PÓLO EDUCATIVO III – B DE PONTA D´ÁGUA
Autores/as:
- Professores/as
- Gestora
Fevereiro 2015
A escola é fundamental para o aluno, é a base da vida, tanto profissional como social. É
a instituição mais importante, po...
Índice
I. Introdução………………………………………………….pág. 1
II. Contextualização da escola…………………………………pág. 3
III. Caracterização da es...
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I. INTRODUÇÃO
“Projeto Educativo é um documento pedagógico elaborado por toda a
comunidade educativa, que, com caráter t...
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participa efetivamente da construção do conhecimento através de atividades dinâmicas
como pesquisa, entrevistas, debates...
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II. Contextualização da escola
O Pólo educativo, encontra-se localizado num dos bairros periféricos da capital,
onde gra...
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 Delinquência juvenil;
 Entre outras…
Devido a esses problemas, as pessoas da comunidade pertencentes a classe média,
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Nesta altura estudavam os alunos da 1ª à 4ª classe, com cerca de 40 à 43 alunos por cada
sala e obrigando a transformaçã...
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IV- Situação física da escola
Historicamente a infraestrutura sofreu algumas transformações relevantes que
favorecem con...
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V- Situação dos recursos materiais, humanos e infraestruturais.
Recursos materiais
Designação Quantidade Estado de conse...
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VI- ANÁLISE FOFA
PONTOS FRACOS PONTOS FORTES
- Espaço adequado para a prática de
educação física;
- Vedação na escola;
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VII - Relação nominal dos professores e professoras afeto à escola
Nº Nome professor/a Data de
Nasc.
Naturalidade
Concel...
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VIII – Quadros dos não docentes
Nome Data
Nascimento.
Naturalidade
Concelho
Função Tempo
Serviço
Dionela Semedo Silves ...
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IX - OBJETIVOS GERAIS
- Promover o sucesso educativo para todos, utilizando metodologias diferenciadas, respeitando os ...
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OBJETIVOS
GERAIS
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS
ATIVIDADES CRONOGRAMA
 Integração da escola
com a comunidade;
 Planificar a pa...
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outras instituíções da comunidade).
 Realização de feiras de saúde;
 Encontro de tardes de chá;
 Inclusão de novas
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diversas áreas como:
lingua portuguesa,
matemática,
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docentes;
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aprendizagem.
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 Criação de grupos de alunos / alunas
catadores de poemas na comunidade;
 Familiarização com a litera...
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XI - Organograma do Pólo
alunos;
 Criar condições para o
desenvolvimento integral de
todas as crianças,
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XII - AVALIAÇÃO
Aperfeiçoamento do projeto educativo, é através da sua avaliação onde pode identificar
as forças e as f...
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O presente Projeto Educativo entra imediatamente em vigor.
Escola Ensino Básica de Ponta d’Água, 25 de Fevereiro de 201...
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  1. 1. PÓLO EDUCATIVO III – B DE PONTA D´ÁGUA Autores/as: - Professores/as - Gestora Fevereiro 2015
  2. 2. A escola é fundamental para o aluno, é a base da vida, tanto profissional como social. É a instituição mais importante, porque é através dela que se adquire conhecimentos, formação e educação para todos. Segundo Maximiano, 1997 pag. 20, “o projeto é um empreendimento finito, com objetivos claramente definidos em função de um problema , oportunidade ou interesse de uma pessoa ou organizaçao”. Ainda, Weiss & Wysoki, 1992, pag. 3, define projeto “como empreendimento com as seguintes carateristicas: complexidade, unicidade, finitude, recursos limitados, envolvimento interfuncional, esclarecimento de tarefas, orientado por objetivos e com produto ou serviço final”.
