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  1. 1. ., ... _ an. .. Í , um: Ka . . . u_ u u. . www. T. .. LP. í. .
  2. 2. Na sala de comando Depois de vencer uma disputada peneira, o paulista Liz liga', 32 anos, acaba de alcançar o mais alto cargo de nível técnico em uma empresa petroquímica ~ tem sob seu comando a operação de uma reñnaria da Braskem no Rio de Janeiro. Significa ficar enfumaoo o dia imeiro em uma sala cercada de monitores onde ele e sua equipe controlam, em tempo real, os processos miímicos na refinaria. “Uma pequena distração pode causar uma grande explosão', resume Luiz, que caiu na área de petróleo meio por acaso, mas acertou em cheio. Antes de terminar o canso, arranjou o primeiro emprego. “Fazia o ensino médio, o técnico e ainda Uabamava. 'Não me queixo: a recompensa veio logo. ” CECIErRIHO E CINYIA THOMAZ extrzim-diniiria seguir da include do século XVIII foi um tempo de invciiçfic-s como nunca sc viu ~ o momcntri em que o carvão c' o upor suhstitniram a lenha nos mon» res c: projctos i'cx't›liii. 'ioii: ii'ios airuni do ; rapel para o Llizi a dia das . Ya Inglaterra. be novidad um grupo de operários pó. se il ler e a se reunir nos ¡inbs para debater. sso mesmo. zirligos científicos. .- Lei dus Patentes acabara dc scr promulgada e eles queriam gunliair dinheiro criando soluf s para u líibricu. No liiro Tin' . V031 Pmri lu( [deu in rhi' llorld (A Ideia . lai. ~ Poderosa do Mundo). sobre como o CIIIPURO du Revolução Indus- trial mudou o (UNO da história. o ; ime ri ano William Roscn diz que um dos fatores primr›i'dia's para 'aquele surto de avanço Iccnolng_ co t' nstamcnlc o surgimento de Lima cine de t' ^ . ' capuz dc ici' manuais v c 'n c l a A m i de ohru dc nirc] uniu» como for_ motriz da produtividade foi cn- lão. e uinlinuzi ; i ser. Lim dos pilzircw N dos paises que dão certo. .'o Brasil. que scmpru «illiou de cima para baixo a iu proiksionzilizante. a ideia "› ; igor-u a vingar. N( o impulso di: uma ind st a quc linca pu no scculo XXl c dcniumlai pe. :il nu mesmo sinloniu. Quanto mai c iniplantum nm s tccnologi' ' nm t( ricos. mais iai DCI' dando o sumido contrupcu' ensino supu riorucnsiiiotécnico. conn»uopriniei- rolo 'uzauni 'icdctsrmii inte mol asccnsno SOLldl, Não funciona assim. primeiro. elo simplcs : :no dc' que os indixiduos sc distinguem por . sc-us tu-
  3. 3. Mão na massa Conselhos de quem conseguiu se despregar da média e chegar à categoria de supertécnico . .,- N, . , ¡; ,i. . '_- --'L . 4- 4-. . As melhores vagas estão nas áreas com alta demanda e baixa p' oferta de profissionais bem formados. ' Se for o caso. mude de cidade N Mesmo formado e empregado. aceite e aproveite bem todos os _' Prática é tudo. As empresas 4 contratam aprendizes a partir de 16 anos , ,. -. _.. «-~ vara; L. w~*' Iii rri in t» ' cursos de capacitação que ' aparecerem à sua frente r 4;-: r : :s - vw? " Não se limite ao seu pedaço da fábrica. Êfundamental conhecer t bem toda a operação. os produtos i e as áreas de atuação da empresa lentos c aspirações. e muitosjoveiis não têm nenhum interesse em enveredar pelos conceitos ; ibstratosde uma gra- duação convencional. No mundo intei› ro. aliás. a maioria tira mais proveito dos estudos percorrendo a trilha práti ea. ainda que ela se revista de menos verniz. 