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Como o Mestre Jesus, observemos cuidadosament...
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Sobre dois fatos descansam os dois conceitos ...
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O segundo abarcará o estudo dos vários ramos ...
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Baseando-se nessas duas formas da ciência
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O cultivo das capacidades e a transmissão de
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Ao ensinar um assunto, o professor deve:
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c) Fazer referência à natureza e origem dos f...
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Interação Professor-Aluno
A formação das crianças e dos ...
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Cada classe constitui também u...
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O professor Walter Garcia afir...
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O educador, na sua relação com...
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Interação Professor-Aluno
a) uma função incentivadora e ...
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Interação Professor-Aluno
b) uma função orientadora, poi...
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Cabe ao professor, durante sua...
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De acordo com Leif, em sua obra Vocabulário t...
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a) Em relação ao ensino, disciplina é um conj...
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Sendo um fenômeno psicológico,...
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  1. 1. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA ORIENTAÇÕES O Slide aqui apresentado, tem como objetivo apresentar um RESUMO do Livro estudo na Disciplina. Dessa forma: 1. Realize a leitura com total cuidado e oração. 2. Utilize a Bíblia, Dicionários e outras fontes teológicas para acompanhamento das passagens mencionadas. 3. As imagens são meramente ilustrativas.
  2. 2. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 01 Introdução A Didática é um dos principais ramos da Pedagogia. Ela investiga os fundamentos e as condições para a realização do ensino que contém a instrução. A Pedagogia codifica o conhecimento amplo sobre a educação e a Didática o decodifica para a realização do ensino.
  3. 3. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 02 Introdução Concluímos que o objeto da Pedagogia é a Educação e a Didática, disciplina da própria Pedagogia, é a teoria do ensino.
  4. 4. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 03 Introdução O vocábulo didática deriva da expressão grega techné didaktiké, que se traduz por arte ou técnica de ensinar. Enquanto adjetivo derivado de um verbo, o vocábulo referido origina-se do termo didásko cuja formação lingüística – note-se a presença do grupo sk dos verbos incoativos – indica a característica de realização lenta através do tempo, própria do processo de instruir.
  5. 5. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 04 Introdução Como o Mestre Jesus, observemos cuidadosamente uma criança para aprender dela o que vem a ser a educação. Sim, porque a educação no seu sentido mais largo abarca todos os passos e processos pelos quais o Infante gradativamente é transformado num adulto inteligente e bem desenvolvido.
  6. 6. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 05 Introdução Consideremos a criança. Tem ela um corpo humano completo, com olhos, mãos e pés – todos os órgãos do sentido, da ação e da locomoção – e, não obstante, está ali inerme – sem meios de defesa – desajudada no seu berço. Ri, chora, sente. Tem os atributos dum adulto, mas não os poderes dele.
  7. 7. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 06 Introdução Sobre dois fatos descansam os dois conceitos da educação. Primeiro o desenvolvimento das capacidades; segundo, a aquisição da experiência. Aquele é a maturação do corpo e da mente. E este, o processo de fornecer à criança a herança da raça.
  8. 8. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 07 Introdução Cada um desses fatos – a imaturidade da criança e a sua ignorância – devem servir de base à ciência da educação. O primeiro enfatizará as capacidades do ser humano, bem como a ordem em que se desenvolvem e as suas leis de crescimento e ação.
  9. 9. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 08 Introdução O segundo abarcará o estudo dos vários ramos do conhecimento humano, e como são descobertos, desenvolvidos e aperfeiçoados. Cada uma dessas ciências necessariamente inclui a outra, assim como o estudo dos poderes inclui o conhecimento dos seus produtos, assim como o estudo dos efeitos abarca uma revisão das causas.
  10. 10. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 09 Introdução Baseando-se nessas duas formas da ciência educacional podemos ver que a arte da educação é dupla: a arte de exercitar e a arte de ensinar. Uma vez que a criança mostra-se imatura no uso de todas as suas capacidades, vê-se que o primeiro passo na educação é exercitá-la no sentido de desenvolver inteiramente essas capacidades. Tal preparo deve ser físico, mental e espiritual.
  11. 11. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 10 Introdução O cultivo das capacidades e a transmissão de experiência – é que constituem a obra do professor. Toda organização e toda direção são subsidiárias a esse alvo duplo. O resultado que se deve procurar é justamente este: uma personalidade bem desenvolvida física, intelectual e moralmente, com recursos tais que lhe tornem a vida útil e feliz, e habilitem o indivíduo a continuar aprendendo através de todas as atividades da vida.
  12. 12. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 11 Introdução Ao ensinar um assunto, o professor deve: a) Apresentar o objeto ou idéia diretamente, fazendo demonstração, pois o aluno aprende através dos sentidos, principalmente vendo e tocando. b) Mostrar a utilidade específica do conhecimento transmitido e a sua aplicação na vida diária.
