MINISTÉRIO DA DEFESA 
EXÉRCITO BRASILEIRO 
COMANDO DEOPERAÇÕES TERRESTRES 
Caderno de Instrução 
RECONHECIMENTO, ESCOLHA E...
MINISTÉRIO DA DEFESA 
EXÉRCITO BRASILEIRO 
COMANDO DEOPERAÇÕES TERRESTRES 
PORTARIA Nº COTER, DE DE DE 2004. 
Caderno de I...
ÍNDICE DE ASSUNTOS 
Pag 
CAPÍTULO1 –GENERALIDADES 
ARTIGOI - INTRODUÇÃO......................................................
1 - 1 
CAPÍTULO 1 
GENERALIDADES 
ARTIGO I 
INTRODUÇÃO 
1-1. FINALIDADE 
O reconhecimento, escolha e ocupação de Pos (REOP...
1-2/1-3 CI 6-16/1 
1 - 2 
g.Aexistência de uma Norma Geral deAções (NGA) é primordial para a boa 
execução dos trabalhos. ...
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ARTIGO II 
AÇÕES A REALIZAR 
1-4. RECONHECIMENTO 
1-5. ESCOLHA 
* RELATÓRIOS 
* EXECUÇÃO DA DECISÃO 
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2 - 1 
CAPÍTULO 2 
REOP NA Bia LMF 
ARTIGO I 
INTRODUÇÃO 
O REOP da Bia LMF compõe-se de etapas executadas com a finalidad...
2-2/2-3 
2-2. RECEBIMENTO DAS ORDENS 
2 - 2 
As ordens para a ocupação da Pos podemser escritas ou verbais. 
Se o Cmt da B...
CI 6-16/1 2-4 
2-4. EXECUÇÃO DOS TRABALHOS DE RECONHECIMENTO DE 1º ESCALÃO 
a. Após a decisão preliminar do Cmt, iniciam-s...
2-4 CI 6-16/1 
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b.Aconstituição das equipes de Rec não é fixa, podendo variar emfunção da 
disponibilidade de pessoa...
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2) Região de desdobramento (A Pos) 
Fatores e Aspectos 
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Efeitos das Condi...
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2-5. APRESENTAÇÃODOS RELATÓRIOSAO COMANDANTE 
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EXEMPLO DE DECISÃO FINAL 
SCmt, S1 e S4 
Ocupema Área de PC “2” e iniciemsua instalação. 
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b. A Pos 
Vtr Função Missão 
1/4 Ton 
S2 e S3 
Reúnem e conduzem os elementos 
que participam do rec...
CI 6-16/1 27/2-8 
2 - 9 
2-8. OCUPAÇÃO DE POS E O DESDOBRAMENTO DABATERIA 
a. Realizados os Rec de 1º e 2º Esc, inicia-se ...
2-8 CI 6-16/1 
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Elemento Missões 
Legenda: (1) Omitido; 
(2) Sempre anunciado 
b)Ordemde Tiro (do S3 para a Linha d...
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Elementos 
Padrão Exemplo 
Unidade Tiro na 
eficácia (Efi) (1) 1ª Seção 
LMU que ajusta (2) 02 
método Trio...
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Unidade Tir na Eficácia (1) - 1ª Seção 
Desencadeamento (1) - HNA 1530 
Hora da ocupação (1) - Pos Ocp 1520...
3 - 1 
CAPÍTULO 3 
SITUAÇÕES PECULIARES 
ARTIGO I 
REOP COM TEMPO RESTRITO 
3-1. FINALIDADE 
A entrada emPos comtempo rest...
A - 1 
ANEXO A 
RECONHECIMENTO DA ÁREA DE POS 
A Pos (Fig 01) corresponde à porção do terreno onde a Bia de tiro ocupará 
...
A - 2 
Fig 01
B - 1 
ANEXO B 
ORGANIZAÇÃO DO PC 
Fig 02
C - 1 
ANEXO C 
ORGANIZAÇÃO DA POS DE TIRO 
1. Determinada a Pos da UCF e materializada a DGT, cada CL reconhece a 
Pos da...
