Imunização infantil

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vacinas, crianças, vacinação, imunização

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  • A história das vacinas se inicia há mais de mil anos no Continente Asiático, onde os chineses, haviam desenvolvido a Variolização, que era o contato das secreções de pústulas de individíduos infectados para indivíduos sãos, para induzir quadros leves da doença. Não era um método sem riscos, com taxas de letalidade de 1% a 2%, contra cerca de 30% da doença natural, que se propagou pelo continente asiático e africano, chegando a Europa no início do século XVIII.

    Século XVIII- Lady Mary (esposa de um embaixador inglês)
    Associou que indivíduos saudáveis que recebiam, por vias cutâneas, o líquido oriundo do ferimento da doença de indivíduos adoecidos estavam imunes à varíola. Esse método foi chamado de variolação e foi bastante utilizado até o fim do século.

    Edward Jenner, médico inglês, nascido em Berkeley Gloucestershire (1749 – 1823), ao observar que mulheres ordenhadoras de vacas contaminadas pelo cowpox virus, vaccinia ou varíola das vacas, não desenvolviam a doença e descobriu que a sua imunidade devia-se à infecção não perigosa. Ele propagou a prática de usar a inoculação do vírus vaccinia em indivíduos sãos. Em 14 de maio de 1796 testou em Jame Phipps - um menino de 8 anos de idade - a primeira vacina que se tem notícia. Também nesse mesmo século, o médico inglês Edward Jenner, após inúmeras observações, percebeu que pessoas que conviviam com vacas - inclusive as adoecidas pela varíola - e possuíam ferimentos tais como esses animais, não eram contagiados. Assim, injetou o pus dessas vacas em um menino saudável e, tempos depois, apesar das reações adversas, foi inoculado com a varíola humana e não adoeceu.
    O cientista francês Louis Pasteur (1822-1895) conseguiu através de várias passagens “in vitro”, diminuir a virulência de uma bactéria, sem perder a sua antigenicidade (capacidade de estimular anticorpos), estava descoberta a técnica de Atenuação. Em 1885 aplicou pela primeira vez a vacina anti-rábica em um ser humano. A descoberta foi o primeiro resultado de grande repercussão da microbiologia aplicada à medicina. Ela trouxe a consagração definitiva dos trabalhos de Pasteur e propiciou a criação, em 1888, na cidade de Paris, do Instituto que levou seu nome, um dos mais importantes centros mundiais de pesquisa científica. (4) Este princípio foi utilizado na criação da vacina BCG (contra a Tuberculose) e a Vacina contra a Febre Amarela, no século XX e são utilizadas até hoje.
  • A DESCOBERTA DE JENNER LOGO SE
    ESPALHOUpelo mundo. A partir de 1800, a Marinha britânica
    começou a adotar a vacinação. Napoleão Bonaparte introduziu-a em seus
    exércitos e fez imunizar seu filho. Nas Américas, chegou pelas mãos do
    médico Benjamin Waterhouse, de Harvard, popularizando-se, a partir de
    1801, quando o presidente Thomas Jefferson foi vacinado.
    O imunizante chegou a Portugal, em 1799, dentro de um pequeno
    frasco. D. Pedro, futuro imperador do Brasil, e seu irmão foram inoculados.
    Em 1804, o marquês de Barbacena trouxe a vacina para o Brasil,
    transportando-a pelo Atlântico, por seus escravos, que iam passando a
    infecção vacinal, um para o outro, braço a braço, durante a viagem.
    A oposição à vacina jamais cessou. Camponesas francesas recusavam-se
    a imunizar seus filhos na esperança de que a varíola lhes trouxesse tal
    degradação física, que os tornasse inaptos para o serviço militar e, portanto,
    para a guerra. Vacinadores eram obrigados a pagar para conseguir
    voluntários que se deixassem inocular, conservando o vírus vacinal.
    Para muitos, a imunização causava repulsa, porque o fluido
    vacinal era conservado em jovens confiados à caridade pública,
    muitos portadores de doenças venéreas e outras moléstias.
    Foram registrados casos de sífilis, erisipela e hepatite B (esta
    última uma doença ainda desconhecida) associados à vacina.
    Mas nada contribuiu tanto para a resistência à
    vacinação quanto as epidemias de varíola na década
    de 1820, quando um grande número de imunizados
    adoeceu. Descobriu-se, então, que a proteção não
    era eterna. Era preciso revacinar-se.
    Além disso, a conservação da linfa braço a braço
    não só adulterava o fluido vacinal, como, com o tempo,
    fazia com que este perdesse sua potência. A solução foi
    retornar ao vírus original: o da cowpox ou varíola das vacas.
    Apesar de toda a oposição, a vacinação aos poucos
    foi se generalizando, mesmo que sob pressão
    governamental. Ela se tornou obrigatória na Baviera,
    em 1807, na Dinamarca, em 1810, na Suécia, em 1814,
    em vários Estados germânicos, em 1818, na Prússia,
    em 1835, e, finalmente, na Inglaterra, em 1853.

    Posteriormente, o cirurgião Barão de Pedro Afonso, criou um Instituto privado para o preparo de vacina anti-variólica no país, sendo mais tarde encarregado pelo governo de estabelecer o Instituto Municipal Soroterápico no Rio de Janeiro, posteriormente, Instituto Oswaldo Cruz.
