'ku

_grs . ._
: gx:  M"Í'Í*: :ofà. . ” "
.J

 

o_

às, 
Lô longe.  muito 'ouso ond»

os flocos de neve briIham ; nmn ratrelas_
vivia um pequeno pinguim : homodo S...
R.  phd-: Írn f:  .¡| |1 . ... . QQAIh-fn¡ .  nmmg_
Wi'

~'°'. "- 532mm** 

 

-¡hu¡? í¡n› -r-_f- jlfnggypbg.  16:21.'. 

...
Todos os livros do Serafim diziam

que para plantar flores eram precisas B. 
sementes.  Mas não havia sementes Foi então q...
Assim o Serafim encheu a sua i ' é O scr°fim P°53°“ °5 m/  t'
.  o( p_ , 

maior rede com varios objetos que dus 5°5“'“t°s...
- Tah-daaahl

Os pedaços de plastico eram agora
coloridas flores.  os botões eram abelhas
esvoaçantes.  Árvores com peças ...
- < l l- .  . z . 
Em' °"°' Onwm' ~ Um jardim magico na neve!  -
aptmtou o 'vo' exclamaram todos. 

x/ M
- Quem diria!  - ...
/"§
m ' _M_ -
9 '. 
c ~. 
v
x v
,  » . 
a ~. 
_ -
. 
~ . 
. ; Í ›
.  .
' 1 . ..Í . A . v l (l l _ . . a
. .
; Y- . 
b I . ...
. até à última pêtala.
- Não fiques triste.  Serafim ~ i " i Í
tentou alegrar o Alfredo.  _ Foi então que o Serafim ouviu É a_
Deste o teu melhor...
O

   

'ht-MN th* anemia» qpüaiatquic» an! 

¡uuqonmhuíl!  ÊÍIJ' um! ! _ou na_ e!  punk-grow

 
    
     
 
   

. j. um...
ii 'Hail-Jum ; íon-w iii-JF,  ,m , ijlllillikñ
ÍIJIRHÍÍWÓ' ezjn-Jiôida! ! inmiuio.  _nei-ro_ *ÍÍ-'ÍÍÍ-J' o

fiat-tabu»

d!...
- 2
“t4 ¡P!  / - Serafim!  - chamou o Gabri

 
  
  
  

 4  .  _ _tv Tinhas razão,  nunca podemos 
*i 5, ue al uma coisa ...
Jardim mágico na neve...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Jardim mágico na neve...

703 visualizações

Publicada em

História infantil...

Publicada em: Educação
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
703
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
11
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
71
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Jardim mágico na neve...

