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CÂNCER
FAI _ Faculdade Irecê Turma 2014.1
Curso: Bacharelado em Enfermagem 3°Semestre
Rodada de seminário da disciplina de Nutrição
Professora orientadora. Larice Dourado
Nutrição em pacientes em quimioterapia
Nutrição
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Perfil Nutricional de Pacientes em Tratamento Quimioterápico em um
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Escrito por:
Rafaela Festugatto Tartari1, Fernanda Michielin Busnello e Claudia
Hellena Abreu Nunes
APRESENTANDO...
Claudia Hellena Ribeiro
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pessoas
mata
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sendo hoje a segunda causa
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na sua incidência nas últimas décadas.
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um problema de
saúde pública de
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A neoplasia de pele não melanoma seria a mais
incidente na população brasileira
seguida pelos tumores de próstata
mama
pulmão, cólon e reto
estômago e colo uterino
ESTADO NUTRICIONAL
 Em pacientes com câncer
No Brasil, a incidência de desnutrição nessa
patologia foi abordada em um estudo multicêntrico
através do Inquérito Brasileiro de Avaliação
Nutricional (IBRANUTRI ), o qual revelou que
pacientes internados com diagnósticos de câncer
têm frequência quase três vezes maior de
desnutrição que os demais sem a doença
Incluindo o câncer como patologia de
fator de risco para a desnutrição
Nesse estudo realizado pelo IBRANUTRI
66,3% dos pacientes com
câncer apresentaram
algum grau de magreza.
Além do comprometimento do estado
nutricional já causado pelo próprio tumor, o
tipo de tratamento instituído também pode
influenciar no estado nutricional do paciente.
Os tipos de tratamento são complexos e envolvem
o trabalho de diversos especialistas
Tratamento cirúrgico
Radioterapia,
Quimioterapia
Hormonioterapia e Imunoterapia.
O tratamento quimioterápico se constituiu de
medicamentos que controlam ou curam essa
patologia, atuando na destruição de células
malignas, impedindo a formação de um novo
DNA , bloqueando funções essenciais da
célula ou induzindo a apoptose.
Por ser um tratamento sistêmico, todos os
tecidos podem ser afetados, embora em graus
diferentes
A “QUIMIO”...
Causa sérios desconfortos no sistema digestório
anormalidades no paladar, alterações de preferências
alimentares, mucosite, estomatite, diarréia e constipação,
proporcionando redução da ingestão alimentar e
consequentemente depleção do estado nutricional, elevando
assim os índices de morbi-mortalidade
MÉTODOS
O estudo descritivo foi realizado no Ambulatório de
Quimioterapia do Hospital Santa Rita do Complexo
Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre,
no Rio Grande do Sul.
A AMOSTRA
50 pacientes de ambos os sexos
Maiores de 18 anos de idade
Diagnosticado com câncer
E em tratamento quimioterápico
Para traçar o perfil nutricional da amostra
designada,
antropométrica, IMC, PCT , que demonstram a
reserva de gordura corporal,
CB, representando o somatório do tecido
ósseo, muscular e gorduroso
CMB, que indica o comprometimento do tecido
muscular
EDULCORANTES
Para medir o peso, foi utilizado balança eletrônica
(Techline), com variação de 1% no peso corporal.
Para medir a estatura foi avaliada através de um
antropômetro digital (Seca).
Para a PCT, foi utilizada uma fita métrica para medir a CB
e, a partir disso, utilizou-se o adipômetro clínico
(Lange), com precisão de aproximadamente 1 mm,
para determinar a PCT.
Foi analisado o peso que os pacientes tinham antes,
durante e após início do tratamento quimioterápico.
EDULCORANTESSó assim, foi possível a percentagem da perda de
peso (%PP), calculada pela fórmula: Peso Atual –
Peso Habitual/Peso habitual X 100, sendo
considerada perda significativa maior ou igual a 5% de
perda de peso em um mês; maior ou igual a 7,5% em
três meses; e maior ou igual a 10% de perda em seis
meses.
Com os dados de peso e altura, foi calculado o IMC.
EDULCORANTESPara a avaliação PCT, foi utilizada uma fita métrica para
medir a CB e, adipômetro clínico (Lange), com precisão
de aproximadamente 1 mm, para determinar a PCT.