  • Esses pressupostos, inclusive, nos levam a afirmar que, independentemente
    da estratégia proposta, especialmente quando das grandes mobilizações
    pensadas e articuladas na esfera nacional, em razão de situações
    epidemiológicas específicas, a ação se concretiza a partir da unidade de
    saúde, pelas equipes de vacinação, sob a coordenação da esfera gestora
    municipal, com o apoio, o suporte e a cooperação técnica, logística e
    financeira das esferas estadual e nacional.
    E o PNI, no contexto dessas esferas de gestão autônomas, mas interdependentes,
    é o exemplo maior da necessidade do aperfeiçoamento dessa
    interdependência, especialmente pela presença do Programa, com
    suas proposições e seus desafios, nos fóruns e colegiados de negociação
    e pacto no âmbito da gestão da política de saúde, como as comissões
    intergestores e os colegiados regionais, nos quais ocorrem discussões,
    decisões e adequações de ações de alcance nacional, regional e local. A
    autonomia de cada esfera também exige o fortalecimento e a qualificação
    das equipes de coordenação e de execução, além do olhar da gestão
    para a prioridade que deve ser dada à política de imunizações ao lado de
    outras políticas de saúde no universo da saúde coletiva.


  • 1980
    Detecção da síndrome da imunodeficiência adquirida (aids) no Brasil.
  • A Tabela 1
    apresenta o número de doses de vacinas do calendário
    da criança aplicadas em menores de um ano,
    correspondentes à última dose do esquema vacinal
    para cada vacina, e respectivas coberturas vacinais;
    ressalta-se que, em relação à vacina tríplice viral, os
    dados se referem às crianças de 1 ano de idade. Houve
    decréscimo no total de doses registradas para todas
    as vacinas, mais acentuado nos primeiros anos da
    série, enquanto nos últimos anos, houve estabilidade
    no número de doses, a despeito de discreta oscilação
    a partir do ano de 2007. Exceção feita à VORH, para
    a qual se observou aumento do número de segundas
    doses administradas, de 2,3 milhões para 2,5 milhões
    de doses, entre 2007 e 2011.
    Apesar do decréscimo no número de doses registradas,
    as CV das vacinas indicadas para a criança
    atingiram ou superaram as metas estabelecidas para
    cada uma das vacinas, em todo o período, exceto para
    a VORH (no período 2007-2011) e a pneumocócica
    10 valente (2011). Para a VORH, as coberturas apresentaram
    elevação de 79,8%, em 2007, para 87,1%,
    em 2011. Para a vacina BCG e a tríplice viral (em 1
    ano de idade), as CV foram superiores a 100%, como
    também para a VOP e DTP/Hib, até 2007. Ressalta-se
    a semelhança das coberturas para as duas últimas,
    com discreto declínio a partir de 2008, retomando
    patamares de 100% de cobertura em 2011.
    A vacina BCG, indicada ao nascer, contou com o
    maior número de doses registradas entre todas as
    vacinas do calendário da criança, superando os três milhões de doses aplicadas a cada ano: em 2002,
    foram registradas 3,5 milhões de doses, enquanto em
    2001, foram 3,0 milhões, resultando em uma diferença
    superior a 450 mil doses entre o primeiro e o último
    ano da série. Destacam-se diferenças importantes entre
    o número de doses de BCG e o das demais vacinas administradas
    a partir do segundo mês de vida. Em 2011,
    a diferença entre o total de doses de BCG (dose única)
    e o total das terceiras doses da vacina pneumocócica
    10 valente foi superior a 700 mil doses; em relação
    ao número total registrado das terceiras doses de VOP
    e DTP/Hib, essa diferença foi de pouco mais de 231
    mil doses; e na comparação do total de doses de BCG
    com o total das segundas doses da vacina VORH e
    terceiras doses da vacina pneumocócica 10 valente, a
    diferença foi superior a 500 mil doses. A segunda dose
    de VORH é recomendada aos quatro meses de vida,
    antecedendo a idade recomendada para as terceiras
    doses das vacinas DTP/Hib, VOP e pneumocócica 10
    valente, ambas indicadas para o sexto mês de vida.
  • Em
    relação ao abandono (Tabela 2a) para as vacinas oral
    poliomielite e DTP/Hib, é digno de observação o número
    de terceiras doses dessas vacinas mais elevado que o
    número de primeiras doses, (abandono negativo) nos
    anos de 2006, 2007 e 2009 (DTP/Hib) e 2006 e 2007
    (VOP). A proporção de abandono classificou-se como
    média para a vacina contra hepatite B em todos os anos
    (exceto 2008, cuja taxa de abandono foi alta), e alta para
    a VORH (2007 a 2011). Em 2011, houve variação de
    2,14% (baixa) para a vacina DTP/Hib a 20,63% (alta)
    para a vacina pneumocócica 10 valente. Para esta última,
    no mesmo ano de 2011, chamou a atenção o registro
    de 2,9 milhões de primeiras doses e 2,3 milhões de
    terceiras doses, mostrando uma diferença de aproximadamente
    600 mil doses. Em relação à vacina hepatite
    B, o total de primeiras doses foi superior a 3 milhões
    (equivalente ao total de doses registradas da vacina
    BCG); todavia, foram registrados somente 2,7 milhões
    de terceiras doses aplicadas da mesma vacina. Isto
    representou uma evasão de 9,9%, proporção no limite
    superior definido para a taxa de abandono média. Para
    a vacina VORH, 12,6% dos esquemas vacinais iniciados
    não foram completados (Tabela 2a).
