Radiocomunicacao Digital

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Radiocomunicação Digital . Comunicação Via Radio CVR. Segurança na Radiocomunicação em situações de Emergência. Sistema de Comunicação Via Radio Digital para Orgaõs Públicos e Planos de Emergência que atendem Situações de Crise.

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Radiocomunicacao Digital

  1. 1. Radiocomunicação Digital Comunicação Via Radio CVR Comunicação segura digital para Segurança Pública, Pams, Rinem www.cvradio.com.br
  2. 2. OBJETIVO <ul><li>Prover um sistema de radiocomunicação moderno, integrado e seguro, com transmissão de voz e dados em plataforma unificada, para os órgãos de Segurança Pública, Justiça, Fiscalização e Sistemas de Emergência. </li></ul>
  3. 3. PROBLEMAS ATUAIS <ul><li>Segurança </li></ul><ul><li>Padronização </li></ul><ul><li>Legalização </li></ul><ul><li>Cobertura de sinal </li></ul><ul><li>Disponibilidade </li></ul><ul><li>Manutenção </li></ul><ul><li>Interoperabilidade </li></ul><ul><li>Gerência remota e controle </li></ul><ul><li>Alto custo de investimento </li></ul><ul><li>Baixo valor agregado </li></ul>
  4. 4. NECESSIDADES OPERACIONAIS <ul><li>Acesso imediato – aperte e fale </li></ul><ul><li>Segurança nas comunicações </li></ul><ul><li>Cobertura e Disponibilidade </li></ul><ul><li>Chamadas em grupo e individuais </li></ul><ul><li>Chamada de emergência </li></ul><ul><li>Interconexão com outras redes </li></ul><ul><li>Interoperabilidade </li></ul><ul><li>Aplicações de dados </li></ul><ul><li>Controle de frota e usuários </li></ul><ul><li>Supervisão e controle da rede </li></ul>
  5. 5. NECESSIDADE DE DADOS
  6. 6. PORQUE NÃO REDES PÚBLICAS? <ul><li>Disponibilidade não exclusiva </li></ul><ul><li>Baixo nível de gerência de usuários e grupos </li></ul><ul><li>Ineficiência das Redes Públicas para o atendimento das necessidades operacionais </li></ul><ul><li>Aplicação comercial da Rede </li></ul><ul><li>Congestionamento em momentos de crise </li></ul><ul><li>Queda de shopping em Osasco em 2000 </li></ul><ul><li>Ataques de 11 de setembro em 2001 </li></ul><ul><li>Atentados de trens na Espanha em 2003 </li></ul><ul><li>Na CRISE quem mais precisa de comunicação? </li></ul>
  7. 7. SISTEMA DIGITAL ABERTO <ul><li>Chamadas em grupo, individual e broadcast </li></ul><ul><li>Transmissão de dados </li></ul><ul><li>Acesso a aplicativos </li></ul><ul><li>Localização e posicionamento de unidades </li></ul><ul><li>Serviço de mensagens </li></ul><ul><li>Segurança e privacidade – criptografia </li></ul><ul><li>Chamadas prioritárias e de emergência </li></ul><ul><li>Conexão com rede telefônica ou dados </li></ul><ul><li>Roaming entre sistemas </li></ul><ul><li>Monitoramento e gerência das unidades e rede </li></ul><ul><li>Economia de escala e concorrência entre fabricantes </li></ul><ul><li>Longo ciclo de vida pelo amadurecimento tecnológico </li></ul>
  8. 8. DIAGRAMA DE REDE GENÉRICO
  9. 9. COMPOSIÇÃO DO SISTEMA <ul><li>Rede de Rádiocomunicação Digital </li></ul><ul><ul><li>Rede principal de comunicação direta ou troncalizada para acesso direto pelo usuário </li></ul></ul><ul><li>PRIVADA </li></ul><ul><li>Rede de Transporte </li></ul><ul><ul><li>Rede secundária de coleta de dados e transmissão a sistemas computacionais </li></ul></ul><ul><li>PÚBLICA X PRIVADA </li></ul>
  10. 10. PARCEIROS ESTRATÉGICOS <ul><li>Agências governamentais (DNIT, </li></ul><ul><li>ANTT) </li></ul><ul><li>Receita Federal </li></ul><ul><li>Receitas Estaduais </li></ul><ul><li>Polícias Civil, Militares e Bombeiros </li></ul><ul><li>Polícia Federal </li></ul><ul><li>Prefeituras,Guardas Municipais, Pam </li></ul>
