
  29. 29. -Participação em Palestras e Fóruns sobre o assunto. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: -Avaliações práticas em laboratório -Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa -Projeto audiovisual prático que aplicará todos os conhecimentos adquiridos nos módulos anteriores. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: -Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MILBURN, K. & CROTEAU, J. Flash 4: animação na web. Makron Books, 2000. BARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte da Animação: Técnica e estética através da história. São Paulo: Editora SENAC, 2002. DONDIS, Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991. FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro, Objetiva, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRANKLIN, D. Macromedia Flash 5. Ed. Campus, 2001. PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Leo Christiano Editorial, 2002. SAUCIER, C. Animação e interatividade na web. Markt Books, 2000. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006.
  30. 30. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO DESIGN DIGITAL II 2ª 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Gabriel Arroyo CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 X PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: A disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver “produtos digitais” os quais sejam planejados com o conhecimento não só das técnicas, mas que seja capaz de planejar, realizar, resolver problemas, propor soluções viáveis por meio de conhecimento holístico dos elementos que compõem a linguagem visual das mídias digitais. EMENTA: Aprimoramento dos elementos de design no sentido de provocar/produzir resultados eficientes e eficazes na composição visual digital concebendo produtos que atendam ao binômio navegabilidade e informação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Entender e sentir o que é design - Aula sensibilidade artística - Design como informação visual - Encontrando seu estilo 2. Stop Motion - Técnicas de produção - Conteúdo Teórico - Trabalho interdisciplinar 3. O aprimoramento do olhar para o desenvolvimento do conceito - Entender antes de fazer - Padrão visual - Conceito e criatividade 4. Estimulando a sensibilidade dos sentidos para criar - Aguçamento dos sentidos no processo de gerar informação - Observação de trabalhos 5. Desenvolvimento de logotipos e famílias tipografias - Técnicas para agrupamento de idéias - Teste de técnicas visuais e estilos - Composição dos elementos - Manual de identidade - Defesa e apresentação 6. Briefing e brainstorm para criação - Coleta das informações com o cliente - Discussão das idéias em grupo - organização da informação
  31. 31. 7. Rabiscar e “viajar”: Etapas para realizar um projeto Digital. - Estudo de interfaces antes do projeto - Papel antes do computador 8. Comunicação visual nas novas tecnologias: A comunicação está ao nosso redor. - Estudo da interferência da comunicação visual nas novas tecnologias - Tendências visuais e tecnologia 9. Design Centrado no usuário – Produtos digitais e ambientes acessíveis a todos. - O papel do designer frente ao usuário - Estudo da necessidade do usuário para adaptações no projeto - Precauções na comunicação visual para usuários 10. Redesign. Como aperfeiçoar um projeto “evolução”. - Melhoria de projetos e interfaces - Análise dos pontos que podem ser melhorados/adaptados - Uso dos estudos anteriores para adequação as novas tecnologias 11. Estética, Navegabilidade e Linguagem visual nas mídias digitais: aplicações - Não basta ser bonito. Precisa funcionar! - Testes de navegabilidade em diferentes interfaces - Estudo de interfaces em diferentes mídias digitais 12. Direção de arte: Definindo as técnicas de criação. - Estudo de técnicas de criação - Exercícios práticos visuais - Como trabalhar a informação 13. Estudo de símbolos - Estudo dos principais símbolos e suas culturas - Análise visual e interpretação - Uso da simbologia nas mensagens visuais 14. Argumentações estruturadas para defesa de projetos. - Preparação para apresentação de trabalhos visuais. - Diferentes ferramentas para apresentação de trabalhos - Pontos importantes a serem trabalhados 14. Desenvolvimento de produtos culturais criativos. - Estudo da cultura interessada - Criação do produto digital - Uso da identidade visual cultural 15. Estudo de Interface para tecnologias Móbile. - Estudo da tecnologia móbile - Estudo de interfaces - Criação de aplicativos/interfaces 16. Apresentação e exposição de trabalhos. 17. Analise de filmes. 18. Estudo de casos.