  • de 2006 a 2011 variou entre 49,9% para a vacina
    BCG (2008) e 82,7% para as vacinas DTP/Hib e VOP
    (2006 e 2007), destacando-se que entre si, as duas
    últimas vacinas apresentaram homogeneidades semelhantes
    e com tendência decrescente: em 2011, para
    estas duas vacinas, a homogeneidade focou próxima
    de 71%. No mesmo ano de 2011, a homogeneidade foi
    de 72% para a vacina meningocócica C conjugada e de
    46,9% para a vacina pneumocócica 10 valente, ambas
    implantadas no calendário de vacinação da criança no
    ano de 2010 (Tabela 2b).
  • Imunização é o meio de prover proteção específica contra a maioria dos patógenos nocivos comuns. O mecanismo da imunidade depende do local onde está o patógeno e também do mecanismo da sua patogênese. Dessa forma, se o mecanismo da patogênese envolve exotoxinas, o único mecanismo imune eficiente contra ele seria anticorpos neutralizadores que preveniriam sua ligação ao receptor apropriado e a promoção de sua degradação e eliminação pelo fagócitos. Por outro lado, se o patógeno produz doença por outros meios, o anticorpo teria que reagir com o organismo e eliminá-lo por lise mediada pelo complemento ou fagocitose e morte intracelular. Entretanto, se o organismo é localizado intracelularmente, ele não será acessivel a anticorpos enquanto estiver no interior e a célula que o mantém terá que ser destruída e, somente assim o anticorpo poderá ter algum efeito. A maioria das infecções virais e bactérias intracelulares e protozoários são exemplos de tais patógenos. Neste caso, as células que os contém têm que ser destruidas por elementos daimunidade mediada por células ou, se eles fazem a célula infectada expressar antígenos especiais reconhecíveis por anticorpos, a morte dependente de anticorpo ou do complemento pode expor o organismo a elementos da imunidade humoral. Alternativamente, células contendo patógenos intracelulares por si só podem ser ativadas para matar o organismo. Este não é o caso de patógenos que têm a capacidade de sobreviver dentro de células fagocíticas.
  • Outros tipos como as vacinas atenuadas, não só fazem aparecer essa resposta de anticorpo humoral, mas tambem estimulam o organismo a desenvolver imunidade mediada por ceclulas. Essa resposta celular com base nos tecidos contra antígenos estranhos envolve a mobilização das células T killer.
  • VACINAS ATENUADAS (VIVAS): são aquelas que contêm organismos alterados de forma que não sejam mais patogênicos, mas que ainda mantenham a antigenicidade.
  • VACINAS COMBINADAS: são aquelas que contêm no mesmo frasco antígenos de agentes infecciosos diferentes (por exemplo, a vacina tríplice viral - contra o sarampo, caxumba e rubéola - e a vacina tríplice bacteriana - contra difteria, tétano e coqueluche).

    VACINAS CONJUGADAS: são aquelas em que um produto imunologicamente
    menos potente, por exemplo, um polissacarídeo, é juntado a um outro produto
    imunologicamente mais potente, por exemplo, uma proteína, com o objetivo de aumentar sua capacidade imunogênica (vacinas conjugadas contra o hemófilo, contra o pneumococo e contra o meningococo C).
  • A partir do nascimento
    BCG
    Administrada só uma vez!
    Prevenir formas graves de tuberculose
    Indicada também para crianças com o vírus da Aids, mas sem sintomas e filhos de mães com o vírus
    De preferência no braço direito
    Pode haver abcesso ou ulceração no local da aplicação
    Deixará uma pequena marca no braço
    1ª dose da vacina contra Hepatite B
    Hepatite B
    Doença do fígado
    3 doses!
    Se não for administrada logo ao nascer, deve ser tomada logo na primeira visita ao posto de saúde
     
    1 mês de vida
    Vacina contra a hepatite B
    2ª dose!
    2 meses
    Tetravalente (DTP + Hib)
    1ª dose!
    Vacina contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outra infecções pelo H. influenzae tipo b
    Vacina oral contra a poliomielite
    Previne a paralisia infantil
    1ª dose
    Gotinhas
    Vacina contra rotavírus humano
    Rotavírus:
    Vírus que comumente causa diarréia em cianças
    Diarréia pode levar à desidratação!
    1ª dose
    Vacina pneumocócica 10
    Contra:
    Pneumonia
    Otite (inflamação no ouvido)
    Meningite
    Outras doenças causas pelo peneumococo
    1ª dose
    3 meses
    Vacina meningocócica conjugada C
    Contra um tipo de meningite
    causada pela Neisseria meningitidis
    1ª dose
    4 meses
    2ª dose das vacinas do 2º mês
    Tetravalente (DTP + Hib)
    2ª dose!
    Vacina oral contra a poliomielite
    2ª dose!
    Vacina contra rotavírus humano
    2ª dose!
    Vacina pneumocócica 10
    2ª dose!
    5 meses
    Vacina meningocócica conjugada C
    2ª dose!
    A 1ª foi administrada com 3 meses
    6 meses
    Vacina contra a hepatite B
    3ª dose!
    Tetravalente (DTP + Hib)
    3ª dose!
    Vacina oral contra a poliomielite
    3ª dose!
    Vacina pneumocócica 10
    3ª dose!
    9 meses
    Vacina contra febre amarela
    Febre amarela: doença transmitida pela picada do mosquito
    Febre alta de início súbito, sensação de mal estar, dor de cabeça, dor  muscular, cansaço e calafrios
    Dose inicial
    Deve ser tomada a cada 10 anos
    12 meses
    Tríplice viral
    1ª dose!
