Educação transformadora

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Valorização humana e social A abordagem é desenvolvida com os profissionais de escolas do Brasil, da Finlândia e Suécia, www.conscientia.se

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  • v
  • Coopan daqui 20 anos – heranca para jovens, que nao tiveram experiencia de acampamento, estudo de marxismo-leninismo
    Estamos construindo Coopan, abetedouro para os jovens – que tipo de coopan eles querem?
  • Num tribo indio, qdo qlguem comete infracao, toodos se reunem e ele no meio, todos falam o de bom que ele faz, nada de critica.
    Mentirosa: Respeite a mentira, que a mentir prede a graca (mentir causa tensao, gostos, vira habito de prazer – Bra expli pelas galinhas
  • Respeitando emocoes vc nao dá poder para chantagem emocional
  • Educação transformadora

    1. 1. MST – luta pela reforma agrária e soberania popular EDUCAÇÃO PARA VALORIZAÇÃO HUMANA E SOCIAL A abordagem é desenvolvida com os trabalhadores de escolas do Brasil/MST, da Finlândia e Suécia, www.conscientia.se MST – luta pela reforma agrária e soberania popular EDUCAÇÃO PARA VALORIZAÇÃO HUMANA E SOCIAL A abordagem é desenvolvida com os trabalhadores de escolas do Brasil/MST, da Finlândia e Suécia, www.conscientia.se
    2. 2. OBJETIVOS DO MST: Reforma agrária popular para justiça social e soberania do povo 1.5 milhões de assentados, 120 mil famílias acampadas Uma nova sociedade com igualdade, solidariedade, e ecologia – socialismo consciente de autogestão •Eliminar pobreza, garantir trabalho para todos •Garantir alimentação saudável •Preservar a biodiversidade •Defender povos indígenas, quilombolas... •Direitos humanos: gênero, minorias, excluídos •Democratização profunda e ampla da vida econômica, política e social = VALORIZAÇÃO HUMANA,SOCIAL E ECLÓGICA = ÉTICA DO MST Uma nova sociedade com igualdade, solidariedade, e ecologia – socialismo consciente de autogestão •Eliminar pobreza, garantir trabalho para todos •Garantir alimentação saudável •Preservar a biodiversidade •Defender povos indígenas, quilombolas... •Direitos humanos: gênero, minorias, excluídos •Democratização profunda e ampla da vida econômica, política e social = VALORIZAÇÃO HUMANA,SOCIAL E ECLÓGICA = ÉTICA DO MST
    3. 3. EDUCAÇÃO PARA VALORIZAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO HUMANA, SOCIAL E ECOLÓGICA: motivação, respeito e alegria Por uma nova sociedade na base de igualdade, solidariedade e amor EDUCAÇÃO PARA VALORIZAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO HUMANA, SOCIAL E ECOLÓGICA: motivação, respeito e alegria Por uma nova sociedade na base de igualdade, solidariedade e amor
    4. 4. TEMAS DA FORMAÇÃOTEMAS DA FORMAÇÃO • Desafios da educadora/do educador • Comprometimento, valorização – motivação • Reflexão sobre a sociedade – compreender a si mesma/o e educanda/o • Conceito sobre o ser humano – pano de fundo • Ferramentas de valorização • Responsabilidade coletiva – paz na sala de aula • Ação vem de sentir – respeitar o outro • Espelho interno e trauma – ”Me ajude quando menos mereço.” • Como lidar com frustração e stress – alegria de trabalho (Formação objetiva a ofercer ferramentas para desafios de educação, motivação e liderança.)
    5. 5. • Como pedir silencio na sala bagunçada? • Preguiça, passividade, descontentamento – como motivar • Costume de subestimar capacidades, exagerar problemas • Dificuldade de se concentrar • Uso de palavrões, deboches, desrespeito • Como chamar atenção de quem não faz tarefas? • Saídas para banheiro, beber agua... • Sempre atrasado, ausências frequentes • Uso de álcool, tabaco e drogas • Risca, quebra os bens da escola • Competição – luta pelo poder, superioridade • Ameaça e uso de violência, agressão, bullying • Auto-agressão, depressão
    6. 6. O MODO NORMAL PARA LIDAR COM OS PROBLEMASO MODO NORMAL PARA LIDAR COM OS PROBLEMAS • Sentimos descontentamento, irritação, medo, frustração, raiva, culpa, impotência... • e reagimos que não deveriamos sentir assim • Exigência de resolver um problema de imediato - a atenção, o poder fica concentrado no problema. • Desabafando-se criticando atrás das costas. • Mandar: ”Fique quieto, não faça assim. Faça deste jeito!” • Competição, prémios, vantagens, elogios • Notas, avaliação, comparações, critica • Punição, humilhação, exclusão • Exigência de todos funcionarem igualmente. • Nossa rotina vem das estruturas de poder. • Esta rotina repressora torna os problemas crônicos.