  3. 3. Índice I. Introdução………………………………………………….pág. 1 II. Contextualização da escola…………………………………pág. 3 III. Caracterização da escola……………………………………pág. 4 IV. Situação física da escola……………………………………pág. 6 V. Situação dos recursos materiais humanos e infraestruturais..pág. 7 VI. Análise FOFA………………………………………………pág. 8 VII. Relação nominal……………………………………………pág. 9 VIII. Quadro dos não docentes………………………………...pág. 10 IX. Objetivos gerais………………………………...………….pág. 11 X. Elementos ideológicos do projeto………………………....pág. 11 XI. Organograma do pólo……………………………………...pág. 16 XII. Avaliação…………………………………………………..pág. 18
  4. 4. 1 I. INTRODUÇÃO “Projeto Educativo é um documento pedagógico elaborado por toda a comunidade educativa, que, com caráter temporal, expressa de forma realista e concreta a ação educativa tendo em vista a coerência da ação e organização acadêmica do centro” (RODRIGUEZ, 1985, P.432). Algumas ideias chave caracterizam este macro conceito: trata-se de um documento que orienta a ação educativa, que esclarece o porquê e para quê das atividades escolares, que diagnostica os problemas reais e os seus contextos, que exige a participação crítica, se não de todos os elementos da comunidade escolar, pelo menos da generalidade dos autores, que prevê e identifica os recursos necessários de forma realista, que descobre e desenvolve os fatores capazes de empenharem os autores na consecução dos objetivos da escola e que sabe o que avaliar, para quê, como e quando. O projeto não é um desenvolvimento de outros instrumentos organizacionais já introduzidos – Plano de Atividades, Regulamento Interno, etc. É um instrumento ao serviço da escola. No contexto da realidade atual, a escola enquanto entidade organizacional assenta no postulado de que o projeto educativo deve ser um elemento orientador, constituído e executado de forma participada, dentro dos princípios da responsabilidade dos vários intervenientes. De acordo com os normativos, o projeto educativo surge como o documento que permite o exercício de uma gestão que responda à missão da escola de forma eficaz e eficiente, promovendo um conjunto de funções e estabelecendo as relações entre o gestor e a comunidade educativa, levando à criação de uma liderança eficaz na conceção de um projeto educativo válido e coerente com a realidade envolvente, concretizando um reforço da autonomia da escola. Nesta perspetiva e de acordo com Leite, Gomes e Fernandes (2001), todo o processo de conceção e implementação do projeto educativo, enquanto momento de desenvolvimento organizacional, pressupõe a participação dos elementos constituintes da comunidade educativa que em coletivo, de uma forma permanente e contínua, efetuam uma reflexão sobre a escola, decidem as soluções de continuidade ou de mudança e avaliam as consequências das suas decisões. Neste sentido, a utilização de projetos educacionais nas escolas é de fundamental importância porque torna o aprendizado mais significativo, uma vez que o aluno
  5. 5. 2 participa efetivamente da construção do conhecimento através de atividades dinâmicas como pesquisa, entrevistas, debates e experimentos, que o levam a refletir continuamente, durante o processo, sobre a importância do tema abordado e os reflexos desse conhecimento sobre sua vida. Também vale ressaltar que este aluno, ao interagir com o grupo e com os professores, desenvolve valores como respeito, solidariedade e cooperatividade, à medida que se vê como parte integrante e importante desse processo, socializando seus conhecimentos e suas experiências.
  6. 6. 3 II. Contextualização da escola O Pólo educativo, encontra-se localizado num dos bairros periféricos da capital, onde grande número de família é chefiado por mães solteiras (famílias monoparentais). As mesmas, na sua maioria, possuem um nível de escolaridade muito baixa, que de certa forma lhes impedem de obter um rendimento sustentável. Com isso, as condições de trabalho são precárias. Algumas dedicam-se aos trabalhos de empregadas domésticas, ao comércio informal as chamadas “vendedeiras ambulantes”, auferindo assim um montante que nem sempre chega para custear as despesas de casa, inclusive as escolares. Dado a um fraco nível de ensino e um poder económico baixo da comunidade, de uma forma indireta traz consigo problemas para a escola, nomeadamente acompanhamento dos pais no processo ensino aprendizagem dos filhos. Porém, a comunidade dispõe de funcionários públicos «minoria», mas estes, têm uma participação quase nula no bom funcionamento da escola, pois alegam a carência da mesma e procuram instituições de ensino que pressupõem apresentar melhores condições de ensino. No que concerne a saúde, o bairro possui um centro de saúde que presta cuidados de saúde primária à toda comunidade circundante. Porém, a escola lida com crianças que apresentam alguns problemas de saúde como doenças da pele, cáries dentárias entre outras que podem ser consequências de um hábito alimentar precária e uma deficiente higiene pessoal. Ainda, a comunidade enfrenta problemas sociais tais como:  Droga;  Desemprego;  Alcoolismo;  Falta de infraestruturas de lazer;  Habitação precária;