'Tambem e preciso que se relativ v ixe o peso do eariiiihti Liniversitzirio no Brasil: aqui, ha diplomas e diplomas. Nos ultimos amos. a criação ÍHÓISCFÍIHÍA nada de cursos. incentivad-a com entuv siasino pelo governo federal. resultou em uma miríade de escolas de baixissi ina qualidade. torrn-. itltiras de uma ge- ração que rasteja no mais basico_ I'm . _ estudo da LTnivc-rsidadt* Stanford sobre QUE COSÍUFÔ QUE nada. .. a expansão do ensino superior nos í Q. .iei'i 'vê afigura deiicaca ou tecnica em 'Tle-CÊIHICE) Kreice Kinelt, 30 anos. Brics (Brasil. ltússia. Índia e (Íliina) l fllllClllittj-'ltfl a l'llàE_l'”â à frente de um pelotão de trinta homens. com pose de mostra que o nivel de conhecimento de genera Mas ela parece a viontade. "No orincipio eles desconfiavam de ruim, um 'aluno que se lorinon em uma insti- i rvias ia mostrei que sor: capaz". afirma Kreice. que coriianda na fábrica da Weg. tuicão ruim e igual ao de uni ealouro Í na csntaoe ttatarinense de Jaragua do Sul. a linha de montagerr de motores - numa boa faculdade. .a hora de zirran- i desce o de uma ge adeira ate os . isados em riidreietucas. Ela começou Dor jar emprego. a régua baixa cobra seu na xo. o-oerando mão-amas no chão da fábrica. e fez o curso técnico à retieêia preço. “O mercado esta ziprendcndo a (to "lira-Chu. o ie sonhava tie-ra Costureira tzoino a mãe. "Meu plano agora e discernir entre excelência e educacao c-iizra' na Lillll/ Uãltlõtl? e terei atuas de ngles". conta. entusiasmado de seguutl-. i classe: a primeira nunca toi' lllt! "ii VBjã
  4. 4. tão aiorr/ ;iila e a outra. tao maix isto". diz o russo lsak Frouinin. um dos com' denadores do estudo de Staiitoimi. Para il niultidao do estudantes que. ;Mista tlizniie do tuturo. se dixidc eittre largar a escola e fazer um curso univer- sitario ruiiri. :i terceira e tronco tiiiiiada . xia do ensino tecnico çonictja ; i _ganhar uaior. i'. il': l uma parte ilules. por sinal. httstanic valor ; uso dosjiixeris que ilus tram est» ¡rtiginas - Lima turma que <uliãu na x ida preenuiieiitlti iaicunas criti- cais na industria moderna. U diploma protissionaiizanie. ;uiado Ãi capacidade du cnei'_~_'; ii' onde e : i muito -çsiorçii pes- soal. os torizou aptos . i executar as ; om ; ilcxtu tart-tas iiiit- os processos iiidus trials de lliiilliLigL'i'ii§dUCl;1L'lli. Sao ra- ro< um *lltlá C[L'Iiii. 'CS. portanto : tivo dc ; oiiica no mercado. "lutou em situacao de escolher empiegii". conta leonardo Portugal. Sl . IVAN. tino escaiicarou sua ¡ziiieia de üiitiliiililtiutikW ao . ipnciitit-r* ; i 'ii/ ci iiitili aioziiiiiaiica em aax ios e pia- tatoriras sin alto mai'. i'iii; i ittdinifLúiiu-i iucdit-a teria pelo Suri iço aciiinaí de itroridizaueiii iii- dustriai (Senai) mostra que os setores mais famintos de técnicos são exata- mente aqueles que estão impulsionan- do o PIB: pelroquimica. energia. mine- ração. motai-mecâriicn e elctromecáni- ca . «ssas áreas. a media salarial dos técnicos _ia passa a das carreiras de ni- vel superior como Lim todo - (3500 reais na ioetroqtiimica c S700 na mineração. contra os 3700 reais de uni iarniacúuii- co ou de uni psieoiogo. só para citar alguns exemplos. Outra evidência de que a rcmiiiteraçaii de quem se forma um escola ; wroflssionalizairte esta : m al- ta se xê em um lex-aiilzimcnto ieiio pela Fundação Getulio argas li-'(3'i. para cada ano de estudo. os tecnico< somam ao salario 14% e aqueles que seguem mais titii~ anos c se toitniuiii ÍCÇIIÚiUfLÚN 24%; - estes. mais até que os Lliiüflsi iiifiiiS. que : idicionani 21%. para cada ano na faculdade. _a maioria das Les_ o mercado os' acolhe uoteutanca- 'Ílvlilcí 73'_ dm tecnicos e teçnoiogos se formam ; om emprego certo. "Esta- mos ralando de uni diploma com muito i'iili~' liquido? do due os oferecidos' por Apego a bauxita Poucos reveses ana am tanto o tecnico eii niinerazçao Mario Fernando Balestieri. 28 anos. quanto ver desnerdiçaoa uma rocha de bauxita, Na tarefa ce i Pipa ia e molda-ia. etapa uuase artesanal Line precede 8.x] C"'J'i ' : al murro_ iNi rairinin . ;voce da: o riatiaro : ior oerc do. Came a Baiestieri supervisionar o processo no icidoso laboratorio em CJC chefia 56 pessoas. ou Paragominas. rio Para. l-Vliio : :e neste Lie obras ele orec sou ue 340a de «: us: o da Vae. onde mg essou como animo z. para arca' ; zori o curso. “Aaora wiiniwas nur-is estudam 'za melhor escola of: : r dade. Fui wii-to mais »onge eo (Hi9 imag ? Eva if. ?
