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Cap 2:
Fisiologia e Psicologia da dor
Eletroterapia
Prof: Cleanto Santos Vieira
Vias ascendentes da dor
Eletroterapia
• Nenhum mecanismo
envolvido na resposta à
lesão é menos contundente
ou menos conhecido que a
resposta “individual” à dor.
• A dor é uma experiência
pessoal e todos os seres
humanos são suscetíveis a
ela.
• A dor aguda é a principal
razão das pessoa buscarem
tratamento e também a
principal queixa descrita na
avaliação inicial.
Cap 2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• A dor é um dos mecanismos
de defesa do corpo que
alertam o cérebro sobre o
risco de seus tecidos estarem
em perigo.
• A resposta à dor é um
fenômeno complexo,
envolvendo componentes,
sensoriais, comportamentais
(motores) , emocionais e
culturais.
• Sua interpretação se baseia
em fatores, biológicos,
psicológicos e sociais
interrelacionados.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Os nociceptores são as células
nervosas responsáveis por
enviar ao cérebro, os avisos
sobre o risco da integridade do
organismo.
• Esses “avisos” são
interpretados pelo cérebro
como dor.
• A resposta emocional pode vir
na forma de grito, choro,
desmaio ou pensamento.
• Quando a dor é intensa ou
inesperada, um arco reflexo
imediato ativa a resposta
comportamental.
“O grito” Edvard Munch - 1893
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Numa queimadura acidental por fósforo, ocorre a estimulação
das fibras nervosas especializadas a mandarem sinais pela rede
de nervos periféricos, através da medula espinhal até o cérebro.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Quando os impulsos aferentes alcançam a medula espinhal, forma-se um arco reflexo em um a dois
níveis de entrada espinhal.
• Uma parte desse arco é enviada de volta pelo trato spinal para ativar os músculos necessários para
retirar seu dedo da fonte do estímulo.
• Outros impulsos do reflexo continuam no cérebro e são “traduzidos” como dor, e você responde “Ai!”.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Processo da dor:
• Um estímulo nocivo ou
nociceptivo ativa as fibras da
dor.
• Por irritação química ou
deformação mecânica das
terminações nervosas ocorre
a despolarização das fibras da
dor.
• Todos os impulsos nocivos são
transmitidos pelas vias
aferentes para o tálamo, e a
dor provocará os processos
fisiológicos e psicológicos
descritos anteriormente.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Modulação da dor:
• A resposta à dor começa com um estímulo nocivo.
• Fontes externas (trauma, queimaduras, cortes), ou fontes internas (distensão, entorse),
podem gerar esse estímulo.
• Após o trauma, substâncias como a bradicinina, prostaglandinas, substância P (que é
um peptídeo produzido nos glânglios da raiz dorsal da medula espinal) e outros agentes
químicos são liberados no interior e ao redor dos tecidos.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Mediador Ação
Bradicininas Estimulação direta da fibra nervosa que transporta os
estímulos nocivos
Prostaglandina Sensibilização das fibras nervosas de forma que
outros mediadores possam iniciar a nocicepção
Substância P Extravasamento de substâncias que podem causar
nocicepção
Eletroterapia
• Modulação
da dor:
• Iniciação química
da nocicepção ->
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Os antinflamatórios
não esteróides – AINE -
> bloqueiam a
formação de
cicloxigenase,
impedindo a síntese de
prostaglandina
(importantes
mediadores iniciais na
interrupção da dor e
do ciclo inflamatório)
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• A liberação da SP
influencia a transmissão
da dor, deflagrando
vasodilatação e
extravasamento de
bradicinina do plasma,
histamina dos mastócitos
e serotonina das
plaquetas.
• Iniciada a nocicepção, a SP
é também liberada pelas
terminações do axônio das
fibras C, no corpo dorsal,
transmitindo o impulso via
neurônios do corno dorsal.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Iniciada a nocicepção, a SP é
também liberada pelas
terminações do axônio das fibras
C, no corpo dorsal, transmitindo o
impulso via neurônios do corno
dorsal.
• Ocorre um processo chamado
de transação, as substâncias
químicas provocam uma
alteração do nervo ou do
ambiente do nervo, permitindo
a ocorrência do potencial de
ação.
