O slideshow foi denunciado.
Seu SlideShare está sendo baixado. ×

Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias descendentes - capítulo 2 Aula 4

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

Confira estes a seguir

1 de 28 Anúncio

Mais Conteúdo rRelacionado

Diapositivos para si (20)

Semelhante a Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias descendentes - capítulo 2 Aula 4 (20)

Anúncio

Mais de Cleanto Santos Vieira (20)

Mais recentes (20)

Anúncio

Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias descendentes - capítulo 2 Aula 4

  1. 1. Eletroterapia •Vias descendentes da dor Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  2. 2. Eletroterapia • Vias descendentes da dor: • Os mecanismos descendentes da modulação da dor influenciam o estímulo e a mediação dos estímulos nocivos. • Um desses mecanismos se origina no Trato-corticoespinhal (córtex), desce até a medula, onde cruza sobre o lado oposto da medula e para níveis mais baixos da medula espinhal, onde termina nas lâminas I até VII e transcende para o funículo dorsolateral (trato de fibras grandes) Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  3. 3. Eletroterapia • Uma 2ª estrutura que exerce controle descendente dos estímulos nocivos é a substância parieductal cinzenta (PAG), ela recebe estímulos do córtex, sistema límbico, do hipotálamo e do TPET. • O Hipotálamo envia Β-endorfinas, via neurônios para a PAG, onde são direcionadas para o núcleo magnocelular da medula rostral. • Os neurônios desse sistema terminam nas lâminas I, II, IV, V, VI e X, liberando NA, um neurotransmissor químico que exerce controle pós-sináptico sobre o estímulo nocivo das lâminas I, II e V • O núcleo magno da rafe também age no controle descendente dos estímulos nocivos liberando serotonina 5-HT, nas suas terminações, produzindo analgesia nas lâminas I, II e V. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  4. 4. Eletroterapia • O controle central e de inibição descendente da dor é baseado na capacidade do organismo usar e produzir vários opiáceos endógenos, cada qual com uma função distinta e uma afinidade a um receptor específico. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor Opiáceo endógeno Precursor Encefalina Proencefalina A Dinorfinas Proencefalina B ACTH Propiomelanocortina (POMC) Endorfinas POMC, Β-lipotropina
  5. 5. Eletroterapia • Teoria da dor • Quais seriam as causas, a natureza e o propósito da dor? • As primeiras teorias baseavam-se no princípio da relação dor/punição. • A palavra “pain” (dor em inglês) deriva do latim “poena” (penalidade ou castigo). • Os antigos gregos associavam a dor ao prazer, porque sua liberação era ao mesmo tempo, prazeirosa e emocional. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  6. 6. Eletroterapia • Teoria da especificidade da Modulação da dor. • Essa teoria propõe que o corpo contém apenas quatro tipos de terminações nervosas sensoriais, assim um único nervo poderia responder apenas a um estímulo específico, como temperatura, dor ou toque. • Como se houvesse uma via direta dos receptores periféricos da dor para o cérebro. • Os receptores da dor estão localizados na pele e levam os impulsos de dor por uma fibra contínua, diretamente para o centro de dor localizado no cérebro. Essa via inclui os nervos periféricos, o TET lateral da medula espinhal e o Hipotálamo (centro encefálico da dor) • Essa teoria foi testada e refutada por Melzak e Wall, em 1965. • Segundo os dois, quando testada em pacientes portadores de queimaduras graves, pacientes amputados e pacientes com doenças degenerativas do nervo. Essas síndromes dolorosas não ocorrem como um sistema fixo, linear ou direto. Ao contrário a qualidade e a quantidade de dor percebida estão relacionadas com variáveis psicológicas e estímulos dolorosos. • A teoria da especificidade da modulação da dor havia sido formulada por Pavlov (Ivan Petrovich Pavlov filósofo e médico russo) Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  7. 7. Eletroterapia • O aspecto psicológico da percepção dolorosa foi tratado mais tarde por Beecher (Knowles Henry Beecher médico anestesiologista), que estudou 215 soldados gravemente feridos na batalha de Anzio e verificou que apenas 27% pediram medicamento para alívio das dores (morfina). • Quando perguntou aos soldados se sentiam dor, quase 60% relataram que não sentiam dor ou apenas uma dor leve e apenas 24% relataram dor severa. • Isso foi surpreendente pois 48% dos soldados haviam recebido ferimentos abdominais penetrantes. • Nenhum dos homens estava em “choque” ou era insensível à dor, pois agulhadas intravenosas desajeitadas resultaram em queixas de dor aguda. • Sua conclusão foi que a dor sofrida por esses homens havia sido bloqueada por fatores emocionais. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  8. 