    Vacina contra:
    Sarampo
    Caxumba (papeira)
    Rubéola
    Vacina pneumocócica 10 –
    Reforço!
    15 meses
    Tríplice bacteriana (DTP)
    Contra: difteria, tétano e coqueluche
    1º reforço!
    Vacina oral contra a poliomielite
    Reforço!
    Vacina meningocócica conjugada C
    Reforço!
    4 anos
    Tríplice bacteriana (DTP) (difteria, tétano e coqueluche)
    2º reforço!
    Tríplice viral (SRC) (sarampo, caxumba e rubéola)
    2ª dose
    10 anos
    Vacina contra a febre amarela
    Uma dose a cada 10 anos
  • Vacina Contra Difteria, Tétano, Coqueluche e Meningite Tipo B (Hib) (Vacina Tetravalente) -DTP
  • Imunização infantil

    1. 1. • Século XI- China Antiga  Primeiros casos de imunização (Variolização), que era o contato das secreções de pústulas de indivíduos infectados para indivíduos sãos, para induzir quadros leves da doença. • Século XVIII- Lady Mary (esposa de um embaixador inglês) • 1798- Edward Jenner , médico inglês (1749- 1823)  Proteção cruzada (cowpox virus) ou vaccinia ou varíola das vacas. Ele propagou a prática de usar a inoculação do vírus vaccinia em indivíduos sãos.  Em 14 de maio de 1796 testou em Jame Phipps - um menino de 8 anos de idade - a primeira vacina que se tem notícia. • 1885 - Louis Pasteur (cientista francês)  Aplicou pela primeira vez a vacina anti-rábica em um ser humano e batiza de vacina em homenagem a Jenner. Edward Jenner (1749- 1823) Louis Pasteur (1822- 1895)
    2. 2. No Brasil • 1799- Com apenas um ano de idade Dom Pedro I, futuro imperador do Brasil é imunizado contra a varíola em Portugal. • Em 1804, o marquês de Barbacena  Trouxe a vacina para o Brasil, transportando-a pelo Atlântico, por seus escravos, que iam passando a infecção vacinal, um para o outro, braço a braço, durante a viagem. • 1808 - Criação da primeira organização nacional de Saúde Pública no Brasil e do cargo de Provedor-Mor de Saúde da Corte e do Estado do Brasil, caracterizando o início da história da Saúde Pública no País. • 1904 - “Revolta da Vacina”  Vacinação contra a Varíola (Vacinação Obrigatória)  Oswaldo Cruz foi designado pelo presidente para ser o chefe do Departamento Nacional de Saúde Pública. Dom Pedro I (1798-1834)
    3. 3. • A vacinação trata-se de uma ação intrinsecamente vinculada à atenção básica em saúde, pois consiste em um cuidado preventivo de promoção e de proteção da saúde, oferecido, de modo geral, na porta de entrada do SUS. • Esta ação de Saúde Pública se concretiza a partir de uma unidade básica de saúde que compõe o sistema nacional de saúde. Uma ação realizada por uma equipe na qual o vacinador é peça-chave, mas que não prescinde da atuação e intervenção dos demais profissionais. • A Política Nacional de Atenção Básica, define esse nível de atenção como um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde. • O PNI encaixa-se e torna-se imprescindível vê-lo concretamente no contexto da atenção à saúde como uma ação da atenção básica. E como política pública este deve ater-se:  ao compromisso com a incorporação de novas vacinas e novos grupos populacionais;  a clareza de que vacinação segura envolve o compromisso com a eficiência e a qualidade dos diferentes componentes da atividade;  ao compromisso com a investigação e a análise dos eventos adversos associados à vacinação;  ao investimento em capacitação dos profissionais envolvidos;  a busca incessante por resultados que representem impacto real na situação das doenças imunopreveníveis sob vigilância.
    4. 4. (...) O PNI foi resultante de um somatório de fatores, de âmbito nacional e internacional, que convergiam para estimular e expandir a utilização de imunizantes no País (...)
    5. 5. • Criado em 18 de setembro de 1973 por determinação do Ministro da Saúde; • Política caracterizada pela inclusão social; • PNI – Boa credibilidade, tornou-se Referência Mundial  Por terem erradicado ou mantido sob controle as doenças preveníveis por meio da vacinação, nos últimos 30 anos;  Desenvolveu ações planejadas e sistematizadas, estratégias diversas, campanhas, varreduras, rotina e bloqueios erradicaram e controlaram:  a febre amarela urbana em 1942,  a varíola em 1973 e  a poliomielite em 1989,  o sarampo,  o tétano neonatal,  as formas graves da tuberculose,  a difteria,  o tétano acidental,  a coqueluche. • A meta operacional básica do Programa é a vacinação de 100% das crianças menores de 1 ano, com todas as vacinas indicadas no Calendário Básico de Vacinação.
    6. 6. • Contribuir para a manutenção do estado de erradicação da poliomielite. • Contribuir para o controle ou erradicação do sarampo, da difteria do tétano neonatal e acidental, da coqueluche, das formas graves da tuberculose, da rubéola – em particular a congênita –, da caxumba, da hepatite B e da febre amarela. • Contribuir para o controle de outros agravos, coordenando o suprimento e a administração de imunobiológicos indicados para situações ou grupos populacionais específicos, tais como: • Vacina contra a meningite meningocócica tipo A, B e/ou C; • Vacina contra a febre tifóide; • Vacina contra pneumococos; • Vacina inativada contra a poliomielite; • Vacina contra o Haemophilus influenzae tipo B; • Vacina contra a raiva humana – célula diplóide; • Imunoglobulina anti-hepatite B; • Soro e imunoglobulina anti-rábica; • Soro e imunoglobulina antitetânica • Soro e imunoglobulina anti-varicela Zóster; e • Soros antipeçonhentos para acidentes provocados por serpentes, aranhas e escorpiões.