  7. 7. 4  Delinquência juvenil;  Entre outras… Devido a esses problemas, as pessoas da comunidade pertencentes a classe média, deslocam os seus filhos para outras escolas, A escola fica situada ao lado do antigo chafariz e do Jardim “Nascer do sol”, perto da Rádio comunitária Voz de Ponta d’Água, Citi Habitat, Capela, IFH e aproximadamente aos 180 metros da estrada principal. Circulada por estradas de terra batida, com défice no que tange saneamento. O meio de transporte utilizado pela população é autocarro Sol Atlântico, Moura Company e Táxi. No que diz respeito às Infra- estruturas de Base, há um Centro de Saúde, centros comerciais, IFH, Citi Habitat. Uma comunidade liderada por grupos de associações religiosas como “Jovens Soldados de Cristo”, “Associação Cristo Rei” e associações não religiosa como “Fidjus de Ponta d’Água”, “Abraços”, “Djunto di Nobu”,” Associação Comunitária Para o Desenvolvimento de Ponta d’Água”, “Associação Funerária 20 de Janeiro” e “Associação das Mães de Ponta d’Água”. III. Caracterização da escola (Identidade) Segundo alguns moradores mais antigo do bairro, com a crise do ano de 1990 a população do interior de Santiago abandonou o campo e vieram fixar-se no espaço que era limpo. Ali construíram barracas e começaram a praticar os pequenos negócios. Em 1991, precisamente no mês de Setembro a Embaixada Chinesa financiou um projeto para construção de 3 salas de aula e 1 refeitório e foi inaugurada por sua Excelência Ex- Presidente da Câmara Municipal Jacinto Ebreu dos Santos em 1992. A escola foi pintada de azul que até hoje ainda é conhecida pela sua cor.
  8. 8. 5 Nesta altura estudavam os alunos da 1ª à 4ª classe, com cerca de 40 à 43 alunos por cada sala e obrigando a transformação do refeitório em sala de aula para acolher mais alunos matriculados no ano de 1997. De 1992 à 1998 houve um aumento de alunos que obrigou o Ministério de educação alugar casas para dar aulas, daí que no ano de 1999 o Ministério construiu mais 2 salas de aula para resolver o problema de aluguer. Com a construção da outra escola na mesma zona, denominado Pólo Educativo Nº III – A, com maior número de salas a escola passou a funcionar como satélite desde 1992 à 2003. No ano seguinte a escola tornou-se autónoma com o seu 1º gestor, Ermelindo Semedo.
  9. 9. 6 IV- Situação física da escola Historicamente a infraestrutura sofreu algumas transformações relevantes que favorecem condições mínimas para o seu bom funcionamento. No entanto, a escola ainda carece de algumas melhorias no que refere à segurança, tendo em conta que o muro de proteção não oferece segurança para a própria escola e nem para os seus funcionários, visto que, sempre somos surpreendidos com vandalismos e roubos principalmente nos finais de semana. Os pisos das salas necessitam de remodelações nas salas mais antigas, constituindo um autêntico perigo para os alunos e por outro lado, a inexistência de um espaço para a prática das aulas de educação físico motora está dificultando muito a concretização e materialização dos conteúdos programados, sem esquecer da necessidade uma biblioteca para encorajar e estimular os alunos para as atividades que demandam a língua portuguesa e não só. É de realçar que nos últimos dois anos a escola vem sofrendo algumas intervenções para o melhoramento. Tendo ganho duas salas novas (secretaria e sala para professores), casa de banho para os alunos e pavimentação de pátio. No que tange ao corpo docente apresentado, todos são formados, tendo área pedagógica a formação de base e outras áreas, com o tempo de serviço variando de nove a vinte e nove anos de serviço. Referente ao ano transato a meta estipulada foi de 91%, tendo como ano de base 90%. Devido ao empenhamento de todos conseguimos 96,3%, ultrapassando a meta estipulada. No ano de 2014/15 estipulou-se a meta de 96,5%.