8. Eletroterapia • Teoria da padronização de transmissão da dor. • Essa teoria propõe que o corpo contém apenas um tipo de terminação nervosa que, dependendo do tipo de estímulo, codificaria o impulso de forma adequada. • A figura ao lado dá um exemplo de como os impulsos nervosos, provenientes de toque, dor e propriocepção, seriam codificados ao longo do mesmo nervo. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  9. 9. Eletroterapia • Teoria de padronização da modulação da dor • Segundo essa teoria, não existem receptores especializados na pele. • Ao contrário, um único nervo “genérico” responde de maneira diferente a cada tipo de sensação, criando um impulso codificado de forma única, formado por um padrão espaço-temporal, que envolve a frequência e o padrão de transmissão do nervo. • A distância entre os impulsos do nervo (espaço) compreende a codificação espacial. • A frequência da transmissão refere-se ao componente temporal. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  10. 10. Eletroterapia • Teorias contemporâneas sobre o controle da dor • Embora refutadas as teorias da especificidade e da padronização da dor, forneceram alguns princípios ainda em vigor nas teorias contemporâneas de modulação da dor. • Essas duas teorias e mais descobertas em pesquisas adicionais, formam hoje a base da atual perspectiva da transmissão e modulação da dor. • Ainda há muito o que estudar e aprender antes que os mecanismos precisos da transmissão e percepção da dor sejam elucidados. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  11. 11. Eletroterapia • Teoria da comporta de controle da modulação da dor • Melzak e Wall incorporaram características da especialização fisiológica do receptor (teoria da especificidade) e a codificação do espaço temporal dos potenciais de ação (teoria da padronização) e incluíram a fisiologia do mecanismo espinhal e do controle central sobre o impulso aferente. • A teoria da comporta de controle da modulação da dor implica em que um estímulo não doloroso pode bloquear a ação de um estímulo nocivo. • A informação sensorial entra no portão espinhal localizado no corno dorsal da medula espinhal por meio das fibras A-Β grandes, rápidas e mielinizadas. Os impulsos dolorosos entram pelo portão por meio das fibras C e A-Δ mais lentas e de pequeno diâmetro. • Os interneurônios provenientes de cada um desses tratos se projetam na substância gelatinosa (SG) (localizada nas lâminas I e II) e depois, a partir da SG, afetam a célula T. A atividade ao longo das fibras A-Β rápidas estimula a SG a exercer uma influência inibitória sobre os impulsos dolorosos que são conduzidos no trato da dor. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  12. 12. Eletroterapia • O diagrama esquemático ao lado nos mostra quando o impulso somático é submetido ao controle modulador do portão. • Fibras eferentes descendentes, depois da estimulação do cérebro, ativam o mecanismo de controle central. • O mecanismo de disparo tem profunda influência sobre o portão e afeta a atividade aferente nos níveis sinápticos iniciais do sistema somático. • O conceito dos portões de Melzak e Wall, é atualmente reconhecido como a principal base da teoria da dor. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  13. 13. Eletroterapia • Teoria dos níveis de controle da dor • A teoria das comportas medulares contribuiu para uma nova geração de pesquisas do controle da dor. • Uma das áreas de estudo focaliza os níveis do S.N.C. nos quais ocorre o controle da dor. • A percepção dolorosa é desmembrada em duas categorias distintas: • 1ª Limiar da dor • 2ª Tolerância à dor • O Limiar da dor é o nível necessário para que um estímulo nocivo alerte o indivíduo sobre uma ameaça ao tecido. • A tolerância à dor é uma medida de quanta dor uma pessoa pode suportar Cap2: Fisiologia e psicologia da dor Nível Espinhal Teoria Estímulos Ativadores Eventos Fisiológicos I Inibição pré-sináptica Estimulação sensorial das fibras A-Β Extensão do pulso/duração da fase 75µs Interneurônios de encefalina bloqueiam a transmissão dos impulsos que passam pelas fibras C pequenas, dentro da célula T do corno dorsal II Inibição descendente Estimulação intensa (alta frequência) das fibras C Extensão do pulso/duração da fase 1000µs Mecanismos centrais comprometem a substância cinzenta periaqueductal e o núcleo da rafe, ativam influências descendentes ao longo do trato dorso lateral da medula espinhal III Modulação por Β-endorfina Estimulação motora nociva de baixa frequência (A-Δ) Extensão do pulso/duração da fase 250-300µs Ativa a célula do trato e a formação reticular, resultando na liberação de Β- endorfina proveniente da glândula pituitária anterior, provocando degeneração de prostaglandina e inibição do corno dorsal. Níveis Espinhais do Controle da Dor
