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NEUROFISIOLOGIA
Professor: Cleanto Santos Vieira
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
DOR
oMecanismo de proteção do organismo:
Ocorre quando um tecido está sendo lesado
Faz com que o indivíduo reaja para remover o estímulo
lesivo
oTipos de dor: RÁPIDA e LENTA
Apresentam características e vias distintas
NEUROFISIOLOGIA
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
DOR RÁPIDA
oSentida em 0,1 seg. após a aplicação do estímulo doloroso
oOutras denominações:
Dor súbita ou aguda
Dor em pontada
Dor em agulhada
Dor elétrica
oSentida quando:
Uma agulha é enfiada na pele
Corte na pele ou queimaduraaguda
Choque elétrico
oNão é sentida na maioria dos tecidos profundos
NEUROFISIOLOGIA
DOR LENTA
oSentida em 1 seg ou mais após o estímulo
oAumenta lentamente durante muitos segundos ou minutos
oTambém chamada:
Dor surda
Pulsante
Nauseante
Crônica
oSentida quando ocorre destruição do tecido
oOcorre na pele e em órgãos profundos
oPode levar a sofrimentos prolongados e insuportáveis
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
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Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
oReceptores de dor ou NOCICEPTORES:
São terminações nervosas livres
Estão difusamente distribuídos pelos
tecidos
Camadas da pele
Periósteo
Paredes arteriais
Superfícies articulares
Foice e tentório da abobada craniana
NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
oTipos de estímulos que excitam os nociceptores:
Mecânicos (dor rápida e lenta)
Térmicos (dor rápida e lenta)
Químicos (dor lenta)
oAgentes químicos que provocam dor:
Bradicinina
Serotonina
Histamina
Íons potássio
Ácidos
Acetilcolina
Enzimas proteolíticas
oProstaglandinas e substância P
diminuem o limiar nas terminações algésicas
oAs substâncias químicas estimulam
especialmente a dor lenta
NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
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NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
oAo contrário da maioria dos receptores sensoriais, os nociceptores não
sofrem adaptação.
oIntensidade limiar do estímulo doloroso
Proporcional à lesão do tecido
Para a temperatura está em torno de 45º C
oA bradicinina parece ser o agente químico mais importante na determinação
da dor por lesão tecidual
Também o aumento local de K+ e enzimas proteolíticas
NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
oA isquemia frequentemente provoca dor no tecido dentro de
poucos minutos
Quanto maior o metabolismo do tecido, mais rápida e intensa
será sentida a dor
O Ácido lático produzido na respiração anaeróbica do músculo
também produz dor
A dor do espasmo muscular resulta:
•Ativação de mecanorreceptores
•Isquemia por compressão dos vasos sanguíneos
NEUROFISIOLOGIA
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
oVias de transmissão de dor para o sistema nervoso central:
 Vias de dor rápida ou aguda
• São transmitidos pelos nervos periféricos
• Pequenas fibrasAδ
• Velocidade de 6 a 30 m/s
 Vias de dor lenta ou crônica
• Fibras do tipo C
• Velocidade de 0,5 a 2m/s
 Significado adaptativo:
 Dor rápida
• Função de alertar sobre um estímulo nocivo
• Permite uma reação rápida
 Dor lenta
• Mantém o animal informado da existência do estímulo lesivo
NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
A entrada na medula espinhal ocorre pela raiz dorsal e termina em
neurônios do corno dorsal
NEUROFISIOLOGIA
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
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NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
oAs vias decussam na comissura anterior da medula
oDa medula, os sinais tomam duas vias para o encéfalo:
oTrato NEOESPINOTALÂMICO:
Origina-se na lâmina I (corno dorsal da medula)
Conduz informações de dor rápida pelas fibrasAδ
oO glutamato é o principal neurotransmissor
Transmitem principalmente a dor mecânica e térmica aguda
Algumas fibras param no tronco encefálico
A maioria segue até o tálamo
oTerminando nos complexos ventrobasal e posterior
oOs sinais podem ser retransmitidos para outras áreas basais e para o
córtex somatossensorial
NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
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NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
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oTrato PALEOESPINOTALÂMICO:
Sistema antigo
Conduz sinais de dor lenta pelas fibras C ao tronco e tálamo
Originam-se nas lâminas II e III do corno dorsal da medula
oSubstância gelatinosa
Então passam pela lâmina V
Cruzam pela comissura anterior da medula
oSeguem em direção ao cérebro pela Via Anterior Lateral
Utilizam o glutamato e a substância P
oA substância P tem liberação lenta e contínua
oO glutamato tem liberação aguda
NEUROFISIOLOGIA
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
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NEUROFISIOLOGIA
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NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
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Terminam difusamente nestas áreas:
1)Núcleos reticulares do bulbo, da ponte e do mesencéfalo
2)Área tectal do mesencéfalo
3)Matéria cinzenta periaquedutal
Animais com secção superior ao mesencéfalo ainda exibem sinais claros
de dor e sofrimento induzidos por trauma
oO córtex somatossensorial parece ajudar a localizar a dor, porém, sua
estimulação só produz dor em cerca de 3% de sua área.
oA Formação Reticular do tronco e Tálamo e outros centros inferiores dão a
consciência da dor.
