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Repositório biográfico: singularidades de um modelo promissor - CONFOA 2017

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Repositório biográfico: singularidades de um modelo promissor
Alex Medeiros Kornalewski, Leandro da Conceição Borges, Bruna Beltrão Belinato

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Repositório biográfico: singularidades de um modelo promissor - CONFOA 2017

  1. 1. Repositório biográfico: singularidades de um modelo promissor Alex Medeiros Kornalewski Leandro da Conceição Borges Bruna Beltrão Belinato Rio de Janeiro 2017
  2. 2. Introdução • Processo de comunicação científica: é estruturado com o tempo e o periódico científico passa a ser o principal elemento de comunicação na ciência. A tecnologia oferece um alcance mundial de acesso. • Movimento de Acesso Aberto: a primeira grande expressão significativa foi com o Arxiv (1991), assim como as Reuniões de Budapeste (2002), Bedestha (2003) e Berlim (2003). É na Reunião de Budapeste que as vias verde (autoarquivamento) e a dourada (periódicos nascidos com a filosofia aberta) foram definidas. • Repositório institucional e temático: é o principal elemento da via verde, sendo o institucional voltado para a preservação da memória de uma instituição (MARCONDES; SAYÃO, 2009) e o temático busca manter em um mesmo espaço produções de uma área do conhecimento (MONTEIRO; BRÄSCHER, 2007; GUIMARÃES, SILVA, NORONHA, 2012). • Como definir um local para reunir a produção de um pesquisador cuja relevância científica faz jus ao Acesso Aberto?
  3. 3. Semelhanças • As bibliotecas, arquivos e museus são instituições cujo propósito, em sua maioria, é servir à sociedade; • Biblioteca, arquivo e museu são órgãos colecionadores; • As “três marias”, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia são interligados pelos conceitos de instituição, memória, documento e informação (TANUS; ARAÚJO, 2012). Repositório biográfico
  4. 4. Diferenças • Arquivo é um órgão receptor; • O arquivo recolhe de forma natural a documentação das administrações públicas e privadas, assim como familiar ou pessoal; • A Arquivologia analisa os documentos pelo conjunto enquanto que a Biblioteconomia analisa individualmente cada elemento do documento (PAES, 2006); • As práticas profissionais e o processamento técnico avançado, indexação, representação descritiva, classificação e afins, conferem à Biblioteconomia o poder-saber necessário à gestão de um repositório biográfico.
  5. 5. Repositório biográfico • Repositório bio (vida) gráfico(escrita) Singularidade ou experiência Tipologias de escrita: impressos, audiovisuais, maquetes etc. As experiências se constituem e são legitimadas por intermédio de suas narrativas, trazendo-nos uma riqueza que advém dos vestígios (BENJAMIN, 2012). “cada memória individual é um ponto de vista sobre a memória coletiva” (HALBWACHS, 2003, p. 69).
  6. 6. Questões tecnológicas • Organização da informação em um repositório: comunidades, subcomunidades, coleções e itens (documentos); • Protocolo de interoperabilidade: Z39.50; • Softwares universais de leitura; • Povoamento do repositório biográfico atrelado ao conceito de hipertexto. A informação armazenada apresenta uma estruturação associativa, tal como a estrutura da memória o é (LE CODIAC, 2004).
  7. 7. Considerações • Dificuldades na literatura por ser uma temática ainda em discussão; • Vantagem perante o repositório temático: povoamento de documentos oriundos de vários formatos e distintos campos do conhecimento; • Vantagem perante o repositório institucional: política de povoamento que abriga, dentro do possível, a produção anterior ou posterior ao tempo de permanência do sujeito biografado na instituição que abriga o repositório citado.
  8. 8. Referências MARCONDES CH, SAYÃO LF. Introdução: repositórios institucionais e livre acesso. In: SAYÃO LF, TOUTAIN LB, ROSA FG, MARCONDES CH (Org.). Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas, memória, livre acesso e preservação. Bahia: EDUFBA; 2209. MONTEIRO F, BRÄSCHER M. Organização da informação em repositórios temáticos: o uso da modelagem conceitual. In: Anais do 8. Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação; 2007 out. 28-31; Salvador, Bahia. Salvador: ENANCIB; 2007. [citado em 18 set. 2017]; p. 1-12. Disponível em: http://www.enancib.ppgci.ufba.br/artigos/GT2--261.pdf. GUIMARÃES MCS, SILVA CH, NORONHA IH. Los repositórios temáticos en la estratégia de la iniciativa Open Access. Nutr. Hosp [Internet]. 2012 [citado em 18 set. 2017]; 27 (supl. 2): 34-40. Disponível em: http://scielo.isciii.es/pdf/nh/v27s2/05articulo05.pdf. TANUS GFSC, ARAÚJO CAA. Proximidades conceituais entre Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Ciência da Informação. Biblionline. 2012 [citado em 18 set. 2017]; 8(2): 27-36. Disponível em: http://periodicos.ufpb.br/index.php/biblio/article/viewFile/14291/8635. BENJAMIN W. Experiência e pobreza. In: ______. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre Literatura e História da Cultura. São Paulo: Brasiliense; 2012. v. 1. HALBWACHS M. A memória coletiva. 2 ed. São Paulo: Centauro; 2006. COADIC Y-F. A ciência da informação. 2 ed. Brasília, DF: Briquet de Lemos; 2004.

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