SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 76
Baixar para ler offline
CIn.ufpe.br
ANÁLISE QUALITATIVA SOBRE ENGAJAMENTO DE ADULTOS NO
USO DE UMA REDE SOCIAL EDUCACIONAL DE APRENDIZAGEM
COLABORATIVA SOBRE A DEFICIÊNCIA EM
GLICOSE-6-FOSFATO-DESIDROGENASE
Aluno: Cloves Alves da Rocha
(car2@cin.ufpe.br)
Orientador: Silvio Romero de Lemos Meira
(srlm@cin.ufpe.br)
Coorientador: Vinicius Cardoso Garcia
(vcg@cin.ufpe.br)
Pós-Graduação em Ciência da Computação
Universidade Federal de Pernambuco (U.F.P.E.)
Defesa de Dissertação de Mestrado 2017
1
CIn.ufpe.br
AGENDA
• Introdução;
• Objetivo Geral;
• Objetivos Específicos;
• Fundamentação Teórica;
• Metodologias;
• Etapas dos Métodos;
• Análise dos Resultados;
• Discussão dos Resultados;
• Considerações Finais;
• Trabalhos Futuros.
2
CIn.ufpe.br
INTRODUÇÃO
3
CIn.ufpe.br
● Segundo pesquisadores do Projeto Genoma o primeiro genoma
humano levou aproximadamente 13 anos para ser sequenciado e
custou 3 bilhões de dólares.
● No entanto apenas 2% do DNA Humano foi explorado por
cientistas.
● Os dados podem atingir um volume de 2 GB a 800 GB, a
depender do tamanho da região sequenciada, da plataforma e da
qualidade desejada.
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
4
CIn.ufpe.br
5
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
A Global Genes estima-se que 350 milhões de pessoas no mundo
sofrem de doenças raras, sendo 80% das doenças raras de origem
genética, ou seja, aproximadamente 280 milhões.
A Global Genes ainda apresenta outros dados importantes, conforme se
segue:
1. Aproximadamente 50% das pessoas afetadas por doenças raras são
crianças.
2. 30% das crianças com doença rara não viverá para ver o seu quinto
aniversário.
3. As doenças raras são responsáveis por 35% das mortes no primeiro
ano de vida.
CIn.ufpe.br
6
Segundo o Instituto Nacional de Saúde, denominado de Serviço
Nacional de Saúde (SNS) dentre mais de 6 mil doenças
genéticas ativas no mundo [e em crescimento] estão catalogadas
e agrupadas aproximadamente em 224 áreas.
● A Organização Mundial de Saúde (OMS) apresenta e
classifica a deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase
(G6PD).
● G6PD, (abreviatura em inglês) é a enzima envolvida na
produção da forma reduzida de fosfato.
● Uma das doenças congênitas que trazem impactos na
qualidade de vida das crianças.
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
CIn.ufpe.br
7
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
● A G6PD, também conhecida como Favismo é particularmente
importante para as células vermelhas do sangue, que estão
em risco substancial devido à sua função de transportadoras de
oxigênio, tornando-as altamente vulneráveis a danos
oxidativos.
● A mutação no gene que codifica a G6PD, que leva à completa
perda de atividade da G6PD (mutações nulas) é letal no
embrião.
● A deficiência em G6PD é o defeito enzimático conhecido mais
comum em humanos, com cerca de 7,5% da população do
mundo carregando uma variante do gene dessa deficiência.
CIn.ufpe.br
8
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
O ENGAJAMENTO mediado por redes sociais educativas têm
potencializado comportamentos de colaboração conforme
apresentado na literatura atual em diversos congressos
brasileiros e internacionais.
VALDEZ, FERREIRA e MACIEL BARBOSA (2013)
CIn.ufpe.br
9
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
Nesse contexto as Redes Sociais Educativas (RSE) têm gerado
discussões atrativas e consideráveis avanços no engajamento de
adultos.
A promoção do engajamento por meio de Ambiente de
Aprendizagem Pessoal (PLE) potencializa o usuário a ser um
aluno pressupostamente engajado.
CIn.ufpe.br
10
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
Segundo o modelo de GARRISON (2003) o processo de
engajamento apresenta três elementos:
❏ Autogerenciamento;
❏ Automonitoramento e a;
❏ Motivação (interna e externa).
Tem como fundamento a responsabilidade e controle que o
aluno deve empreender, o que se inter-relacionam e seus efeitos
no aluno na busca pela aprendizagem.
CIn.ufpe.br
11
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
De acordo com CIPRIANI (2011), a possibilidade de contato
com pessoas desconhecidas é grande no ambiente de Redes
Sociais (RS).
SOMMERVILLE (2011), em engenharia de software, fala que
os atores são indivíduos ou organizações.
Segundo SILVA (2014) quando uma plataforma é configurada
como uma RS, ela já sugere um favorecimento da qualidade da
aprendizagem, no que tange à utilização de vários recursos para
interação síncronas e assíncronas, pois o próprio conceito de
RS remete a interações.
CIn.ufpe.br
12
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
GOMES et al., 2010; 2011). BOYD e ELLISON (2008)
referem-se às RS como um serviço baseado na Web que permite
aos usuários construir um perfil público ou semipúblico, a fim
de estabelecer contato com outros usuários dessas redes.
Segundo GABARDO (2015) tais conhecimentos podem ser
amplamente estendidos para áreas como política, epidemiologia,
sociologia, estatística de modo em geral, dentre uma infinidade
de possíveis aplicações com estratégias voltadas para as redes
sociais.
CIn.ufpe.br
13
MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
Diante destas narrativas, a possibilidade de ensino-aprendizagem
colaborativa e engajamento de adultos sobre a deficiência em
G6PD são potencializadas em ambientes de Redes Sociais
Educacionais (RSE) e proporciona uma oportunidade de
aprendizagem rica em informações relevantes tanto para os
pesquisadores, pais e mães de crianças, como para
profissionais de saúde, educadores e colaboradores
voluntários.
“O diferencial aplica-se na
estratégia de engajamento dos
principais hubs sociais
conforme sua interação e
contribuição no ambiente de
aprendizagem.”
O autor (2017).
CIn.ufpe.br
OBJETIVOS
14
CIn.ufpe.br
15
OBJETIVO GERAL
● O objetivo geral é analisar os efeitos do engajamento de
adultos no uso de uma Rede Social Educacional (RSE) de
aprendizagem colaborativa sobre a deficiência em G6PD.
CIn.ufpe.br
16
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Implementar um ambiente de aprendizagem em uma RSE;
● Analisar o fenômeno do engajamento no ambiente da RSE;
● Observar o comportamento de adultos em formação
mediados por RSE;
CIn.ufpe.br
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
ENGAJAMENTO NAS REDES SOCIAIS E
SUA TRAJETÓRIA
17
CIn.ufpe.br
FREIRE (1982), mais que um
educador, um pensador comprometido
com a vida, com a existência, pensar
em como buscar a liberdade humana a
qual será presa, amarrada à
consciência da classe dominante.
Segundo FREIRE (1982), a libertação
do homem oprimido, tão necessária a
si e ao opressor, será possível
mediante um nova concepção de
educação: a educação libertadora,
aquela que vai remar na contramão da
dominação.
18
Educação libertadora e social
CIn.ufpe.br
FREIRE (1982) propõe abandonar a educação bancária, a qual
transforma os homens em “vasilhas”, em “recipientes”, a serem
“preenchidos” pelos que julgam educar, pois acredita que essa
educação defende os interesses do opressor, que trata os homens
como seres vazios, desfigurados, dependentes.
19
Educação libertadora e social
CIn.ufpe.br
❖ Ao invés disso, FREIRE (1982) buscou defender uma
educação dos homens por meio da conscientização, da
desalienação e da problematização.
❖ Na visão de FREIRE (1982), uma educação popular e
verdadeiramente libertadora, se constrói a partir de uma
educação problematizadora, alicerçada em perguntas
provocadoras de novas respostas, no diálogo crítico,
libertador, na tomada de consciência de sua condição
existencial.
❖ Tal investigação Freire chamou de “universo temático”, um
conjunto de “temas geradores”.
20
Educação libertadora e social
Segundo Freire “esses temas se chamam geradores porque, qualquer que seja a natureza de
sua compreensão como a ação por eles provocada, contêm em si a possibilidade de
desdobrar-se em outros tantos temas que, por sua vez, provocam novas tarefas que devem
ser cumpridas”. (FREIRE, 1982, p. 110).
CIn.ufpe.br
❖ FREIRE (1982) observou que dentro de cada sociedade
existem temas geradores a serem discutidos que se
subdividem de acordo com a época e o local. E, a sua
inexistência, aparente ou oculta, “pode significar, já, a
existência de uma 'situação-limite' de opressão em que os
homens se encontram mais imersos que emersos.
❖ Aprofundando a questão, o mesmo afirmou que o medo da
liberdade, impresso nos oprimidos ao longo de sua vida, os
leva a assumir mecanismos de defesa e, “através
racionalizações, escondem o fundamental, enfatizam o
acidental e negam a realidade concreta” (FREIRE, 1982, p.
112).
❖ Assim, sua tendência é ficar na periferia dos problemas
evitando o confronto com o problema.
21
Educação libertadora e social
CIn.ufpe.br
O ponto de partida freireano inicia pela busca, pela investigação
acerca do tema gerador: situações existenciais, concretas, que se
encontram “codificadas” pela realidade, para então chegar à
“descodificação”: “análise e consequente reconstituição da
situação vivida:
reflexão, reflexão e abertura de possibilidades concretas de
ultrapassagem” (FIORI in FREIRE, 1982, p. 05).
O universo que antes era fechado agora vai se abrindo a uma
nova realidade.
22
Educação libertadora e social
CIn.ufpe.br
❏ A inovação tecnológica tem assumido um papel vital na
educação (VALDEZ, FERREIRA e MACIEL BARBOSA,
2013), com a inserção das tecnologias da informação na
educação, surgem novas formas de aprendizagem, que
otimizam tempo e espaço, favorecendo a modalidade de
ensino a distância (EaD), tal como é conhecida hoje, e está
sendo amplamente utilizada em diferentes área do
conhecimento.
❏ Segundo SILVA (2014) em todo esse processo educativo, a
internet é considerada uma importante ferramenta, pois
promove a comunicação interativa entre os usuários e “a
liberdade daquele que busca a informação”, “coincidindo com
a ideia da educação a distância” e favorecendo a
aprendizagem colaborativa (RODRIGUES et al., 2011, p. 5).
23
Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por
computador (CSCL)
CIn.ufpe.br
CAVALCANTE (2002) também concorda que a internet é o
espaço mais inovador para o ensino a distância.
Segundo KOP (2011), do conselho nacional de pesquisa do
Canadá, algo fundamental mudou com os últimos
desenvolvimento web: a facilidade de comunicação e as
possibilidades de uso de agregadores de agrupar e filtrar as
