Boas práticas para a construção
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produção científica
Bianca Amaro
Luísa Café
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PARA COMEÇAR UM
REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL

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É importante...
• Entender e disseminar internamente a importância
de um repositório institucional
• Obter apoio político ...
Natureza e conceito
• Para realizar este trabalho com segurança e
conteúdo é necessário ter claro que
Repositório Instituc...
FUNÇÕES DO REPOSITÓRIO
INSTITUCIONAL

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Funções do RI
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Eliminando males
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Biblioteca Digital

Repositórios

Veículo de publicação
/ periódicos
Proteção do
conhecimen...
POLÍTICAS

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Políticas
• Política institucional de informação – ampla,
trata de como toda a informação deve ser
tratada dentro da insti...
Política de funcionamento
do repositório
• Elaborada na fase final de planejamento –
reflete as decisões tomadas ao longo ...
Elementos da Política do
RI
• Deve abordar:
– Objetivos do RI
– Determinar a equipe de implantação e
manutenção do RI
– Os...
OS RIs E O DIREITO AUTORAL

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RIs e o Direito Autoral
Qual é a relação do Direito Autoral com o RI ?
O depósito/armazenamento e a
disponibilização do ac...
RIs e o Direito Autoral
• O quê fazer, na prática?
– Autodepósito – o autor/professor/pesquisador,
caso tenha cedido os se...
RIs e o Direito Autoral
• Motivo de desânimo? Não!
90% dos periódicos científicos permitem
alguma modalidade de arquivame...
RIs e o Direito Autoral
• É importante destacar que os principais
softwares para a criação de repositórios já
possuem lice...
ARQUITETURA DE
INFORMAÇÃO

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Arquitetura da Informação
• É recomendável que a arquitetura da informação seja
o passo inicial do planejamento de um repo...
Arquitetura da Informação
• Geralmente os repositórios são organizados
através da estrutura hierárquica:
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Arquitetura da Informação
• Organização de acordo com o Organograma
da Instituição
http://repositorio.unb.br/

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Arquitetura da Informação
• Organização por tipos de documentos
http://www.sbicafe.ufv.br/

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Arquitetura da Informação
• Organização por assunto
http://repositorio.museu-goeldi.br/jspui/

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Arquitetura da Informação
• Algumas dicas para a organização do conteúdo
de seu repositório:
– Utilize a nomenclatura mais...
GRUPOS DE USUÁRIOS

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Grupos de usuários
• Repositórios Institucionais são utilizados de
forma diferenciada por diversos tipos de
usuários.
• A ...
Grupos de usuários
Tipo de Usuário

O que pode fazer

Permissões no DSpace

Leitor

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repositório, com...
PERMISSÕES E
POLÍTICAS

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Permissões e Políticas
• Através das permissões pode-se gerenciar os
grupos de usuários.
• As permissões podem ser dadas a...
Permissões e Políticas
Permissões aos usuários no DSpace:
• READ – permissão de visualização/leitura dos
registros
• WRITE...
METADADOS

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Metadados
• Utilizados para a descrição do conteúdo do
documento que será depositado.
• Tem por objetivo identificar um do...
METS (Metadata Econding and
Transmission Standard)
• Desenvolvido
pela
Library of Congress.
• Esquema
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MODS (Metadata Object Description
Schema)
• Deriva do esquema de metadados MARC 21.
• Permite a descrição de recursos orig...
EAD (Encoded Archival Description)
• Esquema de
metadados em
linguagem XML.
• Desenvolvido para
descrição arquivística
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LOM (Learning Object Metadata)

• Esquema de metadados para objetos de
aprendizagem e recursos similares.