C-2 CI 6-16/1 
2. Na Pos Tir, adota-se o seguinte procedimento: coloca-se uma estaca na 
Pos da luneta e uma baliza no lan...
D - 1 
Anexo D 
Lista de Abreviaturas 
A Pos Área de Pos 
A Mnt Área de Manutenção 
A Coz Área de Cozinha 
AD Artilharia D...
Efi Eficácia 
Enc Mat Encarregado deMaterial 
Esc Escalão 
Esc Sp Escalão Superior 
Estac Estacionamento 
Fgt Foguete 
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CADERNO DE INSTRUÇÃO RECONHECIMENTO, ESCOLHA E OCUPAÇÃO DE POSIÇÃO NA BATERIA DE LANÇADORES MÚLTIPLOS DE FOGUETES CI 6-16/1

  1. 1. MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO DEOPERAÇÕES TERRESTRES Caderno de Instrução RECONHECIMENTO, ESCOLHA E OCUPAÇÃO DE POSIÇÃO NA BATERIA DE LANÇADORES MÚLTIPLOS DE FOGUETES 1ª Edição - 2004 Experimental CI 6-16/1 Preço: R$ CARGA EM______________
  2. 2. MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO COMANDO DEOPERAÇÕES TERRESTRES PORTARIA Nº COTER, DE DE DE 2004. Caderno de Instrução CI 6-16/1 Reconhecimento Escolha eOcu-pação de Posição Na Bia LMF OCOMANDANTEDEOPERAÇÕESTERRESTRES, no usoda dele-gação de competência conferidapelaletrae), do itemXI,Art. 1°daPortarian°761, de 2 de dezembro de 2003, do Gab Cmt Ex, resolve: Arto. 1ºAprovar, emcaráter experimental, oCaderno de Instrução CI 6-16/1 Reconhecimento, Escolha e Ocupação de Posição na Bia LMF. Art. 2ºEstabelecerquea experimentação desteCadernode Instrução seja realizada durante os anos de instrução de 2004, 2005 e 2006. Art. 3º Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação. Gen Ex VIRGILIO RIBEIRO MUXFELDT Comandante de Operações Terrestres
  3. 3. ÍNDICE DE ASSUNTOS Pag CAPÍTULO1 –GENERALIDADES ARTIGOI - INTRODUÇÃO.....................................................................1 - 1 1-1.Finalidade ....................................................................................1 - 1 1-2. Reconhecimento, Escolha e Ocupação de Pos ...........................1 - 1 1-3.Generalidades .............................................................................1 - 2 ARTIGO II - Instrução Militar ...............................................................1 - 3 1-4.Reconhecimento ..........................................................................1 - 3 1-5.Escolha .......................................................................................1 - 3 1-6.Ocupação ....................................................................................1 - 3 CAPÍTULO 2 – REOP NA Bia LMF ARTIGOI - INTRODUÇÃO.....................................................................2 - 1 ARTIGO II - FASES DO REOP .............................................................2 - 1 2-1.Generalidades .............................................................................2 - 1 2-2.Recebimento dasOrdens ............................................................2 - 2 2-3.TrabalhosPreparatórios ...............................................................2 - 2 2-4. Execução dos Trabalhos de Reconhecimento de 1º Escalão .......2 - 3 2-5.Apresentação dosRelatórios aoComandante .............................2 - 6 2-6.DecisãoFinal doComandante .....................................................2 - 6 2-7. Execução do Reconhecimento de 2º Escalão .............................2 - 7 2-8. Ocupação de Pos e o Desdobramento da Bateria .......................2 - 9 CAPÍTULO3 –SITUAÇÕESPECULIARES ARTIGO I - REOP COMTEMPO RESTRITO............ ............................3 - 1 3-1.Finalidade ....................................................................................3 - 1 ARTIGO II - REOP NOTURNO ......................... ...................................3 - 1 3-2.Generalidades .............................................................................3 - 1 ANEXOS “A” Reconhecimento da Área de Pos ............ ..................................A - 1 “B” Organização do PC ............ ........................................................B - 1 “C” Organização da Pos de Tiro ............ ...........................................C - 1 “D” Lista de Abreviaturas ............ .....................................................D - 1 O presente Caderno de Instrução temcaráter experimental. Portanto serão muito úteis as sugestões envidas para o COTER - 1a Subchefia. QG Ex - Bloco H - SMU 70630-901-Brasília-DF
  4. 4. 1 - 1 CAPÍTULO 1 GENERALIDADES ARTIGO I INTRODUÇÃO 1-1. FINALIDADE O reconhecimento, escolha e ocupação de Pos (REOP) da Bateria de Lançadores Múltiplos de Foguetes (Bia LMF) tem, por finalidade, possibilitar o deslocamento damesma de uma Zona de Reunião (ZReu), de umestacionamento ou de uma coluna de marcha para uma área que permita o desdobramento do Posto de Comando (PC) e da Área de Pos (A Pos). Esta se caracteriza por comportar o local para desencadear os fogos necessários ao cumprimento da missão. 1-2. RECONHECIMENTO, ESCOLHAE OCUPAÇÃO DE POS a. Não há normas rígidas a seremseguidas. Entretanto, existemprincípios que devemser observados e tarefas que precisamser feitas. b. Missão, terreno, condições meteorológicas, tempo disponível e tipo de foguetes (Fgt) disponíveis norteiama conduta a ser seguida. c. O conhecimento profissional, a preparação e a iniciativa dos quadros determinam o sucesso da missão. d.O constante treinamento no terreno assegura a perfeita coordenação dos trabalhos e o menor tempo na execução das tarefas. e. O planejamento do REOP é centralizado e a sua execução descentralizada. f. A liderança dos comandantes (Cmt) de frações, aliado à disciplina e ao conhecimento da missão assegurama continuidade deApoio de Fogo (Ap F) da artilharia de Fgt.
  5. 5. 1-2/1-3 CI 6-16/1 1 - 2 g.Aexistência de uma Norma Geral deAções (NGA) é primordial para a boa execução dos trabalhos. h. Nunca negligencie as normas de segurança (Seg) durante os trabalhosde REOP. 1-3.GENERALIDADES Na Bia LMF, o REOP é planejado para ocupação do PC e A Pos simultaneamente, sendo que a APos, geralmente, é constituída por uma ou duas posições de espera (Pos Espa) e quatro posições de tiro (Pos Tir).
  6. 6. 1-4/1-6 1 - 3 ARTIGO II AÇÕES A REALIZAR 1-4. RECONHECIMENTO 1-5. ESCOLHA * RELATÓRIOS * EXECUÇÃO DA DECISÃO 1-6.OCUPAÇÃO * TRABALHOS PREPARATÓRIOS - Estudo de situação na carta - Plano de Reconhecimento (Rec) - Organização do Rec * EXECUÇÃONO TERRENO CI 6-16/1
  7. 7. 2 - 1 CAPÍTULO 2 REOP NA Bia LMF ARTIGO I INTRODUÇÃO O REOP da Bia LMF compõe-se de etapas executadas com a finalidade de deslocá-la, de uma Z Reu para umaAPos, a fimde que oAp F possa ser iniciado. Sua execução judiciosa permitirá obter volume e potência de fogo, bem como a rapidez no engajamento do inimigo, permitindo que a Divisão de Exército possa contar comoAp F no momento e locais necessários à sua manobra. ARTIGO II FASES DO REOP 2-1. GENERALIDADES Os trabalhos da REOP são procedimentos adotados, simultâneos ou sucessivos, comvistas ao cumprimento de uma missão. Escritas Verbais
