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ELETROTERAPIA
Professor: Cleanto santos Vieira
Cap 5: Agentes elétricos
Micro-correntes e iontoforese
Eletroterapia
• Estimulação elétrica por microcorrentes:
• Esta forma tende a ser aplicada em um nível
sub-sensorial ou sensorial muito baixo, com
uma corrente que opera a menos que 1.000
µA.
• Esse equipamento libera no corpo uma com
amperagem de cerca de 1/1.000 do TENS, mas
com uma duração de pulso que pode ser até
2.500 vezes maior.
• A característica que distingue a microcorrente é
que ela não visa estimular os nervos
periféricos.
• Os gerados EEMC, podem liberar CD, CA ou em
pulso (em uma ampla variedade de formas de
onda), cada uma apresentando faixas variadas
de durações de pulso e durações de TTO.
• Essa variedade de correntes torna difícil a
análise dos efeitos teóricos e clínicos da EEMC.
Cap 5: Agentes elétricos
Micro-correntes e iontoforese
Eletroterapia
• Efeitos Biofísicos:
• Na teoria correntes abaixo de 500 µA, aumentam o nível de
ATP, e amperagens mais elevadas diminuem o nível de ATP.
• A passagem de corrente de baixa amperagem através da
mitocôndria provoca desequilíbrio no número de proteínas
em ambos os lados de sua membrana.
• Quando prótons caminham do ânodo para o cátodo, eles
cruzam a membrana da mitocôndria, fazendo a adenosina
trifosfatase produzir ATP.
• Esse aumento da produção de ATP estimula o transporte da
aminoácidos e aumenta a síntese proteica.
• O trauma do tecido afeta o potencial elétrico das células
envolvidas, denominado potencial de lesão.
• A resistência ao fluxo de corrente ↑ após o trauma, fazendo
com que as correntes tomem o caminho de menor
resistência.
• Uma CD dificilmente venceria a resistência capacitativa da
pele em razão da baixa amperagem na qual a EEMC é aplicada
ao corpo.
• A EEMC por ser uma corrente de frequência de pulso elevada
faz com que a resistência capacitativa da pele diminua.
Cap 5: Agentes elétricos
Micro-correntes e iontoforese
Eletroterapia
• Colocação do eletrodo:
• Semelhante a técnica contígua.
• Alguns preferem a forma tridimensional,
deforma que a corrente passe através dos
eletrodos (ainda muito discutível devido a
eletricidade não seguir uma linha reta entre
eletrodos opostos).
• A técnica contra-lateral também pode ser
utilizada.
• Duração do TTO:
• Variam de 30 min à 2 horas e podem ser
repetidos até 4 vezes ao dia.
• Precauções:
• A EEMC em pacientes desidratados pode
causar náusea, tontura e/ou dores de cabeça.
• O paciente pode se queixar de choques
quando a EEMC é aplicada em um tecido
cicatricial.
Cap 5: Agentes elétricos
Micro-correntes e iontoforese
Eletroterapia
• Indicações:
• Dor aguda e crônica.
• Inflamação aguda e crônica.
• Redução de edema.
• Entorses.
• Distensões.
• Contusões.
• Disfunções temporomandibulares
• Síndrome do túnel carpal.
• Cicatrização de feridas superficiais.
• Tecido cicatricial.
• Neuropatias.
• Contra indicações:
• Todas as descritas na tabela do capítulo “Agentes
elétricos”
• Dor ou outros sintomas de origem desconhecida.
• Osteomielite.
Cap 5: Agentes elétricos
Micro-correntes e iontoforese
Eletroterapia
• Iontoforese:
• É a introdução de medicamentos dentro da pele humana utilizando-se uma CD
de baixa voltagem.
• Os tipos mais comuns de medicamentos utilizados na iontoforese são:
• - Anestésicos
• - Analgésicos
• - E anti-inflamatórios
• As moléculas ionizadas da medicação percorrem as linhas de força criadas pela
corrente.
• No eletrodo positivo, os íons positivos passam através da pele, os íons
negativos são introduzidos através da pele, no pólo negativo.