  32. 32. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Pesquisa avançada em sites que discutam Design Digital, com apresentação de relatório. Leitura e fichamento de artigos em revistas e sites especializados Atividades de caráter artístico que promovam a ampliação do conhecimento do aluno (teatro, cinema, artes plásticas etc.) Viagens para exposições e eventos ligados a Design / Artes CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: A avaliação da aprendizagem do aluno se dará por meio de provas dissertativas individuais, provas “práticas” individuais e exercícios práticos desenvolvidos em grupo e/ou individual. Nos seguintes trabalhos. - Descobrindo a sensibilidade para criar. - Desenvolvimento de logotipos e interfaces criativas e funcionais. - A comunicação visual ao nosso redor (fotos e composições informativas). - Desenvolvimento de produtos culturais criativos. - Análise de interfaces. - Redesenhando produtos e ambientes funcionais. - Apresentação e exposição de trabalhos. - Relatórios sobre filmes e textos. - Simbologia. - Exercícios em clase. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: No ciclo de recuperação o aluno deverá apresentar como avaliação um projeto de desenvolvimento de design digital a partir dos conceitos aprendidos em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus, 2005. BONSIEPE, Gui. Design: do material ao digital. Florianópolis: FIESSC/IEL, 1997 LÉVY, Pierre. O que é virtual?. São Paulo: Editora 34 ltda, 1996 JENKINS, H. Cultura da convergencia. São Paulo: Editora Aleph, 2011 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 200 LÉVY, Pierre. Cybercultura.São Paulo: Editora 34 ltda, 2000 NIELSEN, J.; LORANGER, H. Usabilidade na web: projetando websites com qualidade. Campus, 2007 CANCLINI, Nestor García. Culturas híbridas. São Paulo: Edusp, 2003 COSTA, DANIEL. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna, 2007. Assinatura:
  33. 33. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO IHC INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR 2 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Eduardo Pezutti Beletato dos Santos CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: OBJETIVO GERAL: Apresentar novas perspectivas das formas de interação humano-computador, visando facilitar a comunicação entre o homem e a máquina e ensinar para o aluno conceitos de navegação e interação em meios digitais, com ênfase na Internet, assim como aplicar conceitos de aplicabilidade, comunicabilidade e usabilidade na construção de websites, visando fornecer suporte às atividades cotidianas das pessoas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Proporcionar aos alunos a compreensão dos fundamentos teóricos e do conhecimento aplicado ao design de interação. 2) Proporcionar a compreensão gerencial para a identificação e seleção de métodos, técnicas e ferramentas necessárias à concepção e avaliação da usabilidade de interfaces com o usuário de sistemas interativos. 3) Ensinar como desenvolver telas e interfaces simplificadas para Internet e sistemas de informação, de modo a contemplar usuários com idades e perfis variados, como por exemplo, crianças, adultos e idosos, e também verificar necessidades para pessoas portadores de deficiência. 4) Proporcionar o desenvolvimento da capacidade de realização de atividades práticas de análise, especificação, projeto, testes, implantação, revisão e manutenção de interfaces. EMENTA: Fornecer aos alunos conceitos de interface, navegação e interação, com teoria a respeito dos fenômenos envolvidos, como modelos teóricos de desempenho e cognição humanos. Explicações e previsões para fenômenos de interação usuário-sistema e resultados práticos para o design de interação. Teste para prever e verificar se o sistema satisfaz as condições de usabilidade, aplicabilidade e comunicabilidade dos usuários. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: O que é Interface? Evolução de Interface e sua conceituação
  34. 34. Interação Humano-Computador Desafios e objetivos de IHC Princípios de Design Design de Interação Acessibilidade Usabilidade Validação de websites com as ferramentas atualmente propostas da W3C Critérios para avaliação de interfaces Avaliação de Interfaces Projeto de interface Novas perspectivas de interação humano-computador ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Palestra com profissionais da área Exibição de vídeos de novos produtos disponíveis que possuem formas inovadoras de interação CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Os critérios a serem adotados são assiduidade, interesse e desenvolvimento acadêmico e profissional de cada estudante. O modelo de avaliação contempla provas escritas e entregas de trabalhos individuais e coletivos. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Avaliação escrita e entrega de trabalhos individuais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ROCHA, Heloisa Vieira da; BARANAUSKAS, Maria Cecília Calani. Design e avaliação de interfaces humano-computador. Campinas: NIED, 2003. Disponível em <http://eurydice.nied.unicamp.br/publicacoes/livros.php> . Acesso em 11 dez 2010. (A publicação em questão pode ser adquirida via download gratuito) PREECE, J., ROGERS, Y., SHARP, H. Design de Interação: além da interação humano- computador. Bookman, 2005. Nielsen, J.; Loranger H. Usabilidade na web - Projetando Websites com qualidade. Campus, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KRUG, Steve. Não me faça pensar:uma abordagem do bom senso à navegabilidade da WEB. São Paulo: Market Books, 2001. MEMÓRIA, F. Design para a Internet: Projetando a experiência perfeita. Rio de Janeiro: Campus, 2005. Oliveira Netto, A. A. IHC - Interação Humano Computador - Modelagem e Gerência de Interfaces com o Usuário. Visual Books, 2004. NORMAN, D. Design Emocional. Rocco, 2008. Gomes Filho, João. Gestalt do Objeto: Sistema de leitura visual da forma. Ed. Escrituras, São Paulo, 2002.
  35. 35. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Metodologia de Projeto para Design Digital I 2 SEMESTRAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Sérgio Vinícius de Lima Grande CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Articular/relacionar teoria, método e técnica de pesquisa, por meio do aprendizado das principais etapas de uma pesquisa e sua documentação por meio de relatórios acadêmicos; Conhecer as principais fontes bibliográficas online, direcionando as pesquisas para o campo do Design; Considerando as diversas possibilidades de propostas e temas para os trabalhos de conclusão do curso de Design Digital a serem desenvolvidos na terceira série do curso, a disciplina Metodologia do projeto para Design Digital I tem como objetivo central permitir a estruturação dos projetos de pesquisa na forma de Pré-Projetos. Trata-se, portanto, de aprender pela pesquisa. EMENTA: Introdução aos métodos e técnicas de pesquisa de acordo com o tema/objeto proposto pelos grupos de trabalho. Subsídios conceituais para a elaboração de projetos e relatórios acadêmicos. Normas técnicas de estruturação dos projetos com base nas definições da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Questões conceituais e estruturais a respeito do projeto: O que é um projeto de pesquisa Estrutura básica de um projeto Questões relacionadas à subjetividade A escolha do tema para pesquisa A escolha do caminho/método e os tipos de pesquisa Pesquisas exploratórias Pesquisas descritivas Pesquisas explicativas Técnicas de Pesquisa Observação Depoimentos Entrevistas História de vida/trajetórias Orientações relativas às normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
  36. 36. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: 1º Bimestre: Trabalho em equipe. 2º Bimestre: Trabalho em equipe. Entrega do Pré – Projeto. Obs: Ainda que os trabalhos estejam sendo desenvolvidos em grupo, o(a) professor(a) que ministra a disciplina tem a prerrogativa de avaliar o desempenho individual de cada aluno(a) membro de grupo. Portanto, será considerado também o desempenho do aluno no interior do grupo de trabalho. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Reformulação do projeto de acordo com os conhecimentos teóricos, metódicos e técnicos construídos durante o semestre, para a conclusão do projeto em Design Digital. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CERVO, A.L; BERVIAN, P.A. Metodologia científica. São Paulo: Makron Books, 1996; 2002. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2002. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1999; 2002; 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LAKATOS E.M., MARCONI M.A. Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2005. LAKATOS E.M., MARCONI M.A. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 2006. GONSALVES, Elisa Pereira. Conversas sobre iniciação à pesquisa científica. Campinas, SP: Editora Alínea, 2001, 80p. GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999 SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 1993; 2002.