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Dublin Core

• Desenvolvido inicialmente para ser utilizado
pelo próprio autor para descrever o conteúdo.
• Tem por finali...
Dublin Core
Simple Dublin Core

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Metadados x tipos de documento

• Os tipos de documentos podem ser
determinantes para a seleção dos metadados
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Repositório Institucional do Museu Paraense
Emílio Goeldi
http://repositorio.museu-goeldi.br/jspui/

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LUME – Repositório Digital da UFRGS
http://www.lume.ufrgs.br/

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LEITE, F. et al. Boas práticas para a construção de repositórios
institucionais da produção científica. Brasília: Ibict, 2...
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Metadados obrigatórios para o novo
padrão da BDTD
Metadado
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Pré-preenchimento de campos

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Pré-preenchimento de campos
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Normalização de valores

• As Diretrizes DRIVER e o OpenAIRE
apresentam orientações para a normalização
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Configuração no formulário

dspace > config > input-forms.xml
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Tipo de documento

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Vocabulários controlados
• AgriOcean Dspace <http://agris.fao.org/>
AGROVOC (plug-in) - oceanography, marine science, food...
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Visibilidade
• Definição da URL
É importante que cada instituição escolha um
domínio institucional único para que seja uti...
Visibilidade
• Definição da URL
 É aconselhável que o repositório possua domínio ou
subdomínio próprio.
 Esta é uma cond...
Visibilidade
• Definição da URL
 Evite alterar a url.
 Evite também urls espelho, mesmo que haja
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Visibilidade
• Definição da URL
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repositório é importante que a instituição
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Visibilidade
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Para aumentar a visibilidade do documento para
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 No...
Visibilidade
• Exemplo de boas práticas
http://www.repositorio.ufma.br:8080/jspui/

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Visibilidade
• Nomeação de arquivos
 Para aumentar a visibilidade do documento
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Visibilidade
• Exemplo de boas práticas

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DIRETÓRIOS
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Repositories)
• Desenvolvido pelo grupo Eprints.org
• 3511 sistemas registrados
– 136 no Bra...
OpenDOAR (Directory of Open
Access Repositories)
• Desenvolvido pelo grupo Sherpa
• 2461 sistemas registrados
– 75 no Bras...
RANKING DE REPOSITÓRIOS

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Ranking Web de Repositorios
Webometrics
• Lista de repositórios que armazenam
principalmente trabalhos científicos.
• São ...
Ranking Web de Repositorios
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• Para ser avaliado o repositórios deve comprir
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Ranking Web de Repositorios
Webometrics
Categoria

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Ranking Web de Repositorios
Webometrics
• Questionamentos sobre o cálculo da posição
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Ranking Web de Repositorios
Webometrics

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Ranking Web de Repositorios
Webometrics

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Ranking Web de Repositorios
Webometrics

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SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO
PARA A COMUNIDADE
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comunidade acadêmica
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• Exemplo de boas práticas
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comunidade acadêmica
 Disseminação seletiva da informação
– Uso de RSS: ferramenta utilizad...
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• Exemplo de boas práticas
http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/

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• Exemplo de boas práticas

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 Disseminação seletiva da informação
– A diferença entre a assinatura ...
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 Exemplo de boas práticas

http://repositorio.cbc.ufms.br:8080/jspui/
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comunidade acadêmica
 Estatísticas
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 Exemplo de boas práticas

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Serviços de informação para a
comunidade acadêmica
 Estatísticas
– Existem projetos internacionais voltados à análise
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Serviços de informação para a
comunidade acadêmica
Preservação
– Os documentos depositados nos RI serão
preservados perma...
Serviços de informação para a
comunidade acadêmica
Preservação
– Aconselhável o uso de identificadores persistentes
por m...
Serviços de informação para a
comunidade acadêmica
Preservação
– Iniciativas e projetos sobre preservação digital:
•
•
•
...
ESTRATÉGIAS DE
MARKETING

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Estratégias de Marketing
• Para garantir a visibilidade e participação da
comunidade no RI, as estratégias de
Marketing sã...
Estratégias de Marketing
• LA Referencia:
– Estratégias de Perfil: criar marca e logo
– Estratégias de Atração: incentivar...
Estratégias de Marketing
Barton e Waters (2004)
- De cima para baixo
- De baixo para cima

94
Estratégias de Marketing
• A experiência da Universidade de Nebraska
(EUA)
• Contrataram um editor como coordenador do
Rep...
Estratégias de Marketing

Fonte: GIESECKE, 2011, p. 538

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REDES SOCIAIS

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Redes Sociais
• Ferramentas que podem ser usadas para divulgar o
repositório e seu conteúdo.
 Facebook
 Twitter
 Pinter...
Redes Sociais
http://arca.igc.gulbenkian.pt/