  8. 8. 2-2/2-3 2-2. RECEBIMENTO DAS ORDENS 2 - 2 As ordens para a ocupação da Pos podemser escritas ou verbais. Se o Cmt da Bia for ao encontro do escalão superior para o recebimento da missão, poderá levar, de acordo coma situação, todo ou parte do 1º Esc Rec. 2-3. TRABALHOS PREPARATÓRIOS ESTUDO DE SITUAÇÃO NA CARTA PLANO DE RECONHECIMENTO ORGANIZAÇÃO DO Rec 1º Esc CI 6-16/1
  9. 9. CI 6-16/1 2-4 2-4. EXECUÇÃO DOS TRABALHOS DE RECONHECIMENTO DE 1º ESCALÃO a. Após a decisão preliminar do Cmt, iniciam-se os trabalhos de Rec 1º Esc, que procuramverificar, “in loco”, as condições para o desdobramento, tanto dasA Pos como das Áreas de PC. Exemplo de decisão preliminar do Cmt: 1) ReconhecerAPos, priorizando as Pos Tir e Pos Espa da seguinte forma: 2 - 3 Pos Tir - A, B, C e D e Pos Espa - Vd e Am. 2) Reconhecer os possíveis locais para instalação do PC/Bia, na seguinte prioridade: Pos 1, Pos 2 e Pos 3. 3) Verificar condições gerais do terreno (Trafegabilidade / Vau / Pontes / Obstáculos (Obt) / etc). 4) Ocupar Pos Espa na 1ª parte da noite de D-1. 5) Levantamento Topográfico (Topo) pronto emD-2, 0800.As Coordenadas (Coor) Iniciais e a DR/0 deverão ser providenciadas pelo S2. 6) Levantamento Meteorológico ECD iniciar emD-1, 1400. Posteriormente atualizar a cada 4 horas. 7) Distribuir Oficial de Ligação (O Lig) para aAD a partir D-4. 8) Composição do Esc Rec: NGA 9)Apresentação dos relatórios: local: PC hora: D-1, 1000h
  10. 10. 2-4 CI 6-16/1 2 - 4 b.Aconstituição das equipes de Rec não é fixa, podendo variar emfunção da disponibilidade de pessoal, material e, principalmente, do tempo. Segue-se uma proposta para compor o Rec 1º Esc: Vtr Função Missão Scmdo/S4 c. Os aspectos a seremobservados para a seleção das áreas são os abaixo relacionados: 1) Regiões para instalação de PC Auxiliado pelo S4, reconhecer a Àrea de PC, confeccionar o croqui d a d i s t r i b ui ç ã o d o s ò r g ã o s e preparar o Plano de comunicações. S2/S3 Reconhecer A Pos (Espa e Pos Tir) e selecionar o acesso às mesmas, conforme o anexo "A". Fatores e Aspectos Se g Afastamento de Ponto Crítico DspoF Ap Amplitude do Setor de Tiro (Direção) Espaço de Dispersão Orientação para a parte mais importante Cobertura de Desfilamento Dslc Proximidade das Pos Espa Cotn Ap F Alcanse Proximidade do PC do Esc Sp Orientação do Dslc Acesso Características da Pos de Manobra 1/4 Ton 1/4 Ton
  11. 11. CI 6-16/1 2-4 2 - 5 2) Região de desdobramento (A Pos) Fatores e Aspectos Se g Desenfiamento Circ Efeitos das Condições Meteorológicas Camuflagem Natureza do solo para circulação no interior da Pos Espaço para Dispersão Obt no interior da Pos Facilidade para ocupar outra Pos Tir Dspo Amplitude do setor de tiro (Direção) Obt interpostos Orientado com a parte mais importante da Fr (Dire Atq Pcp-Ofs) Distância LC/LP Cotn Ap F Orientação do Dslc durante o combate Proximidade da reserva do Esc Sup Alcance Dslc Seg do acessso às posições Coor Esc Sp Trafegabilidade GU/U vizinhas Obt
  12. 12. 2-5/2-6 CI 6-16/1 2-5. APRESENTAÇÃODOS RELATÓRIOSAO COMANDANTE 2 - 6 No local e hora estabelecidos, são apresentados ao Cmt os relatórios do Rec de 1º Esc. Devemestar presentes os elementos previstos para o Rec de 2º Esc (2-7, Cap2). 2-6. DECISÃO FINAL DO COMANDANTE Face aos relatórios apresentados, oCmt ratifica ou retifica suas diretrizes (decisão preliminar), emitindo sua decisão final. Nestemomento iniciam-se os Rec 2º Esc.