comunicações e informações fizeram com que o contexto da
aprendizagem muda-se drasticamente.
As pessoas podem agora aprender sobre redes específicas
[domínios] fora do controle de uma instituição, e, dependendo
da natureza das conexões efetuadas, a experiência de
aprendizagem irá variar.
24
Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por
computador (CSCL)
CIn.ufpe.br
Em um ambiente colaborativo a melhor estratégia na busca de
informações é compartilhando suas dúvidas e consultando
históricos de perguntas já respondidas.
Segundo NASH J. (1951) matemático ganhador do Prêmio Nobel
da Economia (1994) na sua tese de doutorado “Teoria dos Jogos”
(Theory of Non-cooperative Games) fala da “estratégia de
equilíbrio” – na qual os interesses deixam de ser conflitantes
porque é vantajoso para todos cooperar.
Atualmente, a aprendizagem cooperativa têm sido amplamente
apoiada por recursos computacionais que funcionam como
“elementos facilitadores do processo de comunicação e
aprendizagem em comunidades virtuais de grande porte”
(CUNHA FILHO et al., 2000, p. 63).
25
Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por
computador (CSCL)
CIn.ufpe.br
Segundo KEVIN KELLY (2013), esta nova economia é definida
por três característica: é GLOBAL, favorece INTANGÍVEIS,
como ideias, informação e relacionamentos, e é intensamente
INTERLIGADA.
Ela muda o escopo das coisas de lugar para espaço: proximidade
física [ou lugar] é substituída por múltiplas interações com
qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar [espaço].
26
Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por
computador (CSCL)
CIn.ufpe.br
Em outras palavras, KELLY (2013) diz algo mais que
BUSH-DRUCKER-CASTELLS, pois conclui que o lugar [place]
onde as coisas [ainda] acontecem será substituído pelo espaço
[space] de interações de todos os tipos e em qualquer hora e
lugar.
Ao invés de lugares, puros e simples, lugares conectados, suas
interações e fluxos (MEIRA, 2013).
Neste cenário, a tecnologia da informação desenvolve um papel
fundamental, pois disponibiliza diversos recursos.
As RS, dentro desse contexto, devem ser entendidas como redes
virtuais de relacionamento.
27
Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por
computador (CSCL)
CIn.ufpe.br
As Redes Sociais Educacionais (RSE) são concebida para
propósitos de ensino e aprendizagem.
28
As redes sociais educacionais
“Os softwares sociais são artefatos que promovem a
comunicação entre os atores do processo de ensino e
aprendizagem antes de qualquer outro fenômeno cognitivo. Os
processos de comunicação desdobraram-se em fenômenos de
comunicação síncronos e assíncronos, colaboração, percepção
social, aprendizagem em rede e autorregulação da
aprendizagem.”
(GOMES, 2012, p. 21).
CIn.ufpe.br
29
Crescimento das redes sociais
Fonte: Adaptado de Facebook e The Social Media Hat (2017).
Tabela 2.1 – Número de usuários aproximado das principais redes sociais.
CIn.ufpe.br
30
Crescimento das redes sociais
Fonte: Adaptado de Facebook e The Social Media Hat (2017).
Tabela 2.1 – Número de usuários aproximado das principais redes sociais.
População Mundial.
Data da informação:
03/08/17
CIn.ufpe.br
31
Formas de mensurar o engajamento
Segundo SEIXAS (2014) há dificuldades em chegar a um
consenso sobre o termo engajamento dos estudantes, tem sido
um desafio também identificar formas de mensurá-lo
(SHERNOFF et al., 2003; LANASA et al., 2009).
Os autores apontam que a forma mais comum de mensurar o
engajamento é através de informações reportadas pelos
estudantes sobre eles mesmos. Geralmente, as pesquisas que
investigam o engajamento comportamental e o engajamento
cognitivo dos estudantes utilizam questionários que são dirigidos
aos professores e aos próprios estudantes (SHERNOFF et al.,
2003; ZEPKE et al., 2010; SKINNER e BELMONT, 1993;
WILLEKENS e GIBSON, 2010).
CIn.ufpe.br
32
Formas de mensurar o engajamento
Também são comuns, ao mensurar engajamento, estudos que
combinam a utilização de questionários com outras técnicas
como entrevistas (SULLIVAN et al., 2009) e grupo focal
(SAEED e ZYNGIER, 2012 ; CHAPMAN, 2003).
Sobre essa última, KANTHAN (2011) ressalta que quando as
discussões nos grupos focais são restritas a pequenos grupos,
descrições mais detalhadas sobre o engajamento podem ser
coletadas.
A investigação do engajamento emocional é feita, normalmente,
através de questionários aplicados aos estudantes (FREDRICKS
et al., 2003). Um dos instrumentos mais utilizados é o NSSE. Os
dados obtidos fornecem dados para faculdades e universidades
poderem avaliar e melhorar o ensino (NSSE, 2013).
CIn.ufpe.br
33
Indicadores de engajamento
Tratando-se de engajamento estudantil de acordo com SEIXAS et
al., 2014, as pesquisas apresentam indicadores ou variáveis no
intuito de observar se houver alguma mudança no contexto de
suas intervenções.
Dessa forma, combinam comportamento, emoção e cognição em
uma única escala de avaliação. Para FREDRICKS et al., 2004,
isso dificulta a distinção dos três tipos de engajamento.
Indo além, não há uma uniformização desses indicadores. Alguns
autores identificam o engajamento em termos de autonomia
(TAYLOR e PARSONS, 2011; REEVE et al., 2004; SKINNER e
BELMONT, 1993).
CIn.ufpe.br
34
Indicadores de engajamento
Para outros autores, a realização das atividades em sala de aula é
apontada como indício de engajamento (BIRCH e LADD, 1997;
FINN, PANNOZZO e VOELKL, 1995).
Em estudo realizado por SHERNOFF et al., 2003 os alunos
engajados passavam mais da metade do tempo realizando as
atividades solicitadas pelo professor. Para SULLIVAN et al.
(2009), ao cumprir suas atividades o alunos esperam obter
sucesso na aprendizagem, o que aumenta o seu nível de
comprometimento.
CIn.ufpe.br
35
Indicadores de engajamento
Ainda para outros autores, a participação do aluno nas discussões
em sala de aula coloca em evidência a sua motivação em relação
à aprendizagem (BIRCH e LADD, 1997; STOVALL, 2003;
FINN, PANNOZZO e VOELKL, 1995 ;REEVE et al. 2004;
AKEY, 2006, TAYLOR e PARSONS, 2011).
Esse diálogo não apenas favorece a troca de informações entre
professores e alunos, como a falta dele pode indicar que os
estudantes não estão compreendendo o assunto abordado
(ROCCA , 2010; WILLMS, 2003; BULGER et al., 2008).
CIn.ufpe.br
METODOLOGIAS
36
CIn.ufpe.br
METODOLOGIAS
37
Fonte: O autor (2017).
CIn.ufpe.br
ETAPAS DO MÉTODO
38
Fonte: O autor (2017).
CIn.ufpe.br
ETAPAS DO MÉTODO
39
Fonte: O autor (2017).
Figura 3.3.2 – Processo de criação de uma categoria por meio de uma codificação aberta.
CIn.ufpe.br
40
ETAPAS DO MÉTODO
Fonte: O autor (2017).
CIn.ufpe.br
41
ETAPAS DO MÉTODO
Análise e critérios de seleção
Figura 3.3.3 – Tela principal da plataforma online Patients like me.
Fonte: Patients like me (2016).
CIn.ufpe.br
42
ETAPAS DO MÉTODO
Análise e critérios de seleção
Figura 3.3.4 – Tela principal da plataforma online Patient innvation.
Fonte: Patient innovation (2016).
CIn.ufpe.br
43
ETAPAS DO MÉTODO
Análise e critérios de seleção
Figura 3.3.5 – Tela principal do website do Openredu.
Fonte: Openredu.org (2016).
CIn.ufpe.br
44
ETAPAS DO MÉTODO
Análise e critérios de seleção
Tabela 3.1 – Análise das características das plataformas.
Fonte: O autor, conforme análise dos Websites das plataformas (2016).
CIn.ufpe.br
45
ETAPAS DO MÉTODO
Testes de engajamento e usabilidade
● Esta etapa foi importante, pois ela contribuiu para contextualizar as
funcionalidades da plataforma.
○ Conforme a norma ISO 9241-11 (1998), a usabilidade é definida
como “a capacidade de um produto ser usado por usuários
específicos para atingir objetivos específicos com eficácia,
eficiência e satisfação em um contexto específico de uso”.
○ O que faz algo usável é a ausência de frustração em usá-lo, ser
agradável, de forma que o usuário fique satisfeito ao usá-lo
(RUBIN & CHISNELL, 2008).
CIn.ufpe.br
46
ETAPAS DO MÉTODO
Técnicas Prospectivas
● São avaliação que devem ser efetuadas juntamente com o usuário, e devem
ser extraídas informações das opiniões dele.
● Um método que pode ser utilizado neste tipo de técnica, são aplicações de
questionários ao usuário no qual podem fornecer informações valiosas tanto
quanto a satisfação do usuário com a interface ou informações de
posicionamento de componentes, entre outros (CYBIS, 1997).
CIn.ufpe.br
47
ETAPAS DO MÉTODO
Sujeitos
● Para realização deste estudo além do autor foram convidados 10 pessoas,
as quais possuem relação com o contexto de aprendizagem colaborativa
sobre a deficiência em G6PD e desempenham funções como gestão
(administrador), de professore(a)s, tutore(a)s e aluno(a)s.
● Distribuídos em 3 grupos inicialmente, são eles:
○ 2 Administradores;
○ 3 Professore(a)s;
○ 6 Aluno(a)s;
CIn.ufpe.br
48
ETAPAS DO MÉTODO
Procedimento
● A aplicação em situação de uso, são os princípios fundamentais desta
pesquisa. Desta forma, prezou-se pela relação harmoniosa do usuário com o
software, onde entende-se por este termo, como sendo algo em que o
usuário consiga realizar todas as ações que ele deseja, de maneira
simples e ágil.
○ Pois de acordo RODRIGUES (2010), a internacional Organization for
Standardization (ISO), a satisfação do usuário está interligada com a
eficiência e a efetividade, são métricas de usabilidade que permite
usarmos um produto alcançando seus objetivos específicos em um
contexto de uso específico (ISO 9241-10).
CIn.ufpe.br
49
ETAPAS DO MÉTODO
Considerações finais
● Com a adoção da metodologia de pesquisa apresentada neste capítulo foi
possível compreender melhor o contexto do problema de pesquisa e
aplicar uma melhoria na prática.
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
50
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
51
Fonte: O autor (2017).
Figura 4.2 - Modelo final com as categorias centrais.
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
• Proposição 1: As redes sociais tradicionais atuais não estão
organizadas para auxiliar a aprendizagem dos pais de
pacientes, profissionais de saúde e os Hubs sociais.
• Os conflitos sociais sobre assuntos diversos nas áreas da
política e religião são apenas dois exemplos de como essas
redes convencionais não são adequadas ao processo de
ensino-aprendizagem.
• Proposição 2: O engajamento e influência dos Hubs
sociais é o principal efeito dos impactos positivos nas
relações entre as categorias desenvolvidas em redução de
conflitos e a colaboração, compartilhamento e disseminação
de informações sobre a deficiência de G6PD.
52