99
Redes Sociais
• Podem ser utilizadas para divulgar o Repositório e seu
conteúdo
Exemplo: página no facebook “Agro Sustentá...
Redes Sociais

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Referências
• BARTON, M. R.; WATERS, M. M. Creating an institutional repository.
[Cambridge]: MIT, 2004. 134 p. LEADIRS wo...
Repositórios e Diretórios
consultados
• IBICT. Diretório de Políticas de Acesso Aberto das Revistas Científicas
Brasileira...
Repositórios e Diretórios
consultados
• AGRIOCEAN Dspace. Disponível em: <http://agris.fao.org>. Acesso em:
2013.
• WEBOME...
Repositórios e Diretórios
consultados
• UFRN. Repositório Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do
Norte. Di...
Repositórios e Diretórios
consultados
• IGC.
Fundação
Calouste
Gulbenkian.
Disponível
em:
http://arca.igc.gulbenkian.pt/. ...
OBRIGADA!
Bianca Amaro <bianca@ibict.br>
Luísa Café <luisacafe@ibict.br>
Maria Fernanda Melis <mariamelis@ibict.br>
Michel...
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Oficina 5 - Boas práticas para a construção de repositórios institucionais da produção científica - Ministrantes: Bianca Amaro, Luísa Café, Maria Fernanda Melis, Michelli Costa e Tainá Batista – equipe do Laboratório de Metodologias de Tratamento e Disseminação da Informação – Ibict

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Oficina 5 confoa 2013 - Boas práticas para a construção de repositórios institucionais da produção cientifica

