SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 40
Baixar para ler offline
Eletroterapia
Tecido Nervoso
Prof. Espª. Cleanto Santos Vieira
Eletroterapia
Eletroterapia
Tecido nervoso ->
conduz impulsos aferentes e
eferentes.
Aferente ou Sensitiva – Quando o impulso nervoso sai da periferia e vai
para o sistema nervoso central. Ex. Tato, Visão, Dor, - Sensações -
Sensitivas.
Eferente – Quando o impulso nervoso sai do sistema nervoso central
para a periferia. A via eferente vai para a periferia mais precisamente
para o órgão efetor que pode ser o músculo ou glândula.
Eletroterapia
As sinapses são junções onde os
neurônios se comunicam;
Podem ser químicas, elétricas ou
mistas;
As células danificadas do S.N.C.,
não são substituídas, já as do
S.N.P. possuem certa capacidade
de regeneração;
Eletroterapia
Eletroterapia
Por que então devemos
conhecer o potencial de
ação dos neurônios e das
fibras musculares na
disciplina de eletroterapia?
Eletroterapia Resposta à lesão
Eletroterapia
Processo de resposta à lesão
Eletroterapia
Processo de resposta à
lesão.
Fase de profiferação:
↑ do número e tamanho dos
fibroblastos, determinando
acúmulo de matriz basal e
colágeno no local;
Fase de maturação:
Colágeno e fibroblastos se
realinham na tentativa de se
adaptar à orientação e função do
tecido original;
Eletroterapia
Processo de resposta à lesão
Eletroterapia
Resposta inflamatória
aguda:
É um processo que mobiliza os
sistemas de defesa do organismo;
Resultante de irritação química,
calor, trauma mecânico ou
invasão de microorganismos;
Objetivo -> controlar os efeitos
causados e tentar regenerar o
tecido;
Resposta em 2 níveis:
Alterações do fluxo sanguíneo
local;
Alterações do funcionamento
celular
Eletroterapia
A inflamação é necessária para o
processo de cura, mas se sua
intensidade ou duração forem
excessivos, se torna prejudicial
pois a inflamação crônica é
debilitadora;
Os recursos terapêuticos
podem influenciar a duração e
magnitude do processo
inflamatório diminuindo ou
impedindo os efeitos
indesejáveis;
Eletroterapia
Estágio Processo Tempo desde a lesão
(dias)
Agudo Reação à lesão 0-14
Subagudo Sintomas diminuem 14-31
Crônico Inflamação não-controlada > 31
Estágios da inflamação após lesão
Eletroterapia
Sinais do processo
inflamatório:
Hiperemia -> Calor e vermelhidão
( do fluxo sanguíneo);↑
Edema -> Concentração de↑
proteínas (gama globulina e
fibrinogênio), ação de vários
agentes inflamatórios;
Dor - > Liberação de bradicinina,
histamina, prostaglandina e
outras substâncias e da↑
pressão no tecido;
Resulta na perda da função
normal;
Eletroterapia
Mediadores Inflamatórios Selecionados
Heparina Inibe a coagulação, impede a conversão de protrombina
em trombina.
Histamina Loc: mastócitos, basófilos e plaquetas, sua função é
vasodilatação das arteríolas e da permeabilidade das↑
vênulas.
Quininas Polipeptídeos que dilatam as arteríolas, agentes
quimiotáticos poderosos, produzem dor. Principalmente
envolvidas no processo , nos estágios iniciais da resposta
vascular.
Prostaglandinas São vários os tipos, responsáveis pela vasodilatação e ↑
da permeabilidade vascular. Sintetizadas nos tecidos
danificados e influenciam na intensidade e duração do
processo inflamatório.
Serotonina Poderoso vasoconstritor.
Leucotrienos Ácidos graxos que provocam a contração do músculo
liso, aumenta a permeabilidade vascular e atraem
neutrófilos
Eletroterapia
Hemorragia:
Pode ser por rompimento do
vaso ou aumento acentuado da
permeabilidade, permitindo
assim que células e fluidos
possam sair, ou ainda se a
pressão interna do vaso, for
maior que a externa.
Para o cessamento da
hemorragia é preciso que o vaso
seja reparado e/ou o gradiente
de pressão deve ser igualado
Eletroterapia
Edema:
 É o acúmulo de excesso de fluido no
espaço intersticial por quebra da
homeostase interna e externa da
membrana celular ou obstruções de
retorno linfático e venoso.
 A extensão do edema local é proporcional
aos seguintes fatores:
 Gravidade da lesão (número e tipo de
células danificadas);
 Alteração da permeabilidade vascular;
 Extensão da hemorragia primária e
secundária;
 Presença de mediadores químicos
inflamatórios.
Eletroterapia
O movimento dos fluidos através
da membrana capilar depende
de três forças básicas:
1ª Pressão hidrostática vascular
-> força a saída do contéudo dos
capilares para os tecidos;
2ª Pressão osmótica coloidal do
plasma -> atrai o fluido dos
tecidos para o interior dos
capilares;
3ª Pressão hidrostática dos
membros -> se altera segundo as
mudanças da posição do
membro
Eletroterapia
Estágio de transudato: após a
lesão, os mediadores
inflamatórios fazem com que as
arteríolas se dilatem e o
aumento da pressão de filtração
capilar faz com que proteínas e
