Eficiência energética no sector dos      transportes rodoviários
SUMÁRIO1. AMP – ÁREA METROPOLITANA DO PORTO2. AMTP – AUTORIDADE METROPOLITANA DE TRANSPORTES DO PORTO3. AGENCIAS ENERGIA N...
Com recurso preferencial a informação dos próprios protagonistasapresenta-se, após introdução da Área Metropolitana do Por...
1. AMP – ÁREA METROPOLITANA DO PORTO
T ALE DOS ÓVOA ONDES.ILA N :AMBRAPORTO IRSO: :OROFA T:CDE:ARZIM EIRAMLIVEIRADA M GAIAESPINHODE DE DA:F::VANTO MARIA ZEMÉIS...
Município      PopulaçãoArouca                     22 359Espinho                    31 786                                ...
2. AMTP – AUTORIDADE METROPOLITANA DE TRANSPORTES DO PORTO
ENQUADRAMENTO LEGAL:    Lei nº 1/2009 de 5 de JaneiroNATUREZA:    AMP’s são pessoas coletivas públicas dotadas de autonomi...
MISSÃO:  A missão da AMTP é planear, coordenar, financiar, fiscalizar e promover o sistema de  transportes urbanos de pass...
LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA:   A atividade da AMTP encontra-se enquadrada, em termos estratégicos, pelo   Programa do...
Por sua vez no Plano Estratégico dos Transportes (PET) “são estabelecidos osprincípios orientadores da atuação do Ministér...
Mais à frente estabelece que “As Autoridades Metropolitanas de Lisboa e Portopassarão a assumir o papel para o qual foram ...
OBJETIVOS OPERACIONAISPLANEAMENTO           • Criar e explorar uma base de dados de serviço de TP           • Racionalizar...
OBJETIVOS OPERACIONAIS (CONT.)INTERMODALIDADE         • Incrementar a abrangência do tarifário intermodal         • Foment...
TIPIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS:    A AMTP, pelo seu aparecimento recente, ainda não desempenha na totalidade as    com...
• Criação de base de dados de transportes públicos, integrando as componentes  documental e de informação geográfica, com ...
PRINCIPAIS DESTINATÁRIOS:  Sendo os transportes públicos o objeto essencial da atividade da AMTP,  identificaram-se dois t...
ORGANIZAÇÃO INTERNA                                          Conselho Executivo                     Serviços Gerais       ...
3. AGÊNCIAS DE ENERGIA NA AMP
3.1. AdE PORTO
Município      Área Km2   PopulaçãoGondomar           133,26     168 027Maia               83,14      135 306Matosinhos   ...
MISSÃO  Promover a inovação, o exercício de boas práticas e de exemplos a seguir quanto ao  uso da energia junto de todos ...
RESULTADOS    O uso total de energia do Conselho do Porto ascende a cerca de 5.700 GWh.    Atendendo ao número de habitant...
GWH DE ENERGIA PRIMÁRIAOferta: Repartição da energia Primária (EP) e Final (EF) pelos diferentes vectores energéticos (Val...
PORTO: 1.304.300 TON CO2Oferta: Desagregação das emissões de CO2 associadas a cada vector da oferta energética            ...
PORTO: 1.304.300 TON CO2   Procura: Desagregação das emissões de CO2 associadas a cada setor de atividade.                ...
TRANSPORTES: 1849 GWH DE ENERGIA PRIMÁRIA ( 33% DO TOTAL DO PORTO)                                              Gás Natura...
TRANSPORTES: 475.656 TON CO2 ( 36% DO TOTAL DO PORTO)Oferta: Desagregação das emissões de CO2 no setor dos transportes ass...
Na perspetiva da oferta, a matriz energética do setor dos transportes é denominadapelo gasóleo (57% da energia e 58% das e...
TRANSPORTES: 1849 GWH DE ENERGIA PRIMÁRIA (33% DA EP DO PORTO)Procura: Desagregação do uso de energia por modo de transpor...
TRANSPORTES: 475.656 TON CO2 (37% DO TOTAL DO PORTO)Desagregação das emissões de CO2 associadas aos diferentes modos de tr...
3.2. ENERGAIA
Município         Área Km2   PopulaçãoEspinho                 21,11      31 786Oliveira de Azemeis     163,41     68 611S....
O ano 2012 será o primeiro ano de atividade efetiva da Energaia no quadro de umaabrangência territorial alargada a Sul da ...
ENERGAIAELENA FACILITY  O Programa ELENA (European Local Energy Assistance), pretende facilitar a  mobilização de recursos...
Com um cofinanciamento de cerca de um milhão de euros, a iniciativa prevê que estecofinanciamento inicial venha a criar as...
Medidas tipo que se desejam implementar no setor dos transportes:   • redefinição da Rede promovendo a intermodalidade;   ...
CARACTERIZAÇÃO LOCALDISTRIBUIÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA FINAL POR SETOR, EM 2009, NA UNIÃO EUROPEIA[DADOS EUROSTAT, IN KEY ...
DISTRIBUIÇÃO DAS EMISSÕES DE DIÓXIDO DE CARBONO POR SETOR, EM 2009, NA UNIÃO EUROPEIA[DADOS EUROSTAT, IN KEY FIGURES – EUR...