  10. 10. 7 V- Situação dos recursos materiais, humanos e infraestruturais. Recursos materiais Designação Quantidade Estado de conservação Mesas 100 Razoável Cadeiras 186 Razoável Computador 1 Velho Caixa métrica 1 Boa Arca 1 Boa Estantes 5 Razoável Kit dos primeiros socorros 1 Boa Quadro 1 Designação Quantidade Estado de conservação Bom Razoável Mau Salas de aulas 6 3 1 2 Espaço administrativo 1 X W.C para alunos 2 X W.C para professores 0 Placas desportivas 0 Cozinha 1 X Arrecadação 1 X Sala de professores (as) 1 X Outros espaços Quadro 2
  11. 11. 8 VI- ANÁLISE FOFA PONTOS FRACOS PONTOS FORTES - Espaço adequado para a prática de educação física; - Vedação na escola; - Sala de informática e seus equipamentos; - Cozinha inadequada; - Depósito para conservação da água; - Um guarda diurno; - Inexistência de encarregada de Limpeza - Degradação de pavimentos de algumas das salas de aula. - Alguns materiais didáticos importante para sala de aula. - Equipamentos para sala de gestora. - Rede de água e eletricidade; - Docentes capacitados com formação exigida para o nível em que lecionam; - Existência de uma equipa engajada para o sucesso do prajeto escolar; - Sala professores/as e gabinete gestora; - Relacionamento razoável entre os professores/as; - Casa de banho adequado para alunos; - Espaços arejados e acolhedores; AMEAÇAS OPORTUNIDADES - Ato de vandalismo e roubos que sofre a escola; - Indice elevado de pobreza dos pais e ou encarregados/as da educação; - Alta taxa de desemprego junto das famílias condicionando um ambiente saudável no seio dos alunos; - Insegurança na escola por falta um guarda diurno e de vedação. Fraca capacidade financeira dos pais e encarregados de educação; - Facilidade de procurar parceiros para desenvolver um ensino de qualidade; - Existência de infraestruturas na comunidade (Centro de Saúde, CITI HABITAT…); - Existência de quadros superiores; - Ensino extra curricular (Lingua Francesa); - Grupos associativos…
  12. 12. 9 VII - Relação nominal dos professores e professoras afeto à escola Nº Nome professor/a Data de Nasc. Naturalidade Concelho/Pais Habilitação Profissional Categ oriaR ef/Esc . Nível que leciona Periodo que leciona Tempo Serviço Vínculo Contato Móvel Fixo Email 1 Adelsa correia Monteiro 29-12-82 N. S. da Graça Licen. 5/C 4º ano Tarde 9 Contrato 2 Celina Sanches Semedo 03-02-83 N. S. da Graça I. P 7/A 6º ano Tarde 9 Contrato 3 Diva Oriana Gonçalves Pereira 22-04-85 N. S. da Graça I.P 5/C 4º ano Manhã 10 2 Contrato 4 Felisberto Gonçalves Dias 12-02-72 N. S. da Graça 2ªfase/MP 7/D 3º ano Tarde 23 Quadro 5 Fernando Mendes Correia 26-03-77 N. S. da Graça I.P 7/A 1º ano Manhã 9 Quadro 6 Josefa Lopes Cardoso Tavares 10-07-78 S. Miguel Licen 9/A 2º ano Manhã 14 2 Quadro 7 Leonilde C. D. Almeida 12-09-73 S.N.Tolentino IP 7/A 5ºAno Tarde 20 Contrato 8 Ludemilde E.V.Semedo 07-06-79 S.Catarina IP 7/A 6ºAno Tarde 15 Quadro 9 Maria AuxiliaTavares Correia 27-08-66 N.S. da Graça IP 7/A 3ºAno Manhã 15 2 Quadro 10 Maria Fernanda V.Gomes 20-10-75 S.Catarina Licen 7/B 2ºAno Manhã 17 Quadro 11 Maria Isabel Mendes 30-01-62 N.S. da Graça 2ªFase 7/A Gestora do pólo 29 Quadro 12 Maria do Rosário .M.Vaz 12-02-73 S.S.do Mundo IP 7/A 1ºAno Manhã 21 Quadro 13 Maria Sábado R.M.F. da Cruz 06-02-62 S.Miguel IP 7/A 5º Tarde 29 Quadro 14 Silvino Mendes Cabral 25-03-63 S. Tiago Maior IP 7/A Secretaria Quadro QUADRO 3
  13. 13. 10 VIII – Quadros dos não docentes Nome Data Nascimento. Naturalidade Concelho Função Tempo Serviço Dionela Semedo Silves Ferreira 01/11/69 São Domingos Cozinheira 15 Anos Maria Eduarda Monteiro 27/01/56 Santa Cruz Cozinheira 23 Anos Maria Rosário G. F. Lopes 02/03/56 Santa Cruz Cozinheira 15 Anos Egídio Moreira Vaz 21/09/67 R D. S. Tomé Guarda Noturno 28 Anos Discente 2014/2015 Ano de escolaridade Nº de alunos Sexo TotalF M 1º 50 20 30 50 2º 50 21 29 50 3º 45 17 28 45 4º 54 26 28 54 5º 65 26 39 65 6º 55 27 28 55 Total 319 137 182 319 Taxa de aprovação e reprovação dos alunos do ano letivo 2013/14 Ano de escolaridade Nº de alunos Aprovação Reprovação Abandono Percentagem 1º 2º 3º 4º 5º 6º Total Meta para o ano letivo 2014/2015 Ano de Base Meta Resultados conseguidos Metas à Atingir 90% 91% 96,3% 96,5%