    7. 7. VOCÊ SE SENTE VALORIZADA/O NA SUA VIDA? VOCÊ SE SENTE VALORIZADA/O NA SUA VIDA? • Você se sentia uma pessoa valorizada na sua infância, e agora no seu trabalho/estudo e na sociedade? • Uma pessoa que se sente valorizada, aprende a valorizar a si mesma e a todos. • Uma pessoa que se sente desvalorizada, aprende a não valorizar as riquezas dela e nem dos outros. • Pessoas em risco: trabalhadores, mulheres, jovens, minorias... (a grande maioria)
    8. 8. VALORIZAÇÃO INCONDICIONAL HUMANA E SOCIAL VALORIZAÇÃO INCONDICIONAL HUMANA E SOCIAL • Humana e social = ser humano e coletivo • Valor = virtudes humanas ou em outras palavras riquezas humanas (coragem, iniciativa, criatividade, alegria, amor, honestidade, humildade...) e suas habilidades, experiências, aprendizado, e união do coletivo. • Como posso incondicionalmente valorizar você? • Respeitar, dar atenção, ouvir, cumprimentar... • Respeitar você inclusive no seu modo de sentir • Incentivar, apoiar, ajudar, não criticar sua pessoa • Reforçar a consciência das riquezas humanas em você e no seu coletivo • Sentir igualdade com você: nem superior, nem inferior • Valorizar a sua participação no coletivo justo quando você tem mais dificuldades
    9. 9. UMA ANALISE SOBRE A NOSSA SOCIEDADE E SUAS CONSEQUÊNCIAS NO SER HUMANO
    10. 10. FORMAÇÃO DA PERSONALIDADEFORMAÇÃO DA PERSONALIDADE Personalidade (caráter): hábitos de sentir, pensar e agir, se (de)forma com os fatores: • Sociedade e suas estruturas do poder: em nosso caso colonialismo e capitalismo • Os pais, pessoas próximas (afetados pela sociedade) • Genética (?) (afetada pelo desequilíbrio da natureza) • Vontade (liberdade, responsabilidade = um mistério). A seu ver quanto que o ser humano tem “culpa” pelo seu comportamento, 20%, 80%...? • Daniel Ashuti, prof. de criminologia, Universidade Lasalle, Porto Alegre: ”O homem não é culpado por aquilo que faz, mas é o meio.”
    11. 11. CONSEQUÊNCIAS DA NOSSA SOCIEDADE NA ESTRUTURA PSÍQUICA DO POVO 1(2) CONSEQUÊNCIAS DA NOSSA SOCIEDADE NA ESTRUTURA PSÍQUICA DO POVO 1(2) Capitalismo faz lavagem cerebral: • O capitalismo fomenta em nossa personalidade características como alienação, competitividade, egoísmo, ganância, inveja e resignação • e além disto nos indivíduos mais ricos ou poderosos isolamento, mania de grandeza, cinismo e paranóia. • O capitalismo provoca em nos sentimentos crônicos de inferioridade, insegurança, medo, humilhação, indignação, revolta, raiva, culpa... • e simultaneamente nos são “impostos” que estes sentimentos são sintomas de desequilíbrio e fraqueza, e que não deveríamos sentir assim.
    12. 12. CONSEQUÊNCIAS DA NOSSA SOCIEDADE NA ESTRUTURA PSÍQUICA DO POVO 2(2) CONSEQUÊNCIAS DA NOSSA SOCIEDADE NA ESTRUTURA PSÍQUICA DO POVO 2(2) • O capitalismo fomenta justo aquilo que há de mais perverso em nós, resultando em: – doenças psíquicas e físicas, – machismo, preconceitos, – dependência de drogas e outros, – exclusão social, criminalidade, – extremismo religioso, terrorismo e guerras – além das imensas injustiças socioeconomicas • Todo sistema de poder significa repressão. • Paulo Freire: Oprimido se torna opressor.
    13. 13. • Como pedir silencio na sala bagunçada? • Preguiça, passividade, descontentamento – como motivar • Costume de subestimar capacidades, exagerar problemas • Dificuldade de se concentrar • Uso de palavrões, deboches, desrespeito • Como chamar atenção de quem não faz tarefas? • Saídas para banheiro, beber agua... • Sempre atrasado, ausências frequentes • Uso de álcool, tabaco e drogas • Risca, quebra os bens da escola • Competição – luta pelo poder, superioridade • Ameaça e uso de violência, agressão, bullying • Auto-agressão, depressão
    14. 14. O MODO NORMAL PARA LIDAR COM OS PROBLEMASO MODO NORMAL PARA LIDAR COM OS PROBLEMAS • Sentimos descontentamento, irritação, medo, frustração, raiva, culpa, impotência... • e reagimos que não deveriamos sentir assim • Exigência de resolver um problema de imediato - a atenção, o poder fica concentrado no problema. • Desabafando-se criticando atrás das costas. • Mandar: ”Fique quieto, não faça assim. Faça deste jeito!” • Competição, prémios, vantagens, elogios • Notas, avaliação, comparações, critica • Punição, humilhação, exclusão • Exigência de todos funcionarem igualmente. • Nossa rotina vem das estruturas de poder. • Esta rotina repressora torna os problemas crônicos.
    15. 15. O QUE FAZER COM A REPRESSÃO?O QUE FAZER COM A REPRESSÃO? • Horizontalizar o uso de poder (núcleos de base MST). • Desfazer a lavagem cerebral do capitalismo. • Desaprender as rotinas repressoras nas áreas de educação, formação, motivação e liderança. • Criar um conceito “socializante” sobre o ser humano que incentiva por si só os sentimentos de solidariedade, coragem, ética e igualdade em nós. • ... Como se fosse voltar para atrás no tempo para deixar a nossa “flor interna” brotar naturalmente sem deformação e limites do colonialismo capitalista.
    16. 16. Pensamentos básicos/pano de fundo CONCEITO SOCIALISTA SOBRE O SER HUMANO E COLETIVO
    17. 17. Pessoas descontentes ou zangadas morrem cedo! Pessoas descontentes ou zangadas morrem cedo!
    18. 18. CADA SER HUMANO QUER SER ACEITO, RESPEITADO E AMADO: - nos seus sentimentos - na sua ação - em toda sua essencia CADA SER HUMANO QUER SER ACEITO, RESPEITADO E AMADO: - nos seus sentimentos - na sua ação - em toda sua essencia PARA UMA PESSOA COM ALEGRIA/TRISTEZA/CULPA/RAIVA É MAIS IMPORTANTE SER VISTA E RESPEITADA NO SEU SENTIR DO QUE QUALQUER OUTRA COISA.