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
• Proposição 3: Os conflitos de informações entre os
profissionais de saúde são fatores que impactam de forma
negativa e dificulta a busca e a precisão nas informações que
os pacientes e seus familiares precisam.
• Proposição 4: Sistemas baseados em redes sociais e
plataformas específicas para aprendizagem colaborativa
impactam de forma positiva o engajamento e a colaboração
entre os adultos.
• Proposição 5: Dependência geográfica da informação
impactam negativamente na escolha da profissão e busca de
informações para aprendizagem.
• Proposição 6: Busca de informações para aprendizagem tem
impacto positivo sobre a dificuldade de encontrar
informações, assim nascem os grupos, comunidades e redes
de aprendizagem colaborativas. 53
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
• Proposição 7: As dificuldades de encontrar informações tem
impactos negativos nas plataformas específicas para
aprendizagem colaborativa.
• Proposição 8: Quando os participantes tem experiência ou
convívio com a deficiência em G6PD há um impacto positivo
na redução das dificuldades em encontrar informações.
Logo abaixo alguns trechos que contribuíram na construção dos fatores e hipóteses:
“Maior divulgação de informações sobre as doenças/deficiências genéticas em redes
sociais ou algum local que se consiga compartilhar informações que seja acessível para
portadores de doenças/deficiência genética e seus familiares.” (Entrevistado 2 –
Profissional de saúde e pesquisador).
54
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
No grupo dos pais de pacientes e Hubs sociais obtivemos uma
forte interação por meio de ferramentas tecnológicas utilizando o
ambiente online. As perguntas Quadros 3.3.2.1, 3.3.2.2 e 3.3.2.3
foram aplicadas e os entrevistados se mostraram bastantes
engajados em apresentar suas dificuldades atuais, como está
descrito abaixo:
“A maior dificuldade está nos próprios profissionais da área. Fico triste com a pouca
informação passada atrás dos médicos”. (Entrevistado 1 – Hub social).
“São poucas as informações. Poucos artigos publicados na área e poucas pesquisas na
área”. (Entrevistado 1 - Familiares).
55
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
56
Fonte: http://inovapaciente.com (2017).
Figura 4.3 – Tela principal da rede inova paciente
Versão 1.0
.
Figura – Tela da principal da rede inova paciente
Versão 0.1
Fonte: http://inovapaciente.com (2017).
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
57
Fonte: http://openredu.ufpe.br/inovapaciente (2017).
Figura 4.4 – Tela principal do ambiente de aprendizado.
.
CIn.ufpe.br
ANÁLISE DOS RESULTADOS
58
Fonte:http://openredu.ufpe.br/inovapaciente/cursos/maes-que-cuidam-g6pd (2017).
Figura 4.5 – Tela de aprendizagem colaborativa sobre a deficiência em G6PD.
.
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
59
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
60
● Todos os participantes deste estudo são acima de 18 anos.
● Foi possível observar um avanço na utilização dos
Smartphones com uma frequência diária de mais de 4 horas na
internet em 100% dos aluno(a)s e acesso a tecnologia.
● A utilização para fins educacionais não é mais limitada como em
estudos anteriores, hoje já atinge 66,7% dos aluno(a)s
participantes.
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
61
● O computador (desktop) com 33,3% ainda é bastante utilizado
como auxílio nas atividades de aprendizagem.
● Na perspectiva dos professore(a)s sobre a utilização da rede.
Contribui com alguns aspectos no comportamento dos aluno(a)s
adultos eles relatam que sim, conforme relato na entrevista 2:
“Experiência foi muito positiva. É uma plataforma de fácil uso e muito útil para
assuntos de extrema relevância.” Professor(a).
“Com certeza, muitas pessoas somente ao conhecer o projeto já se sente incentivados a
aprender.” Professor(a).
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
62
● O computador (desktop) com 33,3% ainda é bastante utilizado
como auxílio nas atividades de aprendizagem.
● Na perspectiva dos professore(a)s sobre a utilização da rede.
Contribui com alguns aspectos no comportamento dos aluno(a)s
adultos eles relatam que sim, conforme relato na entrevista 2:
“Experiência foi muito positiva. É uma plataforma de fácil uso e muito útil para
assuntos de extrema relevância.” Professor(a).
“Com certeza, muitas pessoas somente ao conhecer o projeto já se sente incentivados a
aprender.” Professor(a).
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
63
Outros pontos observados foram as principais dificuldades e aspectos
negativos na utilização da plataforma, sendo relatado na entrevista 1 e 3 que
não tiveram dificuldades, já na entrevista 2 algumas limitações de capacidade
de conteúdos e dificuldades de cadastro de professores é um deles, segue
relatos:
“Por enquanto não tive dificuldades.” Professor(a) entrevista 1.
“nenhum.” Professor(a) entrevista 3.
“Atualmente ainda seriam as limitações de capacidade de conteúdos inseridos”
Professor(a) entrevista 2.
“Alguns serviços não são tão óbvios de achar, o cadastro de professores nós cursos é
um deles.” Professor(a) entrevista 2.
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
64
1. Eficácia: Avalia o desempenho de uma tarefa tendo como foco a análise da
velocidade de execução e quantidade de erros;
2. Aprendizagem: Avalia o desempenho desde a instalação do produto até o início do
uso. Inclui a avaliação do tempo de treinamento necessário, do uso de suporte e da
necessidade de novos treinamentos para reciclagem;
3. Flexibilidade: Avalia a capacidade de adaptação a novas tarefas além das já
especificadas no sistema;
4. Atitude: Avalia o desempenho com relação ao conforto ou satisfação do usuário ao
utilizar o sistema.
● Estes foram alguns dos pontos que contribuíram para a escolha do questionário.
○ O resultado da SUS é a soma da contribuição individual de cada item.
(BROOKE, 1986)
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
65
Fonte: O autor (2017).
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
66
● Avaliar a facilidade de aprendizagem do sistema: a facilidade de
aprendizagem está representada nas questões 3, 4 7 e 10 do SUS.
● Verificar a eficiência do sistema: as questões 5, 6 e 8 estão
relacionados a eficiência do sistema.
● Identificar inconsistência do sistema: as inconsistências e minimização
dos erros são medidas através da questão 6.
● Avaliar a facilidade de memorização: a facilidade de memorização é avaliada
pela questão 2.
● Verificar a satisfação dos usuários: a satisfação dos usuários está
representada pelas questões: 1, 4, 9.
○ Dentre os participantes da pesquisa, 81,8% afirmam que usariam com
frequência o ambiente.
○ Onde logo em seguida, 63,7% também afirmam que o sistema é fácil de usar.
Apensar que 36,4% afirmou na pergunta seguinte, que necessitaria de ajuda
para operar o sistema.
CIn.ufpe.br
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
67
...em menos de 7 horas de
lançamento o curso não tinha
mais vagas!
TUTORA
DO
CURSO.
CIn.ufpe.br
CONSIDERAÇÕES FINAIS
68
CIn.ufpe.br
CONSIDERAÇÕES FINAIS
❏ Este trabalho teve como intuito analisar o engajamento no uso de
uma rede social educacional.
❏ O ambiente de aprendizagem foi denominado rede inova paciente;
❏ Foi realizado a automação das atividades existentes neste
contexto, em forma de aulas colaborativas.
❏ Os processos, práticas e princípios considerados importantes para
unificar a aprendizagem colaborativa neste contexto de pesquisa são:
temáticas relevantes e de impacto social, qualidade de vida, saúde
pública de qualidade, informações com interação social e em rede.
69
CIn.ufpe.br
❏ A princípio os testes realizados no ambiente demonstração
trouxeram os primeiros dados referentes ao uso da mesma em um
contexto real de uso.
❏ Porém é relevante vivenciar estas experiências com outros tipos de
possíveis usuários.
❏ No grupo dos profissionais de saúde na atividade de aplicação do
instrumento de coleta houve um incidente no laboratório de
genética clínica, e os participantes tiveram um tempo “reduzido”
para responder as perguntas do roteiro apresentado no Quadro
3.3.2.1.
❏ Os horários de trabalho desses profissionais eram em regime de
escala, sendo as equipes distribuídas em três turnos, dificultando a
aplicação do instrumento.
70
DIFICULDADES E LIMITAÇÕES
CIn.ufpe.br
❏ Os efeitos do engajamento de adultos em uma Rede Social Educacional
sobre os processos de aprendizagem colaborativa foi analisado conforme
modelo final desenvolvido.
❏ Os fatores que devem ser considerados no engajamento de adultos em
processos de aprendizagem colaborativa são: motivacionais, relacionados
a aspectos sociais e com nível moderado de autonomia.
❏ Como um ambiente exclusivo de aprendizagem foi possível observar a
relação entre os agentes do sistema e suas formas de colaboração, sobre
tudo na interação.
71
RESULTADOS ALCANÇADOS
CIn.ufpe.br
❏ Foi possível verificar que o engajamento no ambiente foi satisfatório,
pois todo o planejamento e desenvolvimento do conteúdo apresentado na
plataforma foi feito por voluntário(a)s motivados a colaborar e cooperar
com a educação da sociedade Brasileira, sendo assim unificando o
engajamento com a aprendizagem.
72
RESULTADOS ALCANÇADOS
CIn.ufpe.br
TRABALHOS FUTUROS
73
CIn.ufpe.br
TRABALHOS FUTUROS
• Inserir e ampliar o ambiente da rede em um contexto mais amplo,
saindo do ambiente demonstração e indo para um ambiente
definitivo.
• Inserir algoritmos genéticos, cujo o objetivo será implantar
inteligência artificial (IA) que diminua o tempo de respostas para as
perguntas complexas.
• Criar um sistema que possua dados estruturados utilizando gene
ontology (GO, 2006) para dar suporte posteriormente a
funcionalidades que utilizam mecanismo de inferência.
• Implementar uma rede com sistemas distribuídos em cloud com
apoio de um BPMS.
74
CIn.ufpe.br
MUITO OBRIGADO !
apresentação disponível em:
@car2
75
CIn.ufpe.br
ANÁLISE QUALITATIVA SOBRE ENGAJAMENTO DE ADULTOS NO
USO DE UMA REDE SOCIAL EDUCACIONAL DE APRENDIZAGEM
COLABORATIVA SOBRE A DEFICIÊNCIA EM
GLICOSE-6-FOSFATO-DESIDROGENASE
Aluno: Cloves Alves da Rocha
(car2@cin.ufpe.br)
Orientador: Silvio Romero de Lemos Meira
(srlm@cin.ufpe.br)
Coorientador: Vinicius Cardoso Garcia
(vcg@cin.ufpe.br)
Pós-Graduação em Ciência da Computação
Universidade Federal de Pernambuco (U.F.P.E.)
Defesa de Dissertação de Mestrado 2017
76

