Trabalho torias da dança dezembro 2011 2

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Trabalho torias da dança dezembro 2011 2

  1. 1. DISCIPLINA: Teoria da Dança PROF.: Ana Cristina C. Pereira CURSO DE GRADUAÇÃO DE DANÇA/UFMG 2-2011 ALUNAS: Danielle Márcia Fernandes Sarah Guimarães Fernandes
  2. 2. <ul><li>José Limón nasceu em 1908, em Culiacán, México. Em 1918, devido à Revolução Mexicana, a Academia de Música em que seu pai trabalhava fechou, forçando a família a emigrar para os Estados Unidos. Limón chegou em Nova York em 1928, sem intenções de iniciar na dança. Iniciou os estudos em música com seu pai e posteriormente no colégio. Quando descobre sua habilidade para pintura, abandona a universidade para seguir a carreira. Ainda em 1928, Limón assiste a uma apresentação de um aluno de Mary Wigman, o alemão Kreutzberg sua dança combinava a força de um rigoroso treinamento de balé com uma extraordinária capacidade de transmitir emoções por mais simples dos movimentos. O contexto da dança moderna americana, influenciou Limón. Impressionado, decide começar a dançar. </li></ul><ul><li>Iniciou sua experiência com a dança no Humphrey-Weidman Studio, um dos poucos que aceitavam homens como estudantes. Foi onde conheceu pessoas que mudariam sua vida. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Por iniciar aos vinte anos, idade considerada avançada para começar um trabalho serio na dança, mergulhou no trabalho. Dois anos após iniciar suas aulas de dança, José Limon apresentou suas primeiras coreografias, tornando-se membro da Humphrey-Weidman Company. Em 1940, deixa a companhia para atuar por conta própria. </li></ul><ul><li>A partir de 1941, iniciou-se uma nova fase em sua carreira. Doris Humphrey convida-o à voltar para sua companhia. Limón tornou-se o bailarino principal e adquiriu maturidade como coreógrafo. </li></ul><ul><li>Em 1940, como naturalizado cidadão americano, foi convocado para a guerra. Quando dispensado da guerra, Doris Humphrey havia parado completamente de dançar e o Studio passou a ser dirigido por Charles Weidman. Limón decide então criar sua própria companhia. </li></ul><ul><li>Humphrey viu o empreendimento de José Limon, como a resposta para a continuação de sua dança, e ela começou a coreografar para a sua Companhia. Em 1949 Limón coreografou e estreou The Moors Pavane , sua obra-prima aclamada pela crítica. Durante o final dos anos 1960 Limón desenvolveu um trabalho fervoroso. Ele estava lutando contra o tempo e contra o câncer, chegando a falecer em 1972. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A técnica de José Limón expressa um profundo entendimento e respeito pelas alegrias e dores da experiência humana. Para ele, dança era mais do que uma série de movimentos  bem executados. É a inevitável expressão do espírito humano. Ensinou a transcender sua formação técnica rigorosa, a fim de encontrar suas próprias motivações dramáticas e emocionais para a dança. Aprendeu a controlar o peso e o corpo dentro da técnica de Humphrey. Dentre os princípios de sua técnica encontramos inspirações da técnica de Humphrey como “fall and recovery” queda e recuperação, suspensão. </li></ul><ul><li>Começou a conceber o corpo humano como uma orquestra em que diferentes partes do corpo são como instrumentos. Este será o conceito central para sua dança. O processo de aprender como mover cada parte separadamente e depois em conjunto e como aprender o controle do peso em cada parte do corpo que se move. Esta consciência do peso e do poder que contém, marcou seu estilo. O sistema ensinou a lidar com o complexo de distribuição de peso no corpo e acrescentou uma nova dimensão para o desenvolvimento da técnica de Doris e Charles. Partindo do conceito de que a dança está em constante desenvolvimento e crescimento. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Contração : contração do tronco à frente do corpo (posição fetal) </li></ul><ul><li>Expansão : posição inicial na qual as partes do corpo encontram-se afastadas e os músculos relaxados. </li></ul><ul><li>Oposição : movimentos de oposição proporcionam o </li></ul><ul><li>alongamento a partir do distanciamento de partes opostas </li></ul><ul><li>do corpo. </li></ul><ul><li>Sucessão: é o caminho seqüencial de movimento através das partes do corpo. </li></ul><ul><li>Torções : ocorre a partir do movimento de oposição entre membros superiores e inferiores do corpo. Em alugas posições, </li></ul><ul><li>será verificado a partir dos movimentos de oposição. </li></ul>
  6. 6. Descrição dos movimentos Fase 1: Iniciar o movimento para a esquerda. Realiza-se uma contração do tronco ao mesmo tempo em que recolhe-se os membros flexionando-os e aproximando-os à frente do corpo e o tronco também (posição fetal). Os braços retornam para a posição inicial (expansão) e devem abrir passando pelo chão, por cima da cabeça, terminando em forma de cruz. A passagem é realizada em sucessão. Porém os membros inferiores manterão a postura anterior, assim ocorrerá uma torção de tronco. Em seguida, os braços voltam a posição fetal, flexionados a frente do tronco pelo mesmo caminho e retorna–se a posição inicial de expansão (estrela). A passagem é realizada em sucessão. A Movimentação é repetida para a direita. Fase 2 : A partir da primeira posição de expansão (estrela), inicia-se para a esquerda. Recolhe-se em posição fetal: tronco contraído, cabeça ao lado e pernas e braços flexionados à frente do tronco, e alonga-se ao lado somente os membros inferiores, realizando-se uma oposição e torção do tronco. Repetir essa movimentação para o lado direito.
  7. 7. <ul><li>Fase 3 : </li></ul><ul><li>Inicia-se para a esquerda, a partir da posição fetal ou recolhida, abre-se os braços passando pelo chão e por cima da cabeça, e as pernas serão alongadas porém para o lado direito a perna direita estará por cima da esquerda fazendo uma torção ou oposição, daí se realizará um movimento de “moinho”, os braços passarão pelo tronco de forma alternada, e nos membros inferiores a passagem será feita a partir da perna que se encontra por cima, ela será a propulsora do movimento, ao chegar a posição alongada em decúbito ventral, a passagem será em sucessão para estar novamente em decúbito dorsal, os braços e as pernas acompanham o movimento já ganhando o alinhamento necessário a próxima movimentação. Os pés ficarão apoiados com a planta ao chão e as pernas estarão flexionadas. Ao chegar a essa posição os braços estarão ao lado do corpo, alinhados ao ombro. Será realizada uma elevação de quadril, de maneira que ele ficará alinhado aos joelhos, formando uma angulação de 90º. O quadril será abaixado e volta-se a posição de estrela. Repetir essa movimentação para o lado esquerdo. Termina-se o exercício em posição de expansão, tal como começou. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  8. 8. <ul><li>CABEÇA </li></ul><ul><li>TRONCO </li></ul><ul><li>BRAÇO </li></ul><ul><li>PERNA </li></ul>neutra Ao lado neutro Contração p/ direita Contração p/ esquerda Torção Ao lado Flexionado Para cima Para baixo Esticada Flexionada Ao lado De costas Elevação de quadril Direita Esquerda Chão Tempo em seg. Sucessão
  9. 12. REPRESENTAÇÃO DA DANÇA GRAVADA EM FORMA DE NOTAÇÃO
  10. 14. <ul><li>LEWIS, Daniel. The Illustred Dance Technique of josé Limón. New York.: Cambridge. 1984 </li></ul><ul><li>MENDO, Gil. Manual de Análise e Notação de Movimento. Disponível em http://pt.scribd.com/doc/39357706/Analise-e-notacao-movimento-manual-1 . Acesso: 08/11/2011 ) </li></ul>

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