CONSUMO DE ENERGIA FINAL POR SETOR, EM 2010, EM PORTUGAL[DADOS DGEG, 2011]                                          11,4% ...
Consumo de energia por setor - Porto            Consumo de energia por setor - Barcelona            3%                    ...
CO2 emitido por setor – Porto – 1 304 300 Ton CO2         CO2 eq emitido por setor – Barcelona               1%           ...
Valores anuais de diferentes parâmetros relativos aos transportes públicos queoperam em V. N. Gaia                        ...
A estratégia da componente Transportes Públicos de Vila Nova de Gaia através do ProjetoELENA assenta em duas linhas de atu...
4. ECONOMIA DE ENERGIA: 2 CASOS CONCRETOS
4.1. METRO DO PORTO
PERCENTAGEM DE PASSAGEIROS EM CADA MODO DE TRANSORTE                Modo de Transporte          % de Viagens (2007)       ...
PERCENTAGEM DE PASSAGEIROS DO METRO QUE DEIXARAMDE UTILIZAR O AUTOMÓVEL E OS AUTOCARROS STCP               Transferência p...
FATORES DE EMISSÃO RELATIVOS AO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL              Combustível                Fator de emissão (t CO2 / t...
NÚMERO DE PASSAGEIROS DO METRO QUE DEIXARAM DEUTILIZAR O AUTOMÓVEL E OS AUTOCARROS STCP             Transferência para o M...
PROCESSO DE CÁLCULO E RESULTADOS RELATIVOS ÀS EMISSÕESTOTAIS E POR PASSAGEIRO.KM ATRIBUÍDAS AO METROMetro                 ...
REDUÇÃO ANUAL DE EMISSÕES PROVENIENTES DOS AUTOCARROSSTCP POR AÇÃO DO METRO        Metro e STCP 2007                      ...
DISTÂNCIA PERCORRIDA EM 2007 POR CADA CLASSE DE VEICULOE PERCENTAGEM DE VEÍCULOS DE CADA CLASSE  Classe do veículo       D...
AUTOMÓVEIS QUE CIRCULAM E QUE DEIXARAM DE CIRCULAR PORAÇÃO DO METRO Classe do veículo     Veículos a circular na   Veículo...
DISTÂNCIA TOTAL PERCORRIDA   Classe do veículo   Distância total percorrida (Km)   Fator de emissão de CO2 (g/Km)   Gasóle...
OPINIÃO ACERCA DOS BENEFÍCIOS DO METRO SEGUNDO OSUTENTES DE CADA MODO DE TRANSPORTE Benefícios Ambientais do Metro        ...
A redução de emissões ultrapassou as expetativas tanto a nível metropolitano como anível nacional. Relativamente às metas ...
4.2. STCP            “O GÁS NATURAL NA STCP”
FUNDAMENTOS DA DECISÃO• A redução das emissões poluentes• A melhoria do serviço, nomeadamente na  fiabilidade e no ruído• ...
• 75 MAN NL 233 CNG• 50 MAN NL 310 CNG• 30 Lion’s City G      • Potência - 170 kw às 2200 rpm/ 228 kw às 2200 rpm      • B...
Autocarros   Autocarros                                                       Diferencial    %                            ...
QUADRO COMPARATIVO DE EMISSÕESPoluente                                          Diesel                             Gás nat...
FROTA        Quantidade   Idade
FROTA                                   AC                             100                              50                ...
QUANTIDADE DE CO2 NÃO EMITIDA   1800,00   1600,00   1400,00   1200,00   1000,00    800,00    600,00    400,00    200,00   ...
-0,1                 0                           0,2                                 0,3                                  ...
5. CUSTOS, CONSUMOS E CONGESTIONAMENTOS
5.1. DIREÇÃO GERAL DE ENERGIA E GEOLOGIA
Consumo de Combustíveis no Mercado InternoAno Móvel: Mercado Interno (103 tep)                                            ...
Evolução do Preço Médio (Impostos incluídos) em Portugal Continental (€)                 1,900                 1,800      ...
Cotações do brent e Preços Médios Nacionais sem Taxas
5.2. TOMTOM
Morning   EveningRank       City         Country      Congestion                       Highways   No-Highways             ...
FONTES E AGRADECIMENTOS
Eng. Rocha Teixeira
JOAQUIM CAVALHEIRO - Presidente da Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto
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Licenciado em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico. Na empresa Estradas de Portugal, S. A., foi inspetor de Segurança Rodoviária, diretor do Centro Operacional Grande Porto, Diretor Regional do Porto, consultor e diretor de Estradas do Porto. Exerceu, igualmente, funções de diretor do Departamento de Estudos de Obras Públicas, da Contacto — Sociedade de Construções, S. A., diretor de Projetos Especiais e de obras da Teixeira Duarte, S.A., e chefe de projeto do Laboratório de Aplicações da CNP — Companhia Nacional de Petroquímica. Em 2006, foi nomeado, pelo Ministro de Estado e das Finanças e pelo Ministro das Obras Públicas, Transportes e das Comunicações, para a Comissão de Apreciação das Propostas Relativas ao Concurso Internacional para a Concessão Douro Litoral.