• A despolarização das fibras
nervosas mielinizadas e
desmielinizadas ocorre por
causa do aumento da
permeabilidade ao sódio e da
perda de potássio proveniente
do interior da fibra nervosa.
• A despolarização ocorre nos
nódulos de Ranvier, nas fibras
nervosas mielinizadas, e é
responsável pelo aumento da
velocidade de condução.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Os estímulos nocivos ativam de
10 a 25% das fibras A-Δ e de 50
a 80% das fibras C.
• Quando estimuladas por
“trauma” mecânico ou calor
intenso as fibras A-Δ produzem
sensação de dor rápida clara e
localizada.
• As fibras C são nociceptores
polimodais ativados por
estímulos, químicos, térmicos e
mecânicos, gerando sensações
difusas e incômodas.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Na ocorrência de uma entorse de
tornozelo por exemplo, a sensação
bem localizada, de ardência ou de
queimação, pela ativação da ativação
das fibras A-Δ, é chamada Dor
protopática (primária).
• O indivíduo percebe que ocorreu um
trauma e reconhece a resposta como
“Dor”.
• Em pouco tempos essas primeiras
sensações se transformam em Dor
Latejante, o que marca a ativação das
fibras C e é denominada Dor epicrítica
(secundária)
Cap2:
Fisiologia e pscicologia da dor
Eletroterapia
• Um terceiro tipo de fibra nervosa
periférica aferente é a Fibra A-ß, é
um grande mecanoceptor,
mielinizado, com baixo limiar,
responde a toqies leves e à
informação mecânica de baixa
intensidade.
• A estimulação dessas fibras podem
interromper a nocicepção no corno
dorsal da medula espinhal.
• O processo de esfregar a pele ativa
as fibras A-ß, que inibem a
transmissão dos impulsos
dolorosos.
• Teoria das comportas medulares
(estimulação elétrica das grandes
fibras)
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Vias ascendentes da dor:
• As fibras nervosas A-ß, A-Δ e C se originam na periferia e terminam em áreas
diferentes do corno dorsal, são chamadas de neurônios de primeira ordem.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• A substância cinzenta da medula espinhal é dividida em
10 camadas de corpos celulares chamadas “Lâminas de
Rexed”
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Lâminas de Rexed
Eletroterapia
• Antes de se formarem sinapses
nas lâminas, os nervos
periféricos aferentes penetram
no Trato de Lissauer, onde as
fibras A-Δ e C se dividem e
enviam impulsos, para cima e
para baixo, em 1 ou 2
segmentos da coluna espinhal.
• No corno dorsal da medula
espinhal, as fibras A-Δ
pequenas e as C fazem sinapse
com os neurônios e terminam
em várias Lâminas.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Tipo de Nervo Lâminas
Fibras C cutâneas I, II, V
Fibras C Viscerais I, V
Fibras delta-A cutâneas I, II, V, X
Fibras delta-A viscerais I, V
Fibras delta-A maiores III, IV, V
Eletroterapia
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Trato de
Lissauer
Eletroterapia
• Lâmina I -> Os dois neurônios
que interessam são:
• Neurônios de variação
dinâmica ampla (VDA), que
respondem as estímulos
nocivos e não nocivos.
• Neurônios nociceptivos
específicos (NE), que
respondem somente a
estímulos nocivos.
• Esses neurônios da Lâmina I
são parte das células que
compõem o Trato
Espinotalâmico Longo (TET)
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• A substância gelatinosa (SG),
parcialmente localizada no
interior da lâmina II, contém
pequenos neurônios
internunciais que podem
excitar ou inibir a
transmissão dos estímulos
nocivos.
• Os neurônios internunciais
da SG enviam axônios para a
lâmina I e liberam
encefalina e ácido –
aminobutírico (GABA),
ambos inibidores da
transmissão dos estímulos
nocivos.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• AS Lâminas III e IV são compostas de
neurônios de variação dinâmica ampla
e mecanorreceptores de limiar baixo,
que tem papel limitado na modulação
e transmissão da dor.
• A Lâmina V revela importantes
sinapses de fibras A-Δ e fibras C no
corno dorsal, possuindo um grande
número de NVDA, que respondem a
um espectro de estímulos (toques
leves, pressão mecânica, calor).
• Os NVDA provenientes das Lâminas I e
V são a maioria das fibras do trato
espino-talâmico, origem dos neurônios
de 2ª ordem e término dos neurônios
de 1ª ordem.