  5. 5. Educação Ventos a favor O potiguar Iuóàbü, 31 anos, já se habituou a trabalhar nas alturas. Técnico em energia eólica. ele escala até 120 metros para fazer a manutenção de turbinas e aerogeradores - as delicadas e caríssimas pás que movem os moinhos de vento modernos. Para tal. aprendeu elétrica. mecânica, hidraulica e ainda estudou espanhol, o , predominante nos manuais. Empregado _ _ multinacional de origem portuguesa. percebeu que saber lidar commáouá» estrangeiras valorizada, e muito, seu¡ _ Uma boa porta de entrada Ao lado, as escolas de ensino técnico que melhor preparam quadros nas áreas em que eles são mais requisitados no Brasil, segundo a avaliação das (Lauro de Freitas. BA) 2 anos pmpnas empmsas -, _ Pefiiieirins. piamto' na: iiiai Univ- PETROQMMICA Sena¡ Cetind Instituto Federal de Educação, ciência e Tecnologia (Ipojuca. PE) 2 anos íundaaientos de Qilll' ia ñlgáfllCã e iiiorgaiii. ,a e tecnologias nara o ieiino ce setroieu ixaaçcigs UE* ÍTQLJPiiÍWLLI oe si; f. »WHNERAÇÁO Sistema Organizacional Centro Técnico Regular (Soter) Paula Souza (Paragominas. PA) (Itapeva. SP) 2 anos 1 ano e meio EÉÉÍHUÚ nos rem/ sos 'i' 'ieiais »L fíill-i Í-BCÕC para impar_ aura' irritar jà às &iviiiresas de picsperràii, iJDOYi OfitlS UE dllñi58i1C 'llliiâ' il; i' llLi . rciljj ce tiiiieito e sai
  6. 6. univeisidatles de truinla". resume o sor ciologo Simon Schxvartzman. essc zimhieitte l'a'oi'á-'el. seria razoável esperar longas lilzis para in~ gressai' nas boas escolas tecnicas do pais. a maior parte delas gratuita. mas isso nao Licoiitccc. É ben¡ verdade que. na ultima decada. o numero de ; ritmos saltou 74%. so que o desempenho do Brasil no tabuleiro glohzil contimizi ; icanhadoz na ÍLIÍXL! dos t5 ; M519 anos. :apenas *Wo dos 'alunos estao no ensino tecnico, “. i . Niemaniizi. rctcrcncia na Lirea. 33W. : optam por essa 'via num hcinwucedido sistema que combina sala de aula c tiahalho tluro. São um ou dois tlias da semana na escola c os outros in oiicina. soh sLlPCTYÍSÃt) dos . inuilrtursr - qualiticxicão LlUt' exige ate ENERGIA EOLÍCA Senai CTGAS-ER (Natal. RN) 2 anos Operação e manutencao de geradores e teunologias aplicadas ao funcionamento dos modemos moinhos de tento . usznas ce energia eolica e orgãos oue pesuuisam e “scaiixrani energias 'BITÚVcTvElS METAL-MECÂNICA Senai (Jaraguá do Sul. SC) mais anos de estudo do que para se tornar um phD. ios paises que têm a rota do crescimento pavímentada por lions técnicos. os cursos são feitos soh medida para suprir as exigências da economia. Foi assim na Coreia do Sul. que. ao planejar a virada para urna na cao industrial e exportadora. nos anos who. pos no alto das prioridades a implantacài) de estímulos e de escolas suficientes para formar uma massa de tecnicos com a t-locidade requerida por indústrias erguidas do / ero. De lzi ¡Jara cá. a produtividade coreana dis- parou 9()“; à. E a brasileira? Partition em 25'". .. "O Brasil esta raagando agora o ¡Nreco de 115m contar com mais desses prizifissioiiais". avalia o economista _losc Pastore. 