  13. 13. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 12 Introdução c) Fazer referência à natureza e origem dos fenômenos estudados, isto é, às suas causas. d) Explicar primeiramente os princípios gerais e só depois os detalhes. e) Passar para o assunto ou tópico seguinte do conteúdo apenas quando o aluno tiver compreendido o anterior.
  14. 14. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 13 Introdução Como se pode ver, esses pressupostos da prática docente já eram proclamados por Comenius em pleno século XVII.
  15. 15. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 14 Interação Professor-Aluno A formação das crianças e dos jovens ocorre por meio de sua participação na rede de relações que constitui a dinâmica social. É convivendo com pessoas, seja com adultos ou com seus colegas - grupos de brinquedo ou de estudo -, que a criança e o jovem assimilam conhecimentos e desenvolvem hábitos e atitudes de convívio social, como a cooperação e o respeito humano. Daí a importância do grupo como elemento formador.
  16. 16. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 15 Interação Professor-Aluno Cada classe constitui também um grupo social. Dentro desse grupo, que ocupa o espaço de uma sala de aula, a interação social se processa por meio da relação professor-aluno e da relação aluno-aluno. É no contexto da sala de aula, no convívio diário com o professor e com os colegas, que o aluno vai paulatinamente exercitando hábitos, desenvolvendo atitudes, assimilando valores.
  17. 17. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 16 Interação Professor-Aluno O professor Walter Garcia afirma que "a educação, seja ela escolar ou 'do mundo', é fenômeno que só ocorre em razão de um processo básico de interação entre pessoas”.
  18. 18. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 17 Interação Professor-Aluno O educador, na sua relação com o educando, estimula e ativa o interesse do aluno e orienta o seu esforço individual para aprender. Assim sendo, o professor tem, basicamente, duas funções na sua relação com o aluno:
  19. 19. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 18 Interação Professor-Aluno a) uma função incentivadora e energizante, pois ele deve aproveitar a curiosidade natural do educando para despertar o seu interesse e mobilizar seus esquemas cognitivos (esquemas operativos de pensamento);
  20. 20. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 19 Interação Professor-Aluno b) uma função orientadora, pois deve orientar o esforço do aluno, para aprender, ajudando-o a construir seu próprio conhecimento.
  21. 21. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 20 Interação Professor-Aluno Cabe ao professor, durante sua intervenção em sala de aula e por meio de sua interação com a classe, ajudar o aluno a transformar sua curiosidade em esforço cognitivo e a passar de um conhecimento confuso, sincrético, fragmentado, a um saber organizado e preciso.
  22. 22. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 21 Disciplina De acordo com Leif, em sua obra Vocabulário técnico e crítico da Pedagogia e das Ciências da Educação (p. 121), o termo disciplina é usado, basicamente, em duas acepções diversas, que resumimos a seguir:
  23. 23. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 22 Disciplina a) Em relação ao ensino, disciplina é um conjunto ou corpo específico de conhecimentos com suas características próprias e métodos particulares de trabalho. Nesse sentido, corresponde à matéria de ensino, conteúdo ou componente curricular.
  24. 24. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 23 Disciplina b) Em relação ao indivíduo, disciplina é uma regra de conduta ou um conjunto de normas de comportamento que podem ser impostas do exterior (heterodisciplina), ou que podem ser aceitas livremente pelo indivíduo, regulando o seu comportamento (auto disciplina).
  25. 25. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 24 Disciplina Sheviakove Redl afirmam que, no que se refere ao comportamento, disciplina é "a organização de nossos impulsos para a obtenção de um objetivo. Do ponto de vista do grupo, a disciplina é a subordinação dos impulsos dos indivíduos que o integram, com o fim de se alcançar um objetivo comum".
  26. 26. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 25 Motivação da Aprendizagem Para que haja uma aprendizagem efetiva e duradoura é preciso que existam propósitos definidos e auto- atividade reflexiva dos alunos. Assim, a autêntica aprendizagem ocorre quando o aluno está interessado e se mostra empenhado em aprender, isto é, quando está motivado.
  27. 27. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 26 Motivação da Aprendizagem É a motivação interior do aluno que impulsiona e vitaliza o ato de estudar e aprender. Daí a importância da motivação no processo ensino-aprendizagem. Se voltarmos atrás no tempo e fizermos uma sondagem na história do pensamento pedagógico, podemos verificar que Quintiliano, que viveu de 33 a 95 d.C., já salientava a importância do interesse no processo educativo.
  28. 28. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 27 Motivação da Aprendizagem Desse trecho deduz-se que um professor não pode motivar um aluno a aprender, pois a motivação é um processo psicológico e energético, e como tal, pessoal e interno, que impele o indivíduo para a ação, determinando a direção do comportamento.