fluidos entrem nos tecidos;
Estágio de exsudato: o da↑
inflamação força os neutrófilos e
outras células sanguíneas para
fora dos vasos, na direção dos
tecidos, resultando na formação
de fluido edematoso exuberante.
Eletroterapia
Retorno venoso e/ou
linfático: o inchaço e edema
só podem ser reduzidos com a
remoção de fluidos e sólidos da
área, pelos sistemas nervoso e
linfático.
Através de:
- ↑ do retorno venoso;
- ↑ do fluxo linfático;
- Ou da circulação sanguínea.↑
Eletroterapia
O processo
respiratório:
↑ o retorno venoso durante a
inspiração e a expiração;
Na inspiração o Diafragma
pressiona os órgãos abdominais,
pressionando as veias;
Na expiração, um gradiente de
pressão negativa é criado
provocando um efeito de sifão,
que retira o sangue do sistema
venoso.
Eletroterapia
Gravidade:
Serve para levar o sangue de
volta ao coração;
Quando se coloca um membro
em posição pendente, da↑
pressão hidrostática nos vasos
sanguíneos periféricos forçando
os fluidos para dentro dos
tecidos;
Quando um membro é colocado
em posição elevada, o retorno
venoso é passivo, ocorre um
fluxo natural para baixo dos
fluidos nos vasos;
Eletroterapia
A resistência do fluxo sanguíneo
é inversamente proporcional ao
diâmetro do vaso;
A medida que o diâmetro
diminui, a resistência ao fluxo
aumenta na 4ª potência do raio;
A viscosidade da fluido
determina sua resistência ao
fluxo;
Após a lesão a viscosidade ,↑
podendo obstruir a área
adjacente à lesão;
Diâmetro
1 cm
Resistência
ao fluxo = 1
Diâmetro
0,5 cm
Resistência ao
fluxo = 16
Eletroterapia
Hipoxia:
A isquemia é observada após o
estágio primário da lesão,
provoca mais morte celular;
Isquemia é a diminuição do
aporte de oxigênio para a área,
ocorrendo o sufocamento das
células;
Após a lesão ocorrem várias
alterações vasculares;
Bloqueio do fornecimento de
sangue oxigenado -> ISQUEMIA
Agentes Físicos:
-Trauma mecânico
- Extremos de temperatura
- Radiação
- Choque elétrico
Eletroterapia
Hipoxia:
Os capilares das áreas vizinhas
se rompem pelo intumecimento
do espaço intersticial,
perpetuando o ciclo e matando
mais células;
Essa lesão hipóxica secundária,
pode ser diminuida, reduzindo a
quantidade de fluidos que se
acumulam na área com o uso de
compressão e elevação;
A necessidade de oxigênio pode
ser reduzida diminuindo o
metabolismo celular
(compressas frias)
Agentes Químicos:
- São inúmeros;
- Até mesmo a glicose se
hipertônica, ou o oxigênio em
elevadas taxas;
- Arsênico, cianureto, mercúrio,
inseticidas, herbicidas, asbestos,
álcool, etc…
Agentes infecciosos:
-Vírus;
- Rickettsiae;
- Bactérias;
- Fungos;
- Parasitas;
- Mecanismos de agressão diversos.
Eletroterapia
Espasmo muscular:
 Encurtamento involuntário das fibras
musculares;
 Mecanismo intrínseco para proteção da
área danificada;
 Provocado por trauma direto ou
diminuição do aporte de oxigênio;
 Provoca dor pela estimulação mecânica e
química dos receptores dolorosos;
 A tensão produzida pelo encurtamento e
os efeitos da falta de oxigênação irritam
as fibras químicas da dor;
 Na persistência do espasmo ocorre a
irritação de tendões e ligamentos
associados;
 A extensão do espasmo aumenta;
 Ciclo autoperpetuado;
Eletroterapia
Atrofia:
 Esse processo começa já 24 horas após a
imobilização;
 No músculo imobilizado ou na perda de
inervação, suas fibras diminuem e seu
conteúdo de actina e miosina também
diminui;
 Atrofia por desuso:
 Imobilizacões por talas, gesso, ou quando o
indivíduo não utiliza conscientemente ou
inconscientemente a extremidade por causa
da dor;
 Atrofia por desnervação:
 Ocorre quando o suprimento nervoso para o
grupo muscular está comprometido;
 Nos dois casos os resultados são semelhantes;
Eletroterapia
 Os órgãos tendinosos de Golgi (OTGs) funcionam com os fusos musculares controlando o grau de
tensão aplicada sobre o tendão e o músculo;
 Quando ocorre a contração os OTGs controlam o grau da força aplicada sobre o tendão, impedindo
uma lesão resultante de uma tensão elevada;
 Os fusos musculares controlam a taxa e a amplitude da tensão produzida;
 Se a estimulação dos OTGs ou dos fusos musculares é muito elevada, é gerado um impulso nervoso que
inibe a contração do músculo;
 Durante o processo de resposta à lesão, esses nervos podem ser estimulados por pressão resultante de
espamo e/ou edema, ou também quimicamente através dos mediadores inflamatórios;
 Isso gera uma influência inibitória e na continuidade desse processo, ocorre a atrofia do grupo
muscular
Eletroterapia
Coagulação do
sangue:
O processo inflamatório atua
então na volta do corpo a
normalidade;
Esse processo remove detritos e
substâncias tóxicas da área
danificada;
Ocorre a ingestão de organismos
tóxicos e partículas estranhas
(Fagocitose) e sua remoção pelo