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JOAQUIM CAVALHEIRO - Presidente da Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto

  1. 1. Eficiência energética no sector dos transportes rodoviários
  2. 2. SUMÁRIO1. AMP – ÁREA METROPOLITANA DO PORTO2. AMTP – AUTORIDADE METROPOLITANA DE TRANSPORTES DO PORTO3. AGENCIAS ENERGIA NA AMP 3.1. ADEPORTO 3.2. ENERGAIA4. ECONOMIA DE ENERGIA: 2 CASOS CONCRETOS 4.1. METRO DO PORTO 4.2. STCP5. CUSTOS, CONSUMOS E CONGESTIONAMENTO 5.1. GRÁFICOS DGEG 5.2. TOMTOM
  3. 3. Com recurso preferencial a informação dos próprios protagonistasapresenta-se, após introdução da Área Metropolitana do Porto e daAutoridade Metropolitana de Transportes do Porto, um ponto desituação de eficiência energética no setor dos transportes rodoviários naÁrea Metropolitana do Porto.Apresentam-se assim os resultados de parte da atividade das duasAgências de Energia da AMP, bem como como dois casos de sucesso: oMetro do Porto e a STCP.Termino apresentando gráficos com custos, consumos econgestionamento rodoviário, mostrando que há ainda um longocaminho a percorrer no domínio TRANSPORTES – ENERGIA. Joaquim Cavalheiro (Presidente do Conselho Executivo da AMTP)
  4. 4. 1. AMP – ÁREA METROPOLITANA DO PORTO
  5. 5. T ALE DOS ÓVOA ONDES.ILA N :AMBRAPORTO IRSO: :OROFA T:CDE:ARZIM EIRAMLIVEIRADA M GAIAESPINHODE DE DA:F::VANTO MARIA ZEMÉISAANTA::OVA VAADEIRA: : JOÃOGALONGO : ROUCA ATOSINHOS AIADE ONDOMARÁrea (km2): 327,99 149,31 146,21 71,88 135,31 213,45 8,11 82,1 41,66 163,41 62,30 21,11 168,70 83,14 133,26 75,13População: 22 359 79 858 38 999 71 530 139 312 21 713 63 408 237 584 68 611 175 478 31 786 302 296 93 864 533 135 306 168 027
  6. 6. Município PopulaçãoArouca 22 359Espinho 31 786 Total: 10 561 614Gondomar 168 027Maia 135 306Matosinhos 175 478Oliveira de Azeméis 68Portugal Continental: 611 10 047 083Porto 237 584Póvoa de Varzim 63 408S. João da Madeira 21 713Santa Maria da Feira 139 312 Norte: 3 689 609Santo Tirso 71 530Trofa 38 999Vale de Cambra 22 864 Área Metropolitana do Porto: 1 663 664Valongo 93 858Vila do Conde 79 533 45% da População do NorteVila Nova de Gaia 302 296
  7. 7. 2. AMTP – AUTORIDADE METROPOLITANA DE TRANSPORTES DO PORTO
  8. 8. ENQUADRAMENTO LEGAL: Lei nº 1/2009 de 5 de JaneiroNATUREZA: AMP’s são pessoas coletivas públicas dotadas de autonomia administrativa e financeira e de património próprio. São autoridades ORGANIZADORAS de transportes no âmbito dos sistemas de transportes urbanos e locais na Área MetropolitanaATRIBUIÇÕES: Planeamento Organização / Coordenação Operação Financiamento e Tarifação Fiscalização Divulgação e desenvolvimento do transporte público de passageiros
  9. 9. MISSÃO: A missão da AMTP é planear, coordenar, financiar, fiscalizar e promover o sistema de transportes urbanos de passageiros na Área Metropolitana do Porto (AMP), colocando os utentes no centro da política de transportes, de modo a contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, garantindo a acessibilidade a bens e serviços em condições adequadas de custo-benefício e minimizando os impactes negativos sobre o meio ambiente.VISÃO: Desenvolver um sistema de transportes eficiente e sustentável dando resposta às necessidades sociais, territoriais, energéticas, económicas e ambientais reclamadas pela sociedade, onde se articulem, completem e cooperem os diferentes atores envolvidos, constituindo também um fator de coesão social. Criar condições para uma efetiva descentralização da gestão do sistema de transportes, mediante uma gradual e progressiva transferência dos mecanismos necessários à sua implementaçãoVALORES: Equidade, universalidade, transparência e sustentabilidade
  10. 10. LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA: A atividade da AMTP encontra-se enquadrada, em termos estratégicos, pelo Programa do Governo e mais recentemente pela Resolução do Conselho de Ministros nº 45/2011 que aprova o Plano Estratégico dos Transportes. No Programa do Governo é referido que “No domínio dos transportes, o Governo procurará assegurar a melhoria da mobilidade das pessoas e das mercadorias, de modo a melhorar as condições de funcionamento da economia, aumentando a eficiência energética e reduzindo o impacto ambiental”, apontando, entre outros, os seguintes princípios: “Promover o transporte público, assegurando a efetiva articulação intermodal, designadamente nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto”; “Proceder à definição das Obrigações de Serviço Público de transporte e à respetiva contratualização”; “Proceder à revisão e simplificação dos sistemas tarifários e ao ajustamento dos respetivos níveis, sem prejuízo da adoção de medidas de proteção dos cidadãos com menores rendimentos”.