    19. 19. TOTAL LIBERDADE DE SENTIR E PENSAR MAS LIBERDADE LIMITADA PARA AGIR. TOTAL LIBERDADE DE SENTIR E PENSAR MAS LIBERDADE LIMITADA PARA AGIR. - Responsabilidade requer liberdade. Liberdade causa responsabilidade. Elas são a mesma coisa. - Mas a palavra responsabilidade associamos com exigência. Por isso reagimos com oposição a ela. - Liberdade associamos com liberdade de responsabilidades - total confusão. - Dica: Não use palavra responsabilidade. No lugar dela use sempre a palavra liberdade ou exigência. - Responsabilidade requer liberdade. Liberdade causa responsabilidade. Elas são a mesma coisa. - Mas a palavra responsabilidade associamos com exigência. Por isso reagimos com oposição a ela. - Liberdade associamos com liberdade de responsabilidades - total confusão. - Dica: Não use palavra responsabilidade. No lugar dela use sempre a palavra liberdade ou exigência.
    20. 20. .. CONCEITO SOCIALISTA • Sentir e pensar é livreSentir e pensar é livre • Liberdade = responsabilidade. • Falar e agir é limitado – disciplina com leis e regras • Respeitar o sentir do outro (e de si mesmo) é um ato de amor • Controlar a fala e o braço (ação) é necessário quando agir de acordo com a raiva causa danos • Controlar a ação, e sentir a raiva conscientemente • Você quer sentir angustia, medo, culpa ou raiva conscientemente?
    21. 21. .. CONCEITO SOCIALISTA • TEMOS TOTAL LIBERDADE DE SENTIR MAS LIBERDADE LIMITADA PARA AGIR. • TUDO QUE VEJO NO OUTRO EXISTE EM MIM TAMBÉM DE ALGUMA MANEIRA. • AQUILO QUE FAÇO COM OUTRO, FAÇO DENTRO DE MIM COMIGO MESMO. • O SER HUMANO É A SUA CONSCIÊNCIA. • O MAL PODE SER CURADO SOMENTE PELO BEM. • IGUALDADE RESULTA EM RESPONSABILIDADE COLETIVA.
    22. 22. RIQUEZAS HUMANAS – talentos e capacidades EMPECILHOS contra riquezas e possibilidades Capacidade de percepção Capacidade de lembrar Intuição Amor, alegria... Responsabilidade, coragem Criatividade Avaliação, bom senso Senso ético, honestidade Senso de beleza Autodisciplina Capacidade de aprendizagem Talentos Capacidades físicas 11 22 33 44 55 66 77 88 99 1010 1111 1212 Hábitos emocionais negativos por ser oprimido por poderes; preocupação, insegurança, medo, culpa, vergonha, raiva, impotência Censura; usar poder para reprimir consciência Querer ter poder para mudar pessoas, a realidade e a si mesmo (mania de grandeza e perfeccionismo) Inveja – querer poder para destruir Egocentrismo – se achar como centro de poder 11 22 33 44 55 SAÚDE/EQUILÍBRIO DESEQUILÍBRIO RIQUEZAS HUMANAS E EMPECILHOSRIQUEZAS HUMANAS E EMPECILHOS
    23. 23. CARLOS TENTA OFENDER MARIACARLOS TENTA OFENDER MARIA • Carlos tenta ofender Maria. Quem está cometendo erro? • O erro é somente do Carlos. Nós nunca temos o direito de ofender o outro. • Maria se sente ofendida. Erro de quem? • De Maria. Carlos não tem poder de mandar nas emoções da Maria. • Será que é sábio de se sentir ofendido? Não • Maria está aberta ás energias negativas do Carlos, inclusive por não aceitar a consciência da maldade dele (e dela mesma).
    24. 24. CARLOS SE OFENDE!CARLOS SE OFENDE! • Quando Carlos tenta ofender o outro, ele está sentindo raiva/medo e pensando negativamente. • Ele faz mal para ele mesmo (na vida psíquica dele). • Fazendo assim ele se auto-agride. AQUILO QUE FAÇO PARA O OUTRO, FAÇO DENTRO DE MIM COMIGO MESMO AQUILO QUE FAÇO PARA O OUTRO, FAÇO DENTRO DE MIM COMIGO MESMO
    25. 25. COMO LIDAR COM CARLOS? - regras, bronca, castigo ou conscientização? COMO LIDAR COM CARLOS? - regras, bronca, castigo ou conscientização? Maria reage falando: ”Carlos, creio que você está se ofendendo.” No coletivo onde foi introduzida a responsabilidade coletiva, os outros reagem falando: - ”Carlos, você está se desprezando.” - ”Eu também acho que você se agride.” - ”O que você está sentindo?” Conscientização em vez de repressão.
    26. 26. COMPARAÇÃO: bola suja = palavras sujas • Carlos joga a bola suja para Maria. • Maria percebe que a bola está suja e não a pega. • A bola cai no chão sem efeito. • .... • Mas se Maria não aceita consciência de que a bola está suja, ela pega a bola, e se suja.
    27. 27. FERRAMENTAS DE VALORIZAÇÃO
    28. 28. • Conceito socialista sobre ser humano • Reflexão sobre seu modo de sentir • Cobrança motivadora • Dialogo de reforço • Dialogo de desenvolvimento • Como lidar com problemas em coletivo – fortalecimento da maioria • Valorização e conscientização em coletivo • Reflexão sobre a nossa cooperação FERRAMENTAS DA METODOLOGIA - valorização humana e social FERRAMENTAS DA METODOLOGIA - valorização humana e social
    29. 29. ERROU, FOI REPRIMIDO – ASSIM CONSOLIDAMOS O FRACASSO! - VAMOS QUEBRAR O CIRCULO VICIOSO? ERROU, FOI REPRIMIDO – ASSIM CONSOLIDAMOS O FRACASSO! - VAMOS QUEBRAR O CIRCULO VICIOSO? • Quando nos cometemos um erro, recebemos punição de outros e de nós mesmos. Isto reduz a confiança e a motivação de acertar (Vanderlei Luxemburgo). • Em vez disto deveríamos ser reforçados pelo outro justo quando cometemos o erro. • Como? Aceitando o erro com naturalidade, usando o erro como possivel aprendizado e reforçando a consciência do bem (riquezas humanas…).