NEUROFISIOLOGIA
oA estimulação elétrica reticular do tronco e intralaminar do tálamo ativa
áreas corticais:
Estas duas áreas constituem as partes principais do sistema de alerta
Isso explica a ausência de sono quando temos dores crônicas e fortes
oCirurgias para alívio de dores:
Secção da via ântero-lateral da medula
• Ás vezes não funciona, pois algumas fibras não decussam
Cauterização de áreas do núcleo intralaminar do tálamo
• Alivia apenas a dor crônica
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
• Sistema de Analgesia
Estruturas cerebrais:
oSubstância cinzenta periaquedutal (MCPA)
oÀrea periventricular do mesencéfalo
oPorção da ponte que circunda o aqueduto
Estas áreas enviam sinais para:
oNúcleo magno da rafe
oNúcleo reticular paragigantocelular
Então o sinal segue para o corno dorsal (posterior) da medula
oComplexo inibitório da dor
Estímulo da MCPA (substância cinzenta) e do núcleo magno da rafe pode
suprimir a dor que sobe pela raiz dorsal.
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
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NEUROFISIOLOGIA
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
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NEUROFISIOLOGIA
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NEUROFISIOLOGIA
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Somáticas II: Dor, Cefaléia e
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-Neurotransmissores envolvidos na analgesia:
Endorfina
Serotonina
oParece induzir a liberação de encefalina
Encefalina
oInibe o influxo de cálcio
oDificulta a liberação de neurotransmissores nas fibras de dor
NEUROFISIOLOGIA
oSistema de opiáceos do cérebro:
Endorfinas e encefalinas
Injeção de pequenas quantidades de morfina no núcleo periventricular e na
MCPA causa analgesia extrema
Estimulação elétrica destas áreas também produz analgesia
Substâncias opiáceas mais importantes:
• β-endorfina
• Meta-encefalina
• Leu-encefalina
• Dinorfina
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
oDores podem ser inibidas por
sinais sensoriais táteis
A estimulação de grandes fibras
sensoriais do tipo Aβ, a partir de
receptores táteis, produz
inibição lateral local na medula
Esfregar a pele perto das áreas
doloridas é eficaz no alívio da dor
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
• Dor referida:
É a dor sentida em uma parte do corpo distante do tecido
que causa a dor
Geralmente iniciada em um órgão visceral e referida à
superfície do corpo (segmento dermatomérico)
Mecanismo:
•o Confluência de vias de dor visceral e da pele para
neurônios comuns na medula
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
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Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
-Dor visceral:
 Apresenta uma característica difusa
oO cérebro não reconhece as vísceras
 Lesões localizadas causam pouca dor
oEx.: Corte do intestino
 Estimulação difusa de receptores causa dor intensa
oIsquemia de um grande vaso intestinal
-Hiperalgesia:
 Hipersensibilidade e dor
oPor hipersensibilidade de receptores
 Primária
 Ex.: queimado de sol
oFacilitação da transmissão sensorial
 Secundária
 Ex.: lesão medular ou no tálamo
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
oSensação térmica
 O ser humano percebe grandes
variações térmicas:
• Frio congelante
• Frio
• Fresco
• Indiferente
• Morno
• Quente
• Escaldante
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
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NEUROFISIOLOGIA
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Somáticas II: Dor, Cefaléia e
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NEUROFISIOLOGIA
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Somáticas II: Dor, Cefaléia e
Sensações Térmicas
NEUROFISIOLOGIA
 Tipos de receptores:
oReceptores para o frio
 Em número muito maior comparado ao de Calor
 Densidades diferentes de acordo com a área
 FibrasAδ
oReceptores para o calor
 Fibras do tipo C
oReceptores de dor
 A percepção das graduações é permitida pela combinação dos diferentes receptores
oFrio-dor
oFrio
oCalor
oCalor-dor
 A ativação dos receptores se dá por alteração da taxa metabólica, e não ação
fásica da temperatura
Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações
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Sensações Térmicas
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 11ª ed. Rio de
Janeiro, Elsevier Ed., 2006.
• ATLAS INTERATIVO DE ANATOMIA HUMANA. Artmed Editora.
• JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 8ª Edição. Rio de
Janeiro, Editora Guanabara Koogan. 1995. Pp. 100:108.