    7. 7. • 1904  Obrigatoriedade da vacinação contra a varíola. • 1962  Instituição da Campanha Nacional contra a Varíola • 1973  Certificação internacional da erradicação da varíola no Brasil.  Instituição do Programa Nacional de Imunizações – PNI.  Realização de campanhas de vacinação contra o sarampo em diversos estados – já como atividade do PNI. • 1975  Realização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Meningite Meningocócica (CAMEM). • 1977  Definição das vacinas obrigatórias para os menores de um ano, em todo território nacional (Portaria Nº 452/1977).  Aprovação do modelo da Caderneta de Vacinações, válida em todo território nacional (Portaria Nº 85 de 04/04/1977) • 1979  Certificação, pela OMS, da erradicação global da varíola.
    8. 8. • 1980  Extinção da obrigatoriedade da vacinação contra a varíola • 1983  A estratégia de dias nacionais de vacinação passa a ser recomendada pela OPAS e pelo UNICEF, sendo adotada por outros países latino-americanos. • 1986  Campanhas Nacionais de Multivacinação  Introdução da vacina contra hepatite B por DNA recombinante, caracterizando o início da geração de vacinas desenvolvidas por engenharia genética. • 1987  Promulgação da Constituição Federal-importância de promover a saúde como direito fundamental de cidadania, cabendo ao Estado a obrigação de garanti-la a todos os cidadãos e criar o Sistema Único de Saúde (SUS). • 1989  Ocorrência do último caso de poliomielite no Brasil. • 1990  Evolução das coberturas de vacinação para índices em torno de 90%.  Retomada da estratégia de multivacinação por ocasião do 2º Dia Nacional de Vacinação contra Poliomielite, para iniciar e complementar o esquema básico de vacinação, desta vez para o País como um todo.  Promulgação das Leis Orgânicas da Saúde: Lei nº 8.080, de 19 de setembro,143 e Lei nº 8.142, de 28 de dezembro.
    9. 9. • 1991  O PNI recebe o Prêmio Criança e Paz 1991, outorgado pelo UNICEF, Outorga ao PNI, pelo Unicef, do Prêmio Criança e Paz 1991, como entidade que se destacou na defesa e na promoção dos direitos da criança e do adolescente.  Intensificação da vacinação de recém-nascidos com a BCG-ID, nas maternidades de grande porte. • 1992  Implantação do Plano Nacional de Eliminação do Sarampo, com a realização de campanha nacional de vacinação em menores de 15 anos.  Implantação da vacina contra a hepatite B, para grupos de alto risco de infecção pelo vírus HB, em todo País.  Implantação do Plano de Eliminação do Tétano Neonatal, priorizando a melhoria na vigilância epidemiológica, focalizando municípios de risco e a vacinação de mulheres em idade fértil (MIF) (de 15 a 49 anos, gestantes e não gestantes).  Realização de campanha nacional de vacinação contra o sarampo, marco inicial do Plano, tendo como público-alvo a população de nove meses a menores de 15 anos de idade, independentemente da situação vacinal. • 1994  O país recebe o Certificado de Erradicação da Poliomielite.
    10. 10. • 1995  Realização da 1ª Campanha Nacional de Seguimento contra o Sarampo em todas as UF, exceto SP, para vacinação da população de um a três anos de idade, independentemente da situação vacinal, que alcançou a cobertura de 77%. • 1996  Realização de campanha nacional de vacinação contra a hepatite B, envolvendo escolares e odontólogos. • 1997  Realização da 2ª Campanha Nacional de Seguimento contra o Sarampo, com exceção de PE, MG, RJ e SC, para vacinação da população de seis meses a quatro anos de idade, independentemente da situação vacinal. • 1998  Implantação, na rotina, Vacina contra o Haemophilus influenzae tipo B, para menores de um ano, em todo País; • 2000  Realização da 3ª Campanha Nacional de Seguimento contra Sarampo, dirigida a crianças entre um e quatro anos, com cobertura vacinal de 100%.  Confirmação do último caso autóctone de sarampo no País, registrado no MS. • 2002  Introdução da vacina tetravalente no calendário básico de vacinação da criança, administrada aos dois, quatro e seis meses de idade. A vacina é resultado da combinação de dois produtos: a DTP e a Haemophilus influenzae tipo b (Hib). • 2003  Substituição da vacina monovalente contra sarampo aos nove meses de idade pela vacina tríplice viral administrada com um ano de idade. • 2004  Instituição do Calendário Básico de Vacinação da Criança, do Calendário de Vacinação do Adolescente e do Calendário de Vacinação do Adulto e Idoso,
    11. 11. • 2006 • Atualização e adequação do Calendário Básico de Vacinação da Criança, com a introdução da vacina oral contra o rotavírus humano (VORH), • 2008 • Realização da Campanha Nacional de Vacinação para Eliminação da Rubéola, considerada uma megaoperação pela sua abrangência e complexidade, • 2010 • Atualização e adequação do Calendário Básico de Vacinação da Criança, com a introdução da vacina meningocócica 10 (conjugada), 2012 • Introdução da vacina pentavalente no calendário de vacinação da criança. A pentavalente resulta da combinação de quatro vacinas (a DTP, a hepatite B e a Hib), para crianças com menos de sete anos de idade, • Introdução da vacina contra a poliomielite de vírus inativados (VIP) no calendário de vacinação da criança, substituindo as duas primeiras doses da vacina oral (VOP), que é mantida no esquema para mais duas doses. • 2013 • Inclusão da vacina contra varicela no Calendário de Vacinação da Criança, • Substituição da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) pela vacina combinada tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela), para a população de um ano de idade.