  1. 1. Boas práticas para a construção de repositórios institucionais da produção científica Bianca Amaro Luísa Café Maria Fernanda Melis Michelli Costa Coordenação do Laboratório de Metodologias de Tratamento e Disseminação da Informação – Ibict 2013
  2. 2. PARA COMEÇAR UM REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL 2
  3. 3. É importante... • Entender e disseminar internamente a importância de um repositório institucional • Obter apoio político (reitoria/diretoria, pró-reitorias de pesquisa, chefias de faculdades e departamentos) • Criar uma equipe de trabalho formada por profissionais da informação e de informática 3
  4. 4. Natureza e conceito • Para realizar este trabalho com segurança e conteúdo é necessário ter claro que Repositório Institucional é um sistema de informação em ambiente digital e interoperável, acessível por meio da Internet, que tem por objetivo gerenciar a produção científica e/ou acadêmica de uma instituição 4
  5. 5. FUNÇÕES DO REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL 5
  6. 6. Funções do RI • • • • • Reunir Organizar Dar acesso Promover a visibilidade Preservar Produção científica institucional 6
  7. 7. ELIMINANDO MALES ENTENDIDOS 7
  8. 8. Eliminando males entendidos Biblioteca Digital Repositórios Veículo de publicação / periódicos Proteção do conhecimento / plágio 8
  9. 9. POLÍTICAS 9
  10. 10. Políticas • Política institucional de informação – ampla, trata de como toda a informação deve ser tratada dentro da instituição (deve tratar do repositório) • Política de funcionamento do repositório – deve estar em concordância com a política institucional e, em especial, com a da biblioteca 10
  11. 11. Política de funcionamento do repositório • Elaborada na fase final de planejamento – reflete as decisões tomadas ao longo do planejamento do RI • Importante para estabelecer responsabilidades, direitos e deveres e para garantir o povoamento do RI (facilita o trabalho da equipe do repositório) 11
  12. 12. Elementos da Política do RI • Deve abordar: – Objetivos do RI – Determinar a equipe de implantação e manutenção do RI – Os tipos de materiais a serem depositados – Quem pode/deve depositar (autodepósito – depósito mediado) – As responsabilidades no fluxo de trabalho – Outras consideradas necessárias para contribuir/garantir o funcionamento do RI 12
  13. 13. OS RIs E O DIREITO AUTORAL 13
  14. 14. RIs e o Direito Autoral Qual é a relação do Direito Autoral com o RI ? O depósito/armazenamento e a disponibilização do acesso ao documento requerem a obtenção de uma licença junto aos titulares do Direito Autoral 14
  15. 15. RIs e o Direito Autoral • O quê fazer, na prática? – Autodepósito – o autor/professor/pesquisador, caso tenha cedido os seus direitos de autor, deverá solicitar uma licença, por escrito, às devidas editoras ou caso não os tenha cedido firmar uma licença – Depósito mediado – Os profissionais da informação/bibliotecários deverão consultar os autores – editoras e solicitar ula licença por escrito 15
  16. 16. RIs e o Direito Autoral • Motivo de desânimo? Não! 90% dos periódicos científicos permitem alguma modalidade de arquivamento • Como saber quais periódicos permitem? Consultar diretórios nacionais e internacionais especializados sobre o tema LEITE, Fernando César Lima. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira. Brasília: Ibict, 2009. 16
  17. 17. RIs e o Direito Autoral • É importante destacar que os principais softwares para a criação de repositórios já possuem licenças, no fluxo do depósito, que podem ser editadas (Dspace e Eprints) • Caso a dúvida persista, consulte a área jurídica de sua instituição 18
  18. 18. ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO 19
  19. 19. Arquitetura da Informação • É recomendável que a arquitetura da informação seja o passo inicial do planejamento de um repositório. • Nesta fase será feito o planejamento da organização do conteúdo do repositório. • Serão definidas as estruturas das comunidades e das coleções. • As comunidades e as coleções podem ser arranjadas / agrupadas / organizadas de acordo com a estrutura da instituição (organograma), por tipos de documentos ou por áreas temáticas. 20
  20. 20. Arquitetura da Informação • Geralmente os repositórios são organizados através da estrutura hierárquica: Comunidades> Subcomunidades (quando for o caso)> Coleções (local em que os itens serão de fato depositados). 21