• Essa técnica libera a medicação em profundidades que variam de 6 a 20mm
abaixo da pele.
• Vantagens -> o medicamento não passa pelo fígado, reduzindo a decomposição
metabólica da medicação, a droga fica concentrada na área localizada ao invés
de ser absorvida no trato gastro-intestinal, resultando em liberação local e não
sistêmica, é menos traumática e dolorosa que as injeções.
• Desvantagens -> Certas drogas produzem resultados não confiáveis, surgindo
dúvidas sobre até que ponto está sendo introduzida nos tecidos, em crianças, a
ansiedade provocada pela iontoforese não foi menor do que a injeção, ao passo
que as injeções parecem ser mais toleráveis ao longo do tempo, a anestesia
cutânea derivada de injeção também é mais tolerável do que a obtida com
iontoforese.
• O uso do aparelho iontoforessor também pode ser regulado por procedimentos
práticos estatais.
Cap 5: Agentes elétricos
Micro-correntes e iontoforese
Amostra de medicações, suas indicações e dosagens
terapêuticas empregadas durante a iontoforese
Medicamento
(s)
Patologia Concentração Dosagem Polaridade de
liberação
Ácido acético Miosite
ossificante
2% misturado com
água destilada
80 mA/min Positiva
Dexametasona
e lidocaína
Inflamação
Controle da
dor
4mg de Decadron
(1cm² suspensão)
Xilocaína a 4%
(2cm² suspensão)
41 mA/min
40 mA/min
Negativa
Positiva
Lidocaína e
adrenalina
Controle da
dor
Lidocaína a 4%
0,01 ml 1:50.000
adrenalina
30 mA/min Positiva
Positiva
Lidocaína e
adrenalina
Controle da
dor
Lidocaína a 4%
0,25cc de 1:1.000
epinefrina
20 mA/min Positiva
Dexametasona Inflamação Dexametasona
2cc 4mg/ml
41 mA/min Negativa
Eletroterapia
• Mecanismos da iontoforese:
• Os geradores liberam uma corrente de baixa voltagem e alta
amperagem, a saída varia de 0 a 5mA em impedâncias de pele
que variam de 500 ohms a 100 Kilohms.
• O estrato córneo é a principal barreira à transferência de
substâncias através da pele para dentro dos tecidos
subcutâneos.
• A carga elétrica da medicação ajuda a completar o circuito.
• A transferência da medicação ocorre por meio dos portais
formados por folículos capilares e poros da pele.
• A corrente deve ser suficiente para vencer a resistência entre
pele/eletrodo e, ainda, ter suficiente energia para fazer a
medicação passar através dos portais da pele.
• Dentro dos tecidos a medicação se espalha por difusão, não
sendo mais afetada pela corrente.
• A medicação tende a permanecer mais concentrada dentro dos
tecidos diretamente subcutâneos ao local de introdução.
• A técnica de disposição dos eletrodos é monopolar para haver
carreamento entre eletrodo ativo (contém a medicação) e
dispersivo.
• O aumento da densidade da corrente sob o eletrodo de
liberação também reduz a resistência à corrente iontoforética,
quanto maior a densidade de corrente, menor a resistência ao
fluxo elétrico (embora isso contradiga a Lei de ohm, a redução
da resistência tem haver com o aumento do diâmetro dos
poros da pele ou criação de novos poros).
Cap 5: Agentes elétricos
Microcorrentes e iontoforese
Eletroterapia
• Mecanismos da iontoforese:
• O fluxo sanguíneo ↑ durante uma hora após o
TTO e o estrato córneo é hidratado por 30min
depois do TTO.
• Pode provocar uma difusão maior que a
normal, espalhando a dorga sistemicamente e
↓ na área tratada.
• Esse ↑ do fluxo sanguíneo pode explicar a
hiperemia que ocorre após o TTO.
• Queimaduras ou irritação grave são problemas
inerentes à aplicação de uma CD ao corpo
humano.
• Isso está relacionado com íons de hidrogênio e
hidróxido gerados pela corrente.
• Alguns trabalhos acenam para utilização de
uma CA de baixa frequência ou uma
combinação de CA e CD que é eficaz na
liberação, para o corpo, de certas formas de
medicamento, sem causar irritação da pele.