sistema linfático;
Monócitos, macrófagos e
leucócitos atuam nesse processo,
devorando tecidos tóxicos e
mortos;
Eletroterapia
Processo de
coagulação do
sangue:
 A protrombina é ativada na presença
do fator “X” (Stuart/Prowler), sendo
transformada em trombina;
 A presença de trombina estimula o
fibrinogênio a desenvolver
filamentos individuais de fibrina;
 O monômetro de fibrina se deposita
no vaso danificado, araindo
plaquetas, células vermelhas e
brancas do sangue;
 Os filamentos de fibrina se contraem
formando um tampão permanente.
Eletroterapia
Fases da cura da lesão
Fase Eventos
Fase de inflamação Acúmulo de plaquetas, coagulação,
migração de leucócitos
Fase de proliferação Crescimento de novo tecido (re-
epitelização), desenvolvimento de
novos vasos sanguíneos (angiogênese),
desenvolvimento de tecido fibtoso
(fibroplasia), contração do ferimento e
formação de matriz de colágeno
Fase de maturação Recomposição da matriz, deposição de
tecidos permanentes, recuperação da
função
Eletroterapia
Fase de proliferação:
 Remoção dos restos
celulares;
 Reparação temporária do
tecido formado na fase
inflamatória;
 Desenvolvimento de tecidos
novos e permanentes;
 Acredita-se que comece
cerca de 72 horas após o
trauma, podendo durar 3
semanas;
Eletroterapia
Processos
relacionados à
poliferação:
1º Formação de fibroblasto;
2º Síntese de colágeno;
3º Remodelação do tecido;
4º Alinhamento do tecido.
Eletroterapia
Revascularização:
 A reparação se inicia na periferia;
 Macrófagos e polimorfos nucleares, produzem novos
leitos capilares formando tecido de granulação;
 Esse processo caminha em direção ao centro da área
lesada, construindo uma trama onde será formado o novo
tecido;
 Os mastócitos liberam agentes que estimulam os
fibroblastos, que são atraídos para o local pela presença
de macrófagos;
 Os fibroblastos iniciam a deposição de colágeno que
formará uma estrutura de vedação sobre a lesão, criando a
matriz extracelular da ferida;
 Essa deposição é pouco ordenada;
 Tensões de movimentação articular leve podem
levar a uma organização mais rápida e ordenada
(direcionamento);
Eletroterapia
Contração da lesão:
 Após a revascularização da área lesada;
 Miofibroblastos se acumulam nas
margens da ferida e começam a se mover
em direção ao centro, como possuem um
alto teor de filamentos de actina; cada
um se encurta puxando as bordas dos
tecidos danificados;
 Os fibroblastos produzem um tipo fraco
de colágeno III, tornando a área
vulnerável a tensão;
 Água e direcionada a área de reparação
para que ocorra o desenvolvimento de
vasos sanguíneos, nervos proprioceptivos
e sensoriais;
 Em feridas superficiais formam a cicatriz
característica.
Eletroterapia
Remodelação
da lesão:
 A presença de tensões
externas causam o
alinhamento das fibras
visando à remodelação
da ferida;
 5 a 11 dias após o trauma,
o colágeno tipo III
começa a ser substituído
por Tipo I (mais forte),
melhorando a força
tênsil;
 Exercícios precoces de
ampliação dos
movimentos a↑
resistência de tecidos
em fase de cura.
Eletroterapia
Fase de Maturação:
 É o final do processo de resposta à lesão;
 Caracterizada pela limpeza da área e aumento da resistência dos tecidos reparados
ou substituídos;
 Pode durar 1 ano ou mais;
 A proporção de colágeno tipo I continua a aumentar;
 A força tênsil do tecido cresce;
 Devem ser aplicadas tensões crescentes, estimulando a organização correta
do colágeno, permitindo assim o máximo de força tênsil.
Eletroterapia
Inflamação crônica:
 Persiste mais de 1 mês além do
tempo normal de recuperação;
 O corpo ainda reage à presença de
material estranho e/ou à infecção;
 Forma-se um granuloma (massa
endurecida de tecido fibroso) que
afeta a função da parte envolvida,
ocasionando a perda da função
total e ao desenvolvimento de
reações secundárias em estruturas
associadas.
Eletroterapia
O papel dos recursos terapêuticos:
 Será a correta aplicação de energia térmica, mecânica, elétrica ou
química ao organismo, que deve conduzir ao processo de cura da lesão;
 A aplicação terapêutica em ponto inadequado de sua fase de recuperação
pode retardar, ou até mesmo prejudicar o processo de cura.
Eletroterapia
Referências Bibliográficas:
RODRIGUES, E. GUIMARÃES,C. Manual de Recursos
Fisioterapêuticos. Editora Revinter. Rio de Janeiro-RJ, 1998.
STARKEY, C. Recursos Terapêuticos em Fisioterapia. 1º edição.
Editora Manole. São Paulo-SP, 2001.
LOW, J. REED, A. Eletroterapia Explicada – Princípios e Prática.
3º edição. Editora Manole. São Paulo-SP, 2001.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Fototerapia - infravermelho - cap 13
 Fototerapia - infravermelho - cap 13 Fototerapia - infravermelho - cap 13
Fototerapia - infravermelho - cap 13Cleanto Santos Vieira
 