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Pré-projeto Mestrado UNIFRA
Pré-projeto Mestrado UNIFRAPré-projeto Mestrado UNIFRA
Pré-projeto Mestrado UNIFRAAlexandre Brust
 
Apresentação defesa de dissertação
Apresentação defesa de dissertaçãoApresentação defesa de dissertação
Apresentação defesa de dissertaçãoLuciana Viter
 
Defesa de mestrado Valeria de Oliveira 9.8.13
Defesa de mestrado   Valeria de Oliveira 9.8.13Defesa de mestrado   Valeria de Oliveira 9.8.13
Defesa de mestrado Valeria de Oliveira 9.8.13Valeria de Oliveira
 
Defesa Mestrado Alcione
Defesa Mestrado AlcioneDefesa Mestrado Alcione
Defesa Mestrado AlcioneAlcione Torres
 
Apresentação dos slides de dissertação de mestrado
Apresentação dos slides de dissertação de mestradoApresentação dos slides de dissertação de mestrado
Apresentação dos slides de dissertação de mestradoMarco Aurélio Tomaz Jr
 
Apresentação Pré- projeto tese
Apresentação Pré- projeto tese Apresentação Pré- projeto tese
Apresentação Pré- projeto tese João Piedade
 
Seminário do estágio
Seminário do estágioSeminário do estágio
Seminário do estágiofamiliaestagio
 
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. RilvaPesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. RilvaRilva Lopes de Sousa Muñoz
 
Slide projeto de pesquisa
Slide projeto de pesquisaSlide projeto de pesquisa
Slide projeto de pesquisarivanialeao
 
Dissertação de mestrado
Dissertação de mestradoDissertação de mestrado
Dissertação de mestradoAna Santos
 
Apresentação Tese Mestrado (14_10_2011)
Apresentação Tese Mestrado (14_10_2011)Apresentação Tese Mestrado (14_10_2011)
Apresentação Tese Mestrado (14_10_2011)Susana Lemos
 
Modelo slide para apresentação do artigo
Modelo   slide para apresentação do artigoModelo   slide para apresentação do artigo
Modelo slide para apresentação do artigoAdelmo Bicalho
 

Mais procurados (20)

Pré-projeto Mestrado UNIFRA
Pré-projeto Mestrado UNIFRAPré-projeto Mestrado UNIFRA
Pré-projeto Mestrado UNIFRA
 
Apresentação defesa de dissertação
Apresentação defesa de dissertaçãoApresentação defesa de dissertação
Apresentação defesa de dissertação
 
Dissertação do Mestrado
Dissertação do MestradoDissertação do Mestrado
Dissertação do Mestrado
 
Defesa de mestrado Valeria de Oliveira 9.8.13
Defesa de mestrado   Valeria de Oliveira 9.8.13Defesa de mestrado   Valeria de Oliveira 9.8.13
Defesa de mestrado Valeria de Oliveira 9.8.13
 
Defesa Mestrado Alcione
Defesa Mestrado AlcioneDefesa Mestrado Alcione
Defesa Mestrado Alcione
 
Apresentação dos slides de dissertação de mestrado
Apresentação dos slides de dissertação de mestradoApresentação dos slides de dissertação de mestrado
Apresentação dos slides de dissertação de mestrado
 
Apresentação Pré- projeto tese
Apresentação Pré- projeto tese Apresentação Pré- projeto tese
Apresentação Pré- projeto tese
 
Seminário do estágio
Seminário do estágioSeminário do estágio
Seminário do estágio
 
Apresentação defesa mestrado
Apresentação defesa mestradoApresentação defesa mestrado
Apresentação defesa mestrado
 
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. RilvaPesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
Pesquisa Qualitativa: Uma Introdução. Profa. Rilva
 
Slides tcc definitivo.
Slides tcc definitivo.Slides tcc definitivo.
Slides tcc definitivo.
 
Slides para a qualificação
Slides para a qualificaçãoSlides para a qualificação
Slides para a qualificação
 
Apresentando TCC
Apresentando TCCApresentando TCC
Apresentando TCC
 
Pesquisa qualitativa
Pesquisa qualitativaPesquisa qualitativa
Pesquisa qualitativa
 
Slide projeto de pesquisa
Slide projeto de pesquisaSlide projeto de pesquisa
Slide projeto de pesquisa
 
Dissertação de mestrado
Dissertação de mestradoDissertação de mestrado
Dissertação de mestrado
 
Apresentação Tese Mestrado (14_10_2011)
Apresentação Tese Mestrado (14_10_2011)Apresentação Tese Mestrado (14_10_2011)
Apresentação Tese Mestrado (14_10_2011)
 
Modelo slide para apresentação do artigo
Modelo   slide para apresentação do artigoModelo   slide para apresentação do artigo
Modelo slide para apresentação do artigo
 
Dissertação mestrado Ciência da Educação / Neldilene G. Soares
Dissertação  mestrado Ciência da Educação / Neldilene G. SoaresDissertação  mestrado Ciência da Educação / Neldilene G. Soares
Dissertação mestrado Ciência da Educação / Neldilene G. Soares
 
Slide tcc apresentação1
Slide tcc   apresentação1Slide tcc   apresentação1
Slide tcc apresentação1
 

Semelhante a Defesa de Dissertação de Mestrado em Ciência da Computação 2017

Texto espaços socioeducativos laura fonseca - dia 30 de setembro
Texto espaços socioeducativos   laura fonseca - dia 30 de setembroTexto espaços socioeducativos   laura fonseca - dia 30 de setembro
Texto espaços socioeducativos laura fonseca - dia 30 de setembroProfesonline
 
Dengue artigo pedagogia bolsa pibid
Dengue artigo   pedagogia bolsa pibidDengue artigo   pedagogia bolsa pibid
Dengue artigo pedagogia bolsa pibidLucia Fagundes
 
Formação de jovens do campo para a sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros,...
Formação de jovens do campo para a sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros,...Formação de jovens do campo para a sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros,...
Formação de jovens do campo para a sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros,...cerradounb
 
Tornar a educação inclusiva
Tornar a educação inclusivaTornar a educação inclusiva
Tornar a educação inclusivaallanrdamasceno
 
Unesco tornar a_educação_inclusiva
Unesco tornar a_educação_inclusivaUnesco tornar a_educação_inclusiva
Unesco tornar a_educação_inclusivaAmorim Albert
 
Preconceito e Discriminação no contexto escolar
Preconceito e Discriminação no contexto escolarPreconceito e Discriminação no contexto escolar
Preconceito e Discriminação no contexto escolarcaioamorim2000
 
Palestras | Oficinas | Cursos
Palestras | Oficinas | CursosPalestras | Oficinas | Cursos
Palestras | Oficinas | CursosINSTITUTO GENS
 
Extensão Universitária no UDF
Extensão Universitária no UDFExtensão Universitária no UDF
Extensão Universitária no UDFGabriel Cardoso
 
Perguntas e Respostas sobre Ensino Híbrido
Perguntas e Respostas sobre Ensino HíbridoPerguntas e Respostas sobre Ensino Híbrido
Perguntas e Respostas sobre Ensino Híbridorosemaralopes
 
AQ7p4Ypsfavsfgdfdsavedrfgdfgdgfdfsgdsfgdfsg
AQ7p4YpsfavsfgdfdsavedrfgdfgdgfdfsgdsfgdfsgAQ7p4Ypsfavsfgdfdsavedrfgdfgdgfdfsgdsfgdfsg
AQ7p4YpsfavsfgdfdsavedrfgdfgdgfdfsgdsfgdfsgGilson Azevedo
 
Metodologia de projeto para adaptacao inclusiva de conteudo literario para de...
Metodologia de projeto para adaptacao inclusiva de conteudo literario para de...Metodologia de projeto para adaptacao inclusiva de conteudo literario para de...
Metodologia de projeto para adaptacao inclusiva de conteudo literario para de...Dominique Adam
 
Desafios e Estratégias para a Educação a Distância 2
Desafios e Estratégias para a Educação a Distância 2Desafios e Estratégias para a Educação a Distância 2
Desafios e Estratégias para a Educação a Distância 2Atena Editora
 
Plano de Ação Intel 10
Plano de Ação Intel 10Plano de Ação Intel 10
Plano de Ação Intel 10Lúcia Peres
 
Livro escola que protege
Livro escola que protegeLivro escola que protege
Livro escola que protegeInez Kwiecinski
 
Esc q prot_eletrônico
Esc q prot_eletrônicoEsc q prot_eletrônico
Esc q prot_eletrônicoilesor
 

Semelhante a Defesa de Dissertação de Mestrado em Ciência da Computação 2017 (20)

Texto espaços socioeducativos laura fonseca - dia 30 de setembro
Texto espaços socioeducativos   laura fonseca - dia 30 de setembroTexto espaços socioeducativos   laura fonseca - dia 30 de setembro
Texto espaços socioeducativos laura fonseca - dia 30 de setembro
 
Dengue artigo pedagogia bolsa pibid
Dengue artigo   pedagogia bolsa pibidDengue artigo   pedagogia bolsa pibid
Dengue artigo pedagogia bolsa pibid
 
Formação de jovens do campo para a sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros,...
Formação de jovens do campo para a sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros,...Formação de jovens do campo para a sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros,...
Formação de jovens do campo para a sustentabilidade na Chapada dos Veadeiros,...
 