  14. 14. 11 IX - OBJETIVOS GERAIS - Promover o sucesso educativo para todos, utilizando metodologias diferenciadas, respeitando os ritmos de aprendizagem; - Definir os conteúdos curriculares, adaptado às necessidades e motivações dos alunos, proporcionando um desenvolvimento integral e a sua inserção na vida activa; - Estimular a realização de iniciativas que visem melhorar as condições de trabalho, o clima de relações saudáveis e a qualidade dos equipamentos e serviços. - Elaborar orçamento privativo numa perspectiva anual, de acordo com a necessidade e que seja aprovado pelo conselho do pólo. X - ELEMENTOS IDEOLÓGICOS DO PROJETO Valores que regem a escola : Mudança para uma cultura educacional em que se valorize a igualdade entre todos os alunos e professores, o respeito pelas diferenças, a participação dos pais e a incorporação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. Uma mudança que potencialize a colaboração entre os professores e que defenda a flexibilidade e a busca conjunta de soluções diante dos problemas apresentados pelos alunos. A escola tem regulamento interno que orienta o regime de funcionamento de cada um dos seus órgãos de administração e gestão, das estruturas de orientação e dos serviços de apoio educativo bem como os direitos e deveres dos membros da comunidade escolar. Tem por objetivo garantir a estabilidade normativa de forma que possa constituír num instrumento fundamental para acompanhar a dinâmica deteminada pelo projeto educativo, promovendo padrões de qualidade que fazem da escola uma organização social ao serviço da comunidade.
  15. 15. 12
  16. 16. 12 OBJETIVOS GERAIS OBJETIVOS ESPECÍFICOS ATIVIDADES CRONOGRAMA  Integração da escola com a comunidade;  Planificar a participação da comunidade na escola e desta na comunidade com o intuito de desenvolver novas formas de relacionamento;  Criação de dispositivo para a identificação das potencialidades na comunidade que contribuem para o ensino eficiente e relevante( instituições, pessoas singulares, ONGS);  Cedência de espaço e materiais para palestras e outros assuntos de caris social;  Projeção de filmes didáticos;  Convite a dirigentes dos grupos associativos para discursos em altas cerimónias;  Apresentação da conta geral da escola (entradas e saídas das receitas) nas reuniões com os pais/encaregados de educaçao;  Mobilização de fundos para distribuição de cestas básicas às crianças carenciadas;  Conversa no pátio com forças vivas da comunidade(líderes comunitário,representantes das igrejas e
  17. 17. 13 outras instituíções da comunidade).  Realização de feiras de saúde;  Encontro de tardes de chá;  Inclusão de novas tecnologias de informação e comunicacão nas escolas e nos processos pedagógicos.  Introdução de habilidades tecnológicas de forma prática que resulta na criação de instrumentos e documentos que podem ajudar o professor no aumento da produtividade;  Alfabetização digital de todo o corpo docente para a produção de informações numa variedade de formas e meios;  Aquisição de equipamentos informaticos junto dos parceiros para o equipamento da sala de informática;  Promoção de aulas interativas;  Criação de espaço para alfabetização digital dos alunos do 2º ciclo;   Criação de horto escolar.  Junção da vertente pedagógica à necessidade do melhoramento da dieta alimentar  Aulas de demonstração práticas.  Partilha de ideias entre diversas instituições da comunidade.  Integração da educação ambiental nas atividades curriculares.   Formação / reciclagem de professores nas  Formação continua na própria escola como forma de desenvolver um trabalho  Atelier de produção de materiais didáticos  Partilha de conhecimentos entre docentes 