  37. 37. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Plástica II 2 ANUAL 2010 DOCENTE RESPONSÁVEL: Profa. Ms. Adeline Gabriela Silva Gil CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 120 2 120 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: - Abordar elementos de estética digital como aprofundamento da disciplina Plástica I, introduzindo os processos colaborativos em rede sob uma perspectiva ético-estética e evidenciando os desdobramentos dessas novas tendências criativas na atividade profissional do designer; - Proporcionar conhecimentos que são uma condição essencial para a concepção de objetos de design na atualidade, em um contexto de conexão e interação entre coletivos humanos e não-humanos em processos dinâmicos; - Levar os alunos a identificar as diferentes estratégias de comunicação e expressão presentes nas mais diversas produções no campo do design digital por meio de ferramentas teóricas e exercícios práticos. EMENTA: - Flusser e a filosofia do Design. Os conceitos de Projeto e Programa e sua relação com um novo paradigma de criatividade. A questão da autoria. - Processos colaborativos em ambiente digital. - Cibercultura. Diferenças entre os conceitos de Virtual e Digital. Interatividade. A linguagem digital como elemento de instauração estética. A estética da interface. - Introdução às teorias sistêmicas e sua relação com a criatividade. - Cibercidades, mídias locativas, computação ubíqua e realidade aumentada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: - Flusser e a filosofia do Design. Os conceitos de Projeto e Programa e sua relação com um novo paradigma de criatividade. - A questão da autoria: Software livre, Creative Commons, metarreciclagem, recombinação. - Breve histórico de projetos colaborativos (Séc. XX, Internacional Situacionista). - O pensamento coletivo: Comunidades virtuais, smart mobs, ciberativismo. - A Cultura do acesso. O conceito de cibercultura e suas implicações nas atividades do profissional de comunicação. O Universal sem totalidade. - As Tecnologias da Inteligência. Diferenças entre virtual e digital. Tipos/níveis de interatividade. - Ideografia dinâmica. Os 4 espaços antropológicos (Lévy); - O objeto de design como mediador da Inteligência Coletiva. - A estética da interface (Giannetti). - Introdução ao pensamento sistêmico e sua relação com a criatividade (conceitos de complexidade, interação, auto-organização, descentralização, entropia). - Cibercidades, mídias locativas, computação ubíqua e realidade aumentada. - Experimentações e análises de produções contemporâneas. ATIVIDADES EXTRA-CLASSE:
  38. 38. Todos os temas contarão com material de apoio (audiovisual, textual ou outro). Haverá abertura para a contribuição dos discentes, estabelecendo um fluxo transversal de informações e referências através da WWW, não restrita aos alunos da disciplina. Para cada tema abordado em aula, serão propostas atividades com grau de complexidade crescente, de acordo com o feedback da classe. As atividades poderão ocorrer em sala de aula ou entregues em data definida previamente pelo professor: - pesquisas de produções relacionadas aos temas abordados; - leitura dirigida e discussão; - produção de objetos relacionados aos temas da disciplina; - experimentações e visitas a eventos e exposições. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Para cada tema abordado em aula, será proposto um exercício e/ou uma tarefa a ser realizada em grupo ou individualmente. A participação do aluno é o principal critério de avaliação, seja em exercícios em sala de aula ou na realização de tarefas. A evolução do aluno em seu processo de aprendizagem poderá ser observada no decorrer do ano letivo através de: - desenvolvimento e aprofundamento nas atividades propostas; - criatividade; - capacidade de trabalhar em grupo; - pontualidade nas entregas. Cada atividade vale de 0 a 10 e a soma das notas será dividida pelo número de atividades para a obtenção da nota final. O atraso de até uma semana, na entrega das tarefas, acarretará na diminuição da nota em 40%. Após este período, serão consideradas como não entregues. A média mínima para aprovação é 6,0 (seis) e a freqüência mínima é de 75%. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Se a nota final for menor que 6,0 (seis), o aluno que tiver entregue mais de 75% das atividades e tiver freqüentado mais de 75% das aulas, poderá participar do ciclo de recuperação e realizar uma prova, podendo assim atingir a média da disciplina. Do contrário, não poderá ser promovido. A prova abordará os principais temas da disciplina, indicados no item “ementa”. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1992. LÉVY, P. O que é virtual? Rio de Janeiro : Editora 34,1996. PARENTE. A. (org.) Imagem - Máquina. A era das tecnologias do Virtual. RJ: Ed.34, 1993. ARANTES, P. Arte e Mídia no Brasil: perspectivas da estética digital. Disponível em: <http://www.cap.eca.usp.br/ars6/arantes.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011. BEIGUELMAN, G. O livro depois do livro. Disponível em: <http://www.desvirtual.com/thebook/ebook.htm>. Acesso em 28 jan. 2011. PLAZA, J. Arte e interatividade: autor, obra, recepção. Disponível em: <http://www.cap.eca.usp.br/ars2/arteeinteratividade.pdf>. Acesso em 28 jan. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BEY, H. TAZ – Zona autônoma temporária. Disponível em: <http://www.scribd.com/doc/16978783/Hakim-Bey-TAZ-Zona-Autonoma-Temporaria>. Acesso em 28 jan. 2011. CANCLINI, N. Consumidores e cidadãos: conflitos multiculturais da globalização. Rio de Janeiro: UFRJ, 1998. FLUSSER, V. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2010. _________. O universo das imagens técnicas. SP: Annablume, 2008. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006. LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. O Futuro do pensamento na era da informática. Coleção Trans, Rio de Janeiro: 34, 1993.