• Atlas de Fisiologia Humana de Netter. Autor: John T. Hansen e Bruce
M. Koeppen – Editora Artmed, 2009.
“A decapitação de Golias” – Caravaggio - 1610

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Neurofisiologia da dor, cefaléia e sensações térmicas

  • 1. NEUROFISIOLOGIA Professor: Cleanto Santos Vieira Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 2. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas DOR oMecanismo de proteção do organismo: Ocorre quando um tecido está sendo lesado Faz com que o indivíduo reaja para remover o estímulo lesivo oTipos de dor: RÁPIDA e LENTA Apresentam características e vias distintas
  • 3. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas DOR RÁPIDA oSentida em 0,1 seg. após a aplicação do estímulo doloroso oOutras denominações: Dor súbita ou aguda Dor em pontada Dor em agulhada Dor elétrica oSentida quando: Uma agulha é enfiada na pele Corte na pele ou queimaduraaguda Choque elétrico oNão é sentida na maioria dos tecidos profundos
  • 4. NEUROFISIOLOGIA DOR LENTA oSentida em 1 seg ou mais após o estímulo oAumenta lentamente durante muitos segundos ou minutos oTambém chamada: Dor surda Pulsante Nauseante Crônica oSentida quando ocorre destruição do tecido oOcorre na pele e em órgãos profundos oPode levar a sofrimentos prolongados e insuportáveis Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 5. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 6. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas oReceptores de dor ou NOCICEPTORES: São terminações nervosas livres Estão difusamente distribuídos pelos tecidos Camadas da pele Periósteo Paredes arteriais Superfícies articulares Foice e tentório da abobada craniana
  • 7. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas oTipos de estímulos que excitam os nociceptores: Mecânicos (dor rápida e lenta) Térmicos (dor rápida e lenta) Químicos (dor lenta) oAgentes químicos que provocam dor: Bradicinina Serotonina Histamina Íons potássio Ácidos Acetilcolina Enzimas proteolíticas oProstaglandinas e substância P diminuem o limiar nas terminações algésicas oAs substâncias químicas estimulam especialmente a dor lenta
  • 8. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 9. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas oAo contrário da maioria dos receptores sensoriais, os nociceptores não sofrem adaptação. oIntensidade limiar do estímulo doloroso Proporcional à lesão do tecido Para a temperatura está em torno de 45º C oA bradicinina parece ser o agente químico mais importante na determinação da dor por lesão tecidual Também o aumento local de K+ e enzimas proteolíticas
  • 10. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 11. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas oA isquemia frequentemente provoca dor no tecido dentro de poucos minutos Quanto maior o metabolismo do tecido, mais rápida e intensa será sentida a dor O Ácido lático produzido na respiração anaeróbica do músculo também produz dor A dor do espasmo muscular resulta: •Ativação de mecanorreceptores •Isquemia por compressão dos vasos sanguíneos
  • 12. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas oVias de transmissão de dor para o sistema nervoso central:  Vias de dor rápida ou aguda • São transmitidos pelos nervos periféricos • Pequenas fibrasAδ • Velocidade de 6 a 30 m/s  Vias de dor lenta ou crônica • Fibras do tipo C • Velocidade de 0,5 a 2m/s  Significado adaptativo:  Dor rápida • Função de alertar sobre um estímulo nocivo • Permite uma reação rápida  Dor lenta • Mantém o animal informado da existência do estímulo lesivo
  • 13. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas A entrada na medula espinhal ocorre pela raiz dorsal e termina em neurônios do corno dorsal
  • 14. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 15. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 16. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas oAs vias decussam na comissura anterior da medula oDa medula, os sinais tomam duas vias para o encéfalo: oTrato NEOESPINOTALÂMICO: Origina-se na lâmina I (corno dorsal da medula) Conduz informações de dor rápida pelas fibrasAδ oO glutamato é o principal neurotransmissor Transmitem principalmente a dor mecânica e térmica aguda Algumas fibras param no tronco encefálico A maioria segue até o tálamo oTerminando nos complexos ventrobasal e posterior oOs sinais podem ser retransmitidos para outras áreas basais e para o córtex somatossensorial
  • 17. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 18. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas oTrato PALEOESPINOTALÂMICO: Sistema antigo Conduz sinais de dor lenta pelas fibras C ao tronco e tálamo Originam-se nas lâminas II e III do corno dorsal da medula oSubstância gelatinosa Então passam pela lâmina V Cruzam pela comissura anterior da medula oSeguem em direção ao cérebro pela Via Anterior Lateral Utilizam o glutamato e a substância P oA substância P tem liberação lenta e contínua oO glutamato tem liberação aguda
  • 19. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 20. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 21. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas Terminam difusamente nestas áreas: 1)Núcleos reticulares do bulbo, da ponte e do mesencéfalo 2)Área tectal do mesencéfalo 3)Matéria cinzenta periaquedutal Animais com secção superior ao mesencéfalo ainda exibem sinais claros de dor e sofrimento induzidos por trauma oO córtex somatossensorial parece ajudar a localizar a dor, porém, sua estimulação só produz dor em cerca de 3% de sua área. oA Formação Reticular do tronco e Tálamo e outros centros inferiores dão a consciência da dor.