Foram feitas três medidas no braço não dominante,
considerando como valor final a média das três. A partir
dessa medida, foi calculada a CMB. Nesta avaliação
antropométrica, a classificação do estado nutricional para
PCT, CB e CMB foi de acordo com os dados propostos por
Frisancho1
 Os dados relacionados à história clínica dos pacientes
foram obtidos nos prontuários de cada indivíduo
encontrados no arquivo do hospital Ambulatório de
Quimioterapia, através da prescrição médica contida no
prontuário dos pacientes.
 O estudo foi realizado somente com os pacientes que
aceitaram participar, mediante consentimento dos
mesmos por escrito, após leitura do termo de
consentimento livre e esclarecido.
RESULTADOS
O estudo foi composto por 50 pacientes, sendo 68%
(n=34) do sexo feminino e 32% (n=16) do sexo
masculino.
A idade média correspondeu a 52,9 anos, sendo a
idade mínima 20 e a máxima 79.
Figura 1. Estado nutricional segundo o
IMC
Figura 2. Estado nutricional segundo o IMC nos diferentes tipos de
tumores
Figura 3. Caracterização da população segundo a alteração
de peso
DISCUSSÃO
REFERENCIAS
Neste estudo foi observada além da prevalência de
ganho de peso durante o tratamento, em torno de 40%,
mas também prevalência de excesso de peso pelo
IMC, aproximadamente 46%, destacando-se aqueles
que apresentaram tumor de mama, intestino e útero,
apesar da diferença amostral
REFERENCIAS
Mulheres com câncer de mama em tratamento
quimioterápico adjuvante apresentam tendência
progressiva ao ganho de peso,
A causa desse ganho de peso pode está associado
com ingestão alimentar, decréscimo da atividade
física, alteração da taxa metabólica basal ou
menopausa
Pacientes com câncer podem apresentar aumento de
mediadores inflamatórios como as citocinas, o que
pode acarretar, além de degradação protéica, expansão
de líquido extracelular, ocasionando retenção hídrica e
mascarando o real estado nutricional
O tipo de protocolo quimioterápico também pode
influenciar na composição corpórea das pacientes.
Algumas drogas utilizadas nesse tipo de tratamento ou
em conjunto, como os glicocorticóides e a terapia
hormonal, promovem retenção hídrica, diminuição de
massa magra e aumento de gordura corporal
Na presente pesquisa, 35,3% dos eutróficos e 34,7%
dos que apresentaram excesso de peso pelo IMC
encontravam-se em risco nutricional pela CMB,
sugerindo que esses pacientes estejam em risco por
apresentarem massa magra depletada, apesar do peso
normal ou em excesso.
COMENTÁRIOS FINAIS
 Com o avanço científico e as novas descobertas,
verifica-se que diversas doenças podem ser
prevenidas, controladas ou até mesmo curadas
através da alimentação.
 Uma consulta detalhada e individualizada, de
modo que atenda a todas as necessidades
nutricionais de um Interno só será possível
mediante a presença do profissional
NUTRICIONISTA
CONCLUSÃO
Apesar da prevalência de excesso de peso observada,
grande parte dos pacientes apresentou depleção protéica,
além de não atingirem as necessidades energéticas e de
cálcio .
Algumas medicações normalmente utilizadas em conjunto
com a quimioterapia, como os glicocorticóides e a terapia
hormonal, podem mascarar a desnutrição nesses
pacientes, devido à retenção hídrica e ao aumento de
massa gorda.
Além disso, mesmo que a maioria dos indivíduos tenha
apresentado ganho de peso durante o tratamento, deve-se
considerar que uma grande parte teve perda de peso
significativa, o que pode piorar o prognóstico do paciente.
Os resultados ora apresentados, só ressalta a
importância do acompanhamento e da
interpretação da avaliação nutricional completa
durante o período do tratamento quimioterápico, a
fim de conhecer e manter o estado nutricional,
melhorar a recuperação e preservar a qualidade
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Nutrição e Quimioterapia

  • 1.
