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ELETROTERAPIA
Prof: Cleanto Santos Vieira
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
Modalidades de Calor
ELETROTERAPIA
• Comprimento de onda
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Modalidades de calor
• O calor é o aumento da vibração
molecular e da taxa metabólica celular.
• Geralmente dividido em 3 principais
categorias:
- 1ª. Ação química associada com o
metabolismo celular
- 2ª. Correntes elétricas ou magnéticas,
como as encontradas nos dispositivos
de diatermia.
- 3ª. Ação mecânica, como a encontrada
no ultra-som
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
Eletroterapia
• A aplicação de calor terapêutico
ao corpo é chamada:
- TERMOTERAPIA
A termoterapia pode ser superficial
ou profunda.
Os agentes de aquecimento
superficial devem aumentar a
temperatura da pele entre 40 e 45°C,
para produzir efeitos terapêuticos.
A transferência de calor para os
tecidos subjacentes ocorre por
condução, mas a profundidade
atingida pelo calor superficial é
inferior a 2cm.
Condução: é a transferência de calor
entre 2 objetos em contato físico.
Ex: Compressa quente.
Cap 4 Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Convecção:
• Transporte de calor pela
movimentação de um
meio, geralmente ar ou
água.
• Dos três estados da
matéria o gasoso é o pior
condutor de calor, o
líquido é bom condutor, e
os sólidos são, de forma
geral, os melhores
condutores.
• EX: Os turbilhões.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Radiação:
• Transferência de energia sem o uso
de um meio.
• O calor ganho ou perdido por meio
da radiação é chamado energia
radiante.
• Todas as modalidades terapêuticas
térmicas produzem energia radiante.
• A energia infra-vermelha é emitida
por qualquer objeto que tenha
temperatura superior ao zero
absoluto (0°k ou -273°C).
• Compressas quentes perdem parte
de sua energia por radiação
• Ex: quando você coloca a mão sobre
uma compressa quente e úmida, o
calor que você sente está sendo
perdido pela compressa, por
radiação.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
Efeitos locais da aplicação de calor
Vasodilatação
Aumento da taxa de metabolismo celular
Aumento da liberação de leucócitos
Aumento da permeabilidade capilar
Aumento da drenagem venosa e linfática
Formação de edema
Remoção dos resíduos metabólicos
Aumento da elasticidade dos ligamentos, cápsulas e
músculos
Analgesia e sedação dos nervos
Redução do tônus muscular
Redução do espasmo muscular
Perspiração
Aumento da velocidade de condução nervosa
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
Efeitos sistêmicos da exposição ao calor*
Aumento da temperatura corporal
Aumento da pulsação (frequência cardíaca)
Aumento da frequência respiratória
Redução da pressão arterial
*Esses efeitos sistêmicos ocorrem principalmente quando
o corpo inteiro está exposto a temperaturas elevadas.
Portanto, esperaríamos que eles ocorressem durante a
Imersão quente do corpo todo e não durante a aplicação
De uma compressa quente e úmida.
ELETROTERAPIA
Indicações e contra-indicações gerais de tratamentos pelo calor
Indicações Contra-indicações
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Redução de contraturas articulares
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Efeitos sobre o processo de
resposta à lesão:
• O principal efeito das
modalidades de calor é um
aumento do metabolismo
celular e da taxa de
inflamação.
• Se for aplicado muito no
início do processo de
resposta à lesão, o aumento
do metabolismo celular
aumentará o número de
células lesadas ou destruídas
devido à hipóxia.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Resposta celular:
• A taxa de metabolismo celular aumenta em
resposta à elevação da temperatura tissular.
• Para cada elevação de 7,7°C na temperatura
tissular, a taxa metabólica celular aumenta em
um fator de dois ou três.
• À medida do ↑ da taxa de metabolismo celular,
cresce também a demanda por o² e nutrientes.
• A quantidade de excretas celulares eliminadas
↑ com o crescimento de sua atividade.