Cap 5: Agentes elétricos
Microcorrentes e iontoforese
Eletroterapia
• Dosagem da medicação.
• A dose liberada durante o TTO é medida
em Ma/min e depende da relação entre
amperagem da corrente e a duração do
TTO.
• Amperagem da corrente (miliamperes)
X duração do TTO = mA/min
• Uma modificação na saída altera a
duração do TTO.
• O ↑ da amperagem diminui a duração e
vice-versa.
• A amperagem deve ser imediatamente
reduzida quando o paciente reclamar de
qualquer sensação que não seja
formigamento (sensação de queimadura
por ex.)
Cap 5: Agentes elétricos
Microcorrentes e iontoforese
Eletroterapia
• Medicação:
• Para a plicação da iontoforese as
medicações solúveis em água são
dissolvidas em um veículo. A quantidade e
a velocidade de liberação dependem da
voltagem total aplicada, da duração do
TTO, do pH local e da concentração da
droga no eletrodo de liberação.
• Se a magnitude de uma desses fatores ↑ a
dosagem total também ↑.
• Tipos diferentes de medicação podem ser
misturados desde que suas cargas iônicas
não se alterem ou enfraqueçam
significativamente.
Cap 5: Agentes elétricos
Microcorrentes e iontoforese
Eletroterapia
• Efeitos biofísicos:
• Dependem da medicação utilizada.
• Penetram de 6 a 20mm podem chegar
as estruturas tendinosas e cartilagens
subjacentes, mas não sabemos a
quantidade de droga que chega a essa
profundidade.
• Quando se utiliza anti-inflamatórios
como dexametasona e lidocaína, o
início do alívio pode levar de 24 a 48
horas, mas há relatos de alívio
imediato.
• A lidocaína em concentrações de até
50% exige um mínimo de 10min de
corrente elétrica antes da pele ser
anestesiada.
Cap 5: Agentes elétricos
Micro-correntes e iontoforese
Eletroterapia
• Colocação do eletrodo:
• O eletrodo ativo é o liberador da droga e
o eletrodo de retorno é o dispersivo.
• O eletrodo de liberação é colocado sobre
os tecidos-alvo e o de retorno é colocado
a 10,16 a 15,24cm de distância.
• Deve-se observar os tecidos subjacentes,
por exemplo, se for tratar uma fasciite
plantar, o eletrodo de liberação deve ser
colocado sobre o aspecto medial do arco
plantar, onde a pele é mais fina e não
sobre a espessa polpa sob o calcanhar.
Cap 5: Agentes elétricos
Microcorrentes e iontoforese
Eletroterapia
• Duração do TTO:
• Depende da intensidade e da dose
terapêutica desejada.
• Geralmente em dias alternados, durante 3
semanas.
• Precauções:
• Muitas medicações exigem prescrição
médica.
• A dosagem exata da medicação liberada é
desconhecida.
• Depois do TTO é comum o aparecimento
de eritema sob os eletrodos.
• Uma dose dose muito intensa pode
provocar queimaduras sob os eletrodos
de liberação e/ou retorno.
• Não reutilize um eletrodo pois a
medicação permanece nele,
contaminando o próximo uso.
Cap 5: Agentes elétricos
Microcorrentes e iontoforese
Eletroterapia
• Indicações:
• Inflamação aguda e crônica.
• Artrite.
• Miosite ossificante.
• Síndrome dolorosa miofascial.
• Veículo para liberação de anestésicos locais.
• Hiperidrose.
• Contra-indicações:
• As mesmas da tabela do capítulo “Agentes
elétricos”.
• Se o paciente tiver histórico de reações
adversas ou hipersensibilidade à estimulação
elétrica.
• Contra-indicações à medicação a ser
administrada.
• Dor ou outros sintomas de origem
desconhecida.
Cap 5: Agentes eléticos
Microcorrentes e iontoforese
Referências Bibliográficas
• MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site]. Disponível em:
http://ofisioterapeuta.blogspot.com/
• Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001.
• Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In: Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed.