  39. 39. LUPTON, E.; PHILLIPS, J. C. Novos fundamentos do design. São Paulo: Cosac Naify, 2008. MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensão do homem. São Paulo: Cultrix, 1971. PIMENTA, E. Aquitectura no espaço em rede. No domínio do tangível ou do intangível? Disponível em: <http://www.asa-art.com/edmp/95rede1.doc> e <http://www.asa- art.com/edmp/95rede2.doc>. Acesso em 29 nov. 2009.
  40. 40. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Programação para Web II 2 ANUAL 2011 DOCENTE RESPONSÁVEL: Dênis Leonardo Zaniro CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 160 4 160 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Proporcionar conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para o desenvolvimento de hipertextos dinâmicos para ambientes interativos através de linguagem de marcação e linguagem de programação. Proporcionar conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para a criação de aplicações multimídia interativas por meio de kits de Desenvolvimento. EMENTA: Histórico, evolução e características da Internet. Revisão de HTML (HyperText Markup Language) e CSS (Cascading Style Sheets). Linguagem de scripts JavaScript. Linguagem de programação Java e a tecnologia Servlet. Introdução aos SGBDs e bancos de dados relacionais. Comandos básicos da linguagem SQL para acesso a bancos de dados. Criação de aplicações Web em Java com conexão a banco de dados. Introdução ao JSP. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Revisão da linguagem HTML e do padrão CSS - Introdução à Engenharia da Web, histórico e evolução da Internet - Introdução a WWW e ao protocolo HTTP - Revisão da linguagem HTML * Tratamento de textos, imagens e recursos de multimídia * Tratamento de links * Listas formatadas * Tabelas * Formulários * Objetos e plugins * Definição de folhas de estilo em CSS Introdução à linguagem JavaScript - Sintaxe básica da linguagem JavaScript - Tipos de dados, variáveis e instruções de entrada e saída de dados - Operadores aritméticos, relacionais e de atribuição - Estruturas de controle e operadores lógicos - Labels - Funções embutidas e funções definidas pelo usuário - Objetos - Tratamento de eventos Programação em Java para Web – Servlets - Histórico e principais características da linguagem Java - Introdução aos servidores WEB: características básicas e o servidor Tomcat - A tecnologia Servlet
  41. 41. * Características básicas * Ciclo de vida de um servlet * Atendimento de requisições * Geração de saída * Captura de parâmetros de requisição * Cookies e sessões Programação em Java para Web – Conexão com Banco de dados e introdução ao JSP - Introdução aos SGBDs e bancos de dados relacionais - Visão geral da linguagem SQL: operações de inserção, atualização, deleção e consulta - Processo de conexão com banco de dados - Introdução ao JSP: características básicas, ciclo de vida, elementos dinâmicos e tags - Utilização da tecnologia JSP para formatação do conteúdo de resposta para uma requisição ATIVIDADES COMPLEMENTARES: -Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de documentos hipertexto e aplicações multimídia desenvolvidas em grupo ou de forma individual; -Participação em Palestras e Grupos de Estudos de Mídias Interativas CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: -Avaliações teóricas dissertativas e de múltipla escolha -Avaliações práticas em laboratório -Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: -Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. Java: como programar. Tradução de Carlos Arthur Lang Lisboa. 4.ed. Porto Alegre : Bookman, 2003. HORSTMANN, C. S. & CORNELL, G. Core java. Makron Books, 2001. GOODMAN, Danny. Javascript: a Bíblia. Campus, 2001. 944p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CASTRO, Elizabeth. HTML 4 para a World Wide Web. 4 ed. Makron Books do Brasil, 2000. 534p. RAMALHO, José A. HTML dinâmico. 2 ed. Berkeley Brasil, 1999. 719p. MAZZETTI, Gerardo; MINK, Carlos. HTML 4 com XML. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000. 411p. KINGSLEY-HUGHES, A.; KINGSLEY-HUGHES, K. Iniciando em Javascript 1.5. Makron Books do Brasil, 2001. 299p. DEITEL, H.M.; DEITEL, P.J. . XML Como Programar. Bookman Companhia Ed, 2003.