  29. 29. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 28 Motivação da Aprendizagem Sendo um fenômeno psicológico, ocorre no interior do indivíduo e varia de acordo com as diferenças individuais, as experiências anteriores e o nível de aspiração de cada um. O que o professor pode fazer é incentivar o aluno, isto é, despertar e polarizar sua atenção e seu interesse, orientando e canalizando positivamente as fontes motivacionais.
  30. 30. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 29 Ensino Aprendizagem O que pretendemos com esta disciplina é ampliar a discussão da nossa visão sobre a opção que o professor faz pelo ensino que ministra ao aluno ou pela aprendizagem que o aluno adquire, qual a diferença entre as duas perspectivas e suas conseqüências.
  31. 31. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 30 Ensino Aprendizagem Se procurarmos decodificar o significado de “ensinar”, encontramos verbos como: instruir, fazer saber, comunicar conhecimentos ou habilidades, mostrar, guiar, orientar, dirigir - que apontam para o professor como agente principal e responsável pelo ensino.
  32. 32. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 31 Ensino Aprendizagem É alta a freqüência com que os livros de Psicologia Educacional apresentam a proposta a respeito de objetivos de aprendizagem, segundo a qual há três categorias de aprendizagem com as quais o educador se preocupa.
  33. 33. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 32 Ensino Aprendizagem Em primeiro lugar, o aluno pode aprender de um modo cognitivo ou dentro de uma área de conhecimentos; aqui se encontram as informações de que o aluno dispõe, a generalização destas para outras situações diferentes, os conceitos e seus inter-relacionamentos, as soluções para os problemas em níveis cada vez mais criativos: o que o aprendiz conhece e compreende.
  34. 34. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 33 Ensino Aprendizagem Dentro de uma segunda categoria, o aluno modifica suas atitudes, isto é, os valores que dá ao que conhece, os sentimentos que experimenta diante de fatos e idéias. Há, ainda uma terceira categoria, a das habilidades, quando o aluno aprende a fazer, a lidar com alguma coisa.
  35. 35. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 34 Ensino Aprendizagem Deve ter ficado claro que nós, professores, lidamos com o que o aluno aprende, não só cognitivamente, mas também em termos de atitudes e habilidades.
  36. 36. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 35 Princípios comuns da aprendizagem Existem alguns princípios que são comuns a todos os que se preocupam com a aprendizagem do aluno. São eles:
  37. 37. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 36 Princípios comuns da aprendizagem 1. Toda aprendizagem, para que realmente aconteça, precisa ser significativa para o aprendiz, isto é, precisa envolvê-lo como pessoa, como um todo (idéias, sentimentos, cultura, sociedade).
  38. 38. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 37 Princípios comuns da aprendizagem 2. Toda aprendizagem é pessoal. Lembremo-nos de que a aprendizagem envolve mudança de comportamento ou de situação do aprendiz e isto só acontece na pessoa do aprendiz e pela pessoa do aprendiz. É um pouco a afirmação do óbvio: “ninguém aprende pelo outro”.
  39. 39. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 38 Princípios comuns da aprendizagem 3. Toda aprendizagem precisa visar objetivos realísticos. Isto é, que possam de fato ser significativos para aqueles alunos e que possam concretamente ser atingidos nas circunstâncias em que o curso é ministrado.
  40. 40. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 39 Princípios comuns da aprendizagem 4. Toda aprendizagem precisa ser acompanhada de feedback imediato. Entendemos que a aprendizagem se faz num processo contínuo e que o feedback é elemento integrante desse processo, pois deverá fornecer ao aluno e ao professor dados para corrigir e reiniciar a aprendizagem.
  41. 41. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 40 Princípios comuns da aprendizagem 5. Toda aprendizagem precisa ser embasada em um bom relacionamento interpessoal entre os elementos que participam do processo, ou seja, aluno, professor, colegas de turma. São características deste relacionamento o comportamento de diálogo, colaboração, participação, trabalho em conjunto, clima de confiança, o professor não sendo um obstáculo à consecução dos objetivos propostos e não sendo percebido como tal.
  42. 42. FACULDADE E SEMINÁRIOS TEOLÓGICO NACIONAL DISCIPLINA: DIDÁTICA 41 Princípios comuns da aprendizagem 5. Toda aprendizagem precisa ser embasada em um bom relacionamento interpessoal entre os elementos que participam do processo, ou seja, aluno, professor, colegas de turma. São características deste relacionamento o comportamento de diálogo, colaboração, participação, trabalho em conjunto, clima de confiança, o professor não sendo um obstáculo à consecução dos objetivos propostos e não sendo percebido como tal.

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