  21. 21. Arquitetura da Informação • Organização de acordo com o Organograma da Instituição http://repositorio.unb.br/ 22
  22. 22. Arquitetura da Informação • Organização por tipos de documentos http://www.sbicafe.ufv.br/ 23
  23. 23. Arquitetura da Informação • Organização por assunto http://repositorio.museu-goeldi.br/jspui/ 24
  24. 24. Arquitetura da Informação • Algumas dicas para a organização do conteúdo de seu repositório: – Utilize a nomenclatura mais clara possível – Evite repetir nomes. Se for necessário, utilize códigos antes dos nomes. Ex: 25
  25. 25. GRUPOS DE USUÁRIOS 26
  26. 26. Grupos de usuários • Repositórios Institucionais são utilizados de forma diferenciada por diversos tipos de usuários. • A organização de grupos de usuários deve estar de acordo com a política de funcionamento do repositório. • No DSpace, é possível gerenciar grupos de usuários, e oferecer diferentes permissões a estes usuários. 27
  27. 27. Grupos de usuários Tipo de Usuário O que pode fazer Permissões no DSpace Leitor Acessar o conteúdo do repositório, com login ou não READ Submetedor Depositar documentos ADD Modificar, excluir e aceitar conteúdos WRITE, REMOVE Configurar o sistema e dar permissões aos usuários ADMIN Revisor Administrador Fonte: Elaboração das autoras 28
  28. 28. PERMISSÕES E POLÍTICAS 29
  29. 29. Permissões e Políticas • Através das permissões pode-se gerenciar os grupos de usuários. • As permissões podem ser dadas a usuários específicos e a grupos de usuários. • As permissões podem ser específicas de Comunidades ou Itens. Podem também abranger todo o repositório. 30
  30. 30. Permissões e Políticas Permissões aos usuários no DSpace: • READ – permissão de visualização/leitura dos registros • WRITE – permissão de edição dos itens • ADD – permissão para adicionar/depositar itens • REMOVE – permissão para remover/excluir itens • ADMIN – permissão de administrador da comunidade 31
  31. 31. METADADOS 32
  32. 32. Metadados • Utilizados para a descrição do conteúdo do documento que será depositado. • Tem por objetivo identificar um documento, a fim de facilitar sua recuperação. • O esquema de metadados mais utilizados nos RIs é o Dublin Core. 33
  33. 33. METS (Metadata Econding and Transmission Standard) • Desenvolvido pela Library of Congress. • Esquema para descrever documentos em bases de dados que utilizam a linguagem XML. • Associa metadados administrativos e descritivos. http://www.loc.gov/standards/mets 34
  34. 34. MODS (Metadata Object Description Schema) • Deriva do esquema de metadados MARC 21. • Permite a descrição de recursos originais ou a seleção de registros existentes em MARC 21. • Não é tão complexo quanto o MARC 21 nem tão simples quanto o Dublin Core¹. ¹ http://www.loc.gov/standards/mods/ 35
  35. 35. EAD (Encoded Archival Description) • Esquema de metadados em linguagem XML. • Desenvolvido para descrição arquivística de objetos digitais. • Permite o detalhamento de informações sobre coleções e aspectos da arquivística. 36
  36. 36. LOM (Learning Object Metadata) • Esquema de metadados para objetos de aprendizagem e recursos similares. 37
  37. 37. Dublin Core • Desenvolvido inicialmente para ser utilizado pelo próprio autor para descrever o conteúdo. • Tem por finalidade a recuperação da informação na Internet. • Foi desenhado para ajudar os motores de busca a recuperar páginas web. • 15 elementos + qualificadores http://dublincore.org/ 38
  38. 38. Dublin Core Simple Dublin Core 39
  39. 39. Metadados x tipos de documento • Os tipos de documentos podem ser determinantes para a seleção dos metadados para a descrição do conteúdo. • No DSpace a seleção dos metadados em relação aos tipos de documentos muitas vezes se expressa na estrutura de coleções. 40
  40. 40. Repositório Institucional do Museu Paraense Emílio Goeldi http://repositorio.museu-goeldi.br/jspui/ 41
  41. 41. LUME – Repositório Digital da UFRGS http://www.lume.ufrgs.br/ 42
  42. 42. LEITE, F. et al. Boas práticas para a construção de repositórios institucionais da produção científica. Brasília: Ibict, 2012. 43
  43. 43. 44
  44. 44. 45
  45. 45. 46