    12. 12. • Com o objetivo de reduzir a incidência de doenças evitáveis por imunização, busca-se ampliar a cobertura vacinal na faixa etária mais suscetível, através das seguintes estratégias:  Intensificação de vacinas de rotina;  Utilização de outras atividades do serviço de saúde para encaminhamento de crianças para vacinação;  Campanha de imunização;  Busca de faltosos para complementação de doses de vacinas;  Vacinação casa a casa;  Treinamento do pessoal de serviço;  Implementação e adequação da rede de frio. • As ações educativas relacionadas à imunização Compreendem:  Discussão dos conhecimentos sobre vacinas e sobre as doenças por elas evitáveis. Na comunidade e com o pessoal de saúde;  Informação ao responsável pela criança sobre as vacinas que estão sendo aplicadas. Contra que doenças protegem, as possíveis reações e a necessidade de retorno para completar o numero de doses de cada vacina;  Orientação sobre os possíveis fatores que podem interferir no processo de imunização, tais como idade, doenças infecciosas e uso de medicamentos;  Informação sobre a importância da caderneta de vacinação para registro das vacinas aplicadas, e avaliação do estado vacina.
    13. 13. • IMUNIZAÇÃO É a capacidade do organismo reconhecer o agente causador da doença e produzir anticorpos a partir da doença adquirida ou por meio da vacinação, ficando protegido temporária e permanentemente. Imunidade específica pode resultar em imunização passiva ou ativa e ambos os modos de imunização podem ocorrer por processos naturais ou artificiais.
    14. 14. • IMUNIZAÇÃO PASSIVA • Proteção contra doenças infecciosas através da circulação de anticorpos feitos em outro organismo, ou seja, é transmitida de um organismo para outro.  A proteção é temporária.  Ex.: Mãe – filho (Transmissão de anticorpos maternos)  Ex.: Leite materno como anticorpo natural até o 6º mês de vida.  Em uma emergência, um tipo específico de antitoxina, pode ser usado para conferir imunidade passiva.  Ex.: Antitoxina botulínica trivalente é usada na presença do botulismo  IMUNOGLOBULINA HUMANA - SOROS
    15. 15. • IMUNIZAÇÃO ATIVA • Melhor exemplo: Vacina, atua estimulando a imunidade específica (linfócitos e anticorpos). • Proteção produzida pelo sistema imune, pois estimula o próprio organismo a produzir anticorpos humorais (do sangue) contra um antígeno.  A imunidade ativa é muito superior à passiva, pois a atividade imunológica dura mais (geralmente é permanente) e é rapidamente estimulada até altos níveis pela reexposição ao mesmo antígeno ou a antígenos muito semelhantes.  Produz uma imunidade e memória imunológica semelhante à infecção natural, mas sem os riscos da doença.
    16. 16. • VACINA: Preparação contendo microorganismos vivos ou mortos ou frações destes, possuidora de propriedades antigênicas. As vacinas são empregadas para produzir em um indivíduo atividade específica contra um microorganismo. • TIPOS DE VACINAS  VACINAS INATIVADAS (“MORTAS”): São vacinas produzidas a partir de microorganismos mortos, utilizados de forma integral ou parcial (frações da superfície do microorganismo), para induzir a resposta imunológica, podendo ser bacterianas ou virais.  Ex.:Vacinas bacterianas inativadas: coqueluche e febre tifóide  Ex.:Vacinas virais inativadas: poliomielite e influenza  Ex.:Mais exemplos: hepatite B, tetravalente (DTP/Hib), pneumocócica, meningocócica, VIP, hepatite A, DTP, dT, influenza.  VACINAS ATENUADAS (VIVAS): São vacinas produzidas por cultivo e purificação de microorganismos adaptados ou estruturados para eliminar sua patogenicidade, ou seja, a sua capacidade de causar a doença, mantendo, porém, suas características de imunogenicidade.  Ex.:Vacinas bacterianas viva atenuada: bacilo de Calmette - Guérin (BCG) contra tuberculose  Ex.:Vacinas virais atenuada: sarampo e oral contra a poliomielite  Ex.:Mais exemplos:, rotavírus, febre amarela, tríplice viral, varicela
    17. 17.  VACINAS TOXÓIDES: São aquelas que contêm uma toxinas bacterianas ou virais inativas, modificadas, de tal forma que sua ação tóxica é destruída, restando a ação imunizante específica da toxina.  Ex.: vacinas antitetânica e antidifterica  VACINAS COMBINADAS: Resultam da combinação de vacinas na agregação de dois ou mais microorganismos atenuados, microorganismos inativados ou antígenos purificados combinados no processo de fabricação ou imediatamente antes da administração. A combinação de vacinas visa prevenir várias doenças ou prevenir uma doença causada por vários sorotipos do mesmo microorganismo.  Ex.: A vacina tríplice bacteriana – DTP (difteria, coqueluche e tétano), a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), a vacina tetravalente DTP + Hib (difteria, coqueluche, tétano e Haemophilus influenzae tipo b).  VACINAS CONJUGADAS: São vacinas que utilizam frações de microorganismos purificadas (polissacarídeos, por exemplo) e conjugadas, por meio de ligação química, com proteínas (toxóides, tetânico ou diftérico), de forma a potencializar a resposta imune, principalmente em crianças de baixa idade.  Ex.: vacinas modernas como contra Haemophilus influenzae tipo b conjugada (Hib) e a vacina contra Neisseria meningitidis tipo C conjugada.