Oxford: Butterworth-Heinemann; 2000.

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Eletroterapia capítulo 5 agentes elétricos microcorrentes - Aula 13

  • 1. ELETROTERAPIA Professor: Cleanto santos Vieira Cap 5: Agentes elétricos Micro-correntes e iontoforese
  • 2. Eletroterapia • Estimulação elétrica por microcorrentes: • Esta forma tende a ser aplicada em um nível sub-sensorial ou sensorial muito baixo, com uma corrente que opera a menos que 1.000 µA. • Esse equipamento libera no corpo uma com amperagem de cerca de 1/1.000 do TENS, mas com uma duração de pulso que pode ser até 2.500 vezes maior. • A característica que distingue a microcorrente é que ela não visa estimular os nervos periféricos. • Os gerados EEMC, podem liberar CD, CA ou em pulso (em uma ampla variedade de formas de onda), cada uma apresentando faixas variadas de durações de pulso e durações de TTO. • Essa variedade de correntes torna difícil a análise dos efeitos teóricos e clínicos da EEMC. Cap 5: Agentes elétricos Micro-correntes e iontoforese
  • 3. Eletroterapia • Efeitos Biofísicos: • Na teoria correntes abaixo de 500 µA, aumentam o nível de ATP, e amperagens mais elevadas diminuem o nível de ATP. • A passagem de corrente de baixa amperagem através da mitocôndria provoca desequilíbrio no número de proteínas em ambos os lados de sua membrana. • Quando prótons caminham do ânodo para o cátodo, eles cruzam a membrana da mitocôndria, fazendo a adenosina trifosfatase produzir ATP. • Esse aumento da produção de ATP estimula o transporte da aminoácidos e aumenta a síntese proteica. • O trauma do tecido afeta o potencial elétrico das células envolvidas, denominado potencial de lesão. • A resistência ao fluxo de corrente ↑ após o trauma, fazendo com que as correntes tomem o caminho de menor resistência. • Uma CD dificilmente venceria a resistência capacitativa da pele em razão da baixa amperagem na qual a EEMC é aplicada ao corpo. • A EEMC por ser uma corrente de frequência de pulso elevada faz com que a resistência capacitativa da pele diminua. Cap 5: Agentes elétricos Micro-correntes e iontoforese
  • 4. Eletroterapia • Colocação do eletrodo: • Semelhante a técnica contígua. • Alguns preferem a forma tridimensional, deforma que a corrente passe através dos eletrodos (ainda muito discutível devido a eletricidade não seguir uma linha reta entre eletrodos opostos). • A técnica contra-lateral também pode ser utilizada. • Duração do TTO: • Variam de 30 min à 2 horas e podem ser repetidos até 4 vezes ao dia. • Precauções: • A EEMC em pacientes desidratados pode causar náusea, tontura e/ou dores de cabeça. • O paciente pode se queixar de choques quando a EEMC é aplicada em um tecido cicatricial. Cap 5: Agentes elétricos Micro-correntes e iontoforese
  • 5. Eletroterapia • Indicações: • Dor aguda e crônica. • Inflamação aguda e crônica. • Redução de edema. • Entorses. • Distensões. • Contusões. • Disfunções temporomandibulares • Síndrome do túnel carpal. • Cicatrização de feridas superficiais. • Tecido cicatricial. • Neuropatias. • Contra indicações: • Todas as descritas na tabela do capítulo “Agentes elétricos” • Dor ou outros sintomas de origem desconhecida. • Osteomielite. Cap 5: Agentes elétricos Micro-correntes e iontoforese