  11. 11. Por sua vez no Plano Estratégico dos Transportes (PET) “são estabelecidos osprincípios orientadores da atuação do Ministério da Economia e do Emprego no setordas infra-estruturas e transportes” e “concretiza um conjunto de reformas estruturaisa levar a cabo em cada uma das áreas o qual traduz a aplicação concreta daquelesprincípios”.Reconhecendo que “Os transportes públicos são cruciais para o desenvolvimentoeconómico, para a melhoria das condições de vida das populações e para a coesãosocial e territorial”, destaca que “um dos vetores de atuação prioritária é assegurar amobilidade e acessibilidade a pessoas e bens, de forma eficiente e adequada àsnecessidades, promovendo a coesão social”.Nesta perspetiva considera como tarefa prioritária “o dimensionamento dos sistemasde transporte, dentro das capacidades financeiras do País, de forma a dar umaresposta adequada à procura e às necessidades de mobilidade e acessibilidade depessoas e bens, privilegiando os modos de transporte que, em cada caso, se revelemmais eficientes para o concretizar.”
  12. 12. Mais à frente estabelece que “As Autoridades Metropolitanas de Lisboa e Portopassarão a assumir o papel para o qual foram originalmente criadas, decoordenação dos transportes das respetivas Áreas Metropolitanas”.É neste contexto que a AMTP desenvolverá a sua atividade, tendo fixado no Plano deAtividades os seguintes objetivos estratégicos: • Aumento da quota do transporte público na repartição modal das viagens; • Redução global de custos (utilizadores, operação e ambientais); • Desenvolvimento da articulação institucional.
  13. 13. OBJETIVOS OPERACIONAISPLANEAMENTO • Criar e explorar uma base de dados de serviço de TP • Racionalizar a oferta de transportes públicos • Criar um Observatório da Mobilidade • Elaborar inquéritos à mobilidade da AMP • Elaborar estudos e planos de mobilidades • Articular as políticas de transporte e as de ordenamento do territórioCONTRATUALIZAÇÃO E FINANCIAMENTO • Caraterizar obrigações de serviço público em transportes • Estabelecer um quadro concorrência regulada • Analisar a viabilidade económica dos sistema de transportes
  14. 14. OBJETIVOS OPERACIONAIS (CONT.)INTERMODALIDADE • Incrementar a abrangência do tarifário intermodal • Fomentar a criação de interfaces • Promover a complementaridade entre modos de transporteCOMUNICAÇÃO • Facilitar o acesso à informação sobre TP • Promover a imagem dos TP • Apoiar a divulgação de conhecimentos
  15. 15. TIPIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS: A AMTP, pelo seu aparecimento recente, ainda não desempenha na totalidade as competências que a lei nº1/2009, de 5 de janeiro lhe confere, constituindo a sua preocupação dominante a criação de uma estrutura que possa responder eficazmente ao papel que se julga poder vir a desempenhar no quadro da organização geral do transporte público na AMP. Porém, nesta fase, é possível identificar os principais serviços prestados que se podem resumir da seguinte forma: • Licenciamento de carreiras, no que respeita à autorização da operação e às alterações das condições de serviço (percursos, tarifários, horários); • Alargamento dos sistema intermodal Andante, estendendo a sua utilização a novas áreas, novos operadores e incrementando o número de linhas integradas;
  16. 16. • Criação de base de dados de transportes públicos, integrando as componentes documental e de informação geográfica, com vista a dispor de uma ferramenta de análise continuada e a efetuar a avaliação dos dados carregados pelos operadores no sistema SIGGESC;• Apoio na criação de interfaces, através da identificação dos principais pontos de rebatimento entre meios de transporte e do apoio às autarquias locais na definição das condições de exploração;• Divulgação do transporte público, seja pela normalização e promoção da informação sobre os serviços existentes, seja pela realização de campanhas para captação de novos clientes.
  17. 17. PRINCIPAIS DESTINATÁRIOS: Sendo os transportes públicos o objeto essencial da atividade da AMTP, identificaram-se dois tipos de destinatários da sua atividade: A população em geral, na medida em que é esta o beneficiário último do sistema de transportes, destacando naturalmente os utilizadores de transporte público, na qualidade de destinatários principais, mas também a restante população, enquanto destinatário secundário, pois também esta usufrui dos benefícios indiretos que este proporciona, em particular nos domínios da redução do congestionamento e das melhorias ambientais; Os operadores de transporte público, enquanto atores centrais da rede de transporte e cuja atividade é regulada pela AMTP, tendo em vista maximizar o benefício público com o constrangimento de garantir níveis de financiamento comportáveis.