184683 por
184683 por184683 por
184683 por
 
Tornar a educação inclusiva
Tornar a educação inclusivaTornar a educação inclusiva
Tornar a educação inclusiva
 
Unesco tornar a_educação_inclusiva
Unesco tornar a_educação_inclusivaUnesco tornar a_educação_inclusiva
Unesco tornar a_educação_inclusiva
 
Preconceito e Discriminação no contexto escolar
Preconceito e Discriminação no contexto escolarPreconceito e Discriminação no contexto escolar
Preconceito e Discriminação no contexto escolar
 
artigo andragogia
artigo andragogiaartigo andragogia
artigo andragogia
 
Educacaoadistancia
EducacaoadistanciaEducacaoadistancia
Educacaoadistancia
 
Educacaoadistancia
EducacaoadistanciaEducacaoadistancia
Educacaoadistancia
 
Palestras | Oficinas | Cursos
Palestras | Oficinas | CursosPalestras | Oficinas | Cursos
Palestras | Oficinas | Cursos
 
Extensão Universitária no UDF
Extensão Universitária no UDFExtensão Universitária no UDF
Extensão Universitária no UDF
 
Perguntas e Respostas sobre Ensino Híbrido
Perguntas e Respostas sobre Ensino HíbridoPerguntas e Respostas sobre Ensino Híbrido
Perguntas e Respostas sobre Ensino Híbrido
 
AQ7p4Ypsfavsfgdfdsavedrfgdfgdgfdfsgdsfgdfsg
AQ7p4YpsfavsfgdfdsavedrfgdfgdgfdfsgdsfgdfsgAQ7p4Ypsfavsfgdfdsavedrfgdfgdgfdfsgdsfgdfsg
AQ7p4Ypsfavsfgdfdsavedrfgdfgdgfdfsgdsfgdfsg
 
Educacao360
Educacao360Educacao360
Educacao360
 
Metodologia de projeto para adaptacao inclusiva de conteudo literario para de...
Metodologia de projeto para adaptacao inclusiva de conteudo literario para de...Metodologia de projeto para adaptacao inclusiva de conteudo literario para de...
Metodologia de projeto para adaptacao inclusiva de conteudo literario para de...
 
Desafios e Estratégias para a Educação a Distância 2
Desafios e Estratégias para a Educação a Distância 2Desafios e Estratégias para a Educação a Distância 2
Desafios e Estratégias para a Educação a Distância 2
 
Plano de Ação Intel 10
Plano de Ação Intel 10Plano de Ação Intel 10
Plano de Ação Intel 10
 
Livro escola que protege
Livro escola que protegeLivro escola que protege
Livro escola que protege
 
Esc q prot_eletrônico
Esc q prot_eletrônicoEsc q prot_eletrônico
Esc q prot_eletrônico
 

Mais de Cloves da Rocha

Mineração de Dados Um Estudo de Caso Real.pdf
Mineração de Dados Um Estudo de Caso Real.pdfMineração de Dados Um Estudo de Caso Real.pdf
Mineração de Dados Um Estudo de Caso Real.pdfCloves da Rocha
 
Live: Inteligência Artificial (IA) para pequenas e médias empresas
Live: Inteligência Artificial (IA) para pequenas e médias empresasLive: Inteligência Artificial (IA) para pequenas e médias empresas
Live: Inteligência Artificial (IA) para pequenas e médias empresasCloves da Rocha
 
Introdução a Machine Learning na Prática
Introdução a Machine Learning na PráticaIntrodução a Machine Learning na Prática
Introdução a Machine Learning na PráticaCloves da Rocha
 
II JEDI 2019 - OUP e OPS
II JEDI 2019 - OUP e OPS II JEDI 2019 - OUP e OPS
II JEDI 2019 - OUP e OPS Cloves da Rocha
 
Café.COM - OUP | Observatório de Projetos de Software (OPS) com ênfase em da...
Café.COM - OUP | Observatório de Projetos de Software (OPS)  com ênfase em da...Café.COM - OUP | Observatório de Projetos de Software (OPS)  com ênfase em da...
Café.COM - OUP | Observatório de Projetos de Software (OPS) com ênfase em da...Cloves da Rocha
 
Introdução à Engenharia de Testes de Software
Introdução à Engenharia de Testes de SoftwareIntrodução à Engenharia de Testes de Software
Introdução à Engenharia de Testes de SoftwareCloves da Rocha
 
Observatório de Projetos de Software com ênfase em dados abertos
Observatório de Projetos de Software com ênfase em dados abertosObservatório de Projetos de Software com ênfase em dados abertos
Observatório de Projetos de Software com ênfase em dados abertosCloves da Rocha
 
Gestão de Riscos em Processos de Negócios
Gestão de Riscos em Processos de NegóciosGestão de Riscos em Processos de Negócios
Gestão de Riscos em Processos de NegóciosCloves da Rocha
 
Utilização de Ferramenta Para Monitoração de Desempenho Baseada em Métodos Ág...
Utilização de Ferramenta Para Monitoração de Desempenho Baseada em Métodos Ág...Utilização de Ferramenta Para Monitoração de Desempenho Baseada em Métodos Ág...
Utilização de Ferramenta Para Monitoração de Desempenho Baseada em Métodos Ág...Cloves da Rocha
 
Aula 04 - Estudo de Caso Atacadão
Aula 04 - Estudo de Caso AtacadãoAula 04 - Estudo de Caso Atacadão
Aula 04 - Estudo de Caso AtacadãoCloves da Rocha
 
Café com André Menelau
Café com André MenelauCafé com André Menelau
Café com André MenelauCloves da Rocha
 
Engenharia de Requisitos
Engenharia de RequisitosEngenharia de Requisitos
Engenharia de RequisitosCloves da Rocha
 
APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR - By Prof. Cloves Rocha
APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR - By Prof. Cloves RochaAPRESENTAÇÃO DO PROFESSOR - By Prof. Cloves Rocha
APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR - By Prof. Cloves RochaCloves da Rocha
 
Principais Certificações em TIC - ITIL
Principais Certificações em TIC - ITILPrincipais Certificações em TIC - ITIL
Principais Certificações em TIC - ITILCloves da Rocha
 
Principais Certificações em TIC
Principais Certificações em TIC Principais Certificações em TIC
Principais Certificações em TIC Cloves da Rocha
 
I Café ETE PORTO DIGITAL | EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21
I Café ETE PORTO DIGITAL | EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21I Café ETE PORTO DIGITAL | EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21
I Café ETE PORTO DIGITAL | EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21Cloves da Rocha
 
XII Café e CODE - Provocações do Mestre
XII Café e CODE - Provocações do MestreXII Café e CODE - Provocações do Mestre
XII Café e CODE - Provocações do MestreCloves da Rocha
 
Padrões de Projeto de Software Orientado a Objetos
Padrões de Projeto de Software Orientado a ObjetosPadrões de Projeto de Software Orientado a Objetos
Padrões de Projeto de Software Orientado a ObjetosCloves da Rocha
 
XI Café e CODE - Provocações do Mestre
XI Café e CODE - Provocações do MestreXI Café e CODE - Provocações do Mestre
XI Café e CODE - Provocações do MestreCloves da Rocha
 

Mais de Cloves da Rocha (20)

Mineração de Dados Um Estudo de Caso Real.pdf
Mineração de Dados Um Estudo de Caso Real.pdfMineração de Dados Um Estudo de Caso Real.pdf
Mineração de Dados Um Estudo de Caso Real.pdf
 
Live: Inteligência Artificial (IA) para pequenas e médias empresas
Live: Inteligência Artificial (IA) para pequenas e médias empresasLive: Inteligência Artificial (IA) para pequenas e médias empresas
Live: Inteligência Artificial (IA) para pequenas e médias empresas
 
Introdução a Machine Learning na Prática
Introdução a Machine Learning na PráticaIntrodução a Machine Learning na Prática
Introdução a Machine Learning na Prática
 
II JEDI 2019 - OUP e OPS
II JEDI 2019 - OUP e OPS II JEDI 2019 - OUP e OPS
II JEDI 2019 - OUP e OPS
 
Café.COM - OUP | Observatório de Projetos de Software (OPS) com ênfase em da...
Café.COM - OUP | Observatório de Projetos de Software (OPS)  com ênfase em da...Café.COM - OUP | Observatório de Projetos de Software (OPS)  com ênfase em da...
Café.COM - OUP | Observatório de Projetos de Software (OPS) com ênfase em da...
 
Introdução à Engenharia de Testes de Software
Introdução à Engenharia de Testes de SoftwareIntrodução à Engenharia de Testes de Software
Introdução à Engenharia de Testes de Software
 
Observatório de Projetos de Software com ênfase em dados abertos
Observatório de Projetos de Software com ênfase em dados abertosObservatório de Projetos de Software com ênfase em dados abertos
Observatório de Projetos de Software com ênfase em dados abertos
 
Gestão de Riscos em Processos de Negócios
Gestão de Riscos em Processos de NegóciosGestão de Riscos em Processos de Negócios
Gestão de Riscos em Processos de Negócios
 
Palestra GEOMARKETING
Palestra GEOMARKETINGPalestra GEOMARKETING
Palestra GEOMARKETING
 
Utilização de Ferramenta Para Monitoração de Desempenho Baseada em Métodos Ág...
Utilização de Ferramenta Para Monitoração de Desempenho Baseada em Métodos Ág...Utilização de Ferramenta Para Monitoração de Desempenho Baseada em Métodos Ág...
Utilização de Ferramenta Para Monitoração de Desempenho Baseada em Métodos Ág...
 
Aula 04 - Estudo de Caso Atacadão
Aula 04 - Estudo de Caso AtacadãoAula 04 - Estudo de Caso Atacadão
Aula 04 - Estudo de Caso Atacadão
 
Café com André Menelau
Café com André MenelauCafé com André Menelau
Café com André Menelau
 
Engenharia de Requisitos
Engenharia de RequisitosEngenharia de Requisitos
Engenharia de Requisitos
 
APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR - By Prof. Cloves Rocha
APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR - By Prof. Cloves RochaAPRESENTAÇÃO DO PROFESSOR - By Prof. Cloves Rocha
APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR - By Prof. Cloves Rocha
 
Principais Certificações em TIC - ITIL
Principais Certificações em TIC - ITILPrincipais Certificações em TIC - ITIL
Principais Certificações em TIC - ITIL
 
Principais Certificações em TIC
Principais Certificações em TIC Principais Certificações em TIC
Principais Certificações em TIC
 
I Café ETE PORTO DIGITAL | EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21
I Café ETE PORTO DIGITAL | EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21I Café ETE PORTO DIGITAL | EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21
I Café ETE PORTO DIGITAL | EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO 21
 
XII Café e CODE - Provocações do Mestre
XII Café e CODE - Provocações do MestreXII Café e CODE - Provocações do Mestre
XII Café e CODE - Provocações do Mestre
 
Padrões de Projeto de Software Orientado a Objetos
Padrões de Projeto de Software Orientado a ObjetosPadrões de Projeto de Software Orientado a Objetos
Padrões de Projeto de Software Orientado a Objetos
 
XI Café e CODE - Provocações do Mestre
XI Café e CODE - Provocações do MestreXI Café e CODE - Provocações do Mestre
XI Café e CODE - Provocações do Mestre
 

Último

atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoModelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoprofleticiasantosbio
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURADouglasVasconcelosMa
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.azulassessoria9
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxHlioMachado1
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 

Último (20)

atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoModelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 