  • 6. Eletroterapia • Iontoforese: • É a introdução de medicamentos dentro da pele humana utilizando-se uma CD de baixa voltagem. • Os tipos mais comuns de medicamentos utilizados na iontoforese são: • - Anestésicos • - Analgésicos • - E anti-inflamatórios • As moléculas ionizadas da medicação percorrem as linhas de força criadas pela corrente. • No eletrodo positivo, os íons positivos passam através da pele, os íons negativos são introduzidos através da pele, no pólo negativo. • Essa técnica libera a medicação em profundidades que variam de 6 a 20mm abaixo da pele. • Vantagens -> o medicamento não passa pelo fígado, reduzindo a decomposição metabólica da medicação, a droga fica concentrada na área localizada ao invés de ser absorvida no trato gastro-intestinal, resultando em liberação local e não sistêmica, é menos traumática e dolorosa que as injeções. • Desvantagens -> Certas drogas produzem resultados não confiáveis, surgindo dúvidas sobre até que ponto está sendo introduzida nos tecidos, em crianças, a ansiedade provocada pela iontoforese não foi menor do que a injeção, ao passo que as injeções parecem ser mais toleráveis ao longo do tempo, a anestesia cutânea derivada de injeção também é mais tolerável do que a obtida com iontoforese. • O uso do aparelho iontoforessor também pode ser regulado por procedimentos práticos estatais. Cap 5: Agentes elétricos Micro-correntes e iontoforese Amostra de medicações, suas indicações e dosagens terapêuticas empregadas durante a iontoforese Medicamento (s) Patologia Concentração Dosagem Polaridade de liberação Ácido acético Miosite ossificante 2% misturado com água destilada 80 mA/min Positiva Dexametasona e lidocaína Inflamação Controle da dor 4mg de Decadron (1cm² suspensão) Xilocaína a 4% (2cm² suspensão) 41 mA/min 40 mA/min Negativa Positiva Lidocaína e adrenalina Controle da dor Lidocaína a 4% 0,01 ml 1:50.000 adrenalina 30 mA/min Positiva Positiva Lidocaína e adrenalina Controle da dor Lidocaína a 4% 0,25cc de 1:1.000 epinefrina 20 mA/min Positiva Dexametasona Inflamação Dexametasona 2cc 4mg/ml 41 mA/min Negativa
  • 7. Eletroterapia • Mecanismos da iontoforese: • Os geradores liberam uma corrente de baixa voltagem e alta amperagem, a saída varia de 0 a 5mA em impedâncias de pele que variam de 500 ohms a 100 Kilohms. • O estrato córneo é a principal barreira à transferência de substâncias através da pele para dentro dos tecidos subcutâneos. • A carga elétrica da medicação ajuda a completar o circuito. • A transferência da medicação ocorre por meio dos portais formados por folículos capilares e poros da pele. • A corrente deve ser suficiente para vencer a resistência entre pele/eletrodo e, ainda, ter suficiente energia para fazer a medicação passar através dos portais da pele. • Dentro dos tecidos a medicação se espalha por difusão, não sendo mais afetada pela corrente. • A medicação tende a permanecer mais concentrada dentro dos tecidos diretamente subcutâneos ao local de introdução. • A técnica de disposição dos eletrodos é monopolar para haver carreamento entre eletrodo ativo (contém a medicação) e dispersivo. • O aumento da densidade da corrente sob o eletrodo de liberação também reduz a resistência à corrente iontoforética, quanto maior a densidade de corrente, menor a resistência ao fluxo elétrico (embora isso contradiga a Lei de ohm, a redução da resistência tem haver com o aumento do diâmetro dos poros da pele ou criação de novos poros). Cap 5: Agentes elétricos Microcorrentes e iontoforese
  • 8. Eletroterapia • Mecanismos da iontoforese: • O fluxo sanguíneo ↑ durante uma hora após o TTO e o estrato córneo é hidratado por 30min depois do TTO. • Pode provocar uma difusão maior que a normal, espalhando a dorga sistemicamente e ↓ na área tratada. • Esse ↑ do fluxo sanguíneo pode explicar a hiperemia que ocorre após o TTO. • Queimaduras ou irritação grave são problemas inerentes à aplicação de uma CD ao corpo humano. • Isso está relacionado com íons de hidrogênio e hidróxido gerados pela corrente. • Alguns trabalhos acenam para utilização de uma CA de baixa frequência ou uma combinação de CA e CD que é eficaz na liberação, para o corpo, de certas formas de medicamento, sem causar irritação da pele. Cap 5: Agentes elétricos Microcorrentes e iontoforese