    30. 30. COBRANÇA MOTIVADORACOBRANÇA MOTIVADORA Sinta seu modo de sentir com liberdade e responsabilidade. Perceba e respeite o sentimento da pessoa a ser cobrada. • Quais foram os atribuições/objetivos/metas planejados para o período passado? • Quais objetivos foram realizados? • Quais objetivos não foram realizados? • Levante os fatores que ajudaram a alcançar os objetivos. • Levante os fatores que dificultaram ou impediram os objetivos. • Baseado nos fatores de acima é feito um novo planejamento para o período seguinte com seguintes aspectos: 1 objetivos/metas novos a serem realizados, 2 objetivos/metas que não foram realizados no período anterior, 3 como fortalecer os fatores que facilitam a realização, 4 como prevenir e lidar com os fatores que dificultam a realização.
    31. 31. ATITUDE DE CENSURAATITUDE DE CENSURA
    32. 32. TÉCNICAS DE CENSURATÉCNICAS DE CENSURA • sentimentos como angustia, medo, raiva... • muitas explicações e justificativas • colocar culpa nos outros, sentir se como vítima dos outros • atitude de moralismo • atitude de omissão, indiferença • foco no erro, crítica continua, habito de reclamar e remoer • uso de drogas, excesso de comida, remédios... • alienação, fuga às fantasias • projeção: O que a pessoa sente que os outros estão fazendo com ela, é que ela está fazendo com ela mesma. O que a pessoa faz com os outros, ela acha que os outros estão fazendo com ela – tanto no bem e no mal. • psicosomatização: dor de cabeça, tensão muscular, gastrite, resfriados repetitivos, stress, câncer, doenças circulatórias e do coração,...
    33. 33. INVEJA = IN VERINVEJA = IN VER iinveja = atitude de não querer vernveja = atitude de não querer ver INVEJA = IN VERINVEJA = IN VER iinveja = atitude de não querer vernveja = atitude de não querer ver O QUE NÃO QUEREMOS VER? • o bom, o belo • progresso, possibilidades • amor, felicidade NÃO QUERER VER = QUERER IMPEDIR • em você mesmo • nos outros, na realidade, na vida
    34. 34. DESAFIOS NA ESCOLA – inveja • comportamento perturbador • querer sempre estar no centro de atenções • passividade, atitude de “nada importa” • descontentamento, negatividade • subestimar capacidades, exagerar problemas • dificuldade de se concentrar • remoer, fofocar, ter prazer da desgraça dos outros • deboche, uso de palavrões • mania de controle, obsessão pelo poder • destrutividade, agressão, violência DESAFIOS NA ESCOLA – inveja • comportamento perturbador • querer sempre estar no centro de atenções • passividade, atitude de “nada importa” • descontentamento, negatividade • subestimar capacidades, exagerar problemas • dificuldade de se concentrar • remoer, fofocar, ter prazer da desgraça dos outros • deboche, uso de palavrões • mania de controle, obsessão pelo poder • destrutividade, agressão, violência
    35. 35. DIÁLOGO DE REFORÇODIÁLOGO DE REFORÇO 1 Conscientize-se de seu modo de sentir (angustia, irritação, raiva...). Você é livre para sentir do seu modo. Você respeita o seu sentir? O que seu sentir pode revelar sobre você? 2 Observe, e se for oportuno, conscientize a pessoa sobre o modo dela de sentir com respeito. É possível que você sente de modo parecido – espelho? 3 Reforce a consciência sobre as riquezas humanas nela. 4 Se for oportuno, mostre como ela está agindo contra as riquezas humanas nela.
    36. 36. MOTIVAÇÃO POSITIVA - acompanhamento individual MOTIVAÇÃO POSITIVA - acompanhamento individual TODO SER HUMANO PROCURA NA SUA AÇÃO ALGO DE BOM DO SEU PONTO DE VISTA. É IMPORTANTE CONSCIENTIZÁ-LO SOBRE OS SEUS BONS MOTIVOS: • Transforme o problema da pessoa para um desafio. • Pesquise os benefícios/prazer que os hábitos atuais ligados ao problema está fornecendo (1) para ele. • Descreva a mudança desejada (desafio) em hábitos idéias de ação. Discute sobre os benefícios que os hábitos ideais de agir possa trazer (2) para ela. • Compare os benefícios dos hábitos de ação atuais (1) e os de ideal (2). A pessoa escolhe entre os habitos atuais de ação ou a ação ideal. • Se decisão é de mudar, treinar hábitos de ação ideal.
    37. 37. COMO REFORÇAR A CONSCIÊNCIA DO BEM?COMO REFORÇAR A CONSCIÊNCIA DO BEM? • O coletivo treina a respeitar o sentir do outro. • O coletivo treina um habito para reforçar a consciência sobre riquezas humanas (não elogiar). • Lembrar que o ”pior” precisa de mais reforço (amor), o ”melhor” menos. • Concentrar poder na sanidade, não em problemas. • Em vez de criticar e exigir - inspirar, estimular. • Criar um ambiente de igualdade e solidariedade – desenvolver espírito de democracia direta. • Hábitos opostos: competição, avaliação, critica, comparações…
    38. 38. RESPONSABILIDADE COLETIVA: IGUALDADE E SOLIDARIEDADE
    39. 39. Assembl.Assembl. geralgeral DireçãoDireção Coord.Coord. ddemocr.emocr. EnsinoEnsino ApoioApoio ppedag.edag. Secre-Secre- tariataria Alimen-Alimen- taçãotação Manu-Manu- tençãotenção ORGANOGRAMA DE UMAORGANOGRAMA DE UMA ESCOLA DEMOCRATICAESCOLA DEMOCRATICA ConselhoConselho escolarescolar NBsNBs
    40. 40. TURMA EM CAOSTURMA EM CAOS • Lembrete: Uma professora experiente: 70% do tempo é gasto fora de ensino. Um diretor de fábrica: mais de metade do tempo vai para problemas de ordem pessoal. • Respeito: Ande pela turma observando sem falar nada. • Interesse: Coloque uma pergunta intrigante para a pessoa mais proxima de voz baixa contaminando os proximos. • Objetivo: Pergunte quem quer ser aprovado e quem não, ou quem quer paz de consentração e quem não. Organize a sala assim que os interessados de ensino ficam no meio mais proximos de você. • Democracia: Introduz a democracia participativa (direta): a maioria conduz a paz de trabalho.