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• Os neurônios de 1ª ordem vão
da periferia para a sinapse no
glânglio da raiz dorsal e da
lâmina antes de cruzarem a
medula espinhal em direção ao
Trato-espinotalâmico.
• O estímulo nocivo é então
enviado ao cérebro por duas vias
diferentes:
• Trato neo-espinotalâmico (TNET)
e Trato paleo-espinotalâmico
(TPET), também chamados de
Tratos espinotalâmicos lateral e
ventral.
• Melzak e Wall descrevem o trato
neo-espinotalâmico como a via
sensório-discriminativa da dor
Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
• A formação reticular (rede de células
e fibras localizadas no tronco
cerebral) regula respostas motoras,
sensitivas e autônomas a estímulos
nocivos, permitindo que a pessoa
ferida responda rapidamente aos
estímulos.
• O sistema límbico ajuda a integrar a
função superior do cérebro com
reações motivacionais e emocionais,
sendo responsável pelas qualidades
afetivas do corpo, reações de
recompensa, punição, impulsos
aversivos e reações de medo à dor.
• Melzak e Wall o denominaram
sistema motivacional-afetivo.
Cap2:
fisiologia e psicologia da dor
Eletroterapia
Áreas do Trato Paleo-espinotalâmico
Área Função
Medula Oblonga Controla as funções autônomas (batimento cardíaco,
respiração e vômito) liga a medula espinhal com o
cérebro
Mesencéfalo Funciona como centro para muitos reflexos e ajuda a
coordenação de movimentos e do movimentos ocular.
Hipotálamo Controla a liberação de hormônios do sistema
endócrino. Por meio desse mecanismo, o hipotálamo
regula o metabolismo e a resposta ao estresse.
Tálamo Influencia o humor e os movimentos do corpo que
estão associados com o medo, ansiedade, dor e raiva.
Sistema Límbico Ligado às emoções e, por meio do giro cingulado,
controla a resposta visceral às emoções e a sensação
de dor e prazer.
Susbtância cinzenta periaqueductal Controla hormonalmente a liberação de Β-endorfina e
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Cap2:
Fisiologia e psicologia da dor

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Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 Aula 3

  • 1. Cap 2: Fisiologia e Psicologia da dor Eletroterapia Prof: Cleanto Santos Vieira Vias ascendentes da dor
  • 2. Eletroterapia • Nenhum mecanismo envolvido na resposta à lesão é menos contundente ou menos conhecido que a resposta “individual” à dor. • A dor é uma experiência pessoal e todos os seres humanos são suscetíveis a ela. • A dor aguda é a principal razão das pessoa buscarem tratamento e também a principal queixa descrita na avaliação inicial. Cap 2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 3. Eletroterapia • A dor é um dos mecanismos de defesa do corpo que alertam o cérebro sobre o risco de seus tecidos estarem em perigo. • A resposta à dor é um fenômeno complexo, envolvendo componentes, sensoriais, comportamentais (motores) , emocionais e culturais. • Sua interpretação se baseia em fatores, biológicos, psicológicos e sociais interrelacionados. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 4. Eletroterapia • Os nociceptores são as células nervosas responsáveis por enviar ao cérebro, os avisos sobre o risco da integridade do organismo. • Esses “avisos” são interpretados pelo cérebro como dor. • A resposta emocional pode vir na forma de grito, choro, desmaio ou pensamento. • Quando a dor é intensa ou inesperada, um arco reflexo imediato ativa a resposta comportamental. “O grito” Edvard Munch - 1893 Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 5. Eletroterapia • Numa queimadura acidental por fósforo, ocorre a estimulação das fibras nervosas especializadas a mandarem sinais pela rede de nervos periféricos, através da medula espinhal até o cérebro. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 6. Eletroterapia • Quando os impulsos aferentes alcançam a medula espinhal, forma-se um arco reflexo em um a dois níveis de entrada espinhal. • Uma parte desse arco é enviada de volta pelo trato spinal para ativar os músculos necessários para retirar seu dedo da fonte do estímulo. • Outros impulsos do reflexo continuam no cérebro e são “traduzidos” como dor, e você responde “Ai!”. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 7. Eletroterapia • Processo da dor: • Um estímulo nocivo ou nociceptivo ativa as fibras da dor. • Por irritação química ou deformação mecânica das terminações nervosas ocorre a despolarização das fibras da dor. • Todos os impulsos nocivos são transmitidos pelas vias aferentes para o tálamo, e a dor provocará os processos fisiológicos e psicológicos descritos anteriormente. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 8. Eletroterapia • Modulação da dor: • A resposta à dor começa com um estímulo nocivo. • Fontes externas (trauma, queimaduras, cortes), ou fontes internas (distensão, entorse), podem gerar esse estímulo. • Após o trauma, substâncias como a bradicinina, prostaglandinas, substância P (que é um peptídeo produzido nos glânglios da raiz dorsal da medula espinal) e outros agentes químicos são liberados no interior e ao redor dos tecidos. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor Mediador Ação Bradicininas Estimulação direta da fibra nervosa que transporta os estímulos nocivos Prostaglandina Sensibilização das fibras nervosas de forma que outros mediadores possam iniciar a nocicepção Substância P Extravasamento de substâncias que podem causar nocicepção
  • 9. Eletroterapia • Modulação da dor: • Iniciação química da nocicepção -> Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 10. Eletroterapia • Os antinflamatórios não esteróides – AINE - > bloqueiam a formação de cicloxigenase, impedindo a síntese de prostaglandina (importantes mediadores iniciais na interrupção da dor e do ciclo inflamatório) Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 11. Eletroterapia • A liberação da SP influencia a transmissão da dor, deflagrando vasodilatação e extravasamento de bradicinina do plasma, histamina dos mastócitos e serotonina das plaquetas. • Iniciada a nocicepção, a SP é também liberada pelas terminações do axônio das fibras C, no corpo dorsal, transmitindo o impulso via neurônios do corno dorsal. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 12. Eletroterapia • Iniciada a nocicepção, a SP é também liberada pelas terminações do axônio das fibras C, no corpo dorsal, transmitindo o impulso via neurônios do corno dorsal. • Ocorre um processo chamado de transação, as substâncias químicas provocam uma alteração do nervo ou do ambiente do nervo, permitindo a ocorrência do potencial de ação. • A despolarização das fibras nervosas mielinizadas e desmielinizadas ocorre por causa do aumento da permeabilidade ao sódio e da perda de potássio proveniente do interior da fibra nervosa. • A despolarização ocorre nos nódulos de Ranvier, nas fibras nervosas mielinizadas, e é responsável pelo aumento da velocidade de condução. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 13. Eletroterapia • Os estímulos nocivos ativam de 10 a 25% das fibras A-Δ e de 50 a 80% das fibras C. • Quando estimuladas por “trauma” mecânico ou calor intenso as fibras A-Δ produzem sensação de dor rápida clara e localizada. • As fibras C são nociceptores polimodais ativados por estímulos, químicos, térmicos e mecânicos, gerando sensações difusas e incômodas. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 14. Eletroterapia • Na ocorrência de uma entorse de tornozelo por exemplo, a sensação bem localizada, de ardência ou de queimação, pela ativação da ativação das fibras A-Δ, é chamada Dor protopática (primária). • O indivíduo percebe que ocorreu um trauma e reconhece a resposta como “Dor”. • Em pouco tempos essas primeiras sensações se transformam em Dor Latejante, o que marca a ativação das fibras C e é denominada Dor epicrítica (secundária) Cap2: Fisiologia e pscicologia da dor
  • 15. Eletroterapia • Um terceiro tipo de fibra nervosa periférica aferente é a Fibra A-ß, é um grande mecanoceptor, mielinizado, com baixo limiar, responde a toqies leves e à informação mecânica de baixa intensidade. • A estimulação dessas fibras podem interromper a nocicepção no corno dorsal da medula espinhal. • O processo de esfregar a pele ativa as fibras A-ß, que inibem a transmissão dos impulsos dolorosos. • Teoria das comportas medulares (estimulação elétrica das grandes fibras) Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 16. Eletroterapia • Vias ascendentes da dor: • As fibras nervosas A-ß, A-Δ e C se originam na periferia e terminam em áreas diferentes do corno dorsal, são chamadas de neurônios de primeira ordem. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 17. Eletroterapia • A substância cinzenta da medula espinhal é dividida em 10 camadas de corpos celulares chamadas “Lâminas de Rexed” Cap2: Fisiologia e psicologia da dor Lâminas de Rexed