    18. 18. http://eapv.com.br/2-vacinas/2-2-tipos-de-vacinas/
    19. 19. VACINA DOENÇA BCG – ID TUBERCULOSE HEPATITE B HEPATITE B (HBV) TETRA (DPT + HiB) DIFTERIA, TÉTANO, COQUELUCHE E H. INFLUENZA tipo B VOP (Sabin) POLIOMIELITE ORAL ROTAVÍRUS DIÁRRÉIA VIP (Salk) POLIOMIELITE Inativada ROTAVÍRUS Gastroenterite aguda VACINA DOENÇA FEBRE AMARELA* FEBRE AMARELA TRÍPLICE VIRAL SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA DPT DIFTERIA, TÉTANO, COQUELUCHE TRÍPLICE VIRAL SARAMPO, CAXUMBA E RUBÉOLA.
    20. 20. IDADE VACINAS LOCAL DE APLICAÇÃO COMPOSIÇÃO INDICAÇÃO NASCIMENTO • BCG • HEPATITE B1 • BCG: intradérmica no braço direito • Hep B: no vasto lateral da coxa direito • BCG: Bacilo de Calmete-Guérin (Mycobacterium bovis), ATENUADOS • Antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg). • BCG- Vacina contra TUBERCULOSE • Vacina contra HEPATITE B 2 MESES • PENTAVALENTE (DTP/Hib/Hep. B) • VIP2 • ROTAVÍRUS3 • PNEUMO 10 VALENTE4 • Penta: vasto lateral da coxa esquerdo • VIP: vasto lateral da coxa direito • Rotavírus: oral • Pneumo 10: vasto lateral da coxa direito • Penta: Toxóide purificado de difteria, Toxóide purificado de tétano, B. pertusis inativado, Oligossacarídeos Hib conjugados, Antígeno de superfície da hepatite B, purificado • VIP-Contém os 3 sorotipos de poliovírus obtidos em cultura celular e inativados por formaldeído; • Rotavírus: vírus isolados de humanos e atenuados • PNEUMO 10 -Pn23: É constituída de uma suspensão de antígenos polissacarídicos purificados, com 23 sorotipos de pneumococo ; Pnc10: contém 2μg de polissacarídeo de cada um dos sorotipos, além da proteína de conjugação • Penta: Vacina contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo B • Vacina Inativada Contra a Poliomielite (VIP) • Rotavírus: vacina previne contra doenças diarreicas causadas pelo rotavírus. • PNEUMO 10: Prevenção contra infecções pneumocócicas 3 MESES • MENINGO C5 • Meningo C: vasto lateral da coxa esquerdo • oligossacarídeo meningocócico do C conjugado à proteína CRM197 de Corynebacterium diphtheriae. • proteção contra a meningite meningocócica C
    21. 21. IDADE VACINAS LOCAL DE APLICAÇÃO COMPOSIÇÃO INDICAÇÃO 4 MESES • PENTAVALENTE (DTP/Hib/Hep. B) • VIP2 • ROTAVÍRUS3 • PNEUMO 10 VALENTE4 • Penta: vasto lateral da coxa esquerdo • VIP: vasto lateral da coxa direito • Rotavírus: oral • Pneumo 10: vasto lateral da coxa direito • Penta: Toxóide purificado de difteria, Toxóide purificado de tétano, B. pertusis inativado, Oligossacarídeos Hib conjugados, Antígeno de superfície da hepatite B, purificado • VIP-Contém os 3 sorotipos de poliovírus obtidos em cultura celular e inativados por formaldeído; • Rotavírus: vírus isolados de humanos e atenuados • PNEUMO 10 -Pn23: É constituída de uma suspensão de antígenos polissacarídicos purificados, com 23 sorotipos de pneumococo ; Pnc10: contém 2μg de polissacarídeo de cada um dos sorotipos, além da proteína de conjugação • Penta: Vacina contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo B • Vacina Inativada Contra a Poliomielite (VIP) • Rotavírus: vacina previne contra doenças diarreicas causadas pelo rotavírus. • PNEUMO 10: Prevenção contra infecções pneumocócicas 5 MESES • MENINGO C5 • Meningo C: vasto lateral da coxa esquerdo • oligossacarídeo meningocócico do C conjugado à proteína CRM197 de Corynebacterium diphtheriae. • proteção contra a meningite meningocócica C
    22. 22. IDADE VACINAS LOCAL DE APLICAÇÃO COMPOSIÇÃO INDICAÇÃO 6 MESES • VACINA ORAL CONTRA POLIOMIELITE (VOP) • PENTAVALENTE (DTP/Hib/Hep.B) • PNEUMO 10 VALENTE4 • VOP: oral • Penta: vasto lateral da coxa esquerdo • vasto lateral da coxa: direito • VOP: Contém os 3 tipos de poliovírus vivos atenuados • Penta: Toxóide purificado de difteria, Toxóide purificado de tétano, B. pertusis inativado, Oligossacarídeos Hib conjugados, Antígeno de superfície da hepatite B, purificado • PNEUMO 10 -Pn23: É constituída de uma suspensão de antígenos polissacarídicos purificados, com 23 sorotipos de pneumococo ; Pnc10: contém 2μg de polissacarídeo de cada um dos sorotipos, além da proteína de conjugação • Vacina Oral Contra A Poliomielite (VOP) • Penta: Vacina contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo B • PNEUMO 10: Prevenção contra infecções pneumocócicas 9 MESES • FEBRE AMARELA (FA)6 • SC Constituída de vírus vivos atenuados • Vacina Contra Febre Amarela 12 MESES • SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA (SCR)7 • MENINGO C5 • SC • Meningo C: vasto lateral da coxa esquerdo • SRC-Combinação de vírus vivos atenuados. • oligossacarídeo meningocócico do C conjugado à proteína CRM197 de Corynebacterium diphtheriae. • Vacina Contra Sarampo, a Rubéola e a Caxumba (Tríplice Viral- SRC) • proteção contra a meningite meningocócica C