  18. 18. ORGANIZAÇÃO INTERNA Conselho Executivo Serviços Gerais Administrativo Jurídico Recursos Humanos Financeiro Planeamento Regulação e Financiamento ComunicaçãoObservatório da Mobilidade (inclui IGM; PDU; POT) Operação: Contratos e Divulgação e InformaçãoAcompanhamento Gestão Fiscalização Inovação Territorial Integração Tarifária Imagem Integração Modal Bilhética
  19. 19. 3. AGÊNCIAS DE ENERGIA NA AMP
  20. 20. 3.1. AdE PORTO
  21. 21. Município Área Km2 PopulaçãoGondomar 133,26 168 027Maia 83,14 135 306Matosinhos 62,3 175 478Porto 41,66 237 584Póvoa de Varzim 82,1 63 408Santo Tirso 135,31 71 530Trofa 71,88 38 999Vila do Conde 149,31 79 533Total 758,96 969 865
  22. 22. MISSÃO Promover a inovação, o exercício de boas práticas e de exemplos a seguir quanto ao uso da energia junto de todos os agentes do mercado e dos Cidadãos em geral, contribuindo para o desenvolvimento sustentável através da utilização inteligente da energia e da sua interface com o ambiente. Matriz da atividade já desenvolvida, de destacar a Energética do Porto referente ao ano 2004 por razões de disponibilidade da informação necessária. Do estudo destacou-se que no que respeita aos transportes: • 55% da energia é despendida no transporte individual; • 38%, no transportes de mercadorias e outros; • 7%, no transportes coletivo, dos quais 6% rodoviário e 1% ferroviário
  23. 23. RESULTADOS O uso total de energia do Conselho do Porto ascende a cerca de 5.700 GWh. Atendendo ao número de habitantes desta região (cerca de 238.950), o valor anual de energia primária utilizada per capita (habitante) é de cerca de 24 MWh/ano sendo que, para Portugal e para o mesmo ano, o valor é de 26 MWh/ano.
  24. 24. GWH DE ENERGIA PRIMÁRIAOferta: Repartição da energia Primária (EP) e Final (EF) pelos diferentes vectores energéticos (Valores relativos) Gasolinas (18% EF) Gasóleo (26% EF) 13% Gás Natural (8% EF) 18% 5% Outros(17% EF) 12% 52% Eletricidade (33% EF)
  25. 25. PORTO: 1.304.300 TON CO2Oferta: Desagregação das emissões de CO2 associadas a cada vector da oferta energética Outros Gás Natural 10% Gasóleo 21% 5% 14% Gasolinas 50% Eletricidade
  26. 26. PORTO: 1.304.300 TON CO2 Procura: Desagregação das emissões de CO2 associadas a cada setor de atividade. ServiçosTransportes 36% 32% 55% Edifícios 23% Residencial 9% Indústria + Outros
  27. 27. TRANSPORTES: 1849 GWH DE ENERGIA PRIMÁRIA ( 33% DO TOTAL DO PORTO) Gás Natural 3% 39% Gasolinas 57% Gasóleo 1% Eletricidade
  28. 28. TRANSPORTES: 475.656 TON CO2 ( 36% DO TOTAL DO PORTO)Oferta: Desagregação das emissões de CO2 no setor dos transportes associados a cada setor) Gás Natural 3% 38% Gasolinas 58% Gasóleo Eletricidade 1%
  29. 29. Na perspetiva da oferta, a matriz energética do setor dos transportes é denominadapelo gasóleo (57% da energia e 58% das emissões). O peso individual dos restantesvetores (gás natural, GPL e eletricidade) não é significativo.A perspetiva da procura por modo de transporte está representada nos próximos 3gráficos. Em termos de energia primária e de emissões de CO2 associados ao setor dostransportes no Concelho do Porto. Transp. Ferróviário 25 Transp. Col. Rodoviário 117 Transp.Mercadorias 695 1012 Transp. Individual Procura desagregada do uso de energia primária por modo de transporte (valores absolutos)
  30. 30. TRANSPORTES: 1849 GWH DE ENERGIA PRIMÁRIA (33% DA EP DO PORTO)Procura: Desagregação do uso de energia por modo de transporte (valores relativos) Transporte coletivo - rodoviário 6% 38% Transporte de mercadorias e outros Transporte individual 55% Transporte coletivo - ferroviário (1%)
  31. 31. TRANSPORTES: 475.656 TON CO2 (37% DO TOTAL DO PORTO)Desagregação das emissões de CO2 associadas aos diferentes modos de transporte Transporte coletivo - rodoviário 6% 39% Transporte de mercadorias e outros Transporte individual 54% 1% Transporte coletivo - ferroviário
  32. 32. 3.2. ENERGAIA
  33. 33. Município Área Km2 PopulaçãoEspinho 21,11 31 786Oliveira de Azemeis 163,41 68 611S. João da Madeira 8,11 21 713Santa Maria da Feira 213,45 139 312Vale de Cambra 146,21 22 864Vila Nova de Gaia 168,7 302 296Total 720,99 586 582
  34. 34. O ano 2012 será o primeiro ano de atividade efetiva da Energaia no quadro de umaabrangência territorial alargada a Sul da Área Metropolitana do Porto.No âmbito do concurso para a Promoção e Desenvolvimento da Rede Territorial deAgências de Energia, em julho de 2011, foi assinado o contrato de financiamento queconsubstancia a aprovação da candidatura submetida pela Energaia, e que visava oalargamento da sua abrangência territorial aos Municípios a Sul do Douropertencentes à Área Metropolitana do Porto
  35. 35. ENERGAIAELENA FACILITY O Programa ELENA (European Local Energy Assistance), pretende facilitar a mobilização de recursos para investimentos em eficiência energética e energias renováveis ao nível local, sendo uma iniciativa da Comissão europeia e do Banco Europeu de Investimento. A Energaia irá continuar a supervisionar tecnicamente o trabalho da equipa ELENA, que o Município criou para implementar o projeto no Município.