  42. 42. U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Projeto Experimental para Design Digital I 2 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Maira Valencise Gregolin CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 320 4 320 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Orientar os alunos a elaborarem ciclos de projetos colaborativos, que consistem na aplicação de conceitos abordados relativos ao universo do designer digital. O processo de experimentação deve explorar as ligações e sobreposições entre midias, tecnologia e design. EMENTA: O Design é a alma das criações humanas – Steve Jobs A disciplina se propõe a encorajar os alunos a experimentarem a elaboração de interfaces tangíveis, valendo-se de conceitos consistentes na implementação de suas propostas. Estabelecido um fio condutor temático, os alunos são livres na utilização das ferramentas (hardware e software) para a criação, planejamento e produção de seus projetos. De maneira geral, a disciplina busca contribuir para a formação profissional do aluno, na medida que propicia condições de: colocar na prática de conhecimentos teóricos adquiridos em diversas disciplinas do curso adquirir uma atitude de trabalho sistematizado de forma colaborativa, desenvolvendo- lhe a consciência de organização, divisão de tarefas e produtividade incentivar o exercício do senso estético crítico e da criatividade sentir suas próprias deficiências e buscar seu aprimoramento Além dos próprios projetos, os alunos serão orientados a organizarem entre eles o design da exibição dos trabalhos finais resultantes da disciplina. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: A Cultura da Convergência
  43. 43. As mídias tradicionais e digitais As mídias sociais O Ativismo Digital Dispositivos Móveis Os artefatos lúdicos A linguagem dos games Introdução à Narrativa Transmídia – Everyday life with media Orientação e Apresentação de Projetos Intermediários e Trabalho Final ao longo do ano ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Manutenção de dialogo com alunos e acompanhamento das atividades desenvolvidas em rede social criada especificamente para essa disciplina, no link WWW.uniara.ning.com Ao final da disciplina, os alunos Irão elaborar um Relatório Técnico (RT) e Trabalho Final (TF) para avaliação. Ainda assim, todos os projetos intermediários (PI) desenvolvidos ao longo do ano serão avaliados. Incentivo à participação em eventos, congressos e visitas técnicas a empresas do setor. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Os critérios de avaliação da aprendizagem têm por objetivo avaliar o aluno tanto no contexto prático quanto no contexto teórico. Assim, no decorrer do curso, os alunos serão avaliados em diferentes aspectos: freqüência nos encontros participação nos projetos em andamento desempenho na elaboração e apresentação das etapas sequenciais do projeto participação do espaço virtual da disciplina, na plataforma NING Considerados esses aspectos, as notas serão sintetizadas através da fórmula: PA(3) + PI(3) + TF(2) + RT(2) /10 sendo: Participação do aluno nas atividades: PA Projetos Intermediários: PI Trabalho Final: TF
  44. 44. Relatório Técnico: RT CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: O aluno deverá assistir às aulas de recuperação e ao final entregar os trabalhos sobre os temas abordados em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: IGOE, T. Making things talk: practical methods. Sebastopol, CA: O´Reilly Media, 2007. GLANVILLE, R. Try again. Fail again. Fail better: the cybernetics in design and the design in cybernetics. In: Kybernetes. Vol.36, n° 9/10. 2007 p. 1173-1206. JENKINS, H. A cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008. JOHNSON, D. "Intelligent Design or Godless Universe? The Creative Challenges of World Building and Franchise Development," Franchising Media Worlds: Content Networks and The Collaborative Production of Culture, PhD Dissertation, University of Wisconsin-Madison, 2009. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GORDON, Bob e GORDON, Maggie. O guia completo do design gráfico digital: a chave do designer gráfico para os novos media. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.(p.182- 195) (p.148 -149). LUHMANN, N. Risk: a sociological theory. New York: A de Gruyter, 1993. SOMMERER, C.; JAIN, L.C.; MIGNONNEAU, L. (Ed.). The Art and the science of interaction design. Berlin Heidelberg: Springer-Verlag, 2008. SOMMERER, C.; MIGNONNEAU, L. (2005). Desigining emotional, metaphoric, natural and intuitive interfaces for interactive art, edutainement and mobile communications. In: Computer & Graphics 29, p.837-851. Disponível em <www.sciencedirect.com>. Acesso em out.2007. WEIBEL, P. (2007). It is forbidden not to touch: some remarks on the (forgotten parts of the) history of interactivity and virtuality. In: GRAU, O. (Ed.). MediaArtHistories. Cambridge: MIT Press. ______. (1996). The World as Interface: Toward the Construction of Context- Controlled Event-Worlds. In: DRUCKREY, T. (ed.) Electronic Culture: Technology and visual representation. New York: Apperture. ______. (2008). Intelligent beings in an intelligent universe. In Intelligente Ambiente/Intelligent Enviroment. p 06-26. s/d.
  45. 45. UNIARA Centro Universitário de Araraquara DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO SEQUENCIAL DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM WEB DESIGN DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO REDAÇÃO E HIPERTEXTO II 2 1 2 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): Fabricio José Mazocco CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Aprimorar as habilidades de redação e edição de textos; Criar um ambiente de produção textual colaborativo para web; Promover a utilização e familiaridade com softwares de produção, edição, revisão e publicação de textos na web; Apresentar uma revisão teórico-prática do conceito de hipertexto e outros relaiconados ao mundo digital; EMENTA: Reflexões teórico-práticas sobre o texto e sua evolução. Conceituação, história e prática do hipertexto. Colaboratividade e produção textual. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Convergência midiática O conceito de Hipertexto O que é hipertexto Metamorfose, Heterogeneidade, Multiplicidade e encaixe de escalas, Exterioridade, Topologia e Mobilidade de centros Intertextualidade, Multivocalidade, Descentralização e Intratextualidade História do hipertexto Noções básicas de hipertexto Tradição narrativa Representação gráfica Percursos de hipertexto Interface e interatividade Não-linearidade Reflexões sobre hipertexto Fragmentação ao longo da história Hipertexto x Hipermídia Link como elemento paratextual Como se chega ao fim da história? Não-Linearidade X Multilinearidade Oficina de produção textual colaborativa A produção textual em Blogs e redes sociais.