Defesa de Dissertação de Mestrado em Ciência da Computação 2017

  • 1. CIn.ufpe.br ANÁLISE QUALITATIVA SOBRE ENGAJAMENTO DE ADULTOS NO USO DE UMA REDE SOCIAL EDUCACIONAL DE APRENDIZAGEM COLABORATIVA SOBRE A DEFICIÊNCIA EM GLICOSE-6-FOSFATO-DESIDROGENASE Aluno: Cloves Alves da Rocha (car2@cin.ufpe.br) Orientador: Silvio Romero de Lemos Meira (srlm@cin.ufpe.br) Coorientador: Vinicius Cardoso Garcia (vcg@cin.ufpe.br) Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade Federal de Pernambuco (U.F.P.E.) Defesa de Dissertação de Mestrado 2017 1
  • 2. CIn.ufpe.br AGENDA • Introdução; • Objetivo Geral; • Objetivos Específicos; • Fundamentação Teórica; • Metodologias; • Etapas dos Métodos; • Análise dos Resultados; • Discussão dos Resultados; • Considerações Finais; • Trabalhos Futuros. 2
  • 4. CIn.ufpe.br ● Segundo pesquisadores do Projeto Genoma o primeiro genoma humano levou aproximadamente 13 anos para ser sequenciado e custou 3 bilhões de dólares. ● No entanto apenas 2% do DNA Humano foi explorado por cientistas. ● Os dados podem atingir um volume de 2 GB a 800 GB, a depender do tamanho da região sequenciada, da plataforma e da qualidade desejada. MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA 4
  • 5. CIn.ufpe.br 5 MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA A Global Genes estima-se que 350 milhões de pessoas no mundo sofrem de doenças raras, sendo 80% das doenças raras de origem genética, ou seja, aproximadamente 280 milhões. A Global Genes ainda apresenta outros dados importantes, conforme se segue: 1. Aproximadamente 50% das pessoas afetadas por doenças raras são crianças. 2. 30% das crianças com doença rara não viverá para ver o seu quinto aniversário. 3. As doenças raras são responsáveis por 35% das mortes no primeiro ano de vida.
  • 6. CIn.ufpe.br 6 Segundo o Instituto Nacional de Saúde, denominado de Serviço Nacional de Saúde (SNS) dentre mais de 6 mil doenças genéticas ativas no mundo [e em crescimento] estão catalogadas e agrupadas aproximadamente em 224 áreas. ● A Organização Mundial de Saúde (OMS) apresenta e classifica a deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD). ● G6PD, (abreviatura em inglês) é a enzima envolvida na produção da forma reduzida de fosfato. ● Uma das doenças congênitas que trazem impactos na qualidade de vida das crianças. MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA
  • 7. CIn.ufpe.br 7 MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA ● A G6PD, também conhecida como Favismo é particularmente importante para as células vermelhas do sangue, que estão em risco substancial devido à sua função de transportadoras de oxigênio, tornando-as altamente vulneráveis a danos oxidativos. ● A mutação no gene que codifica a G6PD, que leva à completa perda de atividade da G6PD (mutações nulas) é letal no embrião. ● A deficiência em G6PD é o defeito enzimático conhecido mais comum em humanos, com cerca de 7,5% da população do mundo carregando uma variante do gene dessa deficiência.
  • 8. CIn.ufpe.br 8 MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA O ENGAJAMENTO mediado por redes sociais educativas têm potencializado comportamentos de colaboração conforme apresentado na literatura atual em diversos congressos brasileiros e internacionais. VALDEZ, FERREIRA e MACIEL BARBOSA (2013)
  • 9. CIn.ufpe.br 9 MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA Nesse contexto as Redes Sociais Educativas (RSE) têm gerado discussões atrativas e consideráveis avanços no engajamento de adultos. A promoção do engajamento por meio de Ambiente de Aprendizagem Pessoal (PLE) potencializa o usuário a ser um aluno pressupostamente engajado.
  • 10. CIn.ufpe.br 10 MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA Segundo o modelo de GARRISON (2003) o processo de engajamento apresenta três elementos: ❏ Autogerenciamento; ❏ Automonitoramento e a; ❏ Motivação (interna e externa). Tem como fundamento a responsabilidade e controle que o aluno deve empreender, o que se inter-relacionam e seus efeitos no aluno na busca pela aprendizagem.
  • 11. CIn.ufpe.br 11 MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA De acordo com CIPRIANI (2011), a possibilidade de contato com pessoas desconhecidas é grande no ambiente de Redes Sociais (RS). SOMMERVILLE (2011), em engenharia de software, fala que os atores são indivíduos ou organizações. Segundo SILVA (2014) quando uma plataforma é configurada como uma RS, ela já sugere um favorecimento da qualidade da aprendizagem, no que tange à utilização de vários recursos para interação síncronas e assíncronas, pois o próprio conceito de RS remete a interações.
  • 12. CIn.ufpe.br 12 MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA GOMES et al., 2010; 2011). BOYD e ELLISON (2008) referem-se às RS como um serviço baseado na Web que permite aos usuários construir um perfil público ou semipúblico, a fim de estabelecer contato com outros usuários dessas redes. Segundo GABARDO (2015) tais conhecimentos podem ser amplamente estendidos para áreas como política, epidemiologia, sociologia, estatística de modo em geral, dentre uma infinidade de possíveis aplicações com estratégias voltadas para as redes sociais.
  • 13. CIn.ufpe.br 13 MOTIVAÇÃO E JUSTIFICATIVA Diante destas narrativas, a possibilidade de ensino-aprendizagem colaborativa e engajamento de adultos sobre a deficiência em G6PD são potencializadas em ambientes de Redes Sociais Educacionais (RSE) e proporciona uma oportunidade de aprendizagem rica em informações relevantes tanto para os pesquisadores, pais e mães de crianças, como para profissionais de saúde, educadores e colaboradores voluntários. “O diferencial aplica-se na estratégia de engajamento dos principais hubs sociais conforme sua interação e contribuição no ambiente de aprendizagem.” O autor (2017).
  • 15. CIn.ufpe.br 15 OBJETIVO GERAL ● O objetivo geral é analisar os efeitos do engajamento de adultos no uso de uma Rede Social Educacional (RSE) de aprendizagem colaborativa sobre a deficiência em G6PD.
  • 16. CIn.ufpe.br 16 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Implementar um ambiente de aprendizagem em uma RSE; ● Analisar o fenômeno do engajamento no ambiente da RSE; ● Observar o comportamento de adultos em formação mediados por RSE;
  • 17. CIn.ufpe.br FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ENGAJAMENTO NAS REDES SOCIAIS E SUA TRAJETÓRIA 17
  • 18. CIn.ufpe.br FREIRE (1982), mais que um educador, um pensador comprometido com a vida, com a existência, pensar em como buscar a liberdade humana a qual será presa, amarrada à consciência da classe dominante. Segundo FREIRE (1982), a libertação do homem oprimido, tão necessária a si e ao opressor, será possível mediante um nova concepção de educação: a educação libertadora, aquela que vai remar na contramão da dominação. 18 Educação libertadora e social
  • 19. CIn.ufpe.br FREIRE (1982) propõe abandonar a educação bancária, a qual transforma os homens em “vasilhas”, em “recipientes”, a serem “preenchidos” pelos que julgam educar, pois acredita que essa educação defende os interesses do opressor, que trata os homens como seres vazios, desfigurados, dependentes. 19 Educação libertadora e social
  • 20. CIn.ufpe.br ❖ Ao invés disso, FREIRE (1982) buscou defender uma educação dos homens por meio da conscientização, da desalienação e da problematização. ❖ Na visão de FREIRE (1982), uma educação popular e verdadeiramente libertadora, se constrói a partir de uma educação problematizadora, alicerçada em perguntas provocadoras de novas respostas, no diálogo crítico, libertador, na tomada de consciência de sua condição existencial. ❖ Tal investigação Freire chamou de “universo temático”, um conjunto de “temas geradores”. 20 Educação libertadora e social Segundo Freire “esses temas se chamam geradores porque, qualquer que seja a natureza de sua compreensão como a ação por eles provocada, contêm em si a possibilidade de desdobrar-se em outros tantos temas que, por sua vez, provocam novas tarefas que devem ser cumpridas”. (FREIRE, 1982, p. 110).
  • 21. CIn.ufpe.br ❖ FREIRE (1982) observou que dentro de cada sociedade existem temas geradores a serem discutidos que se subdividem de acordo com a época e o local. E, a sua inexistência, aparente ou oculta, “pode significar, já, a existência de uma 'situação-limite' de opressão em que os homens se encontram mais imersos que emersos. ❖ Aprofundando a questão, o mesmo afirmou que o medo da liberdade, impresso nos oprimidos ao longo de sua vida, os leva a assumir mecanismos de defesa e, “através racionalizações, escondem o fundamental, enfatizam o acidental e negam a realidade concreta” (FREIRE, 1982, p. 112). ❖ Assim, sua tendência é ficar na periferia dos problemas evitando o confronto com o problema. 21 Educação libertadora e social
  • 22. CIn.ufpe.br O ponto de partida freireano inicia pela busca, pela investigação acerca do tema gerador: situações existenciais, concretas, que se encontram “codificadas” pela realidade, para então chegar à “descodificação”: “análise e consequente reconstituição da situação vivida: reflexão, reflexão e abertura de possibilidades concretas de ultrapassagem” (FIORI in FREIRE, 1982, p. 05). O universo que antes era fechado agora vai se abrindo a uma nova realidade. 22 Educação libertadora e social
  • 23. CIn.ufpe.br ❏ A inovação tecnológica tem assumido um papel vital na educação (VALDEZ, FERREIRA e MACIEL BARBOSA, 2013), com a inserção das tecnologias da informação na educação, surgem novas formas de aprendizagem, que otimizam tempo e espaço, favorecendo a modalidade de ensino a distância (EaD), tal como é conhecida hoje, e está sendo amplamente utilizada em diferentes área do conhecimento. ❏ Segundo SILVA (2014) em todo esse processo educativo, a internet é considerada uma importante ferramenta, pois promove a comunicação interativa entre os usuários e “a liberdade daquele que busca a informação”, “coincidindo com a ideia da educação a distância” e favorecendo a aprendizagem colaborativa (RODRIGUES et al., 2011, p. 5). 23 Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por computador (CSCL)