2 anos Faorcacão e manutenção dos elementos cue compõem urna íWáqdlllê, manuseio de peças oe aco, ferro e piastico o aalas sobre 'nateriais coriosivos Fábricas (produção. manutencao e automação de eouipeimeiitosi. laboratórios de controie de ouoliitaoe e coricessonarias de energia Mar de propostas Muitos amigos veem certo glamour no ofício do carioca Leonardo Portugal. 32 anos ele e Soldador subaquatico. proiissional (rue laz 4 manutencao e conserto oe navios e plataformas de petroleo em arto mar. “Glamour nào tem", escrarece. “Passo até qua: ro horas em alerta total: as vezes. a correnteza puxa demais ou aparece urra emoarcaçao inesperada e preciso subir. " Portugal usou o baixo salaro de instalador oe insulfilm - Limoeiro como qua' tambem ajudava a sustentar aiamilia - oara oancar os estudos. Hoie_ nao fartam convites oe emprego. “Sou peca rara rc mercado", festeja. SOLDAGEM SU BAQUÁTlCA Senai CTS Maracanã (Rio de Janeiro. RJ) 2 anos Capacrtacao para “dar (tom eqiiizir-iiiir-trtos e eietrícicade em ambiente subaouatico e : naiiusear ferramentas específicas para soldagem en" varios Platatormas maritimas nai-ros ísialdagem de pecas sabmersasi
  7. 7. Llsislein 11111is de (100 mttpziçócs atendidas pelo ensino pruñssionalizzin- tc 1111 pais. 11111s 11 funil 11:1 tlirmaeào se estreita 11113111111 se trata de cursos 111111- 112111115 para 1:11rp11r;1ç1*1cs 1111111ernns. "Pzirn contar 111111 11m eé1ci11›dctéc111 cus 111111111111111ticzidus_ como pede hoje a1 ecniioinizi. c preciso 1111* 11111 pensar 111e11t11 111* 111115411 11111111 e começar ;1 1111'- 11151 111s ; intes que 21 dennmdzi se estabe- leça. 11 que 311111111 115111 1'- tão 11111111111 no Brasil". explica 11 e11g1r1111cir11 1 11111111 . -1111r:111e. diretor regional 11o 5011111 n21 132111111. 17111 1111s mziinres1111stã1cu111s está 11.1 1111r11c1':1ci;1 -- 11 11-1111111 entre detec- 1111' uma 111'111:11111:1 e criar 11 cursn 1,111111' 111-111111111' : ne 1111is Linus, l5111;1 pesquisa 11-11-1111* em quase Z 0011 empresas brzi silcirus 11111str11u que 115% delas se res- xC111C111 1121 1111111 dessa 111I111 de obra e 80% 1111111turn1n cursus próprios p21r:1 i 1111111111131 ;1 escassez. '1í. |_ mnsnltou de¡ das 111L1i11res 1111 paus en¡ dixcrsns Chance perdida 0 Brasile' hoje um dos países 1 3011 com menos jovens matriculados 3_ em escolas tecnicas 1 (porcentual em relação ao total de alunos do ensino médio) E .1-. ._ _›. › 11111 711: 111x111 3111. veja setores e de todas 1111x1111 21 ciucixa: :1 oferta 111- 1111115 quadros 115111 supre suas necessidades. “O técnico de agora pre- cisa entender e interpretar instruções para 111101211' equipamentos s<11is1ic^11~ dos". reforça Ana Mhertiin. gerente de educação da Vale. N21 (Ézirgill. multina- cional de aiinientos com sede em 55111 131111111. 21 dírcturu de recursos humanas Fubiunzi Cavalcante unlcnla que. dos 9001) funcionários. só 30% têm a 1'01'- maçàu 111101111111111. “Para 11131' em 111111121- çãn uma unidade tie pr11cess11n1e11111 de 111111111_ tivemos dc importar vinte 11m nicos americanos e europeus para 1rei› 11:11' 11s brasileiros". 11111111. . N21 Europa n1e11ieu11. as' 1'11:11112111;1s cnrpoi'tlçóes de ofieinjai u11can1111huvu111 aprendizes aos mestres artesãos_ que. em troca de rennmeracão. ensinax 11111 1111.» muitos ;1s tecnicas 110 forja. 