    41. 41. O QUE É CORAGEM?O QUE É CORAGEM? • É sinal de coragem quando uma pessoa maior agride uma menor? • É sinal de coragem quando um grupo ataca uma pessoa? • Se não, é sinal de que? • É sinal de coragem quando uma pessoa maior agride uma menor? • É sinal de coragem quando um grupo ataca uma pessoa? • Se não, é sinal de que?
    42. 42. REGRAS DE CONVIVÊNCIA LEI BRASILEIRA QUANDO JUSTA • É proibido ofender outros. • É proibido de roubar, agredir. • É proibido quebrar os bens da escola. • ... COMBINAÇÕES/REGRAS DA ESCOLA • Cumprir os horários estabelecidos. • No horário da escola manter-se no recinto escolar. • No fim do dia ir ao onde a família indicou. • Manter celular desligado. • Não trazer álcool, drogas ou arma. • ...
    43. 43. COMO CRIAR AMBIENTE DE COOPERAÇÃO?COMO CRIAR AMBIENTE DE COOPERAÇÃO? • Introduzir e intensificar democracia participativa - igualdade na participação significa responsabilidade coletiva – transparência econômica. • Conscientizar-se sobre leis brasileiras úteis e criar combinações/regras pela democracia direta. • Valorizar o outro e o coletivo respeitando o sentir de cada um e reforçando a consciência das riquezas humanas em cada um. • Impedir a ação destrutiva com responsabilidade coletiva. • Em vez de punir, reforçar a sanidade no infrator e encaminhá-lo a praticar boas ações. Se necessário aplicar consequências das regras e leis. • Introduzir e intensificar democracia participativa - igualdade na participação significa responsabilidade coletiva – transparência econômica. • Conscientizar-se sobre leis brasileiras úteis e criar combinações/regras pela democracia direta. • Valorizar o outro e o coletivo respeitando o sentir de cada um e reforçando a consciência das riquezas humanas em cada um. • Impedir a ação destrutiva com responsabilidade coletiva. • Em vez de punir, reforçar a sanidade no infrator e encaminhá-lo a praticar boas ações. Se necessário aplicar consequências das regras e leis.
    44. 44. COMO LIDAR COM INFRAÇÃOCOMO LIDAR COM INFRAÇÃO • Infrator repare o possível dano causado. • Conscientizá-lo sobre o modo de sentir na vida – respeitar a si mesmo e os outros. • Cobrança motivadora, Dialogo de reforço, Dialogo de desenvolvimento • Treinamento em boas ações, por exemplo: • Ajudar um outro educando (companheiro) • Ser conselheiro no ensino/trabalho com outro(s) • Preparar uma apresentação sobre um tema de interesse • Organizar um evento coletivo • Fazer um trabalho social na comunidade. • Fortalecimento de maioria. • Se necessário, aplicar o processo formal das leis e regras sem repressão psicológica.
    45. 45. FORTALECIMENTO DA MAIORIA - como lidar com problemas em coletivo FORTALECIMENTO DA MAIORIA - como lidar com problemas em coletivo TODO SER HUMANO PROCURA NA SUA AÇÃO ALGO DE BOM DO SEU PONTO DE VISTA. É IMPORTANTE CONSCIENTIZÁ-LO SOBRE OS SEUS BONS MOTIVOS: • O coletivo escolhe um problema e transforma-o a um desafio. • Discute e descobre os benefícios/prazer que o hábito de ação atual do coletivo está fornecendo (1). • Discute mudança desejada, qual seria o hábito ideal de ação. • Conscientizá-lo sobre os benefícios que o hábito ideal de agir possa trazer (2). • Compare os benefícios do hábito de ação atual (1) e os de ideal (2). • O coletivo escolhe ou manter a ação atual ou mudar. • Se decisão é de mudar, treinar hábitos de ação ideal.
    46. 46. AÇÃO VEM DE SENTIR - sente o seu sentir AÇÃO VEM DE SENTIR - sente o seu sentir
    47. 47. CONSCIENTIZAR – SENTIRCONSCIENTIZAR – SENTIR Conscientizar é captar, perceber, usar seus sentidos, estar ligado, estar em contato, aceitar consciência sobre algo. O sentir é sempre ligado com o conscientizar. Se você não está querendo este algo, sua reação pode envolver uma conduta de censura: • Tentativa de negar o algo (repressão) o que implica em reprimir sua consciência (censura). • Sendo que você é na sua essência a sua consciência, você reprime a si mesmo. • Sintomas: ansiedade, medo, irritação, culpa, raiva... • Este modo de sentir pode se tornar um hábito de sentir, um vicio, uma dependência.