  14. 14. Eletroterapia • Na avaliação do modelo fisiológico da transmissão da dor, a tolerância à dor está associada com a comunicação do TPET, com o sistema límbico e o córtex. • Nessas estruturas ocorrem muitas interações sinápticas que podem auxiliar o indivíduo a determinar o máximo de estimulação nociva que ele pode tolerar. • A fisiologia da transmissão nociva e a tolerância à dor não estão correlaciondas. • Ex: Um atleta que relata sentir muita dor após uma lesão, pode ser capaz de suportá-la e continuar a participar por causa do elevado nível de tolerância à dor. • Outro atleta que tem uma baixa tolerância à dor pode, por outro lado, ser impedido de continuar devido a uma lesão bem menos agressiva que vai “proibí-lo” de exercer sua atividade. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  15. 15. Eletroterapia • Fatores intrínsecos influenciam a percepção da dor. • Ex: pessoas extrovertidas expressam dor com mais frequência do que as introvertidas, porém essas últimas são mais sensíveis à dor. • Influencias sócios culturais. • Ex: “Garotos grande não choram”, as crianças, em geral, gravam em suas mentes que meninos não devem chorar, mas meninas sim. • Quando comparamos a resposta dolorosa entre sexos, a literatura indica que as mulheres têm limiares de dor e de tolerância à dor menores que os homens, conforme relatos de estudos epidemiológicos, experimentais e clínicos. • As mulheres também são mais propensas a uma variedade de tipos de dor recorrente, apresentam níveis mais altos de dor, dores mais frequentes e mais prolongadas que os homens. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  16. 16. Eletroterapia • Embora esses estudos indiquem que existam diferenças entre os sexos quanto à tolerância e limiar de dor, não se sabe se essas diferenças são biológicas, psicológicas ou sócio-culturais. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  17. 17. Eletroterapia • Avaliação da dor • A dor é uma expressão pessoal do que uma pessoa sente. • É baseada em um processo discriminativo, eficaz e avaliativo. • Portanto torna-se um desafio para o clínico. • Esse processo deve abranger avaliações subjetivas e objetivas para documentar adequadamente o nível e a magnitude da dor do paciente. • Escala Visual analógica Cap2: Fisiologia e psicologia da dor Avaliação subjetiva da dor Onde você sente dor? Quando sua dor começou? Qual é a duração da sua dor? Você já sentiu essa dor antes? Você consegue descrever a dor? A dor está melhorando ou piorando? A dor aumenta quando faz exercícios? Você sente mais dor após o exercício? Você sente dor à noite?
  18. 18. Eletroterapia • Questionário de McGill • Esse instrumento consiste geralmente em três partes: • 1ª é usada para localizar a área da dor e identificar se a fonte é percebida superficial, interna ou ambas. • 2ª incorpora a E.V.A, descrita anteriormente. • 3ª Compreende o Índice de Classificação da Dor, uma coleção de 76 palavras agrupadas em 20 categorias. • O paciente pode marcar apenas uma palavra de cada categoria. • Mas as categorias não necessitam necessariamente ser utilizadas. • As palavras dos grupos 1 a 10 são de natureza somática relacionadas com a fisiologia da dor. • As palavras dos grupos 11 a 15 são afetivas e as do grupo 16 avaliativas. • As palavras dos grupos 17 a 20 são uma mistura de palavras apenas empregadas na contagem. • Para fazer a contagem do Q.M.D, o clínico apenas soma o número total de palavras escolhidas, máximo de 20 (uma para cada categoria). • O nível da intensidade da dor é determinado fixando um valor para cada palavra dentro da categoria pela ordem sequêncial (a 1ª vale 1 a 2º vale 2 e assim por diante). • O Q.M.D demora mais (aproximadamente 10min) para ser realizado do que a E.V.A, mas pode ser uma ferramenta útil na avaliação objetiva da dor. • Geralmente o Q.M.D é utilizado durante a primeira avaliação, havendo certa controvérsia sobre sua utilidade nas visitas subsequentes. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  19. 19. Eletroterapia Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  20. 20. Eletroterapia • Teste do torniquete de Esforço Submáximo • O T.T.E.S é realizado inflando-se o manguito do esfignomanômetro acima da pressão arterial sistólica, no braço do paciente em posição elevada. • Feito isso pede-se que o paciente abra e feche a mão ou faça movimentos rítmicos de mão ou punho. Um dinamômetro ou um metrônomo de medição de força da mão podem ser utilizados para padronização. • O paciente deve continuar abrindo e fechando a mão ou fazendo movimentos de punho até que a sensação de cãibra que ele sentir “seja equivalente” à dor da patologia original. • A medida objetiva registrada é o tempo decorrido entre o ínicio do teste até o aparecimento da dor equivalente. • O T.T.E.S pode ser repetido em cada sessão de tratamento para medir o progresso do tratamento, sendo eficaz na “comparação” de todos os tipos de dor. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  21. 