• A relação entre a temperatura tissular e a taxa
de metabolismo celular é recíproca, a elevação
da temperatura provoca ↑ da taxa metabólica
celular.
• A taxa metabólica celular aumentada produz
dilatação arteriolar e aumento do fluxo capilar,
dando suporte às propriedades terapêuticas do
exercício.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Dinâmica do sangue e dos fluidos:
• O corpo responde ao ↑ da temperatura
tissular com a dilatação dos vasos
sanguíneos locais.
• A quantidade de vasodilatação é maior nos
vasos superficiais que nos vasos mais
profundos.
• A elevação do fluxo capilar resulta em
aumento do suprimento de O², nutrientes e
anticorpos para a área afetada.
• O edema aumenta, mas a capacidade de
removê-lo é maior.
• O ↑ da pressão capilar força a saída do
edema e dos metabólitos (resíduos do
metabolismo) prejudiciais da área
danificada.
• O ↑ da permeabilidade capilar ajuda a
reabsorção do edema e dissolução de
hematomas.
• Esses resíduos podem ser drenados pelos
sistemas venoso e linfático.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Efeitos sobre a inflamação:
• A aplicação de calor acelera a
inflamação.
• A reparação de tecidos moles é
facilitada pela aceleração da taxa
metabólica e aumento do fluxo
sanguíneo, estimulando a remoção
dos restos celulares e melhorando
o suprimento de nutrientes para a
recuperação tecidual.
• O ↑ de O² estimula a quebra e
remoção dos restos tissulares e
metabólitos inflamatórios.
• Os nutrientes são liberados na área
para abastecer as células.
• Ocorre um ↑ de liberação de
leucócitos que estimulam a
fagocitose.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Espasmo muscular e elasticidade tissular:
• O ↑ da temperatura reduz a sensibilidade primária e secundária dos fusos
musculares ao estiramento, diminuindo o grau de espasmo presente.
• O ↑ do fluxo sanguíneo e a ↓ local da quantidade de metabólitos
musculares aliviam ainda mais o espasmo.
• A maioria dos tecidos musculares não é diretamente aquecida por calor
superficial.
• A A.D.M. é melhorada, aumentando-se a extensibilidade do colágeno e a
viscosidade e deformação plástica dos tecidos.
• Esse efeito isolado não é suficiente para ↓ as contraturas ou ↑ a elasticidade
dos tecidos sadios.
• Não foi demonstrado que a frouxidão anterior do joelho nem a flexibilidade
dos Isquios-tibiais são afetadas apenas pelas modalidades de calor.
• A tensão, na forma de alongamento suave, é necessária para alongar o
músculo e os tecidos capsulares enquanto ainda estão dentro do limite de
temperatura terapêutica.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Controle da dor:
• O ↑ da circulação para a área diminui a congestão
(hiperemia passiva é um aumento local do volume de
sangue em um determinado tecido), permitindo que o
O² seja fornecido às células em hipóxia.
• O ↑ do fluxo sanguíneo para dentro e fora da área ajuda
a remover os agentes químicos promotores da dor.
• A dor mecânica é reduzida com a ↓ da pressão sobre os
nervos, aliviando o ciclo DOR-ESPASMO-DOR.
• A o estimular o retorno venoso e linfático por meio da
elevação e contração muscular, o edema é removido,
diminuindo a pressão intersticial.
• O ↑ da temperatura promove a analgesia e sedação da
área traumatizada, por ação sobre as terminações
nervosas livres.
• As fibras nervosas são estimuladas, bloqueando a
transmissão da dor (efeito contra-irritante).
• Esse efeito parece durar somente durante a aplicação do
calor.
• Quando o calor é removido os sintomas dolorosos
voltam rapidamente.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Dissipação do calor na área de tratamento:
• Quando o calor é aplicado ao corpo, há uma rápida elevação da
temperatura da pele, porque a energia está sendo absorvida com maior
velocidade do que o sangue resfriado enviado aquela área pode removê-
la.