Termoterapia ondas curtas e microondas - cap 7
Termoterapia   ondas curtas e microondas - cap 7Termoterapia   ondas curtas e microondas - cap 7
Termoterapia ondas curtas e microondas - cap 7Cleanto Santos Vieira
 
Corrente interferencial
Corrente interferencial Corrente interferencial
Corrente interferencial FUAD HAZIME
 
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdf
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdfslide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdf
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdfRoosivelt Honorato
 
Recursos fisioterapeuticos na dermato funcional
Recursos fisioterapeuticos na dermato funcionalRecursos fisioterapeuticos na dermato funcional
Recursos fisioterapeuticos na dermato funcionalNathanael Amparo
 
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17Cleanto Santos Vieira
 
1 terapia combinada ultrassom de alta potência associado a novas correntes ...
1   terapia combinada ultrassom de alta potência associado a novas correntes ...1   terapia combinada ultrassom de alta potência associado a novas correntes ...
1 terapia combinada ultrassom de alta potência associado a novas correntes ...HTM ELETRÔNICA
 
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)FUAD HAZIME
 
Eletroterapia - circuitos - agentes elétricos - capítulo 5 Aula 8
Eletroterapia - circuitos - agentes elétricos - capítulo 5 Aula 8 Eletroterapia - circuitos - agentes elétricos - capítulo 5 Aula 8
Eletroterapia - circuitos - agentes elétricos - capítulo 5 Aula 8 Cleanto Santos Vieira
 
3 - AULA PRINCIPAL DE BANDAGEM FUNCIONAL.pptx
3 - AULA PRINCIPAL DE BANDAGEM FUNCIONAL.pptx3 - AULA PRINCIPAL DE BANDAGEM FUNCIONAL.pptx
3 - AULA PRINCIPAL DE BANDAGEM FUNCIONAL.pptxArthurLorran
 
Eletroterapia - Frio - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 5
Eletroterapia - Frio - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 5 Eletroterapia - Frio - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 5
Eletroterapia - Frio - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 5 Cleanto Santos Vieira
 
Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6
Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6 Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6
Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6 Cleanto Santos Vieira
 
Fisioterapia na Saúde do Trabalhador - Síndrome do Túnel do Carpo - Ergonomia
Fisioterapia na Saúde do Trabalhador - Síndrome do Túnel do Carpo - ErgonomiaFisioterapia na Saúde do Trabalhador - Síndrome do Túnel do Carpo - Ergonomia
Fisioterapia na Saúde do Trabalhador - Síndrome do Túnel do Carpo - ErgonomiaUniversidade Norte do Paraná
 
Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 ...
Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 ...Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 ...
Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 ...Cleanto Santos Vieira
 

Mais procurados (20)

Eletroterapia
EletroterapiaEletroterapia
Eletroterapia
 
Corrente russa
Corrente russaCorrente russa
Corrente russa
 
microondas
microondasmicroondas
microondas
 
Fototerapia - infravermelho - cap 13
 Fototerapia - infravermelho - cap 13 Fototerapia - infravermelho - cap 13
Fototerapia - infravermelho - cap 13
 
Ultrassom
UltrassomUltrassom
Ultrassom
 
Termoterapia ondas curtas e microondas - cap 7
Termoterapia   ondas curtas e microondas - cap 7Termoterapia   ondas curtas e microondas - cap 7
Termoterapia ondas curtas e microondas - cap 7
 
Aula de ultra som 2014.1
Aula de ultra som 2014.1Aula de ultra som 2014.1
Aula de ultra som 2014.1
 
Corrente interferencial
Corrente interferencial Corrente interferencial
Corrente interferencial
 
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdf
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdfslide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdf
slide - eletroterapia - prof Roosivelt.pdf
 
Recursos fisioterapeuticos na dermato funcional
Recursos fisioterapeuticos na dermato funcionalRecursos fisioterapeuticos na dermato funcional
Recursos fisioterapeuticos na dermato funcional
 
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
Eletroterapia - corrente russa - capitulo 7 aula 17
 
1 terapia combinada ultrassom de alta potência associado a novas correntes ...
1   terapia combinada ultrassom de alta potência associado a novas correntes ...1   terapia combinada ultrassom de alta potência associado a novas correntes ...
1 terapia combinada ultrassom de alta potência associado a novas correntes ...
 
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
Estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS)
 
Termoeletroterapia Aplicada
Termoeletroterapia AplicadaTermoeletroterapia Aplicada
Termoeletroterapia Aplicada
 
Eletroterapia - circuitos - agentes elétricos - capítulo 5 Aula 8
Eletroterapia - circuitos - agentes elétricos - capítulo 5 Aula 8 Eletroterapia - circuitos - agentes elétricos - capítulo 5 Aula 8
Eletroterapia - circuitos - agentes elétricos - capítulo 5 Aula 8
 
3 - AULA PRINCIPAL DE BANDAGEM FUNCIONAL.pptx
3 - AULA PRINCIPAL DE BANDAGEM FUNCIONAL.pptx3 - AULA PRINCIPAL DE BANDAGEM FUNCIONAL.pptx
3 - AULA PRINCIPAL DE BANDAGEM FUNCIONAL.pptx
 
Eletroterapia - Frio - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 5
Eletroterapia - Frio - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 5 Eletroterapia - Frio - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 5
Eletroterapia - Frio - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 5
 
Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6
Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6 Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6
Eletroterapia - calor - agentes térmicos - capítulo 4 Aula 6
 
Fisioterapia na Saúde do Trabalhador - Síndrome do Túnel do Carpo - Ergonomia
Fisioterapia na Saúde do Trabalhador - Síndrome do Túnel do Carpo - ErgonomiaFisioterapia na Saúde do Trabalhador - Síndrome do Túnel do Carpo - Ergonomia
Fisioterapia na Saúde do Trabalhador - Síndrome do Túnel do Carpo - Ergonomia
 
Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 ...
Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 ...Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 ...
Eletroterapia - fisiologia e psicologia da dor vias ascendentes - capítulo 2 ...
 