    48. 48. SENTIMENTO – AMOR, ALEGRIA EMOÇÃO – MEDO, RAIVA
    49. 49. • Na competição económica não é possível sentir pena ou solidariedade por outro. • No serviço de saúde: eliminar os sintomas de angustia, medo, pânico, depressão e raiva com medicamentos. • Ciência positivista não considera o sentir. • No trabalho: 1) submissão do empregado ao empregador, 2) conduta profissional implica não ter emoções, somente o racional. • Nas escolas: 1) submissão do educando ao educador, 2) não deve haver sentimentos de indiferença, descontentamento, irritação, raiva, paixões… • Na competição económica não é possível sentir pena ou solidariedade por outro. • No serviço de saúde: eliminar os sintomas de angustia, medo, pânico, depressão e raiva com medicamentos. • Ciência positivista não considera o sentir. • No trabalho: 1) submissão do empregado ao empregador, 2) conduta profissional implica não ter emoções, somente o racional. • Nas escolas: 1) submissão do educando ao educador, 2) não deve haver sentimentos de indiferença, descontentamento, irritação, raiva, paixões…
    50. 50. • Nas famílias: não chore/não fique com medo/pare com essa birra/porque tanta raiva. Deboche quando o jovem se sente apaixonado. • Aprendemos estudar/trabalhar para ganhar boas notas, bom salário, prêmios (exigências). Não estamos ligados com o sentir na ação (trabalho, estudo, conversa...), estamos concentrados nos resultados, fora da realidade do momento. Perdemos o sentimento de alegria e realização em estudar e trabalhar, tornamos nós executores de exigências. • O poder é sempre contra o povo ter ética e sentir amor e coragem. • Nas famílias: não chore/não fique com medo/pare com essa birra/porque tanta raiva. Deboche quando o jovem se sente apaixonado. • Aprendemos estudar/trabalhar para ganhar boas notas, bom salário, prêmios (exigências). Não estamos ligados com o sentir na ação (trabalho, estudo, conversa...), estamos concentrados nos resultados, fora da realidade do momento. Perdemos o sentimento de alegria e realização em estudar e trabalhar, tornamos nós executores de exigências. • O poder é sempre contra o povo ter ética e sentir amor e coragem.
    51. 51. COMO É O SEU MODO DE SENTIR?COMO É O SEU MODO DE SENTIR? • Quando criança, você costumava sentir alegria, curiosidade, entusiasmo, ser amado, ou angustia, tristeza, descontentamento, medo, vergonha, culpa, raiva ou...? • Seus pais falaram sobre seus/próprios sentimentos de modo aberto e respeitoso? • Não sentimos a liberdade pelo nosso modo de sentir, em vez disto nos sentimos como vitimas dos próprios sentimentos. Os hábitos de sentir se tornam numa dependência. Não é fácil de se livrar da dependência. Mas no fundo você tem liberdade pelo seu sentir.
    52. 52. CONSCIENTIZAÇÃO DOS SENTIMENTOSCONSCIENTIZAÇÃO DOS SENTIMENTOS Senti- mento Bem forte Bastante Pouco Nada Alegria Curiosi- dade Medo Raiva
    53. 53. SENTE O SEU MODO DE SENTIRSENTE O SEU MODO DE SENTIR • Quando você se vê no espelho, quais sentimentos você percebe no seu rosto? • Reserve uns minutos. Tome uma posição firme. Feche os olhos. Sinta as partes do seu corpo, ele é um reflexo do seu sentir. • Vire a sua atenção para o seu interior, sinta conscientemente os seus sentimentos. • Você se permite sentir o que está sentindo? • Se não, você está se reprimindo. • Treine um habito de ter tempo para sentir o que está sentindo.
    54. 54. COMO LIDAR COM EMOÇÕES NEGATIVASCOMO LIDAR COM EMOÇÕES NEGATIVAS • Raiva e medo não são proibidos. Qualquer censura ao sentimento causa uma reação negativa. • Energias negativas contagiam facilmente. Pare primeiro sentir a sua reação, possível medo ou raiva em você. Respire e observe seu sentir, não culpe o outro por seu modo de sentir para não cair na armadilha de dar poder para ele (vitimização). • Em vez de controle, procure contato. • Fale com respeito sobre o sentir do outro para assim talvez ele se respeitar. (Evite porquês, o foco no sentir dele é o mais importante.) • Evite argumentação, não entre em defesa.
    55. 55. TER PODER É PODER EXIGIR
    56. 56. TER PODER É TER PODER PARA EXIGIR, CONTROLAR, LIMITAR, REPRIMIR... TER PODER É TER PODER PARA EXIGIR, CONTROLAR, LIMITAR, REPRIMIR... Há dois níveis de poder: - O poder prático com força, dinheiro, posição… = controlar a ação do outro - O poder psicológico é a essência do poder = poder sobre o sentir, sobre o ser humano
    57. 57. UMA REFLEXÃO SOBRE A DOENÇA DO PODER 1(2)UMA REFLEXÃO SOBRE A DOENÇA DO PODER 1(2) • Querer usar todos os seus meios para fazer bem para outros é um ato de amor, mas almejar a ter poder é um sintoma de desequilíbrio (autoritárismo, manipulador, personalista). • Poder significa direito de reprimir. Poderoso reprime o si mesmo e outros. • Poderoso se acha mais importante que os outros (arrogância). • Poder dá uma falsa sensação de existência – a necessidade disto está na falta de amor. • O poder é como uma droga, circulo vicioso.
    58. 58. UMA REFLEXÃO SOBRE A DOENÇA DO PODER 2(2)UMA REFLEXÃO SOBRE A DOENÇA DO PODER 2(2) • O poderoso é bajulado por outros, isto o aliena mais ainda da realidade – solidão, isolamento, paranóia. • Ganhar poder alimenta a mania de grandeza – tentação de recorrer a corrupção e ditadura. • No hospital psiquiátrico os doentes se acham Napoleão, Cristo, Deus etc. • Lorde John Acton, historiador liberal inglês do século XIX: “O poder tende a corromper; o poder absoluto corrompe de maneira absoluta. Os grandes homens quase sempre são homens maus".