  • 24. CIn.ufpe.br CAVALCANTE (2002) também concorda que a internet é o espaço mais inovador para o ensino a distância. Segundo KOP (2011), do conselho nacional de pesquisa do Canadá, algo fundamental mudou com os últimos desenvolvimento web: a facilidade de comunicação e as possibilidades de uso de agregadores de agrupar e filtrar as comunicações e informações fizeram com que o contexto da aprendizagem muda-se drasticamente. As pessoas podem agora aprender sobre redes específicas [domínios] fora do controle de uma instituição, e, dependendo da natureza das conexões efetuadas, a experiência de aprendizagem irá variar. 24 Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por computador (CSCL)
  • 25. CIn.ufpe.br Em um ambiente colaborativo a melhor estratégia na busca de informações é compartilhando suas dúvidas e consultando históricos de perguntas já respondidas. Segundo NASH J. (1951) matemático ganhador do Prêmio Nobel da Economia (1994) na sua tese de doutorado “Teoria dos Jogos” (Theory of Non-cooperative Games) fala da “estratégia de equilíbrio” – na qual os interesses deixam de ser conflitantes porque é vantajoso para todos cooperar. Atualmente, a aprendizagem cooperativa têm sido amplamente apoiada por recursos computacionais que funcionam como “elementos facilitadores do processo de comunicação e aprendizagem em comunidades virtuais de grande porte” (CUNHA FILHO et al., 2000, p. 63). 25 Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por computador (CSCL)
  • 26. CIn.ufpe.br Segundo KEVIN KELLY (2013), esta nova economia é definida por três característica: é GLOBAL, favorece INTANGÍVEIS, como ideias, informação e relacionamentos, e é intensamente INTERLIGADA. Ela muda o escopo das coisas de lugar para espaço: proximidade física [ou lugar] é substituída por múltiplas interações com qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar [espaço]. 26 Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por computador (CSCL)
  • 27. CIn.ufpe.br Em outras palavras, KELLY (2013) diz algo mais que BUSH-DRUCKER-CASTELLS, pois conclui que o lugar [place] onde as coisas [ainda] acontecem será substituído pelo espaço [space] de interações de todos os tipos e em qualquer hora e lugar. Ao invés de lugares, puros e simples, lugares conectados, suas interações e fluxos (MEIRA, 2013). Neste cenário, a tecnologia da informação desenvolve um papel fundamental, pois disponibiliza diversos recursos. As RS, dentro desse contexto, devem ser entendidas como redes virtuais de relacionamento. 27 Ambientes de aprendizagem colaborativa apoiada por computador (CSCL)
  • 28. CIn.ufpe.br As Redes Sociais Educacionais (RSE) são concebida para propósitos de ensino e aprendizagem. 28 As redes sociais educacionais “Os softwares sociais são artefatos que promovem a comunicação entre os atores do processo de ensino e aprendizagem antes de qualquer outro fenômeno cognitivo. Os processos de comunicação desdobraram-se em fenômenos de comunicação síncronos e assíncronos, colaboração, percepção social, aprendizagem em rede e autorregulação da aprendizagem.” (GOMES, 2012, p. 21).
  • 29. CIn.ufpe.br 29 Crescimento das redes sociais Fonte: Adaptado de Facebook e The Social Media Hat (2017). Tabela 2.1 – Número de usuários aproximado das principais redes sociais.
  • 30. CIn.ufpe.br 30 Crescimento das redes sociais Fonte: Adaptado de Facebook e The Social Media Hat (2017). Tabela 2.1 – Número de usuários aproximado das principais redes sociais. População Mundial. Data da informação: 03/08/17
  • 31. CIn.ufpe.br 31 Formas de mensurar o engajamento Segundo SEIXAS (2014) há dificuldades em chegar a um consenso sobre o termo engajamento dos estudantes, tem sido um desafio também identificar formas de mensurá-lo (SHERNOFF et al., 2003; LANASA et al., 2009). Os autores apontam que a forma mais comum de mensurar o engajamento é através de informações reportadas pelos estudantes sobre eles mesmos. Geralmente, as pesquisas que investigam o engajamento comportamental e o engajamento cognitivo dos estudantes utilizam questionários que são dirigidos aos professores e aos próprios estudantes (SHERNOFF et al., 2003; ZEPKE et al., 2010; SKINNER e BELMONT, 1993; WILLEKENS e GIBSON, 2010).
  • 32. CIn.ufpe.br 32 Formas de mensurar o engajamento Também são comuns, ao mensurar engajamento, estudos que combinam a utilização de questionários com outras técnicas como entrevistas (SULLIVAN et al., 2009) e grupo focal (SAEED e ZYNGIER, 2012 ; CHAPMAN, 2003). Sobre essa última, KANTHAN (2011) ressalta que quando as discussões nos grupos focais são restritas a pequenos grupos, descrições mais detalhadas sobre o engajamento podem ser coletadas. A investigação do engajamento emocional é feita, normalmente, através de questionários aplicados aos estudantes (FREDRICKS et al., 2003). Um dos instrumentos mais utilizados é o NSSE. Os dados obtidos fornecem dados para faculdades e universidades poderem avaliar e melhorar o ensino (NSSE, 2013).
  • 33. CIn.ufpe.br 33 Indicadores de engajamento Tratando-se de engajamento estudantil de acordo com SEIXAS et al., 2014, as pesquisas apresentam indicadores ou variáveis no intuito de observar se houver alguma mudança no contexto de suas intervenções. Dessa forma, combinam comportamento, emoção e cognição em uma única escala de avaliação. Para FREDRICKS et al., 2004, isso dificulta a distinção dos três tipos de engajamento. Indo além, não há uma uniformização desses indicadores. Alguns autores identificam o engajamento em termos de autonomia (TAYLOR e PARSONS, 2011; REEVE et al., 2004; SKINNER e BELMONT, 1993).
  • 34. CIn.ufpe.br 34 Indicadores de engajamento Para outros autores, a realização das atividades em sala de aula é apontada como indício de engajamento (BIRCH e LADD, 1997; FINN, PANNOZZO e VOELKL, 1995). Em estudo realizado por SHERNOFF et al., 2003 os alunos engajados passavam mais da metade do tempo realizando as atividades solicitadas pelo professor. Para SULLIVAN et al. (2009), ao cumprir suas atividades o alunos esperam obter sucesso na aprendizagem, o que aumenta o seu nível de comprometimento.
  • 35. CIn.ufpe.br 35 Indicadores de engajamento Ainda para outros autores, a participação do aluno nas discussões em sala de aula coloca em evidência a sua motivação em relação à aprendizagem (BIRCH e LADD, 1997; STOVALL, 2003; FINN, PANNOZZO e VOELKL, 1995 ;REEVE et al. 2004; AKEY, 2006, TAYLOR e PARSONS, 2011). Esse diálogo não apenas favorece a troca de informações entre professores e alunos, como a falta dele pode indicar que os estudantes não estão compreendendo o assunto abordado (ROCCA , 2010; WILLMS, 2003; BULGER et al., 2008).
  • 39. CIn.ufpe.br ETAPAS DO MÉTODO 39 Fonte: O autor (2017). Figura 3.3.2 – Processo de criação de uma categoria por meio de uma codificação aberta.
  • 41. CIn.ufpe.br 41 ETAPAS DO MÉTODO Análise e critérios de seleção Figura 3.3.3 – Tela principal da plataforma online Patients like me. Fonte: Patients like me (2016).
  • 42. CIn.ufpe.br 42 ETAPAS DO MÉTODO Análise e critérios de seleção Figura 3.3.4 – Tela principal da plataforma online Patient innvation. Fonte: Patient innovation (2016).
  • 43. CIn.ufpe.br 43 ETAPAS DO MÉTODO Análise e critérios de seleção Figura 3.3.5 – Tela principal do website do Openredu. Fonte: Openredu.org (2016).
  • 44. CIn.ufpe.br 44 ETAPAS DO MÉTODO Análise e critérios de seleção Tabela 3.1 – Análise das características das plataformas. Fonte: O autor, conforme análise dos Websites das plataformas (2016).
  • 45. CIn.ufpe.br 45 ETAPAS DO MÉTODO Testes de engajamento e usabilidade ● Esta etapa foi importante, pois ela contribuiu para contextualizar as funcionalidades da plataforma. ○ Conforme a norma ISO 9241-11 (1998), a usabilidade é definida como “a capacidade de um produto ser usado por usuários específicos para atingir objetivos específicos com eficácia, eficiência e satisfação em um contexto específico de uso”. ○ O que faz algo usável é a ausência de frustração em usá-lo, ser agradável, de forma que o usuário fique satisfeito ao usá-lo (RUBIN & CHISNELL, 2008).
  • 46. CIn.ufpe.br 46 ETAPAS DO MÉTODO Técnicas Prospectivas ● São avaliação que devem ser efetuadas juntamente com o usuário, e devem ser extraídas informações das opiniões dele. ● Um método que pode ser utilizado neste tipo de técnica, são aplicações de questionários ao usuário no qual podem fornecer informações valiosas tanto quanto a satisfação do usuário com a interface ou informações de posicionamento de componentes, entre outros (CYBIS, 1997).
  • 47. CIn.ufpe.br 47 ETAPAS DO MÉTODO Sujeitos ● Para realização deste estudo além do autor foram convidados 10 pessoas, as quais possuem relação com o contexto de aprendizagem colaborativa sobre a deficiência em G6PD e desempenham funções como gestão (administrador), de professore(a)s, tutore(a)s e aluno(a)s. ● Distribuídos em 3 grupos inicialmente, são eles: ○ 2 Administradores; ○ 3 Professore(a)s; ○ 6 Aluno(a)s;
  • 48. CIn.ufpe.br 48 ETAPAS DO MÉTODO Procedimento ● A aplicação em situação de uso, são os princípios fundamentais desta pesquisa. Desta forma, prezou-se pela relação harmoniosa do usuário com o software, onde entende-se por este termo, como sendo algo em que o usuário consiga realizar todas as ações que ele deseja, de maneira simples e ágil. ○ Pois de acordo RODRIGUES (2010), a internacional Organization for Standardization (ISO), a satisfação do usuário está interligada com a eficiência e a efetividade, são métricas de usabilidade que permite usarmos um produto alcançando seus objetivos específicos em um contexto de uso específico (ISO 9241-10).
  • 49. CIn.ufpe.br 49 ETAPAS DO MÉTODO Considerações finais ● Com a adoção da metodologia de pesquisa apresentada neste capítulo foi possível compreender melhor o contexto do problema de pesquisa e aplicar uma melhoria na prática.
  • 51. CIn.ufpe.br ANÁLISE DOS RESULTADOS 51 Fonte: O autor (2017). Figura 4.2 - Modelo final com as categorias centrais.
  • 52. CIn.ufpe.br ANÁLISE DOS RESULTADOS • Proposição 1: As redes sociais tradicionais atuais não estão organizadas para auxiliar a aprendizagem dos pais de pacientes, profissionais de saúde e os Hubs sociais. • Os conflitos sociais sobre assuntos diversos nas áreas da política e religião são apenas dois exemplos de como essas redes convencionais não são adequadas ao processo de ensino-aprendizagem. • Proposição 2: O engajamento e influência dos Hubs sociais é o principal efeito dos impactos positivos nas relações entre as categorias desenvolvidas em redução de conflitos e a colaboração, compartilhamento e disseminação de informações sobre a deficiência de G6PD. 52