• Após 10 a 15 min. De exposição, o gradiente de temperatura começa a
igualar-se.
• O corpo contrabalanceará a energia aplicada, fornecendo sangue em
quantidade adequada para resfriar a área.
• Nesse momento o paciente pode queixar que o tratamento esfriou,
quando na verdade, sua intensidade permaneceu inalterada.
• Quando a vasodilatação máxima é atingida a intensidade do TTO
permanece constante (ou aumenta), os vasos começam a contrair-se
(vasoconstrição de rebote), após aproximadamente 20 min. De TTO.
• É uma tentativa do corpo salvar os tecidos subjacentes, sacrificando a área
superficial.
• Se a intensidade do TTO for excessiva ou se a duração for muito longa,
ocorrerão queimaduras.
• O mosqueado da pele é um sinal de advertência de que a temperatura do
tecido está subindo para um nível perigosamente alto.
• O quando o mosqueado ocorre o TTO deve ser imediatamente
interrompido.
• Modalidades como: Lâmpadas infravermelhas, banhos de imersão em
parafina, mantém uma intensidade mais constante.
• Nas compressas de água quente, a intensidade do TTO diminui com o
tempo por perda de calor durante a aplicação.
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
Comparação entre tratamentos com frio e com o calor
Efeito Frio Calor
Profundidade de penetração 5 cm 1-2cm (agentes superficiais)
2-5cm (agentes profundos)
Duração dos efeitos Horas Dissipa-se após a remoção do TTO
Fluxo sanguíneo Diminuído (vasoconstrição) Aumentado (vasodilatação)
Taxa metabólica celular Diminuída Aumentada
Consumo de O² Diminuído Aumentado
Resíduos celulares Diminuídos Aumentados
Viscosidade dos fluidos Aumentada Diminuída
Permeabilidade capilar Diminuída Aumentada
Inflamação Diminuída Aumentada
Dor Diminuída Diminuída
Espasmo muscular Diminuído por redução da sensibilidade dos fusos
musculares e redução da dor
Diminuído pela redução da isquemia e da
dor
Velocidade de contração muscular Diminuída por redução da velocidade de condução
nervosa e aumento da viscosidade dos fluidos
Aumentada
Cap 4: Agentes térmicos
Calor
ELETROTERAPIA
• Uso do calor versus uso do
frio.
• A aplicação do frio é indicada
sob 3 condições:
1ª - nos estágios agudos da
reação inflamatória;
2ª - antes dos exercícios de
A.D.M.
3ª - após atividade física.
Cap 4: Agentes térmicos
Frio x calor
ELETROTERAPIA
• A aplicação de calor é indicada
sob 5 condições:
1ª - para controlar a reação
inflamatória em seus estágios
subagudos ou crônicos.
2ª - para favorecer a cura dos
tecidos.
3ª - para reduzir edemas e
equimoses.
4ª - para melhorar a A.D.M.
antes da atividade física.
5ª - para promover a drenagem
de uma área infectada.
Cap 4: Agentes térmicos
Frio x calor
ELETROTERAPIA
Decidindo quando usar Calor ou Frio
Avalie o paciente para determinar a resposta a cada uma das seguintes perguntas:
1. A área afetada está quente a palpação?
2. A área traumatizada está sensível ao toque leve a moderado?
3. O edema continua a aumentar com o tempo?
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Se todas as perguntas foram respondidas com “não”, então o calor pode ser utilizado com segurança.
Quanto maior for o número da respostas afirmativas, maior é a indicação para o uso do frio.
Cap 4: Agentes térmicos
Frio x calor
Referências Bibliográficas
• MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e
Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site]. Disponível em:
http://ofisioterapeuta.blogspot.com/
• Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em
fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001.
• Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In:
Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford:
Butterworth-Heinemann; 2000.