    59. 59. REPRESSÃO DO SENTIR SUFOCA A NOSSA FORÇA DE LUTA REPRESSÃO DO SENTIR SUFOCA A NOSSA FORÇA DE LUTA • A classe trabalhadora é desprezada e reprimida pela sociedade. • Esta repressão causa sentimentos de indignação e revolta – “combustível” para luta. • Mas ela causa também sentimentos de inferioridade, medo, raiva e impotência. • Mas sentir assim é como sinal de fraqueza, o que tentamos esconder. Este conflito de não poder sentir o seu sentir sufoca a força de luta. Isto é a armadilha do poder. • Paulo Freire: Oprimido se torna opressor.
    60. 60. No capitalismo a repressão funciona “bem” para beneficio de poucos. No socialismo, como entendemos, a repressão é o câncer que o capitalismo implantou no nosso modo de sentir, impedindo até hoje a nossa libertação.
    61. 61. SUA REAÇÃO PERANTE EXIGÊNCIA?SUA REAÇÃO PERANTE EXIGÊNCIA? • Você sente exigências com alegria ou medo/raiva? • A exigência dura causa forte oposição. • Se você tiver muitos ”tem que”, você se opõe a si mesmo. ”Tem que” impede alegria e amor. • Desejos, expectativas se tornam exigências. • Pai/mãe exigente = filha/o exigente? • Exigência limita liberdade = responsabilidade = amor = consciência = ser humano. Sempre vamos ter este conflito a ser lidado: disciplina ou consciência? Qual é a sua tendência? Não é possível forçar conscientização, ela funciona só na liberdade e responsabilidade.
    62. 62. EXEMPLO DE UMA REAÇÃO ÀS EXIGÊNCIASEXEMPLO DE UMA REAÇÃO ÀS EXIGÊNCIAS Uma orientadora escolar na sua sessão de terapia: ”Exigências provocam medo e raiva, tem que conseguir, não pode errar – isto aumenta a sensação de solidão, egocentrismo. Exigência se sente como algo condenador, punição, maldade, paralisante…”
    63. 63. ALGUNS ASPECTOS SOBRE RELAÇÕES HUMANAS - espelho interno - como compreender trauma - como não ficar ofendido
    64. 64. ESPELHO INTERNO COM CENSURA EU Eu penso que ela vê em mim: • eu me distancio dos outros • sou megalômano • tenho conduta de autonegação • eu me abro para a agressividade dos outros • ela não gosta que sou fraco e inseguro em vez de sincero e aberto EU Eu penso que ela vê em mim: • eu me distancio dos outros • sou megalômano • tenho conduta de autonegação • eu me abro para a agressividade dos outros • ela não gosta que sou fraco e inseguro em vez de sincero e aberto MINHA SUPERIOR Eu vejo nela: • atitude de fuga, censura • complexo de inferioridade • ela não acredita nela mesma e esconde isto atrás de sua agressividade • no fundo, ela é insegura MINHA SUPERIOR Eu vejo nela: • atitude de fuga, censura • complexo de inferioridade • ela não acredita nela mesma e esconde isto atrás de sua agressividade • no fundo, ela é insegura
    65. 65. CENSURA CAUSA TRAUMACENSURA CAUSA TRAUMA • A pessoa tem uma experiência ruim. Ela não quer lembrar isto, ela tenta negar a consciência disto, negando a si mesma (ser humano é a sua consciência). • Ela sente que não existe – ela se sente injustiçada e reage com defesa/ataque. • Ela procura sentir sua existência através da reação dos outros: – Aceitação/admiração: sendo boazinha, perfeita, bem sucedida, poderosa… – Atenção continua: no centro de atenções (melhor de todos, palhaço, negativista, perturbador...) – Culpa/pena: com sua depressão, atitude de vítima – Medo/raiva/ódio/nojo: com agir agressivo, vestir sujo, linguajar vulgar...
    66. 66. EXEMPLOS DE EXPERIENCIAS TRAÚMATICAS EXEMPLOS DE EXPERIENCIAS TRAÚMATICAS • Se tornar objeto de agressão, violência. • Se tornar objeto de opressão e/ou rejeição, indiferença. • Ter pais superprotetores – repressão pelo controle de imagináveis perigos – poder. Isto reprime o ser dele. • Ter pais idealisadores, receber muitos elogios - poder. Isto aumenta expectativas, exigências e reprime o ser dele.
    67. 67. COMO NÃO FICAR OFENDIDO?COMO NÃO FICAR OFENDIDO? • Lembre que eu já aprendi erroneamente que não deveria ficar ofendido. Justo por isso, eu fico facilmente ofendido. Não tente alterar isso mas conscientiza-se sobre isto. • Quem é responsável pelo meu modo de sentir? Eu! - O outro não tem poder de controle sobre meus sentimentos. • Lembre: Quem ataca o outro ataca primeiramente a si mesmo na sua maneira de sentir e pensar, atingindo inclusive a sua atividade fisiológica (sentimento negativo significa distorção, stress).
    68. 68. COMO NÃO FICAR OFENDIDO – continuação • Se ainda continuo me ofendendo, significa que tenho habito de me desvalorizar, de me agredir com a minha maneira de sentir e pensar. • O outro desperta a consciência da minha auto- agressão. E eu reajo tentando reprimir esta consciência, negando assim a mim mesmo. Quero fazer isto conscientemente? • Este principio se aplica com medo, raiva, tristeza, tensão, amargura...
    69. 69. COMO LIDAR COM STRESS - autoconhecimento COMO LIDAR COM STRESS - autoconhecimento
    70. 70. • Compreende a realidade. • Modifica o que puder. • Ajusta a qualidade do trabalho. • Planeja ao longo prazo. • Pensa no contexto geral. NÃO SE ESTRESSA ATOA. • Compreende a realidade. • Modifica o que puder. • Ajusta a qualidade do trabalho. • Planeja ao longo prazo. • Pensa no contexto geral. NÃO SE ESTRESSA ATOA. • Não aceita, fica na critica. • Acusa, reclama, remoe. • Tem atitude de vítima. • Luta contra a consciência disso. • Age com egocentrismo. SE ESTRESSA ATOA. • Não aceita, fica na critica. • Acusa, reclama, remoe. • Tem atitude de vítima. • Luta contra a consciência disso. • Age com egocentrismo. SE ESTRESSA ATOA.