  36. 36. Com um cofinanciamento de cerca de um milhão de euros, a iniciativa prevê que estecofinanciamento inicial venha a criar as condições necessárias para que o Municípiode Vila Nova de Gaia honre o compromisso assumido de concretizar um investimentode cerca de 75 milhões de Euros em projetos específicos para uma Utilização Racionalde Energia.O projeto ELENA tem três vetores estratégicos: • Edifícios • Iluminação pública • Transportes públicos através da promoção da eficiência nos mesmos
  37. 37. Medidas tipo que se desejam implementar no setor dos transportes: • redefinição da Rede promovendo a intermodalidade; • renovação da frota; • Plano de promoção do veículo elétrico.
  38. 38. CARACTERIZAÇÃO LOCALDISTRIBUIÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA FINAL POR SETOR, EM 2009, NA UNIÃO EUROPEIA[DADOS EUROSTAT, IN KEY FIGURES – EUROPEAN COMISSION, JUNHO 2011] 13% 2% 27% 24% 33% Doméstico Transportes Indústria Agricultura Serviços
  39. 39. DISTRIBUIÇÃO DAS EMISSÕES DE DIÓXIDO DE CARBONO POR SETOR, EM 2009, NA UNIÃO EUROPEIA[DADOS EUROSTAT, IN KEY FIGURES – EUROPEAN COMISSION, JUNHO 2011] 18% 35% 30% 7% 11% Indústria e Construção Transportes Doméstico Outros Indústrias energia
  40. 40. CONSUMO DE ENERGIA FINAL POR SETOR, EM 2010, EM PORTUGAL[DADOS DGEG, 2011] 11,4% 16,6% 5,8% 29,6% 36,7% Doméstico Transportes Indústria Outros Serviços
  41. 41. Consumo de energia por setor - Porto Consumo de energia por setor - Barcelona 3% 1% Edifícios 24% Edifícios 33% Indústria Indústria Transportes Transportes 58% 58% 17% Outros Outros 6%Consumo de energia por setor - Lisboa Consumo de energia por setor – V. N. Gaia 2% 1% Edifícios 27% Edifícios42% 46% Indústria Indústria Transportes Transportes 57% 15% Outros Outros 10%
  42. 42. CO2 emitido por setor – Porto – 1 304 300 Ton CO2 CO2 eq emitido por setor – Barcelona 1% 1% Edifícios Edifícios 26% 36% Indústria Indústria 55% Transportes Transportes 59% 14% Outros Outros 8% CO2 emitido por setor – Porto CO2 eq emitido por setor – V. N. Gaia 2% 1% Edifícios Edifícios 30% 45% Indústria Indústria 42% Transportes 53% Transportes Outros 16% Outros 11%
  43. 43. Valores anuais de diferentes parâmetros relativos aos transportes públicos queoperam em V. N. Gaia Valores anuais (V.N. Gaia) Km percorridos pela totalidade de autocarros > 21 500 000 Km/ano Consumo de Gasóleo > 9 200 000 L/ano Consumo de Gasóleo (kWh) > 92 000 000 kWh/ano Emissões (CO2) > 150 000 t/ano
  44. 44. A estratégia da componente Transportes Públicos de Vila Nova de Gaia através do ProjetoELENA assenta em duas linhas de atuação: • Redesenho da rede de transportes públicos e programação de transportes públicos sustentáveis: • Intervenções nas infraestruturas viárias e de interface; • Reestruturação dos serviços existentes; • Concessão de novos serviços; • Implementação de plataformas e equipamentos de informação para os utentes do sistema de transportes. • Introdução de tecnologias mais eficientes na frota dos transportes públicos: • Operação com veículos eficientes nos serviços a criar; • Substituição progressiva de frotas nas principais linhas existentes. (Este projeto está em aprovação na entidade competente (AMVNG).)
  45. 45. 4. ECONOMIA DE ENERGIA: 2 CASOS CONCRETOS
  46. 46. 4.1. METRO DO PORTO
  47. 47. PERCENTAGEM DE PASSAGEIROS EM CADA MODO DE TRANSORTE Modo de Transporte % de Viagens (2007) Motociclo 0,73 Automóvel 46,21 Autocarro 21,76 Comboio 1,96 Metro 12,47 Táxi 0,49 A pé 7,09 Sem Mobilidade 9,29 Fonte: Qmetrics (2007)
  48. 48. PERCENTAGEM DE PASSAGEIROS DO METRO QUE DEIXARAMDE UTILIZAR O AUTOMÓVEL E OS AUTOCARROS STCP Transferência para o Metro Proporção Automóvel 23,6% STCP 45,9% Fonte: Qmetrics (2007)