Semelhante a Eletroterapia do tecido nervoso

Patologia 03 inflamação aguda - med resumos - arlindo netto
Patologia 03   inflamação aguda - med resumos - arlindo nettoPatologia 03   inflamação aguda - med resumos - arlindo netto
Patologia 03 inflamação aguda - med resumos - arlindo nettoJucie Vasconcelos
 
lesao.mecanismos e respostas
lesao.mecanismos e respostaslesao.mecanismos e respostas
lesao.mecanismos e respostasNay Ribeiro
 
Apostilafisiopatologia2
Apostilafisiopatologia2Apostilafisiopatologia2
Apostilafisiopatologia2Ivone Reges
 
sindrome compartimental.pptx
sindrome compartimental.pptxsindrome compartimental.pptx
sindrome compartimental.pptxleidiva
 
Síndrome Compartimental
Síndrome CompartimentalSíndrome Compartimental
Síndrome CompartimentalMarcus Murata
 
105240226 apostila-sobre-inflamacao
105240226 apostila-sobre-inflamacao105240226 apostila-sobre-inflamacao
105240226 apostila-sobre-inflamacaoBruno Santos
 
Fisiopatologia ii
Fisiopatologia iiFisiopatologia ii
Fisiopatologia iiRosely_ro
 
primeiros socorros - hemorragia
primeiros socorros - hemorragiaprimeiros socorros - hemorragia
primeiros socorros - hemorragiaDelly1989
 
Seminário AINES E ANALGESICOS.docx
Seminário AINES E ANALGESICOS.docxSeminário AINES E ANALGESICOS.docx
Seminário AINES E ANALGESICOS.docxVictorAugusto188503
 

Semelhante a Eletroterapia do tecido nervoso (20)

AULA 6 - Inflamação II.pdf
AULA 6 - Inflamação II.pdfAULA 6 - Inflamação II.pdf
AULA 6 - Inflamação II.pdf
 
1º bimestre halita
1º bimestre   halita1º bimestre   halita
1º bimestre halita
 
Patologia 03 inflamação aguda - med resumos - arlindo netto
Patologia 03   inflamação aguda - med resumos - arlindo nettoPatologia 03   inflamação aguda - med resumos - arlindo netto
Patologia 03 inflamação aguda - med resumos - arlindo netto
 
úLceras de pressão
úLceras de pressãoúLceras de pressão
úLceras de pressão
 
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICAINFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
INFLAMAÇÃO AGUDA E CRÔNICA
 
Inflamação
InflamaçãoInflamação
Inflamação
 
lesao.mecanismos e respostas
lesao.mecanismos e respostaslesao.mecanismos e respostas
lesao.mecanismos e respostas
 
Apostilafisiopatologia2
Apostilafisiopatologia2Apostilafisiopatologia2
Apostilafisiopatologia2
 
Termoterapia
TermoterapiaTermoterapia
Termoterapia
 
sindrome compartimental.pptx
sindrome compartimental.pptxsindrome compartimental.pptx
sindrome compartimental.pptx
 
apresentação.pptx
apresentação.pptxapresentação.pptx
apresentação.pptx
 
Síndrome Compartimental
Síndrome CompartimentalSíndrome Compartimental
Síndrome Compartimental
 
Emergencia tipos de choque resulmo
Emergencia tipos de choque resulmoEmergencia tipos de choque resulmo
Emergencia tipos de choque resulmo
 
105240226 apostila-sobre-inflamacao
105240226 apostila-sobre-inflamacao105240226 apostila-sobre-inflamacao
105240226 apostila-sobre-inflamacao
 
Inflamação
InflamaçãoInflamação
Inflamação
 
Fisiopatologia ii
Fisiopatologia iiFisiopatologia ii
Fisiopatologia ii
 
primeiros socorros - hemorragia
primeiros socorros - hemorragiaprimeiros socorros - hemorragia
primeiros socorros - hemorragia
 
Seminário AINES E ANALGESICOS.docx
Seminário AINES E ANALGESICOS.docxSeminário AINES E ANALGESICOS.docx
Seminário AINES E ANALGESICOS.docx
 
Resposta inflamatória-parte-1
Resposta inflamatória-parte-1Resposta inflamatória-parte-1
Resposta inflamatória-parte-1
 
Cicatrização
CicatrizaçãoCicatrização
Cicatrização
 

Mais de Cleanto Santos Vieira

Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
Hidroterapia - crio tapping - Aula 8Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
Hidroterapia - crio tapping - Aula 8Cleanto Santos Vieira
 
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16Cleanto Santos Vieira
 
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12 Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12 Cleanto Santos Vieira
 
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11Cleanto Santos Vieira
 
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10Cleanto Santos Vieira
 
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9Cleanto Santos Vieira
 
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2 Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2 Cleanto Santos Vieira
 
Sistema Nervoso - fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
Sistema Nervoso -  fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...Sistema Nervoso -  fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
Sistema Nervoso - fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...Cleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizadosPrimeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizadosCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leitoPrimeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leitoCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgênciaPrimeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgênciaCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...Cleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismoCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos himenopteros
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos himenopterosPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos himenopteros
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos himenopterosCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismoCleanto Santos Vieira
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismoCleanto Santos Vieira
 
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4Cleanto Santos Vieira
 
Fundamentos de fisioterapia - áreas de atuação do fisioterapeuta - capitulo 3
Fundamentos de fisioterapia - áreas de atuação do fisioterapeuta - capitulo 3Fundamentos de fisioterapia - áreas de atuação do fisioterapeuta - capitulo 3
Fundamentos de fisioterapia - áreas de atuação do fisioterapeuta - capitulo 3Cleanto Santos Vieira
 

Mais de Cleanto Santos Vieira (20)

Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
Hidroterapia - crio tapping - Aula 8Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
Hidroterapia - crio tapping - Aula 8
 
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
Fototerapia - ultra violeta - capitulo 16
 
Fototerapia - laser - capítulo 15
 Fototerapia - laser - capítulo 15 Fototerapia - laser - capítulo 15
Fototerapia - laser - capítulo 15
 
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12 Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
Hidroterapia - banhos de contraste - Aula 12
 
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
Hidroterapia - turbilhões - Aula 11
 
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
Hidroterapia - crioalongamento - Aula 10
 
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
Hidroterapia - imersão no gelo - Aula 9
 
Hidroterapia introdução - aula 1
Hidroterapia   introdução - aula 1Hidroterapia   introdução - aula 1
Hidroterapia introdução - aula 1
 
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2 Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
 
Sistema Nervoso - fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
Sistema Nervoso -  fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...Sistema Nervoso -  fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
Sistema Nervoso - fisiopatologia do neurônio motor superior e periférico - A...
 