  13. 13. CI 6-16/1 26/2-7 2 - 7 EXEMPLO DE DECISÃO FINAL SCmt, S1 e S4 Ocupema Área de PC “2” e iniciemsua instalação. S2 Conduza o Oficial de Reconhecimento (O Rec) à Pos Tir “A” e inicie os trabalhos topo. S3 Conduza o Comandante da Linha de Fogo (CLF) à Pos Espa PRETA e inicie ostralhos de remuniciamento. Of Medico Acompanhe o SCmt e instale o Posto de Socorro (PS) na Área de PC. 2-7. EXECUÇÃO DORECONHECIMENTO DE 2º ESCALÃO A organização e a constituição do 2º EscRec tambémé variável, porémpode-se adotar, como referência, a seguinte: a. Área de PC Vtr Função Missão 1/4 Ton Scmdo e S4 R e ú n e m o s e l e me n t o s q u e participam da organização do PC e indicamo lugar que os órgãos devem ser instalados, conforme anexo "B". 2 ½ Ton Sgt Aux Op Reconhecer o local do Cmdo/Centro de Operações (C Op) / Posto de Socorro. Enc Mat Reconhecer o local da área de trens. Sgtte Reconhecer o local da linha de viaturas e da turma de manutenção (Tu Mnt) (-). Aux Com Reconhecer o local da central Telefônica / Centro de Mensagens / Posto Rádio / acesso ao PC.
  14. 14. 2-7 CI 6-16/1 2 - 8 b. A Pos Vtr Função Missão 1/4 Ton S2 e S3 Reúnem e conduzem os elementos que participam do reconhecimento da A Pos. CLF Conduzido pelo S3 e S2, acompanhado o O Rec e dos chefes de lançadora (CL), reconhece a A Pos. Inicialmento, as Pos Tir, onde o CLF designa o local da Unidade de Controle de Fogo (UCF) e, a partir desta, distribui as Lançadoras Múltiplas Universais (LMU), conforme anexo "C". Em seguida, nas Pos Espa, deve ser destinada uma área para o remuniciamento, além do local das peças e da TU Mnt (-). 1/4 Ton 1/4 Ton O Rec Reconhecer as Pos Tir, levantando topograficamente, desde já, o local das LMU e da UCF, bem como uma DR para cada LMU. 2½ CL e Tu Rem Reconhecem as Pos Ti r e Pos Espa. 2½ Tu Rec 1 e 2 Reconhecer as Pos Tir, levantando topograficamente, desde já, o local das LMU e da UCF, bem como uma DR para cada LMU. Obs:O S1 permanece na Z Reu como restante da Bia, aguardando o retorno do 2º Esc Rec.
  15. 15. CI 6-16/1 27/2-8 2 - 9 2-8. OCUPAÇÃO DE POS E O DESDOBRAMENTO DABATERIA a. Realizados os Rec de 1º e 2º Esc, inicia-se a ocupação das posições previamente reconhecidas. Por ocasião domovimento, toda a Bia deslocar-se-á a Cmdo doSCmt até o PLib, onde os elementos subordinados assumemsuas frações e deslocam-se emseus itinerários específicos, deslocando-se para suas respectivas áreas (PC ou P Espa). b. Após a realização dosRec 3º Esc, que se confundemcoma ocupação das posições propriamente ditas, a Bia LMF está emcondições de cumprirmissões de tiro (MT). 1) Seqüência das ações a)Mensagemde Tiro (doCentro deOperações Táticas (COT) daAD para o C Op Bia LMF) A fim de bater alvos de elevada importância (alvos compensadores) designados pela própriaAD ou por outros escalões de artilharia, pormeio de uma solicitação deApoio de FogoAdicional, temorigema MT como segue:
  16. 16. 2-8 CI 6-16/1 2 - 10 Elemento Missões Legenda: (1) Omitido; (2) Sempre anunciado b)Ordemde Tiro (do S3 para a Linha de Fogo) Após receber a MT da AD, no C Op da Bia LMF (Área de PC), o S3 realiza uma breve análise: (1) tempo disponível para o tiro - decide se utilizará ou não o LevantamentoMeteorológico; (2) área do alvo, Fgt empregado, nível de certeza e nível de saturação – decide a quantidade de LMUe o número de Fgt que serão empregados. (3)modelo: Missões e Inopinadas Exemplo Identificação (1) (2) Aq COT AD Ordem de alerta (1) (2) MT Unidade que atira (1) (2) 3ª Bia LMF Designação Con (2) (2) Con AA 028 Localização do alvo (2) (2) Coor (8900067250) Dimensão do alvo (2) (2) GAC desdobrado Dimensões do alvo (2) (2) 1600 x 800 Tipo Fgt (2) (2) Solo-solo (SS) 30 Nível de certeza (2) (2) 50% Nível Certeza Nível de saturação (2) (2) 10% de Saturação Desencadeamento (2) (2) HNA 1530
  17. 17. CI 6-16/1 2-8 Elementos Padrão Exemplo Unidade Tiro na eficácia (Efi) (1) 1ª Seção LMU que ajusta (2) 02 método Trio LMU Ajust (2) Q 1 Uso de correções (2) Use METCM convergente (ponto) Volume de fogo Efi (2) Q 8 Desencadeamento (2) HNA 1530 Designação Con (2) AA 028 2 - 11 Elemento Uso dos Elementos Quadro (2) Normal Tipo Fgt (2) SS 30 Pos Tir (2) Pos D Próxima Pos Tir (2) Retorna para Próxima Pos Espa (2) Pos da qual Legenda: (1) Sempre anunciado; (2)Quando houverAjust; (paralelo) P Espa Pos A saiu LF Pos Azul c) Comando de Tiro (do CLF para as LMU na Pos Espa) Feixe Após receber aOrdemde Tiro do S3, o CLF insere no computador de tiro os dados necessários (Coord alvo,Pos Tir eMETCM) para obtenção do azimute e da elevação. Quando houver tempo suficiente, deverá ser utilizado o processo convencional (tabela de tiro e cálculo) para simples conferência.
  18. 18. 2-8 CI 6-16/1 Unidade Tir na Eficácia (1) - 1ª Seção Desencadeamento (1) - HNA 1530 Hora da ocupação (1) - Pos Ocp 1520 Volume de fogo Efi (1) - Q 8 2 - 12 Elemento Uso dos Elementos Elementos Padrão Exemplo LMU que Ajusta (2) - 02 Pos Tir (1) - Pos D Tipo Fgt (1) - SS 30 Pos da LMU (3) Vtr na DGT Vtr Azimutada Legenda: (1) Sempre anunciado; (2) Quando houverAju; (3)Quando diferir do padrão. 40º E Controle (1) - AMC Próxima Pos Tir (3) Retorna Pos Espa Pos A Próxima Pos Espa (3) Pos da qual saiu a LF Pos Azul
  19. 19. 3 - 1 CAPÍTULO 3 SITUAÇÕES PECULIARES ARTIGO I REOP COM TEMPO RESTRITO 3-1. FINALIDADE A entrada emPos comtempo restrito poderá acontecer quando a Bia estiver realizando uma operação de movimento. Nesses casos, o Cmt Bia deverá reconhecer, pelomenos, uma Pos Tir para cumprir amissão determinada pelaAD. Será necessário adaptar os procedimentos anteriormente citados, racionalizando os efetivos dos Esc Rec para viabilizar o cumprimento da missão. ARTIGO II REOPNOTURNO 3-2. GENERALIDADES a. A ocupação noturna é mais lenta que a diurna e deve ser realizada em ordeme eficientemente. Todo o pessoal deve estar familiarizado coma execução metódica de suas funções à noite. b.Autilização indevida de luzes, o ruído desnecessário e a perda de material devemser cuidadosamente evitados (disciplina de luzes e ruídos). c. Os procedimentos são descritos abaixo: 1) o deslocamento da Pos Espa para a Pos Tir deve ser realizado com escurecimento parcial até a linha de controle estabelecida pelo CLF, a partir daí deve ser adotado escurecimento total; 2) o CL deve utilizar dispositivo luminescente a fimde balizar o Itn Pç; 3) materialização do Itn Circ Vtr no solo (“rabiola”); e 4) as balizas devemestar como sistema de iluminação. d. Se o Cmt da Bia for ao encontro do escalão superior (Esc Sp), poderá levar, de acordo coma situação, todo ou parte do 1º Esc Rec.