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Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6

  • 1. ELETROTERAPIA Prof: Cleanto Santos Vieira Cap 4: Agentes térmicos Calor Modalidades de Calor
  • 2. ELETROTERAPIA • Comprimento de onda Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 3. ELETROTERAPIA • Modalidades de calor • O calor é o aumento da vibração molecular e da taxa metabólica celular. • Geralmente dividido em 3 principais categorias: - 1ª. Ação química associada com o metabolismo celular - 2ª. Correntes elétricas ou magnéticas, como as encontradas nos dispositivos de diatermia. - 3ª. Ação mecânica, como a encontrada no ultra-som Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 4. Eletroterapia • A aplicação de calor terapêutico ao corpo é chamada: - TERMOTERAPIA A termoterapia pode ser superficial ou profunda. Os agentes de aquecimento superficial devem aumentar a temperatura da pele entre 40 e 45°C, para produzir efeitos terapêuticos. A transferência de calor para os tecidos subjacentes ocorre por condução, mas a profundidade atingida pelo calor superficial é inferior a 2cm. Condução: é a transferência de calor entre 2 objetos em contato físico. Ex: Compressa quente. Cap 4 Agentes térmicos Calor
  • 5. ELETROTERAPIA • Convecção: • Transporte de calor pela movimentação de um meio, geralmente ar ou água. • Dos três estados da matéria o gasoso é o pior condutor de calor, o líquido é bom condutor, e os sólidos são, de forma geral, os melhores condutores. • EX: Os turbilhões. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 6. ELETROTERAPIA • Radiação: • Transferência de energia sem o uso de um meio. • O calor ganho ou perdido por meio da radiação é chamado energia radiante. • Todas as modalidades terapêuticas térmicas produzem energia radiante. • A energia infra-vermelha é emitida por qualquer objeto que tenha temperatura superior ao zero absoluto (0°k ou -273°C). • Compressas quentes perdem parte de sua energia por radiação • Ex: quando você coloca a mão sobre uma compressa quente e úmida, o calor que você sente está sendo perdido pela compressa, por radiação. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 7. ELETROTERAPIA Efeitos locais da aplicação de calor Vasodilatação Aumento da taxa de metabolismo celular Aumento da liberação de leucócitos Aumento da permeabilidade capilar Aumento da drenagem venosa e linfática Formação de edema Remoção dos resíduos metabólicos Aumento da elasticidade dos ligamentos, cápsulas e músculos Analgesia e sedação dos nervos Redução do tônus muscular Redução do espasmo muscular Perspiração Aumento da velocidade de condução nervosa Cap 4: Agentes térmicos Calor Efeitos sistêmicos da exposição ao calor* Aumento da temperatura corporal Aumento da pulsação (frequência cardíaca) Aumento da frequência respiratória Redução da pressão arterial *Esses efeitos sistêmicos ocorrem principalmente quando o corpo inteiro está exposto a temperaturas elevadas. Portanto, esperaríamos que eles ocorressem durante a Imersão quente do corpo todo e não durante a aplicação De uma compressa quente e úmida.