1'11ns- truçãn. tecelagem e Liutrtis ricupziçóes. 11 Brasil. ao 1111111111111_ sempre se enca- W § 31% Estas-cs 'mirins Q 411% China 'NOK/ AC 51'": fuhritnr inglesa no seguiu . '[. ': 11 irvrvriririthitlc 1Í11.~'11¡1r'r(11'111.x' 111117111511111111111[11711111111111¡mins/ riu! r11n 11 ensino teenicn 111111111 1111111 opção reiegadai ri quem 111111 10111 111111111 111111111 - un1 1'z111ç111111s . ã5011n11s em que escra- 1115 executurznn 1111111 tipo de atividade nninual e as classes : ihnstadus se zieustu- 11111111111 :1 Ver o trabalho com11<ieiipaçã11 indigna delas. 11 1rec111› 11a Constitui çãn de 1957 que 1111111111111111 11 ensino pmtissiunalizuiite crmsta que ele seria "dcstinadn 51s el' ses 1111111115 t11r11reci› das". A própria 1e_:1s1;1çi1<1 hrasileiizt 11'21~ 11111 de retrczir essa 1111111;_11i11;111e 111* ensi- 1111_ ;111 111111111'. ein 11v. dc111es1'1:11:u11r1'1 cu111 acadêmico e profissional. .11ui. 11 estudante que quiser em Etudíll' para ;1 ; ires técnica precisará 1211111111111 wnciuir. 11121111111 por 11121161121. 1111111 11 t-xnustim curriculo11111315111111111-11111-71111benielc 11111111121_1111'11:111;1 11eest111111sp1111 1117 11tee- Jiemanna g 53% Corsa: ao S111 J 55%
  8. 8. nico rlcpois. "liitcli/ nicrite. nosso . sister ma educacional ; iirida da as' costas para o mundo do tixrliallio". lrruiciita Ratacl LUUClrÇSl. rlii'ctrri= _uci': il do Senai. Perde se assim ; i chance de dar now Lilcnto a uniu _geracao inteira que : icalia rlclizrirlaiirlo da sala dc aula por nao cri- contrar ruii cariiziilio ; itraeiittn o ensino medio. iuctrrdc dos ; iluiios cai loiui aiitcs do tini do curso. tl rcsrillarlo r' pcricrso para eles' c pirra o pais: > 3 milhoes de _ioxeiis estao lioie ri: i categoria que os dc» iiirigratos ; ipciirlaiii de "riciii riem" nem csturlam iicni llílhllnldlll. .sao ; ido lcscciitcs ti ic ou rlcscoiiliaiii ou iicui sc- qucr saiticui da csistraiciir do diploiiiar tecnico e . seu potencial de lions salarios. (Ícrca dc t» riiilliocs dc : igas sao otcrcci das' por uiais rir' lí (ltlll escolas no pais. a grande maioria. solr o cliaricu dc duas iiistitiiitjr'irrs: o . senai. lllll braco da (Íon tcderxnjiiri acioiial da liitliistria. e o tíeiittri llirlla Sou/ a. : rutarquia ligada rio ; gm-crivo de São Paulo (hitrzis sagas cs' tao rlispoiiixcis nas' lllnn' escolas publi cas e particulares que torniaiu tecnolo- gos. curso de rlois . uios de uixcl superior' que tica iuii rlcgrziu Ili“illt) dzi jgiíirliiarjíio titrdicional. 'i tiuaiirlarle varia. mas um lrrirn iruiiierri riiiilrrciu ciri excclcaiciri corri as luias escolas lcciiittis do iiitiiiilo rrrfiii «i innirlrri nu put'. Ii lj) O niazs rccclilc lapa do 'litrlizillio Industrial do ciiai l: r/ uma prmisao dc 77. iiiilliiies tit'1t! il' em cargos' tecnicos : itc . Ytllñ. sendo l. l niilliao de novas pr» sicoics'. llaizi pre-encher' essa lacuna. as- tos recursos lerlr-rais tem sido c; uiziliz: r› . dos a c''Ii1t›l^v'liÍv'. t~ . itr; ir's do Prona- ter. pi'rig_rr: iizia laiirjarlo em outubro de Jtlll que ; irctciitlc chegar' ; i N milhoes dc . lllll'il~ LtIr' o lirii do . uio. So qui' : i riiziioi' : izirlr da x rliiil do Pronatcr'. uni dos mais . utitiiciosrrs proiclris do goieriio na ; irc-ri da criticar-fio. 