  20. 20. A - 1 ANEXO A RECONHECIMENTO DA ÁREA DE POS A Pos (Fig 01) corresponde à porção do terreno onde a Bia de tiro ocupará Pos. Esta é dividida emPos Espa e Pos Tir.Acada Pos Espa corresponderão, em princípio, quatroPos Tir, contudo esse número dependerá de fatores como: terreno, número demissões previstas para cumprir, tempo de permanência na região, etc. Obs: Uma proposta para padronizar a identificação das posições é a seguinte: Pos Tir – Letras maiúsculas Pos Espa – Cores Área de PC – Números
  21. 21. A - 2 Fig 01
  22. 22. B - 1 ANEXO B ORGANIZAÇÃO DO PC Fig 02
  23. 23. C - 1 ANEXO C ORGANIZAÇÃO DA POS DE TIRO 1. Determinada a Pos da UCF e materializada a DGT, cada CL reconhece a Pos da sua LMU, nas distâncias padronizadas (Fig 03), utilizando-se do passo duplo. Fig 03 a - Dist = UCF-LMU Base Me = 400m UCF b - Dist = UCF-LMU Min = 200m Max = 600m De 150 a 200m Até 100m
  24. 24. C-2 CI 6-16/1 2. Na Pos Tir, adota-se o seguinte procedimento: coloca-se uma estaca na Pos da luneta e uma baliza no lançamento da DGT na distância de 9,5 metros (comprimento da LMU), conforme Fig 04. C - 2 Fig 04 - Balizamento da lançadora Obs:A distância entre a estaca e a baliza é marcada comumbarbante amarrado nas mesmas; As estacas e balizas são identificadas combandeirolas assimdistribuídas: - UCF - amarela; - L1 - azul; - L2 - verde; - L3 - vermelha; e - L4 - preta.
  25. 25. D - 1 Anexo D Lista de Abreviaturas A Pos Área de Pos A Mnt Área de Manutenção A Coz Área de Cozinha AD Artilharia Divisionária Ajust Ajustagem Ap F Apoio de Fogo Aux Com Auxiliar de Comunicações Aux Op Auxiliar de Operações Aux Remn Auxiliar de Remuniciamento Bia LMF Bateria de Lançadores Múltiplos de Foguetes C Msg Centro deMensagens C O Centro de Operações CTel Central Telefônica Ch Chefe Circ Circulação CLF Comandante da Linha de Fogo Cl Classe CL Chefe de Lançadora Cmdo Comando Cmt Comandante Con Concentração Coor Coordenação Coord Coordenada COT Centro deOperações Táticas Cotn Ap F Continuidade doApoio de Fogo DGT Direção Geral de Tiro DR Direção de Referência Dslc Deslocamento Dist Distância Dspc Dispositivo
  26. 26. Efi Eficácia Enc Mat Encarregado deMaterial Esc Escalão Esc Sp Escalão Superior Estac Estacionamento Fgt Foguete GAC Grupo deArtilharia de Campanha HNA Hora no alvo Itn Pç Itinerário da Peça LMU LançadoraMúltipla Universal L1, L2, … Lançadora 1, Lançadora 2,… METCM MensagemMeteorológica Computadorizada MT Missão de Tiro Obt Obstáculo O Rec Oficial de Reconhecimento Ocp Ocupar, Ocupada P Lib Ponto de Liberação P Rad Posto Rádio PC Posto de Comando Pos Espa Pos de Espera Pos Tir Pos de Tiro P Rem Posto de Remuniciamento PS Posto de Socorro Q Por Rec Reconhecimento REOP Reconhecimento, Escolha e Ocupação de Pos RMD Remuniciadora S Cmt Subcomandante S1 Chefe 1ª Seção (Ajudante) S2 Chefe 2ª Seção (Oficial de Informação) S3 Chefe 3ª Seção (Oficial de Operações) S4 Chefe 4ª Seção (Oficial de Suprimentos) Seg Segurança Sgtte Sargenteante SS Solo-solo TuMnt Turma deManutenção TuTopo Turma de Topografia UCF Unidade Controladora de Fogos Vtr Viatura ZReu Zona de Reunião D - 2 CI 6-16/1
  27. 27. Mais uma realização da Sala de Editoração Gráfica do COTER

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