  • 8. ELETROTERAPIA Indicações e contra-indicações gerais de tratamentos pelo calor Indicações Contra-indicações Quadros inflamatórios subagudos e crônicos Traumatismos agudos Redução da dor crônica ou subaguda Circulação insuficiente Espasmo muscular crônico ou subagudo Regulação térmica deficiente Redução da amplitude de movimento Áreas anestésicas Resolução de hematomas Neoplasias Redução de contraturas articulares Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 9. ELETROTERAPIA • Efeitos sobre o processo de resposta à lesão: • O principal efeito das modalidades de calor é um aumento do metabolismo celular e da taxa de inflamação. • Se for aplicado muito no início do processo de resposta à lesão, o aumento do metabolismo celular aumentará o número de células lesadas ou destruídas devido à hipóxia. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 10. ELETROTERAPIA • Resposta celular: • A taxa de metabolismo celular aumenta em resposta à elevação da temperatura tissular. • Para cada elevação de 7,7°C na temperatura tissular, a taxa metabólica celular aumenta em um fator de dois ou três. • À medida do ↑ da taxa de metabolismo celular, cresce também a demanda por o² e nutrientes. • A quantidade de excretas celulares eliminadas ↑ com o crescimento de sua atividade. • A relação entre a temperatura tissular e a taxa de metabolismo celular é recíproca, a elevação da temperatura provoca ↑ da taxa metabólica celular. • A taxa metabólica celular aumentada produz dilatação arteriolar e aumento do fluxo capilar, dando suporte às propriedades terapêuticas do exercício. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 11. ELETROTERAPIA • Dinâmica do sangue e dos fluidos: • O corpo responde ao ↑ da temperatura tissular com a dilatação dos vasos sanguíneos locais. • A quantidade de vasodilatação é maior nos vasos superficiais que nos vasos mais profundos. • A elevação do fluxo capilar resulta em aumento do suprimento de O², nutrientes e anticorpos para a área afetada. • O edema aumenta, mas a capacidade de removê-lo é maior. • O ↑ da pressão capilar força a saída do edema e dos metabólitos (resíduos do metabolismo) prejudiciais da área danificada. • O ↑ da permeabilidade capilar ajuda a reabsorção do edema e dissolução de hematomas. • Esses resíduos podem ser drenados pelos sistemas venoso e linfático. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 12. ELETROTERAPIA • Efeitos sobre a inflamação: • A aplicação de calor acelera a inflamação. • A reparação de tecidos moles é facilitada pela aceleração da taxa metabólica e aumento do fluxo sanguíneo, estimulando a remoção dos restos celulares e melhorando o suprimento de nutrientes para a recuperação tecidual. • O ↑ de O² estimula a quebra e remoção dos restos tissulares e metabólitos inflamatórios. • Os nutrientes são liberados na área para abastecer as células. • Ocorre um ↑ de liberação de leucócitos que estimulam a fagocitose. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 13. ELETROTERAPIA • Espasmo muscular e elasticidade tissular: • O ↑ da temperatura reduz a sensibilidade primária e secundária dos fusos musculares ao estiramento, diminuindo o grau de espasmo presente. • O ↑ do fluxo sanguíneo e a ↓ local da quantidade de metabólitos musculares aliviam ainda mais o espasmo. • A maioria dos tecidos musculares não é diretamente aquecida por calor superficial. • A A.D.M. é melhorada, aumentando-se a extensibilidade do colágeno e a viscosidade e deformação plástica dos tecidos. • Esse efeito isolado não é suficiente para ↓ as contraturas ou ↑ a elasticidade dos tecidos sadios. • Não foi demonstrado que a frouxidão anterior do joelho nem a flexibilidade dos Isquios-tibiais são afetadas apenas pelas modalidades de calor. • A tensão, na forma de alongamento suave, é necessária para alongar o músculo e os tecidos capsulares enquanto ainda estão dentro do limite de temperatura terapêutica. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 14. ELETROTERAPIA • Controle da dor: • O ↑ da circulação para a área diminui a congestão (hiperemia passiva é um aumento local do volume de sangue em um determinado tecido), permitindo que o O² seja fornecido às células em hipóxia. • O ↑ do fluxo sanguíneo para dentro e fora da área ajuda a remover os agentes químicos promotores da dor. • A dor mecânica é reduzida com a ↓ da pressão sobre os nervos, aliviando o ciclo DOR-ESPASMO-DOR. • A o estimular o retorno venoso e linfático por meio da elevação e contração muscular, o edema é removido, diminuindo a pressão intersticial. • O ↑ da temperatura promove a analgesia e sedação da área traumatizada, por ação sobre as terminações nervosas livres. • As fibras nervosas são estimuladas, bloqueando a transmissão da dor (efeito contra-irritante). • Esse efeito parece durar somente durante a aplicação do calor. • Quando o calor é removido os sintomas dolorosos voltam rapidamente. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 15. ELETROTERAPIA • Dissipação do calor na área de tratamento: • Quando o calor é aplicado ao corpo, há uma rápida elevação da temperatura da pele, porque a energia está sendo absorvida com maior velocidade do que o sangue resfriado enviado aquela área pode removê- la. • Após 10 a 15 min. De exposição, o gradiente de temperatura começa a igualar-se. • O corpo contrabalanceará a energia aplicada, fornecendo sangue em quantidade adequada para resfriar a área. • Nesse momento o paciente pode queixar que o tratamento esfriou, quando na verdade, sua intensidade permaneceu inalterada. • Quando a vasodilatação máxima é atingida a intensidade do TTO permanece constante (ou aumenta), os vasos começam a contrair-se (vasoconstrição de rebote), após aproximadamente 20 min. De TTO. • É uma tentativa do corpo salvar os tecidos subjacentes, sacrificando a área superficial. • Se a intensidade do TTO for excessiva ou se a duração for muito longa, ocorrerão queimaduras. • O mosqueado da pele é um sinal de advertência de que a temperatura do tecido está subindo para um nível perigosamente alto. • O quando o mosqueado ocorre o TTO deve ser imediatamente interrompido. • Modalidades como: Lâmpadas infravermelhas, banhos de imersão em parafina, mantém uma intensidade mais constante. • Nas compressas de água quente, a intensidade do TTO diminui com o tempo por perda de calor durante a aplicação. Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 16. ELETROTERAPIA Comparação entre tratamentos com frio e com o calor Efeito Frio Calor Profundidade de penetração 5 cm 1-2cm (agentes superficiais) 2-5cm (agentes profundos) Duração dos efeitos Horas Dissipa-se após a remoção do TTO Fluxo sanguíneo Diminuído (vasoconstrição) Aumentado (vasodilatação) Taxa metabólica celular Diminuída Aumentada Consumo de O² Diminuído Aumentado Resíduos celulares Diminuídos Aumentados Viscosidade dos fluidos Aumentada Diminuída Permeabilidade capilar Diminuída Aumentada Inflamação Diminuída Aumentada Dor Diminuída Diminuída Espasmo muscular Diminuído por redução da sensibilidade dos fusos musculares e redução da dor Diminuído pela redução da isquemia e da dor Velocidade de contração muscular Diminuída por redução da velocidade de condução nervosa e aumento da viscosidade dos fluidos Aumentada Cap 4: Agentes térmicos Calor
  • 17. ELETROTERAPIA • Uso do calor versus uso do frio. • A aplicação do frio é indicada sob 3 condições: 1ª - nos estágios agudos da reação inflamatória; 2ª - antes dos exercícios de A.D.M. 3ª - após atividade física. Cap 4: Agentes térmicos Frio x calor
  • 18. ELETROTERAPIA • A aplicação de calor é indicada sob 5 condições: 1ª - para controlar a reação inflamatória em seus estágios subagudos ou crônicos. 2ª - para favorecer a cura dos tecidos. 3ª - para reduzir edemas e equimoses. 4ª - para melhorar a A.D.M. antes da atividade física. 5ª - para promover a drenagem de uma área infectada. Cap 4: Agentes térmicos Frio x calor
  • 19. ELETROTERAPIA Decidindo quando usar Calor ou Frio Avalie o paciente para determinar a resposta a cada uma das seguintes perguntas: 1. A área afetada está quente a palpação? 2. A área traumatizada está sensível ao toque leve a moderado? 3. O edema continua a aumentar com o tempo? 4. O edema aumenta durante a atividade (mobilização articular)? 5. A dor limita a A.D.M. articular? 6. Você diria que o processo de inflamação aguda ainda está ativo? 7. O paciente continua a apresentar melhora com o uso de modalidades de frio? Se todas as perguntas foram respondidas com “não”, então o calor pode ser utilizado com segurança. Quanto maior for o número da respostas afirmativas, maior é a indicação para o uso do frio. Cap 4: Agentes térmicos Frio x calor
  • 20. Referências Bibliográficas • MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site]. Disponível em: http://ofisioterapeuta.blogspot.com/ • Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001. • Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In: Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford: Butterworth-Heinemann; 2000.