Repositórios institucionais: o desafio da formação 
de recursos humanos 
Cícera Henrique da Silva 
Maria Cristina Soares G...
3/20 
CONTEXTO DO PAÍS 
Constituição de repositórios institucionais para a preservação de 
memória das instituições 
Acess...
4/20 
CONTEXTO DO PAÍS 
Escassez de recursos humanos capacitados no país para 
trabalharem na construção e no gerenciament...
4/20 
CONTEXTO DO PAÍS 
(um desafio e uma oportunidade) 
Reformulação de curso de especialização lato sensu existente 
des...
5/20 
CONTEXTO INSTITUCIONAL FIOCRUZ 
Curso de Especialização em Informação Científica e 
Tecnológica em Saúde – ICTS 
C...
6/20 
CONTEXTO INSTITUCIONAL FIOCRUZ 
Cerca de 200 profissionais formados nas várias 
vertentes relacionadas à informação...
7/20 
CONTEXTO INSTITUCIONAL FIOCRUZ 
5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
14/20 
METODOLOGIA 
Estimulo à crítica e desnaturalização do objetivo com que 
chegam ao curso: Eu quero um repositório! 
...
8/20 
ESTRUTURAÇÃO DO CURSO 
Políticas; 
Acesso e Organização da Informação em C & T; 
Comunicação na ciência e para a ...
9/20 
ESTRUTURAÇÃO DO CURSO 
Eixo Políticas, discute-se o conjunto de macro e micro 
políticas 
Nível Macro: 
C & T, Infor...
10/20 
ESTRUTURAÇÃO DO CURSO 
Eixo Acesso e Organização, 
discute-se (e vivencia-se, na prática de laboratório) 
padrões ...
11/20 
ESTRUTURAÇÃO DO CURSO 
Eixo Comunicação discute 
comunicação na ciência, das origens aos desafios 
colocados pelas...
12/20 
ESTRUTURAÇÃO DO CURSO 
Eixo Usos e Avaliação 
estimular os alunos a refletir se e como o RI vai ou deve 
produzir ...
13/20 
PRINCIPAIS RESULTADOS 
Perfil da demanda do novo modelo do curso 
INSTITUIÇÕES que já possuem um RI (e procuram 
p...
PERFIL DOS CANDIDATOS – Origem geográfica 
09/09/2014 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA DE ACESSO ABERTO 
8/20
PERFIL DOS CANDIDATOS 
Formação acadêmica dos alunos do ICTS 
16/20 
5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO...
17/20 
PERFIL DOS CANDIDATOS – origem institucional 
5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
18/20 
O PROJETO 
As temáticas mais comuns são: 
organização de fontes para RI, 
usabilidade, 
autoarquivamento, 
gest...
19/20 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
As temáticas dos projetos são variadas e 
possibilitam momentos de discussão dos projetos em...
20/20 
OBRIGADA AO EVENTO E AOS AUTORES 
5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA DE ACESSO ABERTO 
6-8/10/2014
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Repositórios institucionais: o desafio da formação de recursos humanos

376 visualizações

Publicada em

Repositórios institucionais: o desafio da formação de recursos humanos - Cícera Silva, Maria Cristina Guimarães, Maria da Conceição Carvalho, Rosane Lins, Rosinalva Souza

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
376
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
8
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Repositórios institucionais: o desafio da formação de recursos humanos