'Çllílilllllll ; l liciicticiui' ocu : iaçrrss tradicioiiriis. como pcdi'r'irris. "ircritistzis e calwlcii'eii'i›s l sta claro que o preciso ricclcrar . r iiitcciticíro ciitrr' cii sino e industria de ponta. mas' a simples c cx ldtlllc cozistatacío . lc que as empre- sas precisam dc tecnicos srillslicadosjirr L' luna uiiirlaricxr L' laiito. lsse sopro de re 'ioi ; icao podr- ícxzir u sociedade ; i ; issi iiiiliri' cirlliii ; i irlciçr. mais do que cstalic» iecnizi | .r tora rir' rule 'iiaos liatieis : iliçi das ao iacouiiiii . rpiirzitlo trt/ em. dc la to. ii rlcscrixolx : iiicrilii ; icoiilccer com REPORTAGEM n: HELENA acnczs 'u -s. P. P_ ? oi com total incentivo dos pais - por si so. um gesto rarissinio no Brasil - que o gaucho Herir que Baron tomou. aos 16 anos. um u mo diferente do de todos os colegas da escola particular em que estudar va. em Caxias do Sul: 'natriculoa-se em um curso técnico de rriecatiónr ca no Senai local. Queria ganhar experiência antes de entrar na fa- culdade. "Meu par, que trabalha com relatoria e também tem diplo- ma tecnico. disse que eu ia apreri der coisas úters para a vida inteira". lembra. Aos 20 anos. Baron ganha por volta de 3000 rea7s e é o mais JOYElll entre os. cinco encariegarlos de fazer a programacao eletronica de máquinas de ate 2 milhões de reais em uma fabrica local. Além do diploma. ele teve um empurrão de linitivo para um bom emprego: a viiedalna de ouro que trouxe no ano passado de Leipzig. na Alemanha. onde. em dupla com o antigo Mau ricio Toigo. se saiu iencedoi na sua modalidade da Worldskilas. Olimpia da que reune os melhores alunos do ensino técnico de mais de sessema paises. "Estávamos preparados. O Brasil sempre se sai bem em meca~ irônica. e não seríamos nos que iriamos rleireprzionar". rllz Baron, . Li n92 Ilarori, 30 anos: rii/ iloiiiu técnico. rncdulliu r' born cnrpnrgo Ouro na mecatrônica '. tlr: iitia~giii~~ _ Mais renomada competição do mundo para alunos de nivel técnico. a Wor dSkills existe desde 1950. ava- lia conhecimentos em quarenta áreas e é reali7ada a cada rlois anos em local diferente: a proxiriia. em 2015. será em Sao Paulo. Para chegar Ia, os craques nas escolas passam por competições estaduais e uma olim piada nacional. Nos ciuatro dias de desafios na Alemanha. Baron e Toigo cumpriram seis etapas de provas que podiam durar de uma a seis horas cada uma, em todas. tinliairi de pro gramar maquinas especificas. usando as peças e as ferramentas drsponií veis. no menor tempo possivel. "Os competidores de outros paises pare ciam bem mais experientes. porque trabalham . nm fábricas desde irruito Cedo. Mas fomos em frente e ganhar mos". conta. "Voltei com a iiredaltia e um avião/ intro de brinouedo hein dt~ ficil. para montar com mei. irmão de 7 anos. " Um mês depois_ estava em pregado. Ele ainda tem contato com os colegas do ensino médio ("Sempre pecem que eu conserte alguma col 53"). que estão P6 laculrlade. A sua ~ de niecatronica, claro - comeca em marco. um dos premios que vieram com a medalha é uma bolsa de esta dos integral para a universidade.

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