  46. 46. Metadados obrigatórios para o novo padrão da BDTD Metadado dc.contributor.author dc.contributor.advisor dc.date.accessioned dc.date.issued dc.description.abstract dc.description.abstract dc.description.sponsorship dc.publisher dc.publisher.country dc.publisher.department dc.publisher.program dc.publisher.initials dc.type dc.title dc.language dc.subject dc.subject.cnpq Uso para o metadado Sobrenome, Nome Sobrenome, Nome Preenchimento automático do sistema Recomenda-se formato ISO Indicar a língua de acordo com a ISO 639-3 (exemplo, pt_BR) Indicar a língua de acordo com a ISO 639-3 Agência de fomento Nome da universidade por extenso País de publicação Nome da faculdade, instituto ou departamento por extenso Nome do programa de pós-graduação por extenso Sigla da universidade Recomenda-se campo fechado, com as opções tese ou dissertação O título e subtítulo da tese ou dissertação em língua do documento ISO 639-3 Assunto Área do conhecimento 47
  47. 47. Pré-preenchimento de campos 48
  48. 48. Pré-preenchimento de campos [...] 49
  49. 49. Normalização de valores • As Diretrizes DRIVER e o OpenAIRE apresentam orientações para a normalização de alguns campos de descrição, tais como: – dc.type – dc.rights • Os valores propostos pelos documentos não precisam ser necessariamente as respostas visíveis no sistema. 50
  50. 50. Configuração no formulário dspace > config > input-forms.xml displayed-value x stored-value Tipo de documento 51
  51. 51. 52
  52. 52. 53
  53. 53. Vocabulários controlados • AgriOcean Dspace <http://agris.fao.org/> AGROVOC (plug-in) - oceanography, marine science, food, agriculture, development, fisheries, forestry, natural resources and related sciences. Fonte: Leinders, D; Goovaerts, M. Integrating controlled vocabularies in information management systems: the new ontology plug-in. AIMS Webinar FAO, 4 July 2013. Hasselt University. 54
  54. 54. 55
  55. 55. VISIBILIDADE 56
  56. 56. Visibilidade • Definição da URL É importante que cada instituição escolha um domínio institucional único para que seja utilizado pelos outros sistemas da instituição. 57
  57. 57. Visibilidade • Definição da URL  É aconselhável que o repositório possua domínio ou subdomínio próprio.  Esta é uma condição adotada pelo webometrics (http://repositories.webometrics.info/). www.repositorio.país SIM www.repositorio.instituição.país www.instituição.país/repositório NÃO 58
  58. 58. Visibilidade • Definição da URL  Evite alterar a url.  Evite também urls espelho, mesmo que haja redirecionamento. www.repositorio.instituição.país www.repositório-instituição.país Espelhos 59
  59. 59. Visibilidade • Definição da URL  Para facilidade de acesso e visibilidade do repositório é importante que a instituição tenha o link do RI em sua página inicial. 60
  60. 60. Visibilidade • Nomeação de arquivos Para aumentar a visibilidade do documento para os motores de busca aconselha-se:  Nomear o arquivo com o título do documento. 61
  61. 61. Visibilidade • Exemplo de boas práticas http://www.repositorio.ufma.br:8080/jspui/ 62
  62. 62. Visibilidade • Nomeação de arquivos  Para aumentar a visibilidade do documento para os motores de busca deve-se salvar o documento em formatos ricos, como o pdf.  Não utilize códigos e abreviaturas ao nomear o documento. 63
  63. 63. Visibilidade • Exemplo de boas práticas http://repositorios.inmetro.gov.br/ 64
  64. 64. DIRETÓRIOS INTERNACIONAIS DE REPOSITÓRIOS DIGITAIS 65
  65. 65. ROAR (Registry of Open Access Repositories) • Desenvolvido pelo grupo Eprints.org • 3511 sistemas registrados – 136 no Brasil – 58 em Portugal http://roar.eprints.org/ 66
  66. 66. OpenDOAR (Directory of Open Access Repositories) • Desenvolvido pelo grupo Sherpa • 2461 sistemas registrados – 75 no Brasil – 45 em Portugal http://www.opendoar.org/ 67
  67. 67. RANKING DE REPOSITÓRIOS 68
  68. 68. Ranking Web de Repositorios Webometrics • Lista de repositórios que armazenam principalmente trabalhos científicos. • São classificados segundo critérios que combinam dados de presença na web e seu impacto. http://repositories.webometrics.info/ 69
  69. 69. Ranking Web de Repositorios Webometrics • Para ser avaliado o repositórios deve comprir algumas condições: 1. Ter um domínio ou subdomínio próprio. 2. Ter conteúdos majoritariamente de trabalhos científicos 70
  70. 70. Ranking Web de Repositorios Webometrics Categoria Forma de avaliação % Tamanho Nº de páginas recuperadas por meio do Google 10% Visibilidade Nº total de links externos recebidos multiplicado pelo nº de domínios web de tais links (informação proporcionada pelo MajesticSEO) 50% Arquivos ricos Quantidade de arquivos em formatos pdf, doc, docx, ppt, pptx, ps, eps no Google 10% Google Scholar Número de artigos publicados entre 2007 e 2011. 30% 71