  46. 46. RECURSOS METODOLÓGICOS: A metodologia da disciplina poderá envolver, de acordo com o tópico, aulas expositivas; revisão bibliográfica; discussões em grupo; atividades de pesquisa na Internet; preparação de documentos eletrônicos (sites, blogs etc.); seminários; atividades individuais e coletivas em sala de aula e no Laboratório de Informática; exercícios práticos, individuais e coletivos. O desenvolvimento de atividades de extensão ocorrerá por meio da publicação de textos produzidos durante o semestre em sites, portais ou outros instrumentos de visibilidade na web. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Participação ativa nas atividades propostas; Posição crítica em relação às leituras e debates; Utilização da língua formal nas produções textuais; Correção e usabilidade da produção textual sugerida; CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Envolvimento no processo de ensino-aprendizagem; Evolução do aprendizado ao longo do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASTELLS, Manuel. A galáxia da Internet. RJ: Jorge Zahar Editor Ltda, 2004. LEVY, P. Cibercultura. São Paulo, Ed. 34, 1999. PIGNATARI, D. Informação Linguagem Comunicação. São Paulo: Ed. Cultrix, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA, D. Comunicações multimídia na internet - da teoria à prática. Ciência Moderna, 2007. BLIKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação Escrita. São Paulo: Ática, 2002.
  47. 47. MATERIAL ONLINE: ARAÚJO, Júlio César. Chats na Web: a linguagem proibida e a queda de tabus. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 8, número 2, maio/ago. 2008. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0802/05.htm>. Acesso em 14 mar 2011. BARBOSA, Ana Cristina Lima Santos. Leitura e Escrita na Web. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 5, número 1, 2005. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0501/08.htm>. Acesso em 14 mar 2011. HEINE, Palmira Bahia. Considerações sobre a cena enunciativa: A construção do ethos nos blogs. Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 8, número 1, jan./abril. 2008. Disponível em <http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0801/06.htm> Acesso em 14 mar 2011. MIELNICZUK, L. ; PALACIOS, M. . Considerações para um estudo sobre o formato da notícia na web: o link como elemento paratextual. In: X Compós - Encontro dos cursos de Pós-Graduação em Comunicação, 2001, Brasília, 2001. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2001_mielniczuck_linkparatextual.pdf>. Acesso em 14 mar 2011. MIELNICZUK, L. . Considerações sobre interatividade no contexto das novas mídias. In: André Lemos; Marcos Palacios. (Org.). Janelas do ciberespaço. Porto Alegre: Sulina, 2001. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2001_mielniczuk_interatividadenovasmidias.pdf>. Acesso em <14 mar 2011> PALACIOS, Marcos Silva. Hipertexto, Fechamento e o uso do conceito de não- linearidade discursiva. Lugar Comum, Rio de Janeiro, n. 08, p. 111-121, 1999. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/1999_palacios_hipertexto_naolinearidade.pdf>. Acesso em 14 mar 2011. PALACIOS, Marcos. Mundo Digital. In: RUBIM, Albino (org). Cultura e Atualidade no Vestibular. Salvador, EDFUBA, 2005. Disponível em <http://www.facom.ufba.br/jol/doc/2005_palacios_mundodigital.doc> Acesso em 14 mar 2011. PRIMO, Alex. Quão interativo é o hipertexto?: Da interface potencial à escrita coletiva. Fronteiras: Estudos Midiáticos, São Leopoldo, v. 5, n. 2, p. 125-142, 2003. Disponível em <http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/quao_interativo_hipertexto.pdf>. Acesso em 14 mar 2011.
  48. 48. U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO SEMESTRE ANO WEBMARKETING 2ª 1º ----- 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL (EIS): CARLOS EDUARDO PIKEL PEREZ CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 40 2 40 ----- ----- PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Conduzir os alunos à formação de competência na área de webmarketing, trabalhando de maneira moderna e interativa a construção de técnicas de comunicação aplicadas ao ambiente eletrônico da WEB. Para tanto, propõe-se a base da teoria de marketing para então alinhar tais conceitos à realidade virtual. A partir dos conceitos bem delineados, pode-se propor linhas eficazes de comunicação eletrônica que tenha como objetivo precípuo a obtenção de informações que possam gerar estratégias eficazes para a divulgação de produtos e serviços dos clientes contratantes do serviço. EMENTA: Base teórica e atividades práticas de marketing. O mix de marketing. Adaptação da linguagem de marketing às necessidades e dinamismo da web. O que vem gerando resultado para gerar percepção de qualidade sobre produtos e serviços. Identificação de objetivos. Identificação de clientes potenciais e seleção de clientes reais. Eficácia da linguagem de marketing com foco nos resultados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1º Bimestre 1- Base teórica de marketing. Conceitos e evolução. Abordagem de autores nacionais e internacionais. Análise de Cases. 2- Avaliação da base teórica de WEB. Análise da trajetória de sites (provedores de acesso, ferramentas de busca, sites comerciais, sites de entretenimento). 2º Bimestre
  49. 49. 3- Análise dos sites e das estratégias de marketing usadas para descobrir, persuadir e transformar necessidades e desejos de compra em dividendos para a empresa. 4- Construção de estratégias de marketing para empresas. ATIVIDADES COMPLEMENTARES: Leitura e discussão de artigos, livros e papers relativos ou não à disciplina; Visitas técnicas e feiras; Visita à agências e empresas de construção de sites e/ou especializadas na criação de estratégias mercadológicas para web. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: Avaliação por meio de provas bimestrais e atribuição de notas complementares quando da apresentação de seminários em sala de aula. Haverá ainda atribuição de conceitos por participação e debates em sala de aula, bem como comportamento e respeito ao direito dos demais colegas e do professor. Também será analisada para efeito de retirada de pontos que compõe a nota bimestral e final do aluno a análise de Língua Portuguesa, considerando a relevância da boa escrita na formação acadêmica e profissional do aluno. A prova substitutiva, destinada àqueles alunos que não fizeram, por qualquer razão, uma das provas bimestrais previstas no calendário regular ao longo do semestre, poderá ser realizada em dia normal de aula, na semana que antecede ao início do Ciclo de Recuperação. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: Conforme calendário estabelecido pela coordenação do curso, pela chefia de departamento e pela pró-reitoria acadêmica, o Ciclo de Recuperação será oferecido àqueles alunos que não obtiverem notas ou freqüência mínima condizentes com os critérios previamente estabelecidos. A avaliação no Ciclo compreenderá aula expositiva seguida de avaliação que poderá se dar por meio de prova tradicional ou construção de qualquer outro formato de trabalho que certifique o docente da disciplina de que o aluno está ou não apto à aprovação na referida disciplina.