  1. 1. Repositórios institucionais: o desafio da formação de recursos humanos Cícera Henrique da Silva Maria Cristina Soares Guimarães Maria da Conceição Rodrigues de Carvalho Rosane Abdala Lins Rosinalva Alves de Souza
  2. 2. 3/20 CONTEXTO DO PAÍS Constituição de repositórios institucionais para a preservação de memória das instituições Acesso livre à informação científica e tecnológica produzida no âmbito das instituições públicas Agenda de prioridades de profissionais de informação, gestores e até de pesquisadores, às vezes sem clareza e reflexão do objetivo que se almeja alcançar 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  3. 3. 4/20 CONTEXTO DO PAÍS Escassez de recursos humanos capacitados no país para trabalharem na construção e no gerenciamento de repositórios; Formação na área: cursos de atualização, extensão ou disciplinas de mestrado e doutorado; 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  4. 4. 4/20 CONTEXTO DO PAÍS (um desafio e uma oportunidade) Reformulação de curso de especialização lato sensu existente desde 2004 na instituição 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  5. 5. 5/20 CONTEXTO INSTITUCIONAL FIOCRUZ Curso de Especialização em Informação Científica e Tecnológica em Saúde – ICTS Carga horária de 360 horas Princípio epistemológico norteador de Morin (2003) : “ensino educativo”, que não se restringe à transmissão do saber, mas uma cultura que favoreça a prática do pensar guiada por uma perspectiva que ultrapasse os limites disciplinares. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  6. 6. 6/20 CONTEXTO INSTITUCIONAL FIOCRUZ Cerca de 200 profissionais formados nas várias vertentes relacionadas à informação científica e tecnológica em saúde. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  7. 7. 7/20 CONTEXTO INSTITUCIONAL FIOCRUZ 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  8. 8. 14/20 METODOLOGIA Estimulo à crítica e desnaturalização do objetivo com que chegam ao curso: Eu quero um repositório! A linha do pensamento do corpo docente é: RI é a resposta, mas qual é mesmo a pergunta que cada instituição ou aluno tenciona responder? 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  9. 9. 8/20 ESTRUTURAÇÃO DO CURSO Políticas; Acesso e Organização da Informação em C & T; Comunicação na ciência e para a ciência, e Usos, aplicações e avaliação da informação em C & T. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  10. 10. 9/20 ESTRUTURAÇÃO DO CURSO Eixo Políticas, discute-se o conjunto de macro e micro políticas Nível Macro: C & T, Informação, Propriedade Intelectual, locais e globais Nível Micro: Políticas institucionais de livre acesso são moldadas e/ou moldam o desenvolvimento de RI. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  11. 11. 10/20 ESTRUTURAÇÃO DO CURSO Eixo Acesso e Organização, discute-se (e vivencia-se, na prática de laboratório) padrões e linguagens, infraestrutura, tecnologias modelos de gestão. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA DE ACESSO ABERTO 6-8/10/2014
  12. 12. 11/20 ESTRUTURAÇÃO DO CURSO Eixo Comunicação discute comunicação na ciência, das origens aos desafios colocados pelas tecnologias de informação e comunicação, e a comunicação para ciência (incluindo o advocacy), o que se entende ser o coração do movimento do acesso livre. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA DE ACESSO ABERTO 6-8/10/2014
  13. 13. 12/20 ESTRUTURAÇÃO DO CURSO Eixo Usos e Avaliação estimular os alunos a refletir se e como o RI vai ou deve produzir modificações no fluxo da informação científica, e a importância de desenvolver metodologias e indicadores de gestão e acompanhamento, como forma de orientar aprimoramentos e ajustes necessários. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA DE ACESSO ABERTO 6-8/10/2014
  14. 14. 13/20 PRINCIPAIS RESULTADOS Perfil da demanda do novo modelo do curso INSTITUIÇÕES que já possuem um RI (e procuram por estratégias que contribuíssem para seu fortalecimento) INSTITUIÇÕES que têm o compromisso político de implantá-los, e buscam por modelos que orientem para tal. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  15. 15. PERFIL DOS CANDIDATOS – Origem geográfica 09/09/2014 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA DE ACESSO ABERTO 8/20
  16. 16. PERFIL DOS CANDIDATOS Formação acadêmica dos alunos do ICTS 16/20 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  17. 17. 17/20 PERFIL DOS CANDIDATOS – origem institucional 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  18. 18. 18/20 O PROJETO As temáticas mais comuns são: organização de fontes para RI, usabilidade, autoarquivamento, gestão de RIs, interoperabilidade, preservação digital, advocacy. 6-8/10/2014
  19. 19. 19/20 CONSIDERAÇÕES FINAIS As temáticas dos projetos são variadas e possibilitam momentos de discussão dos projetos em conjunto com a turma que são muito valiosos, cada um expõe o seu estudo e a realidade de sua instituição. contribuem para que as aulas sejam colaborativas, onde um aluno aprende e contribui com o projeto do outro, Propiciam que apliquem o conhecimento apreendido na sua realidade institucional. 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA 6-8/10/2014 DE ACESSO ABERTO
  20. 20. 20/20 OBRIGADA AO EVENTO E AOS AUTORES 5ª. CONFERÊNCIA LUSO-BRASILEIRA DE ACESSO ABERTO 6-8/10/2014

×