  • 9. Eletroterapia • Dosagem da medicação. • A dose liberada durante o TTO é medida em Ma/min e depende da relação entre amperagem da corrente e a duração do TTO. • Amperagem da corrente (miliamperes) X duração do TTO = mA/min • Uma modificação na saída altera a duração do TTO. • O ↑ da amperagem diminui a duração e vice-versa. • A amperagem deve ser imediatamente reduzida quando o paciente reclamar de qualquer sensação que não seja formigamento (sensação de queimadura por ex.) Cap 5: Agentes elétricos Microcorrentes e iontoforese
  • 10. Eletroterapia • Medicação: • Para a plicação da iontoforese as medicações solúveis em água são dissolvidas em um veículo. A quantidade e a velocidade de liberação dependem da voltagem total aplicada, da duração do TTO, do pH local e da concentração da droga no eletrodo de liberação. • Se a magnitude de uma desses fatores ↑ a dosagem total também ↑. • Tipos diferentes de medicação podem ser misturados desde que suas cargas iônicas não se alterem ou enfraqueçam significativamente. Cap 5: Agentes elétricos Microcorrentes e iontoforese
  • 11. Eletroterapia • Efeitos biofísicos: • Dependem da medicação utilizada. • Penetram de 6 a 20mm podem chegar as estruturas tendinosas e cartilagens subjacentes, mas não sabemos a quantidade de droga que chega a essa profundidade. • Quando se utiliza anti-inflamatórios como dexametasona e lidocaína, o início do alívio pode levar de 24 a 48 horas, mas há relatos de alívio imediato. • A lidocaína em concentrações de até 50% exige um mínimo de 10min de corrente elétrica antes da pele ser anestesiada. Cap 5: Agentes elétricos Micro-correntes e iontoforese
  • 12. Eletroterapia • Colocação do eletrodo: • O eletrodo ativo é o liberador da droga e o eletrodo de retorno é o dispersivo. • O eletrodo de liberação é colocado sobre os tecidos-alvo e o de retorno é colocado a 10,16 a 15,24cm de distância. • Deve-se observar os tecidos subjacentes, por exemplo, se for tratar uma fasciite plantar, o eletrodo de liberação deve ser colocado sobre o aspecto medial do arco plantar, onde a pele é mais fina e não sobre a espessa polpa sob o calcanhar. Cap 5: Agentes elétricos Microcorrentes e iontoforese
  • 13. Eletroterapia • Duração do TTO: • Depende da intensidade e da dose terapêutica desejada. • Geralmente em dias alternados, durante 3 semanas. • Precauções: • Muitas medicações exigem prescrição médica. • A dosagem exata da medicação liberada é desconhecida. • Depois do TTO é comum o aparecimento de eritema sob os eletrodos. • Uma dose dose muito intensa pode provocar queimaduras sob os eletrodos de liberação e/ou retorno. • Não reutilize um eletrodo pois a medicação permanece nele, contaminando o próximo uso. Cap 5: Agentes elétricos Microcorrentes e iontoforese
  • 14. Eletroterapia • Indicações: • Inflamação aguda e crônica. • Artrite. • Miosite ossificante. • Síndrome dolorosa miofascial. • Veículo para liberação de anestésicos locais. • Hiperidrose. • Contra-indicações: • As mesmas da tabela do capítulo “Agentes elétricos”. • Se o paciente tiver histórico de reações adversas ou hipersensibilidade à estimulação elétrica. • Contra-indicações à medicação a ser administrada. • Dor ou outros sintomas de origem desconhecida. Cap 5: Agentes eléticos Microcorrentes e iontoforese
  • 15. Referências Bibliográficas • MARCUCCI, Fernando C. I. Histórico da Eletroterapia e Eletroacupuntura. O Fisioterapeuta [site]. Disponível em: http://ofisioterapeuta.blogspot.com/ • Starkey C. Agentes elétricos. In: Starkey C. Recursos terapêuticos em fisioterapia. 2ª ed. São Paulo: Manole; 2001. • Low J, Reed A. Electrical stimulation of nerve and muscle. In: Electrotherapy explained: principles and practice. 3ª ed. Oxford: Butterworth-Heinemann; 2000.