  49. 49. FATORES DE EMISSÃO RELATIVOS AO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL Combustível Fator de emissão (t CO2 / t) Gasóleo 3,14 Gasolina 95 3,18 Gasolina 98 3,18 GPL 3,01 Fonte: EEA (2007) e Instituto do Ambiente (2007)
  50. 50. NÚMERO DE PASSAGEIROS DO METRO QUE DEIXARAM DEUTILIZAR O AUTOMÓVEL E OS AUTOCARROS STCP Transferência para o Metro Número de Passageiros Automóvel 34 093 STCP 66 493 Fonte: Qmetrics (2007)
  51. 51. PROCESSO DE CÁLCULO E RESULTADOS RELATIVOS ÀS EMISSÕESTOTAIS E POR PASSAGEIRO.KM ATRIBUÍDAS AO METROMetro Unidade 2003 2004 2005 2006 2007Passageiros Milhares 5 960 9 843 18 481 38 637 48 167Passageiros.km Milhares 26 476 46 506 95 978 202 473 245 921Energia de tração Kwh 673 412 9 517 868 20 395 745 26 203 687 28 333 012Fator de emissão gCO2eq/Kwh 396 414 476 509 549Emissões CO2eq Tração ton 267 3 939 9 713 13 337 15 558Emissões Tração por Passageiro g 10,07 84,71 101,20 65,87 63,26 Fonte: Metro do Porto (2007)
  52. 52. REDUÇÃO ANUAL DE EMISSÕES PROVENIENTES DOS AUTOCARROSSTCP POR AÇÃO DO METRO Metro e STCP 2007 Unidade Valor Diferença de Emissões por passageiro.km g 35 Passageiros que trocaram STCP por Metro nº 66 493 Viagens semanais (ida e volta) nº 3,5 Distância Média Percorrida Km 8 Poupança de emissões a nível nacional tonelada 3 391 Poupança de emissões a nível local tonelada 9 720
  53. 53. DISTÂNCIA PERCORRIDA EM 2007 POR CADA CLASSE DE VEICULOE PERCENTAGEM DE VEÍCULOS DE CADA CLASSE Classe do veículo Distância percorrida por ano (Km) Proporção de veículos Gasóleo 20 585 21,9% Gasolina 95 8 930 51,5% Comercial 20 585 26,3% GPL 15 744 0,3%
  54. 54. AUTOMÓVEIS QUE CIRCULAM E QUE DEIXARAM DE CIRCULAR PORAÇÃO DO METRO Classe do veículo Veículos a circular na Veículos que deixaram de circular na viagem mais frequente viagem mais frequente por ação do Metro Gasóleo 78 125 2 442 Gasolina 95 183 338 5 730 Comercial 93 558 2 924 GPL 1 078 34
  55. 55. DISTÂNCIA TOTAL PERCORRIDA Classe do veículo Distância total percorrida (Km) Fator de emissão de CO2 (g/Km) Gasóleo 1 658 461 138 464,2 Gasolina 95 1 688 400 524 397,6 Comercial 1 986 067 505 464,2 GPL 17 510 557 95,9
  56. 56. OPINIÃO ACERCA DOS BENEFÍCIOS DO METRO SEGUNDO OSUTENTES DE CADA MODO DE TRANSPORTE Benefícios Ambientais do Metro Metro Veículo Transporte Modos não individual público motorizados Qualidade do Ar 50,8% 45,5% 41,0% 44,5% Ruído 12,0% 13,2% 8,6% 13,6% Asseio Urbano 10,4% 3,4% 5,4% 4,5% Nenhuns 6,4% 14,5% 13,5% 8,2% Outros 9,6% 10,2% 5,0% 8,2% NS/NR 10,8% 13,2% 26,6% 20,9% Fonte: Qmetrics (2007)
  57. 57. A redução de emissões ultrapassou as expetativas tanto a nível metropolitano como anível nacional. Relativamente às metas traçadas pelo PNAC (Programa Nacional paraas alterações climáticas), estava prevista uma redução de 30,4 Kton CO2 anuais em2010 e verifica-se que em 2007 já existe um decréscimo 33,6 Kton CO2eq. EsteResultado revela um impacto acima das expetativas, que permite aferir do efeitopositivo do Metro em termos ambientais, e acentua o seu contributo para ocumprimento das metas de Quioto.
  58. 58. 4.2. STCP “O GÁS NATURAL NA STCP”
  59. 59. FUNDAMENTOS DA DECISÃO• A redução das emissões poluentes• A melhoria do serviço, nomeadamente na fiabilidade e no ruído• A utilização de combustíveis alternativos e a sustentabilidade da solução• A redução dos custos operacionais
  60. 60. • 75 MAN NL 233 CNG• 50 MAN NL 310 CNG• 30 Lion’s City G • Potência - 170 kw às 2200 rpm/ 228 kw às 2200 rpm • Binário - 840 Nm às 1000 rpm/ 1250Nm 1200 ÷ 1600 rpm • Caixa de velocidades - Voith D 854.3/ Voith D 864.3 • Relação de transmissão - 6,2:1 • Capacidade dos depósitos de combustível – 1120/1330/1710 litros equivalentes de água • Consumo médio por 100 km - 73,4 m³/ 64,4 m³/ 82,4 m³
  61. 61. Autocarros Autocarros Diferencial % diesel gás naturalCusto dos autocarros + 28.430 € + 20%Consumo médio aos 100 km 55 l 68 m³Custo combustível (sem IVA) 1,17€ 0,49 € - 0,68 € - 58%Custo km 0,64 € 0,33€ - 0,31 € - 48%