  • 22. NEUROFISIOLOGIA oA estimulação elétrica reticular do tronco e intralaminar do tálamo ativa áreas corticais: Estas duas áreas constituem as partes principais do sistema de alerta Isso explica a ausência de sono quando temos dores crônicas e fortes oCirurgias para alívio de dores: Secção da via ântero-lateral da medula • Ás vezes não funciona, pois algumas fibras não decussam Cauterização de áreas do núcleo intralaminar do tálamo • Alivia apenas a dor crônica Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 23. NEUROFISIOLOGIA • Sistema de Analgesia Estruturas cerebrais: oSubstância cinzenta periaquedutal (MCPA) oÀrea periventricular do mesencéfalo oPorção da ponte que circunda o aqueduto Estas áreas enviam sinais para: oNúcleo magno da rafe oNúcleo reticular paragigantocelular Então o sinal segue para o corno dorsal (posterior) da medula oComplexo inibitório da dor Estímulo da MCPA (substância cinzenta) e do núcleo magno da rafe pode suprimir a dor que sobe pela raiz dorsal. Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 24. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 25. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 26. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas -Neurotransmissores envolvidos na analgesia: Endorfina Serotonina oParece induzir a liberação de encefalina Encefalina oInibe o influxo de cálcio oDificulta a liberação de neurotransmissores nas fibras de dor
  • 27. NEUROFISIOLOGIA oSistema de opiáceos do cérebro: Endorfinas e encefalinas Injeção de pequenas quantidades de morfina no núcleo periventricular e na MCPA causa analgesia extrema Estimulação elétrica destas áreas também produz analgesia Substâncias opiáceas mais importantes: • β-endorfina • Meta-encefalina • Leu-encefalina • Dinorfina Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 28. NEUROFISIOLOGIA oDores podem ser inibidas por sinais sensoriais táteis A estimulação de grandes fibras sensoriais do tipo Aβ, a partir de receptores táteis, produz inibição lateral local na medula Esfregar a pele perto das áreas doloridas é eficaz no alívio da dor Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 29. NEUROFISIOLOGIA • Dor referida: É a dor sentida em uma parte do corpo distante do tecido que causa a dor Geralmente iniciada em um órgão visceral e referida à superfície do corpo (segmento dermatomérico) Mecanismo: •o Confluência de vias de dor visceral e da pele para neurônios comuns na medula Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 30. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 31. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 32. NEUROFISIOLOGIA -Dor visceral:  Apresenta uma característica difusa oO cérebro não reconhece as vísceras  Lesões localizadas causam pouca dor oEx.: Corte do intestino  Estimulação difusa de receptores causa dor intensa oIsquemia de um grande vaso intestinal -Hiperalgesia:  Hipersensibilidade e dor oPor hipersensibilidade de receptores  Primária  Ex.: queimado de sol oFacilitação da transmissão sensorial  Secundária  Ex.: lesão medular ou no tálamo Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 33. NEUROFISIOLOGIA oSensação térmica  O ser humano percebe grandes variações térmicas: • Frio congelante • Frio • Fresco • Indiferente • Morno • Quente • Escaldante Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 34. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 35. NEUROFISIOLOGIA Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 36. NEUROFISIOLOGIA  Tipos de receptores: oReceptores para o frio  Em número muito maior comparado ao de Calor  Densidades diferentes de acordo com a área  FibrasAδ oReceptores para o calor  Fibras do tipo C oReceptores de dor  A percepção das graduações é permitida pela combinação dos diferentes receptores oFrio-dor oFrio oCalor oCalor-dor  A ativação dos receptores se dá por alteração da taxa metabólica, e não ação fásica da temperatura Aula 5 – Capítulo 4 – Sensações Somáticas II: Dor, Cefaléia e Sensações Térmicas
  • 37. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 11ª ed. Rio de Janeiro, Elsevier Ed., 2006. • ATLAS INTERATIVO DE ANATOMIA HUMANA. Artmed Editora. • JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 8ª Edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan. 1995. Pp. 100:108. • Atlas de Fisiologia Humana de Netter. Autor: John T. Hansen e Bruce M. Koeppen – Editora Artmed, 2009. “A decapitação de Golias” – Caravaggio - 1610