  1. 1. 'ku _grs . ._ : gx: M"Í'Í*: :ofà. . ” "
  2. 2. .J o_ às, Lô longe. muito 'ouso ond» os flocos de neve briIham ; nmn ratrelas_ vivia um pequeno pinguim : homodo Serafim. O Serafim ndoroxo n . m. mundo branco. Gostava de deslizar na nm r› dv procurar tesouros e de portinlar livros com u ua mentor amiga. - CÍarice. vem vcr mmjardim - disse eÍe. - E espantoso! Porque não p| auxamoz um assim?
  3. 3. R. phd-: Írn f: .¡| |1 . ... . QQAIh-fn¡ . nmmg_ Wi' ~'°'. "- 532mm** -¡hu¡? í¡n› -r-_f- jlfnggypbg. 16:21.'. 4mm. 7-» - ¡i-n. : glad-un¡ q. .mu. . __. ;t , M. . any-rfp; ¡Munp -_v ' . n ñÂlfainvi' A -hlnnn l qu_ l ^ 4. fm. ; : inn w. ¡.. '.. ~, «. m". -. ' l »Lyra "huaanünçmçf Í' _ VMA ÍLVVQÚF~ glhouum S» AA" 'í 'T mu* _dk-Ju , QI ! lu 101W* 73;. , Õui-jhw i'll u. ' M¡ a . . 'j' f' . ¡ 71;_ l _ , Hj › q › _ l › _ ' . p f - «w _a _ Y ! Ii _ , - n; :'_'~~ '7c~ '› . ' -- ' ; ": 55'* r"' . às o 'Ú g a . _ . ›í r; - t f*: "-_ , '_'__ , ; ' _ -Z ' i , u- . v. v'
  4. 4. Todos os livros do Serafim diziam que para plantar flores eram precisas B. sementes. Mas não havia sementes Foi então que o Serafim / no seu mundo branco. Nem uma. reparou num pequeno V l i _ - Tem de haver uma maneira - pedaço de plástico l i ' ' chilreou a Clarice. brilhante. '~; _~, .. Com uma dobra ¡ ~ _, ' 'r aqui e uma , É 'l q. Ç dobra ali. parecia ' / í i mesmo . , . s r , Y í b *f . z "g. *› f. - -s N - ' f? , ' - k - Uma flor! - disse por u. . l . ;- /7 . fim o Serafim. - Em ""'~. _ . / , üx 'à' . › - »ez de plantar. eu / _ -w -e _ posso construir - « " " ' _ um jardim! ”"'7 í, .“ m?
  5. 5. Assim o Serafim encheu a sua i ' é O scr°fim P°53°“ °5 m/ t' . o( p_ , maior rede com varios objetos que dus 5°5“'“t°s "“"t° o iriam ajudar a fazer o jardim: darei-aaa ° d°br°r 01)/ ' papelinhos e botões, peças do velho e ° m°ld°r ' ' › ' relógio do Gabriel. e conchas de I N 77 todas as cores, que a Clarice tinha i '_ , l trazido de viagens distantes. , x- ° « Í. . * . É . .L Í' 4. 7 › , _. , z a colar e a pintar h _ l. ,ug , _ ~ É: escavar e a plantar. até que . 7 *- u / ' _ '^ 1 s' ' A Â -v ~ 'V P¡ “A _«'z' z ^> x ¡ g n”
  6. 6. - Tah-daaahl Os pedaços de plastico eram agora coloridas flores. os botões eram abelhas esvoaçantes. Árvores com peças de relógios dc corda pontilhavam aqui e ali nos montes. antes apenas brancos. ' (j transformando-os num lindo ' jardim florido de encantar. x r. .
  7. 7. - < l l- . . z . Em' °"°' Onwm' ~ Um jardim magico na neve! - aptmtou o 'vo' exclamaram todos. x/ M - Quem diria! - dia', ~ . - o Alfredo. _. f / . “ - Ele conseguiu! ; e aplaudiu o Gabriel.
  8. 8. /"§ m ' _M_ - 9 '. c ~. v x v , » . a ~. _ - . ~ . . ; Í › . . ' 1 . ..Í . A . v l (l l _ . . a . . ; Y- . b I . '. É Viu-r: o _Í-! i-írlu um¡ nuii- 'ill' ' - , . nun. app. r ¡onuviiaglikina dh 'tentam D an: !Iii-WWW IICÕÔHIOIC* Ollñlh ¡tunnin- k 0 ma. !luis ! Huqylmil-_i-, is ! autuada-Janta iilunl; -. - ¡ÍJ-'íwltl' a o, __ _ , .. paira-nun par. . ¡iiãü " ' 1 « q. v a _ 1 r i _. i i q. ; _
  9. 9. . até à última pêtala.
  10. 10. - Não fiques triste. Serafim ~ i " i Í tentou alegrar o Alfredo. _ Foi então que o Serafim ouviu É a_ Deste o teu melhor. um bater de asas que se « l . . - _ 'XV' Ofereceram-lhe biscoitos e o roxnnova_ [no a c| o¡›¡cc_ e _ P uma caneca de leite quentiiih» deixou Cai¡- glso no seu com_ - Não. obrigado - suspirou desanimado. _ t _ ›. _;_ Era um pedacinho de N ' , f] 'j 3-4', ,r- plástico brilhante. f j: - -5 14'” w Lentamente, o Serafim ví' 'i alisou-o. Depois dobrou _âv / . . , o v aqui e ali. ate que . a *z à / « ~ Tcharan! A primeira flor do meu PTOXÍIY| O 'v . _ jardim! - disse_ Mi "_« . 4 entusiasmado. x* ,
  11. 11. O 'ht-MN th* anemia» qpüaiatquic» an! ¡uuqonmhuíl! ÊÍIJ' um! ! _ou na_ e! punk-grow . j. uma. . * ; vou-mà- ? cr- ! I m» hai-ie ? emita -. gi: ?iwipuur eh mçifnnm “ui aii¡- nei-m: -i-. m xml' Õlgteltliio» qÍ-i-_iii-, iueiooi -. ~ “liam-ie ; ni-mr , n-_i-u» çigioii-. ií -im HÍQÍNÍrÇ* “Univima aguia» : nf-iu
  12. 12. ii 'Hail-Jum ; íon-w iii-JF, ,m , ijlllillikñ ÍIJIRHÍÍWÓ' ezjn-Jiôida! ! inmiuio. _nei-ro_ *ÍÍ-'ÍÍÍ-J' o fiat-tabu» d! , o ñaveshnl* Ni-. uicñigiiu- -m-u-; iw--vou-is. Ile# s- -i-_uioio-li-w. Biahiuháw : Inu ¡doiiolh-, w Dnibuggiakuqiuíim. 'Juh-vim ; nii-, çf-_m- a «eng-maior Hslihii-Joliim. 7 'gigigü 'ihüiíhiov ¡Online- u: confiou-Ú: : 4.36M»- n 'hÚÍEÍhÍÍL éñu-; i-s «um» qiüdúéhi-jii
  13. 13. - 2 “t4 ¡P! / - Serafim! - chamou o Gabri 4 . _ _tv Tinhas razão, nunca podemos *i 5, ue al uma coisa ê im ossível 1. (x) q 9 P antes experimentar! z_ sync ° o scujardim m** x . À°S o Serafim - cphwhmm io

×