  50. 50. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARPENTER, P. E-Brands: como se constrói uma empresa na internet. Qualitymark, 2000. SAAD, B. Estratégias para mídia digital. Senac, 2003. LIMA, A. B. E.LIFE: idéias vencedoras para marketing e promoção na web. Alta Books, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MCKEOWN, M. E-Customer. 1. ed. Makron Books, 2003. KOTLER, P. Marketing para o Século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. 5. ed. São Paulo: Futura, 2000. KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1998. KOTLER, P.; ARMSTRONG, G. Princípios de Marketing. 9. ed. São Paulo: Pearson- Prentice Hall, 2003. CHLEBA, M. Marketing digital: novas tecnologias e novos modelos de negócios. São Paulo: Futura, 1999. COBRA, M. Marketing básico: uma abordagem brasileira. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997. GRACIOSO, F. Contato imediato com Marketing. São Paulo: Global, 1988.
  51. 51. 9.3. Conteúdos Programáticos das disciplinas da terceira série Disciplinas curriculares da terceira série – Grade curricular 2012 1. ANIMAÇÃO DIGITAL II 2. ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA 3. DESIGN DE INTERAÇÃO 4. FILOSOFIA E LINGUAGENS HÍBRIDAS (1º semestre) 5. PROJETO EXPERIMENTAL EM DESIGN DIGITAL II 6. MÍDIAS DO CORPO 7. METODOLOGIA DE PROJETO PARA DESIGN DIGITAL II 8. NARRATIVAS AUDIOVISUAIS 9. SOUNDESIGN (2º Semestre)
  52. 52. U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO Animação Digital II 3 ANUAL 2011 DOCENTE RESPONSÁVEL: Davi Antonio da Rosa CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Apresentar o campo da animação para os alunos, introduzindo variadas técnicas de animação e mostrando como utilizá-las juntamente com os princípios fundamentais da animação para produzir animações de qualidade. Fazer os alunos compreenderem o fluxo de trabalho de uma animação e produzirem uma animação que passe por todas as etapas apresentadas. EMENTA: Conceitos de Animação 3D aplicados no Blender: Interface, Modelagem, Rigging, Animação, Texturização, Iluminação, Render, Exportação , Camera Tracking e Composição. Princípios básicos de Estereoscopia . Produção de vídeo : Conhecendo equipamentos, Fotografia, Iluminação, Chromakey, Autoração de DVD . Storyboards e Storyreels . Motion Graphics com After Effects. Princípios de Edição de vídeo. Atuação para animadores . Produzir um curta-metragem que misture vídeo com animação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Apresentação e discussão sobre o campo -Apresentação Pessoal. -Ouvir sobre expectativas e sobre o conhecimento dos alunos nesta área. -Apresentação da disciplina. -Apresentar as ferramentas de avaliação para esta disciplina. -Definir cronograma de entrega de trabalhos. Animação 3D com Blender -Interface, Modelagem, Rigging, Animação, Texturização, Iluminação, Render, Exportação Efeitos Visuais
  53. 53. -Camera Tracking -Composição. -Chroma Key Organização da Produção -Decupagem da produção; -Pesquisa de produção; -Como escrever um roteiro – formatação e organização -Usando o Celtx para organizar projetos -Storyboard – o que é e como funciona -Os tipos de storyboard -A linguagem dos storyboards -O que é um storyreel Montagem e Edição -O que é montagem -Conceitos de edição -Significado das transições e cortes -Cadência -Usando software de edição (Premiere) Motion Graphics com After Effects -Composições básicas, efeitos, máscaras, animações -Correção de cor – importância e fluxo de trabalho. -Princípios básicos do design em movimento. Princípios básicos de cinematografia -Elementos da Linguagem Audiovisual -Fundamentos da dinâmica visual -Planos: Enquadramento, Movimentos, Pontos de vista, Posição, Angulação -Iluminação: -características da luz, tipos de fonte de luz, etc. -Como é a luz num ambiente natural -Filtros e difusores. -Iluminação básica de três pontos. -Projeto de Iluminação e captação -Preparando o ambiente -Características e funcionamento do vídeo digital. -Resolução -Entrelaçamento -Padrões de vídeo - Tanto SD como HD -Subamostragem de Chroma -Codecs -Containers -Conhecendo o equipamento -Meios - Fitas X mini-DVD x cartão de memória x HDD - Partes móveis X Fixas