    23. 23. IDADE VACINAS LOCAL DE APLICAÇÃO COMPOSIÇÃO INDICAÇÃO 15 MESES • DTP • VACINA ORAL CONTRA POLIOMIELITE (VOP) • PNEUMO 10 VALENTE4 • SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA- VARICELA (TETRAVIRAL) • DTP: vasto lateral da coxa esquerdo • VOP: oral • Pneumo 10: vasto lateral da coxa direito • TETRAVIRAL: SC • vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) - Tetra Viral 4 a 6 ANOS • DTP • VACINA ORAL CONTRA POLIOMIELITE (VOP) • DTP: deltóide esquerdo • VOP: oral 11 ANOS • FEBRE AMARELA • SC Constituída de vírus vivos atenuados Vacina Contra Febre Amarela Crianças entre 6 m e menores de 2 anos Abaixo de dois anos de idade INFLUENZA SAZONAL9 • vasto lateral da coxa direito contém 15μg de cada um de dois subtipos do sorotipo A e 15μg de uma cepa do sorotipo B, de vírus fracionados ou subunidades inativados Vacina Contra Virus INFLUENZA
    24. 24. • Composição e apresentação  Toxóide diftérico, toxóide tetânico • Idade de aplicação  Todos os adolescentes com idade entre 11 e 19 anos. • Via de administração  Por injeção via intramuscular na parte superior do braço – músculo deltóide – ou no vasto lateral da coxa.  Adolescentes não vacinados devem tomar três doses (com intervalo de dois meses entre as doses (zero, dois, quatro meses)).  Adolescentes que já receberam a vacina DTP na infância devem tomar uma dose de reforço a cada dez anos.
    25. 25. • Composição e apresentação Combinação de vírus vivos atenuados. • Idade de aplicação  Todos os adolescentes com idade entre 11 e 19 anos. • Via de administração  1 DOSE- Por injeção subcutânea na parte superior do braço – músculo deltóide
    26. 26. FALSAS CONTRAINDICAÇÕES À VACINAÇÃO A crença popular leva muita gente a acreditar que a vacina não pode ser tomada em algumas situações, o que é falso. As vacinas podem e devem ser tomadas mesmo quando a pessoa (criança, adolescente, adulto ou idoso) estiver:  Com febre baixa;  Desnutrida;  Com doenças comuns, como resfriados ou outras infecções respiratórias com tosse e coriza;  Com diarréia leve ou moderada;  Com doenças de pele;  Tomando antibióticos;  Com baixo peso ao nascer ou se for prematura(exceto BCG – não aplicar esta vacina em crianças com peso inferior a 2 kg);  Que esteja internada num hospital;  Que tenha história e/ou diagnóstico clínico pregresso de tuberculose, hepatite B, coqueluche, difteria, tétano, poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola e febre amarela, no que diz respeito à aplicação das respectivas vacinas ;  Que tenha antecedente familiar de convulsão;  Que faça tratamento sistêmico com corticosteroides nas seguintes situações:  curta duração (inferior a duas semanas), independente da dose;  doses baixas ou moderadas, independente do tempo;  tratamento prolongado, em dias alternados, com corticosteroides de ação curta;  doses de manutenção fisiológica.  Alergia, exceto as de caráter anafilático, relacionada com os componentes das vacinas .
    27. 27. • BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Programa Nacional de Imunização PNI 25 Anos. Brasília, 1998. • BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de Imunização 30 Anos. Brasília, 2003. • SOPERJ apud Temporão, J. G. 2003. O Programa Nacional de Imunização (PNI): Origens e Desenvolvimento. Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2003. • BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de Imunizações PNI 40 anos. Brasília, 2013. • MINISTÉRIO DA SAÚDE. Cartilha de vacinas- Disponível em: < http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/1c0dee80474580598c59dc3fbc4c 6735/cart_vac.pdf?MOD=AJPERES >. Acesso em: 10 de julho de 2014 • GADELHA, C. e AZEVEDO, N.: ‘Inovação em vacinas no Brasil: experiência recente e constrangimentos estruturais’. História, Ciências, Saúde Manguinhos, vol. 10(suplemento 2): 697-724, 2003. • Domingues CMA, Teixeira AMS. Coberturas vacinais e doenças imunopreveníveis no Brasil no período 1982-2012: avanços e desafios do Programa Nacional de Imunizações, Epidemiologia. Serv. Saúde. 2013. 22 (1): 9-27.

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