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizadosPrimeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
Primeiros Socorros - Atendimento de emergência a politraumatizados
 
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leitoPrimeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
Primeiros Socorros - posição restrição e movimentação no leito
 
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgênciaPrimeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
Primeiros Socorros - Desmaios noções de cuidados e socorros de urgência
 
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
Primeiros Socorros - Respiração noções de primeiros socorros e cuidados de em...
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos ofidismo
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos himenopteros
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos himenopterosPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos himenopteros
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos himenopteros
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos aracnidismo
 
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismoPrimeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismo
Primeiros Socorros - Acidentes com animais peçonhentos escorpionismo
 
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
Fundamentos de fisioterapia - recursos terapeuticos da fisioterapia - capitulo 4
 
Fundamentos de fisioterapia - áreas de atuação do fisioterapeuta - capitulo 3
Fundamentos de fisioterapia - áreas de atuação do fisioterapeuta - capitulo 3Fundamentos de fisioterapia - áreas de atuação do fisioterapeuta - capitulo 3
Fundamentos de fisioterapia - áreas de atuação do fisioterapeuta - capitulo 3
 

Eletroterapia do tecido nervoso

  • 3. Eletroterapia Tecido nervoso -> conduz impulsos aferentes e eferentes. Aferente ou Sensitiva – Quando o impulso nervoso sai da periferia e vai para o sistema nervoso central. Ex. Tato, Visão, Dor, - Sensações - Sensitivas. Eferente – Quando o impulso nervoso sai do sistema nervoso central para a periferia. A via eferente vai para a periferia mais precisamente para o órgão efetor que pode ser o músculo ou glândula.
  • 4. Eletroterapia As sinapses são junções onde os neurônios se comunicam; Podem ser químicas, elétricas ou mistas; As células danificadas do S.N.C., não são substituídas, já as do S.N.P. possuem certa capacidade de regeneração;
  • 6. Eletroterapia Por que então devemos conhecer o potencial de ação dos neurônios e das fibras musculares na disciplina de eletroterapia?
  • 9. Eletroterapia Processo de resposta à lesão. Fase de profiferação: ↑ do número e tamanho dos fibroblastos, determinando acúmulo de matriz basal e colágeno no local; Fase de maturação: Colágeno e fibroblastos se realinham na tentativa de se adaptar à orientação e função do tecido original;
  • 11. Eletroterapia Resposta inflamatória aguda: É um processo que mobiliza os sistemas de defesa do organismo; Resultante de irritação química, calor, trauma mecânico ou invasão de microorganismos; Objetivo -> controlar os efeitos causados e tentar regenerar o tecido; Resposta em 2 níveis: Alterações do fluxo sanguíneo local; Alterações do funcionamento celular
  • 12. Eletroterapia A inflamação é necessária para o processo de cura, mas se sua intensidade ou duração forem excessivos, se torna prejudicial pois a inflamação crônica é debilitadora; Os recursos terapêuticos podem influenciar a duração e magnitude do processo inflamatório diminuindo ou impedindo os efeitos indesejáveis;
  • 13. Eletroterapia Estágio Processo Tempo desde a lesão (dias) Agudo Reação à lesão 0-14 Subagudo Sintomas diminuem 14-31 Crônico Inflamação não-controlada > 31 Estágios da inflamação após lesão
  • 14. Eletroterapia Sinais do processo inflamatório: Hiperemia -> Calor e vermelhidão ( do fluxo sanguíneo);↑ Edema -> Concentração de↑ proteínas (gama globulina e fibrinogênio), ação de vários agentes inflamatórios; Dor - > Liberação de bradicinina, histamina, prostaglandina e outras substâncias e da↑ pressão no tecido; Resulta na perda da função normal;
  • 15. Eletroterapia Mediadores Inflamatórios Selecionados Heparina Inibe a coagulação, impede a conversão de protrombina em trombina. Histamina Loc: mastócitos, basófilos e plaquetas, sua função é vasodilatação das arteríolas e da permeabilidade das↑ vênulas. Quininas Polipeptídeos que dilatam as arteríolas, agentes quimiotáticos poderosos, produzem dor. Principalmente envolvidas no processo , nos estágios iniciais da resposta vascular. Prostaglandinas São vários os tipos, responsáveis pela vasodilatação e ↑ da permeabilidade vascular. Sintetizadas nos tecidos danificados e influenciam na intensidade e duração do processo inflamatório. Serotonina Poderoso vasoconstritor. Leucotrienos Ácidos graxos que provocam a contração do músculo liso, aumenta a permeabilidade vascular e atraem neutrófilos
  • 16. Eletroterapia Hemorragia: Pode ser por rompimento do vaso ou aumento acentuado da permeabilidade, permitindo assim que células e fluidos possam sair, ou ainda se a pressão interna do vaso, for maior que a externa. Para o cessamento da hemorragia é preciso que o vaso seja reparado e/ou o gradiente de pressão deve ser igualado