  71. 71. Ranking Web de Repositorios Webometrics • Questionamentos sobre o cálculo da posição dos RIs no ranking. • Presença de diferentes tipos de sistemas. • Importância política do ranking. 72
  72. 72. Ranking Web de Repositorios Webometrics 73
  73. 73. Ranking Web de Repositorios Webometrics 74
  74. 74. Ranking Web de Repositorios Webometrics 75
  75. 75. SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO PARA A COMUNIDADE ACADÊMICA 76
  76. 76. Serviços de informação para a comunidade acadêmica  Disseminação seletiva da informação – Assinatura de coleções: recurso simples e automático que permite ao RI manter contato constante com seus usuários e promover o seu uso. – Para assinar uma coleção é necessário que o usuário se cadastre. 77
  77. 77. Serviços de informação para a comunidade acadêmica • Exemplo de boas práticas http://repositorio.museu-goeldi.br/jspui/ 78
  78. 78. Serviços de informação para a comunidade acadêmica  Disseminação seletiva da informação – Uso de RSS: ferramenta utilizada para disseminação de conteúdos de interesse dos usuários. – Para utilizar o RSS é necessária a utilização de leitor (reader) de RSS. 79
  79. 79. Serviços de informação para a comunidade acadêmica • Exemplo de boas práticas http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/ 80
  80. 80. Serviços de informação para a comunidade acadêmica • Exemplo de boas práticas http://repositorio.unb.br/ 81
  81. 81. Serviços de informação para a comunidade acadêmica  Disseminação seletiva da informação – A diferença entre a assinatura de coleções e o RSS é: no primeiro, o usuário assina apenas a temática específica de seu interesse, enquanto na outra recebe notificações de qualquer novo depósito ou notícia. 82
  82. 82. Serviços de informação para a comunidade acadêmica  Estatísticas – É um dos serviços mais atrativos e maior impacto imediato. – A divulgação das estatísticas pode ser uma boa estratégia de marketing para o repositório. – O Dspace oferece um módulo básico de estatísticas. • Por meio deste módulo básico é possível observar o total de visitas por ano, as cidades e países que visitaram o RI. 83
  83. 83. Serviços de informação para a comunidade acadêmica  Exemplo de boas práticas http://repositorio.cbc.ufms.br:8080/jspui/ 84
  84. 84. Serviços de informação para a comunidade acadêmica  Estatísticas – Algumas instituições já aperfeiçoaram o módulo básico de estatísticas do software. – Existem algumas ferramentas que permitem a gestão e o monitoramento das estatísticas do repositório. 85
  85. 85. Serviços de informação para a comunidade acadêmica  Exemplo de boas práticas http://www.lume.ufrgs.br/ 86
  86. 86. Serviços de informação para a comunidade acadêmica  Estatísticas – Existem projetos internacionais voltados à análise de estatísticas de uso e de impacto dos RI. Dentre eles: • • • • Directrices OpenAIRE para Estadísticas Guía REBIUN-FECYT-RECOLECTA PIRUS OA Statistik 87
  87. 87. Serviços de informação para a comunidade acadêmica Preservação – Os documentos depositados nos RI serão preservados permanentemente. – É recomendável a utilização de formatos em que não haja perda de resolução e/ou qualidade: TIFF, BMP, PDF etc. 88
  88. 88. Serviços de informação para a comunidade acadêmica Preservação – Aconselhável o uso de identificadores persistentes por meio de contratação de serviço handle ou gerenciamento próprio. 89
  89. 89. Serviços de informação para a comunidade acadêmica Preservação – Iniciativas e projetos sobre preservação digital: • • • • Preserving Access to Digital Information (PADI) The PREMIS Digital Library Federation (DLF) Preservación del patrimonio documental (UNESCO) 90
  90. 90. ESTRATÉGIAS DE MARKETING 91
  91. 91. Estratégias de Marketing • Para garantir a visibilidade e participação da comunidade no RI, as estratégias de Marketing são fundamentais. • Público-alvo de um repositório: – Pesquisadores – Administradores Acadêmicos – Audiências Externas 92
  92. 92. Estratégias de Marketing • LA Referencia: – Estratégias de Perfil: criar marca e logo – Estratégias de Atração: incentivar o depósito – Estratégias de Motivação: apresentar efeitos do RI – Estratégias de Consulta: comunicação direta com o público alvo 93
  93. 93. Estratégias de Marketing Barton e Waters (2004) - De cima para baixo - De baixo para cima 94
  94. 94. Estratégias de Marketing • A experiência da Universidade de Nebraska (EUA) • Contrataram um editor como coordenador do Repositório • Criaram um slogan de Marketing • Estatísticas de downloads e uso evidenciadas na página do repositório: http://digitalcommons.unl.edu/ 95