  18. 18. 14 diversas áreas como: lingua portuguesa, matemática, expressões; cooperativo entre os docentes; e não docentes.  Verificação e aprovação de instrumentos de avaliação;  Partilha de estratégias e práticas bem sucedidas no grupo  Educação para a cidadania  Educação para valores, atitudes, e comportamentos;  Educação para a equidade social;  Educação e preservação ambiental;  Reconhecimento da interdependência entre o género, desenvolvimento e a educação;  Reconhecimento da necessidade da gestão racional e equilibrada dos recursos naturais e ecológicos do planeta como via para o desenvolvimento sustentável;  Sessões de filmes;  Exposição de trabalhos de expressão plástica dos alunos e professores;  Plantação de árvores envolvendo comunidade educativa ;  Campanha de limpeza envolvendo comunidade.  Pintura de muros.   Aquisição de kits pedagógicos e apetrechamento de biblioteca  Promoção do gosto pela leitura, aumentando a capacidade de pesquisa, consequentememte o melhoramento do ensino  Leitura criativa;  Criação de dispositivos para eleição de melhores resultados de aprendizagem e comportamento dos alunos;  Criação de equipas para oficina literária; 
  19. 19. 15 aprendizagem. .  Criação de grupos de alunos / alunas catadores de poemas na comunidade;  Familiarização com a literatura infanto juvenil.  Convidar personalidades/escritores de literatura Infantojuvinil  Inclusão de crianças com NEE/dificuldades de aprendizagem.  Oferecer aos estudantes o que possam compreender, o que os motiva e se ajusta às suas necessidades;  Proporcionar igualdade de oportunidades para todos.  Privilegiar a aquisição do saber, e de um saber vinculado à realidade social;  Garantir a todos um bom ensino, a apropriação dos conteúdos curriculares básicos que tenham ressonância na vida dos  Projetos compartilhado;  Atitudes positivas da comunidade educacional  Valorização das potencialidades dos alunos  Definição clara das estrategias de diferenciação pedagógica junto das entidades colaborativas; 
  20. 20. 16 XI - Organograma do Pólo alunos;  Criar condições para o desenvolvimento integral de todas as crianças,
  21. 21. 17
  22. 22. 18
  23. 23. 18 XII - AVALIAÇÃO Aperfeiçoamento do projeto educativo, é através da sua avaliação onde pode identificar as forças e as fraquezas, verificar como se articulam diversas componentes do projeto. Estas informações podem ser utilizada para rever o projeto e melhorar a sua eficácia e eficiência através da identificação de prioridades e limitações. Para a sua avaliação estão previstas quatro etapas. No final de cada ano letivo submete- se a avaliação e a outra no final do prazo da sua execução. A sua responsabilidade cabe ao núcleo pedagógico e conselho de polo, que terão em conta os relatórios anuais das atividades realizadas durante o ano letivo. INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO Pode ser através dos seguites itens:  Observação direta das atividades desenvolvidas;  Ficha de autoavaliação interna (inquéritos, questionários e entrevistas);  Relatórios. PRESPETIVA Esperamos que estes objetivos e metas sejam concretizados e que sirvam de mais-valia para toda a comunidade educativa. Aprovado pelo conselho do pólo Nº III – B,em 21 de Fevereiro de 2015. A Gestora: __________________ Maria Isabel Mendes
  24. 24. 19 O presente Projeto Educativo entra imediatamente em vigor. Escola Ensino Básica de Ponta d’Água, 25 de Fevereiro de 2015.

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