  • 17. Eletroterapia Edema:  É o acúmulo de excesso de fluido no espaço intersticial por quebra da homeostase interna e externa da membrana celular ou obstruções de retorno linfático e venoso.  A extensão do edema local é proporcional aos seguintes fatores:  Gravidade da lesão (número e tipo de células danificadas);  Alteração da permeabilidade vascular;  Extensão da hemorragia primária e secundária;  Presença de mediadores químicos inflamatórios.
  • 18. Eletroterapia O movimento dos fluidos através da membrana capilar depende de três forças básicas: 1ª Pressão hidrostática vascular -> força a saída do contéudo dos capilares para os tecidos; 2ª Pressão osmótica coloidal do plasma -> atrai o fluido dos tecidos para o interior dos capilares; 3ª Pressão hidrostática dos membros -> se altera segundo as mudanças da posição do membro
  • 19. Eletroterapia Estágio de transudato: após a lesão, os mediadores inflamatórios fazem com que as arteríolas se dilatem e o aumento da pressão de filtração capilar faz com que proteínas e fluidos entrem nos tecidos; Estágio de exsudato: o da↑ inflamação força os neutrófilos e outras células sanguíneas para fora dos vasos, na direção dos tecidos, resultando na formação de fluido edematoso exuberante.
  • 20. Eletroterapia Retorno venoso e/ou linfático: o inchaço e edema só podem ser reduzidos com a remoção de fluidos e sólidos da área, pelos sistemas nervoso e linfático. Através de: - ↑ do retorno venoso; - ↑ do fluxo linfático; - Ou da circulação sanguínea.↑
  • 21. Eletroterapia O processo respiratório: ↑ o retorno venoso durante a inspiração e a expiração; Na inspiração o Diafragma pressiona os órgãos abdominais, pressionando as veias; Na expiração, um gradiente de pressão negativa é criado provocando um efeito de sifão, que retira o sangue do sistema venoso.
  • 22. Eletroterapia Gravidade: Serve para levar o sangue de volta ao coração; Quando se coloca um membro em posição pendente, da↑ pressão hidrostática nos vasos sanguíneos periféricos forçando os fluidos para dentro dos tecidos; Quando um membro é colocado em posição elevada, o retorno venoso é passivo, ocorre um fluxo natural para baixo dos fluidos nos vasos;
  • 23. Eletroterapia A resistência do fluxo sanguíneo é inversamente proporcional ao diâmetro do vaso; A medida que o diâmetro diminui, a resistência ao fluxo aumenta na 4ª potência do raio; A viscosidade da fluido determina sua resistência ao fluxo; Após a lesão a viscosidade ,↑ podendo obstruir a área adjacente à lesão; Diâmetro 1 cm Resistência ao fluxo = 1 Diâmetro 0,5 cm Resistência ao fluxo = 16
  • 24. Eletroterapia Hipoxia: A isquemia é observada após o estágio primário da lesão, provoca mais morte celular; Isquemia é a diminuição do aporte de oxigênio para a área, ocorrendo o sufocamento das células; Após a lesão ocorrem várias alterações vasculares; Bloqueio do fornecimento de sangue oxigenado -> ISQUEMIA Agentes Físicos: -Trauma mecânico - Extremos de temperatura - Radiação - Choque elétrico
  • 25. Eletroterapia Hipoxia: Os capilares das áreas vizinhas se rompem pelo intumecimento do espaço intersticial, perpetuando o ciclo e matando mais células; Essa lesão hipóxica secundária, pode ser diminuida, reduzindo a quantidade de fluidos que se acumulam na área com o uso de compressão e elevação; A necessidade de oxigênio pode ser reduzida diminuindo o metabolismo celular (compressas frias) Agentes Químicos: - São inúmeros; - Até mesmo a glicose se hipertônica, ou o oxigênio em elevadas taxas; - Arsênico, cianureto, mercúrio, inseticidas, herbicidas, asbestos, álcool, etc… Agentes infecciosos: -Vírus; - Rickettsiae; - Bactérias; - Fungos; - Parasitas; - Mecanismos de agressão diversos.
  • 26. Eletroterapia Espasmo muscular:  Encurtamento involuntário das fibras musculares;  Mecanismo intrínseco para proteção da área danificada;  Provocado por trauma direto ou diminuição do aporte de oxigênio;  Provoca dor pela estimulação mecânica e química dos receptores dolorosos;  A tensão produzida pelo encurtamento e os efeitos da falta de oxigênação irritam as fibras químicas da dor;  Na persistência do espasmo ocorre a irritação de tendões e ligamentos associados;  A extensão do espasmo aumenta;  Ciclo autoperpetuado;
  • 27. Eletroterapia Atrofia:  Esse processo começa já 24 horas após a imobilização;  No músculo imobilizado ou na perda de inervação, suas fibras diminuem e seu conteúdo de actina e miosina também diminui;  Atrofia por desuso:  Imobilizacões por talas, gesso, ou quando o indivíduo não utiliza conscientemente ou inconscientemente a extremidade por causa da dor;  Atrofia por desnervação:  Ocorre quando o suprimento nervoso para o grupo muscular está comprometido;  Nos dois casos os resultados são semelhantes;
  • 28. Eletroterapia  Os órgãos tendinosos de Golgi (OTGs) funcionam com os fusos musculares controlando o grau de tensão aplicada sobre o tendão e o músculo;  Quando ocorre a contração os OTGs controlam o grau da força aplicada sobre o tendão, impedindo uma lesão resultante de uma tensão elevada;  Os fusos musculares controlam a taxa e a amplitude da tensão produzida;  Se a estimulação dos OTGs ou dos fusos musculares é muito elevada, é gerado um impulso nervoso que inibe a contração do músculo;  Durante o processo de resposta à lesão, esses nervos podem ser estimulados por pressão resultante de espamo e/ou edema, ou também quimicamente através dos mediadores inflamatórios;  Isso gera uma influência inibitória e na continuidade desse processo, ocorre a atrofia do grupo muscular