  • 2. CÂNCER FAI _ Faculdade Irecê Turma 2014.1 Curso: Bacharelado em Enfermagem 3°Semestre Rodada de seminário da disciplina de Nutrição Professora orientadora. Larice Dourado Nutrição em pacientes em quimioterapia
  • 3. Nutrição Artigo: Perfil Nutricional de Pacientes em Tratamento Quimioterápico em um Ambulatório Especializado em Quimioterapia (2009) Escrito por: Rafaela Festugatto Tartari1, Fernanda Michielin Busnello e Claudia Hellena Abreu Nunes
  • 5. Introdução Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) O câncer é definido como uma enfermidade multicausal crônica, caracterizada pelo crescimento descontrolado das células e a disseminação de células anormais, que contribuem a se reproduzir até que formem uma massa de tecido conhecida como tumor. O que é Câncer?
  • 6. O Câncer atinge pelo menos nove milhões de pessoas mata cerca de cinco milhões a cada ano sendo hoje a segunda causa de morte por doença nos países desenvolvidos, perdendo apenas para as doenças cardiovasculares
  • 7. O câncer vem apresentando um aumento significativo na sua incidência nas últimas décadas. sendo já reconhecido um problema de saúde pública de escala mundial
  • 8. A neoplasia de pele não melanoma seria a mais incidente na população brasileira seguida pelos tumores de próstata mama pulmão, cólon e reto estômago e colo uterino
  • 9. ESTADO NUTRICIONAL  Em pacientes com câncer
  • 10. No Brasil, a incidência de desnutrição nessa patologia foi abordada em um estudo multicêntrico através do Inquérito Brasileiro de Avaliação Nutricional (IBRANUTRI ), o qual revelou que pacientes internados com diagnósticos de câncer têm frequência quase três vezes maior de desnutrição que os demais sem a doença Incluindo o câncer como patologia de fator de risco para a desnutrição
  • 11. Nesse estudo realizado pelo IBRANUTRI 66,3% dos pacientes com câncer apresentaram algum grau de magreza.
  • 12. Além do comprometimento do estado nutricional já causado pelo próprio tumor, o tipo de tratamento instituído também pode influenciar no estado nutricional do paciente.
  • 13. Os tipos de tratamento são complexos e envolvem o trabalho de diversos especialistas Tratamento cirúrgico Radioterapia, Quimioterapia Hormonioterapia e Imunoterapia.
  • 14. O tratamento quimioterápico se constituiu de medicamentos que controlam ou curam essa patologia, atuando na destruição de células malignas, impedindo a formação de um novo DNA , bloqueando funções essenciais da célula ou induzindo a apoptose. Por ser um tratamento sistêmico, todos os tecidos podem ser afetados, embora em graus diferentes
  • 15. A “QUIMIO”... Causa sérios desconfortos no sistema digestório anormalidades no paladar, alterações de preferências alimentares, mucosite, estomatite, diarréia e constipação, proporcionando redução da ingestão alimentar e consequentemente depleção do estado nutricional, elevando assim os índices de morbi-mortalidade
  • 17. O estudo descritivo foi realizado no Ambulatório de Quimioterapia do Hospital Santa Rita do Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
  • 18. A AMOSTRA 50 pacientes de ambos os sexos Maiores de 18 anos de idade Diagnosticado com câncer E em tratamento quimioterápico
  • 19. Para traçar o perfil nutricional da amostra designada, antropométrica, IMC, PCT , que demonstram a reserva de gordura corporal, CB, representando o somatório do tecido ósseo, muscular e gorduroso CMB, que indica o comprometimento do tecido muscular
  • 20. EDULCORANTES Para medir o peso, foi utilizado balança eletrônica (Techline), com variação de 1% no peso corporal. Para medir a estatura foi avaliada através de um antropômetro digital (Seca). Para a PCT, foi utilizada uma fita métrica para medir a CB e, a partir disso, utilizou-se o adipômetro clínico (Lange), com precisão de aproximadamente 1 mm, para determinar a PCT. Foi analisado o peso que os pacientes tinham antes, durante e após início do tratamento quimioterápico.
  • 21. EDULCORANTESSó assim, foi possível a percentagem da perda de peso (%PP), calculada pela fórmula: Peso Atual – Peso Habitual/Peso habitual X 100, sendo considerada perda significativa maior ou igual a 5% de perda de peso em um mês; maior ou igual a 7,5% em três meses; e maior ou igual a 10% de perda em seis meses. Com os dados de peso e altura, foi calculado o IMC.