  54. 54. -Codecs - DV x MPEG2-DVD x M2TS x AVCHD, -Tamanho do sensor - FoV, Sensibilidade, noise ratio, etc, -Lentes e resolução da lente ATIVIDADES COMPLEMENTARES: -Assistir a vídeos históricos e de referência na área. -Planejamento, Projeto, Criação e Desenvolvimento de Animações em grupo ou de forma individual; -Participação em Palestras e Fóruns sobre o assunto. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: -Avaliações práticas em laboratório -Exercícios e trabalhos teóricos e práticos em sala de aula e em casa -Projeto audiovisual prático que aplicará todos os conhecimentos adquiridos nos módulos anteriores. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO PARA CICLO DE RECUPERAÇÃO: -Avaliação teórica e prática em sala de aula ou laboratório BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MILBURN, K. & CROTEAU, J. Flash 4: animação na web. Makron Books, 2000. BARBOSA JÚNIOR, Alberto Lucena. Arte da Animação: Técnica e estética através da história. São Paulo: Editora SENAC, 2002. DONDIS, Donis. Sintaxe da linguagem visual. São Paulo: Martins Fontes, 1991. FIELD, Syd. Manual do roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico. Rio de Janeiro, Objetiva, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRANKLIN, D. Macromedia Flash 5. Ed. Campus, 2001. PEDROSA, Israel. Da cor à cor inexistente. Leo Christiano Editorial, 2002. SAUCIER, C. Animação e interatividade na web. Markt Books, 2000. MURRAY, Janet. Hamlet no holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. São Paulo: Unesp: Itaú Cultural, 2003. GIANETTI, C. Estética Digital. Sintopia da arte, a ciência e a tecnologia. Belo Horizonte: Editora C/ Arte, 2006.
  55. 55. U N I A R A C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O D E A R A R A Q U A R A DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS CURSO DE GRADUAÇÃO EM DESIGN COM HABILITAÇÃO EM DESIGN DIGITAL DISCIPLINA SÉRIE CÓDIGO PERIODICIDADE ANO ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEA 3 ANUAL 2012 DOCENTE RESPONSÁVEL: Itamiro Nogueira CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA SEMANAL DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRA 80 2 80 PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: A disciplina busca oferecer uma visão ampla das diversas modalidades não- tradicionais da arte contemporânea, imprescindíveis na formação e qualificação deste novo profissional. Combinando o conhecimento da prática técnica e criação artística, enfatizando a atuação do computador como elemento transformador e instaurador de novos processos, novas metodologias e novas questões na criação artística. Para tanto, propõe-se leitura e análise dos novos meios digitais e sua potencialização da criatividade e capacidade para gerar conteúdos expressivos e esteticamente significativos. A inserção na prática artística de técnicas e de tecnologias na produção de grandes transformações no mundo da produção e criação atuais. EMENTA: As vanguardas artísticas. A institucionalização do modernismo. Indústria cultural. Produção erudita x produção de massa. Cultura popular e cultura pop. A contracultura. O kitsch. A ascensão do pós-modernismo. História do pós-modernismo. Pós-modernismo e artes literárias. Pós-modernismo e artes visuais. Pós-modernismo e música pop. Pós-modernismo e audiovisual. Arte e performance. Corpo e plataformas estéticas. Arte e vida cotidiana. A rua e o “novo museu”. Sexualidade e afeto. Pastiche. Paródia. Intertextualidade. O jogo das identidades na arte contemporânea. Globalização e multiculturalismo. Feminismo. Movimentos culturais. Narrativas pós- modernas: tempo, espaço, fragmentação e linearidade – arte “videoclípica”. A crítica de arte no Brasil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Entendimento dos problemas relacionados à criação, fruição e reflexão crítica, historiográfica e teórica no campo da Arte e da Cultura Contemporânea, estabelecendo uma intervenção qualificada nas práticas de pesquisa e experimentação. A desmaterialização da obra de arte, novas teorias sobre o campo artístico na sociedade, a importância do corpo e tendências recentes. O processo de construção dos sentidos em novos movimentos artísticos que
  56. 56. perpassam as fronteiras da mídia e dos suportes, não ficando mais presos aos materiais ou a metodologias específicas. Divisão em módulos cronológicos: A Modernidade As vanguardas artísticas. A institucionalização do modernismo. Indústria cultural. Contraposições Produção erudita x produção de massa. Cultura popular e cultura pop A contracultura. O kitsch. A Pós-modernidade A ascensão do pós-modernismo. História do pós-modernismo. Pós-modernismo e artes literárias. Pós-modernismo e artes visuais. Pós-modernismo e música pop. Pós-modernismo e audiovisual. Sujeitos e objetos da nova cultura tecnológica O corpo ao centro de experimentações Arte e performance. Corpo e plataformas estéticas. (performances e mídia performances) Arte e vida cotidiana. Novos suportes. Estrapolações Arte coletiva e arte de participação: formas interativas Instalações ambientais e multimídia: espaços multisensoriais A rua e o “novo museu”. Sexualidade e afeto. Formas emergentes da arte e do discurso contemporâneo Pastiche. Paródia. Intertextualidade. Hipermídia/Hipertexto Tecnologia e subjetividade (Novas Identidades): O Indivíduo e as novas formas de realidade social.

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