  • 29. Eletroterapia Coagulação do sangue: O processo inflamatório atua então na volta do corpo a normalidade; Esse processo remove detritos e substâncias tóxicas da área danificada; Ocorre a ingestão de organismos tóxicos e partículas estranhas (Fagocitose) e sua remoção pelo sistema linfático; Monócitos, macrófagos e leucócitos atuam nesse processo, devorando tecidos tóxicos e mortos;
  • 30. Eletroterapia Processo de coagulação do sangue:  A protrombina é ativada na presença do fator “X” (Stuart/Prowler), sendo transformada em trombina;  A presença de trombina estimula o fibrinogênio a desenvolver filamentos individuais de fibrina;  O monômetro de fibrina se deposita no vaso danificado, araindo plaquetas, células vermelhas e brancas do sangue;  Os filamentos de fibrina se contraem formando um tampão permanente.
  • 31. Eletroterapia Fases da cura da lesão Fase Eventos Fase de inflamação Acúmulo de plaquetas, coagulação, migração de leucócitos Fase de proliferação Crescimento de novo tecido (re- epitelização), desenvolvimento de novos vasos sanguíneos (angiogênese), desenvolvimento de tecido fibtoso (fibroplasia), contração do ferimento e formação de matriz de colágeno Fase de maturação Recomposição da matriz, deposição de tecidos permanentes, recuperação da função
  • 32. Eletroterapia Fase de proliferação:  Remoção dos restos celulares;  Reparação temporária do tecido formado na fase inflamatória;  Desenvolvimento de tecidos novos e permanentes;  Acredita-se que comece cerca de 72 horas após o trauma, podendo durar 3 semanas;
  • 33. Eletroterapia Processos relacionados à poliferação: 1º Formação de fibroblasto; 2º Síntese de colágeno; 3º Remodelação do tecido; 4º Alinhamento do tecido.
  • 34. Eletroterapia Revascularização:  A reparação se inicia na periferia;  Macrófagos e polimorfos nucleares, produzem novos leitos capilares formando tecido de granulação;  Esse processo caminha em direção ao centro da área lesada, construindo uma trama onde será formado o novo tecido;  Os mastócitos liberam agentes que estimulam os fibroblastos, que são atraídos para o local pela presença de macrófagos;  Os fibroblastos iniciam a deposição de colágeno que formará uma estrutura de vedação sobre a lesão, criando a matriz extracelular da ferida;  Essa deposição é pouco ordenada;  Tensões de movimentação articular leve podem levar a uma organização mais rápida e ordenada (direcionamento);
  • 35. Eletroterapia Contração da lesão:  Após a revascularização da área lesada;  Miofibroblastos se acumulam nas margens da ferida e começam a se mover em direção ao centro, como possuem um alto teor de filamentos de actina; cada um se encurta puxando as bordas dos tecidos danificados;  Os fibroblastos produzem um tipo fraco de colágeno III, tornando a área vulnerável a tensão;  Água e direcionada a área de reparação para que ocorra o desenvolvimento de vasos sanguíneos, nervos proprioceptivos e sensoriais;  Em feridas superficiais formam a cicatriz característica.
  • 36. Eletroterapia Remodelação da lesão:  A presença de tensões externas causam o alinhamento das fibras visando à remodelação da ferida;  5 a 11 dias após o trauma, o colágeno tipo III começa a ser substituído por Tipo I (mais forte), melhorando a força tênsil;  Exercícios precoces de ampliação dos movimentos a↑ resistência de tecidos em fase de cura.
  • 37. Eletroterapia Fase de Maturação:  É o final do processo de resposta à lesão;  Caracterizada pela limpeza da área e aumento da resistência dos tecidos reparados ou substituídos;  Pode durar 1 ano ou mais;  A proporção de colágeno tipo I continua a aumentar;  A força tênsil do tecido cresce;  Devem ser aplicadas tensões crescentes, estimulando a organização correta do colágeno, permitindo assim o máximo de força tênsil.
  • 38. Eletroterapia Inflamação crônica:  Persiste mais de 1 mês além do tempo normal de recuperação;  O corpo ainda reage à presença de material estranho e/ou à infecção;  Forma-se um granuloma (massa endurecida de tecido fibroso) que afeta a função da parte envolvida, ocasionando a perda da função total e ao desenvolvimento de reações secundárias em estruturas associadas.
  • 39. Eletroterapia O papel dos recursos terapêuticos:  Será a correta aplicação de energia térmica, mecânica, elétrica ou química ao organismo, que deve conduzir ao processo de cura da lesão;  A aplicação terapêutica em ponto inadequado de sua fase de recuperação pode retardar, ou até mesmo prejudicar o processo de cura.
  • 40. Eletroterapia Referências Bibliográficas: RODRIGUES, E. GUIMARÃES,C. Manual de Recursos Fisioterapêuticos. Editora Revinter. Rio de Janeiro-RJ, 1998. STARKEY, C. Recursos Terapêuticos em Fisioterapia. 1º edição. Editora Manole. São Paulo-SP, 2001. LOW, J. REED, A. Eletroterapia Explicada – Princípios e Prática. 3º edição. Editora Manole. São Paulo-SP, 2001.