  • 22. EDULCORANTESPara a avaliação PCT, foi utilizada uma fita métrica para medir a CB e, adipômetro clínico (Lange), com precisão de aproximadamente 1 mm, para determinar a PCT. Foram feitas três medidas no braço não dominante, considerando como valor final a média das três. A partir dessa medida, foi calculada a CMB. Nesta avaliação antropométrica, a classificação do estado nutricional para PCT, CB e CMB foi de acordo com os dados propostos por Frisancho1
  • 23.  Os dados relacionados à história clínica dos pacientes foram obtidos nos prontuários de cada indivíduo encontrados no arquivo do hospital Ambulatório de Quimioterapia, através da prescrição médica contida no prontuário dos pacientes.  O estudo foi realizado somente com os pacientes que aceitaram participar, mediante consentimento dos mesmos por escrito, após leitura do termo de consentimento livre e esclarecido.
  • 25. O estudo foi composto por 50 pacientes, sendo 68% (n=34) do sexo feminino e 32% (n=16) do sexo masculino. A idade média correspondeu a 52,9 anos, sendo a idade mínima 20 e a máxima 79.
  • 26.
  • 27. Figura 1. Estado nutricional segundo o IMC
  • 28. Figura 2. Estado nutricional segundo o IMC nos diferentes tipos de tumores
  • 29. Figura 3. Caracterização da população segundo a alteração de peso
  • 30.
  • 32. REFERENCIAS Neste estudo foi observada além da prevalência de ganho de peso durante o tratamento, em torno de 40%, mas também prevalência de excesso de peso pelo IMC, aproximadamente 46%, destacando-se aqueles que apresentaram tumor de mama, intestino e útero, apesar da diferença amostral
  • 33. REFERENCIAS Mulheres com câncer de mama em tratamento quimioterápico adjuvante apresentam tendência progressiva ao ganho de peso, A causa desse ganho de peso pode está associado com ingestão alimentar, decréscimo da atividade física, alteração da taxa metabólica basal ou menopausa
  • 34. Pacientes com câncer podem apresentar aumento de mediadores inflamatórios como as citocinas, o que pode acarretar, além de degradação protéica, expansão de líquido extracelular, ocasionando retenção hídrica e mascarando o real estado nutricional
  • 35. O tipo de protocolo quimioterápico também pode influenciar na composição corpórea das pacientes. Algumas drogas utilizadas nesse tipo de tratamento ou em conjunto, como os glicocorticóides e a terapia hormonal, promovem retenção hídrica, diminuição de massa magra e aumento de gordura corporal
  • 36. Na presente pesquisa, 35,3% dos eutróficos e 34,7% dos que apresentaram excesso de peso pelo IMC encontravam-se em risco nutricional pela CMB, sugerindo que esses pacientes estejam em risco por apresentarem massa magra depletada, apesar do peso normal ou em excesso.
  • 38.  Com o avanço científico e as novas descobertas, verifica-se que diversas doenças podem ser prevenidas, controladas ou até mesmo curadas através da alimentação.  Uma consulta detalhada e individualizada, de modo que atenda a todas as necessidades nutricionais de um Interno só será possível mediante a presença do profissional NUTRICIONISTA
  • 40. Apesar da prevalência de excesso de peso observada, grande parte dos pacientes apresentou depleção protéica, além de não atingirem as necessidades energéticas e de cálcio . Algumas medicações normalmente utilizadas em conjunto com a quimioterapia, como os glicocorticóides e a terapia hormonal, podem mascarar a desnutrição nesses pacientes, devido à retenção hídrica e ao aumento de massa gorda. Além disso, mesmo que a maioria dos indivíduos tenha apresentado ganho de peso durante o tratamento, deve-se considerar que uma grande parte teve perda de peso significativa, o que pode piorar o prognóstico do paciente.
  • 41. Os resultados ora apresentados, só ressalta a importância do acompanhamento e da interpretação da avaliação nutricional completa durante o período do tratamento quimioterápico, a fim de conhecer e manter o estado nutricional, melhorar a recuperação e preservar a qualidade de vida nesses pacientes.
  • 42. Obrigada a todos pela atenção!