    71. 71. SITUAÇÕES DESITUAÇÕES DE STRESS........................................................STRESS........................................................ -AA pessoa percebe perigo ou ameaça real (por ex. ter maispessoa percebe perigo ou ameaça real (por ex. ter mais trabalho que há recursos)trabalho que há recursos) -- temtem algo que ela nãoalgo que ela não querquer (injustiça, doença)(injustiça, doença) - querquer muito algo (sucesso, premio, paixão)muito algo (sucesso, premio, paixão) - é pressionado fazer algo que ela nãoé pressionado fazer algo que ela não querquer - cria fantasias de preocupações inexistentes que ela nãocria fantasias de preocupações inexistentes que ela não querquer PROVÁVEL REAÇÃO...........................................................PROVÁVEL REAÇÃO........................................................... Ela não quer o perigo e reage se fugindo ou tentando aEla não quer o perigo e reage se fugindo ou tentando a mudar a situação - stress.mudar a situação - stress. Ela não aceita a consciência do perigo, ela reageEla não aceita a consciência do perigo, ela reage “duplamente” com stress.“duplamente” com stress. A sua fisiologia centra na ação de stress.A sua fisiologia centra na ação de stress.
    72. 72. STRESS SÁO OU DOENTIO?STRESS SÁO OU DOENTIO? • Toda situação requer um certo nível de stress, o stress ideal. • Stress doentio surge quando queremos mais do que é sábio. Avaliamos necessidades e recursos de modo exagerado ou subestimado. • Querer é como acelerador do stress. QUERER É SE STRESSAR.
    73. 73. COMO LIDAR COM STRESS 1(2)COMO LIDAR COM STRESS 1(2) • Sintomas de stress são como alarmes. O sistema de alarme está funcionando – que bom! • Pare! Planeje ter tempo. Sinta conscientemente seus sintomas físicos e psíquicos. • Quais sintomas você sente no seu corpo e no seu modo de sentir? • Respeite seu corpo, ele é a sua ferramenta. • Converse sobre seu problema, peça ajuda – isto é amor. • Exigências de resolver problemas complexos, fazem os problemas se tornarem crónicos. • Conscientize-se sobre suas condutas de stress (empecilhos, vide tabela a seguir).
    74. 74. RIQUEZAS HUMANAS – talentos e capacidades EMPECILHOS contra riquezas e possibilidades Capacidade de percepção Capacidade de lembrar Intuição Amor, alegria... Responsabilidade, coragem Criatividade Avaliação, bom senso Senso ético, honestidade Senso de beleza Autodisciplina Capacidade de aprendizagem Talentos Capacidades físicas 11 22 33 44 55 66 77 88 99 1010 1111 1212 Hábitos emocionais negativos por ser oprimido por poderes; preocupação, insegurança, medo, culpa, vergonha, raiva, impotência Censura; usar poder para reprimir consciência Querer ter poder para mudar pessoas, a realidade e a si mesmo (mania de grandeza e perfeccionismo) Inveja – querer poder para destruir Egocentrismo – se achar como centro de poder 11 22 33 44 55 SAÚDE/EQUILÍBRIOSAÚDE/EQUILÍBRIO DESEQUILÍBRIODESEQUILÍBRIO RIQUEZAS HUMANAS E EMPECILHOSRIQUEZAS HUMANAS E EMPECILHOS
    75. 75. COMO LIDAR COM STRESS 2(2)COMO LIDAR COM STRESS 2(2) • Aceite seus empecilhos, não tente elimina-los, mas mantenha-os na sua memória ativada, e treine novos hábitos de ação. • Crie uma visão sobre a situação ideal (utopia), mantenha seu foco nela. Evite ter um papel de bombeiro. E mantenha os pés no chão (humildade). • Prepare um plano de ação prático. Adapte-se naquilo que não pode ser mudado. Para formalizar a sua situação precária, prepare um relatório sobre as suas dificuldades para seus superiores. • O trabalho deve ser uma fonte de alegria.
    76. 76. FERRAMENTAS DE VALORIZAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO FERRAMENTAS DE VALORIZAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO Um conceito socialista sobre o ser humano e coletivo como pano de fundo, que fomenta ética e cooperação, e as seguintes ferramentas de conscientização: • Respeitar os sentimentos – valorização humana • Cobrança motivadora – valorização humana • Dialogo de reforço – valorização humana • Dialogo de desenvolvimento – valorização humana • Fortalecimento da maioria - valorização social A conscientização não visa corrigir os vícios do comportamento da pessoa mas sim, respeitar o modo dela de sentir, fortalecer as riquezas humanas nela e despertar a consciência da realidade.
    77. 77. ORIGENS DO MÉTODO CONSCIENTIA • Sócrates • Fedor Dostojevskij • Sigmund Freud, Karl Marx • Anton Makarenko • Erich Fromm, Viktor Frankl • Psicanálise Integral; Norberto Keppe • Paulo Freire • MST, autogestão • Trabalho coletivo pratico e experimental durante 30 anos
    78. 78. • www.conscientia.sewww.conscientia.se • info@conscientia.seinfo@conscientia.se • www.conscientia.sewww.conscientia.se • info@conscientia.seinfo@conscientia.se MST/Grupo de Estudo de RHC Instituto CONSCIENTIA mst.org.br, conscientia.se info@conscientia.se Brasil, Suécia, Finlândia MST/Grupo de Estudo de RHC Instituto CONSCIENTIA mst.org.br, conscientia.se info@conscientia.se Brasil, Suécia, Finlândia

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