  11. 11. ESTRATÉGIA DE IMPLANTAÇÃO <ul><li>Implantação de Redes Metropolitanas </li></ul><ul><ul><li>Alta concentração de usuários </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior demanda por serviços </li></ul></ul><ul><li>Estabilização da Rede Digital </li></ul><ul><ul><li>6 ~ 12 meses após implantação </li></ul></ul><ul><li>Ampliação da cobertura no interior </li></ul><ul><ul><li>Baixa concentração de usuários </li></ul></ul><ul><ul><li>Menor demanda por serviços </li></ul></ul>
  12. 12. VANTAGENS DA ESTRATÉGIA DE IMPLANTAÇÃO <ul><li>Implantação gradual e evolutiva </li></ul><ul><li>Reavaliação dos processos </li></ul><ul><li>Garantia de melhoria de qualidade </li></ul><ul><li>Execução de Redes individualmente </li></ul><ul><ul><li>Protocolo de compatibilidade entre redes - IP </li></ul></ul><ul><ul><li>Interface aérea compatível – Roaming de terminais </li></ul></ul><ul><li>Redes de dados distintas em médias e altas velocidades </li></ul>
  13. 13. GRUPO DE TRABALHO <ul><li>Multi e Interdisciplinar </li></ul><ul><li>Compatibilização das necessidades </li></ul><ul><li>comuns </li></ul><ul><li>Participação inter-institucional </li></ul><ul><li>Construção de processo em grupo </li></ul><ul><li>Transparência e publicidade </li></ul><ul><li>Agilidade nos procedimentos </li></ul>
  14. 14. COORDENADOR OPERACIONAL <ul><li>Apurar necessidades operacionais e </li></ul><ul><li>expectativas do sistema – 5 anos </li></ul><ul><li>Avaliação da satisfação quanto ao sistema </li></ul><ul><li>Definir requisitos de interoperabilidade </li></ul><ul><li>Desenvolver parâmetros e métricas de </li></ul><ul><li>acompanhamento do sistema </li></ul><ul><li>Propor política de transição </li></ul><ul><li>Propor cursos e treinamentos </li></ul><ul><li>operacionais </li></ul>
  15. 15. CONSULTOR EM SEGURANÇA <ul><li>Identificar as reais necessidades de segurança </li></ul><ul><li>Identificar as vulnerabilidades e contra-medidas </li></ul><ul><li>Elaborar políticas de segurança do sistema </li></ul><ul><li>Auxiliar no processo de decisão tecnológica </li></ul><ul><li>Desenvolver testes e validação da segurança </li></ul><ul><li>Emitir laudos de conformidade </li></ul>
  16. 16. CONSULTOR EM APLICAÇÕES <ul><li>Avaliar as necessidades de aplicações </li></ul><ul><li>Analisar as tecnologias de aplicativos dos sistemas avaliados </li></ul><ul><li>Auxiliar no processo de decisão tecnológica </li></ul><ul><li>Propor e avaliar aplicações disponíveis com compatibilidade com sistema escolhido </li></ul><ul><li>Analisar medidas de integração dos aplicativos existentes com os do sistema </li></ul>
  17. 17. GERENTE DE ENGENHARIA <ul><li>Garantir o atendimento das necessidades operacionais do sistema </li></ul><ul><li>Aplicar engenharia no desenvolvimento da solução </li></ul><ul><li>Especificar as necessidades de equipamentos, infra estrutura e serviços </li></ul><ul><li>Elaborar Plano de Manutenção </li></ul><ul><li>Propor treinamento técnico da equipe operacional </li></ul>
  18. 18. GERENTE DE REGULAÇÃO <ul><li>Obter e homologar os recursos de espectro necessários </li></ul><ul><li>Garantir a conformidade do projeto com a legislação atual: Federal, Estadual e Municipal </li></ul><ul><li>Controlar as responsabilidades técnicas </li></ul><ul><li>Registrar e manter as licenças de operação de rádio freqüência </li></ul><ul><li>Zelar pela disponibilidade do espectro </li></ul>
  19. 19. PERGUNTAS? <ul><li>Comunicação Via Radio CVR </li></ul><ul><li>www.cvradio.com.br </li></ul><ul><li>(12) 3933-3263 </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

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