  • 18. Eletroterapia • Antes de se formarem sinapses nas lâminas, os nervos periféricos aferentes penetram no Trato de Lissauer, onde as fibras A-Δ e C se dividem e enviam impulsos, para cima e para baixo, em 1 ou 2 segmentos da coluna espinhal. • No corno dorsal da medula espinhal, as fibras A-Δ pequenas e as C fazem sinapse com os neurônios e terminam em várias Lâminas. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor Tipo de Nervo Lâminas Fibras C cutâneas I, II, V Fibras C Viscerais I, V Fibras delta-A cutâneas I, II, V, X Fibras delta-A viscerais I, V Fibras delta-A maiores III, IV, V
  • 20. Eletroterapia • Lâmina I -> Os dois neurônios que interessam são: • Neurônios de variação dinâmica ampla (VDA), que respondem as estímulos nocivos e não nocivos. • Neurônios nociceptivos específicos (NE), que respondem somente a estímulos nocivos. • Esses neurônios da Lâmina I são parte das células que compõem o Trato Espinotalâmico Longo (TET) Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 21. Eletroterapia • A substância gelatinosa (SG), parcialmente localizada no interior da lâmina II, contém pequenos neurônios internunciais que podem excitar ou inibir a transmissão dos estímulos nocivos. • Os neurônios internunciais da SG enviam axônios para a lâmina I e liberam encefalina e ácido – aminobutírico (GABA), ambos inibidores da transmissão dos estímulos nocivos. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 22. Eletroterapia • AS Lâminas III e IV são compostas de neurônios de variação dinâmica ampla e mecanorreceptores de limiar baixo, que tem papel limitado na modulação e transmissão da dor. • A Lâmina V revela importantes sinapses de fibras A-Δ e fibras C no corno dorsal, possuindo um grande número de NVDA, que respondem a um espectro de estímulos (toques leves, pressão mecânica, calor). • Os NVDA provenientes das Lâminas I e V são a maioria das fibras do trato espino-talâmico, origem dos neurônios de 2ª ordem e término dos neurônios de 1ª ordem. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 23. Eletroterapia • Os neurônios de 1ª ordem vão da periferia para a sinapse no glânglio da raiz dorsal e da lâmina antes de cruzarem a medula espinhal em direção ao Trato-espinotalâmico. • O estímulo nocivo é então enviado ao cérebro por duas vias diferentes: • Trato neo-espinotalâmico (TNET) e Trato paleo-espinotalâmico (TPET), também chamados de Tratos espinotalâmicos lateral e ventral. • Melzak e Wall descrevem o trato neo-espinotalâmico como a via sensório-discriminativa da dor Cap2: Fisiologia e psicologia da dor
  • 24. Eletroterapia • A formação reticular (rede de células e fibras localizadas no tronco cerebral) regula respostas motoras, sensitivas e autônomas a estímulos nocivos, permitindo que a pessoa ferida responda rapidamente aos estímulos. • O sistema límbico ajuda a integrar a função superior do cérebro com reações motivacionais e emocionais, sendo responsável pelas qualidades afetivas do corpo, reações de recompensa, punição, impulsos aversivos e reações de medo à dor. • Melzak e Wall o denominaram sistema motivacional-afetivo. Cap2: fisiologia e psicologia da dor
  • 25. Eletroterapia Áreas do Trato Paleo-espinotalâmico Área Função Medula Oblonga Controla as funções autônomas (batimento cardíaco, respiração e vômito) liga a medula espinhal com o cérebro Mesencéfalo Funciona como centro para muitos reflexos e ajuda a coordenação de movimentos e do movimentos ocular. Hipotálamo Controla a liberação de hormônios do sistema endócrino. Por meio desse mecanismo, o hipotálamo regula o metabolismo e a resposta ao estresse. Tálamo Influencia o humor e os movimentos do corpo que estão associados com o medo, ansiedade, dor e raiva. Sistema Límbico Ligado às emoções e, por meio do giro cingulado, controla a resposta visceral às emoções e a sensação de dor e prazer. Susbtância cinzenta periaqueductal Controla hormonalmente a liberação de Β-endorfina e de outras substâncias químicas redutoras da dor. Cap2: Fisiologia e psicologia da dor