  • 53. CIn.ufpe.br ANÁLISE DOS RESULTADOS • Proposição 3: Os conflitos de informações entre os profissionais de saúde são fatores que impactam de forma negativa e dificulta a busca e a precisão nas informações que os pacientes e seus familiares precisam. • Proposição 4: Sistemas baseados em redes sociais e plataformas específicas para aprendizagem colaborativa impactam de forma positiva o engajamento e a colaboração entre os adultos. • Proposição 5: Dependência geográfica da informação impactam negativamente na escolha da profissão e busca de informações para aprendizagem. • Proposição 6: Busca de informações para aprendizagem tem impacto positivo sobre a dificuldade de encontrar informações, assim nascem os grupos, comunidades e redes de aprendizagem colaborativas. 53
  • 54. CIn.ufpe.br ANÁLISE DOS RESULTADOS • Proposição 7: As dificuldades de encontrar informações tem impactos negativos nas plataformas específicas para aprendizagem colaborativa. • Proposição 8: Quando os participantes tem experiência ou convívio com a deficiência em G6PD há um impacto positivo na redução das dificuldades em encontrar informações. Logo abaixo alguns trechos que contribuíram na construção dos fatores e hipóteses: “Maior divulgação de informações sobre as doenças/deficiências genéticas em redes sociais ou algum local que se consiga compartilhar informações que seja acessível para portadores de doenças/deficiência genética e seus familiares.” (Entrevistado 2 – Profissional de saúde e pesquisador). 54
  • 55. CIn.ufpe.br ANÁLISE DOS RESULTADOS No grupo dos pais de pacientes e Hubs sociais obtivemos uma forte interação por meio de ferramentas tecnológicas utilizando o ambiente online. As perguntas Quadros 3.3.2.1, 3.3.2.2 e 3.3.2.3 foram aplicadas e os entrevistados se mostraram bastantes engajados em apresentar suas dificuldades atuais, como está descrito abaixo: “A maior dificuldade está nos próprios profissionais da área. Fico triste com a pouca informação passada atrás dos médicos”. (Entrevistado 1 – Hub social). “São poucas as informações. Poucos artigos publicados na área e poucas pesquisas na área”. (Entrevistado 1 - Familiares). 55
  • 56. CIn.ufpe.br ANÁLISE DOS RESULTADOS 56 Fonte: http://inovapaciente.com (2017). Figura 4.3 – Tela principal da rede inova paciente Versão 1.0 . Figura – Tela da principal da rede inova paciente Versão 0.1 Fonte: http://inovapaciente.com (2017).
  • 57. CIn.ufpe.br ANÁLISE DOS RESULTADOS 57 Fonte: http://openredu.ufpe.br/inovapaciente (2017). Figura 4.4 – Tela principal do ambiente de aprendizado. .
  • 58. CIn.ufpe.br ANÁLISE DOS RESULTADOS 58 Fonte:http://openredu.ufpe.br/inovapaciente/cursos/maes-que-cuidam-g6pd (2017). Figura 4.5 – Tela de aprendizagem colaborativa sobre a deficiência em G6PD. .
  • 60. CIn.ufpe.br DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 60 ● Todos os participantes deste estudo são acima de 18 anos. ● Foi possível observar um avanço na utilização dos Smartphones com uma frequência diária de mais de 4 horas na internet em 100% dos aluno(a)s e acesso a tecnologia. ● A utilização para fins educacionais não é mais limitada como em estudos anteriores, hoje já atinge 66,7% dos aluno(a)s participantes.
  • 61. CIn.ufpe.br DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 61 ● O computador (desktop) com 33,3% ainda é bastante utilizado como auxílio nas atividades de aprendizagem. ● Na perspectiva dos professore(a)s sobre a utilização da rede. Contribui com alguns aspectos no comportamento dos aluno(a)s adultos eles relatam que sim, conforme relato na entrevista 2: “Experiência foi muito positiva. É uma plataforma de fácil uso e muito útil para assuntos de extrema relevância.” Professor(a). “Com certeza, muitas pessoas somente ao conhecer o projeto já se sente incentivados a aprender.” Professor(a).
  • 62. CIn.ufpe.br DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 62 ● O computador (desktop) com 33,3% ainda é bastante utilizado como auxílio nas atividades de aprendizagem. ● Na perspectiva dos professore(a)s sobre a utilização da rede. Contribui com alguns aspectos no comportamento dos aluno(a)s adultos eles relatam que sim, conforme relato na entrevista 2: “Experiência foi muito positiva. É uma plataforma de fácil uso e muito útil para assuntos de extrema relevância.” Professor(a). “Com certeza, muitas pessoas somente ao conhecer o projeto já se sente incentivados a aprender.” Professor(a).
  • 63. CIn.ufpe.br DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 63 Outros pontos observados foram as principais dificuldades e aspectos negativos na utilização da plataforma, sendo relatado na entrevista 1 e 3 que não tiveram dificuldades, já na entrevista 2 algumas limitações de capacidade de conteúdos e dificuldades de cadastro de professores é um deles, segue relatos: “Por enquanto não tive dificuldades.” Professor(a) entrevista 1. “nenhum.” Professor(a) entrevista 3. “Atualmente ainda seriam as limitações de capacidade de conteúdos inseridos” Professor(a) entrevista 2. “Alguns serviços não são tão óbvios de achar, o cadastro de professores nós cursos é um deles.” Professor(a) entrevista 2.
  • 64. CIn.ufpe.br DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 64 1. Eficácia: Avalia o desempenho de uma tarefa tendo como foco a análise da velocidade de execução e quantidade de erros; 2. Aprendizagem: Avalia o desempenho desde a instalação do produto até o início do uso. Inclui a avaliação do tempo de treinamento necessário, do uso de suporte e da necessidade de novos treinamentos para reciclagem; 3. Flexibilidade: Avalia a capacidade de adaptação a novas tarefas além das já especificadas no sistema; 4. Atitude: Avalia o desempenho com relação ao conforto ou satisfação do usuário ao utilizar o sistema. ● Estes foram alguns dos pontos que contribuíram para a escolha do questionário. ○ O resultado da SUS é a soma da contribuição individual de cada item. (BROOKE, 1986)
  • 66. CIn.ufpe.br DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 66 ● Avaliar a facilidade de aprendizagem do sistema: a facilidade de aprendizagem está representada nas questões 3, 4 7 e 10 do SUS. ● Verificar a eficiência do sistema: as questões 5, 6 e 8 estão relacionados a eficiência do sistema. ● Identificar inconsistência do sistema: as inconsistências e minimização dos erros são medidas através da questão 6. ● Avaliar a facilidade de memorização: a facilidade de memorização é avaliada pela questão 2. ● Verificar a satisfação dos usuários: a satisfação dos usuários está representada pelas questões: 1, 4, 9. ○ Dentre os participantes da pesquisa, 81,8% afirmam que usariam com frequência o ambiente. ○ Onde logo em seguida, 63,7% também afirmam que o sistema é fácil de usar. Apensar que 36,4% afirmou na pergunta seguinte, que necessitaria de ajuda para operar o sistema.
  • 67. CIn.ufpe.br DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 67 ...em menos de 7 horas de lançamento o curso não tinha mais vagas! TUTORA DO CURSO.
  • 69. CIn.ufpe.br CONSIDERAÇÕES FINAIS ❏ Este trabalho teve como intuito analisar o engajamento no uso de uma rede social educacional. ❏ O ambiente de aprendizagem foi denominado rede inova paciente; ❏ Foi realizado a automação das atividades existentes neste contexto, em forma de aulas colaborativas. ❏ Os processos, práticas e princípios considerados importantes para unificar a aprendizagem colaborativa neste contexto de pesquisa são: temáticas relevantes e de impacto social, qualidade de vida, saúde pública de qualidade, informações com interação social e em rede. 69
  • 70. CIn.ufpe.br ❏ A princípio os testes realizados no ambiente demonstração trouxeram os primeiros dados referentes ao uso da mesma em um contexto real de uso. ❏ Porém é relevante vivenciar estas experiências com outros tipos de possíveis usuários. ❏ No grupo dos profissionais de saúde na atividade de aplicação do instrumento de coleta houve um incidente no laboratório de genética clínica, e os participantes tiveram um tempo “reduzido” para responder as perguntas do roteiro apresentado no Quadro 3.3.2.1. ❏ Os horários de trabalho desses profissionais eram em regime de escala, sendo as equipes distribuídas em três turnos, dificultando a aplicação do instrumento. 70 DIFICULDADES E LIMITAÇÕES
  • 71. CIn.ufpe.br ❏ Os efeitos do engajamento de adultos em uma Rede Social Educacional sobre os processos de aprendizagem colaborativa foi analisado conforme modelo final desenvolvido. ❏ Os fatores que devem ser considerados no engajamento de adultos em processos de aprendizagem colaborativa são: motivacionais, relacionados a aspectos sociais e com nível moderado de autonomia. ❏ Como um ambiente exclusivo de aprendizagem foi possível observar a relação entre os agentes do sistema e suas formas de colaboração, sobre tudo na interação. 71 RESULTADOS ALCANÇADOS
  • 72. CIn.ufpe.br ❏ Foi possível verificar que o engajamento no ambiente foi satisfatório, pois todo o planejamento e desenvolvimento do conteúdo apresentado na plataforma foi feito por voluntário(a)s motivados a colaborar e cooperar com a educação da sociedade Brasileira, sendo assim unificando o engajamento com a aprendizagem. 72 RESULTADOS ALCANÇADOS
  • 74. CIn.ufpe.br TRABALHOS FUTUROS • Inserir e ampliar o ambiente da rede em um contexto mais amplo, saindo do ambiente demonstração e indo para um ambiente definitivo. • Inserir algoritmos genéticos, cujo o objetivo será implantar inteligência artificial (IA) que diminua o tempo de respostas para as perguntas complexas. • Criar um sistema que possua dados estruturados utilizando gene ontology (GO, 2006) para dar suporte posteriormente a funcionalidades que utilizam mecanismo de inferência. • Implementar uma rede com sistemas distribuídos em cloud com apoio de um BPMS. 74
  • 76. CIn.ufpe.br ANÁLISE QUALITATIVA SOBRE ENGAJAMENTO DE ADULTOS NO USO DE UMA REDE SOCIAL EDUCACIONAL DE APRENDIZAGEM COLABORATIVA SOBRE A DEFICIÊNCIA EM GLICOSE-6-FOSFATO-DESIDROGENASE Aluno: Cloves Alves da Rocha (car2@cin.ufpe.br) Orientador: Silvio Romero de Lemos Meira (srlm@cin.ufpe.br) Coorientador: Vinicius Cardoso Garcia (vcg@cin.ufpe.br) Pós-Graduação em Ciência da Computação Universidade Federal de Pernambuco (U.F.P.E.) Defesa de Dissertação de Mestrado 2017 76