  95. 95. Estratégias de Marketing Fonte: GIESECKE, 2011, p. 538 96
  96. 96. REDES SOCIAIS 97
  97. 97. Redes Sociais • Ferramentas que podem ser usadas para divulgar o repositório e seu conteúdo.  Facebook  Twitter  Pinterest  LinkedIn  Delicious 98
  98. 98. Redes Sociais http://arca.igc.gulbenkian.pt/ 99
  99. 99. Redes Sociais • Podem ser utilizadas para divulgar o Repositório e seu conteúdo Exemplo: página no facebook “Agro Sustentável” da Embrapa 100
  100. 100. Redes Sociais 101
  101. 101. Referências • BARTON, M. R.; WATERS, M. M. Creating an institutional repository. [Cambridge]: MIT, 2004. 134 p. LEADIRS workbook. Disponível em: < http://hdl.handle.net/1721.1/26698 >. Acesso em: 04 out. 2013. • LA REFERENCIA. Red Federada de Repositorios Institucionales de Publicaciones Científicas. Disponível em: <http://lareferencia.redclara.net/rfr/ >. Acesso em: 2013. • GIESECKE, Joan. Institutional Repositories: keys to success. Journal of Library Administration, v. 51 2011. Disponível em: < http://digitalcommons.unl.edu/libraryscience/255> Acesso em: 04 out. 2013. • LEITE, F. et al. Boas práticas para a construção de repositórios institucionais da produção científica. Brasília: Ibict, 2012. • LEITE, Fernando César Lima. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira. Brasília: Ibict, 2009. 102
  102. 102. Repositórios e Diretórios consultados • IBICT. Diretório de Políticas de Acesso Aberto das Revistas Científicas Brasileiras (DIADORIM). Disponível em: <www.ibict.br/diadorim>. Acesso em: 2013. • UnB. Repositório Institucional da Universidade de Brasília. Disponível em: < http://repositorio.unb.br/>. Acesso em: 2013. • UFV. Sistema Brasileiro de Informação do Café. Disponível em: <http://www.sbicafe.ufv.br/>. Acesso em: 2013. • MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI. Disponível em: < http://repositorio.museu-goeldi.br/jspui/>. Acesso em: 2013. • LIBRARY OF CONGRESS. Disponível em: <http://www.loc.gov/standards/mets>. Acesso em: 2013. • LIBRARY OF CONGRESS. Disponível em: <http://www.loc.gov/standards/mods/>. Acesso em: 2013. • LIBRARY OF CONGRESS. Disponível em: <http://dublincore.org/>. Acesso em: 2013. 103
  103. 103. Repositórios e Diretórios consultados • AGRIOCEAN Dspace. Disponível em: <http://agris.fao.org>. Acesso em: 2013. • WEBOMETRICS. Ranking Web of Repositories. Disponível em: <http://repositories.webometrics.info>. Acesso em: 2013. • UFMA. Repositório Institucional da Universidade Federal do Maranhão. Disponível em: <http://www.repositorio.ufma.br:8080/jspui/>. Acesso em: 2013. • INMETRO. Acervo Digital do Inmetro. Disponível em: <http://repositorios.inmetro.gov.br/>. Acesso em: 2013. • ROAR. Registry of Open Access Repositories. Disponível em: <http://roar.eprints.org/>. Acesso em: 2013. • OPENDOAR. Directory of Open Access Repositories. Disponível em: <http://www.opendoar.org/>. Acesso em: 2013. 104
  104. 104. Repositórios e Diretórios consultados • UFRN. Repositório Institucional da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Disponível em: <repositorio.ufrn.br:8080/jspui>. Acesso em: 2013. • UFMS. Repositório Institucional da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Disponível em: <http://repositorio.cbc.ufms.br:8080/jspui>. Acesso em: 2013. • UFRGS. Repositório Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/>. Acesso em: 2013. • OPENAIRE. Open Access Infrastructure for Research in Europe. Disponível em: <http://www.openaire.eu/>. Acesso em: 2013. • RECOLECTA. Recolector de Ciencia Abierta. Disponível em: <http://www.recolecta.net/buscador/documentos/GuiaEvaluacionRecolec tav1.0-1.pdf.> Acesso em: 2013. 105
  105. 105. Repositórios e Diretórios consultados • IGC. Fundação Calouste Gulbenkian. Disponível em: http://arca.igc.gulbenkian.pt/. Acesso em: 2013. • INFOTECA-E. Informação Tecnológica em Agricultura. Disponível em: <http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/>. Acesso em: 2013. • EMBRAPA. Agro Sustentável. Disponível em: <http://facebook.com/agrosustentavel> Acesso em: 2013. 106
  106. 106. OBRIGADA! Bianca Amaro <bianca@ibict.br> Luísa Café <luisacafe@ibict.br> Maria Fernanda Melis <mariamelis@ibict.br> Michelli Costa <michelli@ibict.br> Coordenação do Laboratório de Metodologias de Tratamento e Disseminação da Informação (+55) (61) 3217-6449 107

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