21. Eletroterapia • Efeito Placebo • Placebo, deriva do latim, do verbo “placere”, que significa “agradar”. • É um termo utilizado para descrever a redução da dor obtida por meio de mecanismos não relacionados com os efeitos fisiológicos do tratamento. • O efeito placebo está ligado a um mecanismo psicológico, ocorre redução da dor, se o paciente acredita que o paciente é benéfico. • O efeito placebo é tão poderoso que em uma pesquisa, pacientes receberam pílulas de açúcar, mas foram informados que estavam tomando medicação específica, exibiram efeitos colaterais da medicação. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  22. 22. Eletroterapia • Dor referida • Muitas vezes os clínicos se deparam com um paciente que se queixa de dor em uma área que não tem sinais de lesão. • Este fenômeno, conhecido como dor referida, pode ser descrito como um erro do cérebro em localizar a fonte do estímulo nocivo ou uma dor “deslocada”. • Pode ocorrer pela divisão das fibras de dor em várias ramificações dentro da medula espinhal. • Algumas dessas ramificações fazem contato com outras ramificações que transmitem apenas impulsos dolorosos e o resto se conecta com vias nervosas sensoriais que partem da pele. • Nesse cruzamento de ramificações os sinais se misturam, fazendo com que o cérebro interprete erradamente a verdadeira fonte de dor. • Ex: O pinçamento de um nervo provoca sensação de queimadura e de dor que se irradia a partir da coluna vertebral. Embora a lesão tenha ocorrido próxima a medula espinhal, a pessoa refere dores no braço, perna ou tronco (dependendo da localização da raiz do nervo atingido). Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  23. 23. Eletroterapia • Pontos-gatilho • São áreas com hipersensibilidade dentro de músculos ou tecido conjuntivo. • Esse nome foi cunhado devido a pressão sobre esses pontos causar o “disparo” da dor referida. • Esse tipo de dor não segue os padrões normais de distribuição sensorial como os dos dermátomos e a sensação é percebida em uma área diferente da localização verdadeira do ponto-gatilho. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  24. 24. Eletroterapia • Pontos-gatilho Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  25. 25. Eletroterapia • Dor crônica • É a que se prolonga além do curso normal de uma lesão ou de uma doença. • Período de tempo (seis meses após a lesão). • A dor dita as vidas dos portadores de síndromes dolorosas crônicas. • Nesses casos a dor não é mais um sintoma e sim um doença em si. • A comporta medular permanece aberta em consequência de um desequilíbrio entre os estímulos que chegam ao portão e o estímulo aceito das fibras A-Β (grandes e não dolorosas) é menor que o estímulo aceito das fibras A-Δ e C (pequenas e dolorosas). • Com isso os esquemas de tratamento para dores agudas são ineficazes e quase sempre contra-indicados. • Os exercícios físicos podem aumentar o nível de endorfina, ajundando a reduzir a dor crônica. • Ficar atento para patologia de base avançada, é importante nesses casos a orientação de um clínico especializado. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor Características da dor crônica Sintomas duram mais que 6 meses Poucos achados médicos objetivos Abuso de medicamento Dificuldade para dormir Depressão Comportamento manipulador Preocupação somática
  26. 26. Eletroterapia • Técnicas de manipulação da dor. • Podem ser físicas, comportamentais ou cognitivas. • Profissionais de saúde utilizam mais os meios físicos, empregando recursos terapêuticos. • Meios físicos para controle da dor: - Térmicos - Elétricos Fisioterapeuta - Mecânicos - Medicamentos - Cirurgias Médico Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  27. 27. Eletroterapia • Técnicas de manipulação da dor. • A diminuição da ansiedade do paciente em relação a lesão é fundamental no contexto do tratamento. • A simples explicação objetiva sobre os efeitos e sensações do tratamento podem desviar a atenção do paciente em relação à dor. • A boa comunicação com o paciente diminuirá seu medo do desconhecido. • Equipamentos como: Fones de ouvido, televisão, revistas, livros ou qualquer estratégia semelhante desvia a atenção do paciente em relação a sua dor ou ao desconforto do tratamento. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  28. 28. Referências Bibliográficas aula 4 • MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site]. Disponível em: http://ofisioterapeuta.blogspot.com/ • Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001. • Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In: Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford: Butterworth-Heinemann; 2000. • Orbach, I: Dissociação da dor física e suicídio: Hipótese “o comportamento suicida e a ameça a vida” 24:68, 1994. • Roeser, WM, et all: O uso da neuroestimulação transcutânea para o controle da dor em medicina esportiva. Am J Sports Med 4:210, 1976. Via Crucis “Dolorosa”

×