  62. 62. QUADRO COMPARATIVO DE EMISSÕESPoluente Diesel Gás natural Volvo Mercedes Mercedes Volvo MAN MAN MAN <1988 <1998 <2001 2009 2009 <2003 2006CO 9,7 4,3 0,68 0,044 0,0048 0,641 0,11HC 1,32 1,17 0,33 0,033 0,0027 - 0,02NOx 12,2 8,23 6,8 0,777 1,89 0,356 1,83PT 1,4 0,63 0,114 0,016 0,0071 - 0,0022Metano 0 0 0 0 0 0,134 0,04Cumprimento norma --- EURO I EURO II EURO V EEV EURO III EEV Valores em g/kwh
  63. 63. FROTA Quantidade Idade
  64. 64. FROTA AC 100 50 0 low floor Ramp Low floor – piso rebaixado Ramp – Rampa AC – Ar condicionado
  65. 65. QUANTIDADE DE CO2 NÃO EMITIDA 1800,00 1600,00 1400,00 1200,00 1000,00 800,00 600,00 400,00 200,00 0,00 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
  66. 66. -0,1 0 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,1 Jan Abr Jul2002 Out Jan Abr Jul2003 Out Jan Abr Jul2004 Out Jan Abr Jul2005 EVOLUÇÃO DOS CUSTOS EM €/KM Out Jan Abr Jul2006 Diesel Out Jan Abr GN Jul2007 Out Jan Abr2008 Jul Differença Out Jan Abr Jul2009 Out Jan Abr Jul2010 Out Jan Abr Jul2011 Out Jan Abr Jul2012 Out
  67. 67. 5. CUSTOS, CONSUMOS E CONGESTIONAMENTOS
  68. 68. 5.1. DIREÇÃO GERAL DE ENERGIA E GEOLOGIA
  69. 69. Consumo de Combustíveis no Mercado InternoAno Móvel: Mercado Interno (103 tep) 2011 2012 % var. mês homólogo do ano anterior jan mar mai jul jan mar mai jul jan mar mai jul Total 15103 15238 15370 15357 15188 15281 15076 14887 0,6% 0,3% -1,9% -3,1% Gás Natural 4567 4708 4797 4731 4568 4437 4207 4082 0,0% -5,8% -12,3% -13,7% Prod. Petróleo 8955 8836 8773 8629 8199 8110 7929 7778 -8,4% -8,2% -9,6% -9,9% GPL 798 788 809 807 768 751 721 684 -3,8% -4,8% -10,9% -15,2% Gasolinas 1447 1427 1404 1375 1308 1292 1268 1248 -9,6% -9,5% -9,7% -9,2% Gasóleos 5474 5424 5369 5309 5083 5018 4927 4844 -7,1% -7,5% -8,2% -8,8% Fuel 795 775 762 732 663 654 634 630 -16,5% -15,6% -16,8% -14,0% Coque de Petróleo 441 422 429 406 377 395 379 372 -14,5% -6,4% -11,6% -8,4% Carvão 1581 1694 1800 1997 2421 2734 2940 3027 53,1% 61,4% 63,3% 51,6% Rodoviários 6454 6405 6338 6254 6003 5929 5815 5718 -7,0% -7,5% -8,2% -8,6% GPL Auto 28,2 28,1 27,9 28 29,2 29,6 30 30,5 3,8% 5,3% 7,4% 8,8% Gasolinas 1447 1427 1404 1375 1308 1292 1268 1248 -9,6% -9,5% -9,7% -9,2% Gasóleos 4979 4950 4906 4851 4666 4607 4517 4439 -6,3% -6,9% -7,9% -8,5%
  70. 70. Evolução do Preço Médio (Impostos incluídos) em Portugal Continental (€) 1,900 1,800 1,700 1,600 1,500 1,400 1,300 1,200 1,100 1,000 0,900 0,800 0,700 0,600 0,500 dez jan mar mai jul set nov dez jan mar mai jul 2010 2011 2012 Gasolina IO95 (€/litro) 1,436 1,492 1,545 1,590 1,556 1,566 1,527 1,521 1,588 1,677 1,654 1,610 Gasolina IO98 (€/litro) 1,499 1,555 1,609 1,658 1,625 1,638 1,603 1,596 1,656 1,757 1,729 1,694 Gasóleo Rod. (€/litro) 1,222 1,301 1,398 1,373 1,358 1,365 1,410 1,397 1,443 1,474 1,446 1,405 GPL Auto (€/litro) 0,711 0,762 0,786 0,786 0,769 0,755 0,746 0,744 0,751 0,788 0,811 0,773 Gasóleo C.M. (€/litro) 0,849 0,897 0,992 0,974 0,971 0,982 1,025 1,016 1,051 1,100 1,077 1,031 Gasóleo Aq. (€/litro) 0,912 0,951 1,041 1,070 1,066 1,070 1,102 1,108 1,247 1,325 1,305 1,254 Fuelóleo <1%S (€/litro) 0,635 0,650 0,741 0,742 0,772 0,771 0,791 0,806 0,847 0,903 0,859 0,789
  71. 71. Cotações do brent e Preços Médios Nacionais sem Taxas
  72. 72. 5.2. TOMTOM
  73. 73. Morning EveningRank City Country Congestion Highways No-Highways peak peak1 Istanbul Turkey 57% 84% 125% 61% 54%5 Rome Italy 34% 81% 61% 27% 37%33 Nantes France 21% 53% 53% 16% 27%34 Lisbon Portugal 21% 51% 49% 11% 21%35 Birmingham United Kingdom 20% 41% 42% 15% 30%42 Barcelona Spain 19% 48% 38% 15% 21%43 Porto Portugal 17% 31% 37% 8% 23%51 Madrid Spain 14% 41% 30% 9% 20%
  74. 74. FONTES E AGRADECIMENTOS
  75. 75. Eng. Rocha Teixeira

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